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ECONOMIA E FINANÇAS
PÚBLICAS
Teoria da Produção
Livro Eletrônico
Presidente: Gabriel Granjeiro
Vice-Presidente: Rodrigo Calado
Diretor Pedagógico: Erico Teixeira
Diretora de Produção Educacional: Vivian Higashi
Gerência de Produção de Conteúdo: Magno Coimbra
Coordenadora Pedagógica: Élica Lopes
Todo o material desta apostila (incluídos textos e imagens) está protegido por direitos autorais
do Gran. Será proibida toda forma de plágio, cópia, reprodução ou qualquer outra forma de
uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando-se o transgressor às
penalidades previstas civil e criminalmente.
CÓDIGO:
230130597138
DAISY ASSMANN
Economista pela UnB, mestre e doutora em Economia pela Universidade Católica
de Brasília. Aprovada em vários concursos, dentre eles, na Defensoria Pública da
União em 2012, onde atua exercendo a função de coordenadora de planejamento e
acompanhamento financeiro.
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a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
SUMÁRIO
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Teoria da Produção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
1. Teoria da Firma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
2. Fatores de Produção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
3. Função de Produção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
4. Diferenciação entre Curto e Longo Prazo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
5. Rendimentos de Escala . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
Resumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
Questões de concurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
Gabarito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
Gabarito comentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
aPREsEnTaçÃoaPREsEnTaçÃo
Olá, futuro(a) concursado(a)!
Tudo bem? E os estudos? Progredindo? O importante é não parar. A constância é o maior
desafio e o melhor aliado de todo concurseiro. Bora lá?!
Esta aula vai cobrir os seguintes pontos do edital de economia:
Teoria da firma e determinação da curva de oferta. Fatores de produção. Funções de
produção, isoquantas e suas propriedades. Produtividade média e marginal. Curto e longo
prazo. Rendimentos marginais e retornos de escala.
Espero que você goste do que vamos estudar e do material a seguir. Por favor: material
obrigatório! É o que você precisa saber para passar.
Então, fica ligado no curso GRAN. Estou esperando as dúvidas no Fórum do aluno!
Vamos começar?
Daisy Assmann
@profadaisyassmann
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Teoria da Produção
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TEORIA DA PRODUÇÃOTEORIA DA PRODUÇÃO
1 . TEoRia Da FiRma1 . TEoRia Da FiRma
Vamos agora iniciar o outro lado do mercado: a oferta. Até então estávamos estudando
a demanda que a parte que mais nos afeta no dia a dia de forma direta. Mas você vai
perceber que a oferta também está super presente nas nossas tomadas de decisões. Na
parte que estudamos da demanda, nos preocupamos com a utilidade, com as preferências
e como isso tudo afetava as decisões. Vamos olhar para a oferta da mesma maneira. Você
vai se colocar como um ofertante de um produto ou serviço para o mercado. Então vamos
pensar na produção e nos custos de produção. Primeiro vamos focar na produção. A parte
dos custos terá uma específica para tratarmos.
Antes de partimos para a Teoria da Firma, vamos ver a definição de Produção. Vamos lá!? 😉
Produção, para Goolsbee (2018), é “O processo pelo qual uma pessoa, companhia,
governo ou organização sem fins lucrativos cria um bem ou serviço pelo qual outras pessoas
ou entidades estão dispostas a pagar.”
Assim agora você vai perceber que o olhar será para o produtor. E naturalmente vamos
passar por bens que serão produzidos.
Qual tipo de bem que o produtor vai produzir? Finais ou intermediários?Qual tipo de bem que o produtor vai produzir? Finais ou intermediários?
Bens finais são aqueles que encontramos nas lojas, nos supermercados e, portanto, já
passaram por todo o processo produtivo. Já os bens intermediários são aqueles que ainda
precisam passar por uma etapa produtiva. Podemos nos referir como os bens que serão
usados para produzir o bem final.
Vamos agora falar sobre os pressupostos que adotaremos para abordar essa parte do
conteúdo. Vou listar as hipóteses que vamos adotar para tratar a Teoria da Produção. Os
pressupostos são baseados em Goolsbee (2018, p. 212), leia a seguir:
A firma produz um único bem.
A firma já escolheu qual bem produzir.
Para qualquer que seja a quantidade que produza, o objetivo da firma é minimizar o custo
inerente a produzir essa quantidade.
A firma utiliza somente dois insumos para fabricar seu produto: capital e mão de obra.
No curto prazo, uma firma pode optar por empregar a quantidade de mão de obra que desejar,
mas não consegue rapidamente modificara quantidade de capital que utiliza. No longo prazo,
a firma consegue escolher livremente as quantidades tanto da mão de obra quanto do capital
que emprega.
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Quanto mais insumos a firma utiliza, mais produto ela gera.
A produção de uma firma exibe rendimentos marginais decrescentes para mão de obra e capital.
A firma pode comprar a quantidade de insumos de capital e de mão de obra que desejar, a
preços fixos.
Caso exista um mercado para o capital que funcione bem (por exemplo, bancosinfratores à responsabilização civil e criminal.
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c) um peso morto equivalente à soma dos excedentes do consumidor e do produtor.
d) uma perda tributária para o governo.
e) assunção da carga tributária apenas pelos produtores, devido à relativa inelasticidade-
preço da oferta.
040. 040. (FCC/AUDITOR-FISCAL DA RECEITA ESTADUAL - AUDITORIA E FISCALIZAÇÃO (PROVA 1)
(SEFAZ-SC)/2018) Os rendimentos decrescentes de escala
a) são representados por um espaçamento decrescente das isoquantas à medida que a
quantidade de insumos combinados aumenta, em uma dada função de produção.
b) são mais prováveis na indústria de transformação que no setor de serviços, pois, este,
em geral, apresenta menor investimento em equipamentos de capital.
c) são representados por isoquantas cada vez mais distantes entre si, conforme os níveis
de produção aumentam proporcionalmente.
d) são definidos pela taxa de crescimento do produto ao passo que os insumos são mantidos
constantes
e) tornam mais vantajosa a operação de uma única grande empresa, do que a de muitas
pequenas empresas, quando predominam em dado setor.
041. 041. (FCC/SP PARCERIAS/ANALISTA TÉCNICO/2018) Há uma corrente dentro do pensamento
econômico brasileiro que afirma que, a partir da orientação econômica liberalizante assumida
pelos gestores de nossa política econômica, nos anos 90 e início do século XXI, o país
abandonou a ideia de uma política industrial, outrora presente. Nesse contexto,
a) o documento publicado pelo Ministério da Indústria, Comércio e Turismo, durante o
primeiro governo FHC, intitulado Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, ao
enumerar uma série de instrumentos, tais como políticas de investimento, de capacitação
tecnológica, de comércio exterior, de capacitação de recursos humanos e de apoio às
microempresas e empresas de pequeno porte, corrobora essa perspectiva.
b) o denominado Primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento (IPND), ao elencar “grandes
programas de investimentos”, com o propósito de consolidar a infraestrutura econômica
e as indústrias básicas, contraria essa afirmação
c) o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), em sua primeira fase, de 2007 a 2010,
focava apenas os investimentos em infraestrutura urbana, nas regiões mais carentes do
país, sem vislumbrar qualquer impacto sobre o produto industrial, o que vem ao encontro
da perspectiva dessa corrente.
d) a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), reforça a perspectiva acima, ao propor-
se enfrentar quatro desafios, a saber: ampliação da capacidade de oferta para enfrentar
uma demanda em expansão, mantendo-se o controle sobre a inflação; preservar a robustez
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do balanço de pagamentos brasileiro; elevar a capacidade de inovação das empresas
brasileiras; e ampliar as condições de acesso a mercados para micro e pequenas empresas,
o que corrobora essa perspectiva.
e) a afirmação contida em relatório de 1998 do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
Industrial (IEDI) de que bastaria estabelecer um ambiente macroeconômico favorável para
que as forças autônomas do mercado se encarregassem de transformar nosso país em
importante base de produção industrial do mundo, corrobora essa perspectiva.
042. 042. (FCC/PREFEITURA DE TERESINA – PI/TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR - ANALISTA DE
ORÇAMENTO E FINANÇAS PÚBLICAS/2016) Supondo-se que o Município de Piripiri − PI
pretende ampliar seu programa de coleta seletiva de lixo, triplicando a capacidade de
reciclagem de seu pequeno centro de triagem de resíduos sólidos, e que estudos apontaram
que este centro pode apresentar rendimentos crescentes de escala. A partir deste dado,
mantendo-se todos as demais variáveis econômicas constantes,
a) neste caso, em um gráfico em que se relacionam dois insumos, como capital e trabalho,
tem-se isoquantas de produção de recicláveis cada vez mais próximas, conforme os insumos
empregados no centro de triagem aumentam
b) para se triplicar a capacidade de reciclagem do centro serão necessários mais que o
triplo de insumos produtivos
c) um empreendimento, como o do exemplo, sempre terá rendimentos crescentes,
independentemente de quanto crescer o centro de triagem.
d) para que o Município alcance a meta de reciclagem, é mais vantajoso, do ponto de vista
econômico, criar dois novos centros com o mesmo tamanho que o existente, do que ampliar
a capacidade produtiva deste.
e) o tamanho do centro de triagem não afeta, significativamente, a produção de recicláveis,
uma vez que caracteriza-se como atividade capital intensiva.
043. 043. (FCC/PREFEITURA DE TERESINA – PI/TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR – ECONOMISTA/2016)
Uma empresa produz determinado bem que requer a utilização de dois insumos, os quais
seguem uma função de proporção fixa. Nessa condição,
a) não é possível haver substituição dos insumos.
b) a taxa marginal de substituição técnica é constante.
c) a taxa marginal de substituição técnica é infinita.
d) a isoquanta será a mesma que aquela construída para a condição dos dois insumos serem
substitutos perfeitos.
e) a isoquanta é uma reta que não cruza a origem do plano cartesiano.
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044. 044. (FCC/ELETROBRAS-ELETROSUL - CIÊNCIAS ECONÔMICAS/2016) Considere que uma
firma pode utilizar dois insumos, A e B, como substitutos perfeitos, podendo ser utilizados
conjuntamente. Se a isoquanta é dada por 24 = 6a + 3b, é correto afirmar que a Taxa Marginal
de Substituição Técnica − TMST
a) de A para B é de 8,0.
b) de B para A não varia ao longo da isoquanta.
c) representa a inclinação positiva da isoquanta.
d) evidencia, para este caso, a preferência da firma pelo insumo B.
e) de B para A é de 6,0.
045. 045. (FCC/ECONOMISTA (AL-MS)/2016) A quantidade ofertada aumenta com o aumento
de preços porque
a) os produtores passam a considerar mais lucrativo produzir o bem.
b) os consumidores saem do mercado e assim compradores encontram um excesso de oferta.
c) quando a demanda aumenta com um preço alto surge um excedente.
d) a demanda sobe quando a oferta aumenta.
e) este aumento de preço reduz o custo marginal.
046. 046. (FCC/ANALISTA PREVIDENCIÁRIO – ECONOMIA (MANAUSPREV)/2015) O mercado em
concorrência perfeita permite a obtenção do maior bem-estar social. Na presença de
falhas de mercado, a atuação do governo é admitida como potencialmente positiva para
a melhoria do bem-estar social. Portanto,
a) no caso de um monopólio legal, a aplicação de um imposto sem o controle do repasse
para o consumidor do aumento do custo da firma poderá ocasionar uma redução do bem-
estar dos consumidores inversamente proporcional à elasticidade preço da demanda.
b) a presença de externalidades negativas, tais como poluição do meio-ambiente e altas
taxas de criminalidade, requerem, necessariamente, a atuação governamental por meio
da imposição de tributos para direcionar os mercados na promoção do bem-estar social e
compensar os indivíduos penalizados pelos eventos danosos ao bem comum.
c) tributos e regulação governamental impedem o equilíbrio geral dos mercados de uma
economia, pois os agentes se veemtolhidos em seus interesses e potenciais produtivos,
impedindo assim que a economia como um todo avance mais rapidamente.
d) uma crise hídrica como a que ora vive a região sudeste do Brasil não pode ser classificada
como uma falha dos mercados competitivos. Trata-se, necessariamente, de um ajuste
negativo nas condições de oferta de chuvas, o qual levará a um aumento nos preços e, com
isso, a queda da demanda eliminará o problema de disponibilidade de água para a população.
e) a presença de bens públicos, no sentido econômico do termo, não pode ser considerada
uma falha dos mercados, pois o problema reside na definição dos direitos de propriedade
que incidem sobre os bens e serviços e não na característica intrínseca aos mesmos.
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047. 047. (FCC/AGENTE FISCAL DE RENDAS - GESTÃO TRIBUTÁRIA - PROVA 1 (SEFAZ-SP)/2013)
Considere a seguinte função de produção do bem X, do tipo Cobb-Douglas, a qual é homogênea
de grau 1:
Y = KaLb
onde:
Y = quantidade produzida do bem X
K = quantidade do fator capital
L = quantidade do fator trabalho
a, b = parâmetros da função
É correto afirmar que
a) a produção do bem X mais que dobrará, se a quantidade dos fatores de produção for
multiplicada por 2 no longo prazo.
b) a soma dos parâmetros a e b é menor que um (1), indicando a presença de deseconomias
de escala no longo prazo.
c) a taxa marginal de substituição técnica do capital pelo trabalho é dada, em módulo, pelo
quociente da produtividade marginal do trabalho pela produtividade marginal do capital.
d) o parâmetro b representa a elasticidade da produção em relação à quantidade do fator
capital.
e) a produtividade marginal do capital é estritamente crescente no curto prazo, qualquer
que seja a quantidade utilizada do fator.
048. 048. (FCC/AGENTE FISCAL DE RENDAS - GESTÃO TRIBUTÁRIA - PROVA 1 (SEFAZ-SP)/2013)
Considerando a teoria microeconômica tradicional, o comportamento de uma firma e a
estrutura de mercado de um determinado produto, é correto afirmar:
a) O poder do monopolista para fixar seu preço é inversamente proporcional à elasticidade
da curva de demanda pelo seu produto.
b) Uma empresa em um mercado em concorrência perfeita, no longo prazo, pode continuar
a auferir lucros extraordinários, embora em valores menores do que no curto prazo.
c) O nível ótimo de produção para uma firma em concorrência perfeita é dado pelo ponto
no qual a receita marginal excede o custo marginal no maior valor possível.
d) A curva de oferta no monopólio, dado um determinado nível de preço, apresenta uma
elasticidade-preço menor do que a curva de oferta em concorrência perfeita.
e) O monopolista maximiza seus lucros produzindo a quantidade cujo custo marginal seja
igual ao preço de seu produto.
049. 049. (INSTITUTO CONSULPLAN/ANALISTA DO EXECUTIVO - CIÊNCIAS ECONÔMICAS (SEGUER-
ES)/2023) Na atribuição de seu cargo, considere a missão de analisar o mercado de um
determinado produto que opera em mercado de concorrência perfeita. Deste modo,
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após o levantamento de dados, verificou-se, através de inferências estatísticas, que as
funções oferta (O) e demanda (D) lineares são dadas em função de seus preços (p) por:
• D = 2.200 – 3p • O = 600 + 5p
Considerando as informações anteriores, assinale a afirmativa INCORRETA.
a) O preço que equilibra o mercado é de R$ 200,00.
b) Ao preço de R$ 210,00 há excedente do produtor de 80 unidades.
c) A quantidade ofertada que equilibra o mercado é 1.600 unidades.
d) A quantidade demandada que equilibra o mercado é 1.400 unidades.
e) Quando o preço de mercado é R$ 160,00 há uma escassez do consumidor de 320 unidades.
050. 050. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE PATOS DE MINAS – MG/TÉCNICO NÍVEL SUPERIOR I –
ECONOMISTA/2015) Considerando os conhecimentos teóricos sobre análise microeconômica,
marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
() O excedente do consumidor mede o benefício líquido obtido pelos consumidores a partir
de um mercado competitivo. É o benefício total, ou o valor total, que os consumidores
recebem além daquilo que pagam pela mercadoria.
() Em mercados não regulamentados e competitivos, consumidores e produtores compram
e vendem conforme o preço de mercado que prevalece. Contudo, para alguns consumidores,
o valor da mercadoria excede tal preço de mercado, significando que eles estariam dispostos
a pagar mais pela mercadoria, caso fosse necessário.
() Entende‐se por mercado a identificação de compradores e vendedores (ofertantes) e
demais agentes econômicos que se interagem.
() Entende‐se por extensão de mercado as fronteiras de um mercado, tanto geográficas
quanto em termos do leque de produtos que é oferecido em referido mercado.
() Entende‐se por mercado perfeitamente competitivo aquele que possui muitos vendedores e
muitos compradores, de tal modo que nenhum comprador ou vendedor possa, individualmente,
influir de forma significativa nos preços.
A sequência está correta em
a) F, F, F, F, F.
b) V, V, V, V, V.
c) F, F, V, V, V.
d) F, V, F, V, F.
051. 051. (VUNESP/PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP/ANALISTA EM GESTÃO MUNICIPAL
- CIÊNCIAS ECONÔMICAS/2015) Um bem de Giffen
a) pode ser um bem de luxo com elasticidade renda superior a 1.
b) é um bem cuja elasticidade preço da oferta é superior a 1.
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c) é um bem cuja demanda apresenta declividade negativa para qualquer preço.
d) é um bem muito raro.
e) é um bem inferior cujo efeito renda, em módulo, supera o efeito substituição.
052. 052. (IADES/FUNDAÇÃO HEMOCENTRO DE BRASÍLIA - DF – ECONOMIA/2017) Quando o preço
do bem X cai de $ 5 para $ 4, a quantidade demandada aumenta de 10 para 15 unidades.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
a) A elasticidade preço da demanda é 2,5 em valores absolutos.
b) A elasticidade preço da oferta é maior que 1.
c) A cada $ 1 de redução no preço do bem, a quantidade ofertada aumenta em cinco unidades.
d) A demanda pelo bem X é inelástica.
e) A receita total da indústria não se altera.
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GABARITOGABARITO
1. E
2. E
3. a
4. b
5. a
6. E
7. C
8. C
9. C
10. E
11. C
12. E
13. c
14. E
15. E
16. C
17. Anulado
18. E
19. C
20. E
21. E
22. b
23. C
24. E
25. C
26. E
27. E
28. C
29. E
30. a
31. C
32. c
33. c
34. a
35. b
36. c
37. a
38. e
39. c
40. c
41. e
42. a
43. a
44. b
45. a
46. a
47. c
48. a
49. d
50. b
51. e
52. a
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Teoria da Produção
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GABARITO COMENTADOGABARITO COMENTADO
001. 001. (CESPE/REGULADOR DE NOVAS ATRIBUIÇÕES III - CARGO 6 (ANP/2022) Considerando
a teoria microeconômica, julgue o item a seguir.
Considere-se que a tecnologia de uma empresa seja dada pela função de produção Q (K,
L) = Ka Lβ, em que K e L representam, respectivamente, as quantidades de capital e de
trabalho necessárias para a produção do produto Q, sendo α e β constantes positivas cuja
soma é igual a 1. Nessa situação hipotética, a elasticidade de substituição entre os fatores
de produção K e L é igual a zero.
A função apresentada na Questão é a Cobb-Douglas e quando se tratar dessa função e
a+b=1 a Elasticidade de Substituição será UNITÁRIA = 1 (PARA INSUMOS QUE SEGUEM as
funções Cobb-Douglas)
Para Insumos Substitutos, a Elasticidade de Substituição será INFINITA (TMST CONSTANTE);
Função Y=a.K+b.L (RETA)
Para insumos Complementares (de proporções fixas), a Elasticidade de Substituição será = O
Função Y=Mín {a.K,b.L}
Errado.
002. 002. (CESPE/AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - CIÊNCIAS ECONÔMICAS (TCE-
SC)/2022) Suponha que a quantidade produzida q por uma firma seja dada por q = 1200K2/3
L1/3, sendo K a quantidade de capital investido e L a quantidade de mão de obra, ambas
medidas em unidades convenientes. Sabendo que cada unidade de capital investido custa
$ 6 e cada unidade de mão de obra custa $ 24, julgue o item que se segue.
Fixada a quantidade produzida em 24.000 unidades, a isoquanta é a curva que mostra o
menor custo possível para atingir esse nível de produção.
• isoquanta
• diferentes combinações de fatores que levam ao mesmo nível de produção (mesmo Q)
• negativamente inclinada: substituição de um fator pelo outro
• formato convexo: gradativo aumento da dificuldade na substituição de um fator
pelo outro
• a isoquanta não mostra o menor custo possível, ela mostra diferentes arranjos de
fatores para uma mesma quantidade de produto
• quando a isoquanta tangencia a linha de ISOCUSTO: menor custo e maior eficiência
Errado.
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003. 003. (CESPE/ANALISTA LEGISLATIVO – CIÊNCIAS ECONÔMICAS AL (AL-CE) /2021) Acerca de
conceitos de microeconomia bem como de efeito renda e efeito substituição, bens normais
e inferiores, julgue os itens a seguir.
I – A classificação de bem inferior depende do efeito renda, e não do efeito preço.
II – Se a redução do preço reduz a quantidade demandada, então o bem é de Giffen.
III – Os bens de Giffen possuem elasticidade-preço negativa.
IV – Para dois bens complementares x e y, o aumento do preço do bem x leva ao aumento
da quantidade demandada do bem y.
Estão certos apenas os itens
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III, IV.
I – Certo. O efeito renda pode classificar os bens em:
a) Bens de luxo
b) Bens normais
c) Bens inferiores
II – Certo. Isso mesmo. Existem 2 exceções à Lei Geral da Demanda: Bens de Giffen e Bens
de Veblen. Esses bens aumentam sua demanda com o aumento do preço. Logo, diminuem
a demanda com a diminuição do preço.
III – Errado. Como explicado no item II. Uma vez que os bens de Giffen são diretamente
proporcionais ao preço, logo sua EPD será positiva.
IV – Errado. Uma vez que os bens são complementares, eles atuarão de forma parecida:
Se o preço de X aumenta, a demanda de X diminui, logo, a demanda de Y também diminui.
Se o preço de X diminui, a demanda de X aumenta, logo, a demanda de Y também aumenta.
Letra a.
004. 004. (CESPE/AUDITOR DO ESTADO – BLOCO II (SEFAZ-RS) /2018) Julgue os itens a seguir,
considerando a classificação microeconômica dos bens.
I – Se a curva de demanda é positivamente inclinada, então o bem é denominado bem inferior.
II – Se o efeito renda é maior que o efeito substituição, então o bem é denominado bem
de Giffen.
III – Se a elasticidade-preço da demanda for negativa, os bens são complementares.
IV – Para bens com demandas lineares, a elasticidade-preço da demanda é constante.
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Teoria da Produção
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Estão certos apenas os itens
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.
I – Embora existam os bens de Veblen, ao que me parece, o CESPE ignora isso. Por isso,
quando falar em positivo, pode considerar Giffen, o qual são todos bens inferiores, embora
a recíproca não seja verdadeira.
II – Além do dito acima, a razão do bem de giffen ter demanda positiva é a superioridade do
efeito renda sobre a substituição. Assim, como o efeito renda possui a seguinte característica,
para bens inferiores: P sobe, Q sobe, em razão da diminuição da renda, embora não seja
suficiente para superioridade nos bens inferiores em geral, no bem de Giffen será superior,
prevalecendo o efeito renda.
III – Elasticidade preço cruzada.
IV – Elasticidade linear se refere à unitária, à superior a 1 e à inferior 1
Letra b.
005. 005. (CESPE/ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO/CIÊNCIAS ECONÔMICAS (TCE-MG) /2018)
Conforme a teoria econômica, em um mercado onde a empresa não consegue afetar o preço
do bem que ela própria produz, o nível máximo de produção a ser atingido é determinado
pelo ponto em que a isoquanta mais alta tangencia a isocusto. A inclinação da isocusto,
nesse ponto de tangência, será igual
a) à taxa marginal de substituição técnica.
b) aos rendimentos crescentes de escala.
c) ao custo de oportunidade.
d) à CPP dinâmica.
e) à restrição orçamentária.
A isoquanta descreve as combinações de insumos de produção que custam o mesmo
montante para a empresa. Já o isocusto é um gráfico que mostra todas as combinações
possíveis de trabalho e capital que podem ser adquirias mediante dado custo.
Em tela, se isoquanta fosse muito “baixa”, nenhuma combinação de insumos permitiria
que a empresa atingisse o nível de produção desejada. Se por outro lado a isoquanta fosse
“muito alta”, o custo seria muito elevado. Agora, quando a isoquanta tangência o isocusto,
temos uma combinação ótima de insumos na produção.
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Teoria da Produção
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A quantidade de um insumo que pode ser reduzida quando uma unidade extra de outro
insumo é utilizada, mantendo-se o produto constante, é representada pela taxa marginal
de substituição técnica (TMST), a qual indica a inclinação da isoquanta. Assim:
TMST = –Variação do insumo capital/variação do insumo trabalho = –∆K/∆L (para um nível
constante de q)
Notou equívoco no comentário? Mensagem.
Fonte adaptada: Microeconomia. Robert S. Pindyck, Daniel L. Rubinfeld; – 8. ed. – São Paulo,
2013; p. 233-235
Letra a.
006. 006. (CESPE/AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO – ECONOMIA (TCE-SC) /2016) A
respeito de aspectos da teoria doconsumidor, produtividades média e marginal e estruturas
de mercado, julgue o item seguinte.
A taxa marginal de substituição técnica em cada ponto da isoquanta corresponde à quantidade
de capital que pode ser substituída por determinada quantidade de trabalho com o objetivo
de aumentar a produção.
Taxa marginal de substituição técnica (TMGST) (taxa técnica): quanto de certa quantidade de
fator de produção deve ser substituído por outra para que a empresa mantenha constante
a produção.
Errado.
007. 007. (CESPE/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO - ÁREA PLANEJAMENTO – ECONOMIA/2016)
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Teoria da Produção
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Considere uma função de produção que utilize capital (K) e trabalho (L), estando as isoquantas
dessa produção (Q) descritas na figura apresentada. A partir desses dados, julgue o item
que se segue.
As isoquantas apresentadas representam o capital e o trabalho como substitutos perfeitos
na produção.
Casos especiais de isoquantas:
Função de produção de insumos substitutos perfeitos: Quando os dois fatores de produção
são substitutos perfeitos, a TMgST é constante e as isoquantas serão linhas retas. Q (K, L)
= a.K + b.L
Função de produção de complementares fixas ou perfeitos (Leontief): Quando os dois fatores
de produção são complementares perfeitos, a firma deverá aumentar a quantidade dos
insumos em proporções fixas, caso queira aumentar a produção. Neste caso, as isoquantas
terão o formato de um L. Q (K, L) = min (K, L)
Certo.
008. 008. (CESPE/AUDITOR GOVERNAMENTAL – GERAL (CGE-PI) / 2015) Em relação às estruturas
de mercado, julgue o próximo item.
Se existirem rendimentos constantes à escala em uma indústria perfeitamente competitiva,
então a curva de oferta da indústria será horizontal no longo prazo.
Quando se tem rendimentos constantes numa escala de longo prazo, isso faz com que a
curva da oferta seja uma reta horizontal, dado que se você tem um custo constante, ele
não varia de acordo com o nível de produção (baixa ou alta).
Certo.
009. 009. (CESPE/CÂMARA DOS DEPUTADOS - ANALISTA LEGISLATIVO - CONSULTOR LEGISLATIVO
ÁREA III/2014)
Texto associado
A inclinação da isoquanta em cada ponto representa a taxa marginal de substituição técnica,
que é representada pela proporção de troca entre os insumos.
Isoquanta: isoquanta é uma curva que representa várias combinações de fatores de produção (terra,
capital e trabalho) que resultem na mesma quantidade de produção (output). MESMA QUANTIDADE.
Ou seja, por exemplo, 6 máquinas produzem o mesmo que 60 trabalhadores.
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Vem daí a TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO: ou seja, se eu tiver uma queda em um insumo,
quanto terei de ter do outro insumo para compensar. Se eu perder uma costureira, quantas
máquinas terei de comprar para fazer o trabalho dela.
No exemplo acima, para cada máquina que eu “perder”, preciso de 10 trabalhadores para
compensar.
Certo.
010. 010. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/ECONOMIA (TJ-SE) /2014) Determinada firma combina
capital (K) e trabalho (L) por meio da função de produção Q = K Lß , em que Q representa
a quantidade produzida do bem e e são constantes positivas. Com base nessa situação
hipotética, julgue os itens a seguir.
A isoquanta é o lugar geométrico dos pontos em que a taxa marginal de substituição técnica
permanece constante para vários níveis de produção Q.
É uma função cobb-douglas. a Taxa marginal de substituição (técnica) só é constante no
caso de substitutos perfeitos.
Errado.
011. 011. (CESPE/POLÍCIA FEDERAL/AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL/2014)
Texto associado
O conjunto de todas as combinações possíveis entre dois insumos capazes de produzir uma
mesma quantidade de produto é denominado isoquanta.
ISOQUANTA: é a curva que representa todas as possíveis combinações de insumos que
resultam no mesmo volume de produção.
ISOCUSTO: é a curva que inclui todas as possíveis combinações de trabalho e capital que
podem ser adquiridas por determinado custo total.
FONTE: Pindyck, pág. 192
Certo.
012. 012. (CESPE/ANTT/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES TERRESTRES
– ECONOMIA/ 2013) A respeito da teoria do consumidor, julgue o item seguinte.
A isoquanta é uma curva que representa as combinações de fatores de produção que
resultam na mesma quantidade de produto. O ponto ótimo de uma isoquanta é dado pela
intersecção com outra isoquanta que descreve combinações de outros fatores de produção.
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O ponto ótimo de uma isoquanta é dado quando há a intersecção dessa com a curva de
isocusto. A questão afirma que esse ótimo acontecerá quando há uma intersecção entre
as curvas isoquantas, o que não é verdadeiro.
Errado.
013. 013. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO (TCE-ES) /2013) Considerando
a teoria da produção e os principais resultados relacionados às curvas de custo, assinale a
opção correta.
a) Se o preço de uma hora de trabalho for igual a 10 unidades monetárias, se o preço de
uma hora de capital for igual a 5 unidades monetárias e se as produtividades marginais
do trabalho e do capital forem iguais a 30 e 20 unidades de fator produtivo por hora,
respectivamente, é correto afirmar que a combinação utilizada pela firma minimizará o
custo de produção.
b) Se determinada combinação de fatores de produção proporcionar dois níveis distintos
de produção, a função de produção exibirá retorno crescente à escala.
c) Se a taxa marginal de substituição técnica é decrescente, a isoquanta é convexa.
d) Se a adição de uma unidade extra de trabalho ao processo produtivo gera declínio da
produtividade marginal, a firma deve manter o nível de produção como forma de maximizar
o seu lucro.
e) Se uma firma utiliza, em seu processo produtivo, certa combinação de capital e trabalho,
de modo que a produtividade marginal do capital seja igual a 10 Q e a produtividade marginal
do trabalho seja igual a 20 Q, em que Q é a função de produção, é correto afirmar que o
lucro da firma será maximizado se no processo produtivo for utilizado o dobro do insumo
trabalho em relação ao capital.
Quando uma mesma combinação de fatores de produção proporciona dois níveis distintos
de produção tem-se um absurdo do ponto de vista produtivo. Porque as isoquantas não
se cruzam.
Letra c.
014. 014. (CESPE/BACEN/ANALISTA - POLÍTICA ECONÔMICA E MONETÁRIA/ 2013) No que diz
respeito à teoria do consumidor e à teoria da firma, julgue o item seguinte.
Considere que determinada firma tenha a função de produção de proporções fixas e que cada
nível de produção exija uma combinação específica de trabalho e capital. Nessa situação, a
taxa marginal de substituição técnica é constante em todos os pontos da isoquanta.
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Para que a TMST seja constante em todos os pontos da isoquanta, esta deve ser uma reta,
ou seja, destacar fatores de produção perfeitamente substituíveis.
A isoquanta com proporções fixas representa o caso de complementares perfeitos e possui
o formato de L (do tipo Leontief). Notadamente, na parte vertical a TMST é infinita, na
parte horizontal é igual a zero e no vértice irá depender das proporções fixa em que são
empregados os fatores produtivos.
Portanto, a TMST é variável no decorrer da isoquanta.
Errado.
015. 015. (CESPE/ANTT/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES TERRESTRES
– ECONOMIA/2013) A respeito da teoria do consumidor, julgue o item seguinte.
A isoquanta é uma curva que representa as combinações de fatores de produção que
resultam na mesma quantidade de produto. O ponto ótimo de uma isoquanta é dado pela
intersecção com outra isoquanta que descreve combinações de outros fatores de produção.
O ponto ótimo de uma isoquanta é dado quando há a intersecção dessa com a curva de
isocusto. A questão afirma que esse ótimo acontecerá quando há uma intersecção entre
as curvas isoquantas, o que não é verdadeiro.
Errado.
016. 016. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO (TCE-ES)/2013) Considerando
a teoria da produção e os principais resultados relacionados às curvas de custo, assinale a
opção correta.
a) Se o preço de uma hora de trabalho for igual a 10 unidades monetárias, se o preço de
uma hora de capital for igual a 5 unidades monetárias e se as produtividades marginais
do trabalho e do capital forem iguais a 30 e 20 unidades de fator produtivo por hora,
respectivamente, é correto afirmar que a combinação utilizada pela firma minimizará o
custo de produção.
b) Se determinada combinação de fatores de produção proporcionar dois níveis distintos
de produção, a função de produção exibirá retorno crescente à escala.
c) Se a taxa marginal de substituição técnica é decrescente, a isoquanta é convexa.
d) Se a adição de uma unidade extra de trabalho ao processo produtivo gera declínio da
produtividade marginal, a firma deve manter o nível de produção como forma de maximizar
o seu lucro.
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e) Se uma firma utiliza, em seu processo produtivo, certa combinação de capital e trabalho,
de modo que a produtividade marginal do capital seja igual a 10 Q e a produtividade marginal
do trabalho seja igual a 20 Q, em que Q é a função de produção, é correto afirmar que o
lucro da firma será maximizado se no processo produtivo for utilizado o dobro do insumo
trabalho em relação ao capital.
Quando uma mesma combinação de fatores de produção proporciona dois níveis distintos
de produção tem-se um absurdo do ponto de vista produtivo. As isoquantas não se cruzam.
Letra c.
017. 017. (CESPE/CPRM/ANALISTA EM GEOCIÊNCIAS – ECONOMIA/2013) O lítio é considerado
mineral estratégico para a economia mundial devido à sua utilização crescente na indústria
eletroeletrônica, seja na produção de baterias automotivas, seja na telefonia móvel entre
outros. Suponha que sua demanda apresenta curva negativamente inclinada enquanto a
oferta apresenta curva positivamente inclinada. Com base nesse assunto, julgue os itens
que se seguem.
Caso o preço máximo estabelecido pelo governo para os produtores de lítio fosse menor
que o preço de equilíbrio, entre a demanda e a oferta de lítio, haveria redução no excedente
do consumidor.
A quantidade ofertada é menor que a demandada, logo reduz-se as reservas do consumidor.
As informações contidas no comando e no item torna-o não julgável. Por esse motivo,
opta-se pela anulação.
Anulada.
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018. 018. (CESPE/CPRM/ANALISTA EM GEOCIÊNCIAS – ECONOMIA/2013) O lítio é considerado
mineral estratégico para a economia mundial devido à sua utilização crescente na indústria
eletroeletrônica, seja na produção de baterias automotivas, seja na telefonia móvel entre
outros. Suponha que sua demanda apresenta curva negativamente inclinada enquanto a oferta
apresenta curva positivamente inclinada. Com base nesse assunto, julgue os itens que se seguem.
Caso a elasticidade da demanda seja maior que 1, em valor absoluto, a receita para o
minerador de lítio aumenta quando o preço sobe.
Elasticidade é uma medida de como os compradores e vendedores reagem a uma mudança
nos preços, e nos permite analisar a oferta e a demanda com muito mais precisão.
Na demanda inelástica a quantidade demandada não responde com muita intensidade ao
aumento de preço.
Na demanda elástica a resposta ao aumento de preço é com muita intensidade.
Na demanda unitária a quantidade demandada muda na mesma proporção que o preço
se altera.
Na demanda perfeitamente inelástica a quantidade demandada não muda se houver uma
alteração nos preços.
Na demanda perfeitamente elástica a quantidade demandada muda infinitamente com
uma alteração nos preços.
Para que o produtor aumente a sua renda por causa do aumento do preço de um produto
a elasticidade deve ser inelástica, pois a sua renda é baseada na quantidade vendida
multiplicada pelo preço (Q x P).
Elasticidade igual à:
==> Perfeitamente elástica
1 a ==> Elástica
1 ==> Elasticidade unitária
0 a 1 ==> Inelástica
0 ==> Perfeitamente Inelástica
Errado.
019. 019. (CESPE/ANCINE/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO ATIVIDADE CINEMATOGRÁFICA E
AUDIOVISUAL - ÁREA 1/2013) No que se refere às características da indústria do audiovisual,
julgue o item subsecutivo.
Os produtos com os quais as empresas de mídia lidam, cuja base é a informação, podem
dar origem a novos produtos, em uma economia de escala que explica a tendência de essas
empresas ofertarem produtos e serviços diversos, como jornais, revistas, cinema, vídeo
doméstico, canais abertos e fechados
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A informação é um bem intangível que pode ser explorado de diversas maneiras, gerando
novos produtos e serviços. A produção e distribuição de informações em diferentes formatos
e plataformas por empresas de mídia pode ser feita de forma mais eficiente quando há
um grande volume de produção, o que gera economias de escala em termos de custos de
produção e distribuição.
Certo.
020. 020. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA /2012) Com base na teoria
microeconômica, julgue (C ou E) os itens que se seguem.
Sabendo-se que a função de serviços administrativos de determinado órgão público exige
um computador para cada funcionário, conclui-se que as isoquantas entre esses dois
insumos são formadas por linhas retas paralelas, cuja inclinação é igual a -1.
Isoquantas com formato de retas paralelas representam insumos que são substitutos
perfeitos. Em outras palavras, são insumos que podem ser trocadossem nenhuma restrição,
mantendo a mesma quantidade produzida.
Nessa questão, os insumos são computadores (capital) e funcionários (trabalho). O resultado
são os serviços administrativos (produto).
Vamos assumir que 2 funcionários utilizando 2 computadores produzam 2 serviços
administrativos por dia.
Se computadores e funcionários fossem substitutos perfeitos, poderíamos empregar 4
funcionários e 0 computadores e ainda assim obteríamos 2 serviços administrativos por dia.
Poderíamos, inclusive, empregar 4 computadores e 0 funcionários para obter os 2 serviços
administrativos diários.
Naturalmente, sabemos que esse não é o caso, uma vez que computadores necessitam de
pelo menos um funcionário para que haja produção.
Logo, conclui-se que os insumos em questão não são substitutos perfeitos. Se não são
substitutos perfeitos, a isoquanta NÃO é uma reta.
Errado.
021. 021. (CESPE/BANCO DA AMAZÔNIA/TÉCNICO CIENTÍFICO – ECONOMIA/2012)
Texto associado
Considere que, na região, haja processos produtivos crescentes de escala e que os créditos
disponibilizados pelo Banco da Amazônia tenham sido totalmente aplicados em capital e
trabalho. Nessa situação, essa política tenderá a separar as isoquantas, que se afastarão cada
vez mais umas das outras à medida que os recursos forem aplicados nas atividades econômicas.
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Teoria da Produção
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Quanto mais distante as isoquantas estão uma da outra, menor é o rendimento de escala.
Explicar o porquê aqui seria meio complicado. Mas se você souber o que a isoquanta
representa, fica fácil de visualizar. Segue bizu para decorar:
• se forem se afastando -> rendimentos decrescentes
• se a distância entre as isoquantas for constante -> rendimento constante
• se forem se aproximando -> rendimento crescente
Errado.
022. 022. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA /2012) No que se refere à
economia internacional e a questões a ela relacionadas, assinale a opção correta.
a) Em economias que privilegiam a produção, tarifas são preferíveis a quotas, porque,
embora reduzam o excedente do consumidor, deixam o do produtor inalterado.
b) No modelo ricardiano das vantagens comparativas, os ganhos do comércio são explicados
pelas diferenças da produtividade marginal relativa do fator trabalho entre os países.
c) Considere que uma empresa mineradora brasileira compre empresa da área de mineração
na Tailândia. Nessa situação, a transação deve ser registrada na conta capital da CCF (conta
capital e financeira) do balanço de pagamentos brasileiro.
d) Políticas fiscais expansionistas contribuem para a depreciação da moeda e para o aumento
do investimento e das exportações líquidas.
e) Como o contágio que caracterizou as crises de câmbio do período 1980-2000 deveu-se
ao canal financeiro, não houve deterioração da balança comercial dos países afetados por
esse fenômeno.
a) Errada. A inserção de tarifas reduz bastante o excedente do consumidor, aumenta um
pouquinho o excedente do produtor, gera um “excedente para o governo” (receita tributária),
mas no geral, diminui o bem-estar social (reduzem o excedente total). A análise gráfica
demonstra melhor o exposto, com base nas curvas de oferta, demanda, preço internacional
e inserção de tarifas sob o preço internacional.
b) Certa. A famosa teoria de Ricardo, das vantagens comparativas, foi estabelecida através
de um exemplo usando Portugal e Inglaterra, ambos produzindo 2 bens (tecidos e vinhos),
com apenas um fator de produção: trabalho. As diferenças da produtividade marginal do
trabalho (quantidade de trabalho para produzir uma unidade adicional) é que dão os ganhos
no comércio internacional.
c) Errada. O registro é na CONTA FINANCEIRA da CCF, uma vez que se trata de investimento
direto.
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d) Errada. Políticas fiscais expansionistas contribuem para ter mais demanda por moeda, e
com isso, contribuem para o aumento da taxa de juros, e como isso contribuem para atrair
capital externo e com isso contribuem para a VALORIZAÇÃO da moeda e para a DIMINUIÇÂO
das exportações líquidas.
e) Errada. As crises financeiras foram também cambiais. “Na década de 1990, muitos
países, especialmente aqueles considerados emergentes, experimentaram crises cambiais
e financeiras, a saber: Crise do Sistema Monetário Europeu, em 1992; Mexicana, em 1994;
Asiática, em 1997, Russa, em 1998; Brasileira, em 1999; e, Argentina em 2001.” In: http://
igepri.org/news/2011/10/as-crises-cambiais-e-financeiras-internacionais-mexicana-
1995-asiatica-1997-e-russa-1998/.
Letra b.
023. 023. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA/2012) Com base na teoria
microeconômica, julgue (C ou E) o item que se segue.
Mudanças legislativas que facilitem a entrada de mão de obra estrangeira especializada
na área de eletrônica contribuem para deslocar — para baixo e para a direita — a curva de
oferta de longo prazo da indústria eletrônica.
A oferta de um bem é influenciada por diversas variáveis, entre elas:
• Preço do bem
• Preço dos insumos utilizados na produção
• Inovações tecnológicas
• Preço de outros bens
A curva de oferta se desloca em relação à sua posição original quando uma dessas variáveis
muda de valor. Se a mudança de valor aumentar a oferta, ela se deslocará para a direita e
se diminuir para a esquerda.
A curva se desloca para baixo quando da diminuição do preço. Se o preço se manter haverá
apenas o deslocamento da curva para direita.
Ou seja, para haver o deslocamento da curva para a direita e para baixo, deverá ocorrer
simultaneamente, aumento da quantidade ofertada e diminuição do preço.
Certo.
024. 024. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO - ECONOMIA – ESPECÍFICOS/2011)
Texto associado
Em uma indústria competitiva caracterizada por custos decrescentes, aumentos da
quantidade ofertada coexistem com reduções no preço do produto desse setor, gerando
uma curva de oferta de longo prazo negativamente inclinada.
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Teoria da Produção
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Se o mercado é competitivo, então não haverá poder de monopólio por alguma empresa.
Assim, a diminuições de custos terão que ser repassadas para os consumidores.
Como os custos são decrescentes, então, com o passar do tempo, os custos vão ficando
menores e os preços dos bens acompanham essa tendência de queda.
Assim, o preço vai diminuindo e a quantidade consumida aumentando com a curva sendo
negativamente inclinada.
Para visualizar melhor, é só desenhar o gráfico com o preço no eixo y e a quantidade no eixo
x e desenhar a curva.
Errado.
025. 025. (CESPE/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO - ÁREA PLANEJAMENTO – ECONOMIA
(TCE-PA/2016)
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
Considere uma função de produção que utilize capital (K) e trabalho (L), estando as isoquantas
dessa produção (Q) descritas na figura apresentada. A partir desses dados, julgue o item
que se segue.
A referida função de produção apresenta rendimentos constantes à escala.
Rendimentos constante de escala
(α +α) =1
É Homogênea de grau 1, ou seja, um aumento de K e L em determinada proporção, Q
aumentará nesta mesma proporção.
Pmg dos fatores de produção são estritamente decrescentes (curto ou longo prazo).
Aplica-se, a esse tipo de rendimento de escala, a Teorema de Euler
Certo.
026. 026. (CESPE/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO - ÁREA PLANEJAMENTO – ECONOMIA
(TCE-PA)/2016)
Considere uma função de produção que utilize capital (K) e trabalho (L), estando as isoquantas
dessa produção (Q) descritas na figura apresentada. A partir desses dados, julgue o item
que se segue.
A função de produção em questão respeita a lei dos rendimentos marginais decrescentes.
Ao se tratar de isoquantas, supõe-se que estamos no longo prazo, ou seja, todos os insumos
são variáveis.
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Teoria da Produção
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No entanto, a aplicabilidade da lei dos rendimentos marginais decrescentes restringe-se
aos casos de curto prazo (pelo menos 1 insumo é fixo), daí o erro da questão.
Lei dos rendimentos marginais decrescente (David Ricardo): à medida que aumentamos o uso
de determinado fator de produção, mantendo-se os outros insumos de produção constantes,
chegamos a um ponto em que a produção adicional resultante começa a decrescer.
Errado.
027. 027. (CESPE/ANALISTA - POLÍTICA ECONÔMICA E MONETÁRIA (BACEN)/2013) No que diz
respeito à teoria do consumidor e à teoria da firma, julgue o item seguinte.
Considere que determinada firma tenha a função de produção de proporções fixas e que cada
nível de produção exija uma combinação específica de trabalho e capital. Nessa situação, a
taxa marginal de substituição técnica é constante em todos os pontos da isoquanta.
No caso de uma função de proporção fixa (complementares perfeitos), dado que a curva
tem o formato em L, não há como derivar, logo, não há como determinar a TMS.
Errado.
028. 028. (CESPE/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO ATIVIDADE CINEMATOGRÁFICA E AUDIOVISUAL
- ÁREA 1 (ANCINE)/2013) No que se refere às características da indústria do audiovisual,
julgue o item subsecutivo.
Os produtos com os quais as empresas de mídia lidam, cuja base é a informação, podem
dar origem a novos produtos, em uma economia de escala que explica a tendência de essas
empresas ofertarem produtos e serviços diversos, como jornais, revistas, cinema, vídeo
doméstico, canais abertos e fechados
A informação é um bem intangível que pode ser explorado de diversas maneiras, gerando
novos produtos e serviços. A produção e distribuição de informações em diferentes formatos
e plataformas por empresas de mídia pode ser feita de forma mais eficiente quando há
um grande volume de produção, o que gera economias de escala em termos de custos de
produção e distribuição.
Certo.
029. 029. (CESPE/ANALISTA EM GEOCIÊNCIAS – ECONOMIA (CPRM)/2013) O lítio é considerado
mineral estratégico para a economia mundial devido à sua utilização crescente na indústria
eletroeletrônica, seja na produção de baterias automotivas, seja na telefonia móvel entre
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outros. Suponha que sua demanda apresenta curva negativamente inclinada enquanto a
oferta apresenta curva positivamente inclinada. Com base nesse assunto, julgue os itens
que se seguem.
Caso a elasticidade da demanda seja maior que 1, em valor absoluto, a receita para o
minerador de lítio aumenta quando o preço sobe.
Elasticidade é uma medida de como os compradores e vendedores reagem a uma mudança
nos preços, e nos permite analisar a oferta e a demanda com muito mais precisão.
Na demanda inelástica a quantidade demandada não responde com muita intensidade ao
aumento de preço.
Na demanda elástica a resposta ao aumento de preço é com muita intensidade.
Na demanda unitária a quantidade demandada muda na mesma proporção que o preço
se altera.
Na demanda perfeitamente inelástica a quantidade demandada não muda se houver uma
alteração nos preços.
Na demanda perfeitamente elástica a quantidade demandada muda infinitamente com
uma alteração nos preços.
Para que o produtor aumente a sua renda por causa do aumento do preço de um produto
a elasticidade deve ser inelástica, pois a sua renda é baseada na quantidade vendida
multiplicada pelo preço (Q x P).
Elasticidade igual à:
==> Perfeitamente elástica
1 a ==> Elástica
1 ==> Elasticidade unitária
0 a 1 ==> Inelástica
0 ==> Perfeitamente Inelástica
Errado.
030. 030. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO – ECONOMIA (TJ-AL)/2012) No que se refere aos fatores
de produção, assinale a opção correta.
a) Supor tecnologias convexas significa que as médias dos planos de produção possíveis
também são possíveis.
b) Se a função de produção de um bem depende apenas da mão de obra, então, nesse caso,
não são considerados, no processo produtivo de curto prazo, os demais fatores de produção.
c) As curvas isoquantas mostram as diferentes quantidades que podem ser produzidas
com a mesma quantidade de dois insumos de produção.
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d) Considere que, para se fazer buracos, sejam necessários apenas um homem e uma pá.
Nesse caso, as curvas isoquantas são semelhantes às do caso dos bens substitutos perfeitos
na teoria do consumidor.
e) A suposição de monotonicidade das isoquantas significa que o aumento de pelo menos
um dos insumos no processo produtivo gera aumento da produção.
A convexidade mostra que a média é o ponto ideal! Veja ilustração no link:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/93/TE-Production-Isoquant.
png/250px-TE-Production-Isoquant.png
Letra a.
031. 031. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA (CEBRASPE)/2012) Com base
na teoria microeconômica, julgue (C ou E) o item que se segue.
Mudanças legislativas que facilitem a entrada de mão de obra estrangeira especializada
na área de eletrônica contribuem para deslocar — para baixo e para a direita — a curva de
oferta de longo prazo da indústria eletrônica.
A oferta de um bem é influenciada por diversas variáveis, entre elas:
• Preço do bem
• Preço dos insumos utilizados na produção
• Inovações tecnológicas
• Preço de outros bens
A curva de oferta se desloca em relação à sua posição original quando uma dessas variáveis
muda de valor. Se a mudança de valor aumentar a oferta, ela se deslocará para a direita e
se diminuir para a esquerda.
A curva se desloca para baixo quando da diminuição do preço. Se o preço se manter haverá
apenas o deslocamento da curva para direita.
Ou seja, para haver o deslocamento da curva para a direita e para baixo, deverá ocorrer
simultaneamente,aumento da quantidade ofertada e diminuição do preço.
Certo.
032. 032. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO (TCE-ES)/2013) Considerando
a teoria da produção e os principais resultados relacionados às curvas de custo, assinale a
opção correta.
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a) Se o preço de uma hora de trabalho for igual a 10 unidades monetárias, se o preço de
uma hora de capital for igual a 5 unidades monetárias e se as produtividades marginais
do trabalho e do capital forem iguais a 30 e 20 unidades de fator produtivo por hora,
respectivamente, é correto afirmar que a combinação utilizada pela firma minimizará o
custo de produção.
b) Se determinada combinação de fatores de produção proporcionar dois níveis distintos
de produção, a função de produção exibirá retorno crescente à escala.
c) Se a taxa marginal de substituição técnica é decrescente, a isoquanta é convexa.
d) Se a adição de uma unidade extra de trabalho ao processo produtivo gera declínio da
produtividade marginal, a firma deve manter o nível de produção como forma de maximizar
o seu lucro.
e) Se uma firma utiliza, em seu processo produtivo, certa combinação de capital e trabalho,
de modo que a produtividade marginal do capital seja igual a 10 Q e a produtividade marginal
do trabalho seja igual a 20 Q, em que Q é a função de produção, é correto afirmar que o
lucro da firma será maximizado se no processo produtivo for utilizado o dobro do insumo
trabalho em relação ao capital.
Quando uma mesma combinação de fatores de produção proporciona dois níveis distintos
de produção tem-se um absurdo do ponto de vista produtivo. As isoquantas não se cruzam.
Letra c.
033. 033. (FCC/COPERGÁS – PE/ANALISTA ECONOMISTA/2023) Considerando uma economia
fechada, com estrutura de mercado de concorrência perfeita e a observância de externalidades
negativas, como a poluição do ar e da água geradas por uma indústria metalúrgica, uma
situação de excesso de oferta de um dado bem, no curto prazo, pode acontecer com o
produtor se
a) o custo marginal privado excede o custo social.
b) a curva de custo marginal de produzir ferroligas, por exemplo, for inferior ao benefício
marginal de se produzir esse bem.
c) não se levar em conta que existem custos mais amplos para a sociedade, além do custo
marginal privado.
d) a curva de custo marginal deslocar-se para baixo e para a direita, com a contabilização
das externalidades negativas.
e) a curva de benefício marginal deslocar-se para cima e para a direita, com a contabilização
das externalidades negativas.
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Custo social, em, representa todos os custos que são associados a alguma atividade
econômica. Abrange os custos advindos da produção de certo produto () e os custos externos
à firma, que são percebidos pela sociedade como um todo ().
Se o custo social excede o custo privado, há uma, ou seja, a produção do bem é prejudicial
para a. são um exemplo, pois a firma, ao gerar poluentes no processo produtivo, não é tão
prejudicada quanto a sociedade. Portanto para esta última, o custo é mais elevado.
Letra c.
034. 034. (FCC/ANALISTA LEGISLATIVO – ECONOMISTA (AL-AP)/ 2020) Em relação à teoria dos
mercados perfeitamente competitivos,
a) a elasticidade-preço da oferta é determinada pela inclinação das curvas de custo marginal
das firmas individuais.
b) o preço de equilíbrio equivale à satisfação de todos os desejos dos agentes econômicos.
c) a curva de demanda de uma firma individual é negativamente inclinada.
d) a maximização do lucro da firma em concorrência perfeita ocorre no ponto em que o
custo fixo médio da firma é mínimo.
e) no ponto de equilíbrio, o excedente do consumidor equivale ao excedente do produtor.
Na concorrência perfeita, o equilíbrio ocorre quando o Preço.
Letra a.
035. 035. (FCC/ANALISTA LEGISLATIVO – ECONOMISTA (AL-AP)/2020) As falhas de mercado
impedem que se obtenha a máxima eficiência na alocação dos recursos da economia.
Nesse sentido,
a) mercados incompletos são caracterizados pela inexistência de demanda pelo bem,
impedindo a sua viabilização.
b) a presença de informação assimétrica pode ocasionar o problema do risco moral nos
mercados de seguros de automóveis.
c) um bem não rival pode ser subofertado em virtude de o custo marginal de produção do
bem exceder o seu benefício marginal social.
d) a poluição do meio ambiente não pode ser considerada uma falha de mercado, na medida
em que ela não afeta as decisões das firmas e dos consumidores.
e) externalidades positivas, como a arborização de ruas ou a vacinação da população contra
doenças transmissíveis, são eficientemente ofertadas pelos mercados, dados os claros
benefícios sociais que elas geram.
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A questão fala do “Moral Harzad”(risco moral), onde o exemplo clássico é o seguro de
automóvel, onde uma das partes altera o seu comportamento de forma prejudicial a outra.
Em outras palavras, faço o seguro do carro e não tenho mais nenhum com ele.
Letra b.
036. 036. (FCC/PREFEITURA DE RECIFE – PE/ANALISTA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E
GESTÃO/2019) Ao analisar os conceitos microeconômicos de “falha de mercado” e de
“informação assimétrica” conclui-se que
a) a “falha de mercado” é um caso particular de problema da “informação assimétrica”.
b) a assimetria de informação afeta apenas o excedente do consumidor, mas não afeta o
do produtor
c) falhas de mercado estão associadas à sinalização inadequada a partir do sistema de preços.
d) uma externalidade negativa pode ser caracterizada como uma falha de mercado, ao
passo que uma externalidade positiva não pode.
e) problemas de eficiência econômica associados à informação assimétrica não podem ser
corrigidos com intervenção governamental sobre o funcionamento da economia.
Podemos enumerar as seguintes falhas de mercado:
a) Externalidades,
b) Existência de bens públicos,
c) Falhas de informação (ou assimetria de informações),
d) Mercados incompletos,
e) Riscos pesados,
f) Falhas na competição (poder de mercado) e
g) Existência de desemprego e inflação.
Outro ponto - falhas de mercado são ineficiências econômicas
Letra c.
037. 037. (FCC/ANALISTA LEGISLATIVO – ECONOMIA (ALESE)/2018) Suponha que a produção de
um bem está sujeita a proporções fixas, isto é, quando uma, e somente uma, combinação
de insumos pode produzir esse dado bem. Nesse caso,
a) obtêm-se isoquantas com formato em “L”.
b) obtém-se uma função de produção denominada Cobb-Douglas.
c) obtêm-se isoquantas que se interceptam toda vez que a quantidade de insumos apresenta
uma relação constante.
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d) a grandeza dos insumos decresce para pontos mais afastados da origem, em um gráfico
que relaciona as quantidades dos dois insumos
e) o nível de produto permanece constante e a proporção dos insumos varia continuamente
para movimentos ao longo da isoquanta.
a) Errada. A função de produção Cobb-Douglas representa uma isoquanta convexa (aquelas
que estudamos na aula).
b) Errada. As isoquantas não se interceptam.
c) Errada. Qualquer gráfico tem as grandezas crescendo a partir da origem. Ou seja, quanto
mais nos afastamos da origem, mais estamos aumentando as quantidades dos insumos.
Por exemplo, se o eixo horizontal do gráfico representar o L, quanto mais nos afastarmos
da origem (quanto mais formos para a direita) mais L empregaremos na produção.
d) Errada. O próprio nome já diz: função de proporções fixas, ou seja, a proporção dos
insumos é fixa (não varia).
e) Certa. Uma função de produção sujeita a proporções fixas, ou seja, de insumos perfeitamente
complementares é representada por uma isoquanta em “L”.
Letra a.
038. 038. (FCC/ANALISTA DE GESTÃO – ECONOMIA (SABESP)/2018) Constituem razões para
ocorrência das “falhas de mercado”, isto é, condições em que ocorre uma alocação subótima
de recursos na economia, EXCETO:
a) competição imperfeita.
b) informação imperfeita.
c) externalidades
d) bens públicos.
e) maximização conjunta dos excedentes do consumidor e do produtor.
O excedente do consumidor mede o benefício total para todos os consumidores.
O excedente do produtor mede o lucro total dos produtores mais as rendas referentes aos
insumos de produção.
Em conjunto, os excedentes do produtor e do consumidor medem o bem-estar decorrente
de um mercado competitivo.
Letra e.
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039. 039. (FCC/ANALISTA DE GESTÃO – ECONOMIA (SABESP)/2018) Considere as seguintes
equações como expressões das curvas de demanda e oferta de etanol, no Brasil, no início
do ano de 2018:
QD = 140 − 15p
Qs = 50 + 10p
Onde QD é a quantidade demandada, Qs é a quantidade ofertada e p o preço do etanol.
A adoção pelo governo brasileiro de um imposto específico no valor de R$ 1,00 sobre os
combustíveis automotivos, tudo o mais mantido constante, resulta em
a) assunção da carga tributária apenas pelos consumidores, devido à relativa inelasticidade-
preço da demanda.
b) uma elevação do consumo de combustível, por efeito da elasticidade-renda da demanda.
c) um peso morto equivalente à soma dos excedentes do consumidor e do produtor.
d) uma perda tributária para o governo.
e) assunção da carga tributária apenas pelos produtores, devido à relativa inelasticidade-
preço da oferta.
a) Errada. A carga tributária seria assumida apenas pelos consumidores se a demanda fosse
perfeitamente inelástica (reta vertical) ou se a oferta fosse perfeitamente elástica (reta
horizontal). Como as equações que descrevem a oferta e a demandam não correspondem
a esses dois casos extremos, então o ônus da tributação é compartilhado entre produtores
e consumidores.
b) Errada. A introdução de um imposto sempre reduz a quantidade de equilíbrio, gerando
perda de peso morto.
c) Errada. O peso morto equivale à parcela da soma dos excedentes do consumidor e do
produtor que foi perdida com a instituição do tributo.
d) Errada. A instituição de um tributo gera receita para o governo.
e) Errada. Conforme explicado no item a), o ônus do tributo é compartilhado entre produtores
e consumidores.
Sugestão de anulação da questão.
Prof. Thomaz Milani, EXPONENCIAL.
Letra c.
040. 040. (FCC/AUDITOR-FISCAL DA RECEITA ESTADUAL - AUDITORIA E FISCALIZAÇÃO (PROVA 1)
(SEFAZ-SC)/2018) Os rendimentos decrescentes de escala
a) são representados por um espaçamento decrescente das isoquantas à medida que a
quantidade de insumos combinados aumenta, em uma dada função de produção.
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b) são mais prováveis na indústria de transformação que no setor de serviços, pois, este,
em geral, apresenta menor investimento em equipamentos de capital.
c) são representados por isoquantas cada vez mais distantes entre si, conforme os níveis
de produção aumentam proporcionalmente.
d) são definidos pela taxa de crescimento do produto ao passo que os insumos são mantidos
constantes
e) tornam mais vantajosa a operação de uma única grande empresa, do que a de muitas
pequenas empresas, quando predominam em dado setor.
a) Errada. São representadas por um espaçamento crescente das isoquantas à medida que
a quantidade de insumos combinados aumenta.
b) Errada. São mais prováveis na indústria de serviços que na de transformação.
d) Errada. Significam que o produto cresce em proporção menor que o aumento dos insumos.
e) Errada. Os rendimentos decrescentes de escala tornam menos vantajosa a operação de
uma única grande empresa.
Letra c.
041. 041. (FCC/SP PARCERIAS/ANALISTA TÉCNICO/2018) Há uma corrente dentro do pensamento
econômico brasileiro que afirma que, a partir da orientação econômica liberalizante assumida
pelos gestores de nossa política econômica, nos anos 90 e início do século XXI, o país
abandonou a ideia de uma política industrial, outrora presente. Nesse contexto,
a) o documento publicado pelo Ministério da Indústria, Comércio e Turismo, durante o
primeiro governo FHC, intitulado Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, ao
enumerar uma série de instrumentos, tais como políticas de investimento, de capacitação
tecnológica, de comércio exterior, de capacitação de recursos humanos e de apoio às
microempresas e empresas de pequeno porte, corrobora essa perspectiva.
b) o denominado Primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento (IPND), ao elencar “grandes
programas de investimentos”, com o propósito de consolidar a infraestrutura econômica
e as indústrias básicas, contraria essa afirmação
c) o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), em sua primeira fase, de 2007 a 2010,
focava apenas os investimentos em infraestrutura urbana, nas regiões mais carentes do
país, sem vislumbrar qualquer impacto sobre o produto industrial, o que vem ao encontro
da perspectiva dessa corrente.
d) a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), reforça a perspectiva acima, ao propor-
se enfrentar quatro desafios, a saber: ampliação da capacidade de oferta para enfrentar
uma demanda em expansão, mantendo-se o controle sobre a inflação; preservar a robustez
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do balanço de pagamentos brasileiro; elevar a capacidade de inovação das empresas
brasileiras; e ampliar as condições de acesso a mercados para micro e pequenas empresas,
o que corrobora essa perspectiva.
e) a afirmação contida em relatório de 1998 do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
Industrial (IEDI) de que bastaria estabelecer um ambiente macroeconômico favorável para
que as forças autônomas do mercado se encarregassemde transformar nosso país em
importante base de produção industrial do mundo, corrobora essa perspectiva.
Na apreciação que faz sobre a racionalidade vigente em meados da década de 1990,
durante o governo FHC, acerca do tema política industrial, o Instituto de Estudos para o
Desenvolvimento Industrial (IEDI), afirmava que:
A ideia de que é necessária uma ação do governo na formulação e na implementação de uma Política
de Desenvolvimento Industrial foi substituída pela convicção de que bastaria estabelecer um
ambiente macroeconômico favorável para que as forças autônomas do mercado se encarregassem
de transformar nosso país em importante base de produção industrial do mundo. Com tal
convicção evitou-se formular uma política ativa de Desenvolvimento Industrial e estruturar a
capacidade do governo de implementar aquilo que, por princípio, não deveria existir. (INSTITUTO
DE ESTUDOS PARA O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL, 1998a).
Fonte: (PDF) CONSIDERAÇÕES SOBRE A POLÍTICA INDUSTRIAL NO BRASIL ENTRE 1995 E 2010. Available
from: https://www.researchgate.net/publication/324900824_CONSIDERACOES_SOBRE_A_POLITICA_
INDUSTRIAL_NO_BRASIL_ENTRE_1995_E_2010 [accessed Dec 20 2018].
Letra e.
042. 042. (FCC/PREFEITURA DE TERESINA – PI/TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR - ANALISTA DE
ORÇAMENTO E FINANÇAS PÚBLICAS/2016) Supondo-se que o Município de Piripiri − PI
pretende ampliar seu programa de coleta seletiva de lixo, triplicando a capacidade de
reciclagem de seu pequeno centro de triagem de resíduos sólidos, e que estudos apontaram
que este centro pode apresentar rendimentos crescentes de escala. A partir deste dado,
mantendo-se todos as demais variáveis econômicas constantes,
a) neste caso, em um gráfico em que se relacionam dois insumos, como capital e trabalho,
tem-se isoquantas de produção de recicláveis cada vez mais próximas, conforme os insumos
empregados no centro de triagem aumentam
b) para se triplicar a capacidade de reciclagem do centro serão necessários mais que o
triplo de insumos produtivos
c) um empreendimento, como o do exemplo, sempre terá rendimentos crescentes,
independentemente de quanto crescer o centro de triagem.
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d) para que o Município alcance a meta de reciclagem, é mais vantajoso, do ponto de vista
econômico, criar dois novos centros com o mesmo tamanho que o existente, do que ampliar
a capacidade produtiva deste.
e) o tamanho do centro de triagem não afeta, significativamente, a produção de recicláveis,
uma vez que caracteriza-se como atividade capital intensiva.
Questão de microeconomia, teoria da firma.
Levando em conta a função de produção de cobb-douglas, as somas de seus parâmetros, temos:
• Rendimentos constante de escala (α +β)=1
• Homogênea de grau 1
• Um aumento de K e L em determinada proporção, Q aumentará nesta mesma proporção
• As isoquantas têm espaçamento igual
• Rendimentos crescentes de escala (economia de escala) (α +β)>1
• Homogênea em grau maior que 1
• Aumentos de K e L em determinada proporção provocam aumentos de Q numa
proporção maior
• As isoquantas se aproximam conforme o aumento dos insumos empregado
• Rendimentos decrescentes de escala (deseconomia de escala). (α +β)e investidores),
a firma não terá restrição orçamentária.
Nós vamos ver cada um desses pressupostos ao longo das aulas, mas sempre tenha em
mente esses pressupostos. Lembre-se que fazemos simplificações para poder representar
a realidade e é exatamente isso que iremos fazer nesse conteúdo.
E afinal, o que é a Teoria da Firma? Para Pindyck e Rubinfeld (2013, p. 192), teoria da
firma é a “explicação sobre como as empresas tomam decisões de minimização de custos
e como esses custos variam com a produção.” Nós vamos construir essa ideia ao dessa
aula e das seguintes. Então, para isso, vamos construir as ideias e fundamentos para que,
assim, possamos fazer essa análise final de otimização da firma. Veja que podemos pensar
de outra maneira e chegar no mesmo resultado.
como assim?como assim?
Podemos pensar em maximizar os lucros e obter o mesmo nível de produção que
conseguiríamos quando o objetivo é a minimização dos custos. Esse é o problema dual do
produtor. Por ora, tenha isso em mente, somente isso mesmo.
Até então, estávamos pensando nas decisões do consumidor. Agora o foco é na tomada de
decisão da firma. Essa tomada de decisão vai ser desmembrada em três etapas: tecnologia
de produção, restrições de custo e escolha de insumos.
E afinal, por que empresas? Qual é a importância das firmas, das empresas?E afinal, por que empresas? Qual é a importância das firmas, das empresas?
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Teoria da Produção
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Pindick e Rubinfeld (2013, p. 193), apontam sobre o esforço de coordenação que as
empresas possuem na sociedade. Veja o trecho a seguir.
As empresas oferecem um meio de coordenação de extrema importância, cuja falta seria
muito sentida se os trabalhadores operassem de modo independente. As empresas eliminam a
necessidade de que cada trabalhador negocie cada tarefa que realizará e os preços a serem pagos
por essas tarefas. As empresas podem evitar esse tipo de negociação por meio de administradores
que direcionam a produção de trabalhadores assalariados — eles dizem aos trabalhadores o que
e quando fazer, e os trabalhadores (bem como os próprios administradores) simplesmente
recebem seus salários mensais ou semanais.
Vamos agora estudar sobre os fatores de produção nos aprofundar um pouco nele,
certo?! Vamos lá?
2 . FaToREs DE PRoDUçÃo2 . FaToREs DE PRoDUçÃo
Os fatores de produção são os insumos que estão envolvidos no processo produtivo da
empresa. Os fatores tradicionais de produção são trabalho e capital. É como se fossem os
fatores mínimos necessários para se produzir algo. E você vai querer saber qual é a melhor
combinação possível. Pode ser para minimizar o custo ou pode ser para maximizar o lucro.
Ambos os objetivos levam à produção ótima.
o que poderia interferir nos fatores de produção?o que poderia interferir nos fatores de produção?
Veja que insumos e fatores de produção são sinônimos. Tudo que você incluir para
produzir algo é um fator de produção.
Como mencionado anteriormente, capital, trabalho e matéria-prima são os
insumos mínimos.
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mas o que poderia ser considerado capital?mas o que poderia ser considerado capital?
Capital é como se fosse o investimento que você faz em instalações para a fábrica, na
aquisição de maquinário e equipamentos em geral, os próprios estoques dos produtos não
vendidos e assim por diante. O trabalho é a mão de obra.
Normalmente tratamos de mão de obra especialização e de mão de obra não especializada.
O quanto de cada tipo de mão de obra que vai ser usado na produção vai depender da
complexidade do produto. E finalmente, a matéria-prima é o plástico, a energia elétrica,
a água e outros materiais que são transformados no produto de interesse da empresa.
Vamos agora estudar as funções de produção. Vamos lá!?
3 . FUnçÃo DE PRoDUçÃo3 . FUnçÃo DE PRoDUçÃo
Acabamos de ver a importância dos fatores de produção. Agora vamos ver qual é o
papel da função de produção. Bom, o quanto podemos produzir vai depender dos fatores
de produção. Então vamos representar isso na nossa função de produção. Os fatores de
produção que consideramos na nossa função de produção foram o capital (K) e o trabalho (L).
Veja a representação a seguir:
Essa equação nos mostra que a quantidade a ser produzida depende da quantidade
de capital e de trabalho empregada no processo produtivo. Outro ponto importante aqui
é que a tecnologia é dada e, portanto, não está sendo definição pela função de produção.
E as funções de produção indicam o quanto a empresa produz de maneira eficiente com
as combinações possíveis.
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001. 001. (CEBRASPE-CESPE/SLU DF/ANALISTA DE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS –
ECONOMIA/2019) Julgue o item seguinte, a respeito da teoria microeconômica da produção.
Uma combinação de fatores de produção só pode levar a um único nível de produção.
A função de produção representa uma combinação de insumos que vai levar a um nível de
produção. Veja que a função de produção é uma representação matemática de uma função,
por isso, podemos dizer que uma combinação de fatores de produção só pode levar a um
único nível de produção. Veja a representação de função a seguir:
Fonte: https://www.todamateria.com.br/funcao/Fonte: https://www.todamateria.com.br/funcao/
Certo.
Vamos agora estudar a diferença entre curto e longo prazo para as funções de
produção. Vamos lá!?
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Teoria da Produção
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4 . DiFEREnciaçÃo EnTRE cURTo E lonGo PRaZo4 . DiFEREnciaçÃo EnTRE cURTo E lonGo PRaZo
Como temos estudado, a Teoria da Firma inclui análise no curto e no longo prazo.
Primeiramente vamos ver o curto prazo e depois vamos ver o longo prazo. Vamos lá!?
Vamos então definir o curto prazo. Goolsbee (2018) aponta que o curto prazo compreende
o período em que não conseguimos modificar a quantidade de capital. Isso faz sentido, pois
a modificação da quantidade de capital vai impactar em toda a capacidade de produção da
firma. Outro ponto de destaque é a questão da mão de obra. Podemos modificar a quantidade
de mão obra. É muito comum ocorrer esse processo nas firmas. Atualmente temos vivenciado
isso com a crise do Novo Coronavírus. As empresas estão diminuindo a quantidade de mão
de obra para se adequarem à nova quantidade a ser ofertada para a economia.
Veja o exemplo a seguir de uma função de produção de curto prazo conforme Goolsbee
(2018, p. 214).
EXEMPLO
Considere a função de produção Cobb-Douglas e que o capital é fixo (K) em 4 unidades de
modo que a função de produção fique:
Nessa tabela, o capital ficou fixado em 4 e a mãode um imposto sem o controle do repasse
para o consumidor do aumento do custo da firma poderá ocasionar uma redução do bem-
estar dos consumidores inversamente proporcional à elasticidade preço da demanda.
b) a presença de externalidades negativas, tais como poluição do meio-ambiente e altas
taxas de criminalidade, requerem, necessariamente, a atuação governamental por meio
da imposição de tributos para direcionar os mercados na promoção do bem-estar social e
compensar os indivíduos penalizados pelos eventos danosos ao bem comum.
c) tributos e regulação governamental impedem o equilíbrio geral dos mercados de uma
economia, pois os agentes se veem tolhidos em seus interesses e potenciais produtivos,
impedindo assim que a economia como um todo avance mais rapidamente.
d) uma crise hídrica como a que ora vive a região sudeste do Brasil não pode ser classificada
como uma falha dos mercados competitivos. Trata-se, necessariamente, de um ajuste
negativo nas condições de oferta de chuvas, o qual levará a um aumento nos preços e, com
isso, a queda da demanda eliminará o problema de disponibilidade de água para a população.
e) a presença de bens públicos, no sentido econômico do termo, não pode ser considerada
uma falha dos mercados, pois o problema reside na definição dos direitos de propriedade
que incidem sobre os bens e serviços e não na característica intrínseca aos mesmos.
a) Certa. O valor do imposto repassado aos consumidores vai depender da elasticidade-
preço da demanda sobre o determinado bem.
Se a demanda for elástica (Epd >1), o repasse do valor do imposto no produto deverá ser
menor para que o consumidor não reduza muito a quantidade demandada. - por isso o
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bem-estar é inversamente proporcional à elasticidade-preço. Essa perda será tanto menor
quanto mais elástica for a demanda e tanto maior quanto menos elástica for a demanda.
c) Errada. Nas situações em que o mercado por si só não consegue estabelecer o preço e a
quantidade para gerar eficiência, surgem falhas de mercado. Nessas situações, o governo
atua através de regulação (incluída aí a tributação), visando garantir a alocação eficiente.
Letra a.
047. 047. (FCC/AGENTE FISCAL DE RENDAS - GESTÃO TRIBUTÁRIA - PROVA 1 (SEFAZ-SP)/2013)
Considere a seguinte função de produção do bem X, do tipo Cobb-Douglas, a qual é homogênea
de grau 1:
Y = KaLb
onde:
Y = quantidade produzida do bem X
K = quantidade do fator capital
L = quantidade do fator trabalho
a, b = parâmetros da função
É correto afirmar que
a) a produção do bem X mais que dobrará, se a quantidade dos fatores de produção for
multiplicada por 2 no longo prazo.
b) a soma dos parâmetros a e b é menor que um (1), indicando a presença de deseconomias
de escala no longo prazo.
c) a taxa marginal de substituição técnica do capital pelo trabalho é dada, em módulo, pelo
quociente da produtividade marginal do trabalho pela produtividade marginal do capital.
d) o parâmetro b representa a elasticidade da produção em relação à quantidade do fator
capital.
e) a produtividade marginal do capital é estritamente crescente no curto prazo, qualquer
que seja a quantidade utilizada do fator.
Bem simples esta questão, precisamos entender o que o examinador está nos pedindo.
Como nosso amigo acima bem disse, basta aplicar a fórmula para marcarmos o gabarito
da questão que é a letra “C”.
Assim para chegarmos a fórmula basta entendermos primeiro o conceito de Taxa Marginal
de Substituição Técnica que é: a representação da variação da quantidade do fator de capital
(Delta K) sobre a variação da quantidade do fator de trabalho (Delta L).
Resumindo: TMST = Delta K = PMg a (produtividade marginal do capital)
Delta L PMg b (“quociente” de produtividade marginal do trabalho)
Letra c.
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048. 048. (FCC/AGENTE FISCAL DE RENDAS - GESTÃO TRIBUTÁRIA - PROVA 1 (SEFAZ-SP)/2013)
Considerando a teoria microeconômica tradicional, o comportamento de uma firma e a
estrutura de mercado de um determinado produto, é correto afirmar:
a) O poder do monopolista para fixar seu preço é inversamente proporcional à elasticidade
da curva de demanda pelo seu produto.
b) Uma empresa em um mercado em concorrência perfeita, no longo prazo, pode continuar
a auferir lucros extraordinários, embora em valores menores do que no curto prazo.
c) O nível ótimo de produção para uma firma em concorrência perfeita é dado pelo ponto
no qual a receita marginal excede o custo marginal no maior valor possível.
d) A curva de oferta no monopólio, dado um determinado nível de preço, apresenta uma
elasticidade-preço menor do que a curva de oferta em concorrência perfeita.
e) O monopolista maximiza seus lucros produzindo a quantidade cujo custo marginal seja
igual ao preço de seu produto.
A resposta para esta questão é relativamente simples.
Para que consigamos entender o cenário apresentado pelo examinador, basta lembrarmos
do conhecimento base da teoria microeconômica referente as curvas de oferta e demanda.
Como já sabemos, a curva de demanda ela se apresenta negativamente inclinada (ou seja,
é uma curva descendente da esquerda para a direita).
Exceção feita a curva de demanda positivamente inclinada (considerada bem de GIFFEN)
que não vem ao caso nesta questão.
Também sabemos que a curva de oferta e positivamente inclinada (ou seja, é uma curva
ascendente da esquerda para direita)
Exceção também feita a curva de oferta negativamente inclinada (considerada GANHOS
DE ESCALA) que também não vem ao caso nesta questão.
Enfim, como o preço de um produto é um fator que altera tanto a quantidade demandada
quanto a quantidade ofertada, para que este seja estabelecido dentro de uma estrutura
de mercado, temos que considerar a elasticidade da curva de demanda para que o preço
estabelecido esteja dentro do limite de equilíbrio entre as duas curvas, tanto a de oferta
quanto a de demanda. Assim a única forma de se fixar o preço é inversamente proporcional
à elasticidade da curva de demanda pelo seu produto. Caso contrário perderia mercado
pela concorrência e ficaria distante de satisfazer o poder de compra do consumidor ou não
atenderia as necessidades de custos apresentado pelo produto.
Letra a.
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Teoria da Produção
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049. 049. (INSTITUTO CONSULPLAN/ANALISTA DO EXECUTIVO - CIÊNCIAS ECONÔMICAS (SEGUER-
ES)/2023) Na atribuição de seu cargo, considere a missão de analisar o mercado de um
determinado produto que opera em mercado de concorrência perfeita. Deste modo,
após o levantamento de dados, verificou-se, através de inferências estatísticas, que as
funções oferta (O) e demanda (D) lineares são dadas em função de seus preços (p) por:
• D = 2.200 – 3p • O = 600 + 5p
Considerando as informações anteriores, assinale a afirmativa INCORRETA.
a) O preço que equilibra o mercado é de R$ 200,00.
b) Ao preço de R$ 210,00 há excedentedo produtor de 80 unidades.
c) A quantidade ofertada que equilibra o mercado é 1.600 unidades.
d) A quantidade demandada que equilibra o mercado é 1.400 unidades.
e) Quando o preço de mercado é R$ 160,00 há uma escassez do consumidor de 320 unidades.
Preço de equilíbrio => Qd = Qo
Qd = Qo
2200 - 3p = 600 + 5p
8p = 1600
p = 200
Qd = 2200 - 3 (200)
Qd = 1600
Qo = 600 + 5 (200)
Qo = 1600
Portanto, a alternativa D está incorreta, pois a quantidade demandada que equilibra o
mercado é 1600 unidades.
Letra d.
050. 050. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE PATOS DE MINAS – MG/TÉCNICO NÍVEL SUPERIOR I –
ECONOMISTA/2015) Considerando os conhecimentos teóricos sobre análise microeconômica,
marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
() O excedente do consumidor mede o benefício líquido obtido pelos consumidores a partir
de um mercado competitivo. É o benefício total, ou o valor total, que os consumidores
recebem além daquilo que pagam pela mercadoria.
() Em mercados não regulamentados e competitivos, consumidores e produtores compram
e vendem conforme o preço de mercado que prevalece. Contudo, para alguns consumidores,
o valor da mercadoria excede tal preço de mercado, significando que eles estariam dispostos
a pagar mais pela mercadoria, caso fosse necessário.
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() Entende‐se por mercado a identificação de compradores e vendedores (ofertantes) e
demais agentes econômicos que se interagem.
() Entende‐se por extensão de mercado as fronteiras de um mercado, tanto geográficas
quanto em termos do leque de produtos que é oferecido em referido mercado.
() Entende‐se por mercado perfeitamente competitivo aquele que possui muitos vendedores e
muitos compradores, de tal modo que nenhum comprador ou vendedor possa, individualmente,
influir de forma significativa nos preços.
A sequência está correta em
a) F, F, F, F, F.
b) V, V, V, V, V.
c) F, F, V, V, V.
d) F, V, F, V, F.
Sobre a segunda lacuna, se o mercado é perfeitamente competitivo por qual motivo os
consumidores estariam dispostos a pagar mais? Não entendi.
Letra b.
051. 051. (VUNESP/PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP/ANALISTA EM GESTÃO MUNICIPAL
- CIÊNCIAS ECONÔMICAS/2015) Um bem de Giffen
a) pode ser um bem de luxo com elasticidade renda superior a 1.
b) é um bem cuja elasticidade preço da oferta é superior a 1.
c) é um bem cuja demanda apresenta declividade negativa para qualquer preço.
d) é um bem muito raro.
e) é um bem inferior cujo efeito renda, em módulo, supera o efeito substituição.
No caso de uma elevação do preço de um bem, que é de Giffen, o seu efeito renda é maior
em módulo do que o seu efeito substituição. o efeito renda suplanta o efeito substituição,
em módulo, o efeito substituição.
Letra e.
052. 052. (IADES/FUNDAÇÃO HEMOCENTRO DE BRASÍLIA - DF – ECONOMIA/2017) Quando o preço
do bem X cai de $ 5 para $ 4, a quantidade demandada aumenta de 10 para 15 unidades.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
a) A elasticidade preço da demanda é 2,5 em valores absolutos.
b) A elasticidade preço da oferta é maior que 1.
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c) A cada $ 1 de redução no preço do bem, a quantidade ofertada aumenta em cinco unidades.
d) A demanda pelo bem X é inelástica.
e) A receita total da indústria não se altera.
a) Certa.
EPD = (P/Q) x (∆Q / ∆P)
EPD = (5/10) x (5/-1)
EPD = 2,5 em módulo
b) Errada.
EPO = [P/(Q1+Q2/2)] x (∆Q / ∆P)
EPO = (5/12,5) x (5/-1)
EPO = -2
c) Errada. A cada $ 1 de redução no preço do bem, a quantidade ofertada aumenta em 2,5
unidades.
d) Errada. É elástico.
Demanda elástica = |Epd| > 1 (curva da demanda mais horizontal) bem supérfluos.
Demanda inelástica = |Epd|de obra foi variando. E perceba que o
incremento de mão de obra aumenta a produção. Por meio o produto marginal, vemos que
esse incremento é decrescente. Portanto, cada mão de obra que vai sendo adicionada aumenta
a produção, mas aumenta menos. Essa ideia representa o fato de que a função de produção
apresenta rendimentos marginais decrescentes em relação aos insumos usados na produção.
No nosso exemplo, o insumo que variou foi a mão de obra uma vez que consideramos o capital
(K) fixo em 4 unidades. Agora veja o gráfico que representa a tabela que acabamos de ver
conforme Goolsbee (2018, p. 214).
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O gráfico mostra a inclinação positiva da função de produção que representa que o aumento
da mão de obra aumenta a produção. E, ainda, mostra que quanto mais mão de obra a empresa
emprega a produção aumenta, porém a taxas decrescentes e a inclinação vai ficando mais plana.
Acabamos de falar em produto marginal, mas o que seria isso?Acabamos de falar em produto marginal, mas o que seria isso?
A ideia é a mesma de consumo marginal. Sempre que tiver um termo e depois a palavra marginal
estamos falando do quanto é incrementado quando aumentamos em uma unidade a mais.
Como estamos falando de produção, então o produto marginal decrescente é, para Goolsbee
(2018, p. 216): “Uma característica da função produção; à medida que a firma passa a contratar
unidades adicionais de determinado insumo, o produto marginal desse insumo diminui.” Veja
o gráfico a seguir para ver como isso funciona conforme Goolsbee (2018, p. 2017).
Fonte: Goolsbee (2018, p. 2017)Fonte: Goolsbee (2018, p. 2017)
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Perceba que a função de produção é crescente, mas a função do produto marginal é
decrescente.
002. 002. (CESPE/ECONOMISTA (MJ)/2013) Considere que um dos objetivos do Projeto Eficiência
seja reduzir o volume de processos em tramitação no Poder Judiciário brasileiro, e suponha
que, no curto prazo, a tecnologia seja fixa e que apenas o fator trabalho seja variável.
Com base nessas informações, julgue o item seguinte.
Os rendimentos marginais decrescentes no trabalho resultam do declínio da qualificação
da mão de obra, à medida que mais servidores são contratados.
Os rendimentos marginais decrescentes são uma consequência do incremento que a mão
de obra pode dar à produção. O incremento não é sempre igual e no mesmo montante. Na
realidade, é cada vez menor e, por isso, falamos em rendimentos marginais decrescentes.
Errado.
A representação matemática do produto marginal pode ser obtida por meio do método
de derivada. No caso, vamos calcular a primeira derivada com relação ao trabalho, assim
obtemos o produto marginal do trabalho. Vamos lá!
O produto médio é bem simples. É a divisão da produção total pela quantidade de insumos.
Isso vai resultar na quantidade de produto gerada por unidade de insumo utilizada. Então
podemos ter o produto médio da mão de obra que vai ser a quantidade total de produtos
dividido pela quantidade de mão de obra utilizada. A fórmula fica assim:
Se tivéssemos usado capital, o procedimento seria o mesmo. E a fórmula ficaria assim:
Veja o exemplo a seguir de Goolsbee (2018, p. 218).
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EXEMPLO
A função produção de curto prazo para uma firma que produz pizzas é
onde Q corresponde ao número de pizzas produzidas por hora, é o número de eventos (fixo
em 3 no curto prazo) e L é o número de trabalhadores empregados.
a.Escreva uma equação para a função produção de curto prazo para a firma, mostrando o
total da produção como função da mão de obra.
b.Calcule o total da produção, gerado por hora, para L = 0, 1, 2, 3, 4 e 5.
c.Calcule o PMgL para L = 1 até L = 5. PMgL está decrescendo?
d.Calcule o PMeL para L = 1 até L = 5.
Solução
a.Para escrever a função produção no curto prazo, inserimos = 3 na função produção para
criar uma equação que mostre o total da produção como função da mão de obra.
b.Para calcular o produto total, inserimos os diferentes valores de L e encontramos os valores
para Q:
L = 0Q = 19,74(0)0,75 = 19,74(0) = 0
L = 1Q = 19,74(1)0,75 = 19,74(1) = 19,74
L = 2Q = 19,74(2)0,75 = 19,74(1,682) = 33,20
L = 3Q = 19,74(3)0,75 = 19,74(2,280) = 45,01
L = 4Q = 19,74(4)0,75 = 19,74(2,828) = 55,82
L = 5Q = 19,74(5)0,75 = 19,74(3,344) = 66,01
c.O produto marginal da mão de obra é o produto adicional gerado por uma unidade adicional
de mão de obra, mantendo constante o capital. Podemos utilizar nossa resposta de (b) para
calcular o produto marginal da mão de obra para cada trabalhador:
L = 1PMgL = 19,74 – 0 = 19,74
L = 2PMgL = 33,20 – 19,74 = 13,46
L = 3PMgL = 45,01 – 33,20 = 11,81
L = 4PMgL = 55,82 – 45,01 = 10,81
L = 5PMgL = 66,01 – 55,82 = 10,19
Observe que, uma vez que o PMgL passa a diminuir enquanto L vai aumentando, existe um
produto marginal decrescente para a mão de obra. Isto implica que o produto cresce a uma
taxa decrescente quando é acrescentada mão de obra a um nível fixo de capital.
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d.O produto médio da mão de obra é calculado dividindo-se o produto total (Q) pela quantidade
de insumo de mão de obra (L):
L = 1PMeL = 19,74/1 = 19,74
L = 2PMeL = 33,20/2 = 16,60
L = 3PMeL = 45,01/3 = 15,00
L = 4PMeL = 55,82/4 = 13,96
L = 5PMeL = 66,01/5 = 13,20
003. 003. (FGV/TÉCNICO SUPERIOR ESPECIALIZADO (DPE RJ)/ECONOMIA/2014) Quando a
produtividade marginal é maior do que a produtividade média, então necessariamente
a) a produtividade total decresce com o aumento dos insumos.
b) a produtividade marginal decresce com o aumento dos insumos.
c) a produtividade média cresce nos trechos em que ela for inferior à produtividade marginal.
d) a produtividade média permanece constante para qualquer nível de insumo.
e) a produtividade média tende a zero com o aumento dos insumos.
A situação apresentada na questão situa-se anteriormente ao ponto E do segundo gráfico
abaixo conforme Pyndick e Rubenfeld (2013, p. 198).
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Inicialmente, a produção cresce a taxas positivas e isso pode ser observado no gráfico
pela curva do produto marginal. Mas, a partir do ponto E que é o ponto em que o produto
médio e o produto marginal se igualam,a quantidade produzida continua aumentando a
uma taxa cada vez menor.
Desta forma, quando a produtividade marginal é maior do que a produtividade média, a
produtividade média cresce quando ela é inferior à produtividade marginal.
Letra c.
Vamos ver agora a produção no longo prazo. Como ocorre essa análise? Vamos lá!
A produção no longo prazo pode ser ajustada em todos os insumos. Então não vamos fixar
nenhum dos insumos. Então podemos pensar que a produção será um mix entre capital e
trabalho e para cada nível de cada um dos insumos teremos níveis de produções diferentes.
Veja o exemplo de estudo de caso a seguir para contextualizar melhor o que vimos até
o momento. O exemplo é baseado em Goolsbee (2018, p. 233).
EXEMPLO
Escolhas de insumos nos hospitais e regras de reembolso no Medicare
Medicare é um sistema de seguro médico, pago pelo governo, para pessoas idosas e portadoras
de necessidades especiais nos Estados Unidos. Envolve despesas gigantescas: 550 bilhões
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Teoria da Produção
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de dólares em 2011 (o que resulta em aproximadamente 12.000 dólares por beneficiário),
sendo responsável por cerca de um quinto de todo o gasto relacionado com saúde nos Estados
Unidos. Não causa surpresa, então, o fato de o Medicare ser uma imensa fonte de receita
para os produtores de assistência médica como hospitais, médicos e (devido ao acréscimo
do benefício de medicamentos, Medicare Parte D, em 2006) fornecedores de produtos
farmacêuticos. Isso também significa que, quando o Medicare modifica suas regras sobre a
forma de pagar a seus provedores, esse tipo de mudança afeta o modo como é produzida a
assistência à saúde.
Em um estudo, os economistas Daron Acemoglu e Amy Finkelstein observaram o modo como
modificações nas estruturas de pagamento do Medicare afetam as escolhas de insumos
do provedores de assistência à saúde.5 Quando o Medicare introduziu o chamado PPS –
Prospective Payment System (Sistema de Pagamento Prospectivo), ele modificou o modo
como reembolsava os hospitais por serviços que estes forneciam aos pacientes do Medicare.
Antes do PPS, o Medicare simplesmente reembolsava uma parcela dos custos totais de um
hospital (incluindo custos de mão de obra e custos de capital), que correspondia à parcela de
pacientes por dia do Medicare com relação ao total de pacientes por dia do hospital. Ou seja,
os pagamentos do Medicare subsidiavam as despesas de um hospital, tanto nos insumos de
capital quanto nos insumos de mão de obra.
A mudança para o PPS modificou esse método de reembolso. Despesas de capital – compras
de tecnologia médica ou a construção de um edifício adicional – eram pagas do mesmo modo
que antes. No entanto, em tudo o mais o PPS pagava uma taxa fixa com base no diagnóstico
do paciente, independentemente das despesas reais com mão de obra do hospital. Sendo
assim, uma cirurgia de catarata daria ao hospital o direito a um pagamento preestabelecido,
independentemente do fato de o hospital ter gasto mais ou menos nos insumos de mão de obra
necessários para completar o tratamento do paciente. O que fez o PPS, de fato, foi modificar
os preços relativos dos insumos de capital e mão de obra dos hospitais. O capital tinha seu
preço estabelecido como antes, uma vez que o PPS tratou as despesas de capital do mesmo
modo que sempre havia tratado. Mas, agora, o hospital passava a ser totalmente responsável,
na margem, por qualquer insumo adicional de mão de obra. Em vez de ser reembolsado por
qualquer despesa a mais de mão de obra, como era antes, o hospital passou a arcar com o
custo total de qualquer pagamento a título de aumento de efetivo ou expediente adicional.
Portanto, o PPS fez com que crescesse o preço relativo da mão de obra para os hospitais,
deslocando as linhas de isocusto dos hospitais, do mesmo modo que as linhas se modificaram
de C1 para C2 na Figura 6.11 a seguir.
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Teoria da Produção
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Nossa análise sobre minimização de custos afirma que os hospitais deveriam mudar para uma
produção mais intensiva em capital uma vez que eles, agora, se deparavam com preço relativo
mais alto para mão de obra (acarretando linhas de isocusto mais íngremes). Então, por exemplo,
enquanto no passado, o hospital poderia fazer com que uma paciente passasse a noite em
observação em decorrência de uma simples dor de cabeça (os hospitais são intensivos em
mão de obra), eles fariam, agora, uma tomografia computadorizada no cérebro da paciente
(utilizando o tomógrafo recentemente adquirido por eles) para verificar a eventual existência
de dano significativo, e mandariam a paciente para casa em vez de interná-la.
Quando Acemoglu e Finkelstein analisaram as proporções entre capital e mão de obra antes
e depois do PPS, eles descobriram que essas proporções, de fato, cresceram 10% dentro dos
primeiros três anos após a introdução do PPS. Acemoglu e Finkelstein também conduziram
outro teste bastante eficaz para a teoria. Os hospitais diferem substancialmente no que se
refere às suas parcelas de pacientes que estão no Medicare. Uma vez que o PPS somente se
aplica a despesas relacionadas com o Medicare, a nova estrutura de pagamentos deveria
afetar os hospitais com grande quantidade de pacientes mais do que afetasse aqueles com
alguns poucos pacientes. Os pesquisadores descobriram que hospitais com maior parcela de
pacientes do Medicare efetivamente realizaram maiores deslocamentos de insumos de mão
de obra para insumos de capital. As proporções entre capital e mão de obra cresceram de
modo geral depois do PPS, sendo que os hospitais com mais pacientes do Medicare fizeram
mais movimentos do que hospitais com menos pacientes.
Acemoglu e Finkelstein chegaram a identificar os tipos de capital que os hospitais adquiriram:
hospitais com maior fração de pacientes do Medicare adquiriram tecnologias médicas mais
avançadas como aparelhos de tomografia computadorizada, dispositivos para tratamento
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Teoria da Produção
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de problemas cardíacos e equipamentos para tratamento de câncer por radiação. Esses
hospitais também se mostraram mais propensos a diminuir a média do tempo de internação
para os pacientes, um insumo intensivo em mão de obra na produção de assistência à saúde.
O modelo de produção deste capítulo, apesar de suas simplificações, pode, portanto, funcionar
como um bom previsor para as escolhas efetivas das empresas no mundo real.
Vamos ver como esse conteúdo cai em provas de concurso?
004. 004. (IDECAN/SEP-PR/ECONOMISTA/2014) Em geral, as empresas devem decidir o número
de trabalhadores a serem contratados e a quantidade de capital físico a ser adquirido para
obter‐se um determinado nível de produção. No entanto, o capital tende a ser um insumo
fixo no curto prazo, ao contrário do trabalho. No longo prazo, ambos são flexíveis.
Assim, a oferta de produto da empresa é
a) mais elástica no curto prazo e no longoprazo.
b) mais inelástica no curto prazo e no longo prazo.
c) mais elástica no curto prazo e mais inelástica no longo prazo.
d) mais inelástica no curto prazo e mais elástica no longo prazo.
e) perfeitamente inelástica no curto e no longo prazo.
Aqui vamos pensar sobre o ajustamento de preços. Se, no longo prazo, podemos ajustar os
preços, então os preços são mais elásticos no longo prazo. E no curto prazo, temos uma rigidez
maior no ajustamento dos preços. Então, no curto prazo, os preços são mais inelásticos.
Letra d.
5 . REnDimEnTos DE Escala5 . REnDimEnTos DE Escala
Vamos agora ver agora os rendimentos de escala. Vamos lá!?
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Teoria da Produção
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Qual a melhor escala da produção?Qual a melhor escala da produção?
Quem está envolvido com a produção acaba sempre caindo nesse dilema. E não é por
menos..., pois vai interferir no resultado da produção.
Ok, mas o que é retorno de escala?Ok, mas o que é retorno de escala?
Estamos em uma produção e queremos saber qual é a resposta da produção a determinada
variação dos insumos. A resposta a essa pergunta vai nos falar os retornos de escala
da produção.
A variação dos insumos pode ser constante e aí temos os retornos constantes de escala.
Se a produção for alterada na mesma proporção e a produção também for alterada nessa
mesma proporção, então temos rendimentos constantes de escala.
A variação dos insumos pode resultar em uma produção maior e aí temos retornos
crescentes de escala. Ou, ainda, a variação nos insumos pode resultar em uma produção
menor e aí temos retornos decrescentes de escala. Veja o gráfico a seguir conforme Goolsbee
(2018, p. 235) dessas três situações possíveis de retornos de escala.
Fonte: Goolsbee (2018, p. 235)Fonte: Goolsbee (2018, p. 235)
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Teoria da Produção
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Vamos vVamos ver como esse conteúdo cai nas provas de concurso? boraaa!!!er como esse conteúdo cai nas provas de concurso? boraaa!!!
005. 005. (FGV/ANALISTA JUDICIÁRIO I (TJ AM)/ECONOMIA/2013) Seja uma função de
produção do tipo:
y=f(x1,x2)
em que os insumos x1 e x2 são utilizados para gerar o nível de produto y. Se essa função de
produção apresenta retornos constantes de escala pode‐se afirmar que:
a) a produtividade média do insumo x1 é igual a f (1, x2/x1).
b) a produtividade marginal do insumo x1 dobra quando os insumos são dobrados.
c) a produtividade média dos insumos é igual as suas produtividades marginais.
d) a produção é mais que dobrada quando os insumos são dobrados.
e) a produtividade marginal do insumo x1 é crescente para qualquer nível de insumo.
Vamos analisar as alternativas.
a) Certa, pois, para encontrar a produtividade média, vamos pegar a função de produção
apresentada e dividir pela quantidade produzida. Então como a questão pede a produtividade
média de x1 que é:
b) Errada, pois a produtividade marginal do insumo x1 representa o quanto a mais é produzido
por quantidade de insumo adicionada na produção. O que realmente dobra é a quantidade
produzida quando os insumos são dobrados.
c) Errada, pois produtividade marginal é diferente de produtividade média. São conceitos
diferentes.
d) Errada, pois como a questão nos informou que a função de produção possui rendimentos
constantes de escala, então quando os insumos são dobrados, a produção dobra apenas.
e) Errada, pois a questão não informou o formato da função de produção. Porém podemos
dizer que a produtividade marginal é decrescente, pois os retornos de escala dos insumos
são constantes.
Letra a.
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Teoria da Produção
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006. 006. (CESPE/ECONOMISTA (MJ)/2013) Considere que um dos objetivos do Projeto Eficiência
seja reduzir o volume de processos em tramitação no Poder Judiciário brasileiro, e suponha
que, no curto prazo, a tecnologia seja fixa e que apena s o fator trabalho seja variável.
Com base nessas informações, julgue o item seguinte.
Quando os rendimentos marginais do trabalho forem decrescentes, os rendimentos de
escala também serão decrescentes.
Rendimentos marginais nos informam o quanto será produzido quando adicionamos uma
unidade a mais de um dos insumos. Já rendimentos de escala nos diz quanto será produzido
quando variamos de maneira uniforme todos os insumos empregados no processo produtivo.
Portanto, não há relação entre os conceitos apresentados.
Errado.
Antes de finalizar, vamos ver quais fatores que afetam os retornos de escala. Um dos
fatores que interferem nos retornos de escala da função de produção é o fato de um dos
insumos não variarem com a quantidade de produto que é gerada. Outro fator que pode
interferir nos retornos de escala é o fato de aprender com o tempo. Então a empresa, com
o tempo, tende a se tornar mais eficiente, pois aprende com a própria experiência.
Outro fator que também devemos levar em consideração é a mudança tecnológica. Esse
fator altera a função de produção de modo que a função de produção passa a produzir mais
produtos com a mesma quantidade de insumos. Podemos representar isso com a seguinte
fórmula:. O termo A representa o nível de tecnologia. Essa mudança na função de produção
é a mudança tecnológica. Veja como esse processo ocorre em uma representação gráfica
conforme Goolsbee (2018, p. 239).
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Teoria da Produção
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São esses os principais aspectos sobre a Teoria da Firma. Vamos continuar a Teoria da
Firma na próxima aula. Leia, releia essas informações e vamos juntos à vitória.
Se você gostou do material ou tem críticas, dá um feedback, bem como poste suas
dúvidas lá no fórum. Estou esperando você lá no Fórum! Estudaaaaa!!!!
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Teoria da Produção
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RESUMORESUMO
Nessa aula, você deve fixar os seguintes pontos:
• Produção, para Goolsbee (2018), é “O processo pelo qual uma pessoa, companhia,
governo ou organização sem fins lucrativos cria um bem ou serviço pelo qual outras
pessoas ou entidades estão dispostas a pagar.”
• Bens finais são aqueles que encontramos nas lojas, nos supermercados e, portanto,
já passaram por todo o processo produtivo. Já os bens intermediários são aqueles
que ainda precisam passar por uma etapa produtiva. Podemos nos referir como os
bens que serão usados para produzir o bem final.
• Os pressupostos são baseados em Goolsbee(2018, p. 212), leia a seguir:
A firma produz um único bem.
A firma já escolheu qual bem produzir.
Para qualquer que seja a quantidade que produza, o objetivo da firma é minimizar o custo
inerente a produzir essa quantidade.
A firma utiliza somente dois insumos para fabricar seu produto: capital e mão de obra.
No curto prazo, uma firma pode optar por empregar a quantidade de mão de obra que desejar,
mas não consegue rapidamente modificara quantidade de capital que utiliza. No longo prazo,
a firma consegue escolher livremente as quantidades tanto da mão de obra quanto do capital
que emprega.
Quanto mais insumos a firma utiliza, mais produto ela gera.
A produção de uma firma exibe rendimentos marginais decrescentes para mão de obra e capital.
A firma pode comprar a quantidade de insumos de capital e de mão de obra que desejar, a
preços fixos.
Caso exista um mercado para o capital que funcione bem (por exemplo, bancos e investidores),
a firma não terá restrição orçamentária.
• Para Pindyck e Rubinfeld (2013, p. 192), teoria da firma é a “explicação sobre como
as empresas tomam decisões de minimização de custos e como esses custos variam
com a produção.”
• Os fatores de produção são os insumos que estão envolvidos no processo produtivo
da empresa. Os fatores tradicionais de produção são trabalho e capital. É como se
fossem os fatores mínimos necessários para se produzir algo.
• Os fatores de produção que consideramos na nossa função de produção foram o
capital (K) e o trabalho (L).
• Veja a representação a seguir:
• Goolsbee (2018) aponta que o curto prazo compreende o período em que não
conseguimos modificar a quantidade de capital.
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Teoria da Produção
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• o produto marginal decrescente é, para Goolsbee (2018, p. 216): “Uma característica
da função produção; à medida que a firma passa a contratar unidades adicionais de
determinado insumo, o produto marginal desse insumo diminui.”
• O produto médio é bem simples. É a divisão da produção total pela quantidade de insumos.
Isso vai resultar na quantidade de produto gerada por unidade de insumo utilizada.
Então podemos ter o produto médio da mão de obra que vai ser a quantidade total
de produtos dividido pela quantidade de mão de obra utilizada. A fórmula fica assim:
• Inicialmente, a produção cresce a taxas positivas e isso pode ser observado no gráfico
pela curva do produto marginal. Mas, a partir do ponto E que é o ponto em que o
produto médio e o produto marginal se igualam, a quantidade produzida continua
aumentando a uma taxa cada vez menor.
• Desta forma, quando a produtividade marginal é maior do que a produtividade média,
a produtividade média cresce quando ela é inferior à produtividade marginal. Veja o
gráfico abaixo conforme Pyndick e Rubenfeld (2013, p. 198).
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Teoria da Produção
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• A produção no longo prazo pode ser ajustada em todos os insumos. Então não vamos
fixar nenhum dos insumos. Então podemos pensar que a produção será um mix
entre capital e trabalho e para cada nível de cada um dos insumos teremos níveis de
produções diferentes.
• A variação dos insumos pode resultar em uma produção maior e aí temos retornos
crescentes de escala. Ou, ainda, a variação nos insumos pode resultar em uma produção
menor e aí temos retornos decrescentes de escala. Veja o gráfico a seguir conforme
Goolsbee (2018, p. 235) dessas três situações possíveis de retornos de escala.
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Teoria da Produção
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QUESTÕES DE CONCURSOQUESTÕES DE CONCURSO
001. 001. (CESPE/REGULADOR DE NOVAS ATRIBUIÇÕES III - CARGO 6 (ANP/2022) Considerando
a teoria microeconômica, julgue o item a seguir.
Considere-se que a tecnologia de uma empresa seja dada pela função de produção Q (K,
L) = Ka Lβ, em que K e L representam, respectivamente, as quantidades de capital e de
trabalho necessárias para a produção do produto Q, sendo α e β constantes positivas cuja
soma é igual a 1. Nessa situação hipotética, a elasticidade de substituição entre os fatores
de produção K e L é igual a zero.
002. 002. (CESPE/AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - CIÊNCIAS ECONÔMICAS (TCE-
SC)/2022) Suponha que a quantidade produzida q por uma firma seja dada por q = 1200K2/3
L1/3, sendo K a quantidade de capital investido e L a quantidade de mão de obra, ambas
medidas em unidades convenientes. Sabendo que cada unidade de capital investido custa
$ 6 e cada unidade de mão de obra custa $ 24, julgue o item que se segue.
Fixada a quantidade produzida em 24.000 unidades, a isoquanta é a curva que mostra o
menor custo possível para atingir esse nível de produção.
003. 003. (CESPE/ANALISTA LEGISLATIVO – CIÊNCIAS ECONÔMICAS AL (AL-CE) /2021) Acerca de
conceitos de microeconomia bem como de efeito renda e efeito substituição, bens normais
e inferiores, julgue os itens a seguir.
I – A classificação de bem inferior depende do efeito renda, e não do efeito preço.
II – Se a redução do preço reduz a quantidade demandada, então o bem é de Giffen.
III – Os bens de Giffen possuem elasticidade-preço negativa.
IV – Para dois bens complementares x e y, o aumento do preço do bem x leva ao aumento
da quantidade demandada do bem y.
Estão certos apenas os itens
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III, IV.
004. 004. (CESPE/AUDITOR DO ESTADO – BLOCO II (SEFAZ-RS) /2018) Julgue os itens a seguir,
considerando a classificação microeconômica dos bens.
I – Se a curva de demanda é positivamente inclinada, então o bem é denominado bem inferior.
II – Se o efeito renda é maior que o efeito substituição, então o bem é denominado bem
de Giffen.
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
III – Se a elasticidade-preço da demanda for negativa, os bens são complementares.
IV – Para bens com demandas lineares, a elasticidade-preço da demanda é constante.
Estão certos apenas os itens
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.
005. 005. (CESPE/ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO/CIÊNCIAS ECONÔMICAS (TCE-MG) /2018)
Conforme a teoria econômica, em um mercado onde a empresa não consegue afetar o preço
do bem que ela própria produz, o nível máximo de produção a ser atingido é determinado
pelo ponto em que a isoquanta mais alta tangencia a isocusto. A inclinação da isocusto,
nesse ponto de tangência, será igual
a) à taxa marginal de substituição técnica.
b) aos rendimentos crescentes de escala.
c) ao custo de oportunidade.
d) à CPP dinâmica.
e) à restrição orçamentária.
006. 006. (CESPE/AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO – ECONOMIA (TCE-SC) /2016) A
respeito de aspectosda teoria do consumidor, produtividades média e marginal e estruturas
de mercado, julgue o item seguinte.
A taxa marginal de substituição técnica em cada ponto da isoquanta corresponde à quantidade
de capital que pode ser substituída por determinada quantidade de trabalho com o objetivo
de aumentar a produção.
007. 007. (CESPE/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO - ÁREA PLANEJAMENTO – ECONOMIA/2016)
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
Considere uma função de produção que utilize capital (K) e trabalho (L), estando as isoquantas
dessa produção (Q) descritas na figura apresentada. A partir desses dados, julgue o item
que se segue.
As isoquantas apresentadas representam o capital e o trabalho como substitutos perfeitos
na produção.
008. 008. (CESPE/AUDITOR GOVERNAMENTAL – GERAL (CGE-PI) / 2015) Em relação às estruturas
de mercado, julgue o próximo item.
Se existirem rendimentos constantes à escala em uma indústria perfeitamente competitiva,
então a curva de oferta da indústria será horizontal no longo prazo.
009. 009. (CESPE/CÂMARA DOS DEPUTADOS - ANALISTA LEGISLATIVO - CONSULTOR LEGISLATIVO
ÁREA III/2014)
Texto associado
A inclinação da isoquanta em cada ponto representa a taxa marginal de substituição técnica,
que é representada pela proporção de troca entre os insumos.
010. 010. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/ECONOMIA (TJ-SE) /2014) Determinada firma combina
capital (K) e trabalho (L) por meio da função de produção Q = K Lß , em que Q representa
a quantidade produzida do bem e e são constantes positivas. Com base nessa situação
hipotética, julgue os itens a seguir.
A isoquanta é o lugar geométrico dos pontos em que a taxa marginal de substituição técnica
permanece constante para vários níveis de produção Q.
011. 011. (CESPE/POLÍCIA FEDERAL/AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL/2014)
Texto associado
O conjunto de todas as combinações possíveis entre dois insumos capazes de produzir uma
mesma quantidade de produto é denominado isoquanta.
012. 012. (CESPE/ANTT/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES TERRESTRES
– ECONOMIA/ 2013) A respeito da teoria do consumidor, julgue o item seguinte.
A isoquanta é uma curva que representa as combinações de fatores de produção que
resultam na mesma quantidade de produto. O ponto ótimo de uma isoquanta é dado pela
intersecção com outra isoquanta que descreve combinações de outros fatores de produção.
013. 013. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO (TCE-ES) /2013) Considerando
a teoria da produção e os principais resultados relacionados às curvas de custo, assinale a
opção correta.
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Teoria da Produção
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a) Se o preço de uma hora de trabalho for igual a 10 unidades monetárias, se o preço de
uma hora de capital for igual a 5 unidades monetárias e se as produtividades marginais
do trabalho e do capital forem iguais a 30 e 20 unidades de fator produtivo por hora,
respectivamente, é correto afirmar que a combinação utilizada pela firma minimizará o
custo de produção.
b) Se determinada combinação de fatores de produção proporcionar dois níveis distintos
de produção, a função de produção exibirá retorno crescente à escala.
c) Se a taxa marginal de substituição técnica é decrescente, a isoquanta é convexa.
d) Se a adição de uma unidade extra de trabalho ao processo produtivo gera declínio da produtividade
marginal, a firma deve manter o nível de produção como forma de maximizar o seu lucro.
e) Se uma firma utiliza, em seu processo produtivo, certa combinação de capital e trabalho,
de modo que a produtividade marginal do capital seja igual a 10 Q e a produtividade marginal
do trabalho seja igual a 20 Q, em que Q é a função de produção, é correto afirmar que o
lucro da firma será maximizado se no processo produtivo for utilizado o dobro do insumo
trabalho em relação ao capital.
014. 014. (CESPE/BACEN/ANALISTA - POLÍTICA ECONÔMICA E MONETÁRIA/ 2013) No que diz
respeito à teoria do consumidor e à teoria da firma, julgue o item seguinte.
Considere que determinada firma tenha a função de produção de proporções fixas e que cada
nível de produção exija uma combinação específica de trabalho e capital. Nessa situação, a
taxa marginal de substituição técnica é constante em todos os pontos da isoquanta.
015. 015. (CESPE/ANTT/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES TERRESTRES
– ECONOMIA/2013) A respeito da teoria do consumidor, julgue o item seguinte.
A isoquanta é uma curva que representa as combinações de fatores de produção que
resultam na mesma quantidade de produto. O ponto ótimo de uma isoquanta é dado pela
intersecção com outra isoquanta que descreve combinações de outros fatores de produção.
016. 016. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO (TCE-ES)/2013) Considerando
a teoria da produção e os principais resultados relacionados às curvas de custo, assinale a
opção correta.
a) Se o preço de uma hora de trabalho for igual a 10 unidades monetárias, se o preço de
uma hora de capital for igual a 5 unidades monetárias e se as produtividades marginais
do trabalho e do capital forem iguais a 30 e 20 unidades de fator produtivo por hora,
respectivamente, é correto afirmar que a combinação utilizada pela firma minimizará o
custo de produção.
b) Se determinada combinação de fatores de produção proporcionar dois níveis distintos
de produção, a função de produção exibirá retorno crescente à escala.
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c) Se a taxa marginal de substituição técnica é decrescente, a isoquanta é convexa.
d) Se a adição de uma unidade extra de trabalho ao processo produtivo gera declínio da
produtividade marginal, a firma deve manter o nível de produção como forma de maximizar
o seu lucro.
e) Se uma firma utiliza, em seu processo produtivo, certa combinação de capital e trabalho,
de modo que a produtividade marginal do capital seja igual a 10 Q e a produtividade marginal
do trabalho seja igual a 20 Q, em que Q é a função de produção, é correto afirmar que o
lucro da firma será maximizado se no processo produtivo for utilizado o dobro do insumo
trabalho em relação ao capital.
017. 017. (CESPE/CPRM/ANALISTA EM GEOCIÊNCIAS – ECONOMIA/2013) O lítio é considerado
mineral estratégico para a economia mundial devido à sua utilização crescente na indústria
eletroeletrônica, seja na produção de baterias automotivas, seja na telefonia móvel entre
outros. Suponha que sua demanda apresenta curva negativamente inclinada enquanto a
oferta apresenta curva positivamente inclinada. Com base nesse assunto, julgue os itens
que se seguem.
Caso o preço máximo estabelecido pelo governo para os produtores de lítio fosse menor
que o preço de equilíbrio, entre a demanda e a oferta de lítio, haveria redução no excedente
do consumidor.
018. 018. (CESPE/CPRM/ANALISTA EM GEOCIÊNCIAS – ECONOMIA/2013) O lítio é considerado
mineral estratégico para a economia mundial devido à sua utilização crescentena indústria
eletroeletrônica, seja na produção de baterias automotivas, seja na telefonia móvel entre
outros. Suponha que sua demanda apresenta curva negativamente inclinada enquanto a
oferta apresenta curva positivamente inclinada. Com base nesse assunto, julgue os itens
que se seguem.
Caso a elasticidade da demanda seja maior que 1, em valor absoluto, a receita para o
minerador de lítio aumenta quando o preço sobe.
019. 019. (CESPE/ANCINE/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO ATIVIDADE CINEMATOGRÁFICA E
AUDIOVISUAL - ÁREA 1/2013) No que se refere às características da indústria do audiovisual,
julgue o item subsecutivo.
Os produtos com os quais as empresas de mídia lidam, cuja base é a informação, podem
dar origem a novos produtos, em uma economia de escala que explica a tendência de essas
empresas ofertarem produtos e serviços diversos, como jornais, revistas, cinema, vídeo
doméstico, canais abertos e fechados
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
020. 020. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA /2012) Com base na teoria
microeconômica, julgue (C ou E) os itens que se seguem.
Sabendo-se que a função de serviços administrativos de determinado órgão público exige
um computador para cada funcionário, conclui-se que as isoquantas entre esses dois
insumos são formadas por linhas retas paralelas, cuja inclinação é igual a -1.
021. 021. (CESPE/BANCO DA AMAZÔNIA/TÉCNICO CIENTÍFICO – ECONOMIA/2012)
Texto associado
Considere que, na região, haja processos produtivos crescentes de escala e que os créditos
disponibilizados pelo Banco da Amazônia tenham sido totalmente aplicados em capital e
trabalho. Nessa situação, essa política tenderá a separar as isoquantas, que se afastarão cada
vez mais umas das outras à medida que os recursos forem aplicados nas atividades econômicas.
022. 022. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA /2012) No que se refere à
economia internacional e a questões a ela relacionadas, assinale a opção correta.
a) Em economias que privilegiam a produção, tarifas são preferíveis a quotas, porque,
embora reduzam o excedente do consumidor, deixam o do produtor inalterado.
b) No modelo ricardiano das vantagens comparativas, os ganhos do comércio são explicados
pelas diferenças da produtividade marginal relativa do fator trabalho entre os países.
c) Considere que uma empresa mineradora brasileira compre empresa da área de mineração
na Tailândia. Nessa situação, a transação deve ser registrada na conta capital da CCF (conta
capital e financeira) do balanço de pagamentos brasileiro.
d) Políticas fiscais expansionistas contribuem para a depreciação da moeda e para o aumento
do investimento e das exportações líquidas.
e) Como o contágio que caracterizou as crises de câmbio do período 1980-2000 deveu-se ao canal
financeiro, não houve deterioração da balança comercial dos países afetados por esse fenômeno.
023. 023. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA/2012) Com base na teoria
microeconômica, julgue (C ou E) o item que se segue.
Mudanças legislativas que facilitem a entrada de mão de obra estrangeira especializada
na área de eletrônica contribuem para deslocar — para baixo e para a direita — a curva de
oferta de longo prazo da indústria eletrônica.
024. 024. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO - ECONOMIA – ESPECÍFICOS/2011)
Texto associado
Em uma indústria competitiva caracterizada por custos decrescentes, aumentos da
quantidade ofertada coexistem com reduções no preço do produto desse setor, gerando
uma curva de oferta de longo prazo negativamente inclinada.
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
025. 025. (CESPE/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO - ÁREA PLANEJAMENTO – ECONOMIA
(TCE-PA/2016)
Considere uma função de produção que utilize capital (K) e trabalho (L), estando as isoquantas
dessa produção (Q) descritas na figura apresentada. A partir desses dados, julgue o item
que se segue.
A referida função de produção apresenta rendimentos constantes à escala.
026. 026. (CESPE/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO - ÁREA PLANEJAMENTO – ECONOMIA
(TCE-PA)/2016)
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
Considere uma função de produção que utilize capital (K) e trabalho (L), estando as isoquantas
dessa produção (Q) descritas na figura apresentada. A partir desses dados, julgue o item
que se segue.
A função de produção em questão respeita a lei dos rendimentos marginais decrescentes.
027. 027. (CESPE/ANALISTA - POLÍTICA ECONÔMICA E MONETÁRIA (BACEN)/2013) No que diz
respeito à teoria do consumidor e à teoria da firma, julgue o item seguinte.
Considere que determinada firma tenha a função de produção de proporções fixas e que cada
nível de produção exija uma combinação específica de trabalho e capital. Nessa situação, a
taxa marginal de substituição técnica é constante em todos os pontos da isoquanta.
028. 028. (CESPE/ESPECIALISTA EM REGULAÇÃO ATIVIDADE CINEMATOGRÁFICA E AUDIOVISUAL
- ÁREA 1 (ANCINE)/2013) No que se refere às características da indústria do audiovisual,
julgue o item subsecutivo.
Os produtos com os quais as empresas de mídia lidam, cuja base é a informação, podem
dar origem a novos produtos, em uma economia de escala que explica a tendência de essas
empresas ofertarem produtos e serviços diversos, como jornais, revistas, cinema, vídeo
doméstico, canais abertos e fechados
029. 029. (CESPE/ANALISTA EM GEOCIÊNCIAS – ECONOMIA (CPRM)/2013) O lítio é considerado
mineral estratégico para a economia mundial devido à sua utilização crescente na indústria
eletroeletrônica, seja na produção de baterias automotivas, seja na telefonia móvel entre
outros. Suponha que sua demanda apresenta curva negativamente inclinada enquanto a
oferta apresenta curva positivamente inclinada. Com base nesse assunto, julgue os itens
que se seguem.
Caso a elasticidade da demanda seja maior que 1, em valor absoluto, a receita para o
minerador de lítio aumenta quando o preço sobe.
030. 030. (CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO – ECONOMIA (TJ-AL)/2012) No que se refere aos fatores
de produção, assinale a opção correta.
a) Supor tecnologias convexas significa que as médias dos planos de produção possíveis
também são possíveis.
b) Se a função de produção de um bem depende apenas da mão de obra, então, nesse caso,
não são considerados, no processo produtivo de curto prazo, os demais fatores de produção.
c) As curvas isoquantas mostram as diferentes quantidades que podem ser produzidas
com a mesma quantidade de dois insumos de produção.
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
d) Considere que, para se fazer buracos, sejam necessários apenas um homeme uma pá.
Nesse caso, as curvas isoquantas são semelhantes às do caso dos bens substitutos perfeitos
na teoria do consumidor.
e) A suposição de monotonicidade das isoquantas significa que o aumento de pelo menos
um dos insumos no processo produtivo gera aumento da produção.
031. 031. (CESPE/INSTITUTO RIO BRANCO/DIPLOMATA - 2ª ETAPA (CEBRASPE)/2012) Com base
na teoria microeconômica, julgue (C ou E) o item que se segue.
Mudanças legislativas que facilitem a entrada de mão de obra estrangeira especializada
na área de eletrônica contribuem para deslocar — para baixo e para a direita — a curva de
oferta de longo prazo da indústria eletrônica.
032. 032. (CESPE/ANALISTA ADMINISTRATIVO – ADMINISTRAÇÃO (TCE-ES)/2013) Considerando
a teoria da produção e os principais resultados relacionados às curvas de custo, assinale a
opção correta.
a) Se o preço de uma hora de trabalho for igual a 10 unidades monetárias, se o preço de
uma hora de capital for igual a 5 unidades monetárias e se as produtividades marginais
do trabalho e do capital forem iguais a 30 e 20 unidades de fator produtivo por hora,
respectivamente, é correto afirmar que a combinação utilizada pela firma minimizará o
custo de produção.
b) Se determinada combinação de fatores de produção proporcionar dois níveis distintos
de produção, a função de produção exibirá retorno crescente à escala.
c) Se a taxa marginal de substituição técnica é decrescente, a isoquanta é convexa.
d) Se a adição de uma unidade extra de trabalho ao processo produtivo gera declínio da
produtividade marginal, a firma deve manter o nível de produção como forma de maximizar
o seu lucro.
e) Se uma firma utiliza, em seu processo produtivo, certa combinação de capital e trabalho,
de modo que a produtividade marginal do capital seja igual a 10 Q e a produtividade marginal
do trabalho seja igual a 20 Q, em que Q é a função de produção, é correto afirmar que o
lucro da firma será maximizado se no processo produtivo for utilizado o dobro do insumo
trabalho em relação ao capital.
033. 033. (FCC/COPERGÁS – PE/ANALISTA ECONOMISTA/2023) Considerando uma economia
fechada, com estrutura de mercado de concorrência perfeita e a observância de externalidades
negativas, como a poluição do ar e da água geradas por uma indústria metalúrgica, uma situação
de excesso de oferta de um dado bem, no curto prazo, pode acontecer com o produtor se
a) o custo marginal privado excede o custo social.
b) a curva de custo marginal de produzir ferroligas, por exemplo, for inferior ao benefício
marginal de se produzir esse bem.
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
c) não se levar em conta que existem custos mais amplos para a sociedade, além do custo
marginal privado.
d) a curva de custo marginal deslocar-se para baixo e para a direita, com a contabilização
das externalidades negativas.
e) a curva de benefício marginal deslocar-se para cima e para a direita, com a contabilização
das externalidades negativas.
034. 034. (FCC/ANALISTA LEGISLATIVO – ECONOMISTA (AL-AP)/ 2020) Em relação à teoria dos
mercados perfeitamente competitivos,
a) a elasticidade-preço da oferta é determinada pela inclinação das curvas de custo marginal
das firmas individuais.
b) o preço de equilíbrio equivale à satisfação de todos os desejos dos agentes econômicos.
c) a curva de demanda de uma firma individual é negativamente inclinada.
d) a maximização do lucro da firma em concorrência perfeita ocorre no ponto em que o
custo fixo médio da firma é mínimo.
e) no ponto de equilíbrio, o excedente do consumidor equivale ao excedente do produtor.
035. 035. (FCC/ANALISTA LEGISLATIVO – ECONOMISTA (AL-AP)/2020) As falhas de mercado
impedem que se obtenha a máxima eficiência na alocação dos recursos da economia.
Nesse sentido,
a) mercados incompletos são caracterizados pela inexistência de demanda pelo bem,
impedindo a sua viabilização.
b) a presença de informação assimétrica pode ocasionar o problema do risco moral nos
mercados de seguros de automóveis.
c) um bem não rival pode ser subofertado em virtude de o custo marginal de produção do
bem exceder o seu benefício marginal social.
d) a poluição do meio ambiente não pode ser considerada uma falha de mercado, na medida
em que ela não afeta as decisões das firmas e dos consumidores.
e) externalidades positivas, como a arborização de ruas ou a vacinação da população contra
doenças transmissíveis, são eficientemente ofertadas pelos mercados, dados os claros
benefícios sociais que elas geram.
036. 036. (FCC/PREFEITURA DE RECIFE – PE/ANALISTA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E
GESTÃO/2019) Ao analisar os conceitos microeconômicos de “falha de mercado” e de
“informação assimétrica” conclui-se que
a) a “falha de mercado” é um caso particular de problema da “informação assimétrica”.
b) a assimetria de informação afeta apenas o excedente do consumidor, mas não afeta o
do produtor
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Teoria da Produção
Daisy Assmann
c) falhas de mercado estão associadas à sinalização inadequada a partir do sistema de preços.
d) uma externalidade negativa pode ser caracterizada como uma falha de mercado, ao
passo que uma externalidade positiva não pode.
e) problemas de eficiência econômica associados à informação assimétrica não podem ser
corrigidos com intervenção governamental sobre o funcionamento da economia.
037. 037. (FCC/ANALISTA LEGISLATIVO – ECONOMIA (ALESE)/2018) Suponha que a produção de
um bem está sujeita a proporções fixas, isto é, quando uma, e somente uma, combinação
de insumos pode produzir esse dado bem. Nesse caso,
a) obtêm-se isoquantas com formato em “L”.
b) obtém-se uma função de produção denominada Cobb-Douglas.
c) obtêm-se isoquantas que se interceptam toda vez que a quantidade de insumos apresenta
uma relação constante.
d) a grandeza dos insumos decresce para pontos mais afastados da origem, em um gráfico
que relaciona as quantidades dos dois insumos
e) o nível de produto permanece constante e a proporção dos insumos varia continuamente
para movimentos ao longo da isoquanta.
038. 038. (FCC/ANALISTA DE GESTÃO – ECONOMIA (SABESP)/2018) Constituem razões para
ocorrência das “falhas de mercado”, isto é, condições em que ocorre uma alocação subótima
de recursos na economia, EXCETO:
a) competição imperfeita.
b) informação imperfeita.
c) externalidades
d) bens públicos.
e) maximização conjunta dos excedentes do consumidor e do produtor.
039. 039. (FCC/ANALISTA DE GESTÃO – ECONOMIA (SABESP)/2018) Considere as seguintes
equações como expressões das curvas de demanda e oferta de etanol, no Brasil, no início
do ano de 2018:
QD = 140 − 15p
Qs = 50 + 10p
Onde QD é a quantidade demandada, Qs é a quantidade ofertada e p o preço do etanol.
A adoção pelo governo brasileiro de um imposto específico no valor de R$ 1,00 sobre os
combustíveis automotivos, tudo o mais mantido constante, resulta em
a) assunção da carga tributária apenas pelos consumidores, devido à relativa inelasticidade-
preço da demanda.
b) uma elevação do consumo de combustível, por efeito da elasticidade-renda da demanda.
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