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Prévia do material em texto

Profa. Gabriela Seabra da Silva
Controle da dor em Odontopediatria 
• Aspecto físico: intensidade do 
estímulo (domínio das técnicas
anestésicas)
• Aspecto emocional: 
condicionamento do paciente
Fonoff & Alencar
São fármacos responsáveis pelo 
BLOQUEIO REVERSÍVEL da 
condução nervosa, determinando a 
PERDA ou diminuição das 
SENSAÇÕES DOLOROSAS sem 
alterar o nível de consciência do 
indivíduo.
Ferreira MBC, 1999
Maior COLABORAÇÃO do 
paciente.
Controle da DOR e 
do MEDO
• Especificidade de ação;
• Reversibilidade, sua ação deve
permitir a volta às condições normais;
• Solubilidade em água e lípidos para
poder se difundir e penetrar no axônio;
• Potência e baixa toxicidade;
• Rápido efeito e duração suficiente;
• Não deve produzir reações alérgicas;
• Estabilidade;
• Estéril ou fácil esterilização;
• Custo baixo.
Sal Anestésico
• Lidocaína – gold standard
Berini-Aytes & Gay Escoda, 2000;
Sierra Rebolledo et al, 2007
SEM vasoconstritor
Efeito vasodilatador aumenta os riscos de reação
adversa, apresentando poucas indicações clínicas.
O tempo de ação (anestesia pulpar) é de 5-10 min.
ADRENALINA / EPINEFRINA 1:100.000 e 
1:50.000 (Alphacaíne)
NOREPINEFRINA 1:50.000 (Lidostesim 2 e 3%) e 
FENILEFRINA 1:2500 (Novocol).
COM vasoconstritor
Duração:
• início de 2 à 3 minutos
• anestesia pulpar de 60-90 minutos
• tecidos moles de 3 à 5 horas
Calcula-se o VOLUME DE ANESTÉSICO
em função do PESO. 
4,4 mg x peso (Kg) = n. de tubetes
36 mg
*Formula:
-Dose segurança
-Dose máxima 4,4 mg/Kg
-Um tubete 36 mg
-Dose máxima 300mg/sessão
Lidocaína a 2% com vasoconstritor: 
4,4 mg x 20Kg = 2,4 tubetes
36 mg
Sal Anestésico
• Prilocaína
Características farmacológicas semelhentes a 
lidocaína, com menos efeito vasodilatador
Hidrolisada por amidases hepáticas
ortotoluidina e N-propilalanina.
ANESTESIA 
LOCAL
Redução capacidade de transporte de O2 pelo
sangue.
Prilocaína orto-toluidina 
Induz formação de 
meta-hemoglobina
Malamed
Ortotoluidina – formação de
metamoglobina (redução capacidade de
transporte de O2 pelo sangue).
Apresenta-se associada à
felipressina (Octopressin).
Poucos efeitos cardiovasculares
Sinais e sintomas
• Manifestam 3 a 4 horas após altas doses de 
prilocaína em pacientes saudáveis ou doses 
menores para congênita;
• Paciente letárgico;
• Insuficiência respiratória (oxigênio a 100% não causa 
melhora);
• Cianose das mucosas;
Pode também ser causada por articaína e 
benzocaína
GESTANTES - LIDOCAÍNA
Malamed
• Prilocaína
Indicação de uso: 
Pacientes sensíveis a adrenalina (alergia a sulfito - asma)
Citanest 3% (felipressina): anestesia pulpar 60 – 90 min
Exemplo: Criança de 20 kg
4,5 mg - 1 kg
x - 20kg
x = 90mg
1tubete 54mg
x 90mg
x = 1,6tubetes
Dose máxima recomendada: 4,5mg/kg
Pacientes asmáticos:
•Podem ter alergia aos sulfitos
encontrados nas soluções contento
aminas simpatomiméticas, sendo
nesses casos indicados soluções com 
felipressina.
• Mepivacaína
Menos vasodilatadora, promove uma
anestesia local profunda sem a necessidade
do uso do vasoconstritor.
Pipa-Vallejo et al., 2004
O tempo de ação, SEM vasoconstritor, é de 20-40 min.
Andrade, 2006
Este sal é a MELHOR opção de anestésico local SEM 
VASOCONSTRITOR.
Sal Anestésico
• Mepivacaína à 3% SEM vasoconstritor
4,4 mg x peso (Kg) = n. de tubetes
36 mg
*Formula:
-Dose segurança
-Dose máxima 4,4 mg/Kg
-Um tubete 36 mg
-Dose máxima 300mg/sessão
4,4 mg x 20Kg = 2,4 tubetes
36 mg
• Bupivacaína
Anestésico de longa duração: de 5 a 9 horas.
Apresenta potência 4X maior que a lidocaína e 
toxicidade 4X menor
CONTRA-INDICAÇÃO 
ODONTOPEDIATRIA
Vasoconstritores
Manter o anestésico local em contato com a fibra
nervosa por mais tempo.
FUNÇÃO:
Tempo de trabalho adequado
Promover absorção mais lenta e profundidade satisfatória
Menor risco toxicidade
PORÉM, injeção intravascular acidental
Ação hemostática local (constrição arteriolar).
Reações adversas: sistema cardiovascular e 
sistema nervoso central.
Frequência cardíaca
Frequência respiratória
Pressão Arterial
“Em qualquer situação clínica que possa 
causar DOR ou desconforto, 
observando - se os dados coletados 
durante a anamnese.”
Azevedo et al., 1998
Exame Clínico e Anamnese:
• Distúrbios de coagulação;
• Alergia aos componentes (condição
rara).
Hipertensão, arritmia cardíaca;
Disfunção renal;
Disfunção hepática;
Anemia, asma.
• Alteração na saúde geral:
“A menor dose clinicamente eficaz”
Sempre baseado no 
peso corporal do 
paciente.
ANESTESIA LOCAL
.
ODONTOPEDIATRIA:
Criança de 20kg
2,4 tubetes
CONCENTRAÇÃO 
10x maior que do anestésico injetável.
• Facilidade de difusão pela mucosa
• Maior risco de toxicidade (local e sistemicamente)
Malamed
Meechan JG, 2000
EFICÁCIA
Aplicação por 2 minutos
Permite penetração atraumática da agulha
2 a 3 mm de profundidade
Malamed
APRESENTAÇÃO
Malamed
Bhalla et al.,2009
SERINGA – sistema de aspiração,
para se evitar injeção intravascular.
SE
Malamed
Malamed
Independente
do 
comprimento
as agulhas
NÃO devem
ser 
introduzidas
até a calota.
Longa
Curta
Curta
Curta
Calibre 27G
Calibre 30G
ANESTESIA 
LOCAL
✓ FORAME MANDIBULAR: Abaixo do plano oclusal 
Anestesia Pterigomandibular modificada
✓ OSSO: mais poroso, menos calcificado
Facilidade de difusão do anestésico
ANESTESIA 
LOCAL
ANAMNESE
:A criança já recebeu anestesia? Como foi?
Como foi?
SIM
Ansiosa? Medrosa? 
Nervosa?
NÃO
Auxiliar no controle da ansiedade
Com explicações adequadas e
palavras acessíveis
• Vamos “pingar” o remédio no dente;
• Dente vai dormir;
• O lábio vai parecer que está
gordo…
Evitar :
Agulha; picadinha; tesoura; sangue
Auxiliar no controle da ansiedade
Estabelecer combinados com a criança:
Alencar CJ
✓ Evitar a visualização da seringa e 
agulha descoberta;
✓ Injetar o anestésico lentamente;
✓ Distrair a criança: falar, contar história, cantar
1. Tópica
• CONTRA-INDICAÇÃO: áreas inflamadas com 
ulcerações;
- gel
• Apresentação:
- pomada
• SEMPRE que for injetar anestésico;
• CONTROLE DA DOR no momento da punção;
- spray
- adesivo
1. Tópica
• sugador
• Secagem da região com seringa tríplice,
• Antissepsia,
CPTF
1. Tópica
• 2 a 3 minutos.
• Aplicação do anestésico com cotonete, bolinha
ou rolete de algodão;
CPTF CPTF
Infiltrativa ou Bloqueio Terminal
• Punção em fundo de saco, próxima ao dente a ser
anestesiado;
• Anestesia região VESTIBULAR e PALATINA – decíduos
e permanentes superiores.
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
CPTF CPTF
Infiltrativa ou Bloqueio Terminal
Alencar, CJ
Tracionar a mucosa destendida
contra o bisel da agulha, 
aprofundando lentamente ao
mesmo tempo que deposita o 
anestésico.
Anestesia Intrapapilar
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
Complementar: anestesiar a mucosa lingual e palatina.
Indicação: grampo para isolamento absoluto,
exodontias.
Anestesia Intrapapilar
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
CPTF
Alencar,CJ
Agulha – perpendicular a papila (V P):
• Injetar o líquido lentamente,
• Esquemia papilar e transfixar a agulha para palatina,
• Se houver resistência, recuar a carpule e 
redirecionar a agulha.
Anestesia Palatina
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
Região anterior
Fonoff & Alencar
Região posterior
Pterigomandibular ou bloqueio
reginal
- Ramo ascedente da mandíbula:
- Mais curto
- Menor largura antero-posterior
- Angulo gôniaco mais aberto,
• Variação da técnica por diferenças anatômicas:
• Bloqueio do nervo dentário inferior (forame
mandibular);
- Linha oblíqua externa raramente palpável,
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
- Língula inferior ao plano oclusal.
Adulto - ± 7 mm acima do plano oclusal
Criança com menos de 6 anos – abaixo do plano occlusal
Criança 6 a 10 anos – paralelo do plano occlusal
Posição do forame muda por
REMODELAÇÃO com crescimento:
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
Foto 15.1 
Adaptada de Van Waes & Stockli
Projeto homem virtual
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
Alencar, 2008TÉCNICA 
ANESTÉSICA
inclinação
Fonoff & Alencar
• Localiza a fossa retromolar
• Insere a agulha
• Inclinação
• Injeta lentamente 
Anestesia Intraligamentar
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
Fonoff & Alencar
• Anestesia complementar utilizada
somente em casos de exodontia
Anestesia Intrapulpar
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
• Anestesia complementar utilizada
somente em casos de endodontia
SS
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
• Injeção intravascular
• Dose excessiva
• Lipotimia 
• Reações alérgicas 
De ordem geral:
TÉCNICA 
ANESTÉSICA
• Mordida lábio
• Trismo
• Hematoma – erro técnico 
• Parestesia
De ordem local:
• Fratura da agulha
Orientação quanto à alimentação após o 
procedimento clínico (criança e responsável)
Apenas após término da sensação de 
anestesia (risco de úlcera traumática)
Fonoff & Alencar
• Úlcera traumática
• lábio inferior
Fonoff & Alencar
• Úlcera traumática
• mucosa jugal
Fonoff & Alencar
• Úlcera traumática
• lábio superior
Fonoff & Alencar
AAPD, 2009
Experiência positiva ao paciente após a 
administração da anestesia
Terminologia apropriada para a idade
DistraçãoUso anestésico tópico
Técnica de injeção adequada
• Estabilização da cabeça (crianças pequenas) e 
ponto de apoio;
Fonoff & Alencar
• Uso do anestésico tópico;
• Bisel da agulha voltado para o osso, SEM tocar
o periósteo;
• Penetração da agulha gradativa;
REGRAS 
BÁSICAS
• Injeção lenta do anestésico;
• Manutenção de 2 a 3 mm da agulha para fora
da mucosa;
• Em caso de desconforto parar de injetar e 
evitar nova punção.
Cirurgia em Odontopediatria
•Ulectomia
•Frenectomia labial 
•Frenectomia lingual
•Mucocele/Rânula
Princípios de procedimentos cirúgicos
• Cirurgias tecido duro
• Cirugias tecido mole
•Exodontia de dentes decíduos
•Dente anquilosado
•Supranumerário
•Odontoma
Cirurgia em 
Odontopediatria
“Os procedimentos cirúrgicos realizados
no paciente odontopediátrico devem seguir
os mesmos princípios das cirurgias em 
adulto”
Fonoff, 2002
Borsatto et al., 2005
Fonoff, 2002
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
• Biossegurança
• Necessidade e oportunidade
cirúrgica
• Diagnóstico correto
• Instrumental e técnica 
adequados
• Fase de crescimento e desenvolvimento
• Preparo psicológico da criança e pais
• Controle da dor
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Fase de crescimento e desenvolvimento
• Intervenção próximo a centro de crescimento
e desenvolvimento;
• Presença de germes dos permanentes;
• Correto diagnóstico – necessidade e
oportunidade cirúrgica.
Preparo do paciente e dos pais
• Psicológico – evitar ansiedade e medo;
Cirurgia ansiedade
Condicionamento da criança
Preparo do paciente e dos pais
• Psicológico – evitar ansiedade e medo;
Odontopediatra deve ser paciente, compreensivo,
porém firme no controle da situação.
Preparo do 
paciente e 
dos pais
Explicar o 
procedimento
e possíveis
complicações –
autorização
por escrito;
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Controle da dor
• Técnica anestésica bem executada;
• Explicar ao paciente sensação de pressão
e dor.
• Menor quantidade de anestésico com
máxima eficácia;
Além disso…
• Tamanho da cavidade bucal;
• Idade do paciente;
• Referências anatômicas;
• Tempo clínico.
“Protocolo” de Atendimento
Odontopediátrico
• Anamnese completa com pais/responsáveis;
• Exames radiográficos adequados, boa imagem e 
identificados;
• Diagnóstico; • Oportunidade cirúrgica;
Condição sistêmica e emocional
Araújo, AMPG
“Protocolo” de Atendimento
Odontopediátrico
• Esclarecimento aos pais do 
procedimento a ser realizado.
PLANEJAMENTO CIRÚRGICO
Diminui risco de acidentes
Pré-operatório – seleção e organização do 
instrumental
Trans-operatório – odontossecção
Pós-operatório - mantenedor de espaço
“Protocolo” de Atendimento
Odontopediátrico – dia cirurgia
• Preparo do instrumental;
• Controle da ansiedade;
• Antissepsia externa e interna;
• Anestesia;
• Sindesmotomia;
“Protocolo” de Atendimento
Odontopediátrico
• Luxação;
• Remoção do elemento dental;
• Toalete da cavidade;
• Sutura;
• Orientações pós-operatória.
“Protocolo” de Atendimento
Odontopediátrico
• Utilização de elevadores;
• Fórceps;
• Instrumentos rotatórios.
Instrumentais
Indicado para:
Luxação,
Remover raízes residuais
e fraturadas.
Uso de elevadores em
odontopediatria
Dentes Anteriores:
Movimento de 
lateralidade, pendular e 
até rotação. 
Uso de fórceps em
odontopediatria
Dentes Posteriores:
Movimento apenas V - L. 
• Coroa clínica totalmente destruída, sem
correto efeito mecânico do instrumento.
Contra-indicação de
fórceps em odontopediatria
• Possibilidade de remoção do
sucessor permanente.
• Possibilidade de fratura
do terço apical das
raízes (rizólise).
Uso de Instrumento
rotatório em odontopediatria
• Odontosecção (retenção prolongada).
• Remoção do tecido ósseo (raramente).
Indicação:
Cirurgia em 
Odontopediatria
•Exodontia de dentes decíduos
•Dente anquilosado
•Supranumerário
•Odontoma
TECIDO DURO
Dente natal / neonatal
Incidência 1:1.000 a 
1: 30.000
Alencar, C
INDICAÇÕES
Alencar, C
INDICAÇÕES
Retenção 
prolongada
Rizólise 
completa
Grandes destruições
Raiz residual
Alencar, C
INDICAÇÕES
Rompimento de cripta
INDICAÇÕES
Rarefação óssea associada a rompimento de cripta
Alveólise INDICAÇÕES
Issao; Guedes-Pinto, 1999; Duarte et al. 1998; Guedes-Pinto, 1998
Traumatismo INDICAÇÕES
Duarte, DA; Bönecker MS; Sant’Anna 
GR; Suga SS (2001)
Bonecker, 2009
LBC
LBC
Traumatismo
Alencar, C
INDICAÇÕES
Sequelas do traumatismo
Alencar, C
INDICAÇÕES
Reabsorção patológica
INDICAÇÕES
LBC
OUTRAS
INDICAÇÕES
Prognóstico desfavorável de tratamento endodôntico
Indicação ortodôntica
Extração seriada
LBC
Contra 
indicação:
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
• Quimio/ radio terapias;
• Condições
sistêmicas;
• Doenças da infância.
Técnica cirúrgica
• Anestesia tópica
Camargo, LB
• Anestesia infiltrativa
• Anestesia intrapapilar e palatina
• Sindesmotomia
Desinserir as fibras
Camargo, LB
• Luxação – dente /osso
elevador
forceps
Camargo, LB
• Exodontia ou avulsão
Camargo, LB
• Curetagem alveolar (se 
necessário)
• Manobra de Champreé
Camargo, LB
• Sutura – agulha 4.0
Sim ou não?
Camargo, LB
• Tamponamento
Camargo, LB
• Tamponamento por 30 min.
Recomendações pós - operatória
• Alimentação fria e liquida / pastosa;
Recomendações pós - operatória
• Evitar alimentos duros;
• NÃO morder objetos;
• NÃO usar canudo;
Recomendações pós - operatória
• NÃO tocar na ferida;
• Escovação;
Recomendações pós - operatória
• NÃO bochechar por 12 horas;
• NÃO ficar no sol, nem fazer esforço físico;
Recomendações pós - operatória
• Repouso;
• Orientações pós-anestesia.
Recomendações pós - operatória
• Medicamento;
Analgésico: 1gota/Kg peso
Fonoff & Alencar
Complicações
Fratura de raízes
Odontosecção
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
• Divergência das raízes
• Proximidade com o germe 
• Facilitar a cirurgia
Issáo & Guedes Pinto, 1999; Mathias et al., 1999
INDICAÇÕES
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Fusão anatômica do cemento - dentina
radicular ao osso alveolar.
Consolaro, 2002
D= dentina
C= cemento
OA= osso
alveolar
E= esmalte
H.E.; aumento original=160x
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Etiologia:
• Hereditariedade;
• Traumas.
• DENTE DECÍDUO x permanente
• Região posterior e inferior
Prevalência:
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Diagnóstico
• Dente em infraoclusão;
• Ausência de mobilidade;
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Classificação
Leve – 1 a 2 mm abaixo do plano oclusal
CJA
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Classificação
Moderada – coroa na altura do ponto de
contato
CJA
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Classificação
Severa – dente submerso
CJA
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Tratamento
Conservador – confecção de coroa em resinacomposta
Cirúrgico – exodontia
Considerar o estágio
de rizólise e 
formação do germe
do permanente
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Sequelas
• extrusão do elemento antagonista;
• hábitos de interposição da língua;
• retenção de placa;
• Impactação;
Anquilose
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Sequelas
• Atraso da esfoliação do decíduo e na
erupção do permanente sucessor;
• Alteração da trajetória de erupção do
permanente sucessor;
• Inclinação de dentes adjacentes;
• Desenvolvimento de maloclusão .
Técnica cirúrgica
Anquilose severa
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
Anquilose severa
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
Anquilose severa - incisão
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
Anquilose severa
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
odontosecção
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
clivagem
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
remoção dos 
fragamentos
Alencar, C
Técnica cirúrgica
Toilete do alvéolo
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
sutura
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Técnica cirúrgica
Mantenedor de espaço
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Alencar, C
Ulectomia
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
Remoção cirúrgica dos tecidos que
revestem a face oclusal da coroa de um 
dente não irrompido ou parcialmente
irrompido.
Ulotomia: incisão do capuz coronário
Ulectomia
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
• atraso na erupção sem causa aparente
• fibrose gengival
• dentes parcialmente irrompidos, com 
erupção lenta
Indicações
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
UNIP/SP
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIA EM 
ODONTOPEDIATRIA