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Virologia
Doscente: Lucas Bastos
Discentes: Beatriz Hupp, Carla
Domini, Geison Neres, Heloisa
Carvalho, Milena Barreto, Pedro
Velame, Taiala Souza, Tamires
Santos e Vitória Oliveira. 
1 62 3 4 5
1901
Walter Reed
1892
Dmitri Ivanovsky
1898
Martinus
Beijerinck
1930
Invenção do
microscópio
eletrônico
ANOS 30 E 40
AVANÇOS
Vacinas;
Antivirais;
Tec. de manipulação
genética.
história
A virologia é uma subdisciplina da
microbiologia que estuda os vírus.
Estrutura dos vírus;
Composição dos vírus;
Função dos vírus;
Reprodução dos vírus;
Evolução dos vírus;
Interação dos vírus com organismos
hospedeiros.
Definição
1FACILITAÇÃO DA
ENTRADA
EVASÃO DO SISTEMA
IMUNOLÓGICO
SENSIBILIDADE A
AMBIENTE
PATOGENICIDADE3
2
4
Importância do Envelope Viral
na Infecção 
Tipos de Material Genético (DNA ou RNA)
MECANISMOS DE
ENTRADA 
Métodos de infecção celular
(endocitose, fusão de
membranas);
Fagocitose;
Pinocitose;
Endocitose mediada por
receptor.
CICLO DE
VIDA
PATOGENIAS DAS
INFECÇÕES
Mecanismo de dano
celular;
Efeitos diretos do vírus
ao tecido infectado; 
Infecções
assintomáticas e
sintomáticas. 
IMUNOVIROLOGIA 
Resposta Inata;
Resposta Adaptativa.
RESPOSTA IMUNE AO VIRUS: MECANISMO DE EVASÃO:
Inibição de apresentadores de
antigeno;
Interferência nas citocinas e
quimiocinas;
Variedade géneticas e mutações.
DIANÓSTICO LABORATORIAL
TESTE
SOLORÓGICO
Detecta anticorpos no
sangue que são
produzidos em resposta
a uma infecção viral.
CULTIVO VIRAL
Essa técnica é mais demorada
e pode não ser utilizada para
todos os tipos de vírus.
O vírus é isolado em células
hospedeiras em laboratório. 
PCR
Uma técnica altamente
sensível que amplifica o
material genético do vírus,
permitindo sua detecção
mesmo em pequenas
quantidades.
SEQUENCIAMENTO
GENÉTICO
Utilizado para identificar e
caracterizar o vírus,
especialmente útil em surtos
para entender a cepa
específica envolvida.
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
TESTES
ANTIGÊNICOS
Esses testes detectam
proteínas virais (antígenos)
diretamente nas amostras
biológicas, como swabs nasais
ou saliva.
INIBIDORES DA DNA-POLIMERASE;
OS ANTIVIRAIS
É uma classe de medicamentos
utilizados para tratar infecções viras. INIBIDORES DA INTEGRASE;
INIBIDORES DA DESMONTAGEM DA
CÁPSULA DO VÍRUS;
INIBIDORES DA ENTRADA VIRAL;
IMUNOGLOBULINA;
OS ANTIVIRAIS
É uma classe de medicamentos
utilizados para tratar infecções viras.
IMUNOMODULADORES;
VIROSES ENTÉRICAS
É uma infecção viral que afeta o trato gastrointestinal, causando dor abdominal, vômitos e diarreia.
AGENTES ETIOLÓGICOS COMUNS
ROTAVÍRUS: causa frequente de gastroenterite em crianças, sendo o responsável por 200.000 mil mortes por ano;
NOROVÍRUS: é muito contagioso e é transmitido por contato pessoal;
ADENOVÍRUS: disseminação através do contato com as secreções ou pelo contato com um objeto contaminado;
ASTROVÍRUS: menos comum, mas ainda relevante em gastroenterites virais. 
TRANSMISSÃO
Fecal-oral;
Fômites.
SINTOMAS
Gastroenterite;
Êmese;
Dor abdominal;
Pirexia.
** pode ocorrer desidratação.
DIAGNÓSTICO
Histórico clínico;
Exames laboratoriais. 
VIROSES ENTÉRICAS
TRATAMENTO
Não há tratmento específico;
Reidratação e manejo dos sintomas;
Suporte médico.
PREVENÇÃO
Higiene;
Vacina Atenuada Pentavalente (VRH5); 
COMPLICAÇÕES
Desidratação severa;
Síndrome hemolítico-urêmica.
Norovírus Astrovírus Rotavírus Adenovírus
Fonte: Google Imagens
VIROSES DERMOTRÓPICAS
São doenças causadas por vírus que afetam principalmente a pele e as mucosas.
PRINCIPAIS VÍRUS DERMOTRÓPICOS
HERPESVÍRUS SIMPLES (HSV-1 e HSV-2): responsáveis por causar lesões orais e genitais;
TRANSMISSÃO
Contato direto com
lesões ou secreções;
Fômites.
SINTOMAS
HSV: lesões dolorosas
e bolhas;
VZV: erupção cutânea
bolhosa;
HPV: verrugas.
DIAGNÓSTICO
Avaliação clínica;
Culturas virais;
PCR;
Exames histológicos.
VÍRUS VARICELA-ZOSTER (VZV): causador da Varicela e da Herpes Zoster;
PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV): infecta a pele ou mucosas, provocando verrugas anogenitais e câncer, a
depender do tipo de vírus.
VIROSES DERMOTRÓPICAS
TRATAMENTO
HSV: antivirais;
VZV: antivirais e
tratamento sintomático;
HPV: tratamento das
verrugas.
PREVENÇÃO
Preservativos;
Vacinação;
Evitar a propagação
através de boas práticas.
COMPLICAÇÕES
HSV: infecções secundárias e
complicações neurológicas;
VZV: neuralgia pós-herpética;
HPV: desenvolvimento de câncer
associado a tipos de HPV de alto
risco.
Papilomavírus Humano Herpesvírus Simples Varicela-Zoster
VIROSES RESPIRATÓRIAS
Infecções virais que acometem o sistema respiratório, incluindo garganta, pulmões e nariz.
PRINCIPAIS AGENTES ETIOLÓGICOS
RINOVÍRUS: principal causador dos resfriados comuns;
INFLUENZA: principal causador de gripes sazonais;
VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO: causador de bronquiolite e pneumonia em crianças pequenas; 
CORONAVÍRUS: causador da COVID-19;
TRANSMISSÃO
Aérea;
Contato direto.
SINTOMAS
Rinovírus: congestão nasal, odinofagia e tosse;
Influenza: febre alta, mialgia, calafrios, tosse seca e fadiga;
VSR: respiração ofegante, tosse, dispneia e febre;
CORONAVÍRUS: febre, tosse, dispneia, anosmia e ageusia.
VIROSES RESPIRATÓRIAS
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
Avaliação clínica;
Exames laboratoriais.
Tratamento dos sintomas;
Uso de medicamentos:
Oseltamivir, Dipirona, Sorine;
Suporte respiratório;
Hospitalização.
PREVENÇÃO
Vacinação;
Higiene adequada;
Evitar contato com pessoas doentes;
Uso de máscara em locais de risco.
COMPLICAÇÕES
Influenza: pneumonia, bronquite e
possíveis condições crônicas;
VSR: pneumonia viral e
complicações respiratórias
graves;
Coronavírus: síndrome
respiratória aguda grave,
complicações multissistêmicas e
covid longa.
Influenza
VSR
CORONAVÍRUS
HEPATITES VIRAIS
HEPATITE A:
Transmissão;
Sintomas;
Diagnóstico;
Prevenção;
Tratamento.
(Vírus HAV)
HEPATITE B:
Transmissão
Sintomas;
Diagnóstico;
Prevenção;
Tratamento.
(Vírus HBV)
HEPATITE C:
Transmissão;
Sintomas;
Diagnóstico;
Prevenção;
Tratamento.
(Vírus HCV)
HEPATITE D:
Transmissão;
Sintomas;
Diagnóstico;
Prevenção;
Tratamento.
(Vírus HDV)
HEPATITE E:
Transmissão;
Sintomas;
Diagnóstico;
Prevenção;
Tratamento.
(Vírus HEV)
ARBOVIROSES 
Culex quinquefasciatus
Anopheles 
Aedes aegypti
ANOPHELES 
Por conta desse ciclo, a malária é
chamada também de febre terçã,
pois gera um dia de febre, seguido
de dois sem febre.
Diagnóstico
Consiste na visualização do parasita
por meio da microscopia óptica,
utilizando-se o corante vital;
Além de diagnosticar a doença, indica
a gravidade do paciente, através da
avaliação da parasitemia em cruzes
(+++/4+ já é muito grave). 
CULEX QUINQUEFASCIATUS
Em situações de elevada
exposição às picadas, alguns
indivíduos, em especial crianças e
idosos, são geralmente mais
suscetíveis aos processos
alérgicos, que provocam
ulcerações na pele ou dermatites. 
AEDES AEGYPTI 
Os ovos não são postos na água, e sim
milímetros acima de sua superfície;
 A fêmea transmitirá o vírus por toda a vida,
havendo a possibilidade de, pelo menos, parte
de suas descendentes já nascerem portadoras
do vírus.
Como não existe remédio específico para combater nenhum desses vírus,
o tratamento para as três doenças é baseado em repouso, hidratação e
medicamentos para amenizar os sintomas. Vale lembrar que se deve
evitar anti-inflamatórios não esteroides, que podem favorecer
sangramentos;
REFERÊNCIAS:
ARAGUAIA, Mariana. "Reprodução dos vírus de DNA". Brasil Escola. Disponível em:
. Acesso em: 09 ago.
2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância de Culex quinquefasciatus. Disponível em:
. Acesso
em: 10 ago. 2024.
CACHAY, E. R. Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Disponível em:
imunodefici%C3%AAncia-humana-hiv>. Acesso em: 13 ago. 2024.
CARNEIRO, Fabiana. Fusão de membranas. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2024.
REFERÊNCIAS:
CARDOSO, Mayara. Ciclo Lítico. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2024.
DENGUE. Disponível em: . Acesso em: 13 ago. 2024.
HEPATITES VIRAIS. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2024.
MALÁRIA. Disponível em: . Acesso em: 13 ago. 2024.
PINHEIRO, P. VÍRUS EBOLA. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2024.
PINHEIRO, P. CAXUMBA. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2024.
SOARES, Paulo Roberto et al. Virologia. Disponível em:
. Acesso em: 10 ago. 2024.
REFERÊNCIAS:
SAIBA diferenciar os sintomas de dengue, chikungunya e zika e conheça as possíveis
complicações de cada doença. Disponível em: . Acesso em: 11 ago. 2024.
TAMANHO, cor, hora da picada: infográfico mostra as 7 diferenças entre o mosquito da
dengue e o pernilongo comum. Disponível em:
. Acesso em: 13 ago.
2024.
TUBERCULOSE. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2024.

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