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PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 1 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO DESCRIÇÃO 0 Emissão Inicial. 1 Revisão Item 5. REV. 0 REV. 1 REV. 2 REV. 3 REV. 4 REV. 5 REV. 6 REV. 7 REV. 8 DATA 13/01/2020 04/08/2022 ELABORAÇÃO GISELLE BATISTA GISELLE BATISTA VERIFICAÇÃO MARYOON CORREA MAYCOON CORREA APROVAÇÃO ADHEMAR PEREIRA ADHEMAR PEREIRA AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 2 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos 1 – OBJETIVO Estabelecer a forma e condições de identificação dos perigos e danos, avaliação dos riscos e definição de medidas de controle relacionadas à segurança e saúde aplicáveis aos processos e atividades da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS. 2 – CAMPO DE APLICAÇÃO Este Procedimento de Gestão Integrado aplica-se à Diretoria, Coordenação de SGI e demais Coordenações e Setores da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS. 3 – INFORMAÇÕES DOCUMENTADAS DE REFERÊNCIA RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS MGI-RY-001-Manual de Gestão Integrado RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS. ABNT NBR ISO 9001. NBR ISO 14001. NBR ISO/IEC 17020. ISO ISO 45001. 4 – DEFINIÇÕES Acidente – Evento imprevisto e indesejável, instantâneo ou não, que resultou em dano à pessoa (inclusive doença do trabalho e doença profissional), ao meio ambiente ou ao patrimônio (próprio ou de terceiros). Agente Físico - Diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruídos, temperaturas, pressões. Agente Químico - Substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou ingestão. Agente Biológico - Bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros. APR - Análise Preliminar de Riscos. Atividade - Um elemento de trabalho que normalmente requer duração, custo e recursos. Avaliação de Riscos – Processo global de estimar a magnitude dos riscos, e decidir se um risco é ou não ACEITÁVEL. Controlar - Tomar ações para manter as operações e atividades de acordo com um padrão estabelecido e ajustar quando necessário, a partir da comparação com o padrão. Dano – É a consequência de um perigo em termos de lesão, doença, dano à propriedade, meio ambiente ou uma combinação destes. Emergência – Situação em um processo, sistema ou atividade que, fugindo aos controles estabelecidos possa resultar em acidente e que requeira, para controlar seus efeitos, a aplicação de recursos humanos capacitados e organizados, recursos materiais e procedimentos específicos. Colaborador - Conforme Norma Regulamentadora (NR-1) considera-se Colaborador, a empresa individual ou coletiva, que assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviços. Colaborador - A pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a Colaborador, sob a dependência deste e mediante salário. EPC - Equipamento de Proteção Coletiva. EPI - Equipamento de Proteção Individual. Filtro de Significância – Conjunto de parâmetros utilizados para se avaliar se o aspecto/impacto ou perigo/dano é significativo ou não. PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 3 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos Força de Trabalho – Pessoas que compõem uma organização e que contribuem para a consecução das suas estratégias, dos seus objetivos e das suas metas, tais como: Colaboradora em tempo integral ou parcial, temporários, autônomos e contratados de terceiros que trabalham sob a coordenação direta da organização. Frente de Trabalho - A área de trabalho móvel e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à construção, demolição ou reparo de uma obra. Local de Trabalho - A área onde são executados os trabalhos. LT - Limite de Tolerância. Monitorar - Medir ou avaliar, ao longo do tempo. PAE - Plano de Atendimento a Emergências - Documento formal e padronizado que define as responsabilidades e as ações a serem seguidas para controle de uma emergência e mitigação de seus efeitos, incluindo organização, procedimentos operacionais de resposta e recursos. Perigo - Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em termos de lesão ou doença, ou uma combinação destas. Processo - Processo gerador de trabalho. Inclui também a identificação das atividades e tarefas dos demais processos existentes relacionados com o processo. Risco - Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou exposição(ões) com a gravidade da lesão da doença que pode ser causada pelo evento ou exposição(ões). SMS - Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional. 5 – RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES Diretor Aprovar Procedimento de Gestão Integrado. Gerente de Projetos Participar do processo. Gerente Técnico/Gerente Substituto/Supervisor Técnico Participar do processo. Coordenador de SGI Verificar Procedimento de Gestão Integrado. Coordenar processo. Técnico de Segurança Elaborar Procedimento de Gestão Integrado. Responsável do Processo Participar do processo. Inspetores/Demais Colaboradores Participar do processo. 6 – DESCRIÇÃO DO PROCESSO 6.1 – Quando Realizar a Identificação dos Perigos e Danos e Avaliação de Riscos de Saúde e Segurança: 6.1.1 – A identificação dos perigos e danos e avaliação dos riscos de saúde e segurança se faz necessária: a) Na implantação do Sistema de Gestão Integrado na RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS. b) Na realização ou desenvolvimento de novos projetos, serviços, alterações, modificações associados às PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 4 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos atividades da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS. c) Sempre que houver alterações importantes em qualquer elemento do filtro de significância. 6.1.2 – Qualquer Colaborador da força de trabalho da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS que identifique a necessidade de atualização de identificação de perigos e danos e avaliação de riscos de saúde e segurança pode comunicá-la ao seu Superior imediato ou ao Coordenador de SGI. 6.2 – Identificação dos Perigos e Danos e Avaliação de Riscos A metodologia da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS para identificação de perigos e danos e avaliação de riscos de saúde e segurança que deve ser realizada está descrita a seguir: 6.2.1 – Identificação dos Perigos e Danos e Avaliação de Riscos Este levantamento deve ser realizado pelo Coordenador de SGI e/ou Técnico de Segurança, assessorado por profissionais de SMS com conhecimento deste Procedimento, onde deve ser levado em consideração. a) As atividades rotineiras e não-rotineiras; b) As atividades de todas as pessoas tendo acesso ao local de trabalho (incluindo terceirizados e visitantes); c) O comportamento humano, capacidades e outros fatores humanos; d) Os perigos identificados de origem externa ao local de trabalho, capazes de afetar de modo adverso a saúde e a segurança das pessoas sob o controle da organização no local de trabalho; e) Os perigos criados nas vizinhanças do local de trabalho por atividades relacionadas ao trabalho sob controle da organização; f) A infraestrutura, equipamentos e materiais no local de trabalho, sejam eles fornecidos pela organização ou por outros; g) As mudanças ou propostas de mudança na organização, emsuas atividades ou materiais; h) As modificações no SGI, incluindo mudanças temporárias, e suas consequências nas operações, processos e atividades; i) Qualquer obrigação legal aplicável relacionada à avaliação de riscos e a implementação dos controles necessários; j) O projeto das áreas de trabalho, processos, instalações, maquinaria/equipamentos, procedimentos operacionais e organização do trabalho, incluindo sua adaptação às capacidades humanas. 6.2.2 – Identificação das Atividades As principais atividades podem ser identificadas em Procedimentos ou em Fluxogramas dos processos e devem ser preenchidas nos campos correspondentes na Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY- 006). 6.2.3 – Identificação dos Cargos Os Cargos que estão associados a cada atividade devem ser listadas no PPRA. 6.2.4 – Identificação dos Perigos de Saúde e Segurança Para cada atividade em análise, devem ser identificados e relacionados os Perigos, listando-os na coluna correspondente da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 5 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos 6.2.5 – Identificação dos Danos Para cada perigo identificado na etapa anterior, devem ser identificados os respectivos danos associados, ou seja, as consequências (efeitos) decorrentes dos referidos perigos. Os danos identificados devem ser assinalados na coluna correspondente da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). Cada perigo pode estar relacionado a vários danos. 6.3 – Caracterização de Perigos e Danos Ocupacionais O processo de caracterização de perigos e danos associados deve ser conduzido levando em consideração: 6.3.1 – Situação operacional Os perigos ocupacionais podem ocorrer nas seguintes situações: SITUAÇÃO DEFINIÇÃO EXEMPLO Normal (N) São aquelas situações que ocorrem na rotina das obras. Emissão de ruído no Escritório. Anormal (A) São aquelas situações que ocorrem nas operações especiais (Ex.: atividades de manutenção, dentre outras). Trabalho em altura durante parada de manutenção. Emergencial (E) São aquelas situações emergenciais (acidentes, colapso de estruturas, equipamentos ou instalações, falha operacional, manifestações da natureza, etc.) inerentes à atividade. Queda acima de nível decorrente de ruptura de andaime. 6.3.1.1 - Temporalidade Indica o período de ocorrência da tarefa da qual decorre o dano: TEMPORALIDADE DESCRIÇÃO EXEMPLO Atual (A) Dano potencial associado à tarefa atual. Trauma acústico proveniente de exposição aguda em área operacional. Passada (P) Dano identificado no presente, porém decorrente de tarefa desenvolvida no passado e que tenha gerado algum passivo. Intoxicação aguda e crônica proveniente de exposição a produtos químicos gerados em atividades passadas. Futura (F) Dano previsto decorrente de alterações nas tarefas a serem implementadas no futuro. Possibilidade de corte em uma atividade operacional. 6.3.1.2 - Incidência Indica a relação de controle ou influência sobre os perigos associados às tarefas, que se classifica em: INCIDÊNCIA DESCRIÇÃO Direta (D) O perigo está associado às tarefas executadas pela força de trabalho da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS subcontratadas. Indireta (I) O perigo está associado às tarefas de fornecedores / prestadores de serviços que viabilizam / suportam as atividades da força de trabalho da RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS e subcontratadas. Nota: Os dados de situação operacional, temporalidade e incidência devem ser preenchidos nos campos correspondentes da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006), considerando as legendas indicadas acima. PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 6 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos 6.4 - Avaliação de Riscos Ocupacionais 6.4.1 - A avaliação de riscos é realizada por meio de uma análise do GRAU DE RISCO da atividade / tarefa identificada. O GRAU DE RISCO considera os parâmetros de SEVERIDADE (S) do dano e FREQÜÊNCIA (F) /PROBABILIDADE (P) do perigo de causar um dano. 6.4.2 - Para realizar esta avaliação, devem ser considerados os controles operacionais existentes. Estes controles podem ser detalhados no campo “Comentários / Controles” do Análise Preliminar de Riscos- APR (RP-RY-006). 6.4.3 - As classificações para SEVERIDADE e FREQÜÊNCIA / PROBABILIDADE devem ser estabelecidas com base nos critérios a seguir: 6.4.3.1 - Severidade A SEVERIDADE representa a magnitude ou a gravidade do dano, devendo ser classificada conforme critério do quadro a seguir: CLASSIFICAÇÃO DA SEVERIDADE DO DANO CLASSE NATUREZA DO DANO CONSEQUÊNCIAS (BÁSICAS) 1 LEVEMENTE PREJUDICIAL Lesões superficiais (pequenas queimaduras, pequenos cortes e contusões, irritação dos olhos com poeiras), geladura / congelamento; Incômodo e irritação (por exemplo: dor de cabeça, desconforto acústico), fadiga visual; Doença que leve a desconforto temporário (insolação / intermação), dermatite, estresse, fadiga, mordedura, desmaio. 2 PREJUDICIAL Lacerações, queimaduras, concussão, torção / deslocamentos sérios, pequenas fraturas, dermatoses, lesões oftálmicas, lesões contusas e cortantes, doenças infectocontagiosas; Surdez, asma, lesões dos membros superiores relacionados ao trabalho (tenossinovite / DORT), doenças que provoquem incapacidade permanente menor (lesões osteomioarticulares; doenças infectocontagiosas). 3 EXTREMAMENTE PREJUDICIAL Amputações, grandes fraturas, envenenamentos (intoxicações agudas / crônicas), lesões múltiplas, lesões fatais, grandes queimaduras, embolia gasosa, lesões por esmagamento, asfixia, parada cardiorrespiratória; Câncer ocupacional ou alterações hematológicas (agudas / crônicas), outras doenças que encurtem severamente a vida (pneumoconioses, infectocontagiosas), doenças fatais agudas, mal súbito. 6.4.3.2 - Frequência e Probabilidade 6.4.3.2.1 - O conceito de FREQÜÊNCIA está associado a perigos que ocorrem em situação operacional NORMAL ou ANORMAL. O conceito de PROBABILIDADE está associado a perigos que ocorrem em situação de EMERGÊNCIA. 6.4.3.2.2 - A frequência / probabilidade de um perigo causar um dano específico é classificada, com base na tabela a seguir: CLASSIFICAÇÃO DA FREQÜÊNCIA OU PROBABILIDADE ASSOCIADA AOS PERIGOS CLASSE FREQÜÊNCIA OU PROBABILIDADE A BAIXA FREQÜÊNCIA / ALTAMENTE IMPROVÁVEL B MÉDIA FREQÜÊNCIA / IMPROVÁVEL C ALTA FREQÜÊNCIA / PROVÁVEL PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 7 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos 6.5 - Definição do Grau de Risco 6.5.1 - O grau de risco é obtido a partir da tabela abaixo, cruzando-se a linha da frequência / probabilidade com a coluna da severidade. Deve ser utilizado para preencher a coluna “Grau de Risco” do RP-RY SERVIÇOS INDUSTRIAIS-006 -Análise Preliminar de Riscos-APR. GRAU DE RISCO SEVERIDADE FREQÜÊNCIA / PROBABILIDADE 1 LEVEMENTE PREJUDICIAL 2 PREJUDICIAL 3 EXTREMAMENTE PREJUDICIAL (A) BAIXA FREQÜÊNCIA/ ALTAMENTE IMPROVÁVEL RISCO TRIVIAL RISCO ACEITÁVEL RISCO MODERADO (B) MÉDIA FREQÜÊNCIA/ IMPROVÁVEL RISCO ACEITÁVEL RISCO MODERADO RISCO SUBSTANCIAL (C) ALTA FREQÜÊNCIA / PROVÁVEL RISCO MODERADO RISCO SUBSTANCIAL RISCO INACEITÁVEL 6.5.2 - Também são levados em conta (quando aplicável) os fatores a seguir na determinação do GRAU DE RISCO, através da classificação de FREQÜÊNCIA / PROBABILIDADE e SEVERIDADE: a) Número de pessoas expostas; b) Frequência e duração da exposição ao risco; c) Histórico de ocorrência de falhas de utilidades (por exemplo: falta de luz ou de água); d) Histórico de ocorrência de falhas dos componentes de instalaçõese de máquinas e dos dispositivos de segurança; e) Proteção proporcionada pelos equipamentos de proteção coletiva (EPC) e individual (EPI); f) Desvios praticados por pessoas, que podem desconhecer o risco, não ter capacidade física ou aptidão para fazer o trabalho, que subestimam os riscos a que estão expostas ou ainda, que não reconhecem a utilidade dos métodos seguros de trabalho. Nota: Quando algum destes fatores for considerado, pode-se incluir observação no campo apropriado da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). 6.6 – Análise da Significância dos Perigos Ocupacionais 6.6.1 - Os perigos são considerados significativos quando pelo menos um dos “Filtros de Significância” descritos abaixo for aplicável. 6.6.2 - Os perigos não retidos em um dos “Filtros de Significância” serão considerados não significativos. 6.6.3 - A análise da significância dos perigos se dá conforme descrição a seguir: 6.6.3.1 - Filtro de Significância Associado ao Grau de Risco 6.6.3.1.1 - Os perigos cujos riscos tenham sido avaliados como MODERADO, SUBSTANCIAL OU PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 8 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos INACEITÁVEL devem ser considerados como significativos. 6.6.3.1.2 - Caso este filtro seja aplicável, marcar com um “X” na coluna “Significativo” da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). 6.7 - Requisito Legal 6.7.1 - Quando for aplicável sobre o perigo significativo ou outro alguma regulamentação federal, estadual ou municipal, acordo coletivo ou se referir a normas ou diretrizes do cliente deve ser indicado na coluna “Requisitos Legais e Outros” da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006) a letra “S” e, caso não seja aplicável, a letra “N”. 6.8 – Estabelecimento das Medidas de Controle 6.8.1 – Para os perigos identificados devem ser estabelecidas medidas de controle, conforme a necessidade e Gravidade do risco avaliado e se for Significativo. Ao determinar medidas de controle ou considerar as mudanças nos controles existentes, deve-se considerar a redução dos riscos de acordo com a seguinte hierarquia na Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006): 1) Eliminação. 2) Substituição. 3) Controles de Engenharia (Incluindo Procedimentos). 4) Controles Administrativos: Sinalização/Alertas e/ou Treinamentos. 5) Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s). 6.8.2 - Pode-se fazer isto de diferentes maneiras, estabelecendo e implementando Controles Operacionais na hierarquia referenciada acima, suportados por Programa de Gestão de Segurança e Saúde ocupacional, dentre outros. Na Análise Preliminar de Riscos- APR (RP-RY-006) deve estar indicada na coluna “Comentários / Controles” quais os Controles serão adotados. 6.9 - Gerenciamento dos Perigos 6.9.1 - O gerenciamento de perigos obedecerá aos critérios definidos na Tabela abaixo, sendo aplicável para a situação normal e anormal: GRAU DE RISCO CONTROLES TRIVIAL Não é requerido nenhum controle operacional e não é necessário conservar registros documentados.Porém caso existam controles operacionais que contribuam para manter estes aspectos como não significativos, os mesmos devem ser citados na coluna “Comentários / Controles” da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). ACEITÁVEL Não são requeridos controles operacionais. Devem ser feitas considerações sobre uma solução de custo mais eficaz ou melhorias que não imponham uma carga de custos adicionais. É requerido monitoramento para assegurar que os controles são mantidos. Porém caso existam controles operacionais que contribuam para manter estes aspectos como não significativos, os mesmos devem ser citados na coluna “Comentários / Controles” da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). MODERADO É obrigatório o estabelecimento de controles operacionais. Devem ser feitos esforços para reduzir o risco, mas os custos de prevenção devem ser cuidadosamente medidos e limitados. As medidas para a redução do risco devem ser implementadas dentro de um período definido (planos de ação).Quando o risco moderado está associado a consequências altamente prejudiciais, pode ser necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a probabilidade do dano, como base para determinar a necessidade de melhores medidas de controle. SUBSTANCIAL É obrigatório o estabelecimento de controles operacionais. Devem ser feitos esforços para reduzir o risco. Recursos consideráveis podem ter que ser alocados para reduzir o risco. Se o risco envolve trabalho em desenvolvimento, deve ser tomada uma ação urgente. Objetivos e metas suportados por um Programa de Gestão devem ser estabelecidos. INACEITÁVEL O trabalho não deve ser iniciado ou continuado até que o risco tenha sido reduzido. Se não é possível reduzir o risco, mesmo com recursos ilimitados, o trabalho tem que permanecer proibido. PROCEDIMENTO DE GESTÃO INTEGRADO Nº: PGI-RY-003 FOLHA: 9 de 9 REV. 1 PROJETO: CORPORATIVO ESCOPO: SGI TÍTULO: Gestão de Perigos, Danos e Riscos 6.9.2 - Porém para perigos classificados com GRAU DE RISCO TRIVIAL ou ACEITÁVEL, onde identificado como necessário, devem ser estabelecidos Controles Operacionais (ex.: Procedimentos específicos, etc.) que devem ser descritos na coluna apropriada da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY-006). 6.9.3 - Perigos com Situação Operacional de Emergência a) Graus de Risco TRIVIAL e ACEITÁVEL – Se as situações de emergência puderem ser controladas com recursos da própria área, podem ser previstas ações / medidas mitigadoras em procedimentos específicos no PLI-RY-002-Plano de Atendimento a Emergências. b) Graus de Risco MODERADO e SUBSTANCIAL – Independentemente, devem ser previstas, obrigatoriamente, ações/medidas mitigadoras no PLI-RY-002-Plano de Atendimento a Emergências. c) Grau de Risco INACEITÁVEL – Estas situações de emergência devem ser consideradas “Inaceitáveis”, devendo ser tomadas medidas preventivas ou tomadas providências urgentes para redução do GRAU DE RISCO. Tais ações devem estar incluídas no PLI-RY-002-Plano de Atendimento a Emergências e serem indicadas na coluna apropriado da Análise Preliminar de Riscos-APR (RP-RY- 006). 7 – REGISTROS RP-RY-006-Análise Preliminar de Riscos-APR. 8 – ANEXOS Não requerido.