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Resumo – prova 1 – Auditoria 1 
 
AULA 01 
Objeto de auditoria – Conjunto de todos os elementos de controle do patrimônio administrado, 
os quais compreendem registros contábeis, papéis, documentos, fichas, arquivos e anotações 
que comprovem a veracidade dos registros e a legitimidade dos atos da administração, bem 
como sua sinceridade na defesa dos interesses patrimoniais”. (grifei) 
Auditoria interna – quem faz? Funcionários da empresa, subordinados a alta adm. Escopo? 
Avaliação de controles operacionais/contábeis. Finalidade? Melhoria dos controles ope. 
Relatório principal? Recomendações internas. Grau de independência? Menos amplo. 
Interessados? Própria empresa. Responsabilidades? Trabalhistas. Periodicidade? Continua. 
Auditoria? Contábil ou ope. 
Auditoria externa – quem faz? Agentes externos. Escopo? Avaliação das DFs. Finalidade? Opinar 
sobre as DFs. Relatório principal? Relatório de auditoria. Grau de independência? Mais amplo. 
Interessados? Própria empresa e todos os stakeholders. Responsabilidades? Profissional, cível e 
criminal. Periodicidade? Periódica ou pontual. Auditoria? Contábil. 
 Governamental; tributária/fiscal; gestão pública. 
O trabalho do auditor possui três fases: planejamento, execução e relatório. 
 
NBC TA 200 - Auditoria das DCs: serve para aumentar o grau de confiança nas DCs por parte dos 
usuários. O que pode ser alcançado pela expressão da opinião do auditor. 
 
Controles internos – CI 
CC – CONTROLES CONTÁBEIS – sistema de conferência, aprovação e autorização; segregação de 
funções; controles físicos; auditoria interna. 
CA – CONTROLES ADMINISTRATIVOS – análise de lucratividade por linha de produto; controle 
de qualidade; treinamento de pessoal; estudos para aumento de eficiência produtiva. 
COSO 1 
COMPONENTES DO CI: ambiente de controle; avaliação de riscos; informação e comunicação, 
atividades de controle; monitoramento dos controles. 
 
A Auditoria é um processo sistemático de obtenção e avaliação objetivas de evidências 
concernentes a afirmações sobre ações e eventos econômicos, para verificar o grau de 
correspondência entre essas assertivas e os critérios estabelecidos, bem como o aspectos de 
comunicação dos resultados aos usuários interessados”. 
Indícios VS Evidências 
Indícios: Considera-se indício a circunstância conhecida e provada, que, tendo relação com o 
fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias. 
Evidencias: Representa o vestígio que após analisado pelos peritos, se mostram diretamente 
relacionado ao caso. 
 
RETORNAR A AULA 02 
AULA 03 
Evidência da auditoria 
Teste de controle (teste de observância) – 
Procedimentos substantivos: 
testes de detalhe - 
procedimentos analíticos substantivos - 
 
AULA 03 
De acordo com a NBC TA 200 - O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas 
demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma 
opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. 
A auditoria interna tem como objetivo agregar valor ao resultado da organização, apresentando 
subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos procedimentos internos, por 
meio da recomendação de soluções para as não-conformidades apontadas nos relatórios. 
A evidência são as informações utilizadas pelo auditor para chegar ás conclusões em que sua 
opinião é fundamentada. Inclui info que estão nos registros contábeis que suportam as DCs e 
outas infos. 
Adequação da evidencia de auditoria – medida de qualidade da evidencia. 
Suficiência da evidencia de auditoria – medida de quantidade da evidencia. 
 Relevância - A informação relevante é a que dá suporte às conclusões e às recomendações da 
Auditoria Interna. 
A evidencia pode ser obtida pot meio de procedimentos de avaliação de risco, e , procedimentos 
adicionais de auditoria. 
Teste de controle (testes de observância) - é o procedimento de auditoria planejado para avaliar 
a efetividade operacional dos controles na prevenção ou detecção e correção de distorções 
relevantes no nível de afirmações. 
Procedimentos substantivos – testes de detalhes e procedimentos analíticos - é o 
procedimento de auditoria planejado para detectar distorções relevantes no nível de afirmações. 
Os testes s substantivos: visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade 
[MNEMÔNICO S.E.V] dos dados produzidos pelos sistemas de informação da entidade. Já os 
Testes de observância: visam à obtenção de razoável segurança de que os controles internos 
estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu 
cumprimento pelos funcionários e administradores da entidade. 
PROCEDIMENTOS – TESTE DE OBSERVÂNCIA - AI 
Inspeção: verificação de registros, documentos e ativos tangíveis; 
Observação: acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução; 
Investigação e confirmação: obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas 
conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade. 
PROCEDIMENTOS NA AE 
Inspeção – exame de registros/documentos, internos/externos, ou exame físico de ativo. 
Observação – exame do processo / procedimento executado por outros. 
Indagação – busca de info perante outras pessoas c ou sem conhecimento fin. de dentro ou fora 
da empresa. Escritas ou orais. 
Recálculo – verificação da exatidão matemática de docs ou registros. Manual ou 
eletronicamente. 
Reexecução - execução independente pelo auditor de procedimentos ou controles que foram 
originalmente realizados como parte do controle interno da entidade. 
Procedimentos analíticos (revisão analítica) - consiste em avaliação das informações feitas por 
meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não financeiros. Os 
procedimentos analíticos incluem também a investigação de flutuações e relações identificadas 
que sejam inconsistentes com outras informações relevantes ou que se desviem 
significativamente dos valores previstos. 
Confirmação Externa - representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta 
escrita de terceiro (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra 
mídia. Pode ser positiva ou negativa. 
 
AULA 04 – 
Testes de subavaliação e superavaliação 
As contas nas demonstrações financeiras podem estar erradas para mais (superavaliação) ou 
para menos (subavaliação). 
Para ver se uma conta está superavaliada, utilizam-se testes de superavaliação. 
Para ver se uma conta está subavaliada, utilizam-se testes de subavaliação. 
 
Resumindo: o teste principal de super só pode ser feito em contas devedoras. 
O teste principal de sub só pode ser feito em contas credores. 
Já o secundário pode ser feito em qualquer sentido e qualquer conta. 
 
REGISTROS DE DOCS - “O registro final representa o último registro contábil antes da razão geral. 
O registro inicial é elaborado com base no documento e representa o primeiro registro contábil 
em função de uma operação. O registro intermediário representa qualquer registro contábil 
elaborado entre o registro inicial e o registro final”. 
Teste de super – maior para o menor 
Razão geral -> registro final -> registro intermediário -> registro inicial -> documento 
Teste de sub – menor para o maior 
Documento -> registro inicial -> registro intermediário -> registro final -> razão geral 
 
AMOSTRAGEM 
Na auditoria a amostragem é a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos 
itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de 
amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base 
razoável que possibilite o auditor concluir sobre toda a população. 
Amostragem estatística - (a) seleção aleatória dos itensda amostra; e (b) o uso da teoria das 
probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco de 
amostragem. 
 Não estatística – não possui essas características. 
 
Risco de amostragem – Testes de controle e Teste de detalhe 
(a) no caso de teste de controles, em que os controles são considerados mais eficazes do que 
realmente são ou no caso de teste de detalhes, em que não seja identificada distorção relevante, 
quando, na verdade, ela existe. O auditor está preocupado com esse tipo de conclusão errônea 
porque ela afeta a eficácia da auditoria e é provável que leve a uma opinião de auditoria não 
apropriada. 
(b) no caso de teste de controles, em que os controles são considerados menos eficazes do que 
realmente são ou no caso de teste de detalhes, em que seja identificada distorção relevante, 
quando, na verdade, ela não existe. Esse tipo de conclusão errônea afeta a eficiência da auditoria 
porque ela normalmente levaria a um trabalho adicional para estabelecer que as conclusões 
iniciais estavam incorretas. 
 
SELEÇÃO ALEATÓRIA – estilo bingo (n° aleatórios). 
SELEÇÃO SISTEMÁTICA – a quantidade de unidades de amostragem na população é dividida pelo 
tamanho da amostra para dar um intervalo de amostragem como, por exemplo, 50, e após 
determinar um ponto de início dentro das primeiras 50, toda 50ª unidade de amostragem 
seguinte é selecionada. 
AMOSTRAGEM DE UNIDADE MONETÁRIA – seleção com base em valores, na qual o tamanho, a 
seleção e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em valores monetários. 
SELEÇÃO COM BASE EM VALOR – mesmo de cima 
SELEÇÃO AO ACASO – auditor seleciona a amostra sem seguir uma técnica estruturada. 
SELEÇÃO EM BLOCOS – seleção de um ou mais blocos de itens contíguos da população. 
ESTRATIFICAÇÃO - Estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações, cada 
uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes (geralmente 
valor monetário). 
 
AULA 06 
O controle interno representa o conjunto de procedimentos, métodos ou rotinas com os 
objetivos de proteger os ativos, produzir dados contábeis confiáveis e ajudar a administração na 
condução ordenada dos negócios da empresa. 
Controles Contábeis VS Controles Administrativos 
CC – proteger os ativos, produzir dados contábeis confiáveis. 
CA – ajudar a adm na condução ordenada dos negócios da empresa. 
 
Avaliação do CI 
■levanta o sistema de controle interno; ■verifica se o sistema levantado é o que está sendo 
seguido na prática; ■avalia a possibilidade de o sistema revelar de imediato erros e 
irregularidades; ■determina tipo, data e volume dos procedimentos de auditoria. 
 
Princípios fundamentais: -Responsabilidade -Rotinas internas -Acesso aos ativos -Segregação de 
funções -Amarrações do sistema -Auditoria interna -Custo do controle x Benefícios -Limitações 
do controle interno. 
Síntese – CI 
Controle interno é um conjunto de normas, procedimentos, instrumentos e ações adotados de 
forma sistemática pelas empresas, que devem estar em constante evolução, assegurando o 
atingimento de resultados conforme objetivos preestabelecidos, protegendo o patrimônio e 
garantindo transparência às operações. Esse conjunto deve garantir a eficiência operacional e 
permitir a melhoria dos processos empresariais e seus resultados. Para que colabore com a 
permanente adaptação das empresas ao ambiente, não deve ser inibidor da criatividade e da 
inovação. 
Eles podem ser administrativos ou contábeis. 
Podem ser: 
Preventivos: 
Detectivos: 
Punitivos: 
RETORNAR NA AULA 
 
AULA 07 
COSO 01 
• Gestão de riscos: conjunto de atividades coordenadas para identificar, analisar, avaliar, tratar e 
monitorar riscos. 
• Controle interno: é um processo conduzido pela estrutura de governança, administração e 
outros profissionais da entidade, e desenvolvido para proporcionar segurança razoável com 
respeito à realização dos objetivos relacionados a operações, divulgação e conformidade. 
• Risco: a possibilidade de que um evento ocorra e afete adversamente a realização dos 
objetivos. 
O COSO 01 possui objetivos operacional (eficácia e eficiência das operações da entidade); 
divulgação (divulgação fin e não fin, internas e externas); conformidade (cumprimento de leis e 
regulamentações). 
 
Componentes do CI: 1) Ambiente de controle: conjunto de normas, processos e estruturas que 
fornecem a base para a condução do controle interno por toda a organização. Abrange 
integridade e os valores éticos da organização; 
2) Avaliação de riscos: A avaliação de riscos envolve um processo dinâmico e iterativo para 
identificar e avaliar os riscos à realização dos objetivos. 
3) Atividades de controle: ações estabelecidas por meio de políticas e procedimentos que 
ajudam a garantir o cumprimento das diretrizes determinadas pela administração para mitigar 
os riscos à realização dos objetivos. Segregação de funções. 
4) Informação e comunicação: A entidade precisa de informações para que cumpra 
responsabilidades de controle interno. Assim, a organização obtém e fornece informações, tanto 
no plano interno quanto no plano externo à organização. 
5) Atividades de monitoramento: Uma organização utiliza avaliações para se certificar da 
presença e do funcionamento de cada um dos cinco componentes de controle interno e dos 
resultados obtidos. 
.... 
AULA 08 
Eventos subsequentes: eventos ocorridos entre a data das DCs e a data do relatório do auditor 
independente e fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente após a data do 
seu relatório. 
A entidade deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis para que 
reflitam os eventos subsequentes que evidenciem condições que já existiam na data final do 
período contábil a que se referem as demonstrações contábeis. 
A entidade não deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis por 
eventos subsequentes que são indicadores de condições que surgiram após o período contábil a 
que se referem as demonstrações. 
Objetivos do auditor: (a) obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre se os 
eventos ocorridos entre a data das demonstrações contábeis e a data do relatório do auditor 
independente que precisam ser ajustados ou divulgados nas demonstrações contábeis, estão 
adequadamente refletidos nessas demonstrações contábeis; e Ex: Ou seja, não são quaisquer 
eventos e fatos!! Por exemplo, um pagamento a fornecedores ocorridos em fevereiro, não fazem 
com que as DCs devam ser modificadas. Mas por exemplo, em 31/12 tem uma provisão de 
processo judicial, e em fevereiro há o julgamento com a definição do valor. Isso precisa ser 
ajustado nas DC de 31/12. (b) responder adequadamente aos fatos que chegaram ao 
conhecimento do auditor independente após a data de seu relatório, que, se fossem do seu 
conhecimento naquela data (do relatório), poderiam ter levado o auditor a alterar seu relatório 
 
AULA 09 
Tipos importantes de saldos bancários incluem: Contas gerais de movimento Contas de gestão 
de caixa Contas de fundo de caixa para folha de pagamento 
Principais procedimentos: 
Ocorrência 1. As transações e os eventos registrados ocorreram e pertencem à entidade. 
Corte 2. As transações são registradas no exercício contábil correto. 
Completude 3. Todos os eventos e transações que deveriam ter sido registrados assim o foram. 
Precisão 4. Os valores e outros dados foram registrados com precisão. 
Classificação 5. Os eventos e transações foram registrados nas contas apropriadas.

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