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Teorias de enfermagem
Profª marjory lima
O que é uma teoria?
“Um construto composto por um conjunto de leis e princípios racionais, hierárquica e solidamente sistematizados, de caráter conclusivo, aplicado a uma determinada área”
(Veiga-Neto, 2009, p.86)
O que é uma teoria?
 Conjunto de afirmações sistemáticas; 
 Explicação de fenômenos da realidade; 
Relação entre fenômenos, consequência. 
Importância de teorias para a enfermagem
 Instrumento para realização do cuidado 
 Elucidação e construção de conhecimento 
 Guiar a prática profissional 
Processo de enfermagem 
 Aspecto científico
Importância de teorias para a enfermagem
 Complexidade do cuidado
História das teorias de enfermagem
 “Nascimento” do hospital (século XVIII) 
 Escolas de formação de enfermeiras (Século XIX) 
Grandes Guerras (Século XX) 
Fundação Rockefeller/EUA 
Introdução dos estudos psicossociais nos currículos e abordagem holística
Teorias de enfermagem
 1859 – Florence Nightingale 
Inglaterra 
Guerra da Crimeia 
Ambiente 
Estrutura hospitalar
Florence Nightingale (1859)
 Nascida em 12 de maio de 1820 em Florença, Itália. 
 É considerada a fundadora da Enfermagem Moderna, sendo mais lembrada pelo seu trabalho na Guerra da Criméia.
Tinha como proposito reformar o sistema hospitalar.
Florence Nightingale (1859)
 Em Scutari observou condições inapropriadas aos soldados: deitados no chão bruto, rodeado por insetos e ratos e operações sendo efetuadas em condições precárias de higiene. 
 Doenças como cólera e tifo eram comuns.
 Soldados feridos tinham sete vezes mais chances de morrer de uma doença hospitalar do que no campo de batalha.
Florence Nightingale (1859)
 Seu conhecimento matemático foi útil para se valer das informações coletadas para o cálculo das taxas de mortalidade nos hospitais.
 Florence usou dados estatísticos para criar diagrama de área polar ou “coxcombs” (cristas) como ela o chamava.
 Eles eram utilizados para representar graficamente as taxas de mortalidade durante a guerra da Criméia (1854 – 56).
 Utilizando estas estatísticas ela mostrou a necessidade de uma reforma nas condições sanitárias de todos os hospitais militares.
 Ganhou atenção da rainha vitória e do príncipe Albert bem como do primeiro ministro, Lorde Palmerston.
 Em maio de 1857 levou ao estabelecimento da Comissão Real sobre a Saúde nas forças armadas.
Florence Nightingale (1859)
Teoria Ambientalista - Florence Nightingale (1859)
 Florence costumava documentar suas atividades e reflexões diárias. 
 Nesses registros, notas sobre a Enfermagem, tiveram ênfase às condições deficitárias de enfermarias em hospitais e necessidades de reorganizar os serviços de atendimento aos doentes.
 O foco principal da Teoria Ambientalista é potencializar as forças restauradoras da natureza, por meio da intervenção sobre o meio ambiente do paciente.
 Florence introduziu uma visão de enfermagem não só de intervenção direta no doente, mas da mesma forma ampliou as funções para o meio.
AMBIENTE FÍSICO
 Limpeza: um quarto sujo é fonte de infecções.
“remove matérias nocivas do sistema”. Além de proporcionar alivio e conforto, à enfermeira, que “deve estar sempre limpa” e deve “ter cuidado de lavar as mãos frequentemente durante o dia”
 Ventilação: Manutenção de ar fresco, sem correntes de ar.
“conservar o ar que o paciente respira tão puro quanto o ar exterior, sem deixa-lo sentir frio é o primeiro e último principio sobre o qual a atenção da enfermeira deve fixar-se, sem o que todo o restante possa fazer por ele não terá nenhum valor...”
Iluminação: Os doentes tem a necessidade de iluminação
“e não é apenas a claridade que desejam, mas a luz solar direta”
AMBIENTE FÍSICO
AMBIENTE FÍSICO
 Calor: Evitar o resfriamento, prevenindo a perda de calor vital, essencial a recuperação.
 Ruídos: Enfermeira deve estar atenta e qualquer sacrifício é valido para assegurar o silencio, pois nem um bom arejamento, nem uma boa assistência serão benéficas para o doente, sem o necessário silêncio.
 Odores: O odor resultante da doença deve ser removido do corpo. Ao ventilar-se o quarto do doente, deve-se evitar o ar proveniente do esgoto.
 Alimentação: Essencial ao processo de cura deve ser minuciosamente observada pela enfermeira.
AMBIENTE PSICOLÓGICO
 Ambiente negativo resulta em estresse físico.
 Propor ao paciente uma variedade de atividades para manter sua mente estimulada.
 Evitar interrupções e tratar de assuntos desagradáveis.
 AMBIENTE SOCIAL
 Essencial na prevenção de doenças, enfermeira deve empregar todo seu poder de observação.
“ Tudo o que o paciente puder fazer por si mesmo, sera melhor que o faça...”
 Mesmo que a assistência esteja na figura da enfermeira não se pode excluir o paciente.
QUATRO CONCEITOS PRINCIPAIS QUE REFLETEM A VISÃO DE FLORENCE TRAZENDO SIGNIFICADO À SUA TEORIA 
 Homem ou individuo – possui poderes reparadores vitais para lidar com a doença, defesas naturais influenciadas pelo ambiente.
2. Enfermagem – a meta é colocar o individuo na melhor condição à ação da natureza que se dá, basicamente, através do impacto sobre o ambiente. 
3. Saúde/ doença – o foco recai sobre o processo reparador de melhora.
4. Sociedade/ambiente – envolve aquelas condições externas que afetam a vida e o desenvolvimento da pessoa. O foco recai sobre a ventilação, o calor, os odores, os barulhos e a iluminação.
Teoria Humanista – Josephine Patterson e Loretta Zderad (1960)
A pessoa é uma unidade holística e a situação dos indivíduos é experienciada existencialmente pelos enfermeiros.
(Leopardi, 1999)
Quais os principais pontos da teoria?
Conhecimento
Atitude
Habilidade
Bases da Teoria Humanística
Aristóteles
Platão
Sócrates
Freud
Teoria Humanista
 Dialogo
 Comunidade
 Enfermagem Fenomenológica
Metaparadigmas e outros conceitos
 Pessoa: Valorização do ser humano
Os seres humanos são vistos como experiencias especiais da vida. 
 Saúde: “Saúde” é valorizada como necessária para a sobrevivência e é frequentemente proposta como a meta da enfermagem. 
Metaparadigmas e outros conceitos
 Ambiente: Tempo e espaço.
O ambiente representa o lugar onde o serviço é entregue, a comunidade ou ao mundo.
 ENFERMAGEM: “Operação Humana”
Envolve todas as limitações humanas, emoções e potencialidades de cada paciente, como uma troca que afeta a enfermeira, que por sua vez responde através de sua perspectiva e ser autentico, o que por sua vez afeta o paciente.
Teoria da Relação Interpessoal – Joyce Travelbee (1966)
O enfermeiro ajuda o indivíduo a significar sua experiência de adoecimento, por meio da comunicação estabelecida pessoa a pessoa.  
Teoria da Relação Interpessoal
Quem foi? 
 Enfermeira psiquiátrica, escritora e educadora;
 Se tornou enfermeira em 1946;
 Em 1952 tornou-se educadora em enfermagem;
 Em 1959 recebeu o título de mestre em enfermagem;
 Iniciou doutorado em 1973, porém não concluiu.
Suas Influências 
 Ensino básico em enfermagem e na prática inicial;
 Ida Jean Orlando, uma de suas orientadoras;
Catolicismo.
Teoria da Relação Pessoa-Pessoa
Afirma ser a relação interpessoal em um processo de troca.
As quatro frases da teoria
 1° Fase – Pré-interação
Fase que começa a vinculação.
 2° Fase – Inicial
Primeiro encontro entre enfermeiro e paciente.
 3° Fase – Identidade
Fase de interação entre enfermeiro e paciente.
 4° Fase – Término
Quando o paciente se sente integrado no ambiente.
1° Fase – Pré-interação
 É a única em que não há participação do doente. 
 É a fase em que o profissional de Enfermagem identifica a pessoa e obtém as informações necessárias para o desenvolvimento do relacionamento. 
 Nessa fase ele reconhece seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, estando ciente de como eles podem interferir na relação.
2° Fase – Introdutória ou de Orientação
 É aquela na qual os dois se conhecem e firmam compromisso de desenvolver o relacionamento terapêutico. 
 É o momento de conhecer e compreender o outro, em sua singularidade. É um momento único em que ambos experienciam crescimento pessoal.Essa fase termina quando um começa a ver o outro como ser humano único.
 Perceber o outro como tal na visão da autora ocorre quando ambos conseguem ver a singularidade e unicidade de cada um, assim como os limites, potencialidades e peculiaridades enquanto seres humanos.
Destaca-se ainda que neste sentido ao enfermeiro e o paciente usam toda a sua experiencia anterior de forma a ajuda-los a compreender e aceitar como único. 
3° Fase – Identidade
 Caracteriza-se pela resolução dos problemas encontrados na fase anterior, ou seja, é o desenvolvimento pleno do relacionamento pessoa-a-pessoa.
 Outra característica desta fase é que a enfermeira e o doente se conhecem cada vez mais. 
 Ela termina quando o enfermeiro percebe que seus objetivos estão sendo alcançados.
4° Fase – Término
 Uma das suas características importantes é que a enfermeira deve lembrar o paciente do compromisso que fizeram;
 Analisar o alcance dos objetivos propostos, a importância e motivos do término e prepara-lo para continuar independente no que for possivel.
Teoria da Relação Interpessoal
Teoria da Relação Interpessoal
A assistência de enfermagem envolve todas as fases do relacionamento interpessoal.
Teoria da adaptação – Callista Roy
O modelo despertou interesse e respeito desde o seu lançamento, em 1964, como parte de seu trabalho de graduação na Universidade da Califórnia.
 Premissas de Roy:
 O homem é um ser adaptável.
 Se o homem é um ser adaptável, ele tem um nível de adaptação. 
 O nível de adaptação é um função da interação entre os mecanismos de adaptação e o ambiente.
 A intervenção de enfermagem é dirigida para a manipulação do ambiente.
 O modelo de Roy consiste de quatro elementos:
As pessoas são vistas como sistemas adaptativos vivos cujos comportamentos podem ser classificados como respostas adaptativas ou respostas ineficientes. Essas respostas derivam de mecanismos reguladores e cognatos. A investigação do comportamento é feita nos quatro modos adaptativos:
 Modo Fisiológico (oxigenação, nutrição, eliminação, atividade e repouso, proteção, sentidos, fluidos e eletrólitos, função neurológica, função endócrina);
Modo Autoconceito (ser físico- imagem corporal e ser pessoal);
Modo Função do papel;
Modo Interdependência.
O ambiente, a saúde, a enfermagem
 O ambiente consiste dos estímulos externos e internos.
 A saúde é um processo de tornar-se integrado e capaz de preencher as metas de sobrevivência, crescimento, reprodução e domínio.
 A meta da enfermagem é promover as respostas adaptativas em relação aos quatro modos adaptativos, usando informações sobre o nível de adaptação da pessoa e os estímulos focais, contextuais e residuais. As atividades de enfermagem envolvem a manipulação desses estímulos para promover respostas adaptativas.
Teoria do autocuidado – Dorothea Orem (1971)
 O modelo do autocuidado é baseado na premissa de que os indivíduos podem cuidar de si próprios.
Constitui as Três Teorias:
É formada por três estruturas teóricas que são relacionados entre si: 
Teoria do Autocuidado;
Teoria do Déficit do Autocuidado;
Teoria dos Sistemas de Enfermagem.
Em linhas gerais, a teoria dos sistemas de enfermagem engloba a teoria do déficit de autocuidado e esta, por sua vez, contém a teoria do autocuidado.
 TEORIA DO AUTOCUIDADO
O autocuidado, é a prática de atividades iniciadas e executadas pelos indivíduos em seu próprio benefício para a manutenção da vida e do bem-estar. 
 A atividade de autocuidado, constitui uma habilidade para engajar-se em autocuidado. 
 A exigência terapêutica de autocuidado, constitui a totalidade de ações de autocuidado, através do uso de métodos válidos e conjuntos relacionados de operações e ações.
Aplicação da Teoria do Autocuidado
Entre os diversos contextos de sua aplicação, destaca-se o âmbito das doenças cardiovasculares, em virtude da possibilidade de comprometer a capacidade de autocuidado.
Teoria do Autocuidado porque aplicar?
A incapacidade para desenvolver o autocuidado pode advir de fatores extrínsecos ou intrínsecos.
 Extrínsecos:
Ex. A doença ou a morte de algum parente.
 Intrínsecos:
Ex: a idade, por exemplo, afetam tanto a habilidade da pessoa se engajar no autocuidado, como o tipo e a quantidade de autocuidado requerido
São três os requisitos de autocuidado ou exigências, apresentados por Orem: 
 Universais;
 Desenvolvimento;
 Desvio de saúde.
 REQUISITOS DE AUTOCUIDADO: UNIVERSAIS
 Os universais estão associados a processos de vida e à manutenção da integridade da estrutura e funcionamento humanos.
Eles são comuns a todos os seres humanos durante todos os estágios do ciclo vital, como por exemplo, as atividades do cotidiano.
REQUISITOS DE DESENVOLVIMENTO
 Referem-se aos eventos ou situações novas que ocorrem na vida humana, porém com propósito de desenvolvimento e, para o seu cumprimento, necessitam-se dos requisitos de autocuidado universais.
Como exemplo desses requisitos. 
 A gestação, a qual caracteriza o desenvolvimento biológico, psicológico e social da mulher e que demanda conhecimentos e práticas específicos de autocuidado.
REQUISITO DE: O DESVIO DE SAÚDE
É exigido em condições de doença, ferimento ou moléstia, ou pode ser consequências de medidas exigidas para diagnosticar e corrigir uma condição.
 CONCLUSÃO
“A implementação do modelo de atenção à saúde com ênfase no autocuidado implica introduzir algumas mudanças na forma em que tradicionalmente são atendidas as pessoas no serviços de saúde. “
Dorothea Orem, uma das primeiras teóricas de enfermagem, contribuiu para formar o conhecimento na enfermagem A teoria do Autocuidado está presente na prática e na fundamentação teórica de estudos, na identificação do autocuidado e na utilização do sistema de apoio-educação como instrumento do cuidar.
Teoria transcultural – Madeleine Leininger (1978)
 Mestrado em Ciência da Enfermagem, 1953;
Doutorado em Antropologia, 1965;
Publicou um livro, “Transcultural Nursing”;
Primeira enfermeira a ter doutorado em Antropologia.
Teoria transcultural
A teoria tem como foco principal o estudo comparativo e a analise de culturas, com respeito á enfermagem, e as práticas de cuidado, saúde, doença, aos valores e as crenças, visando a eficiência e eficácia na assistência de enfermagem.
Teoria transcultural
A teoria do cuidado transcultural citado por Leininger, enfatiza que a diversidade no cuidado humano, com características que são identificáveis e que podem explicar e justificar a necessidade do cuidado transcultural de enfermagem, de forma que este se ajuste as crenças, valores e modo das culturas, para que um cuidado benéfico e significativo possa ser oferecido.
Conceitos que compõem a teoria de Madeleine
Cultura; valores, crenças, normas de comportamento e práticas relativas ao estilo de vida, aprendidos, compartilhados e transmitidos por um grupo específico, que orientam o pensamento, as decisões e as ações das pessoas que pertencem ao grupo.
Visão do mundo; modo como os indivíduos percebem seu mundo e universo, e nele inserem sua perspectiva de vida.
Estrutura social; processo dinâmico e de natureza interdependente, compreendendo elementos estruturais ou organizacionais da sociedade e o modo como esses interagem e funcionam. Incluem os sistemas religioso, familiar, politico, econômico, educacional, tecnológico e cultural, delimitado pelo contexto linguístico e ambiental.
Interação entre enfermeiro e cliente
 Preservação do cuidado cultural: As ações do enfermeiro precisam apoiar, facilitar ou capacitar o cliente para o restabelecimento da saúde ou enfrentamento da morte.
Ajustamento do cuidado cultural: A assistência profissional visa à adaptação, ajustamento ou negociação do cliente, visando alcançar um resultado de saúde benéfico ou satisfatório.
Repadronização do cuidado cultural: Crenças e práticas caminham juntas e a partir de uma crença surgem ações de cuidado, positivas ou não. Estas crenças em si devem ser respeitadas. Contudo, podem ser repadronizadas pela enfermeira.
Teoria das Necessidades Humanas Básicas– Wanda Horta (1970)
 A enfermagem respeita e mantém a unicidade, autenticidade e individualidade do ser humano.
 A enfermagem é prestada ao ser humano e não à sua doença ou desequilíbrio.
 Todo cuidado de enfermagem é preventivo, curativo e de reabilitação. 
A enfermagem reconhece o ser humano com membro de uma família e de uma comunidade.
A enfermagem reconhece o ser humano como elemento participante ativo do seu autocuidado.
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
 Wanda de Aguiar Horta (1926-1981) 
Belém do Pará
 Enfermeira pela USP1948 
 Doutora em Enfermagem pela UFRJ- 1968
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
 Inspirada na teoria da motivação humana de Abraham Maslow
 Necessidades Fisiológicas 
 Segurança 
 Amor 
 Estima 
Auto realização 
 Nunca há satisfação completa
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
 Inspiração em João Mohana (1964) 
 Necessidades Psicobiológicas 
 Necessidades Psicoespirituais 
Necessidades Psicossociais
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
Problemas de Enfermagem 
 São situações ou condições decorrentes dos desequilíbrios das necessidades básicas do indivíduo, família e comunidade, e que exigem da(o) enfermeira(0) sua assistência profissional. 
SINAIS E SINTOMAS
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
Como identifico minha lista de problemas de enfermagem ? 
COLETA DE DADOS 
(PROCESSO DE ENFERMAGEM)
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
Funções do Enfermeiro 
 Assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades humanas básicas e ensinar o autocuidado 
 Manter, promover e recuperar a saúde 
Participar no ensino, na pesquisa, administração, responsabilidade legal e em associação de classe
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
Implementação: processo de enfermagem
 Processo de enfermagem, segundo Wanda Horta (2007): 
Histórico de enfermagem 
Diagnóstico de enfermagem 
Plano Assistencial 
Plano de Cuidados ou Prescrição de Enfermagem 
Evolução de Enfermagem 
Prognóstico de Enfermagem
Teoria das Necessidades Humanas Básicas
Referências
 Alves, A.R. et al. Aplicação do propcesso de enfermagem. Estudo de caso com uma puérpera. Rev Bras Enferm, Brasília 2007 maio-jun; 60(3):344-7.
 Foucault, M. O nascimento da clínica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. 
Horta, W.A. Processo de Enfermagem. São Paulo: EPU, 2007. 
 Kruse, M.H.L. O poder dos corpos frios: das coisas que ensinam às enfermeiras. 160 f. Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2004. 
 Leopardi, M.T. Teorias de Enfermagem: instrumentos para a prática. Florianópolis: Papa-livros, 1999. 
 Oliveira M.M.C et al.. Aplicação do processo de relação interpessoal de Travelbee com mãe de recémnascido internado em uma unidade neonatal. Rev. esc. enferm. USP [Internet]. 2005 Dec [cited 2017 Apr 26] ; 39( 4 ): 430-436. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0080-62342005000400009&lng=en. http://dx.doi.org/10.1590/S0080- 62342005000400009. 
 Veiga-Neto, A. Teoria e método em Michel Foucault: (im)possibilidades. Cadernos de Educação, Pelotas. Setembro/dezembro 2009, [34]: 83 – 94. 
 Tannure, M.C.; Pinheiro, A.M.; Barata, M.L.; Fortes, N.M. Um novo olhar sobre a anamnese e o exame físico. In: Semiologia: bases clínicas para o processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 5-11.
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