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Principais Classes de medicamentos antimicrobianos Antiprotozoários e Antifúngicos EDSON LUIZ DE OLIVEIRA: • Graduação em Farmácia pela Universidade Estadual de Londrina • Curso de Aperfeiçoamento em Farmacologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) • Especialização em Fisiologia pela UFPR • Mestrado em Biologia Celular e Molecular pela UFPR • Doutoramento em Ciências Médico-Cirúrgicas pela Universidade Federal do Ceará • Professor de Graduação em Farmácia • Professor de Pós-Graduação em Farmácia Clínica • Professor dos curso de Prescrição Farmacêutica e Cuidados Farmacêuticos pelo Conselho Federal de Farmácia • Membro da SBFFC • E-mail: edluizoliveira@hotmail.com edluizoliveiraprof@gmail.com • Instagram: @prof_dr.edson.oliveira • WhatsApp: 85 996865982 85 996183819 mailto:edluizoliveira@hotmail.com mailto:edluizoliveiraprof@gmail.com Objetivos da aula • Analisar os principais antiprotozoários • Avaliar os antifúngicos Conteúdo Programático • Antiprotozoários • Antifúngicos Antiprotozoários FÁRMACOS ANTIPROTOZOÁRIOS Parasito Fármaco Entamoeba histolytica/E. dispar Metronizadol, tinidazol, secnidazol e nitazoxanida Giardia lamblia Metronidazol, tinidazol e nitazoxanida Trichomonas vaginalis Metronizadol e tinidazol Leishmania spp. Estibogluconato de sódio, anfotericina, isetionato de pentamidina Balantidium coli Metronidazol e Tetraciclina FÁRMACOS ANTIPROTOZOÁRIOS Parasito Fármaco Plasmodium falciparum, P. vivax, P. ovale e P. malariae Artesimisina, cloroquina, meftoquina, quinina, quinidina, pirimetamina e sulfadiazina Crysptosporidium parvum e Cystoisospora belli Nitazoxanida Cyclospora cayetnensis Ciprofloxacino, sulfematoxazol + trimetroprima Toxoplasma gondii Pirimetamina + sulfadiazina Encephalitozoon bieneusi, E. intestinalis (Microsporídios intestinais) Albendazol Metronidazol ✓ 2-(2-methyl-5-nitro-1H-imidazol-1-yl)etanol ✓ Espectro amplo (vaginose, endocardite, doença inflamatória pélvica , tricomoníase , amebíase ...) ✓ Afeta a síntese do DNA – desestabilização da dupla hélice (estado reduzido) ✓ Alto risco no inicio da gestação/Risco B após o primeiro trimestre ✓ Efeitos adversos comuns: náusea, sabor metálico, perda de apetite e cefaleia ✓ Não deve ser ingerido com álcool (reação semelhante ao dissulfiram – rubor, náusea, vômito, taquicardia e taquipnéia) ✓ Inibição das enzimas CYP 2C9 e CYP 3A4. ✓ Interações Medicamentosas: 1. carbamazepina, bussulfano e fluorouracil – aumento dos níveis plasmáticos (efeitos de toxicidade) 2. Colestiramina e fenobarbital – redução dos efeitos do metronidazol 3. Varfarina e Dicumarol – risco de sangramento aumentado 4. Micofenolato de Mofetil* – redução dos efeitos na presença do metronidazol * inibidor da enzima inosinomonofosfato- desidrogenase (IMPDH) – síntese de guanina essencial para atividade dos Linfócitos B e T (imunomodulador/rejeição de transplante) ✓ Cuidados Farmacêuticos: 1. Não é indicado para tratamento de infecções pleuropneumonares (aero e ana) 2. Boa penetração em LCS e abscesso 3. Pode ocasionar desmaio e sonolência (evitar dirigir ou efetuar outras atividades) 4. Pode escurecer a urina Metronidazol Profilaxia Toxoplasmose ✓ Sulfadiazina 500 mg 2 cp /dia ✓ Pirimetamina 25 mg 1 cp/dia ✓ Ácido Folínico 15 mg/dia ✓ Para indivíduos que possuem hipersensibilidade à Sulfadiazina: ▪ Clindamicina 600 mg 12/12 ou ▪ Claritromicina 500 mg 12/12 ou ▪ Azitromicina 500 mg/dia Tricomoníase ✓ Tratamento : mulher e parceiro • Grávida • Primeiro Trimestre : Metronidazol ou Tinidazol creme vaginal por 7 noites • Após 12ª semana: • Tinidazol e Secnidazol (alterantiva) • Metronidazol 400 mg VO 12/12 hs 7 dias 250 mg VO 8/8 hs 7 dias 500 mg VO 12/12 hs 7 dias o Não grávida o Metronidazol 2 g VO, dose única o Metronidazol 500 mg VO 8/8 hs por 7 dias o Secnidazol 2 g VO, dose única o Tinidazol 2 g, VO, dose única Propriedades Farmacocinéticas • ADM(B)E... ▪ Cloroquina o Bem absorvida pelo TGI e rapidamente assimilada em locais de injeção IM e SC o Extensamente sequestrada pelos tecidos (particularmente fígado, baço, rins e pulmões/menor extensão cérebro e ME) o Ligação moderada às proteínas plasmáticas (60%) o Biotransformação – CYP hepáticas (CYP2D6 e CYP3A4 (metabólitos ativos: desetilcloroquina e bisdesetilcloroquina) o Depuração renal (50% da depuração sistêmica total CLOROQUINA Propriedades Farmacocinéticas • ADM(B)E... ▪ Cloroquina o Para se evitar toxicidade potencialmente letal, a cloroquina parenteral é lentamente administrada por infusão IV contínua ou em pequenas doses fracionadas por via SC ou IM o Via oral é mais segura – taxas de absorção e distribuição se aproximam o Picos plasmáticos (VO) – em 3-5h o Meia-vida terminal varia de 30-60 dias, e vestígios do fármaco podem ser encontrados na urina durante anos após o seu uso terapêutico CLOROQUINA Uso terapêutico o Eficaz contra as formas eritrocitárias (gênero Plasmodium) – o Utilidade reduzida – disseminação do P. falciparum resistente (regiões endêmicas) o Não apresenta atividade contra estágios hepáticos o Crises agudas – cloroquina controla rapidamente os sintomas clínicos e parasitemia (24-48 hs após receber doses terapêuticas) Uso terapêutico o Cloroquina – • Amebíase extraintestinal (fígado) • Emprego off-label ▪ Formas de hipercalcemia ▪ Artrite reumatoide ▪ Lupus eritematoso sistêmico ▪ Lupus eritematoso discóide ▪ Porfiria cutânea tardia LED LES Antifúngicos Anfotericina B Mecanismo de ação Modificação da permeabilidade seletiva da membrana plasmática Principal toxicidade Nefrotoxicidade Principais indicações clinicas ✓ Micoses sistêmicas (candidíase invasiva, criptococose, histoplasmose) ✓ Terapêutica empírica na neutropenia febril ✓ Micoses superficiais refratárias a outros antifúngicos Apresentações ✓ AnfoB – deoxicolato (Fugison) ✓ Anfo B dispersão coloidal (Amphocil) ✓ AnfoB complexo lipídico (Abelcet) ✓ Anfo lipossoma (Ambisome) Anfotericina B (Lipossomal) Cuidados farmacêuticos: ✓ Menor nefrotoxicidade ✓ Monitorar provas de função hepática, ureia, creatinina, eletrólitos, hemograma, sinais de hipocalemia, temperatura ✓ Pré-tratar o paciente Reações sistêmicas imediatas (“tempestade de citocinas” - TNFa e IL-1) ❑ Febre, calafrios, tremores musculares e hipotensão ❑ Minimizar (pré-tratamento) –paracetamol, AINES e hidrocortisona Nistatina Cuidados farmacêuticos: ✓ Os pacientes com infecção oral por Candida albicans devem manter boa higiene oral, principalmente os idosos que utilizam próteses ✓ Manter o tratamento sob orientação médica (tempo de uso) ✓ Em bebês, aplicar a suspensão oral com auxílio de uma gaze ✓ Não é efetivo contra Tinea corporis ✓ Sem efeitos sistêmicos (não é absorvido em mucosas e pele íntegra/pouco absorvido no TGI) Azóis ✓ Imidazólicos: • Clotrimazol • Cetoconazol, miconazol, econazol, isoconazol, tioconazol e oxiconazol ✓ Triazóis ▪ 1ª geração: Fluconazol e Itraconazol ▪ 2ª geração: Terconazol, Saperconazol e Electrazol ▪ 3ª geração: Voriconazol, posaconazol e Ravuconasol Alilaminas e Benzilaminas São quimioterápicos sintéticos derivados do naftaleno com uma cadeia lateral insaturada amínica. São compostos lipossolúveis, o que determina grande deposição em membranas biológicas. Seus principais representantes são: naftilina, butenadina e terbinafina. Terbinafina (alilaminas) Butenafina (Benzilaminas) Síntese ergosterol Acetil-CoA HMG-CoA Mevalonato Esqualeno Ergosterol Alilaminas Benzilaminas Imidazólicos Triazólicos Esqualeno epoxidase 14a-esterol desmetilase Miconazol Creme, pomada, pó, solução (1 a 2%) deve ser aplicado 2 vezes ao dia (mínimo 14 dias) Óvulos vaginais (400 mg) deve ser utilizado 1 ao dia por 6 dias “Restrito para micoses cutâneas causadas por dermatófitos e Candida, e para infecções vaginais. Não é substância de primeira escolha para tratamento de infecçõesdo couro cabeludo, barba e unhas. Penetra no estrato córneo onde persiste durante mais de 4 dias, e a absorção sistêmica por via cutânea ou vaginal émínima” Cetoconazol Aspectos farmacológicos ✓Disponível para uso via oral com biodisponibilidade variável por esta via ✓Solúvel em pH ácido ✓Uso concomitante de bloqueadores H2 ou inibidores de bomba de prótons prejudica sua absorção e eficácia ✓Biotransformação hepática, com eliminação biliar ✓Eliminação renal muito baixa Reações adversas ✓ Hepatotoxicidade - (AST (aspartato aminotransferase) e ALT (alanina aminotransferase) ✓ Absorção errática e perfil de interação medicamentosa quando comparado a outros azólicos mais modernos Fluconazol (Triazólico) Por ser hidrossolúvel tem absorção oral independente do pH, se liga pouco a proteínas plasmáticas (11%), é excretada quase que totalmente por via real e apresenta boa penetração tecidual Primeira substância de escolha no tratamento de Neurocriptococose e Candidíase oral, esofágica e vaginal Apresentação oral e endovenosa (não empregar por via SC e IM) A presença de alimento retarda a absorção, mas não afeta a extensão total Itraconazol (Triazólico) Disponível em cápsula, solução oral, endovenosa e pomada. A absorção oral é feita em meio ácido e melhora quando administrada próxima ou junto às refeições As concentrações no fígado, pulmão superam o nível sérico, porém não possui penetração no SNC Apresenta amplo espectro de atividade, mas não é mais eficaz para candidíase que a anfotericina B, e atua bem sobre outras micoses sistêmicas (H,B,A), além de atuar em anicomicose Potente atividade contra ampla variedade de fungos: Voriconazol (Triazólico) Voriconazol (Triazólico) Cuidados Farmacêuticos: 1. Não atinge concentração terapêutica na urina 2. Sua formulação oral contém galactose, e seu uso não está indicado para indivíduos que tenham intolerância a galactose 3. Corrigir todos os distúrbios hidroeletrolíticos antes de iniciar o tratamento (risco de arritmia cardíaca) 4. Não é efetivo contra zigomicose Alilaminas e Benzilaminas ✓ Biodisponibilidade oral = 40% ✓ Meia-vida : 300 h (acúmulo extensa pele, unhas e gordura) ✓ Tratamento dermatófitos ✓ Menos efetivos no tratamento da Candidíase Saiba que... A presença de alimento favorece a biodisponibilidade. A ação antifúngica é atingida em 2 semanas ✓ Forma oral – Onicomicose e Tinea (corpo, crual, pé e couro cabeludo) ✓ Não é recomendada para pacientes com insuficiência hepática ou gestantes ✓ Níveis plasmáticos aumentam com coadministração de cimetidina (inibidor da P450) ✓ Níveis plasmáticos diminuem com coadministração de rifampicina (indutor da P450) Alilaminas e Benzilaminas Alilaminas e Benzilaminas Cuidados Farmacêuticos: 1. Apresenta sinergismo com Azois e Anfotericina B (tratamento Aspergillus) 2. Orientar , no caso de pé de atleta, na troca de meias e sapatos ao menos uma vez ao dia 3. O uso em nádegas, mamas e região inguinal poderá ser recoberto com gaze, principalmente à noite. 4. Tratamento tópico da pitiríase versicolor (tratamento por via sistêmica não é efetivo) 5. No atua nas onicomicoses por cândida 6. Alternativa para a esporotricose cutânea Ciclopirox/Olamina Hidroxipirodona que apresenta a propriedade de quelar íons di e trivalentes necessários para a atividade enzimática e da cadeia respiratória das células fúngicas Supressão da captação de aminoácidos e outros nutrientes, inibição da síntese de parede e a célula estaciona em G1 e S Indicada no tratamento de micoses cutâneas causadas por dermatófitos e leveduras Taxa de cura de até 90% para tratamento de micoses cutâneas Equinocandinas Caspofungina, Anidulafungina e Micafungica Mecanismo de ação Inibem a síntese de 1-3-b-D-glucana, principal componente da parede celular da maioria dos fungos Principais espectros ✓ Infecções por Candida e Aspergillus ✓ Não apresentam concentrações na urina e no LCR, não devendo ser usados nesses sítios Caspofungina ✓ Sem necessidade de dose de ataque ✓ Biotransformação hepática como a da caspofungina Micafungina ✓ Sem necessidade de dose de ataque ✓ Biotransformação hepática como a da caspofungina Anidulafungina ✓ Semelhante a caspofungina, mas sem apresentar a mesma biotransformação hepática (pode ser usada em hepatopatas commais segurança) Equinocandinas ✓ Cuidados Farmacêuticos • Não atinge concentrações terapêuticas na urina • Sinérgica com itraconazol, posaconazol, anfoterecina B e terbinafina • Monitorar reações infusionais (rash, prurido, edema facial, vermelhidão), administração lentamente (1 hora) • Uso off label em pediatría (infecção de Repetição Das Vias Aéreas Superiores em Pediatria -IRVAS) PREPARAÇÕES TÓPICAS DE SUBSTÂNCIAS ANTIFÚNGICAS INESPECÍFICAS Ácidos e sais ✓ Ácido undecilênico : undecilenato de zinco – 1:4 a 1:10 ✓ Ácido propiônico: proprionato de sódio 1:3 ✓ Tiossulfato de sódio 25% com ácido salicílico 1% ✓ Cloreto de alumínio 30% ✓ Sulfeto de selênio 2,5% ✓ Permanganato de potássio 1:5000 ✓ Tintura de iodo (iodo metaloide 2% e iodeto de sódio 2,4% em 50% de etanol) Queratinolítico s e emolientes ✓ Ácido benzoico 12% com ácido salicílico 6% (Unguento de Whitfield) ✓ Propilenoglicol 50% ✓ Ureia 40% Corantes ✓ Violeta de Genciana Referencia bibliográficas ✓ LIMA Santos, P.C.J. Atenção Farmacêutica, Atheneu, 2016. ✓ FERRACINI, F.T.; ALMEIDA,S.M.; FILHO, W.M.B. Farmácia Clinica, Editora Manole, 2014. ✓ PINTO, V.B.;ROCHA, P.A.; SFORSIN, Atenção Farmacêutica, Gestão e prática do cuidado farmacêutico, Editora Atheneu, 2017. ✓ ROVERS, J.P.; CURRIE, J.D. Guia prático da Atenção Farmacêutica- Manual de habilidades Clínicas, Pharmabooks, 2010. ✓ BISSON, M.P. Farmácia Clínica & Atenção Farmacêutica, editora Manole, 2016. ✓ GREENE, R.J.; HARRS, N.D. Patologia e terapêuticas para farmacêuticos, ARTMED, 2009. Referencia bibliográficas ✓ GREENE, R.J.; HARRS, N.D. Patologia e terapêuticas para farmacêuticos, ARTMED, 2009. ✓ GURGEL, T. C., CARVALHO, W. S. A Assistência Farmacêutica e o Aumento da Resistência Bacteriana aos Antimicrobianos. Latin American Journal of Pharmacy. Ano 2008, v. 27, n.1, páginas 118-123. Lima, A.P.C.S., Gallani, N.R., Toledo, M.I., Lopes, ✓ LIMA, A.P.C.S., GALLANI, N.R., TOLEDO, M.I., LOPES, L.C. Utilização de um Sistema de Gerenciamento de benefícios farmacêuticos (PBM) para a caracterização do perfil de prescrição e aquisição de antibióticos. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. Ano 2008, v.44, n.2, abr/jun. Referencia bibliográficas ✓ BACHMANN, K. A. (Ed.); et al. Interações medicamentosas. Barueri-SP: Manole, 2006. 887 p. ✓ BRASIL. Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. Antibióticos. Projeto Farmácia Estabelecimento de Saúde. Fascículo IV. São Paulo: Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, 2011. 90 p. ✓ BRUNTON, L. L. (Org.) As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. 12 ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. p. 1365-1379. ✓ CIPOLLE, R. J.; STRAND, L. M.; MORLEY, P. C. O exercício do cuidado farmacêutico. Brasília: Conselho Federal de Farmácia, 2006. p. 83-226. Referencia bibliográficas ✓ CORDEIRO, B. C.; REYNAUD, F. Atenção farmacêutica: evolução ou revolução? In: CORDEIRO, B. C.; LEITE, S. N. (Org.). 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