Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

PROJETO 
ELÉTRICO PREDIAL 
 
 
 
 
Apresentação 
 
 
 
As Organizações da Sociedade Civil (OSCs) têm representado um importante papel no contexto 
atual, exigindo das entidades o estabelecimento de novos paradigmas. 
 
Nesse cenário, a gestão profissional passa a ter cada vez mais um papel decisivo para o sucesso das 
OSCs, independente do ramo de sua natureza. 
 
Para garantir a qualidade dos serviços e sobrevivência organizacional, a Diretoria da Associação 
dos Técnicos de Pernambuco - ATPE faz evoluir seu processo administrativo, adotando uma gestão 
interativa, transparente e centrada em resultados. 
 
Dentro deste contexto, a nossa gestão, atenta às mudanças, missão, visão e valores da ATPE dá 
prioridade ao planejamento estratégico, objetivos, metas e resultados em busca da excelência 
organizacional. 
 
Diretoria da ATPE 
 
 
 
 
Presidente da ATPE 
Augusto Carlos Vaz de Oliveira 
 
Vice-Presidente da ATPE 
Luis Paulo de Sousa 
 
Primeiro Secretário 
Emauso Costa dos Santos 
 
Primeiro Tesoureiro 
Rodrigo Santiago do Nascimento 
 
Conselho Fiscal 
Pedro Rodrigo de Lima 
 
Conselho Fiscal 
Teleones Eugênio do Nascimento 
 
Conselho Fiscal 
José Otávio Barbosa Pontes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
1. INTRODUÇÃO 1 
2. GRANDEZAS ELÉTRICAS 1 
3. POTÊNCIA ELÉTRICA (ATIVA) (P) 1 
4. FATOR DE POTÊNCIA 1 
5. CÁLCULO TÉCNICO DA ENERGIA ELÉTRICA 1 
6. INSTRUMENTOS DE MEDIDAS 1 
7. CORRENTE ALTERNADA 2 
8. SIMBOLOGIA GRÁFICA DE PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – 
DESENHO E REPRESENTAÇÃO - NBR 5444 (REVOGADA) 
3 
9. DEFINIÇÕES 6 
10. ELETRODUTOS 7 
11. CONDUTORES 8 
12. FATOR DE CORREÇÃO DE AGRUPAMENTO 10 
13. FATOR DE CORREÇÃO DE TEMPERATURA 11 
14. QUEDAS DE TENSÃO 12 
15. FATOR DE DEMANDA 12 
16. PADRÃO DE ENTRADA – CELPE 15 
17. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO 17 
18. DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
RESIDENCIAIS: DTM, IDR E DPS 
18 
19. ATERRAMENTO 20 
20. PLANTA BAIXA E 3D 20 
21. DIAGRAMAS 21 
22. CIRCUITOS ELÉTRICOS 22 
23. PREVISÃO DE CARGA 25 
24. CONSIDERAÇÕES GERAIS 26 
25. BIBLIOGRAFIA 26 
26. ANEXOS 27 
 
 
 
 
 
1 
 
1. INTRODUÇÃO 
O objetivo desta apostila é subsidiar o discente a elaborar o projeto elétrico de uma edificação individual com 
carga instalada inferior a 50 kW, utilizando a normas vigentes e as exigências da Celpe – Neoenergia. 
 
2. GRANDEZAS ELÉTRICAS 
Na eletricidade básica existem três grandezas fundamentais que são a tensão elétrica, a corrente elétrica, a 
resistência elétrica. Para estudá-las utilizaremos o conceito de cargas elétrica. 
 
• TENSÃO ELÉTRICA (E): É a diferença de potencial entre dois pontos. Unidade: Volt (V). 
• CORRENTE ELÉTRICA (I): É o movimento ordenado dos elétrons. Unidade: Ampere (A). 
• RESISTÊNCIA ELÉTRICA (R): É a oposição (dificuldade) que os materiais oferecem à passagem da 
corrente elétrica. Unidade: Ohm (Ω). 
 
3. POTÊNCIA ELÉTRICA (ATIVA) (P) 
A Potência elétrica (ativa) (P) é a quantidade de energia consumida em um intervalo de tempo. A potência elétrica 
é medida em Watts (W) que corresponde a quantidade de energia por segundo (J/seg.), e possui os mesmos múltiplos 
e submúltiplos que as outras grandezas elétricas. Além das unidades convencionais existem ainda o cavalo vapor 
(CV) e o horse power (HP), observe as relações entre eles e o Watt: 
1 CV = 736 W 
1 HP = 746 W 
 
FÓRMULAS: 
 
 
4. FATOR DE POTÊNCIA 
 É uma relação entre potência ativa e potência reativa por consequência energia ativa e reativa. Ele indica a 
eficiência com a qual a energia está sendo usada. O fator de potência de um sistema elétrico qualquer, que está 
operando em corrente alternada (CA), é definido pela razão da potência real ou potência ativa pela potência total 
ou potência aparente. Um FP alto indica uma boa eficiência quanto ao uso de energia, significa dizer que grande 
parte da energia drenada é transformada em trabalho, inversamente a isso um fator de potência baixo indica que você 
não está aproveitando plenamente a energia drenada (entende-se por "energia drenada" a energia que você compra 
da concessionaria). 
 
 
5. CÁLCULO TÉCNICO DA ENERGIA ELÉTRICA 
Na prática o consumo de energia elétrica é calculado com base no KWh, ou seja calcula-se a potência em KW e 
multiplica-se pelo tempo em horas. O preço de cada KWh é determinado pela concessionária de energia elétrica. 
Geralmente a quantidade de consumo influencia no valor. 
τ = P. T 
 
6. INSTRUMENTOS DE MEDIDAS 
• VOLTÍMETRO - Destinado a medir a tensão elétrica. Deve ser conectado em paralelo com o elemento que 
 
2 
 
se deseja saber a tensão. 
• AMPERÍMETRO - Destinado a medir a corrente elétrica. Deve ser conectado em série com o elemento que 
se deseja saber a tensão. 
• OHMÍMETRO - Destinado a medir a resistência elétrica. Deve ser conectado em circuitos que estejam sem 
tensão elétrica. 
OBS.: O voltímetro e o amperímetro podem ser de corrente contínua ou de corrente alternada, por isso deve-
se também observar que corrente elétrica estamos utilizando para ligarmos os instrumentos. 
• MULTÍMETRO - Instrumento composto por vários instrumentos de medidas elétricas, basicamente o 
ohmímetro, o amperímetro e o voltímetro. 
• MEGÔMETRO - é um instrumento de medição que consiste em gerar e aplicar uma tensão para medir a 
resistência de isolamento utilizado, geralmente, em motores e transformadores. O princípio de seu 
funcionamento é medir valores elevados de resistência elétrica, onde o ohmímetro não consegue mensurar, 
gerando uma alta tensão para ganhar a resistência do componente e assim, definir por meio da corrente 
estabelecida o valor da constância do item medido. 
• TERRÔMETRO - O terrômetro é um aparelho que tem a capacidade de medir a resistência do solo em 
receber as descargas elétricas. Ou seja, ele mede a eficiência do aterramento através de sensores. 
 
7. CORRENTE ALTERNADA 
Provavelmente você sabe que mais de 90% de todas as linhas de transmissão de eletricidade conduzem corrente 
alternada. Usa-se muito pouco a corrente contínua nos temas de luz e força. Entretanto, a C. C. é importante nos 
circuitos eletrônicos. Existem duas razões muito boas para esta preferência. Inicialmente, a C.A. pode fazer quase 
tudo que é feito pela C.C. A transmissão elétrica é mais fácil e mais econômica com a C.A. do que com a C.C. A 
tensão alternada pode ser aumentada ou reduzida facilmente e sem perda apreciável com o emprego de 
transformadores. 
• CORRENTE ALTERNADA - Corrente que muda constantemente de valor (amplitude) e inverte seu sentido 
a intervalos regulares (milisegundos). 
• FORMA DE ONDA - Gráfico das variações da tensão ou da corrente durante um certo tempo. 
• ONDA SENOIDAL - Uma curva contínua que representa todos os valores instantâneos de uma tensão ou 
corrente alternada senoidal. 
• CICLO - Um conjunto completo de valores positivos e negativos de uma onda de tensão ou corrente 
alternada. 
• FREQUÊNCIA - O número de ciclos por segundo. E expressa em hertz (Hz). 1 Hz = 1 ciclo/segundo. 
• FASE - Diferença de tempo relativa entre os mesmos pontos de duas formas de onda. 
• VALOR MÁXIMO, EFICAZ E MËDIO de uma onda senoidal. 
• PERÍODO (T) - É o tempo que uma onda gasta para completar um ciclo. 
• F=1/T 
 
 
a. CIRCUITO MONOFÁSICO 
Constituído de uma fase e um neutro a ddp é sempre entre 0V e a variação da onda da fase. 
 
 
b. CIRCUITO BIFÁSICO 
Constituído de duas fases, a ddp é sempre entre a variação de uma fase e a variação da 
 
3 
 
onda da outra fase. 
 
c. CIRCUITO TRIFÁSICO 
Constituído de três fases (R,S,T) a ddp é sempre entre a variação das três fases R, S, T. 
 
 
 
8. SIMBOLOGIA GRÁFICA DE PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – DESENHO E 
REPRESENTAÇÃO - NBR 5444 (REVOGADA) 
No projeto de instalações elétricas, vários dados devem estar claramente locados na planta: localização das 
tomadas, pontosde iluminação, quadros, percursos da instalação, condutores, distribuição da carga, proteções, etc... 
Portanto, na planta baixa devemos no mínimo representar: 
• a localização dos pontos de consumo de energia elétrica, seus comandos e indicações dos 
• circuitos a que estão ligados; 
• a localização dos quadros e centros de distribuição; 
• o trajeto dos condutores (inclusive dimensões dos condutos e caixas); 
• um diagrama unifilar discriminando os circuitos, seção dos condutores, dispositivos de manobra e proteção; 
indicar o material a ser utilizado 
Símbolos - Seria muito complicado reproduzir exatamente os componentes de uma instalação, por isso, utiliza-
se de símbolos gráficos onde todos os componentes estão representados. Existem muitos padrões para simbologia de 
projeto de instalações elétricas: ABNT, Dim, ANSI, JIS, ... e aqui no Brasil também vemos a adoção de padrões 
personalizados que ficam estampados nas legendas, alguns com a finalidade de simplificar o entendimento do projeto. 
A norma técnica que especifica os símbolos padrões em nosso país é a NBR 5444 sb2/89. A simbologia apresentada 
nesta Norma é baseada em Figuras geométricas simples para permitir uma representação clara dos dispositivos 
elétricos. Os símbolos utilizados baseiam-se em quatro elementos geométricos básicos: o traço, o círculo, o triângulo 
equilátero e o quadrado. 
Traço - O traço representa o eletroduto, os diâmetros devem ser anotados em milímetros e seguem a tabela de 
conversão ao lado. 
 
 
 
4 
 
Círculo - Representa o ponto de luz, o interruptor e a indicação de qualquer dispositivo embutido no teto. Nesse 
ponto, particularmente, recomendo não seguir a norma. Costumo utilizar o símbolo S para interruptor para não 
confundir o desenho. 
Triângulo Equilátero - Representa tomada em geral. Variações acrescentadas a ela indicam mudança de 
significado e função (tomadas de luz e telefone, por exemplo), bem como modificações em sua altura na instalação 
(baixa, média e alta). 
Quadrado - Representa qualquer tipo de elemento no piso. 
 
A seguir são mostradas tabelas dos símbolos mais utilizados, segundo a NBR 5444. 
 
Quadros de Distribuição 
 
 
Dutos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
Pontos de Luz 
 
 
Interruptores 
 
 
 
 
 
 
6 
 
Tomadas 
 
 
Outros Símbolos 
Tabela 6 - Símbolo de Tipos de Condutores 
 
 
9. DEFINIÇÕES 
Carga instalada: Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, 
em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW). 
Para o cálculo da carga instalada de uma unidade consumidora, deve ser feito o somatório das potências nominais 
da iluminação, aparelhos eletrodomésticos, motores, estação de recarga para veículo elétrico e demais equipamentos 
elétricos em condições de entrar em operação. Não devem ser considerados os aparelhos de reserva. 
 
7 
 
 
Demanda: Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga 
instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo especificado, expressa em quilowatts 
(kW) e quilovolt-ampère-reativo (kvar), respectivamente. 
 
Demanda máxima: Máxima potência elétrica, expressa em kVA, solicitada por uma unidade consumidora durante 
um período de tempo especificado. 
 
Padrão de entrada: Conjunto de condutores, equipamentos de medição e acessórios compreendidos entre a 
conexão com a rede da distribuidora e o circuito de distribuição após o dispositivo de proteção da unidade 
consumidora. 
 
Ponto de entrega: Ponto de conexão do sistema elétrico da distribuidora com a unidade consumidora, 
caracterizando-se como o limite de responsabilidade de fornecimento. 
 
Corrente de projeto é a corrente que vai ser calculada e usada em um projeto, esta corrente é usada para 
dimensionar tanto os cabos quanto os dispositivos de proteção. 
 
Corrente corrigida é calculada da seguinte maneira: 
 
Onde: 
• = Corrente corrigida; 
• = Corrente de projeto; 
• = Fator de correção de agrupamento; 
• = Fator de correção de temperatura; 
 
10. ELETRODUTOS 
Para facilitar o dimensionamento, utiliza-se uma tabela, que a partir do número de condutores e a seção do 
maior condutor de cada trecho, fornece o tamanho nominal do eletroduto. 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
11. CONDUTORES 
 Uma vez representados os eletrodutos, e sendo através deles que os fios dos circuitos irão passar, pode-se fazer 
o mesmo com a fiação: representando-a graficamente, através de uma simbologia própria. 
 
 
 
– Azul claro: para condutores neutros com isolação; 
– Verde ou verde com amarelo: para condutores de proteção (popularmente conhecidos como “fio terra”); 
– Qualquer outra cor exceto azul claro, verde e verde com amarelo: para condutores fase e retorno. 
 
Na impossibilidade de diferenciar os circuitos pelas cores acima, pode ser utilizado anilhas de identificação. 
 
Capacidade de Condução de Corrente dos Condutores - Para o correto dimensionamento dos condutores que 
serão utilizados na instalação, não basta conhecer a corrente corrigida do projeto por circuito. É necessário 
conhecer qual é a maior corrente elétrica que o condutor suporta, sem que haja um sobreaquecimento capaz de 
danificar a sua isolação. A NBR 5410/04, estabelece os valores de corrente para os condutores em função do modo 
como serão instalados. Na tabela a seguir, os valores nominais de capacidade de condução de corrente, para 
condutores isolados, são fornecidos para os instalados no interior de eletrodutos plásticos, os embutidos em 
alvenaria ou para eletrodutos metálicos aparentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência A1, A2, B1, B2, C e D 
Condutores: cobre e alumínio 
Isolação: PVC 
Temperatura no condutor: 70°C 
Temperaturas de referência do ambiente: 30°C (ar), 20°C (solo) 
 
 
 
Capacidades de condução de corrente, em ampères, para os métodos de referência A1, A2, B1, B2, C e D 
Condutores: cobre e alumínio 
Isolação: EPR ou XLPE 
Temperatura no condutor: 90°C 
Temperaturas de referência do ambiente: 30°C (ar), 20°C (solo) 
 
 
Seção Mínima dos Condutores - A NBR 5410/04 estabelece as seções mínimas dos condutores de um circuito 
em função do uso e determina a unidade da seção em mm². Para circuitos de iluminação, a seção mínima de um 
condutor de cobre é de 1,5mm² e para circuitos de tomadas (TUE E TUG) a seção mínima de um condutor de cobre 
 
10 
 
é de 2,5 mm². Também especifica a seção mínima dos condutores neutro e de aterramento para circuitos monofásicos 
e bifásicos. 
 
Seção reduzida do condutor neutro 
 
 
 
 
 
 
 
 
Seção mínima do condutor de proteção 
 
 
12. FATOR DE CORREÇÃO DE AGRUPAMENTO 
É um fator delimitado pela NBR 5410:2004, que leva em consideração o agrupamento dos circuitos em um 
mesmo eletroduto ou eletrocalha. 
https://engfam.com.br/projetos-eletricos-de-baixa-tensao/
 
11 
 
 
 
13. FATOR DE CORREÇÃO DE TEMPERATURA 
Caso a temperatura ambiente seja diferente de 30ºC para condutores não enterrados e de 20 ºC para condutores 
enterrados, a NBR 5410/2004 define um fator de correção de temperatura (FCT) que divide o valor da corrente de 
projeto, para a obtenção da corrente corrigida. 
A Tabela 40 da NBR 5410/2004 define os seguintes valores para FCT: 
 
 
 
 
 
12 
 
14. QUEDAS DE TENSÃO 
Em qualquer ponto de utilização da instalação, a queda de tensão verificada não deve ser superior aos seguintes 
valores, dados em relação ao valor da tensão nominal da instalação: 
a) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso de transformador de 
propriedade da(s) unidade(s) consumidora(s); 
b) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT da empresa distribuidora de 
eletricidade, quando o pontode entrega for aí localizado; 
c) 5%, calculados a partir do ponto de entrega, nos demais casos de ponto de entrega com fornecimento em 
tensão secundária de distribuição; 
d) 7%, calculados a partir dos terminais de saída do gerador, no caso de grupo gerador próprio. 
Em nenhum caso a queda de tensão nos circuitos terminais pode ser superior a 4%. 
 
 
 
15. FATOR DE DEMANDA 
Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. 
Os dados abaixo foram extraídos de documentação da Celpe - NOR.DISTRIBU-ENGE-0021 - Fornecimento de 
Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais 
A demanda das Edificações individuais deve ser calculada pelo método da Carga Instalada, utilizando-se a 
seguinte fórmula: 
De = a + b + c + d + e + f + g + h 
A parcela "a" representa a soma das demandas referentes à iluminação e tomadas de uso geral, calculadas com 
base no Quadro 1 
A segunda parcela b=b1+b2+b3+b4+b5+b6 representa a soma das demandas dos aparelhos eletrodomésticos e 
de aquecimento, calculadas utilizando os Quadros 2 e 3 seguintes, cujos fatores de demanda (fd) devem ser 
aplicados separadamente por grupos homogêneos de equipamentos, onde: 
b1- Chuveiros e torneiras elétricas com potência superior a 1 kW, conforme Quadro 3; 
b2- Aquecedores de água com potência superior a 1 kW, conforme Quadro 2; 
b3- Fornos, fogões e fritadeiras elétricas com potência superior a 1 kW, conforme Quadro 3; 
b4- Máquinas de lavar/secar e ferro elétrico com potência superior a 1 kW, conforme Quadro 2; 
b5- Aparelhos não referidos acima com potência superior a 1 kW, conforme Quadro 2; 
b6- Aparelhos com potência até 1 kW, conforme Quadro 2. 
A terceira parcela "c" representa a demanda dos aparelhos de ar condicionado calculada aplicando-se os fatores 
de demanda do Quadro 4 
A parcela "g" representa a demanda para bombas e banheiras de hidromassagem, que deve ser calculada 
utilizando-se os fatores de demanda do Quadro 7 
 
 
13 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
Nota: Para utilizar o quadro 3 deve-se agrupar as cargas com potência até 3,5 kW e acima separadamente e aplicar 
o fator de demanda correspondente de acordo com o número de aparelhos por grupo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
16. PADRÃO DE ENTRADA – CELPE 
 
 
16 
 
 
 
 
 
17 
 
Dimensionamento do Padrão de Entrada 
MONOFÁSICO 
 
TRIFÁSICO 
 
 
17. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO 
 O quadro de distribuição, também chamado de quadro de luz ou quadro geral de força e luz, é o centro de 
distribuição da instalação elétrica, pôr que recebe os condutores que vêm do medidor, contém os dispositivos de 
proteção (disjuntores); distribui os circuitos terminais que farão a alimentação de toda a instalação. 
O quadro de distribuição deverá: 
• conter um dispositivo de proteção Diferencial Residual contra choques elétricos; 
• ser instalado em lugar de fácil acesso, com proteção adequada às influências externas e o mais próximo 
possível do centro de cargas da residência (local onde haja maior concentração de cargas de potências 
elevadas: cozinha, área de serviço, banheiro, etc.); 
• possuir identificação dos circuitos; 
• possuir uma reserva para ampliações futuras, compatível com a quantidade e tipo de circuitos previstos 
inicialmente. 
 
 
18 
 
 
Nos quadros de distribuição, deve ser previsto espaço de reserva para ampliações futuras, com base no número 
de circuitos com que o quadro for efetivamente equipado, conforme tabela 59. 
 
 
18. DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAIS: DTM, IDR E 
DPS 
Para garantir uma instalação elétrica segura e dentro das diretrizes da NBR5410, é necessária a utilização de 
dispositivos de segurança para a proteção dos circuitos da residência, tanto contra choques quanto sobreaquecimento 
ou surtos de corrente ou tensão. 
 
Disjuntores 
Disjuntores são dispositivos de manobra e proteção com capacidade de ligação e interrupção de corrente quando 
surgem no circuito condições anormais de trabalho, como curto-circuito ou sobrecarga. 
O disjuntor funciona como um interruptor. Como o relê bimetálico e o relê eletromagnético são ligados em série 
dentro do disjuntor, ao ser acionada a alavanca liga/desliga, fecha-se o circuito que é travado pelo mecanismo de 
disparo e a corrente circula pelos dois relês. (ligado). Havendo uma sobrecarga de longa duração no circuito, o relê 
bimetálico atua sobre o mecanismo de disparo abrindo o circuito. 
Para cada tipo de carga foi estipulado uma curva de ruptura para o disjuntor e essas curvas foram separadas em 
categorias. A curva de ruptura do disjuntor é o tempo em que o disjuntor suporta uma corrente acima da corrente 
nominal por determinado tempo. Quando se tem uma equipamento muito delicado necessita-se que a interrupção do 
circuito quando a corrente passe o limite de funcionamento seja muito rápida, para que o equipamento não seja 
danificado, em compensação na partida de um motor por exemplo, para que este saia do estado de inércia e chegue 
a sua velocidade máxima uma grande corrente é necessária no instante da partida, ás vezes muitas vezes maior do 
que a corrente para que este mesmo motor esteja em velocidade plena, nestes casos o disjunto tem que suportar a 
corrente alta durante um período de tempo maior. 
Além do período de tempo as curvas de rupturas estipulam o quanto maior essas correntes podem ser em relação 
as correntes nominais. 
 
19 
 
Curva B: 
A curva de ruptura B para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 3 e 5 vezes 
a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 30A a 50A. 
Os disjuntores curva B são usados onde se espera um curto circuito com baixa intensidade, normalmente cargas 
resistivas, em residências nas tomadas de uso comum, onde a demanda de corrente de partida do equipamento é 
baixa. 
Curva C: 
A curva de ruptura C para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 5 e 10 vezes 
a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 50A a 100A. 
Os disjuntores de curva C são usados onde se espera uma curto circuito de intensidade média e onde a demanda 
de corrente para partida de equipamentos é mediana, normalmente cargas indutivas, como motores, sistemas de 
comando e controle, circuitos de iluminação em geral e ligação de bobinas. 
Curva D: 
A curva de ruptura D para um disjuntor, estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 10 e 
20 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 100A a 
200A. 
Os disjuntores de curva D são usados onde se espera uma curto circuito de intensidade alta e onde a corrente de 
partida é muito acentuada, sendo muito utilizados em grande motores e grandes transformadores. 
Não existe, contudo, disjuntores de curva A, o motivo é para que o A da curva não seja confundido com o A de 
ampere, unidade de corrente elétrica. 
 
 
 
 
Dispositivo Diferencial Residual (DR) 
É obrigatório, em todas as instalações elétricas de baixa tensão no Brasil, o uso do chamado dispositivo DR 
(diferencial residual) nos circuitos elétricos que atendam aos seguintes locais: banheiros, cozinhas, copas-cozinhas, 
lavanderias, áreas de serviço e áreas externas. 
Esse dispositivo protege contra choques elétricos e incêndios, desligando o circuito elétrico caso ocorra uma 
fuga de corrente que poderia colocar em risco a vida de pessoas e animais domésticos e a própria instalação 
elétrica, portanto é um interruptor de corrente de fuga. 
O interruptor de corrente de fuga é constituído por um transformador de corrente, um disparador e um 
mecanismo liga-desliga, e é acionado pela comparação da corrente de entrada com a de saída, chamada de 
“corrente diferencial Residual” (IDR). 
 
 
Dispositivos de ProteçãoContra Surtos (DPS) 
Além da proteção contra excesso e a detecção de falta de corrente, há também dispositivos especializados na 
detecção de variações bruscas da tensão elétrica. Picos de tensão podem ocorrer na presença de descargas 
atmosféricas, durante chuvas muito fortes, e tendem a danificar os dispositivos eletrônicos da residência. 
https://www.mundodaeletrica.com.br/o-que-e-um-circuito-eletrico/
 
20 
 
Para prevenir a queima desses equipamentos, é aconselhável a instalação de um dispositivo de proteção contra 
surtos, capaz de limitar sobretensões e enviar para o terra os surtos de corrente que ocorrem caso uma descarga 
atmosférica entre em contato com a rede elétrica. 
 
 
19. ATERRAMENTO 
O sistema de aterramento é fundamental e obrigatório para todas as instalações, sejam residenciais, prediais ou 
industriais. 
Agrupamentos das hastes de aterramento. 
 
 
20. PLANTA BAIXA E 3D 
 
 
21 
 
 
 
 
21. DIAGRAMAS 
Os diagramas representam a instalação elétrica como um todo. Possuem diversos modelos. Os mais utilizados 
são: Unifilar e a Multifilar. 
 
Diagrama Unifilar. 
É o que comumente vimos nas plantas de instalações elétricas prediais. Define as principais partes do sistema 
elétrico permitindo identificar o tipo de instalação, sua dimensão, ligação, o número de condutores, modelo do 
interruptor, e dimensionamento de eletrodutos, condutores, lâmpadas e tomadas. Esse tipo de diagrama localiza todos 
os componentes da instalação. O diagrama a abaixo indica a ligação de um ponto de luz no teto com 1 lâmpada de 
100 watts ligado por um interruptor simples e pertencente ao circuito 2. 
 
22 
 
 
Ilustração de Representação do Diagrama Unifilar. 
 
Diagrama Multifilar 
Representa todo o sistema elétrico, indicando todos os condutores detalhadamente. Cada condutor é 
representado por um traço que será utilizado na ligação dos componentes. 
 
 
22. CIRCUITOS ELÉTRICOS 
É o conjunto de equipamentos e fios, ligados ao mesmo dispositivo de proteção. 
Em uma instalação elétrica residencial, encontramos dois tipos de circuito: o de distribuição e os circuitos 
terminais. 
 
Circuito de Distribuição 
Liga o quadro do medidor ao quadro de distribuição. 
 
 
 
23 
 
Circuitos Terminais 
Partem do quadro de distribuição e alimentam diretamente lâmpadas, tomadas de uso geral e tomadas de uso 
específico. 
 
 
Circuito de Iluminação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
Circuito de Tomadas de Uso Geral 
 
 
Circuito de Tomadas de Uso Específico 
 
 
 
Ilustração de Ligação de Interruptor de 1 e 2 Seções 
 
 
 
25 
 
 
Ilustração de Ligação de Interruptores Three e Four Way 
 
23. PREVISÃO DE CARGA 
Iluminação - Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz fixo no teto, 
comandado por interruptor. 
Na determinação das cargas de iluminação, como alternativa à aplicação da ABNT NBR 5413, conforme 
prescrito na alínea a) de 4.2.1.2.2, pode ser adotado o seguinte critério: 
a) em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6 m2, deve ser prevista uma carga mínima de 100 
VA; 
b) em cômodo ou dependências com área superior a 6 m2, deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para 
os primeiros 6 m2, acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m2 inteiros. 
 
Pontos de tomada - O número de pontos de tomada deve ser determinado em função da destinação do local e 
dos equipamentos elétricos que podem ser aí utilizados, observando-se no mínimo os seguintes critérios: 
a) em banheiros, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao lavatório, atendidas as 
restrições de 9.1; 
b) em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de serviço, lavanderias e locais análogos, 
deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da 
bancada da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos distintos; 
c) em varandas, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada; 
NOTA Admite-se que o ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas próximo ao seu acesso, 
quando a varanda, por razões construtivas, não comportar o ponto de tomada, quando sua área for inferior a 2 m2 
ou, ainda, quando sua profundidade for inferior a 0,80 m. 
d) em salas e dormitórios devem ser previstos pelo menos um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de 
perímetro, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível; 
NOTA Particularmente no caso de salas de estar, deve-se atentar para a possibilidade de que um ponto de 
tomada venha a ser usado para alimentação de mais de um equipamento, sendo recomendável equipá-lo, portanto, 
com a quantidade de tomadas julgada adequada. 
e) em cada um dos demais cômodos e dependências de habitação devem ser previstos pelo menos: 
• um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for igual ou inferior a 2,25 m2. Admite-se 
que esse ponto seja posicionado externamente ao cômodo ou dependência, a até 0,80 m no máximo de 
sua porta de acesso; 
• um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for superior a 2,25 m2 e igual ou inferior a 6 
m²; 
• um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, se a área do cômodo ou dependência for 
superior a 6 m2, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível. 
 
26 
 
Potências atribuíveis aos pontos de tomada - A potência a ser atribuída a cada ponto de tomada é função dos 
equipamentos que ele poderá vir a alimentar e não deve ser inferior aos seguintes valores mínimos: 
a) em banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, no mínimo 
600 VA por ponto de tomada, até três pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, considerando-se cada um 
desses ambientes separadamente. Quando o total de tomadas no conjunto desses ambientes for superior a seis pontos, 
admite-se que o critério de atribuição de potências seja de no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até dois pontos, 
e 100 VA por ponto para os excedentes, sempre considerando cada um dos ambientes separadamente; 
b) nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por ponto de tomada. 
 
24. CONSIDERAÇÕES GERAIS 
Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento 
com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente. 
 
Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem 
ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais. 
 
 A distribuição do diagrama unifilar dependerá se os eletrodutos serão posicionados dentro do concreto armado 
da laje ou se será entre a laje e o forro de gesso ou material similar. 
 
25. BIBLIOGRAFIA 
• NBR 05410-2004 - Instalações elétricas de baixa tensão 
• NBRISO_CIE8995-1 - Iluminação de ambientes de trabalho - Parte 1: Interior 
• NBR 05444-1968 – SB02 – Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais 
• Celpe - NOR.DISTRIBU-ENGE-0021 
Sites: 
• http://www.aneel.gov.br/ 
• http://www.celpe.com.br/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
27 
 
26. ANEXOS 
 
TABELA DE CIRCUITOS, CONDUTORES E PROTEÇÃO 
 
 
28 
 
 
 
29 
 
DIAGRAMA DO QUADRO DE DISJUNTORES - MONOFÁSICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
30 
 
DIAGRAMA DO QUADRO DE DISJUNTORES - TRIFÁSICO

Mais conteúdos dessa disciplina