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Unidos do Cabuçu Sociedade Esportiva Recreativa Escola de Samba Unidos do Cabuçu é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro, fundada a 28 de dezembro de 1945.[1][2] Seu nome é uma homenagem à rua onde sua sede se situava, a Rua Cabuçu, no Lins de Vasconcelos, não devendo a escola ser confundida com o bairro de Cabuçu, em Nova Iguaçu. A história da escola conta que, no Morro do Amor, segundo Hiram Araújo, no livro "Carnaval - Seis Mil Anos de História", existia um clube de futebol com o nome Nacional Futebol Clube, com sede na Rua Dona Francisca, com as cores azul e branca. Na época do carnaval, este clube se transformava em bloco carnavalesco, e daí partiu a ideia de transformar o bloco em escola. As comunidades que participam da escola são as do Morro do Barro Vermelho, da Favela do Barro Preto e do Amor, localizadas na região que compreende os bairros de Engenho Novo, Lins e Méier. Babaú teve a ideia de juntar os blocos e fundar no dia 28 de dezembro de 1945 a escola de samba Unidos do Cabuçu, que já no ano de 1946 desfilou com o enredo "Carnaval na Fazenda", de autoria do próprio Babaú. O primeiro desfile oficial da Cabuçu foi em 1947, na Praça 11, com enredo e samba de Babaú - "Compositor Desprezado". Waldomiro Rocha (Babaú), Orlando Vicente Ribeiro, Jairo Marques da Silva, Izalte Francisco de Oliveira, Jorge Alves, Wanderley Alves, João Taul Silva, e outros, são os fundadores. De 1950 até 1960 desfilou na Candelária, em 1961 a escola ganhou o Segundo Grupo com o enredo "Relíquias do Rio Antigo". Retorna ao Primeiro Grupo em 1977 com o enredo "Os Sete Povos das Missões". No ano de 1982 é eleita a jornalista Therezinha Monte como sua primeira presidente que entre suas glórias tem a conquista do Primeiro Campeonato da Passarela do Samba - 1984, com o enredo "Beth Carvalho - A Enamorada do Brasil".[3] A escola permaneceu no Grupo Especial por seis anos consecutivos, entre 1985 e 1990. Nessa época passou a ser conhecida como a escola das homenagens. Entre as personalidades que serviram de inspiração a enredos da escola, destacou-se: Beth Carvalho, Roberto Carlos, Milton Nascimento, Xuxa, Adolpho Bloch, Mauricio de Sousa dentre outros. Em 31 de maio de 1998, foi eleita para sua presidência a Dra. Elisabeth Rodrigues, que desde 1992 comanda na azul e branco do bairro do Engenho Novo a Ala do Axé e que em 1993 fundou a escola mirim "Miúda da Cabuçu". Após amargar o rebaixamento no carnaval de 2004, a escola não conseguiu ainda voltar ao antigo Grupo de acesso B. Em 2009, ficou em 7° lugar com o enredo Experiência mística, permanecendo no mesmo grupo para 2010, onde terminou na 4º colocação. Para 2011, depois de homenagear o rei Roberto Carlos em 1987, homenagearia sua mãe Lady Laura, com o enredo Lady Laura a Cabuçu conta a sua história,[4][5] mas no decorrer do ano desistiu do tema[6] e apresentou o novo enredo A Cabuçu mexe e remexe através dos tempos, cujo samba-enredo já foi escolhido devido aos compositores não concordarem com a verba disponível. Em 2012, a escola retomou sua linha de enredos em homenagens a personalidades do mundo das artes e escolheu Elza Soares para tentar voltar à Sapucaí. Além disso, tem como novo presidente Carlos Alberto Vieira, que trouxe o veterano Mestre Mug como seu novo diretor de bateria.[7] Em 2013, foi campeã do Grupo C. Foi vice-campeã em 2014, num desfile com temática antirracista, e em 2015, quando apresentou Nossa Senhora Aparecida como tema de seu desfile, obteve apenas a 12ª colocação. No carnaval de 2016, a escola abordou em seu enredo seus 70 anos de história. Em 2020, homenageou o centenário ogã Bangbala.[8] Compositores: Flavio Viana, Charles Braga, Deo, Marcio Oliveira, Neyzinho do Cavaco, Adailton Aquino e Saint Clair Cunha Compositores:Jefferson, Tuil Pontes, Lair e Laércio (Rebaixada) (Rebaixada) (Grupo B) (Reedição do enredo de 1986) (quarta divisão) Compositores: Carlos Jr., Genésio, Márcio Oliveira, Bira do Império, J. Carlos, Laércio, Bibino e Rico (quarta divisão) Prêmios recebidos pela SERES Unidos do Cabuçu.