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CENTRO DE ENSINO SUPERIOR VALE DO PARNAIBA
ELIZE BORGES TORRES
AS LEIS DE FALÊNCIA E AS RECUPERAÇÕES DE EMPRESAS
TERESINA-PI
	JUNHO/2020	
ELIZE BORGES TORRES
	
AS LEIS DE FALÊNCIA E AS RECUPERAÇÕES DE EMPRESAS
TERESINA - PI
JUNHO/2020
AS LEIS DE FALÊNCIA E AS RECUPERAÇÕES DE EMPRESAS
ELIZE BORGES TORRES
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do diploma do Curso de Bacharelado em Direito do Centro de Ensino Superior Vale do Parnaíba - CESVALE 
APROVADO pela Banca Examinadora em 08 de Junho de 2020.
BANCA EXAMINADORA
________________________________________________________
Prof. Me. Orientador: José Roger Gurgel Campos
AS LEIS DE FALÊNCIA E AS RECUPERAÇÕES DE EMPRESAS
Elize Borges Torres[footnoteRef:1] [1: Graduando Curso de Bacharelado em Direito pelo Centro de Ensino Superior Vale do Parnaíba – CESVALE.
E-mail: elizetorres@outlook.com] 
		 Prof. Me. Orientador: José Roger Gurgel Campos [footnoteRef:2] [2: Especialista, Mestre e Prof. Pelo Centro de Ensino Superior Vale do Parnaíba – CESVALE 
 E-mail: rogergurgel@hotmail.com] 
RESUMO
O presente Artigo não tem como finalidade esgotar o tema e tão pouco abordá-los em sua amplitude. Tratando apenas de uma pesquisa doutrinaria, tendo como objetivo fazer uma pequena análise comparativa entre o Decreto – lei nº 7.661 de 1945 e a nova Lei de Recuperação das Empresas e Falências, sancionada 09 de Fevereiro de 2005. Com o intuito de demonstrar quais as alterações mais importante colocadas pela nova lei. No cenário atual com a crise do COVID19 no Brasil e no mundo, as empresas de diferentes portes e ramos de atividade têm lidado com dificuldades econômicas e financeiras que colocam em risco sua sobrevivência, as recuperações judicial e extrajudicial tornam-se alternativas importantes para assegurar a continuidade dos negócios, buscando-se preservar o emprego, a produtividade e a geração de renda. Para que o processo de recuperação seja efetivamente posto em prática, é realizada uma ampla negociação entre a empresa e seus credores e elaborado um plano de recuperação, que deve ser aprovado. Esse plano tem o desafio não só de conciliar interesses diversos, mas igualmente de definir estratégias para melhorar o desempenho do negócio, que podem incluir desde a implementação de modificações administrativas, redução de gastos, concessão de prazos e condições especiais, até a captação de novos recursos. Com a nova Lei a falência deixa de ser uma forma de cobrança dos devedores, pois estabelece limites mínimos para o pedido de falência, incentiva ao máximo a recuperação judicial, amplia o prazo da contestação, entre outros mecanismos que impedem a utilização do pedido de falência como uma forma de pressionar o empresário como ocorria com a antiga legislação. A nova Lei tenta preservar a empresa e efetivar a sua função social, mesmo que, em detrimento dos anseios dos credores individualmente considerados, isso fica claro no artigo 47 da Lei, que está “topograficamente” localizado na parte que trata do instituto da recuperação judicial, mas esse princípio norteia toda a Lei de falências, inclusive o processo falimentar.
Palavras-chave: Empresa; leis; Falência; Judicial; Contestação.
 Elize Borges Torres Teacher Guiding: José Roger Gurgel Campos 
ABSTRACT
The purpose of this article is not to exhaust the topic and to address them in their breadth. Dealing only with a doctrinal research, aiming to make a small comparative analysis between Decree - Law No. 7,661 of 1945 and the new Law on the Recovery of Companies and Bankruptcy, sanctioned on February 9, 2005. In order to demonstrate what changes most important questions posed by the new law. In the current scenario with the crisis of COVID19 in Brazil and in the world, companies of different sizes and branches of activity have dealt with economic and financial difficulties that put their survival at risk, judicial and extrajudicial recoveries become important alternatives to ensure the business continuity, seeking to preserve employment, productivity and income generation. For the recovery process to be effectively put into practice, a wide negotiation is carried out between the company and its creditors and a recovery plan is drawn up, which must be approved. This plan has the challenge not only of reconciling diverse interests, but also of defining strategies to improve the performance of the business, which can include from the implementation of administrative modifications, reduction of expenses, concession of deadlines and special conditions, to the capture of new ones. resources. With the new Law, bankruptcy is no longer a way of charging debtors, since it establishes minimum limits for filing for bankruptcy, encourages maximum judicial reorganization, extends the term of the challenge, among other mechanisms that prevent the use of bankruptcy filing. as a way of putting pressure on the entrepreneur as was the case with the old legislation. The new Law tries to preserve the company and carry out its social function, even though, to the detriment of the wishes of the creditors individually considered, this is clear in article 47 of the Law, which is “topographically” located in the part dealing with the judicial reorganization institute , but this principle guides the entire Bankruptcy Law, including the bankruptcy process.
Keywords: Company; laws; Bankruptcy; Judicial; Contestation.
1. INTRODUÇÃO
No cenário atual com a crise do COVID19 no Brasil e no mundo, as empresas de diferentes portes e ramos de atividade têm lidado com dificuldades econômicas e financeiras que colocam em risco sua sobrevivência, as recuperações judicial e extrajudicial tornam-se alternativas importantes para assegurar a continuidade dos negócios, buscando-se preservar o emprego, a produtividade e a geração de renda.
No Brasil, diante de toda a legislação pertinente, destaca-se a Lei nº 11.101/2005, que trata da falência e da recuperação econômica das empresas. A referida Lei foi criada principalmente com o intuito de atualizar e normatizar todo o processo falimentar, objetivando dar maior suporte legal à própria recuperação empresarial. 
O advento da citada Lei tornou possível a manutenção da unidade produtiva durante o período de crise da empresa. O legislador quis dar apoio legal à recuperação da empresa, preservando o papel social da instituição. No entanto, para Fazzio Júnior (2010, p. 16):
Por mais que ponha em relevo a importância da atividade econômica organizada no bojo de uma sociedade pluralista e de livre iniciativa, sempre é aconselhável ter em mente, também, o desserviço prestado pela empresa assolada pela insuficiência de meios de pagamento e pela desestruturação.
Neste contexto, Uessler (2012) afirma que uma empresa em dificuldades financeiras muitas vezes pode causar desserviços e até mesmo afrontar a sociedade e a justiça. Isso pode ocorrer, quando, por exemplo, não são feitos os devidos recolhimentos de impostos e nos momentos em que a administração, aliada com a diretoria, não reconhece a incapacidade produtiva.
Para que o processo de recuperação seja efetivamente posto em prática, é realizada uma ampla negociação entre a empresa e seus credores e elaborado um plano de recuperação, que deve ser aprovado. Esse plano tem o desafio não só de conciliar interesses diversos, mas igualmente de definir estratégias para melhorar o desempenho do negócio, que podem incluir desde a implementação de modificações administrativas, redução de gastos, concessão de prazos e condições especiais, até a captação de novos recursos.
A instauração do processo de falência e recuperação judicial teve como base o capítulo 11 da Lei de Falências Americana (ARAÚJO; FUNCHAL, 2009). Ao ser incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro, a presenteLei objetivava auxiliar as empresas na superação da crise, assegurando suas sobrevivências e instigandoas a crescer (MAGALHÃES, 2014).
 A regulamentação do processo falimentar e de recuperação empresarial brasileiro foi instaurado pela Lei 11.101, sancionada em 9 de fevereiro de 2005, mas só implementada no ordenamento jurídico em 9 de junho de 2005. A crise vivenciada no Brasil atual e no mundo denominado COVID19 irá originar diversos choques na economia, traçando assim uma enorme quantidade de pedido de falências em todo segmento empresarial.
O presente Artigo não tem como finalidade esgotar o tema e tão pouco abordá-los em sua amplitude. Tratando apenas de uma pesquisa doutrinaria, tendo como objetivo fazer uma pequena analise comparativa entre o Decreto – lei nº 7.661 de 1945 e a nova Lei de Recuperação das Empresas e Falências, sancionada 09 de Fevereiro de 2005. Com o intuito de demonstrar quais as alterações mais importante colocadas pela nova lei. 
O ideal seria que nesse Artigo fossem referenciados todos os assuntos relativo ao tema, porém não tem a menor possibilidade para tal estudos, já que a exiguidade do tempo e a natureza deste trabalho de pesquisa tornam necessárias algumas delimitações. No entanto a escolha do tema da Nova Lei de Falência e Recuperação de Empresa deu-se em razão de se tratar de lei recente, ainda pouca explorada.
Com a nova Lei a falência deixa de ser uma forma de cobrança dos devedores, pois estabelece limites mínimos para o pedido de falência, incentiva ao máximo a recuperação judicial, amplia o prazo da contestação, entre outros mecanismos que impedem a utilização do pedido de falência como uma forma de pressionar o empresário como ocorria com a antiga legislação. 
A nova Lei tenta preservar a empresa e efetivar a sua função social, mesmo que, em detrimento dos anseios dos credores individualmente considerados, isso fica claro no artigo 47 da Lei, que está “topograficamente” localizado na parte que trata do instituto da recuperação judicial, mas esse princípio norteia toda a Lei de falências, inclusive o processo falimentar.
2. METODOLOGIA DA PESQUISA
A metodologia aferida neste artigo foi realizada em processo investigativo, por meio de pesquisa bibliográfica em livros, artigos científicos e revistas especializadas sobre tema da Nova Lei de Falência e Recuperação de Empresa. De acordo com Cervo, Bervian e/ Silva (2007, p.61), a pesquisa bibliográfica “constitui o procedimento básico para os estudos monográficos, pelos quais se busca o domínio do estado da arte sobre determinado tema”. Ainda segundo os autores, este estudo é caracterizado também como pesquisa exploratória, já que não requer a formulação de hipóteses para serem testadas, restringindo por definir objetivos e buscar informações sobre determinado assunto de estudo, sendo assim um passo importante para o projeto de pesquisa.
	O método utilizado nesse Artigo foi de pesquisa bibliográfica que tem por finalidade fundamentar e contextualizar com abordagem de autores conceituados para maior embasamento do tema tratado. De acordo com Gil (1999), o pesquisador necessita ampliar o seu conhecimento, ser curioso e criativo e adquirir leitura para respaldar os conceitos. 
	Dentro desse contexto Pádua (1997), diz que pesquisa é uma atividade que está relacionada a assuntos que instigam a inquietação da realidade e que direciona a um novo conhecimento.
 Os procedimentos metodológicos foram vivenciados e desenvolvidos com uma pesquisa bibliográfica de natureza documental para revisão teórica através de uma leitura de livros, sites, revistas científicas e artigos impressos e eletrônicos que contribuíram para o suporte da base teórica necessária e para fins de coletar informações fundamentais para a realização e fundamentação do objeto em estudo que se pretende pesquisar.
 Ressaltamos ainda que é de suma importância para qualquer atividade de pesquisa que tenham uma orientação que venha com uma organização da metodológica que irá nortear o passo a passo da pesquisa.
3. AS LEIS DE FALÊNCIA.
	Composto por um conjunto de legislações, o direito empresarial encontra-se disposto em vários conteúdos como o direito tributário, trabalhista, econômico e o falimentar, mas tem como o seu principal livro o Código Civil de 2002, que em seus artigos 966 ao 1.195 aborda as normas gerais do direito empresarial. Dentro do direito empresarial são apresentadas várias matérias que tratam sobre o regimento das empresas, sendo a recuperação judicial um dos mais importantes institutos (TOMAZETTE, 2002). A recuperação judicial tem como principal objetivo cumprir o princípio da preservação e da função social da empresa, se tornando fundamental para evitar e prevenir o encerramento das atividades empresariais, conseguindo a sua manutenção no mercado. Nasceu a partir da lei 11.101 de 2005, com o objetivo de viabilizar a recuperação das empresas que estivessem em situação de crise econômico-financeira e insolvência.
	A nova lei das falências foi promulgada e substituiu o instituto da concordata que estava previsto no Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945, antiga lei das falências, que se encontrava desatualizado e já não conseguia cumprir o seu objetivo diante das alterações ocorridas no mercado e na economia (GONTIJO, 2005). A antiga legislação que regulava os procedimentos de falência e concordata das firmas comerciais no Brasil era muito fragmentada e seu núcleo (Decreto-Lei nº 7.661) data de 21 de junho de 1945. Apesar de ter o objetivo de evitar a liquidação das firmas, mostrava-se ineficaz, tanto no que dizia respeito ao seu objetivo de maximizar o valor dos ativos da empresa em crise, quanto na proteção dos direitos dos credores em caso de liquidação.
3.1 O que é a Lei de Falência?
	A primeira regulação brasileira, afora as legislações portuguesas anteriores, acerca do tema data de período posterior à independência do país. Diante da necessidade, então, de normatização adequada às particularidades da mercantilização brasileira, criou-se a “Real Junta de Comércio, Agricultura, Fábrica e Navegação”. Assim, ela era incumbida da tarefa de viabilizar a criação de um direito comercial brasileiro. Dessa maneira, em 1850, foi editado o primeiro Código Comercial brasileiro. A edição de leis esparsas durante as décadas seguintes alterou consideravelmente a regulamentação do tema. Afinal, muito se modificou na sociedade desde então, sobretudo ao final do século XX. Neste período, ganhou força o fenômeno da globalização, afetando profundamente a economia e a área do Direito empresarial.
	Por essa razão, em 1993, o Poder Executivo apresentou uma proposta de lei com o objetivo de regulamentar o sistema falimentar em contextualização à sociedade brasileira contemporânea. Durante mais de 10 anos em trâmite, o projeto, enfim, deu origem à Lei 11.101/2005, que regula o regime de falência e de recuperação judicial.
3.2 Aplicação da Lei de Falência:
	A Lei de Falência, então, reforça a ideia de uma responsabilidade patrimonial do devedor, enquanto pessoa jurídica. Ou seja, em contraste à antiga concepção de responsabilidade pessoal daquele que responde pela empresa. Todavia, é importante ressaltar que o Direito brasileiro comporta exceções também. Destarte, a Lei 11.101/2005 aplica-se ao empresário e às sociedades empresariais em crise. A crise no Direito Empresarial configura-se através de 4 importantes aspectos, quais sejam:
· Aspecto econômico, ou seja, uma retração dos negócios;
· Aspecto financeiro, ou seja, a falta de caixa para a honra dos compromissos;
· Aspecto patrimonial, ou seja, a insolvência;
· Aspecto da confiança.
	Uma vez que se configure a crise e não haja solução de mercado – ou seja, a continuidade das atividades da empresa não seja suficiente à superação da crise, há duas possibilidades para uma empresa. Quando a crise for sanável, é possível requerer a chamada recuperação judicial ou extrajudicial. Quando a crise for insanável, contudo, a empresa deve entrar com pedido de falência.
3.3 Exceçõesà Lei de Falência:
	Apesar do consubstanciado, a própria Lei de Falência traz exceções à sua aplicabilidade. Desse modo, dispõe o art. 2º da Lei 11.101/2005: Art. 2º Esta Lei não se aplica a:
I. empresa pública e sociedade de economia mista;
II. instituição financeira pública ou privada, cooperativa de crédito, consórcio, entidade de previdência complementar, sociedade operadora de plano de assistência à saúde, sociedade seguradora, sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores.
	
	No entanto, é preciso observar que o art. 2º mantém-se com a Nova Lei de Falência. O que se modifica no artigo é a inclusão do art. 2º-A, dispondo acerca dos objetivos da legislação.
3.4 Nova Lei de Falência x Antiga Lei de Falência:
	Segundo a proposta de alteração da Lei de Falência (LRJEF), cinco foram seus princípios norteadores:
· Preservação da empresa;
· Fomento ao crédito;
· Incentivo à aplicação produtiva dos recursos econômicos, ao empreendedorismo e ao rápido recomeço (fresh start);
· Instituição de mecanismos que evitem um indesejável comportamento estratégico dos participantes da recuperação judicial /extrajudicial/falência que redundem em prejuízo social;
· Melhoria do arcabouço institucional e supressão de procedimentos desnecessários, o uso intensivo dos meios eletrônicos de comunicação, a maior profissionalização do administrador judicial e a especialização dos juízes de direito encarregados dos processos.
	As modificações se iniciam já no art. 1º da Lei de Falência. Ele passa, então a vigorar conforme as seguintes alterações:
Antiga Lei de Falência:
· Art. 1o Esta Lei disciplina a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária, doravante referidos simplesmente como devedor.
Nova Lei de Falência
· Regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária, e adota o regime de cooperação internacional e insolvência transnacional de que trata a lei modelo da Comissão das Nações Unidas para o Direito Comercial Internacional.
	Vislumbra-se, portanto, que a significativa modificação se dá na inclusão do regime adotado pelo ordenamento jurídico no que concerne à recuperação judicial e extrajudicial e à falência. Agora, então, fica expressa a adoção do regime de cooperação internacional e insolvência transnacional de que trata a lei modelo da Comissão das Nações Unidas para o Direito Comercial Internacional. Evidencia-se, desse modo, a cada vez mais importante consideração das normas de âmbito internacional no ordenamento brasileiro.
4. NOVAS LEIS DE FALENCIA 
	Como já vislumbrado, o art. 2º da Lei de Falência apresenta as exceções à aplicabilidade da legislação. E isto se mantém, então, mesmo com as alterações. A partir da aprovação do PL 10.220/2018, passa a vigorar também um art. 2º-A, privilegiando os objetivos sob os quais a nove legislação opera. Ou seja, quais os fundamentos da falência e da recuperação judicial e extrajudicial. Veja-se, então:
· Preservar e otimizar a utilização produtiva dos bens, dos ativos e dos recursos produtivos da empresa, incluídos aqueles considerados intangíveis;
· Viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira de devedor viável, a fim de permitir a preservação da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos direitos dos credores;
· Fomentar o empreendedorismo, inclusive por meio da viabilização do retorno célere do empreendedor falido à atividade econômica;
· Permitir a liquidação célere das empresas inviáveis com vistas à realocação eficiente de recursos na economia; e
· Preservar e estimular o mercado de crédito atual e futuro.
4.1 Recuperação Judicial:
	Acerca do procedimento da recuperação judicial, o art. 47 da Lei de Falência permanece sem alterações. Dessa maneira, o objetivo principal da recuperação é viabilizar “a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores”. E, promover, assim, “a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica”.
	Contudo, modifica-se o art. 48 da Lei de Falência. O inciso II do art. 48 da Lei 11.101/2005, que antes previa como condição, para requerimento da recuperação judicial, a não concessão de pedido anterior de recuperação judicial há pelo menos 5 anos, diminui o prazo para 2 anos. Conforme a autoria do PL 10.220/2018, “esta proposta vai na direção de dar maior dinamismo ao sistema econômico, permitindo aos empresários tentarem, por mais de uma vez, obter sucesso em seus empreendimentos”.
	Existem muitas possibilidades para que uma empresa entre em crise e, na pior das circunstâncias, tenha que encerrar as suas atividades. A Lei de Falência, então, é o dispositivo legal que organiza os trâmites nessas situações, além de prever possibilidades de recuperação. Instituída em 2005, a Lei de Falência (11.101/05) dá as diretrizes para que empresas possam declarar falência ou possam tentar recuperar os trilhos do negócio, a partir do invento das recuperações judiciais e extrajudiciais. A Lei de Falência atualizou a forma com que o meio jurídico lida com a situação, que usava um decreto/lei de 1945 até então. Um Projeto de Lei de 2018 procura melhorar ainda mais a Lei de Falência, dando mais segurança para empreendedores e credores.
	É fácil constatar que a Lei 11.101/2005 adotou os mesmos critérios, no caso da recuperação judicial (arts. 45 e 58, § 1.º). Há outra semelhança entre o Código Comercial e a nova Lei, dizendo respeito à origem da solução para superar a crise da empresa: na Lei recém promulgada o Plano de Recuperação deve ser apresentado pelo devedor (art. 53); no velho Código Comercial era facultado ao falido apresentar “projeto de concordata”, para aprovação dos credores (art. 846).
4.2 Estrutura organizacional da falência e das recuperações:
	Substituindo o regime de administração unitária antes exercida pelo síndico credor ou dativo e pelo comissário-credor, nomeados pelo juiz – e adotando sistema dualista de administração, composto por órgão de deliberação colegiada, facultativo (art. 28), o Comitê de Credores (arts. 26 a 34), e por outro de administração executiva, profissionalizada (o administrador judicial, arts. 21 a 25) – a nova Lei situa os credores em posição preponderante nos procedimentos das recuperações, embora de menor relevo nas falências, reforçando substancialmente o papel da Assembleia-Geral (arts. 35 a 46), antes confinada a posição subalterna (Dec.-lei 7.661/1945, arts. 122 e 123).
	Percebe-se, desde logo, a influência do atual modelo legal das sociedades por ações na nova estrutura organizacional da falência e das recuperações, o que apresenta certas vantagens, que podem mitigar a grande deficiência da Lei 11.101/2005, que não estabelece com clareza o padrão para o exercício do direito de voto pelos credores, nas assembleias, o que permitirá ao Judiciário construir um vetor ou paradigma, apoiado nos princípios do Código Civil de 2002, e, sobretudo, mercê da aplicação analógica das soluções muito mais aprimoradas da Lei 6.404/1976 (principalmente o art. 115), e da experiência de quase três décadas de vigência dessa lei acionária, entre nós.
4.3 Quem pode ser abrangido pela Lei de recuperação de Empresa e Falência: 
	O art. 1º. Esta lei disciplina a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária, doravante referidos simplesmente como devedor.
Art. 2º Esta lei não se aplica a: I. Empresa pública e sociedade de economia mista; II. Instituição financeira pública ou privada, cooperativa de crédito, consórcio, entidade de previdência complementar, sociedade operadora de plano de assistência à saúde, sociedade seguradora, sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores.
	A lei, logo, é dirigida ao empresário individual e à sociedade empresária. Para aqueles que adquirem personalidade jurídica, que têm seusatos constitutivos registrados perante a Junta Comercial e que exercem atividades empresariais, profissionais, econômicas e organizadas, voltadas ao lucro, mas partilhando perdas também. Meras atividades civis prestadas por pessoas físicas ou jurídicas sujeitam-se à execução concursal do Código de Processo Civil e não ao processo falimentar. Outra diferença básica entre o devedor empresário e devedor não empresário, é que, segundo o artigo 783 do Código de Processo Civil, este último também poderá apresentar aos seus credores, plano de pagamento, como aquele do devedor empresário, porém esse terá uma vantagem em relação ao empresário: poderá evitar a execução de seu patrimônio, caso nenhum credor faça oposição.
5. Covid-19 e recuperação judicial: Impactos e medidas de mitigação:
	Vista pela ONU como a maior crise global desde a Segunda Guerra Mundial, que pode conduzir a economia global ao seu pior desempenho, desde a Grande Depressão de 1929, como registrou o FMI, os desafios a serem enfrentados decorrentes da pandemia do covid-19 são diversos, dentre eles, a busca por meios de mitigação de seu impacto nas sociedades empresárias. Conforme amplamente noticiado, diversas empresas tiveram suas atividades econômicas suspensas, em decorrência de decretos expedidos pelo Poder Executivo (Federal, Estadual ou municipal), que ordenaram a paralização da execução de serviços não essenciais.
	No Brasil, a indústria foi o setor mais afetado, com 43% das empresas reportando impactos da pandemia do covid-19 sobre seus negócios no mês de março. Em seguida, o comércio (35%) e os serviços (30,2%). A expectativa, para todos os setores, é de aumento dos efeitos negativos nos próximos meses: 68,5% da indústria, 59,1% do comércio e 49,7% dos serviços. Diante desse cenário, já se prevê um relevante aumento de novos pedidos de recuperação judicial pelas sociedades empresárias, sobretudo pelas pequenas e médias empresas, as mais afetadas pela paralisação, em razão de seu menor fluxo de caixa.
	Nos Estados Unidos da América a situação revela-se ainda mais grave, do ponto de vista da saúde pública. A pandemia afetou gravemente diversas cidades norte americanas e isso tem provocado forte desaceleração da economia estadunidense. Joseph Stiglitz (prêmio Nobel de Economia) afirmou recentemente ser necessária a adoção de “stay period” efetivo para evitar o colapso da economia norte americana, tendo em vista que os empresários e as pessoas daquele país também estão com suas atividades paralisadas, sem meios para obter recursos para quitação de seus débitos.
	As restrições e os impactos econômicos decorrentes da pandemia devem afetar as reestruturações de dívida pelas empresas, tendo o potencial de agravar a crise econômico-financeira dos devedores em reestruturação, bem como de causar o descumprimento das obrigações assumidas perante seus devedores. Em razão disso, há uma série de medidas que estão sendo discutidas e implementadas para mitigar os impactos causados pela pandemia nas reestruturações das empresas.
5.1 Recomendações do Conselho Nacional de Justiça:
	O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, em 31.03.20, orientações para todos os juízos com competência para julgamento de ações de recuperação judicial em decorrência dos impactos dos econômicos do covid-19. No total, são seis orientações aos tribunais:
· Priorizar, nas ações de recuperação empresarial e falência, a análise de decisões em favor de credores ou empresas em recuperação;
· Suspender a realização de Assembleias Gerais de Credores presenciais enquanto durar a pandemia de Covid-19, exceto casos urgentes, nos quais se recomenda a realização de reuniões virtuais;
· Prorrogar os prazos de duração da suspensão chamada stay período  nos casos em que houver necessidade de adiar a Assembleia Geral de Credores;
· Autorizar que todas as empresas que já estejam em fase de cumprimento do plano de recuperação, aprovado pelos credores, em prazo razoável, apresentem planos modificativos, desde que comprovem que tiveram suas atividades e capacidade de cumprir suas obrigações afetadas pela crise da pandemia causada pelo Covid-19 e desde que estejam adimplentes com suas obrigações. Além disso, o CNJ sugere que, caso alguma empresa descumpra o seu plano de recuperação em decorrência da pandemia, que os juízos considerem a situação como “caso fortuito” ou “força maior”.
· Determinar aos administradores judiciais que continuem a promover a fiscalização das atividades das empresas recuperadas de forma virtual ou remota, e a publicar na internet os relatórios mensais de atividade;
· Avaliar com cautela o deferimento de medidas de urgência, despejo por falta de pagamento e atos de execução patrimonial para satisfazer obrigações inadimplidas durante a pandemia.
	Ressalte-se que essas orientações não são vinculativas, tratando-se apenas de sugestões aos juízes, razão pela qual as disposições acima previstas não deverão ser aplicadas de forma obrigatória.
5.2 Projeto de lei 1.397/20: Propostas de alterações provisórias de dispositivos da lei 11.101/05 (Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falência).
	O PL 1.397/20 foi apresentado pelo deputado Federal Hugo Leal, em 01.04.20, no qual são propostas medidas de caráter emergencial, mediante alterações, de cunho transitório, de dispositivos da lei 11.101/05 (Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falência), com vigência até 31.12.20, ou enquanto estiver vigente o decreto legislativo 6, de 20 de março de 2020 (Reconhecimento do estado de calamidade pública em razão da pandemia causada pelo covid-19). Em resumo, chame-se atenção para as seguintes propostas de alterações, de caráter eminentemente provisório, às disposições da lei 11.101, de 2005 (Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falência):
· Suspensão, por 90 (noventa) dias, de todas as obrigações estabelecidas em planos de recuperação judicial ou extrajudicial já homologados;
· Autorização para que as empresas, no prazo de 90 (noventa) dias acima mencionado, possam apresentar aditivo ao plano já homologado, inclusive para sujeitar créditos constituídos após o pedido de recuperação judicial ou extrajudicial, que deverá ser aprovado em assembleia de credores;
· Autorização para homologação dos planos de recuperação extrajudicial pelo Judiciário, caso aprovados por maioria simples, e não mais por 3/5 dos créditos sujeitos a seus efeitos;
· Determinação de que a falência de um devedor só possa ser decretada se vencido e inadimplido crédito no valor mínimo de R$ 100.000,00, e não mais apenas 40 salários mínimos, conforme estabelecido no art. 94, I, da Lei; 
· Quanto às microempresas e empresas de pequeno porte, determinação de que todos os créditos detidos por microempresas e empresas e pequeno porte, independentemente da garantia ou natureza do crédito, estejam sujeitos aos efeitos dos procedimentos regulamentados pela Lei, conferindo-lhes condições mais favoráveis, em razão da vulnerabilidade de tais devedores.
	Durante o regime transitório que perdurará até o dia 31 de dezembro de 2020, entre outras medidas, o PL 1.397/20 propõe que não sejam aplicáveis as disposições dos arts. 49, § 1º, e 73, IV, da lei 11.101/05. Ou seja, o descumprimento do Plano de Recuperação Judicial já homologado não implicaria em convolação da Recuperação Judicial em Falência. Essas propostas contidas no referido projeto de lei são de caráter temporário (é dizer, somente seriam válidas até o dia 31 de dezembro deste ano).
	Recentes decisões judiciais proferidas em benefício das empresas em recuperação judicial. Em análise de recentes decisões judiciais proferidas no âmbito de processos de recuperação judicial, nota-se que as disposições da Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falência já têm sido flexibilizadas, em prol das empresas que se encontram em recuperação judicial, diante dos notórios impactos econômicos decorrentes da pandemia do covid-19.
Em um processo recuperação judicial, em trâmite em Itaquaquecetuba – SP, o juiz de Direito Antenor da SilvaCápua, da 1ª vara Cível de Itaquaquecetuba/SP, autorizou a redução do pagamento de créditos trabalhistas devidos por empresa em recuperação judicial. A recuperação (empresa de distribuição) solicitou, devido a pandemia da covid-19, a suspensão do pagamento dos créditos trabalhistas, sendo retomados somente após o término da pandemia11.
Na recuperação judicial do Grupo Odebrecht (maior processo dessa natureza em curso no Brasil), o juiz que preside o feito autorizou a realização de assembleia-geral de credores por meio remoto, a despeito de não existir autorização legal para essa modalidade, tendo sido a conclave realizada em inédito formato virtual no dia 22.04.20.
	A empresa recuperanda, com fundamentos dirigidos à crise humanitária sem precedentes, a calamidade pública, a teoria da imprevisão e a já citada Resolução do CNJ, requereu a suspensão dos pagamentos das faturas com vencimento a partir de março de 2020, relativos aos serviços essenciais (água, luz, telefonia, internet, gás natural), enquanto perdurar o estado de calamidade pública.
	O desembargador Relator deferiu o pedido liminar da empresa recuperanda, para determinar a impossibilidade de corte dos serviços essenciais de água, luz, gás natural, telefonia e internet fornecidos às recuperandas, em relação a débitos com vencimento nos meses de março e abril de 2020.
	Segundo o relator, "embora ainda desconhecidos os reflexos da pandemia do corona vírus, é certo que as medidas de prevenção e controle perpetradas pelo poder público para salvaguarda da vida e saúde das pessoas, alteraram o cenário da recuperação judicial”. Perceba-se o conteúdo da decisão judicial acima referida, que ordenou à concessionária de serviço público a obrigação de fornecer o produto sem a devida contraprestação pecuniária, ignorando que esta empresa também está sofrendo os efeitos econômicos da pandemia.
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 	
	 O instituto da recuperação judicial, de fato, não tem se mostrado tão eficaz como era de se esperar, isso porque além do plano de recuperação judicial dispor exclusivamente da finalidade de liquidar as dívidas assumidas à época da crise empresarial, coloca-se à prova o desempenho e a capacidade da administração das empresas que se encontram em dificuldades financeiras, do poder judiciário e dos demais meios dos quais necessita o processo para alcançar resultado positivo. As crises normalmente são ocasionadas por meio da má administração devendo declarar a viabilidade do negócio e a clareza do processo de recuperação, deixando explicitamente que a Lei de Recuperação de Empresas é somente um dispositivo que possui a empresa em desequilíbrio e não o recurso permanente dos seus prejuízos.
	 O estudo buscou pesquisar, empiricamente, a convergência entre a Lei brasileira nº 11.101 de fevereiro de 2005 e o Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas de Portugal. A análise legislativa deu-se sobre o enfoque da finalidade de tais normas, quem são os sujeitos passíveis de falência e os efeitos da declaração de falência em um organismo empresarial. 
	 O instituto da recuperação judicial, de fato, não tem se mostrado tão eficaz como era de se esperar, isso porque além do plano de recuperação judicial dispor exclusivamente da finalidade de liquidar as dívidas assumidas à época da crise empresarial, coloca-se à prova o desempenho e a capacidade da administração das empresas que se encontram em dificuldades financeiras, do poder judiciário e dos demais meios dos quais necessita o processo para alcançar resultado positivo.
 Com a análise de casos constatou-se, que para que exista maior efetividade da lei é necessário que tome medidas importantes, a começar por uma gestão nova trocando os administradores antigos adotando-se técnicas inovadoras de administração, credores e empresários devem se conscientizar privativamente, iniciativas proativas comandado pelo judiciário na percepção de verificar maior rapidez ao processo de recuperação para que assim o índice de empresas em recuperação judicial diminua cada vez mais não deixando de gerar empregos e lucros para a economia.
 Como se percebe, há uma tendência (legislativa e do próprio Poder Judiciário) de interpretação dos dispositivos previstos na Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falência favoravelmente à manutenção das empresas em recuperação judicial e à suspensão de exigibilidade de obrigações constantes de planos de recuperação já aprovados, tudo isso com a intenção de mitigar os impactos econômicos decorrentes da pandemia do covid-19, que certamente agravou, ainda mais, a crise econômico-financeira que os devedores brasileiros enfrentam há alguns anos.
 No entanto, embora seja importante adotar algumas medidas conservatórias durante o estado de calamidade decorrente dessa pandemia, é preciso anotar que a doutrina brasileira já vem esboçando preocupação acerca das constantes flexibilizações que alguns juízes tem adotado para preservar empresas, ignorando essas decisões que muitas vezes estão conservando apenas um “CNPJ”, pois essas organizações empresariais não desempenham atividade alguma, sob o pesado custo de lesar gravemente a comunidade de credores, que ficam sem receber seus créditos e assistem a destruição do patrimônio do devedor.
	 O presente Artigo aborda a respeito da efetividade do instituto jurídico da Recuperação Judicial no ordenamento jurídico brasileiro. Para isso, é realizada uma análise da evolução histórica do direito falimentar, assim como a evolução deste direito no ordenamento jurídico brasileiro, e as inovações trazidas pela Lei 11.101/2005. 
 É também estudado o conceito da Recuperação Judicial, bem como os princípios que a norteiam e todas as suas fases processuais, desde a propositura da ação até a concessão da Recuperação Judicial ou a decretação da falência da empresa em crise. O estudo se deu por meio de levantamento bibliográfico por meio de livros, artigos científicos e publicações sobre o assunto em questão. 
 Assim, o objetivo do presente Artigo é demonstrar a efetividade do instituto da Recuperação Judicial à luz do ordenamento jurídico brasileiro, resultando na superação da crise da empresa, preservando a mesma e impedindo a decretação de sua falência, tendo em vista sua função social. Tem como resultado demonstrar a importância da Recuperação Judicial, e sua efetividade levando em consideração não apenas os objetivos dos sócios da empresa em crise, bem como dos interesses de seus empregados, de seus fornecedores e credores em geral. Portanto, conclui-se que a Recuperação Judicial é um benefício para as empresas em crise, que visa a reestruturação e superação da crise, seja econômica, patrimonial ou financeira, tendo em vista os princípios da função social e preservação da empresa.
REFERÊNCIAS 
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FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Lei de Falência e Recuperação de Empresas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MAGALHÃES, Átila de Alencar Araripe. A gestão empresarial no plano de recuperação judicial das empresas, à luz da Lei de falências (Lei n°11.101, de fevereiro de 2005). 2014. 110 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade de Fortaleza, Programa de Pós-Graduação em administração, Fortaleza, 2014.
RAMOS, André Luiz Santa Cruz. Direito Empresarial Esquematizado. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: Método, 2010, p. 512.
TOMAZETTE, Marlon. Curso de Direito Empresarial - Falência e Recuperação de Empresas - Vol. 3 - 5ª Ed. 2017
UESSLER, Rainoldo. Entrevista concedida a Michel de Oliveira Minichiello. Joinville, 11 de out. de 2012. Entrevista.
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Lei de falência e Recuperação de Empresas: Importância da Contabilidade no Processo de RecuperaçãoEmpresarial.
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Bruno de Alcantara Trindade
ATUAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA NO PROCESSO FALIMENTAR À LUZ DO PRINCÍPIO DA PRESERVAÇÃO DE EMPRESA.
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA -UnB FACULDADE DE DIREITO – Disponível em:
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Covid-19 e recuperação judicial: Impactos e medidas de mitigação
Eduardo Gonzaga de Paula é LLM em Direito Corporativo pelo IBMEC/MG, advogado integrante da equipe do Madgav Advogados.
Guilherme Monteiro de Andrade é mestre em Direito Empresarial e Professor de Direito Empresarial do pelo IBMEC/MG e da PUC/MG, sócio do Madgav Advogados. – Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/326139/covid-19-e-recuperacao-judicial-impactos-e-medidas-de-mitigacao com acesso em 20 de Maio de 2020.
Editora Revista dos Tribunais Ltda
COMENTÁRIOS À LEI DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS E FALÊNCIA Lei 11.101/2005 – Disponível em:
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