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Resumão de PPR
Conectores Maiores
Papel dos conectores Maiores no controle do
movimento da prótese
• Conecta as partes da prótese localizadas
em um lado da arcada com aquelas do
outro lado.
• parte da prótese parcial pela qual todas as
outras partes estarão direta ou
indiretamente ligadas.
• fornece estabilidade cruzada no arco e
contribui para evitar o deslocamento
provocado por tensões funcionais.
Confecção do alivio
• mandíbula: visa evitar a intrusão do
conector nos tecidos
• maxila: Exceto pelo tórus palatino ou por
uma rafe mediana proeminente, os
conectores palatinos normalmente não
requerem alívio, nem o alívio é desejável.
O contato íntimo entre o conector e os
tecidos de suporte contribui muito para a
retenção, estabilidade e suporte da prótese.
Tipos de conectores:
Conectores de Mandibula
1. Barra Lingual
• Deve estar localizada o mais distante
possível da gengiva marginal livre, no
mínimo 2mm, idealmente de 3 a 4mm.
• Formato de meia pera com a parte mais
espessa localizada inferiormente
• Indicações: aplicação universal, desde que
haja espaço.
2. Barra lingual com Grampo contínuo de
Kennedy
• Associação da barra lingual com o
grampo contínuo de Kennedy;
• Indicado em casos de extremo livre
bilateral com grande espaço protético;
• Promove um aumento da retenção
indireta, distribuição de carga
funcional e
• estabilização horizontal da prótese;
• Limitações: dentes curtos ou freios
linguais altos, apinhamento dental.
3. Chapeado ou Placa Lingual
• Recobre desde o cíngulo dos dentes
anteriores até um pouco além da
gengiva marginal
• Deve contornar os dentes da
maneira mais anatômica e delgada
possível para torna-se menos
perceptível à língua
• Secção em meia pera
• Indicações: falta de espaço
suficiente por conta de tecidos
móveis com inserção muito alta ou
por altura reduzida de rebordo,
aumento da retenção indireta,
pacientes com tórus, contenção
periodontal
Conectores Para Maxila
1. Barra Palatina única/simples
• Barra palatina única unindo retentores
e sela
• Classe III: espaço protético pequeno (1
a 2 dentes)
2. Barra palatina dupla
• Barra metálica anterior e posterior
• Classe I e II (extremos livres)
3. Barra Palatina em “U”
• Os conectores são maiores e mais rígidos
que a barra palatina Dupla
• Casos de tórus palatino inoperável
• Classe III e IV (áreas desdentadas
anteriores)
4. Conector em Placa
• Recobre Todo o Palato, podendo ser de
metal ou resina
• Indicação: poucos elementos dentários
(extremos livres)
• Promove conexão, retenção, suporte e
estabilidade
• Pode causa enjoo no paciente devido a
proximidade do palato mole
Retentores Extracoronários
Classificação:
• Diretos: adjacentes ao espaço
protético
• Indiretos: a distância do espaço
protético
Quanto a construção:
• Fundidos: fundição “técnica da cera
perdida”, confeccionados em ligas de Ouro
e Co-Cr
• Adaptados: Fios de aço inoxidável, ou
ouro trefilado, adaptação com alicates,
PPRs provisórias e ortodontia
Principios Básicos ("FRREAP")
• Fixação: atavés do apoio, impede o
deslocamento no sentido gengival
• Retenção: através do Braço de retenção.
Impede o deslocamento gengivo-oclusal
• Reciprocidade: dado pelo braço de
oposição, impede a movimentação
mediante as forças horizontais
• Estabilidade: capacidade do aparelho se
manter estável durante o repouso e os atos
funcionais
• Abraçamento: Esta característica é
desejável para que, quando da incidência
de forças, o grampo não se desloque do
dente. Por este princípio, o grampo deve
contornar o dente em pelo menos 180º da
coroa denta
• Passividade: quando em repouso não
devem exercer qualquer tensão nos dentes
pilares
Componentes do Grampo:
1. Braço de retenção: O princípio de
funcionamento dos braços de retenção dos
grampos de próteses parciais removíveis
está apoiado em alguns pressupostos,
sendo um deles a existência de uma área
retentiva no dente onde esse braço possa se
alojar
• O comprimento do braço: Quanto
mais longa uma estrutura, maior
sua flexibilidade
• A espessura e o afunilamento:
Quanto mais fino, mais flexível
será o braço de retenção e quanto
mais espesso, mais rígido ele será.
Entretanto, braços de retenção
muito finos são mais susceptíveis à
deformação
• o braço de retenção precisa que sua
porção terminal (que vai ficar
cervicalmente ao equador
protético) seja flexível, mas não
precisa obrigatoriamente que toda
sua extensão (oclusal ao equador)
também o seja. Isso porque se as
porções do braço de retenção que
forem ficar acima do equador
protético forem rígidas ou semi-
rígidas, elas podem contribuir com
a estabilidade e o suporte da
prótese.
2. Braço de Oposição
• Enquanto o braço de retenção aplica
uma força de sentido vestíbulo-lingual
de um lado do dente (a direção
depende da localização do braço), o
braço de reciprocidade apoia esse
mesmo dente do outro lado, impedindo
a movimentação horizontal deste e
anulando os componentes horizontais
de força dados pelo braço de retenção
• Para desempenhar a sua função o braço
de reciprocidade deve ser rígido, a fim
de garantir que o dente que está
sofrendo a carga lateral não se
movimentará e, portanto, não
transmitirá a carga ao periodonto
• Segue a linha do equador sem
ultrapassa-la
• Não deve invadir a área retentiva
3. Apoios
• Elemento do retentor responsável pela
transmissão de parte ou da totalidade
da força mastigatória, que incide sobre
os dentes artificiais da PPR, aos dentes
pilares
• Quanto a localização:
➢ Oclusais
➢ Incisais
➢ Palatinos ou linguais
➢ Interdentais
• O apoio localizado na porção mesial do
dente pilar reduz significantemente a
movimentação do pilar adjacente ao
espaço protético, com menor quantidade
de torque incidente, confirmando a
necessidade de localizar o apoio em
extremos livres sempre na face mesial.
• quando a força oclusal atua na extremidade
livre, o apoio localizado na face distal do
pilar funciona como um ponto de fulcro ao
redor do qual os componentes da PPR
rotacionam
• Quando dentes possuem uma boa
espessura podemos criar nichos nesses
locais para os apoios, porém quando temos
dentes finos como incisivos e caninos mais
estreitos, é necessário construir uma
cúspide acessória (premolarização do
canino) para que a força exercida para o
dente seja seguindo o longo eixo do dente.
• Quanto a função:
➢ Primário ou Direto
➢ Secundário ou indireto
• Fatores Ligados à Retenção do Grampo
Ângulo de convergência cervical: quanto
maior o ângulo, maior a retenção, e quanto
mais perto da cervical, maior esse ângulo, logo
ele tem que estar a uma distância média do
equador protético.
Distância do equador protético: quanto mais
distante a ponta ativa, maior a retenção
Flexibilidade do braço de retenção: quanto
maior o tamanho do braço, mais flexível (a
relação com diâmetro é oposta)
Calibradores de Retenção: calibramos com a
ponta 0,25 pois ela corresponde a resiliência
do ligamento periodontal referente ao nosso
material de escolha, é uma questão de respeito
pelos limites biológicos.
Tipos de Grampo:
1. Circunferenciais: faz uma circunferência
ao redor do dente (abrange grande parte da
circunferência do dente).
• Braço de retenção: Vem do apoio, e
desce para a área retentiva do dente; (sua
ponta vai para a parte retentiva)
• Braço de oposição: fica acima da área
retentiva.
• Age por flexão da ponta ativa (braço c/
elasticidade);
• De oclusal para cervical;
• Inserido: efeito arraste;
• Removido: efeito empurra.
2. A BARRA (AÇÃO DE PONTA): usados
em grandes espaços protéticos onde se
precisa de MUITA retenção (é maisretentivos quer o circunferencial)
• Indicado somente para dentes
anteriores (a partir do 1º pré)
• Age em pequeno contato com o dente,
sendo traçado de gengival para oclusal
(cruza a gengiva marginal em um
ângulo de 90°)
• Tem um braço de acesso (conector
menor) e uma ponta ativa (também
apresenta conector menos e braço de
oposição na palatina/lingual)
• Deformação por torção
• De cervical para oclusal;
• Inserido: efeito empurra;
• Removido: efeito arraste.
A maior diferença é como eles agem na inserção/
remoção (usa menos força para empurrar que para
puxar) empurrar é mais fácil que arrastar, logo o
circunferencial entra mais difícil e sai mais fácil, o
contrário como a barra.
Espaços edêntulos pequenos: circunferencial;
Espaços edêntulos grandes: grampo a barra; (ex.:
classe I e II de Kennedy).
Todos os outros grampos são espécies de
adaptação ou modificação desses;
Estudo Especializado dos Grampos
Grampos Circunferenciais
1. Grampo circunferencial de ackers
• Molares e pré-molares
• Classe III
• Não indicados para extremidade livre
2. Grampo de ação Posterior (back-ation)
• Mais indicado para extremidades
livres (classe I e II) na contra-
indicação do grampo à barra (pela
falta de gengiva inserida, por
exemplo)
• Somente o 3ᵒ terço do grampo cruza a
linha do equador e invade a área
retentiva.
3. Grampo M.D ou Equipoise
• 3º terço representa a ponta ativa
• Mais discreto dos circunferenciais
• Espaço edêntulo pequeno
• Indicações:
➢ Caninos, incisivos, pré-
molares
➢ Classe III ou IV de
Kennedy
4. Grampo Geminado
• Retenção Indireta
• Além do preparo dos nichos geminados,
devemos fazer uma passagem até o lado
vestibular
• Pouco estético em dentes inferiores
• Indicações: PM e Molares em classe II e
III, sem modificações e em classe IV de
Kennedy.
5. Grampo de gillet (anzol)
• Molares inferiores inclinados (com tanto
que tenha coroa clínica para permitir a
volta do grampo)
• A ponta ativa volta à região mesial do
dente
6. Grampo circunferencial reverso
• Dente inclinado
• Apoio do lado oposto da inclinação
• Pode ser indicado para molares e pré-
molares inclinados para o espaço
protético.
• Dente pode estar inclinado para a
mesial mas não para a lingual
7. Grampo Meio a Meio (Half and Half)
• Dentes sem contato mesial e distal (Tem
tendência a migrar).
• Ajuda na estabilização destes dentes.
• Apoio duplo - Transmite carga
mastigatória no longo eixo do dente.
• Em dentes inclinados ou extremo livre
pode ser feita uma placa proximal, com o
apoio no lado oposto da inclinação ou
extremo livre.
• Dente superior:
➢ Braço de retenção de distal para
mesial (para que o braço de
retenção se esconda no sorriso)
➢ Retenção pela vestibular e braço de
oposição vindo por apoio distal
• Dente inferior:
➢ Apoio distal para a vestibular
mesial
➢ Braço de oposição: apoio mesial
para lingual ou palatina
• Estabilização do pré-molar no sentido
mesio-distal
8. Grampo Contínuo de Kennedy
• Excelente estabilizador
• Pode reforçar uma barra lingual fina
• Indicações: classe I e II de kennedy
➢ Contenção de dentes com
mobilidade
➢ Associado à um grampo à barra
(garantir mais retenção e
estabilidade)
• Sobre o cíngulo dos dentes Anteriores
• Extensão Máxima: 6 dentes (canino a
canino)
• É feito preparo nos dentes suportes
(acréscimo de RC)
Grampos à Barra ou Ação de Ponta
• Utilizados em extremidade livre, a partir
de pré-molar
• Braço de aproximação segue o longo do
dente (não cria esforços na inserção e
colocação da prótese).
1. Grampo roach “T”
• O mais indicado e utilizados dos
grampos Roach
• Mais estético no arco inferior
• Usado combinado com braço de
oposição
2. Grampo roach “L”
• Braço longo
• Mais elástico
• Mais fácil deformação
• Menos retentivo
• Dentes Superiores
3. GRAMPO ROACH “I”
• Mais estético
• Pouco flexível devido sua forma curta
• Boa retenção
• Usado em extremo livre associado a
placa proximal (RPI)
4. GRAMPO ROACH “C”
• Indicado para premolares e molares
• Área de retenção localiza-se adjacente
ao espaço protético
• Difícil concepção e execução.
Outras Combinações de Grampos
1. GRAMPO RPI (API)
• Apoio, placa proximal e grampo em
forma de I
• É o mais indicado para extremo livre.
• Tem pouco metal
• Melhor estética
• Indireto
• As forças mastigatórias não transmitem
torque ao dente suporte.
• Indicação: classe I de Kennedy, casos
extremos
2. Grampo RPT-APT
• Menor torque no dente suporte
• Melhor estética
3. Grampo RPA (APA)
• Alternativa ao RPI (Eliason, 1983)
• Área retentiva no terço gengival, distante
da área desdentada
• Substituição do grampo “I” por
circunferencial de Akers unido pela placa
proximal.
4. Grampo MDL
• Apoio, placa proximais (mesial e distal)
• É o mais indicado para incisivos com
pilares.
• Estético
5. Grampo de Ney nº1
• Possui retenção vestibular e lingual
• Estabilização é dada pela ação
simultânea das pontas ativas.
• INDICAÇÕES: Mesma dos
circunferênciais convencionais.
6. GRAMPO DE NEY Nº 2
• Tem grande poder retentivo
• Teve ser bem calibrado para não ficar
retentivo demais.
• Indicado para molares isolados e coroas
clínicas curtas em classe IV de kennedy.
Preparo de boca
Nesta fase, serão realizados preparos dos
dentes pilares para PPR. Estes preparos têm a
finalidade de permitir a transmissão correta
das forças mastigatórias, proporcionar
trajetória única de inserção e remoção da PPR,
obtenção de retenção adequada, estabilização
dos dentes de suporte e longevidade do
trabalho reabilitador.
Planos Guia
• Os locais onde serão realizados os
planos guia na boca devem ser,
primeiramente, desgastados no modelo
de estudo com uma ponta minicute
cilíndrica
• Transferência dos planos-guia do
modelo para a boca:
➢ Guias de transferência de resina
acrílica
➢ apresentar altura de 3 a 5 mm,
estenderse no mínimo até a
metade do dente adjcente,
apresentarse convexo e não
ultrapassar o equador protético.
➢ Desgaste do guia de
transferência:
✓ Referencia: preparo
previamente
confeccionado no
modelo de estudo
✓ Desgaste com broca
cilíndrica em peça reta
adaptada ao delineador
➢ Na boca:
✓ Cimentação com cimento
provisório
✓ Desgaste com ponta
diamantada cilíndrica longa
com extremidade arredondada
paralela ao guia de
transferência
✓ desgaste até que a superfície
axial acompanhe o
paralelismo do guia de
transferência
• Área Retentiva: Quando, após a seleção da
trajetória de inserção, não houver área
retentiva nos pilares selecionados, haverá a
necessidade de modificar por acréscimo ou
decréscimo, o contorno dental.
• A opção mais conservadora e segura é o
acréscimo de resina composta.
Ângulo de Convergência
• Ângulo de convergência para cervical
• Ponta 0,25mm (mesma flexibilidade das
ligas de Co-cr
Nichos: Nichos são cavidades preparadas nas
superfícies funcionais dos dentes pilares com a
finalidade de alojar os apoios.
• Preparado adjacente ao espaço protético
• Em classe I e II de kennedy eles vão estar
localizados apostos ao espaço protético
• Expulsivo em 45º
• Transmissão correta de forças, evitando
forças laterais
• Impedir que os apoios atuem como contato
prematuro ou interferência oclusal
• Dentes posteriores: oclusal
• Dentes Anteriores: região de cíngulo
• Eventualmente na borda incisal (dentes
anteriores)
Apoios: elemento de estabilidade e principalmente
de suporte
• deve ser capaz de transferir todas as forçasoclusais para o dente pilar e impedir também
que a prótese intrua (na direção cervical)
Nichos em dentes anteriores
Os nichos em dentes anteriores podem ser
confeccionados na borda incisal ou na face lingual,
no cíngulo. Para viabilizar a direção axial das cargas
associado a um bom resultado estético, é
interessante buscarse a confecção de nichos
cingulares, sendo frequentemente necessária a
confecção de uma restauração com resina composta
aumentando o tamanho do cíngulo, para, em
seguida, o nicho ser preparado
• premolarização de incisivos e caninos
• O nicho lingual, ou de cíngulo, apresenta a
forma de degrau com o longo eixo do dente,
tanto no sentido mesiodistal como no sentido
proximal.
• Uso de pontas diamantadas desenvolvidas
especialmente para o preparo de nichos,
posicionadas ao longo eixo do dente
• Preparo direcionado para cervical, contorna o
cíngulo
• Distância de 2,5 a 3mm
• Em dentes inferiores: reconstrução
(premolarização)
Nichos em dentes posteriores:
• Forma de “V” arredondado (parte mais
larga para a proximal)
• A profundidade deve ser de 1,5 mm
(professor acha muito) formando um
ângulo de 90º entre o apoio e seu
respectivo conector menor, pois esta
situação favorece a axialização das
cargas sobre o dente pilar.
➢ Avaliar oclusão, presença de
restauração (posição em MIH)
➢ 0,3mm 0,4mm
➢ Aprofundar somente quando
tem contato na área da confecção do nicho,
para não gerar contato prematuro
• A forma do preparo já descrita pode ser
conseguida com o uso de pontas
diamantadas desenvolvidas
especialmente para o preparo de nichos.
Essas pontas (2130 ou 2131, KG
SORENSEN®) apresentam forma
cilindrocônica, curta, extremidade
arredondada e dimensão compatível com
a extensão e profundidade almejadas.
Pré-molar
• 1/3 central mesiodistal
• 1/3 proximal mesiodistal
• 1/3 central no sentido vestíbulo-lingual
Molar
• 1/4 central mesiodistal
• 1/4 central mesiodistal
• 1/3 central no sentido V-L
Armação metálica, Registro e Seleção dos dentes
• Desenho dos retentores
• Analise da estrutura no modelo
➢ Acabamento e polimento
➢ Áreas de gesso desgastadas
• Análise da estrutura na boca do paciente
• Identificar áreas de desgaste, interferência
(desgaste com pontas multilaminadas e, em
seguida, pontas especificas para o desgaste
de ligas de Co-Cr (discos e pontas de
carborundum))
• Ajuste oclusal: não pode haver alteração dos
contatos oclusais
➢ papel carbono
➢ ajustes fora da boca com brocas
multilaminadas
➢ acabamento e polimento
registo das relações maxilomandibulares
• referencias estéticas do paciente
• padrão oclusal
• guia de montagem dos dentes artificiais
• base de prova e plano de cera
➢ a base de prova é a própria armação
metálica
➢ registrar apenas as pontas de cúspides
dos dentes antagonistas
➢ uso de cera 7 (pois não deforma em
altas temperaturas)
➢ registro com resina acrílica:
espaços pequenos com pouca altura
Verificação de áreas de compressão
• Nesse momento, pedese ao paciente que
feche a boca lentamente e realize
movimentos com os lábios e as bochechas
para que a prótese se acomode na posição
natural.
• são usadas as pastas evidenciadoras.
➢ Pó de oxido de zinco+vaselina
• Pasta removida = compressão (necessário
realizar o desgaste)
Seleção dos dentes
• Tamanho, forma e cor dos dentes
• Seleção dos dentes anteriores superiores
(anteriores inferiores e posteriores são
escolhidos através de uma cartela de
equivalência)
• Materiais utilizados
➢ Resina acrílica
➢ Porcelana
➢ Cerâmica
➢ Resina composta
• Tamanho: considera a altura e a largura dos
seis dentes anteriores superiores
• Linhas de referência: linha sagital mediana
• Linha alta do sorriso: altura dos dentes
• Asa do nariz alinhada com a ponta do canino
• Forma: quadrado, triangular e ovóide
• Cor: a escolha deverá ser feita pelos dentes
remanescentes