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TEXTO I - A colonização brasileira
Depois de apresentarmos as várias formas de entender a cultura, como fundamento a análise
etnocêntrica e rela�vista cultural, vamos agora, tratar do processo histórico para formação da
sociedade brasileira.
A história do Brasil e do povo brasileiro coloca sempre os portugueses como a matriz de nossa etnia
(grupo de pessoas, grupo social que compartilham cultura, origem e história). Porém, como falado,
os europeus em especial, neste caso, os portugueses, vinham para os novos con�nentes para descobrir
as caracterís�cas culturais dos povos que ali habitavam com fins de exploração, de colonização. Assim,
os europeus elaboraram versões da história, de suas colonizações segundo seu olhar etnocêntrico.
Porém, o obje�vo desse trabalho é mostrar esse processo, de cons�tuição do povo brasileiro, de outra
perspec�va, buscando a par�r de autores brasileiros como eles analisaram a nossa origem, como se
forma nossa iden�dade nacional já que a iden�dade não vem pronta: pelo contrário, é resultado de
uma construção con�nua. Existem interesses de “legi�mação do próprio grupo, ou interesses em
re�rar a legi�midade do outro” (KEMP, 2003, p. 83). Existe uma relação de poder, e o mesmo precisa
ser analisado para entendermos a cultura brasileira.
Ainda se aprende nas escolas e ouvimos muitos nos contarem como ocorreu o “descobrimento” do
Brasil. Sem muita fundamentação nos contam que a Europa estava em crise comercial e os países
estavam procurando novas rotas até as Índias, com o obje�vo de acabar com o monopólio dos italianos
que eram quem traziam e vendiam os produtos do Oriente na Europa. Os portugueses já estavam
organizados num Estado, �nham grande conhecimento sobre navegação. Assim, possuíam condições
polí�cas para sua expansão e com espírito aventureiro, descobriram terras novas, gente nova, um
mundo novo.
 
O Brasil foi descoberto?
Pois bem, essa é a história contada pelos europeus. Mas, nós somos da América, somos sul-
americanos, e podemos contar a história a par�r da perspec�va do povo brasileiro.
Descobrimento é o ato de descobrir, que significa “encontrar o que era desconhecido, que estava
escondido; achar” (DICIO, 2012). Então o Brasil não foi descoberto pelos portugueses, pois os índios
viviam aqui. Era desconhecido pelos portugueses. Na verdade, o que aconteceu aqui foi uma invasão. A
invasão das terras ocupadas pelos povos indígenas e a destruição dos seus costumes e implantando o
modo de produção semicapitalista português, buscando lucro no comércio internacional.
Isso é importante para se pensar a formação da iden�dade do brasileiro, pois essa se dará a par�r da
relação entre três matrizes étnicas: a indígena, a portuguesa e a africana, resultando desse sistema
econômico uma sociedade absurdamente desigual. 
Os portugueses foram os primeiro a formar um Estado centralizado entre 1383 e 1385. Este fato,
conjuntamente com a sua localização estratégica próxima ao oceano, permi�u um grande inves�mento
em tecnologia de navegação (FONSECA, 2008). Foi a par�r disso tudo, que os portugueses em busca de
aventura e enriquecimento lançaram-se às navegações, a fim de explorar o Oceano Atlân�co, levando-
os ao desenvolvimento de instrumentos necessários as mudanças culturais, econômicas e mundiais,
iniciadas pelo pioneirismo português.
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De suas navegações entre 1415 e 1499 (FONSECA, 2008), por onde passaram na costa ocidental
africana, os portugueses fizeram feitorias, criando empresas para produzir gêneros tropicais e
escravizavam africanos para servirem de mão de obra nestas feitorias. Quando Vasco da Gama retorna
ao país, traz um mundo novo a Portugal, com imensa lucra�vidade. Pedro Álvares Cabral dá
con�nuidade, com a mudança de rotas de comércio, com o obje�vo de ocupar terras garan�ndo
conquista, domínios sobre territórios em busca de riquezas.
Os portugueses (HOLANDA, 1995) �nham grande conhecimento sobre navegação e, a par�r da
inicia�va polí�ca e econômica, chegaram a essas terras, às quais, de início, não deram muito valor. A
colonização de um povo era uma inicia�va bastante grande e com alto custo. Desta forma, a coroa
portuguesa não estava interessada em inves�r na colonização das terras brasileiras, já que estava
envolvido com a expansão e o mercado de especiarias no oriente. Em um primeiro momento,
averiguou e colocou alguns representantes na terra, a par�r de várias expedições exploratórias com o
obje�vo de mapear e trazer informações para a metrópole. Porém, com a crise do comércio na Europa
da época, Portugal volta-se para a colônia em busca de pedras preciosas e outras fontes de lucro.
Nos trinta primeiros anos, Portugal dedicou-se à exploração das riquezas, com o ideal de
enriquecimento rápido, acompanhado pela ausência de um concreto ideal de fixação, de povoamento
e de inves�mentos na colônia, canalizando suas riquezas aqui geradas para a metrópole portuguesa,
com a formação de uma mentalidade de exploração predatória e muito descompromisso para com a
terra, ou seja, uma ausência de uma consciência constru�va e de sen�mento de brasilidade.
Precisamos ter claro que a colonização portuguesa no Brasil é um exemplo clássico de colônia de
exploração, enquanto os Estados Unidos da América, que foi colônia dos ingleses, é um exemplo
clássico de colônia de povoamento.
 
TEXTO II - Colônia de exploração ou de povoamento? 
Vamos ver a diferença?
 
Segundo Ricardo Lessa (2008) as diferenças já são visíveis no início de nossa colonização, pois “Cabral
passou por aqui, largou dois degredados, rezou uma missa e foi-se embora para a Índia - que era o que
lhe interessava. Lá bombardeou e tomou o porto de Calicute, assaltou a cidade e voltou para Portugal
com as caravelas cheias de especiarias, joias, roupas e outros produtos do saque”.
Para os 101 ingleses, que em 1620, fundaram os Estados Unidos, que num primeiro momento
chamaram de Nova Inglaterra, não havia a menor intenção de retornar a Inglaterra, nem de re�rar de
lá riquezas. Eles eram religiosos, crentes que haviam brigado com a Igreja Anglicana (conduzida pelo rei
da Inglaterra) e buscavam um lugar para viver, progredir e rezar da forma que bem quisesse.
Começaram o novo país por meio de núcleo homogêneo de famílias inglês e puritano, a colônia de
Cape Cod, no estado hoje chamado de Massachuse�s. Depois desse �veram outros, com a mesma
disposição de formar um país, para ficar longe da exploração dos nobres ingleses e para rezar segundo
suas normas rígidas, sem o luxo dos católicos e anglicanos. Esses núcleos se mul�plicaram tomando
toda a parte nordeste. Ao sul, as colônias, ligadas à coroa e profundamente escravista. Na Guerra de
Sucessão, 1861-65, o norte vence o sul. A ideia dos peregrinos era de que essa terra era ideal para o
povo de Deus, para poder criar uma sociedade pura, sem corrupção e vícios. Acreditavam que
“pertenciam a uma nova raça eleita e a América era a virgem Maria que daria à luz uma nova nação
para louvar a Deus e iluminar o restante do mundo, como diziam autores do início do século XVII. Para
eles, naquela época, Deus era inglês” (LESSA, 2008).
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Agora vamos ver como se deu a colonização brasileira?
 Colônia de exploração
 
Em 1500, Portugal era o país do mercan�lismo, senhor nos mares. Essa prá�ca mercan�l vai estar
impregnada na formação do nosso país, pois o que importava era conseguir mercadorias para trocá-las
e ter altos rendimentos para o Estado português monopolista.
A expedição colonizadora de Mar�m Afonso de Souza é o marco inicial dos primeiros colonos para as
Terras de Santa Cruz (como era chamado nosso país nesse momento). Os irmãos Pêro Lopes de Souza e
Mar�m Afonso de Souza, eram de alta linhagem portuguesa, pois havia atuadocomo conselheiro do rei
D. Manuel. A colonização seria desenvolvida por meio das capitanias hereditárias, tendo destaque, a de
Pernambuco, doada a Duarte Coelho, em 1534 (SILVA, 2006). As capitanias hereditárias foi uma forma
de administração da colônia, criada pelo rei D. João III, de Portugal, em 1534. Consis�a em dividir o
território em grandes faixas de passar a administração para nobres da coroa portuguesa.
Os primeiros colonos buscavam enriquecer rapidamente e viver como estavam acostumados em
Portugal. Desta forma, não estavam acostumados a trabalhar na terra, seu único vinculo com ela era a
de posse. Em sua terra natal, viviam apenas de rendimentos usufruindo dos lucros agrícolas. “Assim
sendo, mesmo com toda fer�lidade da terra, condições climá�cas favoráveis e grandemente louvadas,
a determinação dos colonos em adquirir fortuna rapidamente e retornar ao Reino, tornava a vida mais
dificultosa na colônia” (SILVA, 2006, p.8).
Quando os colonos chegaram, com sua cultura portuguesa, já sabiam o modo de produção que fariam:
lavouras de cana, que por meio de seus engenhos, teriam o açúcar, a par�r de trabalho escravo. Os
donatários das capitanias tornaram-se os senhores do engenho. Assim, o trabalho era designado para
os escravos, primeiro os indígenas e posteriormente os africanos.
Ser o senhor de engenho não era a�vidade simples a qualquer pessoa, porém, os colonos sonhavam
em se tornar um. Assim, para ser um senhor de engenho era preciso ter “cabedal”, isto é: “posse
materiais, recursos financeiros, bens, riquezas e haveres. Mas, por extensão de sen�do figurado, pode-
se chegar também a: conhecimento, talento, competência, habilidade que se adquirem com a
experiência, a educação, o estudo e a é�ca” (SILVA, 2006, p.8). O engenho era formado pelos canaviais,
as plantações para alimentação, a casa grande, a senzala, a capela, a escola, as moradias dos
trabalhadores livres (feitor, mestre do açúcar) e a fábrica de produzir o açúcar - com a moenda, a casa
das caldeiras e casa de purgar.
A coroa portuguesa decidiu que só faria doações de capitanias para pessoas que pudessem com seu
próprio patrimônio, desenvolve-las e povoa-las. Assim, selecionou os donatários de capitania, segundo
o serviço prestado ao Reino nas conquistas da Índia e África ou que realizaram serviços administra�vos.
Muitos queriam conseguir aqui o �tulo de nobre, porém, a coroa regulava essa concessão. Mas,
mesmo não conseguindo o �tulo, os senhores de engenho, não abriam mão de viver aqui como um,
possuíam poder dentro de suas terras e foram desenvolvendo uma trama de relações reforçava ainda
mais sua influência e poder. A milícia, para manter a segurança, era a maneira mais ostensiva de
manter pres�gio e poder. Além dessa, havia a polí�ca de casamentos, beneficiando os interesses das
famílias. Assim, aos poucos os senhores foram dominando a vida social e administra�va da colônia.
Quando não conseguiam as negociações por meio da polí�ca, os colonos luso-brasileiros, recorriam aos
meios informais, até mesmo o suborno, exercendo constante pressão nos funcionários da
administração da coroa. (SILVA, 2006)
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 Perceba que as estratégias criadas como o casamento arranjado, compadrio e atração de pessoas
ligadas à administração da coroa para os círculos das famílias coloniais, representa uma prá�ca da
cultura portuguesa, chamadas de “poderes informais” (SILVA, 2006).
A relação dos portugueses com os outros povos, principalmente, com os africanos, já era de senhor e
escravo desde Portugal, pois os africanos eram responsáveis pelo trabalho em sua terra natal, sendo
que muito donatário já chegaram com seus escravos. Por mais que os africanos trabalhassem, o
tratamento concedido a ele era duro.
Em 1549, a coroa muda à administração da colônia com a criação dos Governos Gerais, sendo Tomé de
Souza o primeiro governo geral do Brasil. Com ele, vem também a primeira ordem religiosa, a
Companhia de Jesus, sendo o superior, Manoel da Nóbrega. O primeiro feito da Cia de Jesus foi à
criação do Colégio da Bahia, com processo educacional sistemá�co e formal.
Durante os três primeiros séculos da colonização houve um fluxo intenso de portugueses para o Brasil.
Vieram portugueses de todas as classes, desde o pobre ao nobre (FONSECA, 2008). Instalaram-se no
litoral e lentamente foram para o interior, a par�r do ciclo das especiarias e pau-brasil, passando a
plantação de cana-de-açúcar, criação de gado e a mineração, com a busca de pedras preciosas, ouro e
prata.
Até o século XVII, a economia da colônia era açucareira, porém quando o açúcar brasileiro sofre forte
concorrência com o das An�lhas, a colônia passa a descobrir metais. Os paulistas, que conheciam bem
o sertão, vão abrir caminho até Minas. Ao descobrir ouro em Minas Gerais, teremos aqui a chegada
milhares de aventureiros buscando o enriquecimento.
A mineração levou a ar�culação econômica da colônia, integrando São Paulo, Rio, Bahia e por meio de
São Paulo a região Sul. A a�vidade de mineração, conta com especialidades, de modo que a mercadoria
necessária para seu consumo vinha de fora. Assim, junto com os mineradores, vieram artesãos e
comerciantes. Logo os agrupamentos de mineradores acabaram se tornando cidades, como: Ouro
Preto, Sabará, etc.
A busca pela riqueza trouxe sérias consequências para a terra do Brasil, já que foi cas�gada pelos vastos
campos la�fundiários (grandes porções de terras) de monocultura (a plantação de uma única espécie)
e pastagens de animais. A monocultura aconteceu porque muitos produtos que não eram produzidos
na Europa passaram a ser produzidos aqui, devido ao clima quente e por estarem em alta no mercado
europeu. A Europa não estava industrializada na época dos descobrimentos e produzia os bens agrários
para o próprio consumo. Essa colonização será marcada pela escravidão, em um primeiro momento os
indígenas, em um segundo, os africanos. (HOLANDA, 1995)
 
Exercício resolvido:
 
 Os portugueses quando chegaram as terras brasileiras não deram muito
valor em colonizá-la. Analise as afirmativas abaixo:
 
I) A colonização de um povo era uma iniciativa bastante grande e com
alto custo.
II) A coroa portuguesa não estava interessada em investir na
colonização das terras brasileiras, já que estava envolvida com a
expansão e o mercado de especiarias no Ocidente.
III) Em um primeiro momento, averiguou e colocou alguns
representantes na terra, a partir de varias expedições exploratórias
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com o objetivo de mapear e trazer informações para a metrópole.
IV) Porém, com a crise do comercio na Europa da época, Portugal volta-
se para a colônia em busca de pedras preciosas e outras fontes de
lucro.
 
Escolha a alternativa que apresenta a afirmativa incorreta:
 
a) I
b) II
c) III
d) IV
e) I e IV
 
Resposta correta: B
 
Justificativa: A única afirmativa incorreta é a II, já que a coroa
portuguesa estava envolvida com a expansão e o mercado de especiarias
no ORIENTE.
Exercício 1:
 
Normalmente quando falam da formação do povo brasileiro consideram como nossa matriz étnica apenas a
portuguesa, mas essa não é a realidade. A formação do povo brasileiro e de sua identidade se deu a partir da
relação entre três matrizes étnicas. Resultando desse sistema uma sociedade absurdamente desigual.
 
Escolha a alternativa na qual constam nossas três matrizes étnicas:
 
A)
Indígena, portuguesa, africana.
B)
Indígena, portuguesa, espanhola.
 
C)
 Indígena, portuguesa, holandesa.
 
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D)
 Indígena, portuguesa, norte-americanos.
 
E)
 Africanos, portugueses,norte-americanos.
 
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A)
Exercício 2:
Os portugueses tinham grande conhecimento sobre navegação e, a partir da iniciativa política e econômica,
chegaram a essas terras, às quais, de início, não deram muito valor. A colonização de um povo era uma
iniciativa bastante grande e com alto custo. Desta forma, a coroa portuguesa não estava interessada em investir
na colonização das terras brasileiras, já que estava envolvido com a expansão e o mercado de especiarias no
oriente. Em um primeiro momento, averiguou e colocou alguns representantes na terra, a partir de várias
expedições exploratórias com o objetivo de mapear e trazer informações para a metrópole. Porém, com a crise
do comércio na Europa da época, Portugal volta-se para a colônia em busca de pedras preciosas e outras fontes
de lucro. Nos trinta primeiros anos, Portugal com o ideal de enriquecimento rápido, acompanhado pela ausência
de um concreto ideal de fixação, de investimentos na colônia, canalizando suas riquezas aqui geradas para a
metrópole portuguesa, com a formação de uma mentalidade predatória e muito descompromisso para com a
terra, ou seja, uma ausência de uma consciência construtiva e de sentimento de brasilidade.
Escolha a alternativa que apresenta esse modelo clássico de colônia:
A)
Colônia de povoamento.
B)
Colônia de desenvolvimento.
C)
Colônia de exploração.
D)
Colônia de escravização.
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E)
Colônia indígena.
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)
Exercício 3:
 Como podemos definir a ocupação do território português baseada em seu primeiro ciclo econômico?
A)
Litorânea e concentrada na região Nordeste.
 
B)
Litorânea e concentrada na região Sudeste.
 
C)
Interior e litoral complementavam-se economicamente.
 
D)
Concentrada de maneira predominante no interior.
 
E)
Litorânea com atividade contínua e produtiva em vários pontos da costa atlântica.
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A)
Exercício 4:
 Os primeiros colonos que vieram para as terras brasileiras buscavam enriquecer
rapidamente e viver como estavam acostumados em Portugal. Desta forma, não estavam
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acostumados a trabalhar na terra. Em sua terra natal, viviam apenas de rendimentos
usufruindo dos lucros agrícolas. “Assim sendo, mesmo com toda fertilidade da terra,
condições climáticas favoráveis e grandemente louvadas, a determinação dos colonos em
adquirir fortuna rapidamente e retornar ao Reino, tornava a vida mais dificultosa na colônia”
(SILVA, 2006, p.8).
Dessa forma, podemos dizer que o vínculo do colono com a terra era de:
A)
Contemplação.
B)
Posse.
C)
cuidados com a agricultura. 
D)
administração da terra. 
E)
exercer funções de proletariado.
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B)
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