Prévia do material em texto
GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE E PRODUTIVIDADE NOSSA HISTÓRIA A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de em- presários, em atender à crescente demanda de alunos para cursos de Gradua- ção e Pós-Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como entidade oferecendo serviços educacionais em nível superior. A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a partici- pação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua forma- ção contínua. Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, ci- entíficos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicação ou outras normas de comunicação. A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de for- ma confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das ins- tituições modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica, excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. Sumário GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE E PRODUTIVIDADE .................................... 1 NOSSA HISTÓRIA ........................................................................................................ 2 1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 4 2. GESTÃO DE SAÚDE ..................................................................................... 8 3. A GESTÃO DO CUIDADO E DOS SERVIÇOS DE SAÚDE ................. 10 4. DESENVOLVENDO UM CONCEITO PARA PRODUTIVIDADE ......... 16 5. A GESTÃO DA IMPLANTAÇÃO DA PRODUTIVIDADE SISTÊMICA 21 6. CONCLUSÃO ................................................................................................ 30 7. REFERÊNCIAS ................................................................................................... 31 file:///E:/GESTÃO%20INTEGRADA%20DE%20SAÚDE%20E%20PRODUTIVIDADE/GESTÃO%20INTEGRADA%20DE%20SAÚDE%20E%20PRODUTIVIDADE.docx%23_Toc74255459 1. INTRODUÇÃO Os entes federativos que compõem o Sistema Único de Saúde (SUS), para cumprir a obrigação constitucional de assegurar assistência em saúde à popu- lação, podem gerir, manter e prestar serviços de forma direta ou indireta, inclu- sive mediante a participação complementar da iniciativa privada. Os estabelecimentos de saúde que atendem usuários do SUS exibem múltiplas composições organizacionais, formatos de administração e modelos de gestão, modificados ao longo do tempo por meio de reformas administrati- vas, interpretações jurídicas, decisões políticas e legislações complementares federal, estaduais e municipais. Além de serviços de saúde próprios da admi- nistração direta da União, estados e municípios, o poder público delega ou transfere a titularidade ou a execução de serviços do SUS para a administra- ção indireta, que pode ter diferentes personalidades jurídicas, entre elas as au- tarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. Para o mesmo fim de prestar assistência em saúde, o gestor público po- de optar pela administração privada complementar, ao firmar contratos ou con- vênios com organizações sociais (OS), associações civis sem fins lucrativos, fundações privadas ou empresas privadas. A produtividade e os indicadores de produtividade vêm sendo utilizados ao longo do tempo por pessoas, organizações e nações para medir e acompa- nhar o próprio desempenho. Porém, em muitos casos, tais indicadores de pro- dutividade são subutilizados, ou seja, por não serem trabalhados de forma sis- têmica acabam por não fornecer uma visão integral das atividades. Com o intuito de explorar toda a potencialidade que a análise da produ- tividade pode fornecer, um modelo para a análise da produtividade sistêmica vem sendo desenvolvido ao longo dos últimos dez anos (DEMETER; CHIKÁN; MATYUSZ, 2011; INSTITUTO..., 2004; SUITO, 1998; CHENG; SILVA; LIMA, 1994). O conceito produtividade foi introduzido e desenvolvido nas organiza- ções com o intuito de avaliar e melhorar o desempenho delas. Inicialmente, a produtividade era calculada pela razão entre o resultado da produção e o nú- mero de empregados. Por um longo período, esta fórmula representou a produ- tividade da organização. Com ela almejava-se o aumento da produção por em- pregado utilizado. Outras formas de medir a produtividade surgiram ao longo do tempo, re- lacionando o resultado da produção com a utilização de outros recursos como, por exemplo, energia, matéria-prima, insumos, entre outros (UKKO; TE- NHUNEN; RANTANEN, 2007; ORGANISATION..., 2005a; SINGH; MOTWANI; KUMAR, 2000). Até hoje esses conceitos vêm sendo largamente utilizados como, por exemplo, na construção de índices comparativos entre países. Em parte, o uso dessas formas simplificadas de apuração de indicadores de produtividade se deve à complexidade que levantar dados apresenta e, adicionalmente, a diver- sidade de metodologias de cálculo adotadas por diferentes países dificulta a medição da produtividade por cálculos mais “qualificados”. Portanto, para com- paração mundial, a forma mais utilizada é a produtividade do trabalho, que é a razão entre o produto interno bruto – PIB – e o número de trabalhadores (OR- GANISATION..., 2001). O Brasil tem conseguido pequenas melhorias nos indicadores de produ- tividade, quando comparado a países em desenvolvimento como China, Índia e Coréia, e até mesmo com países latino-americanos, como Colômbia e México. Em relação aos países da OECD (Organização para o Desenvolvimento Eco- nômico e Cooperação), a razão é três vezes superior a favor desses países. As empresas brasileiras têm buscado rever as suas estratégias, visando desen- volver vantagens competitivas que sejam sustentáveis, sendo que a melhoria de seus indicadores de produtividade associada a uma visão ampliada e multi- facetada podem contribuir para uma evolução nos níveis de desenvolvimento da indústria nacional (OLIVEIRA et al., 2011; ARBIX; DE NEGRI, 2005). Há, portanto, a necessidade de se desenvolver um modelo integrado e sistêmico para a determinação da produtividade nas organizações, para que essas, atuando nos respectivos setores, construam vantagens comparativas. As medidas agregadas de produtividade se mostram pouco úteis à gestão das operações de uma empresa. Deve ser destacado, no entanto, que o crescente aumento da competitividade, somado às pressões trabalhistas, à crescente preocupação com a distribuição dos ganhos e à proteção do meio ambiente, demanda uma gestão da produtividade integrada e multidimensional. Deve-se, por conseguinte, trabalhar os aspectos relacionados à utilização de recursos e as várias dimensões envolvidas na apuração da produtividade em uma abor- dagem multivariada e sistêmica (OLIVEIRA; MARINS; ALMEIDA, 2010; BOO- THBY; DUFOUR; TANG., 2010; ORGANISATION..., 2005b; SINGH; MOTWA- NI; KUMAR, 2000; SUITO, 1998). Na atualidade, os intensos processos de ajuste ocorridos no setor saú- de, confirmam a complexidade do perfil de trabalho em unidades de saúde. Dentro deste espaço organizacional, é notória a observação do processo que desencadeia o desenvolvimento, a qualidade e a inovação de todo o processo de criatividade do indivíduo, em que, inevitavelmente, se ampliam os horizontes com a capacidade de gerir bons resultados acumulando conhecimento convin- cente de padrões comportamentais, predominando a influência do agir (NAS- CIMENTO; LOPES; SALGUEIRO, 2008) A gestão de serviços de saúde tem como finalidade otimizar o funciona- mento das organizações de formaa obter o máximo de eficiência (relação entre produtos e recursos empregados), eficácia (atingimento dos objetivos estabele- cidos) e efetividade (resolução dos problemas identificados). Neste processo, o gestor utiliza conhecimentos, técnicas e procedimentos que lhe permitem con- duzir o funcionamento dos serviços na direção dos objetivos definidos (TANA- KA; TAMAKI, 2012). 1.1METODOLOGIA Para a construção deste material, foi utilizada a metodologia utilizada de pesquisa bibliográfica, com o intuito de proporcionar um levantamento de maior conteúdo teórico a respeito dos assuntos abordados. Através de pesquisa bibliográfica em diversas fontes, o estudo se de- senvolve com base na opinião de diversos autores, concluindo que a formação e a motivação são energias que conduzem a atividade humana para o alcance dos objetivos de excelência na prestação de serviços públicos e podem tam- bém se converter nos principais objetivos da gestão de pessoas no setor públi- co e no fundamento de sua existência. A pesquisa bibliográfica consiste em um levantamento de informações e conhecimentos acerca de um tema a partir de diferentes materiais bibliográfi- cos já publicados, colocando em diálogo diferentes autores e dados. Entende-se por pesquisa bibliográfica a revisão da literatura sobre as principais teorias que norteiam o trabalho científico. Essa revisão é o que cha- mamos de levantamento bibliográfico ou revisão bibliográfica, a qual pode ser realizada em livros, periódicos, artigo de jornais, sites da Internet entre outras fontes. 2. GESTÃO DE SAÚDE Embora tenham sido implementadas políticas públicas, nos últimos anos do século XX e início do século XXI, no Brasil, ainda é possível notar diversos problemas em termos de gestão, em razão da maneira como os gestores traba- lham, investem e tomam decisões frente aos objetivos da gestão pública (AN- DRADE; QUANDT; DELZIVO, 2012). Para que as ações sejam eficazes, é necessário compreender que o de- senvolvimento econômico é uma consequência do desenvolvimento social e que, segundo a coprodução (BOYLE; HARRIS, 2009), uma vez que o elemento humano nas ações de saúde tem como elemento principal e sempre presente, o capital humano. A formulação de políticas de saúde, na América Latina, está representa- da pelo documento “Formulação de Políticas de Saúde” (1975), do Centro Pan- Americano de Planejamento de Saúde (CPPS), que concebe o planejamento como um processo que, embora dominado pela autoridade política, supõe a mobilização de meios e atores para tal fim. “A proposta da CPPS toma como objeto de planejamento não mais o nível local do setor saúde, mas sim o sis- tema de saúde entendido como uma unidade complexa formada por três ní- veis: técnico-operacional, político-administrativo e técnico-normativo” (TEIXEI- RA, 2010). No Brasil, a NOB-SUS 96 propõe duas modalidades de gestão denomi- nadas “gestão plena da atenção básica” e “gestão plena do sistema de saúde”, trazendo, ainda, a implementação do Piso de Atenção Básica (PAB) e o incen- tivo à saúde da família. De encontro ao movimento de municipalização, a norma consolida o pa- pel da gestão municipal imprimindo um conjunto de novas responsabilidades, no que diz respeito ao planejamento e à gestão de saúde, incluindo a necessi- dade de ampliação de cobertura e o desenvolvimento de ações e serviços de saúde no tocante à promoção da saúde e ao enfrentamento de riscos e agra- vos existentes em sua população (LAVRAS, 2011). Ressalta-se que a fragilidade do planejamento regional das estratégias de descentralização do SUS comprometeu sua adequação às múltiplas reali- dades brasileiras. Com isto, não houve uma diversificação de políticas e inves- timentos que melhor relacionassem as necessidades de saúde às dinâmicas territoriais específicas visando à redução da iniquidade no acesso, na utilização e no gasto público em saúde (VIANA; Fausto; Lima, 2003). Vale salientar que o início do século XXI vem sendo, notadamente, mar- cado por mudanças nos padrões de saúde, nos movimentos da população, nos fluxos financeiros, por avanços tecnológicos e de telecomunicações e pela di- fusão do conhecimento em saúde e as inovações dos sistemas de saúde, no Brasil e, também, globalmente, requerem uma força de trabalho em saúde mais afinada com as necessidades e compatíveis com a organização de serviços de saúde ao longo do tempo. A rede de saúde no Brasil tem sido caracterizada por uma cadeia de li- nhas organizacionais integrada com ações sociais, econômicas e ambientais. A despeito de a saúde ser uma área de regulação e controle do Estado, a reali- dade brasileira oferece farto material empírico que aponta para uma inadequa- da e perigosa desarticulação entre a saúde como bem público e aqueles que produzem este bem. A atualidade revela questões importantes, no que se refere aos desafi- os deste início de século: a formação tanto quanto a qualificação do profissio- nal que presta os serviços; a estruturação de equipes de trabalho; o custo da assistência assim como o uso de tecnologias; e os investimentos em saúde cada vez mais escassos. A globalização na área de saúde provocou mudanças significativas no processo de trabalho: a burocratização, a racionalização e o estabelecimento de rotinas para as atividades até então desenvolvidas de forma semiartesanal. A operacionalização dos serviços de saúde no Brasil apresenta uma série de deficiências cujas explicações devem ser buscadas em diferentes campos. Es- sas deficiências têm sua explicação nas próprias características das organiza- ções sanitárias e, como ressaltado por Dussault e Souza (1999), os “serviços produzidos atendem a necessidades multidimensionais e são difíceis de avali- ar”. Deve-se levar em conta que não se pode pensar o planejamento apenas em uma concepção restrita de instrumentalidade, pois a resolução das deman- das e necessidades dos usuários no SUS exige da rede de saúde uma atenção integral no modo de planejar o cuidado a partir de ações de saúde (MATTOS, 2004). O limiar para a resolutividade assistencial é o suprimento das necessi- dades de saúde e não apenas das demandas que se constituem na determina- ção social do processo saúde-doença (CECÍLIO, 2001). Pesquisadores e profissionais que atuam na área de Gestão em Saúde têm sido unânimes em relatar, além da multidimensionalidade, a complexidade envolvida na tarefa de eleger modelos e sistemas de planejamento e avaliação mais adequados para apoiar a gestão dos serviços de saúde assim como a necessidade de serem estudadas as características e os fatores determinantes do uso destes instrumentos pelos administradores (TANAKA; TAMAKI, 2012). Daí a necessidade de se utilizar com maestria os instrumentos planejamento e avaliação em saúde. Como instrumento de gestão, o planejamento é conside- rado um processo de racionalização das ações humanas que consiste em defi- nir proposições e construir a sua viabilidade com vistas a solucionar problemas e atender às necessidades individuais e coletivas (TEIXEIRA, 2010). De acordo com Jesus e Assis (2010), o planejamento visa responder a uma demanda predeterminada, isto é, determinada pela relação entre o poder do consumidor e a capacidade de oferta do fornecedor. O ato de planejar para a oferta é uma consequência dos levantamentos de demanda para a constitui- ção de serviços de saúde, de acordo com os padrões de consumo da popula- ção referenciada. Usuários são consumidores e o Estado, o ente regulatório de mediação da relação usuário/serviço. Expressivamente, o desafio maior é ampliar a qua- lidade do acesso aos serviços de saúde da população viabilizando inovações na forma de gerir o cuidado em saúde para superar reproduções de enfoques restritivosdos programas de saúde pública hegemonicamente centrados na epidemiologia das doenças. 3. A GESTÃO DO CUIDADO E DOS SERVIÇOS DE SAÚDE O processo de descentralização dos serviços de saúde, como princípio organizativo do SUS, não se limita à transferência de responsabilidades e re- cursos ao gestor municipal. O espaço social, enquanto rede complexa de pro- cessos socio sanitários, propicia a construção de novas práticas de saúde. A equipe de saúde da família é a responsável pela apropriação desse espaço e a implementação de ações que assegurem a melhoria das condições de saúde da população que nele habita. Um dos fatores que promovem a efetivação da programação de saúde, conforme a realidade de uma determinada comunidade, é a Gestão Local do Cuidado e dos Serviços. É necessário criar mecanismos de articulação entre as atividades da equipe de saúde e os demais setores envolvidos para que haja a garantia do cuidado aos usuários. O âmbito da Estratégia Saúde da Família compreende uma gestão parti- cipativa, descentralizada, que parte de uma realidade local. A ela cabe planejar as ações estratégicas, de acordo com os princípios estabelecidos. Como forma de garantir o princípio de integralidade das ações de saúde proposto pelo SUS, espera-se o delineamento de um método, ou modelo de gestão, que promova a articulação e a interface de dois eixos – a gerência do serviço e a gerência do cuidado. A integralidade máxima estará assegurada na medida da articulação en- tre a integralidade efetivada no “microespaço” de trabalho das equipes (gerên- cia de cuidado) e a integralidade efetivada no “macrocontexto” da rede de ser- viços (gerência dos serviços) (CECÍLIO; MEHRY, 2003). Para Campos (1997, 2000), um dos grandes problemas na efetivação dos programas de saúde está na forma como os trabalhadores estão inseridos na construção e na discussão do processo de trabalho. Uma organização fra- gmentada, vertical e autoritária, centrada na produtividade das ações e no con- trole e cumprimento de regras administrativas, promove a alienação do profis- sional. Esse profissional não se vê envolvido com o processo do cuidado como um todo, tendendo a não se responsabilizar pelo objetivo final da própria inter- venção, comprometendo, consequentemente, o resultado da ação. O desafio gerencial presente nessa perspectiva consiste em programar formas de partici- pação e envolvimento dos diferentes atores no contexto da saúde, buscando aproximar os trabalhadores do resultado de seu trabalho, para que haja a inte- gração entre os profissionais que gerenciam o cuidado e o serviço de saúde. A gerência do cuidado emerge nas organizações públicas de saúde como uma tendência para modificar o processo de trabalho nesse setor – partindo do tra- balho individual para um trabalho transdisciplinar – e reafirmar a necessidade de responsabilidade, autonomia, e vinculação que as equipes de profissionais devam assumir para promoverem a saúde. Figura 1: A gerência do cuidado, segundo Fekete (2000), consiste na capacidade técnica, política e operacional que uma equipe de saúde possui para planejar a assistência aos usuários, no plano individual ou coletivo, promovendo a saúde no âmbito biopsicossocial. E, ao gerenciar o cuidado nessa perspectiva, são necessários: a) programação de ações que dependem da clínica e da epidemiologia, como campos de saberes a serem explorados pelos profissionais de saúde; b) desenho das ações programadas; c) aplicação de normas, regulamentos e rotinas que orientem a organi- zação de todo o processo de trabalho Ao mesmo tempo, Franco (2003) denomina a gerência do cuidado como projeto terapêutico, conceituando-o como um conjunto de atos de saúde, pen- sados para resolver determinado problema apresentado pelos usuários de um serviço de saúde, com o objetivo de produzir o cuidado. Figura 2: Na produção do cuidado, as necessidades apresentadas pelos indiví- duos ou coletividades devem ser “ouvidas” pelos profissionais de saúde e, com base nelas, os projetos terapêuticos podem ser desenhados, tentando respon- der aos princípios de vinculação, corresponsabilização, equidade e integralida- de. Cecílio (2001) e Fekete (2000) ressaltam que a programação das ações de saúde, ou a elaboração do projeto terapêutico, bem como as respostas às necessidades apontadas pelos usuários, dependem de articulação no núcleo local de assistência e entre os diferentes setores do sistema de saúde. Perpassando pelos diferentes níveis de assistência, em resposta às ne- cessidades reveladas por usuários, a consolidação de toda essa rede integrada de serviços, elemento estruturante de todo o processo, é denominada por Franco e Magalhães Júnior (2003) como “linha do cuidado”, demonstrada no Figura 3. Figura 3: Nesta rede de cuidados, os diferentes níveis de assistência devem ser executados por equipe multidisciplinar, de forma integrada e articulada com outros níveis de complexidade. E, neste contexto, incluem-se os serviços de assistência domiciliar, de responsabilidade da equipe da Atenção Básica e que devem ser realizados dentro de uma programação específica. A assistência domiciliar é destinada a pessoas com perdas funcionais e dependências para as atividades diárias. A internação domiciliar destina-se a indivíduos em condições clínicas que requeiram cuidados mais intensivos e mais frequentes. Em todo esse processo, independentemente das denominações de dife- rentes autores, o que se busca é uma gestão integrada com foco na realidade local e nas iniciativas de novos arranjos institucionais, quais sejam: a) ampliação da autonomia e do poder local; b) definição de pactos e parcerias locais; c) desenvolvimento e revisão de métodos e instrumentos de trabalho; d) criação e recriação de sentidos e significados das práticas. Assim, conforme Fernandez e Mendes (2007), a gestão assumiria uma forma de organização social e de relação entre o político, o econômico e o so- cial, denominada gestão social, em que a adoção da gestão participativa se torna fundamental. Figura 4: Nesses espaços, poderiam ser definidos contratos de gestão que deli- neassem as formas de intervenção, com prazos e metas previamente acorda- dos entre direção e equipes e com a participação de representantes da popula- ção, e os resultados seriam acompanhados pelos Conselhos Locais de Saúde ou pelos fóruns. Figura 5: A negociação é entendida como um processo dinâmico no qual os acor- dos podem ser renovados constantemente, na medida em que se ampliam as habilidades e as capacidades de resolução dos problemas, ver figura abaixo: Figura 6: A continuidade das ações e dos acordos é indispensável à gestão parti- cipativa e integrada para determinar o caminho e identificar os entraves e difi- culdades e permite a redefinição de estratégias para o alcance das metas es- tabelecidas. Muitos são os desafios das instituições públicas de saúde em busca desta realidade idealizada: construir modos de gestão que sejam compatíveis com os profissionais da saúde, em suas diferentes linhas de atuação, com os objetivos propostos pelo SUS e com a satisfação do usuário, garantindo a saú- de da população de forma universal, com equidade e integralidade. A visão de que os determinantes da produtividade das empresas refe- rem-se a cada unidade organizacional, isoladamente, é ainda comum nos dias de hoje. Entretanto, nos últimos 30 anos essa concepção vem sofrendo fortes mudanças e em seu lugar têm sido difundidos novos sistemas e técnicas de gestão cujo princípio básico é o desenvolvimento de uma visão sistêmica da empresa. Têm-se como exemplos dessas novas abordagens integradas de gestão: o Just in Time – JIT; o Material Requirement Planning – MRP; Manu- facturing ResourcesPlanning – MRP II, a gestão da qualidade total (Total Qua- lity Management – TQM); a manutenção produtiva total (Total Productive Main- tenance – TPM); e o Optimized Production Technology – OPT – baseado na teoria das restrições (Theory of Constrains – TOC) (DONE; VOSS; RYTTER, 2011; SOUSA; VOSS, 2008). O autor da TOC, Goldratt (1992), enfatiza a importância da visão sistê- mica ou global da empresa ao afirmar que a otimização local da cada departa- mento ou de cada máquina não garante a otimização total da empresa. 4. DESENVOLVENDO UM CONCEITO PARA PRODUTIVIDA- DE Até assumir o presente conceito econômico da razão entre entradas e saídas, a produtividade veio sendo definida de diferentes maneiras por diferen- tes pessoas no decorrer dos séculos. Entradas correspondem aos recursos empregados no processo produtivo como matéria-prima, equipamentos, traba- lho e outros fatores de produção, enquanto que saídas correspondem aos re- sultados do processo produtivo, obtidos por intermédio da utilização desses recursos. Em outras palavras, produtividade corresponde a uma medida para se verificar quão bem os recursos para se produzir um determinado resultado são empregados (SHIMIZU; WAINAI; AVEDILLO-CRUZ, 1997). A sustentabilidade das organizações produtivas passa necessariamente pelo processo de melhoria contínua dos seus processos de gestão. O setor produtivo deve compatibilizar a busca pelo desenvolvimento econômico com a preservação das condições de vida, a integração dos sistemas de gestão da qualidade, da gestão ambiental e da segurança e saúde ocupacional e pelo exercício da responsabilidade social e é justamente dentro dessa visão que se desenvolvem os modelos de produtividade sistêmica (OLIVEIRA, 2002). O Quadro1 sumariza como a produtividade é definida por diferentes cen- tros internacionais de produtividade. Quadro 1: Essas definições fundamentaram a criação do modelo de gestão pela produtividade sistêmica. Segundo Suito (1998), a gestão integrada da produti- vidade deve ter dois propósitos principais: integrar e sistematizar todas as téc- nicas e sistemas cujo objetivo é a melhoria contínua da produtividade da em- presa; construir um sistema que seja o suficientemente flexível e ágil para adaptar-se às frequentes inovações (processos e produtos) desenvolvidas na organização. Singh, Motwani e Kumar (2000) destacam que para uma empresa per- manecer competitiva é necessária uma gestão integrada e eficiente. A gestão do desempenho deve refletir a estratégia de operações adotada e implementa- da. Novamente verifica-se a necessidade de uma gestão integrada do desem- penho, ou seja, a produtividade tem de ser gerenciada através de uma aborda- gem sistêmica e vinculada à estratégia de operações. A gestão da produtividade é realizada de diferentes maneiras e em dife- rentes níveis nas empresas. O Quadro 3 apresenta uma compilação de diferen- tes usos do conceito produtividade em áreas do conhecimento como Gestão de Operações, da Qualidade, de Serviços, da Manufatura e da Tecnologia, Enge- nharia Industrial, Economia Industrial, Desenvolvimento Social e Tecnologia da Informação e Comunicação, em que se observam os níveis de aplicação e dife- rentes dimensões de desempenho interrelacionadas. O trabalho desenvolvido é fundamentado na definição do Centro de Produtividade do Japão: Produtividade é minimizar cientificamente o uso de recursos materiais, mão de obra, equipamentos etc., para reduzir custos de produção, expandir mercados, aumentar o número de pessoas empregadas, lutar por aumentos reais de salários e pela melhoria do padrão de vida no inte- resse comum do capital, trabalho e consumidores 2010, 1030. Tal declaração está em sintonia com os conceitos desenvolvidos por Suito (1998) e Singh, Motwani e Kumar (2000) em que se desenvolve uma perspectiva de gestão integrada da produtividade apoiada na melhoria contínua e na inovação de produtos e processos. Apresentados os conceitos que definem a produtividade e articuladas as suas características de gestão, pode-se, então, desenvolver um processo para a sua medição. 4. Desenvolvendo um processo para a gestão da produtividade se o objeti- vo é aumentar a produtividade, é necessário medi-la. Tradicionalmente, os in- dicadores econômico-financeiros são “eficientes”, mas se a empresa quer obter resultados “efetivos” é necessário que esses indicadores estejam devidamente interligados aos indicadores de produtividade, uma vez que o“lucro” está inti- mamente relacionado aos esforços de melhoria da produtividade (KUMBHA- KAR, 2002; CHEN; LIAW; CHEN, 2001). Quadro 2: Quadro 3: Quadro 3 cont: Sahay (2005) desenvolve um processo para a apuração de uma medida para a produtividade em serviços baseado em múltiplos fatores, na integração estratégica e na aplicação em diferentes níveis organizacionais. Tais características permitem que se desenvolva uma visão sistêmica acerca da produtividade. Procura-se, com a gestão pela produtividade sistêmi- ca, o desenvolvimento de um processo de melhoria contínua. Nesse sentido, o uso de um PDCA pode ajudar a melhor entender a ne- cessidade, as fases e aplicabilidade do modelo de gestão. Apresentado o processo de implantação e gestão pela produtividade sistêmica, pode-se trabalhar os detalhes do seu processo de implantação atra- vés da sua operacionalização. A abordagem por processos de Cambridge sistematiza a aplicação e garante o desenvolvimento de um processo colaborativo e integrador. 5. A GESTÃO DA IMPLANTAÇÃO DA PRODUTIVIDADE SIS- TÊMICA Esta fase do trabalho procura estabelecer uma integração entre o mode- lo de processo da produtividade sistêmica e a sua “operacionalização” via abordagem por processos de Cambridge. A linha de desenvolvimento do trabalho passou da construção de um conceito para a gestão pela produtividade sistêmica, que foi modelada em um processo (Quadro 4) que será discutido nesta seção no que se refere à organi- zação de seu uso. Quadro 4: A abordagem de processos de Cambridge contribui para a construção coletiva de conhecimento acerca da implantação da gestão pela produtividade sistêmica. O Quadro 5 organiza as etapas e atividades que compõem o modelo de implantação da gestão pela produtividade sistêmica no sistema de aspectos que define a abordagem por processos de Cambridge. São apresentados os seus quatro elementos constitutivos conforme estabelecido por Platts (1994). Observa-se que os quatro Ps, ponto de entrada, procedimento, partici- pação e gestão de projetos, são descritos e associados aos elementos que ins- trumentalizam o processo de gestão pela produtividade sistêmica. Alguns dos procedimentos operacionais adotados merecem uma melhor consideração, particularmente a priorização de fatores de produtividade e das contramedidas. Utilizou-se a técnica AHP (Analytical Hierarchy Process) para priorizarão dos fatores e das contramedidas (SARKIS, 2003). A técnica AHP consiste em elaborar uma matriz com os fatores de produtividade sistêmica e comparar o fator que está alocado nas linhas com os fatores alocados nas colunas, pontu- ando cada uma das relações com os valores. Quadro 5: Quadro 6: Uma vez definido quais são os fatores de produtividade que merecem maior atenção, devem ser levantadas quais são as contramedidas cabíveis que possam melhorar os pontos fracos e fortalecer os pontos fortes. Cabe nesse momento lembrar que qualquer contramedida que se levante afeta todos os fatores. Nessa etapa é interessante que as contramedidas não ultrapassem o número de 10 (INSTITUTO..., 2004). Após discutidas e levantadas com a equipe do projeto as contramedidas cabíveis para a organização, é necessário também priorizar as contramedidas. Nessecaso recomenda-se a utilização da matriz de priorização, em que os itens são avaliados conforme a sua importância/abrangência, emergência e viabilidade. Quanto à pontuação, para cada item a equipe pode discutir e atribuir va- lor único de consenso. Soma-se então o valor obtido em cada uma das colunas – as ações com maior pontuação serão as mais prioritárias. Isto não quer dizer que se deva terminar uma ação para iniciar a outra, se for necessário e possí- vel, pode-se executar ações em paralelo. Uma vez selecionadas e priorizadas as contramedidas, deve-se descrever os benefícios que essas contramedidas irão proporcionar na sua implantação. Quadro 7: Quadro 8: Cabe destacar que o processo desenvolvido é fruto de uma cooperação Brasil-Japão e que a contribuição deste trabalho está em discutir a sistematiza- ção desse modelo, principalmente no que se refere ao seu uso e aplicação (INSTITUTO..., 2004). Dadas as principais características do processo de im- plantação da gestão pela produtividade sistêmica, pode-se trabalhar o seu refi- namento. A seleção de indicadores utilizados deverá ser definida na análise quali- tativa desenvolvida a partir de entrevistas realizadas com a alta direção da em- presa, a área de produção, a área financeira e a área comercial. O extrato da avaliação qualitativa deverá ser apresentada e contribui diretamente para a contextualização do diagnóstico, ou seja, define um escopo de atividades e das informações sobre o desempenho organizacional. Tais elementos definem um pano de fundo para o estudo da produtividade sistêmica. A partir da análise desenvolvida na etapa de diagnóstico, identificar os pontos fortes e pontos passíveis de melhoria e a priorização dos fatores, em que se destaca a priorização do fator gestão e os fatores prioritários que resul- tam na definição da produtividade sistêmica. A priorização reflete a contribuição relativa de cada fator no caso estudado. A priorização das contramedidas, onde “estruturar setores da empresa definindo cargos e funções” tem a maior prioridade. A contramedida define uma ação e a matriz de priorização, seu conjunto. Esse conjunto de ações e a sua priorização definem um plano de ação baseado na gestão pela produtividade sistêmica. Tem-se, portanto, um sistema de gestão fundamentado em medidas e ações que contribuem sistematicamente para a melhoria da produtividade sistêmica. Quadro 9: Quadro 10: Quadro 11: A abordagem de Cambridge teve um papel fundamental na organização de procedimentos, na definição de uma componente de coordenação e na cria- ção de um espaço de participação. Tais elementos animaram o projeto de pes- quisa e contribuíram para a gênese coletiva de um sistema de gestão estraté- gica pela produtividade sistêmica. 6. CONCLUSÃO A adoção da abordagem por processos de Cambridge facilita o entendi- mento e a implementação sequenciada da gestão pela produtividade sistêmica. A adequação dessa metodologia, objetivo deste trabalho de pesquisa, se mos- trou de fato mais ágil em relação à forma usual de aplicação. O desenvolvimento do processo contribuiu significativamente para uma análise comparativa, ou seja, tal construção permitiu avaliar as práticas adota- das, dada a sua propriedade de sistematizar a análise da produtividade. Muito embora o caso usado para ilustrar a aplicação restrinja a análise completa do uso das técnicas e procedimentos, ele nos dá pistas úteis quanto à usabilidade e utilidade do processo proposto. Na aplicação prática da meto- dologia, foi comentado pelos entrevistados que há necessidade de instrumen- tos que deem coerência e consistência aos procedimentos, facilitando a con- dução do processo, visto que o comportamento dos dirigentes é de desconfi- ança. A necessidade de um único indicador da produtividade sistêmica exige a realização de um número significativo de aplicações da metodologia a fim de se obter quantidade suficiente para poder comparar – mais uma vez fica com- provada a necessidade de uma forma rápida de medir a produtividade sistêmi- ca. Questões relativas à sustentabilidade das organizações devem ser obje- to de estudos futuros através de um aprofundamento maior de questões como meio ambiente e responsabilidade social, buscando-se com isso ampliar ainda mais o escopo de aplicação da gestão pela produtividade sistêmica 7. REFERÊNCIAS 1. ANDRADE, L. M. B.; QUANDT, F. L.; DELZIVO, C. R. Os desafios da gestão pública em saúde na perspectiva dos gestores. Saúde & Trans- formação Social, Florianópolis, v. 3, n. 2, p. 20-24, 2012. 2. ARTMANN, E.; AZEVEDO, C. S.; SÁ, M. C. Possibilidades de aplicação do enfoque estratégico de planejamento no nível local de saúde: análise comparada de duas experiências. Cad. Saúde Pública, v. 13, n. 4, p. 723-740, 1997. 3. ASSIS, M. M. A.; JORGE, M. S. B. Métodos de análise em pesquisa qualitativa. In: SANTANA, J. S. S; NASCIMENTO, M. A. A, (Org.). Pes- quisa: métodos e técnicas de conhecimento da realidade social. Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana, 2010. p. 139-159. 4. BOYLE, D.; HARRIS, M. The challenge of co-production. London: New Economics Foundation, 2009. Brasil. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios. 3. ed. Brasília: MS, 2009. 5. CARO, A. Gestión humana: la imagen del servicio. Bogotá: McGraw-Hill, 2001. 6. CECILIO, Luiz Carlos de Oliveira. Modelos tecno-assistenciais em saú- de: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cad. Sa- úde Pública, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, set. 1997. Disponível em: . Acesso em: out. 2015. 7. CECILIO, Luiz Carlos de Oliveira. Modelos tecno-assistenciais em saú- de: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cad. Sa- úde Pública, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, Set. 1997. Disponível em: =S0102-311X1997000300022&lng = en&nrm=iso>. Acessos em 10. 2015. 8. DUSSAULT, G.; SOUZA, L. E. Gestão de recursos humanos em saúde. Universidade de Montreal: Departamento de Administração da Saúde, Faculdade de Medicina, 1999. 9. JESUS, W. ASSIS, M. M. A. Revisão sistemática sobre o conceito de acesso nos serviços de saúde: contribuições do planejamento Ciênc. Saúde Coletiva, vol.15, no.1, Rio de Janeiro Jan. 2010. Disponível em: . Acessos em: 14 ago. 2015. 10. LAVRAS, C. C. LAVRAS. Descentralização, regionalização e estrutura- ção de redes regionais de atenção à saúde no SUS. IN: IBANEZ, N.; ELIAS, P. E. M.; SEIXAS, P. H. D. A. Política e Gestão Pública. São Paulo: Hucitec Editora: Cealag, 2011. 11. MATTOS, R.A. Os sentidos da integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos. In: PINHEIRO, R.; MATTOS, R.A. Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro/ ABRASCO; p. 39-64, 2004. 12. MATUS, C. Política, planejamento e governo. São Paulo: Hucitec, 1993. 13. NASCIMENTO, J. L.; LOPES, A.; SALGUEIRO, M. de F. Estudo sobre a validação do “Modelo de Comportamento Organizacional” de Meyer e Al- len para o contexto português. Comportamento organizacional e gestão, vol. 14, n. 1, p. 115 – 133. 2008. Paim, J. S. Planejamento em saúde pa- ra não especialistas. In: CAMPOS, G. W. S. et al. Tratado de Saúde Co- letiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2010. p. 767-782. 14. PAIM, J. S.; TEIXEIRA, C. F. Configuração institucional e gestão do Sis- tema Único de Saúde: problemas e desafios. Ciência & Saúde Coletiva, 12(Sup): 1819-1829, 2007. 15. PIRES, M. R. M.; GÖTEMS, L. B. D. Análise da gestão do cuidado no Programa de Saúde da Família: referencial teórico-metodológico. Revis- ta Brasileira de Enfermagem.v. 62, n. 2, p. 294-299, 2009. Rozani, T. M.; Silva, C. M. O Programa Saúde da Família segundo profissionais de saúde, gestores e usuários. Ciência & Saúde Coletiva, v. 13, n. 1, p. 23- 34, 2008. 16. TANAKA, O. Y.; TAMAKI, E. M. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciencia & Saúde Coletiva, v. 17, n. 4, p. 821-828, 2012. 17. TEIXEIRA, C. F. Planejamento em saúde: conceitos, métodos e experi- ências. Salvador: EDUFBA, 2010. Viana, A. L. D.; Fausto, M. C. R.; Li- ma, L. D. Política de saúde e equidade. São Paulo Perspec., v. 17, n. 1, p. 58-68, 2003. d productivity performance. Research Policy, v. 39, n. 5, p. 650-661, 2010. http://dx.doi.org/10.1016/j. respol.2010.02.011 18. CHEN, L. H.; LIAW, S. Y. Investigating resource utilization and product competence to improve production management: an empirical study. In- ternational Journal of Operations & Production Management, v. 21, n. 9, p. 1180-1194, 2001. http://dx.doi.org/10.1108/ EUM0000000005922 19. CHEN, L. H.; LIAW, S. Y.; CHEN, Y. S. Using financial factors to investi- gate productivity: an empirical study in Taiwan. Industrial Management & Data Systems, v. 101, n. 7, p. 378-384, 2001. http://dx.doi.org/10.1108/ EUM0000000005826 20. CHENG, L. C.; SILVA, J. M.; LIMA, F. P. A. Desafios da qualidade e produtividade à engenharia de produção do Brasil. Produção, v. 4, n. 2, p. 127-140, 1994. 21. CHUNG, W. K. Benchmarking Singapore’s high-TQM maturity organiza- tions. Benchmarking: An International Journal, v. 8, n. 1, p. 8-34, 2001. 22. COUGHLAN, P.; COGHLAN, D. Action research for operations man- agement. International Journal of Operations & Production Management, v. 22, n. 2, p. 220-240, 2002. http://dx.doi.org/10.1108/01443570210417515 23. DEMETER, K.; CHIKÁN, A.; MATYUSZ, Z. Labour productivity change: drivers, business impact and macroeconomic moderators. International Journal of Production Economics, v. 131, n. 1, p. 215-223, 2011. http://dx.doi. org/10.1016/j.ijpe.2010.11.003 24. DONE, A.; VOSS, C. A.; RYTTER, N. G. Best practice interventions: short-term impact and long-term outcomes. Journal of Operations Man- agement, v. 29, n. 5, p. 500-513, 2011. http://dx.doi.org/10.1016/j. jom.2010.11.007 25. GOLDRATT, E. A síndrome do palheiro, garimpando informação num oceano de dados. São Paulo: Educatur, 1992. 26. GOUVEA DA COSTA, S. E.; PLATTS, K. W.; FLEURY, A. C. C. Strate- gic selection of advanced manufacturing technologies (AMT), based on the manufacturing vision. International Journal of Computer Applications in Technology, v. 27, n. 1, p. 12-23, 2006. http://dx.doi. org/10.1504/IJCAT.2006.010985 27. GRONROOS, O. C.; OJASAL, K. Service productivity towards a concep- tualization of the transformation of inputs into economic results in ser- vices. Journal of Business Research, v. 57, n. 4, p. 414-423, 2004. 28. HAMERI, A.-P.; LEHTONEN, J.-M. Production and supply management strategies in Nordic paper mills. Scandinavian Journal of Management, v. 17, n. 3, p. 379-396, 2001. http://dx.doi.org/10.1016/S0956- 5221(99)00042-1 29. HOLWEG, M. The genealogy of lean production. Journal of Operations Management, v. 25, n. 2, p. 420-437, 2007. http://dx.doi.org/10.1016/j.jom. 2006. 04.001 30. HUANG, S. H. et al. Manufacturing productivity improvement using effec- tiveness metrics and simulation analysis. International Journal of Produc- tion Research, v. 41, n. 3, p. 513-527, 2003. http://dx.doi. org/10.1080/0020 7540210 000 42391 31. INSTITUTO BRASILEIRO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE - IBQP. Diagnóstico da produtividade sistêmica. Curitiba: IBQP, 2004. Programa de capacitação de agentes da produtividade - módulo IV. 32. JOEL, G.; DANIEL, B. Blurring the boundary: convergence of factory and service processes. Journal of Manufacturing Technology Management, v. 21, n. 3, p. 341-354, 2010. http://dx.doi.org/10.1108/17410381011024322 33. KARMAKAR, U. S.; APTE, U. M. Operations management in the infor- mation economy: Information products, processes, and chains. Journal of Operations Management, v. 25, n. 2, p. 438-453, 2007. http://dx.doi.org/10.1016/j. jom.2006.11.001 34. KUMBHAKAR, S. C. Productivity measurement: a profit function ap- proach. Applied Economics Letters, v. 9, n. 5, p. 331-334, 2002. http://dx.doi. org/10.1080/13504850110067469 35. LENTZ, R.; MORTENSEN, D. T. Productivity growth and worker reallo- cation. International Economic Review, v. 43, n. 3, p. 731-749, 2005. 36. MICHAEL, P.; MATTHEW, T. Performance measurement in facilities management: driving innovation? Property Management, v. 26, n. 4, p. 241-254, 2008. http:// dx.doi.org/10.1108/02637470810894885 http://dx.doi.org/ 37. MORIKAWA, M. Labor unions and productivity: an empirical analysis us- ing Japanese firm-level data. Labour Economics, v. 17, n. 6, p. 1030- 1037, 2010. 38. NANERE, M. et al. Environmentally adjusted productivity measurement: An Australian case study. Journal of Environmental Management, v. 85, n. 2, p. 350-362, 2007. http://dx.doi.org/10.1016/j. jenvman.2006.10.004 39. NIN, A. et al. Bridging the gap between partial and total factor productivi- ty measures using directionaldistance functions. American Journal of Ag- ricultural Economics, v. 85, n. 4, p. 928-942, 2003. http://dx.doi. org/10.1111/1467-8276.00498 40. OLIVEIRA, J. A. et al. Um estudo sobre a utilização de sistemas, pro- gramas e ferramentas da qualidade em empresas do interior de São Paulo. Produção, v. 21, n. 4, p. 708-723, 2011. http://dx.doi.org/10.1590/ S0103-65132011005000044 41. OLIVEIRA, J. H. R. Método para avaliação de indicadores de sustentabi- lidade organizacional. 2002. Tese (Doutorado em Engenharia de Produ- ção)-Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2002. 42. OLIVEIRA, U. R.; MARINS, F. A. S.; ALMEIDA, D. A. Integrando técni- cas e procedimentos de gestão de operações: uma aplicação em um banco comercial brasileiro de grande porte. Produção, v. 20, n. 2, p. 237- 250, 2010. http:// dx.doi.org/10.1590/S0103-65132010005000008 43. O’MAHONY, M.; TIMMER, M. P. Output, Input and productivity measures at the industry level: the EU KLEMS database. The Economic Journal, v. 119, n. 538, p. 374-403, 2009. http://dx.doi.org/10.1111/j.1468-0297.2009.02280.x 44. ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOP- MENT - OECD. Measuring productivity: measurement of aggregate and industry-level productivity growth - OECD manual. Paris: OECD, 2001. 156 p. 45. ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOP- MENT - OECD. Revision of international recommendations for index of industrial producttivity OECD approach and work plan. Nova Iorque: OECD, 2005b. 7 p. Preliminary meeting of the UN Committee on Envi- ronmental-Economic Accounting information note. http://dx.doi.org/10.1111/j.1468-0297.2009.02280.x 46. PLATTS, K. A process approach to researching manufacturing strategy. International Journal of Operations & Production Management, v. 13, n. 8, p. 4-17, 1993. http://dx.doi.org/10.1108/01443579310039533 47. PLATTS, K. Characteristics of methodologies for manufacturing strategy formulation. Computer Integrated Manufacturing Systems, v. 7, n. 2, p. 93-99, 1994. http:// dx.doi.org/10.1016/0951-5240(94)90003-5 48. PLATTS, K.; GREGORY, M. Manufacturing audit in the process of strat- egy formulation. International Journal of Operations & Production Man- agement, v. 10, n. 9, p. 5-26, 1990. http://dx.doi.org/10.1108/ EUM0000000001264 49. PLATTS, K. W. et al. Evaluating manufacturing strategy formulation pro- cesses. International Journal of Production Economics, v. 46-47, n. 1, p. 233-240, 1996. http://dx.doi.org/10.1016/0925-5273(95)00029-1 50. PLATTS, K. W. et al. Testing manufacturing strategy formulation pro- cesses. International Journal of Production Economics,v. 56-57, n. 1, p. 517-523, 1998. http://dx.doi.org/10.1016/S0925-5273(97)00134-5 51. PLATTS, K. W. et al. Evaluating manufacturing strategy formulation pro- cesses. International Journal of Production Economics, v. 46-47, n. 1, p. 233-240, 1996. http://dx.doi.org/10.1016/0925-5273(95)00029-1 52. PLATTS, K. W. et al. Testing manufacturing strategy formulation pro- cesses. International Journal of Production Economics, v. 56-57, n. 1, p. 517-523, 1998. http://dx.doi.org/10.1016/S0925-5273(97)00134-5 53. SADIKOGLU, E. Integration of work measurement and total quality man- agement. Total Quality Management, v. 16, n. 5, p. 597-605, 2005. http://dx.doi. org/10.1080/14783360500077518 54. SAHAY, B. S. Multi-factor productivity measurement model for service organization. International Journal of Productivity and Performance Man- agement, v. 54, n. 1, p. 7-22, 2005. http://dx.doi.org/10.1108/17410400510571419 55. SARKIS, J. Quantitative models for performance measurement systems - alternate considerations. International Journal of Production Economics, v. 86, n. 1, p. 81-90, 2003. http://dx.doi.org/10.1016/S0925- 5273(03)00055-0 http://dx.doi.org/10.1016/S0925-5273(97)00134-5 http://dx.doi.org/10.1016/S0925-5273(97)00134-5 56. SENGUPTA, J. K. The measurement of dynamic productivity efficiency. Bulletin of Economic Research, v.51, n.2, p.111- 124, 1999. http://dx.doi.org/10.1111/1467-8586.00074 57. SHIMIZU, M.; WAINAI K.; AVEDILLO-CRUZ, E. Value added productivity measurement and its practical applications with linkage between produc- tivity and profitability. Tokyo: Japan Productivity Center for Socio- Economic Development, 1997. 223 p. 58. SINGH, H.; MOTWANI, J.; KUMAR, A. A review and analysis of the state-of-the-art research on productivity measurement. Industrial Man- agement and Data Systems, v. 100, n. 5, p. 234-241, 2000. http://dx.doi. org/10.1108/0263557 0010335271 59. SOUSA, R.; VOSS, C. A. Contingency research in operations manage- ment practices. Journal of Operations Management, v. 26, n. 6, p. 697- 713, 2008. http:// dx.doi.org/10.1016/j.jom.2008.06.001 60. SPITHOVEN, A. H. G. M. The productivity paradox and the business cy- cle. International Journal of Social Economics, v. 30, n. 6, p. 679-699, 2003. http://dx.doi. org/10.1108/03068290310474094 61. SUITO, K. Total productivity management. Work Studies, v. 47, n. 4, p. 117-127, 1998. http://dx.doi. org/10.1108/00438029810222469 62. THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 6. ed. São Paulo: Cor- tez, 1994. 63. UKKO, J.; TENHUNEN, J.; RANTANEN, H. Performance measurement impacts on management and leadership: Perspectives of management and employees. International Journal of Production Economics, v. 110, n. 1-2, p. 39- 51, 2007. http://dx.doi.org/10.1016/j.ijpe.2007.02.008 64. RIVERA FJU, organizador. Planejamento e programação em Saúde: um enfoque estratégico. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: Abrasco; 1989. 65. GIOVANELLA L. As origens e as correntes atuais do enfoque estratégi- co em planejamento de Saúde na América Latina. Cad Saude Publica 1991; 7(1): 26-44. 66. MEHRY EE. Planejamento como tecnologia de gestão: tendências e de- bates sobre planejamento de saúde no Brasil. In: Gallo E, organizador. Razão e planejamento. Reflexões sobre política, estratégia e liberdade. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Abrasco; 1995. http://dx.doi.org/10.1016/j.ijpe.2007.02.008 67. KEYNES JM, KALECKI M. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural; 1978. Organización Panamericana de la Salud. Organización Mundial de la Salud. Problemas conceptuales y metodológicos de la programación de la salud. Washington, D.C: Cendes-Venezuela, 1965. [Publicación ci- entífica nº 111] Testa M. Estrategia, coherencia y poder en las propues- tas de salud. Cuadernos Médico-Sociales 1987; 38 (1ª parte) y 39 (2ª parte). 68. MATUS C. Política, planejamento e governo. Brasília: IPEA; 1993. 69. MATUS C. ADEUS, Sr. Presidente. Governantes e governados. São Paulo: FUNDAP; 1997. 70. PAIM JS, TEIXEIRA CF. Política, Planejamento e gestão em Saúde: ba- lanço do estado da arte. Rev. Saude Publica 2006; 40(N Esp):73-78. 71. LEVCOVITZ E, BAPTISTA TWV, UCHOA SAC, NESPLOLI G, MARIANI M. Produção de conhecimento em política, planejamento e gestão em Saúde e políticas de saúde no Brasil (1974-2000). Brasília: OPAS; 2003. [Série Técnica Projeto de Desenvolvimento de Sistemas de Serviços de Saúde no 2] 72. RIVERA FJU, ARTMANN E. Planejamento e gestão em saúde: flexibili- dade metodológica e agir comunicativo. Cien Saude Colet 1999; 4(2):355-365. 73. CECILIO LCO, organizador. Inventando a mudança na saúde. 2ª ed. São Paulo: Hucitec; 1997. 74. CECILIO LCO. Modelos tecno-assistenciais em saúde: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cad Saude Publica 1997; 13(3):469-478. 75. MERHY E, MAGALHÃES JUNIOR HM, RIMOLI J, FRANCO TB, BUENO W. O trabalho em Saúde: olhando e experienciando o SUS no cotidiano. 2ª ed. São Paulo: Hucitec; 2004. 76. MERHY E, ONOCKO R, organizadores. Agir em Saúde: um desafio para o público. São Paulo: Hucitec; 1997. 77. CAMPOS GWS. Saúde Paideia. São Paulo: Hucitec; 2003. 78. HABERMAS J. Teoria de la acción comunicativa. Madrid: Taurus; 1987. 79. ARTMANN E. O planejamento estratégico situacional: a trilogia matusia- na e uma proposta para o nível local de saúde (uma abordagem comu- nicativa). Rio de Janeiro: ENSP/Fiocruz; 1993.8.2273 Ciência & Saúde Coletiva, 15(5):2265-2274 , 2010 80. ARTMANN E. Interdisciplinaridade no enfoque intersubjetivo habermasi- ano: reflexões sobre planejamento & AIDS. Cien Saude Colet 2001; 6(1):183-195. 81. RIVERA FJU. Agir comunicativo e planificação social (uma crítica ao en- foque estratégico). Rio de Janeiro: Fiocruz; 1995. 82. RIVERA FJU. Análise estratégica em saúde e gestão pela escuta. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2003. 83. KOPF AW, HORTALE VA. Contribuições dos sistemas de gestão de Carlos Matus para uma gestão comunicativa. Cien Saude Colet 2005; 10(supl):157-165. 84. HEREDIA-MARTÍNEZ HL, ARTMANN E, PORTO SM. Enfoque comuni- cativo del Planeamiento Estratégico Situacional en el nivel local: salud y equidad en Venezuela. Cad Saude Publica 2010; 26 (6):1194-1206. 85. CRÉMADEZ M, GRATEAU F. Le management stratégique hospitalier. Paris: Intereditions; 1997. 86. RIVERA FJU. A démarche estratégica: a metodologia de gestão do Cen- tro Hospitalar Regional Universitário de Lille, França. Cad Saude Publica 1997; 13(1):73-80. 87. ARTMANN E. DÉMARCHE STRATÉGIQUE (Gestão estratégica hospi- talar): um enfoque que busca a mudança através da comunicação e da solidariedade em rede. Campinas: UNICAMP; 2002. 88. ARTMANN E, RIVERA FJU. A démarche stratégique (gestão estratégica hospitalar): um instrumento de coordenação da prática hospitalar basea- do nos custos de oportunidade e na solidariedade. Cien Saúde Colet 2003; 8(2):479-499. 89. ANDRADE MAC, ARTMANN E. DÉMARCHE estratégica em unidade materno-infantil hospitalar. Rev. Saude Publica 2009; 43(1):105-114. 90. RIVERA FJU, ARTMANN E. A liderança como intersubjetividade linguís- tica. Interface Botucatu 2006; 10(20):411-426. 91. ARTMANN E, RIVERA FJU. Humanização no atendimento em saúde e gestão comunicativa. In: Deslandes SF, organizadora. Humanização dos cuidados em saúde: conceitos, dilemas e práticas. Rio de Janeiro: Fio- cruz; 2006. 92. LIMA JC, RIVERA FJU. Agir comunicativo, redes de conversação e co- ordenação em serviços de saúde: uma perspectiva teórico- metodológica. Interface Botucatu 2009; 13(31):329-342. 93. AUSTIN J. How to do things with words. Oxford: Oxford University Press; 1962. 94. SEARLE JR. A taxonomy of illocutionary acts in language, mind and knowledge. Minneapolis: University of Minnesota Press; 1976. 95. SENGE PM, compilador. La quinta disciplina en la práctica.Estrategias y herramientas para construir la organización abierta al aprendizaje. Bar- celona: Granica; 1995. 96. FLORES F. Inventando la empresa del siglo XXI. Santiago: Hataché; 1989. 97. ECHEVERRIA R. Ontologia del lenguaje. Santiago: Dolmen; 1997. 98. AZEVEDO CS, BRAGA NETO FC, SÁ MC. Indivíduo e a mudança nas organizações em saúde: contribuições da psicossociologia. Cad Saude Publica 2002; 18(1):235-247. 99. TEIXEIRA CF. A construção social do Planejamento e programação lo- cal da vigilância a saúde no Distrito sanitário. In: Mendes EV, organiza- dor. Planejamento e programação da Vigilância da Saúde no distrito sa- nitário. Brasília: OPS; 1994. [Série Desenvolvimento de Serviços de Sa- úde no 13]. p. 43-59. 100. TEIXEIRA CF, PAIM JS. Planejamento e programação das ações inter- setoriais para a promoção da saúde e da qualidade de vida. RAP 2000; 34:63-80. 101. MENDES EV, organizador. A construção social da vigilância à saúde no distrito sanitário. Brasília: OPS; 1993. [Série Desenvolvimento de Serviços de Saúde no 10] 102. MENDES EV. As redes de atenção à Saúde. Belo Horizonte: ESP- MG/Autêntica Editora; 2009. 103. AYRES JRC. Hermenêutica e humanização das práticas de saúde. Ci- en Saude Colet 2005; 10(3):549-560. 104. PEDUZZI M. Trabalho em equipe de saúde no horizonte normativo da integralidade, do cuidado e da democratização das relações de trabalho. In: Pinheiro R, Barros MEB, Mattos RA, organizadores. Trabalho em equipe sob o eixo da integralidade: valores, saberes e práticas. Rio de Janeiro: IMS-UERJ/ CEPESC/Abrasco; 2007. 105. SCHRAIBER LB. O médico e suas interações. A crise dos vínculos de confiança. São Paulo: Hucitec; 2008. 106. PINHEIRO R, MATTOS RA, organizadores. Gestão em redes: práticas de avaliação, formação e participação na saúde. Rio de Janeiro: IMS- UERJ/CEPESC/Abrasco; 2006. 107. GODET M. Manual de prospectiva estratégica: da antecipação à ação. Lisboa: Publicações Dom Quixote; 1993. 108. RIVERA FJU. Planejamento estratégico-situacional ou controle de qua- lidade total em saúde? Um contraponto teórico-metodológico. Cad FUNDAP 1996;19:25-46. 109. TROSA S. Gestão pública por resultados. Brasília: ENAP/ Revan; 2001. Porter M. Choix stratégiques et concurrence. Paris: Economica; 1980. 110. MINTZBERG H. Ascensão e queda do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman; 2004. 111. MINTZBERG H. Structure et dynamique des organizations. Paris: Édi- tions d’Organisation; 1982. 112. MATUS C. Teoria do jogo social. São Paulo: FUNDAP; 2005. 113. RIVERA FJU, ARTMANN E. Promoção da saúde e planejamento estra- tégico-situacional: intersetorialidade na busca de uma maior governabili- dade. In: Czeresnia DF, Freitas CM, organizadores. Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2009. 114. FISHER R, URY W, PATTON B. Como chegar ao sim. A negociação de acordos sem concessões. Rio de Janeiro: Imago; 1982. 115. THEVENET M. Audit de la culture d’entreprise. Paris: Éditions d’Organisation; 1986. 116. SCHEIN E. Guia da sobrevivência da cultura corporativa. Rio de Janei- ro: José Olympio; 1999. 117. LIMA JC, RIVERA FJU. Redes de conversação e coordenação de ações de saúde: estudo em um serviço móvel regional de atenção às urgências. Cad Saude Publica 2010; 26(2):323-336.2274 118. RIVERA FJU, ARTMANN E TEIXEIRA RR. O acolhimento num serviço de saúde entendido como uma rede de conversações. In: Pinheiro R, Mattos RA, organizadores. Construção da integralidade: cotidiano, sabe- res e práticas de saúde . Rio de Janeiro: IMS-UERJ/Abrasco; 2003. p.89-111. 119. FLEURY S, OUVERNEY AM. Gestão de redes: a estratégia de regio- nalização da política de saúde. Rio de Janeiro: FGV; 2007. 120. TOULMIN S. Os usos do argumento. São Paulo: Martins Fontes; 2001. Perelman C, Tyteca OL. Tratado de argumentação. A nova retórica. São Paulo: Martins Fontes; 2005.