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A microbiologia é a ciência que estuda os micro-organismos, sua distribuição no meio ambiente e suas relações benéficas ou prejudiciais com outros seres vivos. As doenças causadas por micro-organismos são chamadas de doenças infecciosas, são elas; A Tuberculose é uma doença infectocontagiosa, que atinge, principalmente, o pulmão. É a doença infecciosa que mata jovens e adultos, inclusive, mata mais do que o HIV/AIDS. Devido ao número de casos e de mortes decorrentes dessa doença, a Tuberculose é considerada um problema de saúde prioritário no Brasil. Qualquer pessoa pode ter a doença, mas a sua transmissão é favorecida em situações de maior vulnerabilidade social e na presença de problemas de saúde, como desnutrição, alcoolismo, tabagismo, uso de drogas ilícitas, doenças psiquiátricas, Diabetes, HIV/AIDS, Doenças Renais Crônicas e Câncer, entre outras. Formas de transmissão: a transmissão ocorre de pessoa a pessoa, através de gotículas contaminadas com a bactéria. As gotículas são lançadas ao ar, principalmente, por meio da fala, da tosse ou do espirro de um doente e são inaladas por uma pessoa saudável. Sintomas: a tosse é um dos principais sintomas da doença Tuberculose. Diagnóstico: pode ser feito por meio dos sintomas do paciente, de exames em amostras de escarro para encontrar o bacilo da Tuberculose e de radiografias (Abreugrafia) para observar lesões pulmonares. Medidas de controle: podemos procurar por casos de Tuberculose na comunidade e entre seus contatos. Como o principal sintoma é a tosse, recomenda-se que todo indivíduo que apresente tosse, por três ou mais semanas, seja investigado. A vacina BCG protege contra as formas mais graves da Tuberculose e deve ser tomada em dose única até as primeiras 12 horas de vida. A tuberculose tem cura e o tratamento é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente, em serviços de Atenção Básica à Saúde (ABS). A Covid-19 é uma infecção respiratória aguda, causada pelo coronavírus SARS-Cov-2. É uma doença de distribuição mundial e altamente transmissível. Formas de transmissão: a Covid-19 é transmitida diretamente através da tosse, do espirro e de gotículas contaminadas pelo vírus ou, indiretamente, por meio do contato com superfícies ou objetos utilizados pela pessoa infectada. O período de incubação é de 1 a 14 dias. Sintomas: como sintomas mais comuns da doença, podemos observar tosse, dor de garganta, coriza, perda do paladar e olfato, diarreia, febre, cansaço e dor de cabeça. Muitos infectados podem ser assintomáticos (teste positivo sem sintomas). Embora a maioria das pessoas com Covid-19 apresentem sintomas leves, uma parcela pode desenvolver sintomas respiratórios graves e necessitar de internação em hospitalar. Diagnóstico: existem os testes laboratoriais de biologia molecular (PCR), de sorologia e os testes rápidos. Medidas de controle: a principal medida de prevenção contra formas graves da Covid-19 é a vacina. Recomenda-se a vacinação de acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Aliada à estratégia de vacinação, as medidas não farmacológicas constituem outras formas de prevenção e controle da Covid-19, como: distanciamento físico, etiqueta respiratória, higienização das mãos, uso de máscaras, limpeza e desinfecção de ambientes, isolamento de casos suspeitos e confirmados. Tratamento: depende dos sintomas apresentados, variando desde o repouso em casa até o atendimento médico no hospital. A Hanseníase, doença também conhecida como Lepra ou Mal de Hansen, é causada pelo bacilo. Esse bacilo tem capacidade de infectar grande número de indivíduos, embora poucos dos infectados desenvolvam a doença. Formas de transmissão: a doença é transmitida pelas vias aéreas superiores, sendo o trato respiratório a entrada do bacilo no organismo. O período de incubação é em média de 2 a 7 anos, tendo baixa letalidade e mortalidade. Apesar da tendência de estabilização de novos casos no Brasil, a Hanseníase ainda é detectada em patamares altos nas regiões Norte, Centro-oeste e Nordeste. Diagnóstico: é clínico e epidemiológico, realizado por uma investigação do histórico e das condições de vida do paciente, além do exame para identificar lesões e áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos. Medidas de controle: identificar e tratar os casos novos precocemente é muito importante para interromper a transmissão e prevenir as incapacidades físicas de todos os contatos de casos de Hanseníase. A Hanseníase é uma doença de notificação compulsória e investigação obrigatória em todo Brasil. Tratamento: a doença tem cura, e seu tratamento é feito com o uso de antibióticos, os quais estão disponíveis no SUS. O Tétano é uma toxinfecção grave, não contagiosa, causada pelo bacilo Clostridium tetani. Esse bacilo produz toxinas que causam problemas no sistema nervoso central em humanos. Sintomas: o paciente com Tétano apresenta febre baixa e rigidez muscular progressiva, levando à dificuldade de engolir e respirar, podendo evoluir para contraturas generalizadas. Podem ocorrer complicações mais sérias, como: parada respiratória e/ou cardíaca, disfunção respiratória e infecções secundárias. Formas de transmissão: ocorre pela entrada de esporos do bacilo, através de ferimentos na pele (superficiais ou profundos), devido a substâncias contaminadas (terra, poeira, fezes). A doença está relacionada às atividades que apresentem risco de ferimento e pode acometer pacientes de todas as idades. Medidas de controle: a principal forma de prevenção do Tétano acidental é por meio da vacina Pentavalente. Tratamento: o Tétano acidental não tem cura e seu tratamento é feito com uso de antibióticos, além de cuidados médicos para controlar as complicações da doença. A DIFTERIA é uma doença transmissível aguda, causada por toxinas do bacilo Corynebacterium diphtheriae, que se aloja nas amígdalas, faringe, laringe, nariz, mucosas e pele Diagnóstico: O diagnóstico clínico ocorre pela presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas aderidas às amígdalas. Sintomas: dor de garganta discreta, febre baixa (37,5 a 38,5°C), prostração e palidez são os sintomas da Difteria. Em casos graves, o paciente apresenta aumento do pescoço (pescoço taurino), devido ao inchaço dos gânglios linfáticos dessa área. Em casos de asfixia mecânica aguda, causada pela formação de placas muito grandes, exige-se imediata traqueostomia para evitar a morte do paciente. É uma doença transmissível aguda, causada por toxinas do bacilo Corynebacterium diphtheriae, que se aloja nas amígdalas, faringe, laringe, nariz, mucosas e pele. Formas de transmissão: a transmissão da Difteria ocorre através de gotículas de secreção eliminadas por tosse, espirro ou fala de uma pessoa doente. A Difteria é mais comum em áreas com baixas condições sanitárias e baixa cobertura vacinal. Medidas de controle: o principal meio de controle e prevenção da Difteria é a vacina Pentavalente, que também previne contra outras doenças como Tétano, Coqueluche, Hepatite, responsável por infecções no nariz, meninge e garganta. Portanto é importante a carteirinha vicinal estar completa. Tratamento: a doença tem cura e o tratamento é feito com antibióticos e medicamentos, para reduzir o efeito das toxinas liberadas pela bactéria. A LEPTOSPIROSE é uma doença infecciosa, causada pela bactéria Leptospira que pode estar presente na urina de animais infectados, principalmente, de ratos. A bactéria penetra na pele da pessoa, após contato com água contaminada. Os períodos chuvosos com enchentes e inundações disseminam a doença, provocando surtos de Leptospirose. A aglomeração de população de baixa renda, a falta de saneamento básico e a infestação de roedores infectados favorecem a ocorrência dessa doença nas capitais e nos centros urbanos. Sintomas: os principais sintomas são: febre, dor de cabeça, perda de apetite, dor muscular nas panturrilhas, náuseas e vômitos. A doença pode evoluir e levar a sintomas mais graves, com a necessidade de internação hospitalar.Diagnóstico: o diagnóstico é feito por meio do exame de sangue para verificar a presença da bactéria ou de anticorpos. Medidas de controle: o monitoramento da proliferação de roedores que transmitem a doença; a melhoria das condições de trabalho dos trabalhadores, que são expostos à água contaminada; e o saneamento básico da população. Como, durante as enchentes, é comum a interrupção do abastecimento de água, garantir a água potável (filtrada, fervida ou clorada), para consumo humano, é fundamental para prevenir a doença. Tratamento: a Leptospirose tem cura, e o tratamento é feito com o uso de antibióticos. Não existe ainda uma vacina contra esta doença para uso em humanos. ARBOVIROSES A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda, causada pelo vírus da Dengue, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Pode ser benigna ou grave, dependendo do tipo de vírus, ou se a pessoa já teve Dengue antes e suas condições de saúde (se possui alguma doença crônica). Sintomas: o infectado pode apresentar febre, dor de cabeça, dores pelo corpo ou até mesmo nenhum sintoma. Caso o doente apresente manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz e gengivas), dor abdominal intensa e vômitos persistentes, podem ser indicativos de Dengue Hemorrágica. Nesse caso, o doente necessita de cuidados imediatos da equipe de saúde, pois pode levar à morte. Formas de transmissão: a transmissão ocorre apenas pela picada do mosquito infectado e não pode ser transmitida do doente para outra pessoa saudável. Medidas de controle: a melhor forma de prevenção da Dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, eliminando água armazenada, que pode se tornar criadouro do mosquito (latas, vasos de plantas, garrafas, caixas d’água, cisternas etc.). Tratamento: o tratamento é focado nos sintomas da doença, mas não podem ser utilizados medicamentos à base de Ácido Acetilsalicílico (Aspirina e AAS), nem anti-inflamatórios não esteroidais (Ibuprofeno, Diclofenaco, Nimesulida, entre outros), e nem anti-inflamatórios esteroidais (Prednisona, Hidrocortisona, entre outros), pois o uso desses medicamentos pode aumentar o risco de hemorragia. A Chikungunya é uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya, que pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Sintomas: a pessoa doente apresenta febre repentina acima de 38,5° C, dores nas articulações das mãos e dos pés (dedos, pulsos e tornozelos). Também podem ocorrer dor de cabeça e nos músculos, além de manchas vermelhas na pele. Pode ser confundida com a Dengue, mas a diferença é que na Chikungunya, as dores nas articulações são mais intensas. Tratamento: a doença tem cura, e o tratamento é apenas dos sintomas da doença, com medicamentos para dor e febre. Em geral, após 10 dias, os sintomas desaparecem. Medidas de controle: como prevenção, reforçar as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas casas e vizinhanças. Ainda não temos disponível uma vacina contra a Chikungunya. Zika Vírus é uma doença causada pelo vírus Zika, transmitido por meio da picada o mosquito Aedes aegypti, que também transmite a Dengue e a Chikungunya no Brasil. Formas de transmissão: outras formas de transmissão deste vírus são: da mãe para o feto durante a gravidez, do contato sexual e da transfusão de sangue. Gestantes infectadas podem transmitir o vírus para o feto e resultar em abortos espontâneos, morte do feto ou Microcefalia. Outra complicação grave, causada por essa doença, é a Síndrome de Guillan-Barré, que afeta o sistema neurológico da pessoa infectada. Sintomas: a maioria das infecções pelo vírus Zika não apresentam sintomas, mas apenas febre muito parecida com as da Chikungunya e da Dengue. Diagnóstico: é feito por médico e confirmado por exames laboratoriais de sorologia e biologia molecular, disponíveis no SUS. Tratamento: até o momento não existe um medicamento específico para a Zika Vírus, sendo tratados apenas dos sintomas do doente. Gestantes com suspeita de Zika devem ser acompanhadas no Pré-natal, de acordo com os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde do Brasil. Ainda não há cura ou vacina para prevenir a infecção pelo Zika Vírus. Febre Amarela é uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya, que pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Sintomas: no momento da infecção pelo vírus, a pessoa não apresenta sintomas ou eles são muito fracos. Entretanto, depois aparecem, repentinamente, febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos, por, aproximadamente, 3 dias. Após um período aproximado de 2 dias de melhora, pode aparecer a forma mais grave da doença, com problemas no fígado e rins, Icterícia (olhos e pele amarelados), hemorragias e cansaço. Febre Amarela é uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya, que pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti Formas de transmissão: uma pessoa doente não transmite diretamente a doença para outra saudável. A transmissão ocorre através do mosquito, portanto, como forma de prevenção da Febre Amarela deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados, eliminando possíveis criadouros do mosquito. Medidas de controle: o uso de repelentes e cobrir áreas do corpo contra as picadas do mosquito previnem a doença. Não existe um tratamento específico para a Febre Amarela, mas recomenda-se que o doente fique em repouso e hidratado. Tratamento: para controlar os sintomas, pode ser feito o uso de medicamentos para aliviar a dor e a febre. Não é indicado o uso de Ácido Acetilsalicílico (AAS ou Aspirina), pois podem ocorrer hemorragias. ISRs: são infecções sexualmente transmissíveis, causadas por micro-organismos, que podem ser bactérias ou vírus. São consideradas ISTs aquelas doenças que são transmitidas por meio do contato sexual sem proteção de uma pessoa infectada com outra saudável. O HIV é a sigla do vírus da imunodeficiência humana, causador da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Humana), que ataca o sistema imunológico do indivíduo, responsável por defender o organismo das doenças. Ter o HIV não significa ter AIDS, pois muitas pessoas soropositivas podem viver anos sem nunca apresentar sintomas e nem desenvolver a doença. Entretanto essas pessoas podem transmitir o vírus para outras pessoas não infectadas. Formas de transmissão: além de ser transmitida através do sexo sem preservativo (camisinhas), outras formas de transmissão do HIV são: de uma mãe infectada para seu filho (durante a gravidez, parto ou na amamentação); pela transfusão de sangue; pelo uso de seringas compartilhadas e por ferimentos com instrumentos cortantes não esterilizados. Diagnóstico: no Brasil, o diagnóstico do HIV é feito por meio de exames laboratoriais (de sangue ou saliva) e dos testes rápidos, que podem ser realizados, gratuitamente, pelo SUS e de forma anônima. Sintomas: os primeiros sintomas da doença são muito parecidos com os de uma gripe (febre e mal-estar), podendo passar despercebido pela pessoa que foi infectada. Após a infecção, ocorre uma fase assintomática, que pode durar anos. Quando o sistema de defesa está bastante comprometido pelo HIV, aparecem os sintomas como febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. Como o infectado tem baixa imunidade, começam a aparecer outras doenças, que se aproveitam da fraqueza do organismo. No estágio mais avançado, o doente pode apresentar Hepatite, Tuberculose, Pneumonia, Toxoplasmose e até Câncer. A Sífilis é uma doença exclusiva do ser humano e pode se apresentar clinicamente de diferentes formas e estágios, como a Sífilis primária, secundária, latente e terciária. Formas de transmissão: a transmissão se dá por relação sexual, sem preservativo, com uma pessoa infectada ou da mãe infectada para o bebê, durante a gestação ou parto (Sífilis Congênita). O risco de transmissão da Sífilis é maior nos estágios primário e secundário. Diagnóstico: a principal forma é o teste rápido, que está disponível nos serviços de saúde do SUS. Esse testeé de fácil execução, e o resultado é obtido em 30 minutos. Sintomas: na sua fase mais grave (Sífilis terciária), a doença causa lesões na pele, nos ossos, cardiovasculares e neurológicas, que podem levar o doente à morte, se não houver tratamento adequado. Tratamento: a Sífilis tem cura, e seu tratamento é o uso da Penicilina Benzatina, que combate a bactéria causadora da doença. Não existe vacina contra a Sífilis, e mesmo que a pessoa já tenha sido infectada antes, ela pode se contaminar novamente, a cada vez que tiver contato com a bactéria. Ela é uma doença exclusiva do ser humano e pode se apresentar clinicamente de diferentes formas e estágios, como a Sífilis primária, secundária, latente e terciária. Medidas de controle: a medida mais importante para a prevenção da doença, é orientar quanto ao uso correto e regular de preservativos (camisinhas), tanto de uso interno, vaginal, quanto de uso externo, peniana, pois se trata de uma IST. Como os sinais e sintomas da doença podem aparecer e desaparecer durante os diferentes estágios da Sífilis, muitas pessoas podem não saber que estão doentes. É necessário orientar as pessoas a se prevenirem, a realizarem o teste e, se houver infecção, a se tratarem da maneira correta. A infecção pelo HPV é uma IST. Esse vírus infecta a pele e as mucosas da boca, do ânus e da genitália. A infecção provoca o aparecimento de verrugas na região genital e do ânus e pode evoluir para o Câncer. Formas de transmissão: muitas pessoas infectadas pelo HPV não apresentam nenhum sinal ou sintoma, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas saudáveis. Medidas de controle: a infecção por HPV pode causar o Câncer de Colo do Útero, por isso, é importante orientar as mulheres a realizarem, periodicamente, o exame ginecológico preventivo do Câncer de Colo de Útero, conhecido como Papanicolau. Lembre-se de que os testes rápidos para HIV, Sífilis e Hepatites Virais (B e C) estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). O Brasil é um dos países das Américas que mais ofertam a vacina. Outra forma de prevenção, é a utilização de preservativos durante as relações sexuais. A Malária é uma doença infecciosa, causada por um protozoário do gênero Plasmodium Formas de transmissão: a transmissão ocorre pela picada do mosquito Anopheles. Após a picada, os parasitas invadem as células do fígado e, depois de multiplicarem-se, caem na corrente sanguínea, dando início aos sintomas da Malária. A Malária é uma doença infecciosa, causada por um protozoário do gênero Plasmodium. Sintomas: durante as crises, o doente apresenta febre alta (40°C ou mais), dor muscular em todo o corpo, fraqueza, cansaço, dor de cabeça, pele e olhos amarelados. Diagnóstico: o diagnóstico é feito por meio do teste rápido ou de exames de sangue, em que se procura pela presença do protozoário. Tratamento: a Malária tem cura, e o tratamento faz parte de uma Política Nacional do Ministério da Saúde, que orienta o uso e fornece, gratuitamente, os medicamentos antimaláricos, em todo o Brasil, pelo SUS. Ainda não existe no Brasil uma vacina contra a Malária. Doença de Chagas é transmitida pelas fezes de um inseto conhecido como Barbeiro. Esse inseto tem hábitos noturnos e vive nas frestas das casas de pau a pique, ninhos de pássaros, tocas de animais, cascas de troncos de árvores e embaixo de pedras. Formas de transmissão: as principais formas de transmissão da Doença de Chagas são: Vetorial, através da picada do barbeiro, especialmente, quando a pessoa coça o local e as fezes do inseto entram na ferida; Oral, por ingestão de alimentos contaminados com parasitas provenientes de Triatomíneos infectados ou suas excretas; Vertical, transmissão de mães infectadas por Trypanosoma cruzi para os bebês durante a gravidez ou o parto; Transfusão de sangue ou transplante de órgãos, de doadores infectados para receptores saudáveis; Acidental, pelo contato de pele ou mucosas com material contaminado durante manipulação em laboratório ou em atividades de caça. Formas de transmissão: as principais formas de transmissão da Doença de Chagas são: Vetorial, através da picada do barbeiro, especialmente, quando a pessoa coça o local e as fezes do inseto entram na ferida; Oral, por ingestão de alimentos contaminados com parasitas provenientes de Triatomíneos infectados ou suas excretas; Vertical, transmissão de mães infectadas por Trypanosoma cruzi para os bebês durante a gravidez ou o parto; Transfusão de sangue ou transplante de órgãos, de doadores infectados para receptores saudáveis; Acidental, pelo contato de pele ou mucosas com material contaminado durante manipulação em laboratório ou em atividades de caça. Sintomas: febre, mal-estar, inflamação e dor nos gânglios, vermelhidão, inchaço nos olhos, no fígado e no baço. Como a febre desaparece após alguns dias, a pessoa não percebe o que aconteceu, podendo descobrir a doença somente 20 a 30 anos depois de ser infectada. Se não for tratada, pode causar problemas graves no coração. Diagnóstico: o diagnóstico é feito por meio de um exame de sangue parasitológico. Tratamento: a Doença de Chagas tem cura, e o tratamento é realizado com acompanhamento médico, utilizando medicamentos específicos, por no mínimo um mês. Os medicamentos são fornecidos, gratuitamente, pelo SUS. Pessoas infectadas, mesmo sem apresentar os sintomas, não podem doar sangue. Até o momento, não existe vacina contra a Doença de Chagas.