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UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA LUANA GONÇALVES FELIPE USO DA HOMEOPATIA CARBO VEGETABILIS COMPARADO A ADUBAÇÃO ORGÂNICA E CONVENCIONAL NO CULTIVO DE ALFACE (LACTUCA SATIVA) Tubarão – SC 2021 LUANA GONÇAVES FELIPE USO DA HOMEOPATIA CARBO VEGETABILIS COMPARADO A ADUBAÇÃO ORGÂNICA E CONVENCIONAL NO CULTIVO DE ALFACE (LACTUCA SATIVA) Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Agronomia da Universidade do Sul de Santa Catarina como requisito parcial à obtenção do título de Engenheiro Agrônomo. Orientador: Prof. Jasper José Zanco, Dr. Tubarão 2021. LUANA GONÇALVES FELIPE USO DA HOMEOPATIA CARBO VEGETABILIS COMPARADO A ADUBAÇÃO ORGÂNICA E CONVENCIONAL NO CULTIVO DE ALFACE (LACTUCA SATIVA) Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado adequado à obtenção do título de Engenheira Agrônoma e aprovado em sua forma final pelo Curso de Agronomia da Universidade do Sul de Santa Catarina. Tubarão (SC), 07 de dezembro de 2021. ______________________________________________________ Professor e orientador Jasper José Zanco, Dr. Universidade do Sul de Santa Catarina ______________________________________________________ Prof. José Luiz Paixão, Dr. Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais. ______________________________________________________ Prof. Júlio César de Oliveira Nunes, Ms. Universidade do Sul de Santa Catarina Á Deus, por ter me permitido ter saúde para chegar até aqui e conseguir realizar meu sonho e a família e amigos gratidão por todo apoio nesses anos de estudo. AGRADECIMENTOS Agradeço em primeiro lugar a Deus, por toda força para conseguir chegar até aqui e não desistir. Aos meus pais, Sra. Viviane Aparecida Gonçalves Felipe e Sr. Roberto Felipe por toda ajuda e apoio na minha caminhada acadêmica. Minha irmã Geovana Gonçalves Felipe, por sempre me apoiar e me incentivar a chegar até aqui. Á Vanessa Laurindo Gonçalves, obrigada por me ajudar em tudo, foi essencial na minha vida acadêmica me dando conselhos e sendo essa pessoa maravilhosa. Ás minhas primas Bianca de Souza Cordeiro e Julia da Silva Correa, por estar ao meu lado nos momentos mais difíceis, mesmo triste me fazendo sorrir, sendo fundamentais na minha vida. Em especial á Maria Fernanda Pokomaier Gonçalves, por estar ao meu lado desde o inicio me dando grande apoio e contribuindo muito na minha formação acadêmica. Aos professores, gratidão por todos os ensinamentos adquiridos e ajuda durante o curso. Gratidão ao meu orientador Jasper José Zanco, ele que me deu toda ajuda possível, um grande suporte para a realização deste TCC. Aos meus colegas de curso, obrigada pelo companheirismo e por tantos momentos únicos vividos vocês foram muito importantes no processo de aprendizagem e como pessoa. “O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis ”(Jose de Alencar). RESUMO O cultivo de alface (Lactuca sativa L.) no Brasil é de grande importância na agricultura, pois é a principal hortaliça folhosa, uma das espécies mais consumidas no país, com expressiva produção e grande consumo no Brasil. Teve como objetivo comparar e avaliar o desempenho da variedade de Alface Crespa (Lactuca sativa var. crispa) por 40 dias utilizando diferentes tipos de compostos, T0-solo (testemunha); T1- dejeto suíno; T2- dejeto de aves, T3- adubação química (NPK) e T4- Homeopatia Carbo Vegetabilis. O plantio das alfaces foi realizado no dia 11 de setembro de 2021, sendo um experimento á campo conduzido na Zona Urbana, no Bairro Beija Flor Rua. Ivo Silveira na cidade de Jaguaruna, SC. Cada experimento foi constituído em quatro tratamentos, onde foram feitos os delineamentos de blocos casualizados, conduzidos por três repetições utilizando 135 mudas de Alface Crespa (Lactuca sativa var. crispa.). As plantas foram transplantadas e em cada bloco contém uma quantidade de 9 plantas dando um total de 15 canteiros 40x40 cm. Foram avaliadas a adaptabilidade da cultivar Alface Crespa (Lactuca sativa var. crispa) semanalmente, através das variáveis: peso total da planta, números de folhas, comprimento da planta, cumprimento de raízes e cumprimento caule. Palavras-chave: Lactuca sativa var. crispa. Variáveis. Experimento. LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 01 - Aumento do uso da adubação química no Brasil de 1950 a 2017..........................20 Figura 02 - Mapa de Jaguaruna.................................................................................................23 Figura 03 - Delineamentos de blocos casualizados com repetições.........................................23 Figura4 - Mapa demonstrativo da distribuição da área experimental na Cidade de Jaguaruna, Santa Catarina...........................................................................................................................23 Figura 05 - Local da implantação do experimento....................................................................24 Figura 06 - Preparo do solo.......................................................................................................25 Figura 07 - Adubação NPK (A) ; (B) Adubo suíno e aves.......................................................26 Figura 08 - Mudas da Alface Crespa........................................................................................27 Figura 09- Plantio das mudas de Alface...................................................................................28 Figura 10 - Colheita da Alface..................................................................................................29 Figura 11-Métodos utilizados para coleta de dados: (A) Balança Doméstica; (B) Trena Comum de um metro.........................................................................................................................................30 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 01 - (A) Número de folhas coletadas no experimento e (B) diferenças entre as médias número de folhas.......................................................................................................................31 Gráfico 02 - Gráfico 02: (A) Comprimento médio da planta (mm) avaliado em plantas coletadas aleatoriamente nas áreas experimentais (B) diferenças entre as médias do comprimento da planta obtidas através da análise seguida pelo teste de Tukey a 5%.............................................................................................................................................32 Gráfico 03 - Comprimento médio do caule (mm) avaliado em plantas coletadas aleatoriamente experimentais............................................................................................................................33 Gráfico 04 - Comprimento médio (mm) de raiz avaliado em plantas coletadas aleatoriamente nos tratamentos experimentais..................................................................................................34 Gráfico 05 - Peso médio (g) da planta avaliado em plantas coletadas aleatoriamente nos tratamentos experimentais.........................................................................................................34 LISTA DE TABELAS Tabela 01– Resultado final das planta de alface.......................................................................31SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................. 12 2 OBJETIVOS. ................................................................................................................. 13 2.1 OBJETIVO GERAL ........................................................................................................ 13 2.2 OBJETIVO ESPECÍFICOS ............................................................................................. 13 3 REFERENCIAL TEÓRICO. ....................................................................................... 14 3.1 OLERICULTURA ........................................................................................................... 14 3.2 CULTURA DA ALFACE ............................................................................................... 14 3.3 PRODUÇÃO E QUALIDADE DA ALFACE .............................................................. ..15 3.4 ESTERCO SUÍNO ........................................................................................................... 16 3.5 ESTERCO DE FRANGO ................................................................................................ 17 3.6 NPK 10X10X10 ............................................................................................................... 17 3.7 HOMEOPATIA CARBO VEGETABILIS ..................................................................... 18 4 MATERIAL E MÉTODOS............................................................................................21 4.1 LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO EXPERIMENTO.................................21 4.2 PRÁTICAS REALIZADAS NO EXPERIMENTO.........................................................23 4.2.1IMPLANTAÇÃO DO EXPERIMENTO.........................................................................23 4.2.2 PREPARO DO SOLO ....................................................................................................23 4.2.3 ADUBAÇÃO...................................................................................................................24 4.2.4 MUDAS...........................................................................................................................25 4.2.5 PLANTIO.........................................................................................................................26 4.2.6 IRRIGAÇÃO...................................................................................................................27 4.2.7 COLHEITA .....................................................................................................................27 4.2.8 COLETA E ANÁLISE DE DADOS...............................................................................29 5 RESULTADOS E DISCUSSÃO ................................................................................ ..30 5.1 NÚMERO DE FOLHAS ............................................................................................... ..30 5.2 COMPRIMENTO DA PLANTA..................................................................................... 31 5.3 COMPRIMENTO DO CAULE ....................................................................................... 32 5.4 COMPRIMENTO RAIZ .................................................................................................. 33 5.5 PESO TOTAL .................................................................................................................. 34 6 CONCLUSÃO ................................................................................................................ 35 REFERÊNCIAS...................................................................................................................... 36 12 1 INTRODUÇÃO A evolução e desenvolvimento da agricultura trouxeram muitos benefícios a população, com a grande produtividade em pequenos, médios e grandes espaços com usos de tecnologias, máquinas, insumos e adubos (BARBOSA ,2019). A Alface (Lactuca Sativa l.) é a principal hortaliça folhosa no Brasil, entre as hortaliças é a cultura que mais se destaca e a mais predominante no país, a do tipo crespa com 70% da aprovação de consumo, é a mais consumida crua pela população em todo o mundo. A alface possui um menor teor de calorias com destaque elevado no teor de vitaminas principalmente A, B1, B2 em suas folhas, e sendo fonte de sais minerais, cálcio e ferro com isso cada dia aumenta seu consumo pelo púbico que quer mudar seus hábitos alimentares e ter uma vida mais saudável (ZARATE et al., 2010). Em Santa Catarina, a alface é uma hortaliça de grande importância para pequenos produtores é a alternativa mais viável de início, pois não necessita de uma grande área para ser cultivada, sendo assim dando grande retorno econômico para o produtor (ZIETCH el al., 2014). O cultivo da alface é feito de maneira tradicional, sendo praticado em maior parte pela agricultura familiar em canteiros espaçados onde primeiramente é feito preparo do solo e depois os tratos culturais podendo ser de maneira, convencional, ambientes protegidos, hidropônicos. Em alguns anos a olericultura tem utilizado várias tecnologias e estudos, com o objetivo de aperfeiçoar a qualidade e produtividade da planta. Mesmo sendo de grande importância para a sociedade a olericultura vem sofrendo algumas dificuldades no seu ciclo produtivo, sendo assim havendo necessidade de avaliar diretamente por experimentos e estudos quais práticas mais apresentam vantagens para a cultura da alface (Lactuca sativa L.). Por meio de experimentos com a aplicação de tratamentos pode-se ver qual provocará aumento na produção de alface e grande teor de nutrientes. 13 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Avaliar o desempenho da Alface Crespa em cinco diferentes tipos de tratamento. 2.2 OBJETIVO ESPECÍFICO • Descrever o cultivo da alface. • Avaliar o desenvolvimento das plantas. • Determinar qual tratamento obteve maior potencial produtivo para a cultura. 14 3 REFERENCIAL TEÓRICO. 3.1 OLERICULTURA A Olericultura é um termo preciso utilizado no meio agrícola que vem no latim olus (hortaliça) e colore (cultivar), portanto, refere-se à exploração de hortaliças onde compreende a cultura com bulbos, frutos, culturas com folhas, tubérculos, raízes e outras artes (GONÇALVES et al., 2015). Definiu-se que a olericultura faz parte da classificação da horticultura, abrangendo um grande número de espécies de cultivadas como: verduras, legumes e frutas. As hortaliças possuem características de consistência tenra, planta não lenhosa, ciclo biológico curto, rendimento por hectare, alta produção física e mais de um cultivo por ano. A olericultura contribui com maior numero de espécies consumidas no mundo todo pela humanidade, produção comercial por pequenos produtores e agricultura familiar (EMATER, 2016). A Olericultura se destacou em meados do século XX no Brasil, iniciando com a produção nas primeiras fases da colonização pelos portugueses, destacando com a cultura da cebola no Rio Grande do Sul. Em 1960 a olericultura começou a ter uma grande importância no mercado, com seu grande crescimento as Universidades investiram em cursos, abriram o primeiro CEASA em São Paulo gerando um grande aumento na comercialização (COUTO, 1980). Em 1980 foram se espalhando em áreas agrícolas pequenas, áreas rurais maiores com cultivares adaptadas com abastecimento para mercados comerciais e industriais (DIAS, 2019). É uma atividade agrícola onde enfrenta grandes dificuldades, mas com a demanda por alimentos naturais a olericultura vem se destacando e aumentando, gerando boa rentabilidade ao produtor de pequenas áreas, agregação de valores para o produtor. 3.2 CULTURA DA ALFACEA Alface (Lactuca sativa l.) é a uma das hortaliças mais consumidas no mundo, sendo a mais popular entre as folhosas existentes é a hortaliça mais cultivada em todas as regiões geográficas (YURI et al., 2017). A cultura que pertence à família Asteraceae do gênero Lactuca, é originária do leste Mediterrâneo em regiões de clima temperado, sendo introduzida pelos portugueses no século XVI. Ao lado do tomate a alface é o principal ingrediente na maioria das saladas dos brasileiros, é consumida in natura e no Brasil é a principal hortaliça quando se 15 refere-se a produção, comercialização e valor nutricional (SANTOS et al.,2011). A alface (Lactuca sativa l.) é de grande consumo, pois, ela é utilizada na alimentação desde os primórdios ate atualmente, devido ao seu sabor ser agradável e de fácil preparo possuindo efeito calmante e diurético. É a hortaliça folhosa mais consumida atualmente, sendo a mais cultivada entre todos os países, sendo uma produção intensiva ou produção da agricultura familiar (ALENCAR et al.,2012). Uma planta herbácea, anual, delicada com caule pequeno onde as folhas crescem em formato de roseta sendo de maneira lisas, crespas, americana, mimosa e romana com ou sem cabeças podendo ser roxas ou verdes dependendo da cultivar (SILVA et al.,2014). Predominante de ciclo curto, o seu ciclo ocorre em média de 45 a 60 dias, utilizando 25 cm de solo com ph em média 6,0 a 6,8. Cultura de clima temperado, a alface se adapta melhor em temperaturas amenas do que temperaturas mais altas, a máxima permitida de 30 C e a mínima 6C (RADIN et al., 2004). O solo ideal para a alface é arenoso argiloso, com fonte de matéria orgânica e alta disponibilidade de nutrientes, sendo que para a maior produção é necessário adubos de melhor qualidade que façam que melhorem suas condições biológicas, físicas e químicas (DIAS, 2006). A exigência de nutrientes da cultura é enorme, pois muitas vezes o solo agrícola não possui a quantidade de nutrientes necessária para planta, sendo assim tem se empregado adubos de muitas origens no cultivo da alface, para melhor produção e cultivo das hortaliças (OLIVEIRA et al., 2017). 3.3 PRODUÇÃO E QUALIDADE DA ALFACE As folhosas ocupam o destaque do cenário nacional da olericultura, 49,9% é ocupado pela alface, produção superior a 1,3 milhões é um protagonista nos últimos anos sendo destaque na maior produção da folhosa mais consumida. Dentre o maior produtor mundial de alface, a China avança com 23,6 milhões de toneladas já no Brasil na região centro-oeste lidera sendo São Paulo o maior produtor e consumidor (CAMPO&LAVOURA, 2021). Um dos maiores desafios na atualidade na agricultura é obter hortaliças de qualidade, para isso são necessárias boas práticas agrícolas para grande produtividade. A produção da alface é de grande crescimento no mundo todo, entre grandes relatos e discussões sobre o desenvolvimento das hortaliças e sua produtividade tem se estudado a melhor forma de produção sem agredir planta e meio ambiente. 16 Com novas tecnologias e maior modernização na área agrícola aconteceu uma desvalorização nos processos de adubos, a cultura da Alface com esses adubos trás resultados satisfatórios em questão de qualidade final e produtividade (SANTI et al., 2013). A alface é uma das hortaliças mais cultivadas em pequenas propriedades, por isso deve se estudar e levar em consideração as melhores formas de cultivo, pois é comprovado que em excesso os adubos prejudicam a saúde e causam a baixa produção. 3.4 ESTERCO SUÍNO A produção de suínos ao longo de muitos anos vem crescendo, sendo o maior produtor em destaque em Santa Catarina com um faturamento de US$91,76 milhões com a exportação (EPAGRI, 2020). O esterco suíno é de grande função quando se trata de fertilização do solo, na cultura da alface (Lactuca sativa l.) substituí totalmente outras adubações existentes, são ricos em nutrientes, é excelente adubo para diversas culturas, porém vários cuidados devem ser tomados para não prejudicar a produção. Contribui imensamente na nutrição das culturas e nutrição do solo, com isso aumentando produtividade e reduzindo custos para o produtor (SEDIYAMA et al.,2008). A necessidade de economizar e baratear os custos em adubos tem levado os agricultores a acharem um propósito que resultem a alternativa de mais lucros. As aplicações de desejos suínos deve como uma bomba de nutrientes, a utilização do mesmo requer princípios da ciência do solo, saúde agrícola, saúde pública e hidrologia (DURIGON et al., 2002). Os suínos costumam ter uma alta produção de dejetos, onde precisam ser manejados corretamente para não comprometer o meio ambiente, os principais cuidados a serem tomados é: a sanidade dos dejetos e quantidade a ser utilizado para não haver excesso, não contaminar as águas subterrâneas e não provocar a queima e toxidez de alguns nutrientes (ERNANI et al.,2001). 17 3.5 ESTERCO DE FRANGO O Brasil é o líder do mundo quando se diz respeito à produção e exportação de carne de frango (CNA, 2018). As atividades agrícolas e agroindústrias estão com um aumento significativo da produção intensiva de aves nos últimos anos, o esterco de frango estima-se que no futuro terá um grande aumento em razão da intensificação da modernização com isso sendo um grande resíduo orgânico um dos recursos mais fáceis e de baixo custo. O esterco de frango quando se trata de adubação orgânica é o mais procurado pelos agricultores, pois os resíduos que são compostos no esterco são ricos em nutrientes e especialmente o N, onde para a agricultura pode ser utilizada em qualquer cultura (COSTA et al.,2009). É um esterco de grande matéria orgânica para o solo, onde melhora no armazenamento de água, facilita o crescimento das raízes e aumenta os nutrientes dos solos, apresenta baixa relação carbono nitrogênio e quando se trata de aplicação de adubos orgânicos de origem animal é um dos grandes avanços da agricultura para o desenvolvimento das culturas, traz benefícios na fertilidade, máxima conservação do solo e reaproveitamento de materiais e recursos existentes nas propriedades rurais (SANTOS et al.,2009). O adubo deve ser aplicado diretamente ao solo mantendo a fertilidade e os nutrientes (SILVA et al., 2011). A utilização deste adubo para tratamento é uma boa alternativa para substituição parcialmente ou totalmente a adubação química, quando utilizado corretamente o esterco promove grande potencial na produção agrícola, tendo benefícios físicos, químicos e microbiológicos para solo (CORRÊA et al.,2011). O uso dessa adubação é uma forma de sustentabilidade, pois promove a ciclagem dos nutrientes, proporciona a mineralização dos nutrientes comparando a adubações químicas. 3.6 NPK 10X10X10 O NPK é um fertilizante químico de origem natural ou sintética, onde é agregado ao solo e exerce um grande papel nas culturas, podem melhorar a sanidade da planta, aumento de nutriente, dar grande qualidade e produtividade na lavoura. Como veio se notando que alguns solos não produziam, deram início a estudos na prática de adubação visando restaurar a produtividade do solo. A partir de então, por ser tornar um produto de grande essência para as plantas o NPK tem uma grande procura pelos agricultores, pois, é mais fácil de aplicação, tem mais absorção e obtém resultados mais rápidos. O fertilizante 10x10x10 tem a formulação igual 18 e recomenda a serem utilizadas para gramas, folhagens, hortaliças e vegetações que já são formadas, escolhendo a quantidade pelos níveis de deficiência do solo. As siglas para denominar a fórmulas químicas do NPK, são compostas pelo macro nutrientes que são de suma importância para as plantas o Nitrogênio(N), Fósforo(P) e Potássio(K). O Nitrogênio(N)tem a função de crescimento e desenvolvimento das raízes das plantas, com a falta do Nitrogênio a planta se torna amarelada fazendo com que perca a tonalidade verde, o Fósforo(P) estimula a fase de frutificação e floração, sendo com que a falta dele a planta acaba crescendo desproporcional e o Potássio(K) é de extrema importância para a estrutura da cultura, fortalece o tecido e torna mais resistente a pragas e doenças (JACTO, 2019). No Brasil o aumento do uso do fertilizante vem crescendo nas últimas décadas, devido ao aumento de produtividade no país, o Brasil vem sendo o segundo maior produtor de alimentos e ocupa o quarto lugar no mercado de fertilizantes (Figura 01). Figura 01 – Aumento do uso da adubação química no Brasil de 1950 a 2017 Fonte: IPNI, 2017. 3.7 HOMEOPATIA CARBO VEGETABILIS A homeopatia é uma ciência que visa à cura, tem como o objetivo ativar defesa de patógenos das culturas cultivadas e não só aos seres humanos (AMARA et al., 2020). Conforme 19 a instrução normativa de 1999, n 07, de 17 de maio publicado pelo Diário Oficia da União, Seção 1, Pagina 11, a homeopatia deu se inicio sendo legalizada na agricultura orgânica, sendo utilizada para controle e tratamento de pragas e doenças que são encontradas nas culturas (BRASIL, 1999). A palavra de origem vem do grego que quer dizer doença semelhante, homoios semelhante e pathos sofrimento, doença. A homeopatia começou a se propagar pelo mundo na primeira década do século XIX, pelo médico Alemão Samuel Hahnemann a aproximadamente 200 anos atrás, tendo início como terapia em humanos, e logo em seguida relatado os primeiros experimentos em plantas (ANDRADE et al., 2010). Já no nosso país a homeopatia foi introduzida por um discípulo francês de Hahnemann, Benoit-Jules Mure, que aqui chegou em 21 de novembro de 1840, dando início a cultura popular, mas ainda sem referência de aplicação nas plantas. Talvez, o primeiro estudo relacionado ao uso de homeopatia nas plantas tenha iniciado na Alemanha, onde, sob supervisão de Rudolf Steiner (década de 1930) Lily Kolisko aprimorou técnicas de manejo das plantas com homeopatia sistematicamente, durante 30 anos. Suas pesquisas podem ser compreendidas em seu livro Agriculture of Tomorrow (Kolisko e Kolisko, 1939). Desde então homeopatia na agricultura vem crescendo a cada ano, muitos estudos apontam que vai se tornar uma alternativa para os sistemas de cultivo de produção orgânica. Os medicamentos homeopáticos são feitos a partir de substâncias extraídas dos produtos na natureza, como animais, vegetais e minerais a aplicação desses medicamentos vem trazendo muitos benefícios ao sistema agrícola, dando um percentual enorme no aumento da imunidade da cultura, tendo grande resistência a patógenos e doenças e dando saúde ao meio rural (PINHEIRO et al., 2019). Além de substâncias a homeopatia é embasada em estudos da filosofia, metodologia, leis da vida, experimentação e princípios próprios. A Carbo vegetabilis é um dos mais tradicionais medicamentos homeopáticos utilizados, foi utilizado no experimento e é originário de um vegetal carbonizado, tem ajudado na reabilitação das plantas que sofrem com grande queda de geadas e ajuda nas alterações estruturais e fisiológicas (ROSSI, 2005) As aplicações são feitas diluindo em águas com 13 gotas a cada 500 m2, aplicadas a cada 48 horas segundo Rossi (2006), na cultura no alface a matéria seca aumentou em 22% utilizando Carbo vegetabilis. Queiroz et al. (2015) comprovaram que as homeopatias de Nuxvomica 6CH e Sulphur 6CH, promoveram incrementos nas características condicionadas à raiz de mudas de alface c.v. GRAND RAPIDS, quando confrontada com o tratamento Carbo vegetabilis 6CH.Todos os medicamentos homeopáticos foram capazes de provocar maiores efeitos positivos e 20 incrementaram, a depender do tratamento, a massa fresca de parte aérea.As preparações não moleculares de Carbo vegetabilis 6CH reduziu, significativamente, as características de raiz analisadas. Oliveira et al. (2018) também encontraram efeito não-prejudicial da homeopatia na germinação de sementes de alface utilizando preparados homeopáticos de 12, 6 e 30 CH de Magnesia carbonica e Avena sativa. Resultados ainda maiores de eficiência das homeopatias foram relatados por Risset al. (2018), ao aplicar preparados homeopáticos de açaí 12 e 30CH no desenvolvimento de mudas de alface em relação ao comprimento de raízes ea massa seca da parte aérea, maiores do que os dois controles, água e álcool 30%. A mesma autora, Riss (2018), encontrou ótimos resultados para as cultivares de alface tipo crespa ¨Verônica¨ e tipo lisa ¨Regina¨. Nas análises de desenvolvimento da cultivar ¨Verônica¨ observou-se, que em quase todos os parâmetros avaliados o medicamento Carbo vegetabillis 6CH, seguidos de Calcarea carbônica 12CH, Silicea terra 12CH, Phosphorus 12CH, Pulsatilla nigricans 12CH e o preparado de Açaí 12CH colaboram para um melhor desempenho das mudas. Os medicamentos Silicea terra 6CH e Carbo vegetabillis 6CH influenciaram em todas as variáveis estudadas na cultivar ¨Regina¨, exeto para o crescimento radicular. 21 4. MATERIAL E MÉTODOS 4.1 LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO EXPERIMENTO O experimento foi conduzido no Município de Jaguaruna, SC, no loteamento urbano localizado no Bairro Beija Flor a 12 metros de altitude na Região Sul de Santa Catarina a 48 km de Laguna em uma “na latitude de 28’36’54” “a uma longitude de 49’01’32” (Figura 02). Segundo KöppeneGeiger(1928), a cidade é considerada de clima subtropical sendo município classificado Cfb, tendo a média anual 20.6 C. Entorno de 17 mil habitantes classificado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como um município de pequeno porte (06 - Preparo do solo Fonte: Elaborada pela autora, 2021. 4.2.3 ADUBAÇÃO A adubação foi realizada dia 11/09/2021 juntamente com o preparo do solo, cada canteiro foi adubado com seus receptivos tratamentos, com a formulação de adubo químico 10x10x10, esterco suíno, esterco de frango e tratamento homeopático Carbonica Vegetabilis (Figura 07). 25 Foram distribuídas manualmente as adubações, depois dos canteiros preparados e alinhados, utilizou-se entorno de 150g de adubo químico com formulação 10x10x10 cada canteiro, esterco de aves curtido 5 kg por m², esterco suíno curtido 2,5 kg m², sendo que homeopatia foi a que obteve o preparo diferenciado, utilizando aproximadamente 13 gotas por 500 m², diluído em um borrifador de 500 ml. Figura 07 – Adubação NPK (A); (B) Adubo suíno e aves Fonte: Elaborada pela autora, 2021. 4.2.4 MUDAS A muda foi obtida na Agropecuária Boaventura que fica localizada em Jaguaruna, Santa Catarina. Para a produção se utilizou Alface Crespa (Lactuca sativa var. crispa), pois a mesma consegue se adaptar em climas mistos e é mais resistente a pragas e doenças. O transplantio foi realizado manualmente 19/09/2021 com as mudas apresentando em média sete folhas. As mudas foram espaçadas entre linhas e plantas e, para melhor distribuição das mesmas no campo. 26 Figura 08 – Mudas da Alface Crespa Fonte: Campo e Negócios Online, 2014. 4.2.5 PLANTIO Foram plantadas 135 mudas de alface crespa (Lactuca sativa var. crispa), no dia 19 de setembro de 2021 transplantadas no período da manhã com local mais fresco e com solo totalmente irrigado para não ocorrer murchamento e mortes (Figura 09). As mudas de alface foram plantas em 15 canteiros cada canteiro nove plantas contendo um espaçamento entre elas entorno de 15 cm, feitos com fita métrica para melhor crescimento e desenvolvimento das culturas. 27 Figura 09 – Plantio das mudas de Alface Fonte: Elaborado pela autora, 2021. 4.2.6 IRRIGAÇÃO A irrigação teve como objetivo evitar o estresse hídrico das plantas, as hortaliças principalmente necessitam de uma grande quantidade de água no solo, a alface exige muita água, pois com pouca quantidade a planta não se desenvolve, não terá produtividade e qualidade suficiente para o processo. As irrigações precisam ser frequentes por conta da área foliar da planta, quando irrigadas perfeitamente as folhas vão ser mais tenras, crocantes e cabeças de formato maior (GEISENHOFF, 2008). As mudas necessitam de irrigação intensa um manejo adequado na irrigação, pois o solo precisa ser úmido não encharcado para evitar perdas e problema com doenças e assim manter a umidade nas primeiras camadas do substrato. As irrigações ocorriam duas vezes ao dia na parte da manhã e no final da tarde sendo utilizado um irrigador de 5l com água. 28 4.2.7 COLHEITA A colheita é feita no momento em que a planta chega ao seu máximo desenvolvimento, onde estão bem formadas e sem florescimento. A colheita ocorreu no dia 23 de outubro, conforme na literatura 30 a 45 dias após o plantio das mudas, sendo colhidas no início da tarde com tempo fresco e nublado, retiradas manualmente, com raízes e caules inteiros e levadas para um local fechado para retirada das medições (Figura 10). Figura 10 – Colheita da Alface Fonte: Elaborado pela autora, 2021. 4.2.8 COLETA E ANÁLISE DE DADOS O experimento constituiu em um delineamento experimental com três repetições de cada tratamento, para cada bloco foram coletadas amostras contendo cinco subamostras aleatoriamente das plantas, totalizando 75 amostras de cada tratamento. As variáveis obtidas no experimento foram: número de folhas, comprimento da planta, comprimento do caule, comprimento raiz e peso total, utilizando como tratamentos a testemunha água, NPK, Esterco 29 Suíno, Esterco de Aves e a Homeopatia. Após coleta final os dados coletados foram utilizados para fins de análise estatística, onde se utilizou matérias como: trena manual comum de um metro e balança doméstica (Figura 11). Os dados retirados foram submetidos à análise e suas médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância, a fim de comprovar por estatística os valores alcançados. Figura 11– Métodos utilizados para coleta de dados: (A) Balança Doméstica ; (B) Trena Comum de um metro Fonte: Elaborado pela autora, 2021. 30 5 RESULTADOS E DISCUSSÕES Com base nas tabelas e gráficos, levando em consideração as variáveis (número de folhas, comprimento da planta, comprimento do caule, comprimento raiz e peso total) observa-se que não houve diferença significativa. Porém, nota-se que o tratamento com químico NPK foi o que mais se destacou entre os demais tratamentos, apresentando uma média mais elevada na variável numero de folhas (17), comprimento da planta (22,5mm), comprimento caule (1,5mm), comprimento raiz (8mm) e peso total (162g). Tabela 01– Resultado final das planta de alface Fonte: Elaborado pela autora, 2021. 5.1 NÚMERO DE FOLHAS Após as coletas dos dados, os resultados apresentaram diferenças quanto à variável da testemunha e á quatro experimentos. O T2 (Porco) e T4 (Químico) resultaram em uma maior média de número de folhas (17), seguida T5 (Homeopatia) que obteve (15), T1(Testemunha) e T3 (Aves) respectivamente obtiveram o mesmo resultado (13). Os valores apresentam diferenças estatisticamente quanto ao valor de p 0,0001 (Gráfico 02). 32 Gráfico 02: (A) Comprimento médio da planta (mm) avaliado em plantas coletadas aleatoriamente nas áreas experimentais (B) diferenças entre as médias do comprimento da planta obtidas através da análise seguida pelo teste de Tukey a 5%. Fonte: Elaborada pela autora, 2021. 5.3 COMPRIMENTO DO CAULE Em relação ao comprimento do caule, os valores obtidos nos experimentos foram semelhantes. O T2 (Porco) teve o melhor desempenho (1,8mm), posteriormente o tratamento T4 (Químico) e T5 (Homeopatia) resultaram em um comprimento (1,5mm) e T1(Testemunha) e T3 (Aves) respectivamente obtiveram o mesmo resultado (1mm). Visto isso, sendo o p-valor > 0,0001 (Gráfico 3). 33 Gráfico 03 – Comprimento médio do caule (mm) avaliado em plantas coletadas aleatoriamente experimentais. Fonte: Elaborada pela autora, 2021. 5.4 COMPRIMENTO RAIZ Em relação ao comprimento de raiz, os valores obtidos foram semelhantes. A O T2 (Porco) e T5 (Homeopatia) apresentaram o melhor desempenho (10 mm), posteriormente a T3 (Aves) resultou em um comprimento (8,5mm), em seguida T4 (Químico) que se sobrepôs veio atrás (8mm) porultimo T1(Testemunha) com baixo desempenho (6,5mm) . Visto isso, os valores não diferiram estatisticamente, sendo o p-valor > 0,0005 (Gráfico 04) 34 Gráfico 04 – Comprimento médio (mm) de raiz avaliado em plantas coletadas aleatoriamente nos tratamentos experimentais. Fonte: Elaborada pela autora, 2021. 5.5 PESO TOTAL Em relação à variável peso da planta, os tratamentos apresentaram valores diferentes, assim como nas variáveis anteriores parcela T4 (Químico) se sobressaiu em relação às demais (162g). Sendo o p-valor > 0,0001 (Gráfico 05). Gráfico 05 – Peso médio (g) da planta avaliado em plantas coletadas aleatoriamente nos tratamentos experimentais. Fonte: Elaborada pela autora, 2021. 35 6 CONCLUSÃO As variáveis são o foco principal da pesquisa experimental e todos os tratamentos foram superiores a testemunha. Após as análises dos resultados, observou-se que os melhores tratamentos foram “homeopatia”, “NPK” e “esterco suíno”, não mostrando diferença estatisticas mas, resultados positivos para a maioria dos tratamentos. Entre as variáveis de maior importância está o ‘peso fresco” que não mostrou diferenças entre os tratamentos Homeopatia, NPK e esterco suíno, sendo o peso de grande relevância quando se avalia a qualidade da produção vegetal em relação a nutrição. Outra variável com o mesmo comportamento foi o número de folhas que está diretamente relacionada ao lucro na produção, quanto mais folhas maiores os ganhos de produção e retorno econômico e também mostrou a homeopatia entre os melhores tratamentos. A homeopatia estatisticamente não difere desses dois tratamentos, portanto, se torna uma alternativa para incrementar a produção, podendo inclusive substituir os tratamentos utilizados devido a não produzir resíduos e baixo custo de produção do insumo, nesse sentido, uma grande alternativa para os produtores dos sistemas de cultivo de produção orgânica. 36 REFERÊNCIAS ALENCAR, Thiago Alberto Sousa de et al. Efeito de intervalos de aplicação de urina bovina na produção de alface em cultivo protegido. Effect of spraying intervals of bovine urine on lettuce production in greenhouse. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. Gurupi-To, p. 53-67. ago. 2012. Alface: confira 9 dicas para obter sucesso no cultivo da hortaliça. 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