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LICENCIATURA EM MATEMÁTICA 5º PERÍODO 2015.2 ESTÁGIO SUPERVISIONADO V RELATÓRIO FINAL ELLEN DA COSTA MACHADO CAMPOS DOS GOYTACAZES, 2015 / 2º SEMESTRE. ELLEN DA COSTA MACHADO Relatório final de Estágio Supervisionado, referente ao V período do Curso de Licenciatura em Matemática, do Instituto Federal Fluminense – Campus Campos- Centro, sob orientação do Professor André Luiz Henriques de Carvalho. CAMPOS DOS GOYTACAZES, 2015 / 2º SEMESTRE AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus em primeiro lugar, pois sem a sua ajuda, a sua direção e o seu agir eu não teria capacidade para estar aqui, por se fazer presente em todos os momentos, por me ter dotado de saúde, sabedoria e disposição para alcançar mais uma vitória em minha vida. Agradeço aos meus pais que com toda humildade e simplicidade ensinou-me a ser uma pessoa decente, a respeitar e buscar meus sonhos de forma honesta ainda que seja com muito trabalho, mas sem nunca passar por cima de nenhum semelhante. Agradeço também ao Erik, meu namorado por ser um grande pai para minha filha e não me deixar desistir. Agradeço à minha família por estar ao meu lado todo esse tempo me dando força, apoio e confiança. Agradeço a todos que me apoiam e colaboram muito para eu seguir em frente. Agradeço aos professores do Instituto Federal Fluminense, pelo apoio e ensino que recebo. Agradeço a todos meus amigos, em especial Vanessa e Adriele, por confiarem em mim e me ajudarem muito. Ainda agradeço aos meus alunos do estágio, pela dedicação, compreensão e pela presença constante durante toda essa fase e a todos do Instituto Profissional Laura Vicunha pela acolhida, atenção e apoio durante esse período. Enfim, sou grata a todos que contribuíram de forma direta ou indireta para realização deste trabalho. “O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele”. Dom Bosco SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...................................................................................................... 6 1.1 MINHA TRAJETÓRIA ESCOLAR…………....................................................... 6 1.2 ESTRUTURA DA ESCOLA ESCOLHIDA PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO................................................................................................................. 7 2 DESENVOLVIMENTO........................................................................................ 11 2.1 A HISTÓRIA DA ESCOLA.............................................................................. 11 2.2 A VIDA DE LAURA VICUNHA........................................................................ 11 2.3 EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO........................................................................ 12 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................. 14 4 REFERÊNCIAS................................................................................................. 15 5 ANEXOS............................................................................................................ 16 5.1 PAINEL DO COTIDIANO: FOTOS DAS INSTALAÇÕES DA ESCOLA. 5.1 XEROS DA CARTA DE APRESENTAÇÃO. 5.2 XEROX DO TERMO DE COMPRIMISSO DO ESTÁGIO. 5.3 FOTOS DAS INTALAÇÕES DA ESCOLA OBSERVADA. 5.4 FICHA DE REGISTRO DE ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO. 5.5 FICHA DE AVALIAÇÃO DAS AULAS E OS PLANOS DE AULA. 5.6 PLANEJAMENTO ANUAL DA DISCIPLINA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II. 5.7 ANÁLISE COMPARATIVA DA TURMA. 5.8 ANÁLISE DOS LIVROS DIDÁTICOS. 1 INTRODUÇÃO 1.1 MINHA TRAJETÓRIA ESCOLAR Neste relatório irei compartilhar um pouco sobre a minha trajetória escolar em sala de aula como aluna. Não tenho muitas experiências como educadora, porém, a pouca experiência que tive foi nesse 5º período da faculdade que me ajudou a subir mais um degrau dessa escada, que é tão longa, a da maturidade no ensino, em enfrentar situações na sala de aula como procurar formas de cativa os alunos com o conteúdo ou conseguir fazer com que os mesmos produzam o conhecimento. Não poderei falar das minhas experiências sem antes falar um pouco de como eu sou. Meu nome é Ellen da Costa Machado. Nasci em 1994, no interior da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. Por motivos de forças maiores iniciei minha trajetória escolar com três meses de vida no berçário e segui corretamente por todos os períodos, jardins, séries e anos. Só passei por três escolas, A Creche Municipal Aconchego onde conclui o Jardim III, logo depois para a Escola Municipal Júlio Vieitas onde conclui o Fundamental I, em seguida para o CIEP Brizolão 274 onde fiz o Fundamental II e o Ensino médio. Essas três escolas estão localizadas no meu município mesmo e de fácil locomoção. Eu aprendi muito com meus professores, não apenas com os conteúdos mais como eles lidavam com certas situações em sala de aula. Como, por exemplo, a maneira de disciplinar os alunos. Guardei muitas coisas, muitos jeitos, técnicas, e até mesmo com os erros deles, pois na minha visão eu procuro não repeti-los. Mesmo guardando essa vivência, nunca imaginei que um dia estaria compartilhando com eles a mesma profissão. Quando concluí o Ensino Médio ainda não sabia o que fazer, então não tentei provas para nenhum vestibular, mais tentei fazer o ENEM por dois anos consecutivos, mais só da segunda vez que tive sucesso ao fazer inscrição no SISU e ser chamado na 5º chamada da reclassificação para o curso de Licenciatura em Matemática no Instituto Federal Fluminense. Em maio de 2013 me mudei para o município de Campos dos Goytacazes para iniciar a faculdade. Então começaram as aulas e não demorou muito para “cair à ficha” que já não era mais o ensino médio, que a coisa estava começando a ficar séria. Para mim o primeiro desafio foi fazer Geometria e Fundamentos I, disciplinas que tinha visto muito pouco anteriormente, foi tudo novidade. Uma das coisas que me ajudou a estar regular no curso foi essa persistência e a necessidade de dar valor ao meu esforço e todos que estavam nessa caminhada junto comigo. Outra ajuda que eu tive foi a minha fé em Deus. Pedi muita sabedoria e força, pois sem Ele não teria conseguido. E eu não posso deixar de dizer de algo que eu aprendi no curso e que me ajudou muito pra chegar até aqui, foi o estudo em grupo. Eu e meus colegas marcávamos horários para estudar, ficávamos em salas desocupadas dentro do Instituto. Outro fator que me fortaleceu foi o incentivo de minha família. Com a passagem pelo estágio, que estar detalhado mais a frente, eu vi a importância de ter uma conexão entre os professores coordenadores, estagiários, porque quando estamos começando não sabemos como tratar os alunos como lidar com as situações como trabalhar o conteúdo de forma mais clara, e os professores com suas respectivas experiências nos mostram os caminhos que podemos seguir as possibilidades, mostram quando estamos exagerando ou quando precisamos dá mais de nós. É sim de fundamental importância, e mesmo assim o curso, por si só, não nos prepara 100% para sala de aula, acredito que estagiar é diferente de assumir uma matéria por um ano completo e com várias turmas, é algo que realmente só aprendemos vivenciando. As práticas têm o papel fundamental de nos preparar para o estágio, porém, todo conhecimento adquirido é muito rico em conceitos educacionais, as vezes, nunca posto em prática mais transmitido de forma correta incentiva e aguça ainda mais o interesse pela docência. No estágio eu fiz algumas atividades diferenciadas como fabricação de sólidos geométricos espaciais comjujubas e palitos de dentes, aplicação de exercícios com questões contextualizadas. Eu estou gostando muito do curso, me identifico com a área de exatas e tenho certeza que essa bagagem que eu adquirir no curso de conhecimento de conteúdos e de experiências vividas com professores, colegas e alunos me ajudarão no futuro. 1.2 ESTRUTURA DA ESCOLA ESCOLHIDA PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO O estágio descrito neste relatório foi durante o V período do curso de Licenciatura em Matemática. Foi realizada no Instituto Profissional Laura Vicunha no município de Campos dos Goytacazes no período de 11/03/2016 até dia 16/05/2016 no turno da manhã, no Ensino Fundamental II. Foram realizadas atividades de observações e atividades da prática docente. -Informações gerais da escola Dados de identificação da escola Nome: · Instituto Profissional Laura Vicunha · Endereço: Rua Benta Pereira, 183 - Centro. · Campos dos Goytacazes - RJ – CEP: 28035-290/ TELEFONE: (22) 2722-4988 lauravicunha@censanet.com.br Modalidades de ensino: · Ensino Fundamental I · Ensino Fundamental II Infraestrutura: · Água filtrada · Acesso à Internet · Banda larga Dependências: · 18 salas de aulas · 89 funcionários · Sala de diretoria · Sala de professores · Laboratório de informática · Sala de artes · Cantina · Cozinha · Biblioteca · Sala de leitura · Banheiro dentro do prédio · Sala de secretaria · Auditório · Pátio descoberto e coberto · Quadra de esportes · Brinquedoteca · Biblioteca infantil · Laboratório de Ciências · Área de jogos Equipamentos · Computadores administrativos · Computadores para alunos · TVs em todas as salas · Copiadoras · Equipamentos de som · Impressoras · Equipamento de multimídia · Projetor A sala dos professores possui um mural com os quadros de horário das turmas e informações mensais que são importantes. Na coordenação da escola são guardados os ofícios e pasta de cadastro. Na pasta de cadastro dos alunos possui algumas informações importantes como: Identificação, tipo sanguíneo e dados do responsável. O espaço físico da escola é muito conservado, mesmo com o passar do tempo às salas são conservadas, limpas, arejadas e iluminadas, os banheiros em ótimo estado. Na escola contém um Laboratório de Ciências bem arejado e iluminado, com materiais interessantes para o estudo, como sólidos geométricos, microscópios, esqueletos, estrutura do corpo humano e materiais disponíveis para os alunos. Contém um Laboratório de informática onde os alunos contam com uma comparável quantidade de computadores funcionando e disponível para acesso e sempre um funcionário disponível para atender as necessidades dos usuários fora do tempo das aulas de informáticas. Observando a biblioteca, percebi a grande quantidade de livro de todos os gêneros, fui informada pela funcionária que os alunos podem fazer o empréstimo de livro sendo um por semana e se o aluno não conseguir terminar de ler ele pode levar o livro de renovar o empréstimo. A Brinquedoteca e a Biblioteca Infantil estruturadas em um espaço dividido entre a biblioteca e uma sala de jogos infantis. Tem a Sala de Artes para confeccionar trabalhos manuais, para acontecer os encontros das aulas de artes e também para confeccionar lembranças como, por exemplo, para o dia das mães. Uma sala bem estruturada, com materiais disponíveis para atender aos alunos e as necessidades específicas da área. As quadras de esportes que são elas a Quadra Dom Bosco, Quadra Mazzarelo, Área de vôlei e Área do Queimado, onde eles podem brincar, praticar esportes e ainda tem sempre supervisão para o bom andamento do intervalo. Tem também o espaço com jogos de mesa, como ping pong e totó. Conta também com um pátio onde se encontram jogos como amarelinha. Um pátio muito amplo e muito bem conservado, com muitas lixeiras espalhadas, sendo elas, seletivas, bebedouros, áreas cobertas e descoberta e banheiros muito bem estruturados e limpos. Todo o período do intervalo conta com auxiliares da escola que passam a serem supervisores dos alunos. Notei que a Secretária e Direção sempre tem alguém presente e disponível para atendimento, ambientes distintos, porém, organizados, limpos sempre disponíveis para receber os servidores e o público. As Salas de Vídeos são amplas, com um grande número de mesas e cadeiras, tem também projetores, e disponibilidade para acomodar notebooks entre outros materiais. O Auditório amplo também, disponível para agendamento (uma forma de organização do Instituto) e preparado para eventuais aulas entre outros eventos. Compondo também à estrutura física, o Instituto contém uma parte do prédio só para acomodação das turmas do 9º ano, com salas amplas, iluminadas, frescas, ventiladas, com a disponibilidade do quadro branco e uma televisão, mesas embutidas nas cadeiras e com quantidade relacionadas ao número de alunos, salas limpas e padronizadas. Já do outro lado do prédio as salas também são iluminadas, porém, abafadas. Mais contém o quadro branco e a TV. Em algumas salas as mesas e carteiras não são dessas embutidas. Aparenta ser a parte mais antiga do prédio. Todos os dois blocos dão fácil acesso ao pátio, banheiros e bebedouros, ambos os blocos contam com supervisores de turnos que coordena e orienta o movimento no corredor. Contêm rampas de acesso aos blocos, rampas no pátio, bebedouros mais baixos, ou seja, uma estrutura de acessibilidade e também rede WIFI liberada para uso dos alunos e servidores em seus dispositivos móveis. Logo no início das minhas observações foi notável a organização, limpeza, recepcionalidade e atenção dos servidores, professores e alunos em nos apresentar todo espaço físico, relatar a história, mostrar dados necessários para meu conhecimento e acolhimento como aprendiz. Contudo, o início dessa fase nos proporcionou um entrosamento com outros estagiários, professor regente e comunidade escolar do campo de estágio para que exista efetivamente uma troca de experiência. Além disso, oportunizou condições de integração no contexto escolar para que possamos identificar características do funcionamento interno e da integração com a comunidade externa. E, sobretudo o conhecimento do desenvolvimento da turma para o planejamento das aulas de estágio. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 A HISTÓRIA DA ESCOLA Em 18 de fevereiro de 1925, diante do anseio da sociedade local e atendendo ao pedido do Monsenhor Henrique Mourão, administrador Apostólico da Diocese de Campos, chegam nesta cidade as Irmãs Salesianas, Filhas de Maria Auxiliadora, com o objetivo de fundar um colégio para meninas e moças. Para tal, foi adquirida uma chácara de 24.000m2, no centro da cidade de Campos dos Goytacazes. O Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora que era regida pelas Irmãs Salesianas, que tinha um curso primário em regime de internato e externato, compreendia, também, aulas particulares de piano, pintura, bordado e confecção de flores. O centro Educacional possuía instalações para um colégio internato com grande expansão para dormitórios, salas de aula, refeitório, etc. Por uma necessidade da Prefeitura da cidade, o Centro Educacional teve que ser dividido por uma avenida, e ambas as partes continuaram como Centros Educacionais. Onde cada parte passou a ser regida pelas Irmãs Salesianas. O Instituto Profissional Laura Vicunha começou em 1949 a construir a sua história, dedicando-se, de modo especial, à criança e ao adolescente, proporcionando-lhes um Ensino Fundamental (I e II) com uma educação de qualidade baseada no Sistema de Ensino de Dom Bosco. 2.2 A VIDA DE LAURA VICUNHA Laura Vicunha foi à filha que ofereceu a vida para salvar a mãe, é um exemplo para os dias de hoje. Nasceu em Santiago do Chile, em 5 de abril de 1891 e morreu na Argentina a 22 de janeiro de 1904, com apenas 13 anos. Laura Vicuña é invocada como padroeira das pessoas que são vítimas de maus tratos pelos parentes. Ela foi à carta de amor e de sacrifício, ternura de Deus e modelo para os nossos adolescentes e jovens. Laura era uma menina meiga e graciosa, e numa de suas férias em casa da mãee do padrasto, percebe o olhar malicioso do mesmo e por várias vezes teve que repelir suas investidas. No dia 14 de janeiro de 1904, Manuel Mora, chegou bêbado em casa e com palavrões e ofensas parte para cima da mãe e da filha. Apesar da fraqueza, Laura tentou fugir de casa, porém seu padrasto a agarrou e começou a espancá-la, sem dó nem piedade, Laura caiu inconsciente. A jovem Laura Vicunha, vendo que seus dias estavam para terminar, chama a sua mãe, e segurando em suas mãos; exclama: “Mãe, eu estou morrendo! Pedi a Jesus, oferecendo-lhe a minha vida por ti, para obter a tua conversão e a tua volta para Deus... mamãe, antes da morte não terá a alegria de ver-te arrependida?”. Dona Mercedes, em lágrimas, beija as mãos da filha e promete mudar de vida, e voltar para Deus. Com esta alegria entregou sua alma ao Senhor, era a noite de 22 de Janeiro de 1904, Laura estava com 13 anos. Na solenidade da Imaculada Conceição, em 08 de dezembro de 1901, recebe a fita de admissão como Filha de Maria. Em 5 de junho de 1986, com o Decreto de Virtudes Heróicas, Laura Vicuña Pino foi declarada venerável. O Papa João Paulo II a beatificou no dia 3 de setembro de 1988. https://googleimages.search.yahoo.com 2.3 EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO Na primeira visita ao Instituto Profissional Laura Vicunha, fui recebida pela Coordenadora Pedagógica Márcia Cláudia Dutra, que conversou sobre o trabalho deles com estagiários, como a escola funciona, os horários das aulas de matemática. Pela Coordenadora Pedagógica os estagiários são muito bem vindos por inúmeros pontos positivos para a escola, para os professores e para os próprios estagiários com uma visão nos tornarem mais próximos a realidade, aprender e ensinar junto com eles, entre outros fatores que contribuem para nossa carreira, o que facilitou muito meu ingresso. Depois fui me apresentar como estagiaria para assistir as aulas e também fui muito bem recebida por todos os professores por onde passei. Logo no primeiro instante pude perceber que os alunos quando sabiam que tinha estagiário na escola eles faziam de tudo pra chamar atenção, não se contentavam em ficar na curiosidade, muita das vezes me encontravam no corredor perguntando se eu era estagiaria e se daria aula para eles. Vendo a situação da escola e observando o comportamento dos alunos, ficava ansiosa para a preparação do conteúdo e aplicação. Quando eu chegava a alguma turma para observar as frases que eu mais escutava dos professores eram: “Nossa, logo matemática?”. “Você é doida”. “Seja bem - vinda”. Entre outras frases que de alguma forma acaba nos mostrando o que realmente é o estágio, mas quanto mais iam se passando os dias, mais minha vontade de contribuir de alguma forma na aprendizagem dos alunos aumentava. Ao observar o 9° ano, notei que os alunos são participativos, interessados e disciplinados perante a professora e conteúdo. No decorrer da aula eles respondem, vai ao quadro, o que me deixou mais motivada ainda, para a escolha de uma das turmas. Outra turma que logo me identifiquei foi à turma 602, do 6º ano, onde tive a oportunidade de me enturmar com os alunos. Nessa turma comecei a perceber o sentido do estágio. O professor Samuel aplicou um exercício e os alunos intimidados no início iam chegando aos poucos para tira-dúvidas e pedirem ajuda, até ganhar confiança e algum deles colocar a mesa e cadeira do meu lado. Então decidi que aquela seria uma das turmas em que eu iria aplicar uma das aulas. Nas turmas do 7º ano foi muito gratificante ver os alunos empolgados com a matemática. Para começar, os alunos tem paixão pela professora de matemática Amanda, eles amam as aulas dela. Eles participam das correções de exercícios tirando dúvidas, fazendo perguntas e tudo totalmente relacionado ao conteúdo. Alunos dedicados e com vontade de aprender. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Foi gratificante todo esforço, todo trabalho, todo cansaço desse período do estágio. Faço um aproveitamento de 99% de cada experiência adquirida durante todo esse tempo. Aprendi muito, cresci muito como uma futura profissional com a oportunidade de poder estagiar. Após toda abordagem realizada, se torna importante afirmar que o Estágio Supervisionado, se constitui como subsídio para a atuação na prática educacional daqueles que ainda não possuem experiência na área, como o meu caso. O estágio me proporcionou o primeiro contato com a sala de aula, me proporcionou uma proximidade e interação com a realidade. Assim, vivenciar as atividades no cotidiano do estágio supervisionado foi uma experiência significativa para a formação, enquanto acadêmica, e um aprendizado gratificante para conduta como futura professora, permitindo-me aguçar o que aprendemos na teoria, para melhor contribuirmos com a formação de cidadãos; de forma que estes busquem a transformação na sociedade. 4 REFERÊNCIAS SANFELICE, Solange Aparecida. MATEMATICA 6° ANO ENSINO FUNDAMENTAL. São Paulo: Edebê, 2015. 272 p. (6° ANO). http://www2.unirio.br/unirio/ccet/profmat/tcc/TCC_Fabiana.pdf http://www.portalescolar.net/2013/07/40-atividades-de-matematica-5-ano.html http://geonodiaadia.blogspot.com.br/ http://www.todamateria.com.br/geometria-plana/ SANFELICE, Solange Aparecida. Matemática 7º ano: Ensino Fundamental. Brasilia: Edebê, 2014. 248 p. http://cicm.com.br/programarecparalela/fund2/8ano/roberto_matematica_8ano.pdf http://www.calculobasico.com.br/exercicios-de-expressoes-algebricas/ http://www.aprendematematica.com/wp-content/uploads/2012/10/expressoes_algebricas.pdf http://www.colegiosete.com.br/arquivos/2014/ensino_fundamental/material_para_estudo___recuperacao_semestral_i__matematica___7__ano__15_07_2014.pdf http://conhecendoeaprendendomatematica.blogspot.com.br/2013/02/simplificacao-algebrica.html http://mathclasspias.weebly.com/uploads/9/3/4/3/9343663/f7_a3_lgebra__expresses_algbricas.pdf CENTURIÓN, Marília; JAKUBOVIC, José. Matemática teoria e contexto. São Paulo: Saraiva, 2012. (9º Ano) DANTE, Luiz Roberto. Matemática Contexto e Aplicações. 2. ed. São Paulo: Ática, 2004. 623 p. (Volume único). PAIVA, Manoel Rodrigues. Matemática Paiva. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2010. 600 p. (Ensino Médio). http://www.lauravicunha.com.br/detalhar_galeria.php?id=49&menu=3 ANEXOS 5.1 XEROS DA CARTA DE APRESENTAÇÃO 5.2 XEROX DO TERMO DE COMPRIMISSO DO ESTÁGIO 5.3 FOTOS DAS INTALAÇÕES DA ESCOLA OBSERVADA Foto 1: Brinquedoteca Foto 2: Biblioteca Foto 3: Espaço de jogos Foto 4: Laboratório de Informática Foto 5: Uma das salas de aula Foto 6: A mesma sala de aula da foto 5 Foto 7: Quadra de Esporte Foto 8: Quadra de Esportes Foto 9: Pátio Foto 10: Laboratório de Ciências Foto 11: Brinquedoteca Foto 12: Um dos banheiros 5.4 FICHA DE REGISTRO DE ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO 5.5 FICHA DE AVALIAÇÃO DAS AULAS E OS PLANOS DE AULA. LICENCIATURA EM MATEMÁTICA PLANO DE AULA 1. Identificação Escola: Instituto Profissional Laura Vicunha Disciplina: Matemática Nível de escolaridade: Fundamental II Ano: 6° Turma: 603 Licenciando(a): Ellen da Costa Machado Período: 5° Turno: Matutino 2. Conteúdos Figuras Geométricas Espaciais: revisão dos conceitos trabalhados em Geometria plana pelo professor da turma (ponto, reta, plano. Etc...). 3. Objetivos Ao final da aula, o aluno deverá: · Ser capaz de identificar os principais sólidos e seus elementos (faces, vértices e arestas); · Articular os conteúdos trabalhados pelo professor da turma em geometria plana (polígonos e seus elementos) com o que foi ensinado nesta aula, ou seja, saber distinguir as figuras planas das espaciais;4. Procedimentos metodológicos · Estratégias: - Aula expositiva, com a realização dos exercícios propostos em apostila; - Uso do quadro branco, pinceis de quadro branco em cores diferentes e apresentação de sólidos construídos com ´´jujubas´´ e palitos (de dente), além um sólido feito com macarrão. -Proposta de uma atividade na qual os alunos deverão construir alguns sólidos utilizando ´jujubas´´ e palitos. 5. Recursos Pedagógicos - Apostila; - Página rotulada com o logotipo da escola; - Quadro branco / Pincel de quadro branco / Apagador; -Sólidos 6. Referências SANFELICE, Solange Aparecida. MATEMATICA 6° ANO ENSINO FUNDAMENTAL. São Paulo: Edebê, 2015. 272 p. (6° ANO). http://www2.unirio.br/unirio/ccet/profmat/tcc/TCC_Fabiana.pdf http://www.portalescolar.net/2013/07/40-atividades-de-matematica-5-ano.html http://geonodiaadia.blogspot.com.br/ http://www.todamateria.com.br/geometria-plana/ LICENCIATURA EM MATEMÁTICA PLANO DE AULA 1. Identificação Escola: Instituto Profissional Laura Vicunha Disciplina: Matemática Nível de escolaridade: Fundamental II Ano: 7° Turma: 702 Licenciando(a): Ellen da Costa Machado Período: 5° Turno: Matutino 2. Conteúdos Expressões Algébricas 3. Objetivos Ao final da aula o aluno deverá: a) Ser capaz de Interpretar as Expressões Algébricas; b) Ser capaz de realizar atividades de Expressões Algébricas 4. Procedimentos metodológicos i. Estratégias: - Aula expositiva, com a realização dos exercícios propostos no livro didático; - Uso do quadro branco, pincéis de quadro branco em cores diferentes; 5. Recursos Pedagógicos - Livro didático adotado pelo Instituto Profissional Laura Vicunha; - Quadro branco / Pincel de quadro branco / Apagador; 6. Referências SANFELICE, Solange Aparecida. Matemática 7º ano: Ensino Fundamental. Brasilia: Edebê, 2014. 248 p. LICENCIATURA EM MATEMÁTICA PLANO DE AULA 1. Identificação Escola: Instituto Profissional Laura Vicunha Disciplina: Matemática Nível de escolaridade: Fundamental II Ano: 7° Turma: 703 Licenciando(a): Ellen da Costa Machado Período: 5° Turno: Matutino 2. Conteúdos Expressões Algébricas: Simplificação 3. Objetivos Ao final da aula, o aluno deverá: c) Ser capaz de Interpretar as Expressões Algébricas; d) Ser capaz de fazer a simplificação das expressões. 4. Procedimentos metodológicos ii. Estratégias: - Aula expositiva, com a realização dos exercícios propostos em apostila; - Uso do quadro branco, pinceis de quadro branco em cores diferentes,. 5. Recursos Pedagógicos - Apostila; - Livro didático adotado pelo Instituto Profissional Laura Vicunha; - Quadro branco / Pincel de quadro branco / Apagador; 6. Referências SANFELICE, Solange Aparecida. MATEMATICA 7° ANO ENSINO FUNDAMENTAL. Brasília: Edebê, 2014. 248 p. 1ª reimp. De 2015 (7° ANO). http://cicm.com.br/programarecparalela/fund2/8ano/roberto_matematica_8ano.pdf http://www.calculobasico.com.br/exercicios-de-expressoes-algebricas/ http://www.aprendematematica.com/wp-content/uploads/2012/10/expressoes_algebricas.pdf http://www.colegiosete.com.br/arquivos/2014/ensino_fundamental/material_para_estudo___recuperacao_semestral_i__matematica___7__ano__15_07_2014.pdf http://conhecendoeaprendendomatematica.blogspot.com.br/2013/02/simplificacao-algebrica.html http://mathclasspias.weebly.com/uploads/9/3/4/3/9343663/f7_a3_lgebra__expresses_algbricas.pdf LICENCIATURA EM MATEMÁTICA PLANO DE AULA 1. Identificação Escola: Instituto Profissional Laura Vicunha Disciplina: Matemática Nível de escolaridade: Fundamental II Ano: 9° Turma: 902 Licenciando(a): Ellen da Costa Machado Período: 5° Turno: manhã 2. Conteúdos Fórmula de Bhaskara · Aplicações da Fórmula de Bhaskara; · Propriedade distributiva; 3. Objetivos ̶̶̶̶ Ao final da aula, o aluno deverá: · Ser capaz de interpretar e associar a relação da Fórmula de Bhaskara com aplicações usuais; · Articular os conteúdos trabalhados pela professora da turma em Aritmética, com o que foi revisado nesta aula, ou seja, operações básicas de Equações do Segundo Grau; 4. Procedimentos metodológicos · Estratégias: - Aula expositiva, com a realização dos exercícios propostos em apostila; - Uso do quadro branco, pincéis de quadro branco em cores diferentes. 5. Recursos Pedagógicos - Apostila com exercícios contextualizados; - Quadro branco / Pincel de quadro branco / Apagador; 6. Referências CENTURIÓN, Marília; JAKUBOVIC, José. Matemática teoria e contexto. São Paulo: Saraiva, 2012. (9º Ano) DANTE, Luiz Roberto. Matemática Contexto e Aplicações. 2. ed. São Paulo: Ática, 2004. 623 p. (Volume único). PAIVA, Manoel Rodrigues. Matemática Paiva. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2010. 600 p. (Ensino Médio). 5.6 PLANEJAMENTO ANUAL DA DISCIPLINA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II Planejamento anual do 6º ano Planejamento anual do 7º ano Planejamento anual do 8º ano Planejamento anual do 9º ano Por decisão de cada professor de matemática do Instituto Profissional Laura Vicunha seriam utilizados planejamentos próprios elaborados semestralmente, tendo em vista que teriam que utilizar como base em suas aulas os “Conteúdos de competência” (em anexo), como é nomeado pela Rede Salesiana, responsável pela elaboração e fornecimento a todas as escolas pertencentes a sua rede. Esses conteúdos servem como referência a todas as Escolas da Rede Salesiana, apresentando as competências e habilidades básicas que devem ser contidas nos planos de curso e nas aulas e, assim orientar, de forma clara e objetiva, os itens que não podem faltar. Fazendo uma análise comparativa dos Conteúdos de competência anuais utilizado pela escola com base nos PCNs, a saber, terceiro e quarto ciclo que é referente ao Ensino Fundamental II. O terceiro ciclo compreende os anos 6° e 7° e o quarto ciclo os anos 8° e 9°. Para o terceiro ciclo, o PCN propõe que o ensino de Matemática deve visar ao desenvolvimento do pensamento numérico, algébrico, geométrico, competência métrica e raciocínio combinatório, estatístico e probabilístico. O que na minha percepção, está de acordo com a proposta dos conteúdos de competências, portanto é possível perceber que o planejamento adotado pela escola leva em consideração os PCNs em sua construção. É possível constatar que os conteúdos estão divididos e organizados em blocos de conhecimento conforme os PCNs, ou seja, os conteúdos estão divididos em três unidades e em quatro blocos de conhecimento: Números e Operações, Espaço e Forma, Grandezas e Medidas e Tratamento da Informação. De acordo com os PCNs, as interconexões sustentam a possibilidade de relacionar as diversas áreas da Matemática na aprendizagem, tendo em vista que os conteúdos matemáticos devem ser dispostos de forma integrada e menos compartilhada. Na minha concepção, os conteúdos estão de acordo com a ideia apresentada, já que os conteúdos são correlacionados. Em relação às interconexões, os PCNs enfatizam a conexão da Matemática com outras áreas do conhecimento, colaborando para salientar sua presença no cotidiano, o que é firmado na elaboração do livro didático. 5.7 ANÁLISE COMPARATIVA DA TURMA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA MODELO DE ANÁLISE COMPARATIVA DAS TURMAS 1. MODELO DE QUESTIONÁRIO A SER APLICADO EM UMA TURMA DO 6º ANO E EM UMA TURMA DO 9º ANO DADOS PESSOAIS 1. Ano de escolaridade ___________ Idade ___________ SOBRE SUA VIDA ESCOLAR 2. Meio de transporte que você usa para chegar na escola __________________________________________________________________ Quanto tempo você gasta entre sua casa e sua escola? ___________ hora (s) ___________ minuto (s) 3. Você já repetiu de ano? ( ) Sim ( ) Não. 4. Se já repetiu de ano, em qual ano escolar e qual(is) disciplina(s) ? __________________________________________________________________ 5. Até que série seus pais ou responsável estudaram?(Se não souber deixe em branco) _______________________________________________________________ 6. No horário contrário de suas aulas, você gasta a maior parte do seu tempo: ( ) estudando ( ) brincando OUTROS( )___________ 7. Onde você tem acesso à internet? ( ) Não tenho acesso a internet ( ) Na Lan House ( ) Na escola ( ) Em casa ( ) ___________________ 8. Qual aparelho tecnológico você mais usa? _______________________________________________________________ 9. Você costuma estudar em casa? ( ) Diariamente ( ) Alguns dias da semana ( ) Só no período de provas ( ) Nunca 10. O que você faz quando não entende a explicação da professora? ( ) Fica quieto porque tem medo dos colegas ficarem zoando. ( ) Pedi a professora para explicar novamente. 11. Qual “matéria” você mais gosta?__________________________________ 12. Você acha importante estudar Matemática? ( ) Sim ( ) Não Por quê? __________________________________________________________________ 13. Dos conteúdos (“matérias”) de Matemática que você já estudou, qual foi o mais difícil? __________________________________________________________________ E o Mais fácil? __________________________________________________________________ 14. Qual profissão você quer exercer no futuro? _______________________________________________________________ 2. ANÁLISE COMPARATIVA FEITA. A análise foi feita com duas turmas do Instituto Profissional Laura Vicunha. A turma 601, do 6º ano do Ensino Fundamental II, contou com a participação de 20 alunos e a turma 903, do 9º ano do Ensino Fundamental II, contou com a participação de 22 alunos. 1. Faixa Etária: 6º ano 9º ano Partindo da referência que os alunos do 6º ano devem ter idade entre 10 e 12 anos e de que os do 9º ano devem ter uma idade entre 14 e 15 anos, acontece distorção idade série no6º ano e no 9º ano, com apenas um cada ano caso, sendo a causa respondida na pergunta 3, a saber repetência. 2. Tempo e forma de chegada à escola: 6º ano 9º ano A maioria dos alunos vai para a escola de carro, o que também fica aparente na média de 5 minutos a 10 minutos que eles demoram, para chegar à escola como apresenta os gráficos. 3. Repetência, série e disciplina: 6º ano 9º ano Entre os alunos do 6º ano, o índice de repetência foi de 15%. Sobre as disciplinas que os alunos reprovam, matemática se destaca, sendo que o 4º ano do Ensino Fundamental I se destaca. Os alunos do 9º ano, uma pequena parte já repetiu o ano, sendo cada um em um ano de escolaridade diferente, do 2º ano do Ensino Fundamental I até o 8º ano do Ensino Fundamental II, tirando o 3º, 4º, 5º e 6º ano do Ensino Fundamental I e Fundamental II. Sobre as disciplinas que os alunos reprovaram português e matemática, aparecem. 5. Escolaridade dos pais: 6º ano 9º ano 6. Atividades extraescolares: 6º ano 9º ano Quando questionados acerca do que fazem quando não estão na escola, uma parte dos alunos diz que estudam em ambos os anos. No 6º ano outros ocupam seu tempo jogando vídeo game, vendo TV e assistindo Netflix. Já no 9º ano outros passando a maior parte do tempo fazendo atividades extras como Pró IFF, curso de inglês e PROTEC. Outros mexendo no celular, assistindo televisão, lendo. 7. Acesso à internet: 6º ano 9º ano Todos os alunos de ambas as turmas tem acesso a internet. A maioria deles tem acesso a internet em casa como mostra os gráficos. 8. Aparelhos tecnológicos mais usados: 6º ano 9º ano O celular é o aparelho mais utilizado dos alunos em ambas as turmas. 9. Frequência de estudos: 6º ano 9º ano No 6º ano nem todos os alunos têm o hábito de estudar em casa diariamente. A maioria só estuda no período das provas. Já no 9º ano a porcentagem de alunos que estudam alguns dias da semana é bem maior, entretanto a quantidade daqueles que estudam e um fato que pode ajudar a entender o pequeno índice de repetência no 9º ano e um maior número de alunos. 10. Explicação dos professores: 6º ano 9º ano Quando questionados se pedem para o (a) professor (a) explicar novamente a matéria porque não entenderam, a maioria dos alunos do 6º ano e do 9º ano, disseram que sim, em vez de ficarem quietos com medo de serem zoados pelos colegas da turma. 11. Matéria (Disciplina) preferida: 6º ano 9º ano Em relação à matéria preferida deles, em ambos os casos a Matemática aprece com um percentual não tão alto, comparado a outras disciplinas, mas no 6º ano essa preferência é maior que no 9º ano. 12. A importância da Matemática: 6º ano 9º ano Os alunos, em sua maioria, acreditam que é importante estudar Matemática. As justificativas variam sobre sua importância em cálculos no dia a dia, para o futuro, na profissão que deseja seguir, passar nas provas, por ser essencial, por acreditar que a matemática não falha e ser à base de tudo. Para o que não acha importante, a justificativa é que não precisa fazer conta no dia – a – dia. 13. Dos conteúdos de Matemática que você já estudou, qual foi o mais difícil e o mais fácil? 6º ano 9º ano Os alunos relataram os conteúdos específicos da sua série, não havendo relação que mereça ser destacada. No 6º ano o destaque foi equações algébricas com 40% da escolha como foco na dificuldade e a soma como conteúdo mais fácil por escolha da maioria. Já no 9°ano alguns conteúdos ficaram com percentuais elevados mais nenhum deles apresenta muita diferença. 14. Qual profissão você quer exercer no futuro? 6º ano 9º ano Este tópico demonstra uma variedade de opções. Enquanto os alunos do 6º ano relataram 11 diferentes tipos de profissões, os alunos do 9º ano relataram 3 tipos diferentes. Os destaques foram: jogador de futebol com 20% dos alunos do 6º ano e médico com 18, 18%da preferência dos alunos do 9º ano. 5.8 ANÁLISE DOS LIVROS DIDÁTICOS QUESTIONÁRIO BASE PARA ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DO 6º ANO 1. IDENTIFICAÇÃO DO LIVRO a) Autor (es) /formação/filiação acadêmica Solange Aparecida Sanfelice; Maria Aparecida Cirino dos Santos Saab. Não consta formação/filiação acadêmica. b) Ano a que se destina 6º ano do Ensino Fundamental. c) Ano de publicação/edição 2015. d) Fez-se parte do PNLD, em qual ano? Não fez parte. 2. DISTRIBUIÇÃO DOS CONTEÚDOS a) Apresentar a distribuição das unidades e/ou capítulos Unidade 1: Capítulo 1 – Nosso sistema de numeração Capítulo 2 – Operações com números naturais Capítulo 3 – Formas geométricas espaciais Capítulo 4 – Múltiplos e divisores Unidade 2: Capítulo 5 – Tratamento de informação Capítulo 6 – Geometria Capítulo 7 – Frações Capítulo 8 – Números decimais, grandezas e medidas Unidade 3: Capítulo 9 – Operações com decimais e trabalhando com medidas Capítulo 10 – Porcentagem Capítulo 11 – Retas, triângulos e quadriláteros b) Distribuição dos campos da matemática escolar (Números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas, tratamento da informação). iii. Todos os campos são abordados? Sim. iv. Qual recebe maior ênfase? Números e operações. v. Qual recebe menor? Tratamento de informação. vi. Essa ênfase é coerente com o ano a que o livro se destina? Sim. 3. LINGUAGEM UTILIZADA a) A relação linguagem/profundidade A linguagem é acessível sem perder a profundidade necessária? Sim b) A relação disposição dos capítulos/compreensão do conteúdo A disposição dos capítulos auxilia no entendimento do conteúdo? Sim 4. ANÁLISE DA PARTE ‘’VISUAL’’ DO LIVRO: e) As imagens são claras e atraentes? Sim f) Elas se inserem perfeitamente na temática que está sendo trabalhada? Sim g) Elasauxiliam o aluno a compreender o que está sendo abordado ou tem uma função meramente decorativa? As ilustrações auxiliam na resolução de problemas ou na compreensão do tema abordado. d) Há alguma informação complementar como uma legenda ou frase explicativa? Sim. 5. UTILIZAÇÃO DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA a) O livro utiliza-se de adendos com a História da Matemática? Sim. b) As legendas e os conteúdos históricos são claros e precisos? Sim 6. APLICAÇÃO DE EXERCÍCIOS a) Há propostas de exercícios? Sim. b) Os exercícios dão conta daquilo que foi discutido no capítulo? Sim. c) As questões formuladas são baseadas em memorização ou para além da memorização contextualizam o conhecimento apresentado? Há questões de ambas as situações e são igualmente distribuídas. d) Há textos complementares ao longo ou ao final do capítulo? Eles são claros? A linguagem é adequada? Há textos complementares e a linguagem é adequada. 7. METODOLOGIA E CONTEXTUALIZAÇÃO: a) Escolha um conteúdo específico do livro e analise: Medidas de Comprimento i. A maneira como os conteúdos são introduzidos e desenvolvidos; Na introdução, há figuras de instrumentos de medição e abaixo há um questionário que pergunta ao aluno: se ele conhece algum dos instrumentos apresentados; se utiliza e com que frequência algum deles e, em seguida, são apresentadas as unidades de medida. ii. Conhecimentos prévios (há, não há, de quais, de que forma); Há conhecimentos de frações, ao tratar de múltiplos e submúltiplos das unidades de medidas e na conversão de unidades. iii, Tipos de exercício: mais elaborados? Sim. Permitem aos alunos testarem diferentes estratégias? Sim. Há exercícios de repetição e /ou de memorização? Sim, há exercícios de memorização e repetição. Que tipo de exercícios recebe maior ênfase? (Dê exemplos): Há equilíbrio entre os exercícios de repetição e memorização. Exercícios para que os alunos efetuem a conversão de unidades e para que identifiquem as unidades de medidas em problemas contextualizados. iv. O desenvolvimento de conteúdo e/ou exercícios apresentam inconsistência? De que tipo? (Dê exemplos): Não apresentam inconsistências. v. Há incentivo a interação professor/aluno e ou aluno/aluno nas atividades? (Dê exemplos) Não. vi. Há indicação de emprego de outros recursos didáticos? (Quais?) Não. vii. Há algum tipo de contextualização com práticas sociais e/ou outros campos dos saber? Sim, com a Física, ao tratar de massa, peso e gravidade. 1.Referências: BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Guia de Livros Didáticos PNLD 2008: Matemática. Brasília: MEC, 2007. ______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Introdução. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília: MEC/SEF, 1997. 2.Questionário elaborado pelo Prof. André Carvalho a partir das contribuições do Prof. Linovaldo Lemos/IFF QUESTIONÁRIO BASE PARA ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO do 7º ano 1. IDENTIFICAÇÃO DO LIVRO a)Autor(es) /formação/filiação acadêmica Solange Aparecida Sanfelice; Maria Aparecida Cirino dos Santos Saab. Não consta formação/filiação acadêmica. b)Ano a que se destina 7º ano do Ensino Fundamental. c)Ano de publicação/edição 2015. d)Se fez parte do PNLD, em qual ano? Não fez parte. 2. DISTRIBUIÇÕES DOS CONTEÚDOS a) Apresentar a distribuição das unidades e/ou capítulos Unidade 1: Capítulo 1 – Números Racionais Capítulo 2 – Operações com números positivos e negativos Capítulo 3 – Simetria e Plano Cartesiano Capítulo 4 – Potenciação Unidade 2: Capítulo 5 – Formas Geométricas Espaciais Capítulo 6 – Álgebra Capítulo 7 – Equações Capítulo 8 – Área do paralelogramo, triângulos e trapézios Unidade 3: Capítulo 9 – Razão e Proporção Capítulo 10 – Estatística e Probabilidade Capítulo 11 – Volume e capacidade b) Distribuição dos campos da matemática escolar (Números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas, tratamento da informação). i. Todos os campos são abordados? Sim. ii. Qual recebe maior ênfase? Números racionais. iii. Qual recebe menor? Simetria e plano cartesiano. iv. Essa ênfase é coerente com o ano a que o livro se destina? Sim. 3. LINGUAGEM UTILIZADA a) A relação linguagem/profundidade A linguagem é acessível sem perder a profundidade necessária? Sim b) A relação disposição dos capítulos/compreensão do conteúdo A disposição dos capítulos auxilia no entendimento do conteúdo? Sim 4. ANÁLISE DA PARTE ‘’VISUAL’’ DO LIVRO: a) As imagens são claras e atraentes? Sim b) Elas se inserem perfeitamente na temática que está sendo trabalhada? Sim c) Elas auxiliam o aluno a compreender o que está sendo abordado ou tem uma função meramente decorativa? As ilustrações auxiliam na resolução de problemas ou na compreensão do tema abordado. d) Há alguma informação complementar como uma legenda ou frase explicativa? Sim. 5. UTILIZAÇÃO DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA a) O livro utiliza-se de adendos com a História da Matemática? Sim. b) As legendas e os conteúdos históricos são claros e precisos? Sim 6. APLICAÇÃO DE EXERCÍCIOS a) Há propostas de exercícios? Sim. b) Os exercícios dão conta daquilo que foi discutido no capítulo? Sim. c) As questões formuladas são baseadas em memorização ou para além da memorização contextualizam o conhecimento apresentado? Há questões de ambas as situações e são igualmente distribuídas. d) Há textos complementares ao longo ou ao final do capítulo? Eles são claros? A linguagem é adequada? Há textos complementares e a linguagem é adequada. 7. METODOLOGIA E CONTEXTUALIZAÇÃO: a) Escolha um conteúdo específico do livro e analise: Números Racionais i. A maneira como os conteúdos são introduzidos e desenvolvidos; Introdução através de textos e figuras relacionados à física e geografia. ii. Conhecimentos prévios (há, não há, de quais, de que forma); Não há iii. Tipos de exercício: mais elaborados? Sim. Permitem aos alunos testarem diferentes estratégias? Sim. Há exercícios de repetição e /ou de memorização? Sim, há exercícios de memorização e repetição. iv. Que tipo de exercícios recebe maior ênfase? (Dê exemplos): A ênfase está em exercícios de memorização, predominando exercícios que relacionam os números racionais a temperatura. v. O desenvolvimento de conteúdo e/ou exercícios apresentam inconsistência? De que tipo? (Dê exemplos): Não apresentam inconsistências. vi. Há incentivo a interação professor/aluno e ou aluno/aluno nas atividades? (Dê exemplos) Sim, há um exercício que propõe formas equipes e utilizar jornais e revistas para realizar uma pesquisa e no final o grupo terá que apresentar para a professora e discutir sobre a pesquisa realizada. vii. Há indicação de emprego de outros recursos didáticos? (Quais?) Sim, diversos exemplos do cotidiano para os alunos compreenderem a dos números racionais no dia a dia. viii. Há algum tipo de contextualização com práticas sociais e/ou outros campos dos saber? Sim, contextualizações com o Cotidiano. 1.Referências: BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Guia de Livros Didáticos PNLD 2008: Matemática. Brasília: MEC, 2007. ______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Introdução. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília: MEC/SEF, 1997. 2.Questionário elaborado pelo Prof. André Carvalho a partir das contribuições do Prof. Linovaldo Lemos/IFF 56 QUESTIONÁRIO BASE PARA ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO 8º ano 1. IDENTIFICAÇÃO DO LIVRO a)Autor(es) /formação/filiação acadêmica Solange Aparecida Sanfelice; Maria Aparecida Cirino dos Santos Saab. Não consta formação/filiação acadêmica. b)Ano a que se destina 8º ano do Ensino Fundamental. c)Ano de publicação/edição 2015. d)Se fez parte do PNLD, em qual ano? Não fez parte. 2. DISTRIBUIÇÃO DOS CONTEÚDOS a) Apresentar a distribuição das unidades e/ou capítulos Unidade 1: Capítulo 1 – Números especiais Capítulo 2 – Forma arredondada Capítulo 3 – Polinômios Capítulo 4 – Produtos Notáveis e Fatoração Unidade 2: Capítulo 5 – Ângulos Capítulo 6 – Sistemas de equações Capítulo 7 – Inequaçõesimage19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.png image47.png image48.png image49.png image50.png image51.png image52.png image1.png image53.png image54.png image55.png image56.png image57.png image58.png image59.png image60.png image61.png image62.pngimage19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.png image47.png image48.png image49.png image50.png image51.png image52.png image1.png image53.png image54.png image55.png image56.png image57.png image58.png image59.png image60.png image61.png image62.png