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ARQUIVOLOGIA
Arquivamento e Ordenação 
de Documentos
Livro Eletrônico
Presidente: Gabriel Granjeiro
Vice-Presidente: Rodrigo Calado
Diretor Pedagógico: Erico Teixeira
Diretora de Produção Educacional: Vivian Higashi
Gerência de Produção de Conteúdo: Magno Coimbra
Coordenadora Pedagógica: Élica Lopes
Todo o material desta apostila (incluídos textos e imagens) está protegido por direitos autorais 
do Gran. Será proibida toda forma de plágio, cópia, reprodução ou qualquer outra forma de 
uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando-se o transgressor às 
penalidades previstas civil e criminalmente.
CÓDIGO:
240111441954
ELVIS MIRANDA
Bacharel em Arquivologia e em Biblioteconomia pela Universidade de Brasília, com 
pós-graduação em Gerência de Projetos. É Analista Judiciário do TJDFT, na área de 
Arquivologia, desempenhando também a função de Gestor Executivo do Projeto de 
Modernização de Arquivos do TJDFT. Autor de obras voltadas para concursos públicos 
na área de Arquivologia.
 
O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para MARIA DE NAZARE OLIVEIRA MACIEL - 03437265210, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título,
a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
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ArquivOlOgiA 
Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
SUMÁRIO
Arquivamento e Ordenação de Documentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1. Arquivamento e Ordenação de Documentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1.1. Modelos de Arquivos e Tipos de Pastas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1.2. Tipos de Arquivamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
1.3. Guia-Fora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.4. Métodos de Arquivamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
questões de Concurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
gabarito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
gabarito Comentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118
 
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ArquivOlOgiA 
Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
ARQUIVAMENTO E ORDENAÇÃO DE DOCUMENTOSARQUIVAMENTO E ORDENAÇÃO DE DOCUMENTOS
1 . ArquivAMENTO E OrDENAÇÃO DE DOCuMENTOS1 . ArquivAMENTO E OrDENAÇÃO DE DOCuMENTOS
Além de controlar o prazo de guarda dos documentos, sua tramitação, cuidar de sua 
conservação e quem pode acessá-los, outra atribuição do arquivo é, naturalmente, guardar 
os documentos e mantê-los em ordem, de forma que se possa localizá-los quando necessário.
Garanto que isso não é novidade para você, uma vez que seu arquivo pessoal deve ser 
rigorosamente organizado, certo? Ok, talvez não seja tão organizado quanto você gostaria 
que fosse, mas nesta aula você vai perceber que já usa diversos métodos arquivísticos que 
são objeto de prova e nem sabia.
Comecemos então pelas embalagens e mobiliários normalmente utilizados nos arquivos 
para a guarda de documentos.
1 .1 . MODElOS DE ArquivOS E TiPOS DE PASTAS1 .1 . MODElOS DE ArquivOS E TiPOS DE PASTAS
Ao contrário das bibliotecas, onde os livros costumam ser armazenados nas estantes 
soltos, para facilitar a pesquisa, no arquivo é importante utilizar embalagens que protejam 
os documentos durante o período em que estarão guardados e facilitem a pesquisa. Nesse 
caso, é comum a utilização de pastas, caixas ou envelopes.
Os modelos de pastas mais utilizados nos arquivos são:
• pastas suspensas;
• pastas A-Z;
• pastas em L; e
• pastas sanfonadas.
As pastas suspensas são as mais comuns, muito utilizadas nos arquivos correntes. 
Nela, são agrupados documentos soltos, como ofícios, memorandos e contratos, que 
são ordenados dentro de cada pasta e guardados em armários ou arquivos de gavetas. 
O nome “pasta suspensa” vem justamente do fato de que elas ficam suspensas quando 
armazenadas. Normalmente, contam com uma guia onde é anotado o nome ou assunto a 
que se referem os documentos nela acondicionados (lembra dos termos? Documento na 
embalagem = acondicionado; documento no mobiliário = armazenado).
 
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ArquivOlOgiA 
Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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Pastas suspensas
As pastas A-Z são pastas que contam com um gancho central, onde os documentos 
são perfurados e inseridos. Esta pasta é armazenada em pé, geralmente em armários e 
estantes e, ao contrário do que o nome diz, não permite apenas a ordem alfabética, como 
também a ordem numérica ou qualquer outra que a empresa aplique aos documentos ali 
depositados. Também bastante utilizada nos arquivos correntes, montados nos setores 
de trabalho.
Pastas A-Z
As pastas em L são utilizadas como divisórias dentro de unidades de acondicionamentos 
maiores. Geralmente coloridas, permitem criar subdivisões dentro de outras pastas. É 
provável que você as utilize em seu arquivo pessoal.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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Pastas em L
As pastas sanfonadas são aquelas que apresentam várias divisórias, onde os documentos 
podem ser separados de acordo com o assunto, ordem alfabética ou qualquer outro 
critério adotado pela instituição. É bastante utilizada nos arquivos pessoais, mas pode ser 
encontrada também em arquivos institucionais.
Pasta sanfonada
No caso das caixas, geralmente são utilizadas as chamadas de caixas Box ou caixas de 
arquivo (indevidamente chamadas de caixas de arquivo morto por pessoas não ligadas à 
área de arquivo). Podem ser de papelão ou de plástico. A bibliografia sugere as de papelão 
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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como mais adequadas, pois apresentam maior durabilidade e menor acidez, conservando 
melhor os documentos ali depositados. É bastante utilizada nos arquivos intermediários e 
seu tamanho é próprio para o acondicionamento de folhas A4 ou ofício sem a necessidade 
de dobrá-los quando guardados.
Uma vez apresentadas as pastas, vamos aos modelos de arquivos presentessistema os métodos alfabético, geográfico e ideográficos alfabéticos (tanto o 
dicionário quanto o enciclopédico). Não entendeu? Talvez seja mais fácil entender se você 
verificar o que são os métodos indiretos.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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SiSTEMA iNDirETO
São aqueles que, para buscar o documento no arquivo, há a necessidade de se consultar 
um índice alfabético que remeta ao número em que o documento está arquivado. São 
classificados neste sistema os métodos numéricos simples, numérico cronológico, numérico 
dígito-terminal e os métodos ideográficos numéricos (tanto o decimal quanto o duplex).
Todos os métodos que trabalham com letra (alfabético, geográfico e ideográficos alfabéticos 
são considerados diretos, e todos os métodos que, de alguma forma, trabalham com 
números, são classificados como indiretos. A grande maioria das questões envolvendo 
o assunto não exige a interpretação do que é método direto ou indireto, apenas cobra 
exemplos de cada sistema.
Já sabemos que os métodos alfabéticos são diretos e os métodos numéricos são indiretos. 
Agora é importante entender o porquê desta classificação. Vamos a exemplos práticos 
então. Imagine que você tenha que resolver algum assunto em um órgão público: Detran, 
INSS, TRE... ou em uma empresa privada qualquer, seja a academia que você frequenta, 
uma escola que você já estudou, o hospital que você costuma ser atendido etc. você é 
capaz de dizer, neste momento, o número da sua carteira de habilitação, seu número de 
PIS/PASPE, o número do seu título de eleitor, seu número de matrícula na academia, seu 
número de matrícula em todas as escolas que você já estudou, o número do seu prontuário 
nos hospitais que você já foi atendido? Se a resposta é sim, você não é deste mundo...
Brincadeiras à parte, não se pode esperar que o usuário que chega ao arquivo em busca 
de informações saiba o número do documento que ele procura. Pode até acontecer, mas 
não é comum. O mais natural é que o usuário forneça apenas o seu nome, e o profissional 
do arquivo terá de buscar o documento a partir desta informação.
Se o arquivo está organizado por nome, problema resolvido. O nome que o usuário 
informou é o suficiente para ir diretamente em busca do documento, por isso chamamos 
de métodos diretos. Ora, se o seu chefe solicita que você busque a pasta do Sr. José Pereira 
Tavares, você já sabe que está na letra T, de Tavares, e vai diretamente até ela. Se ele solicita 
a pasta de Portugal, você diretamente na letra P e a localiza. Se a solicitação foi pela pasta 
de férias e os assuntos foram ordenados alfabeticamente, você vai até a letra F e localiza 
a pasta. Fácil, não?
O problema é quando os documentos foram organizados por número ou por códigos 
numéricos. Quando você vai a uma biblioteca, por exemplo, você sabe o título do livro, autor 
ou assunto do livro que você deseja, mas provavelmente não sabe o código que ele está 
organizado na biblioteca. Para que o usuário busque o livro desejado na estante, é necessário 
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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a disponibilização de um sistema, onde ele poderá pesquisar pelo nome do autor ou do livro 
e o sistema informará o código em que ele está arquivado. É, portanto, uma busca indireta, 
pois exige que passemos pelo índice antes de ir para o documento.
Isto acontece em todas as situações em que a ordenação é feita por número. Analise, 
por exemplo, sua agenda telefônica. Provavelmente você não sabe de cor o número de todos 
os seus contatos (ou sabe?). É necessário, portanto, que você mantenha um índice (que é a 
sua agenda) para que você, após consultar este índice, obtenha o número desejado e faça 
sua ligação. É um perfeito exemplo de um sistema indireto de busca pelo nome desejado. 
A busca na agenda é direta, mas se chega ao número desejado indiretamente. Viu só? Não 
é tão difícil.
Este índice pode ser informatizado, que é o mais comum hoje em dia, como pode ser 
manual, por meio de listas impressas ou fichários, que eram mais comuns anos atrás.
A desvantagem do sistema indireto é que a busca passa a depender deste índice, e 
quando o sistema está fora do ar não há como localizar qualquer documento.
1 .4 .6 . ETAPAS DO ArquivAMENTO
Ao se arquivar os documentos, podemos identificar algumas etapas, que Marilena Leite 
Paes chama de “operações de arquivamento”. São elas:
• inspeção;
• estudo;
• classificação;
• codificação;
• ordenação;
• guarda dos documentos.
Inspeção
Nesta primeira etapa, o arquivista examina cada documento para verificar se os mesmos se 
destinam ao arquivamento. Tal verificação se procede mediante a leitura do último despacho 
ou pela observância de uma rotina preestabelecida.
Marilena Leite Paes
A etapa de inspeção consiste, basicamente, em verificar se o documento que chegou 
para ser arquivado realmente já foi concluído ou foi encaminhado ao arquivo por engano. É 
importante, para evitar que documentos que deveriam estar tramitando sejam guardados 
antes de sua conclusão.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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Estudo
Consiste na leitura cuidadosa de cada documento para verificar a entrada que lhe deverá ser 
atribuída, a existência de antecedentes, bem como a necessidade de serem feitas referências 
cruzadas.
Marilena Leite Paes
Nesta etapa o documento é lido e analisado, de forma a identificar os dados que deverão 
servir de base para a localização posterior do arquivo, ou seja, assunto, interessado, origem... 
É isto que a autora chama de “entrada”. Quando esta etapa já foi realizada no protocolo, 
que é o correto, o serviço do arquivo fica bastante facilitado.
Classificação
Concluído o estudo do documento, o arquivista passa a etapa de classificação, que consiste na 
determinação da entrada e das referências cruzadas que lhe serão atribuídas.
A classificação se fundamenta basicamente na interpretação dos documentos. Para isso, é 
indispensável conhecer o funcionamento e as atividades desenvolvidas pelos órgãos que recebem 
e produzem os documentos remetidos ao arquivo.
Marilena Leite Paes
Esta etapa representa conclusão da etapa de estudo, onde as informações obtidas 
na leitura do documento passam a identificá-lo no arquivo, possibilitando sua posterior 
localização. A classificação do documento exige, portanto, que o profissional de arquivo 
conheça as atividades da instituição, a fim de classificar os documentos corretamente. 
Não é à toa que, para essas atividades, podemos utilizar o plano de classificação, relação 
que contará com todos os assuntos da instituição, e seus respectivos códigos (lembra dos 
métodos decimal e duplex?), instrumento que facilitará bastante a realização desta etapa.
Codificação
Na etapa de codificação, o arquivista apõe, nos documentos, os símbolos correspondentes ao 
método de arquivamento adotado: letras, números, letras e números e cores.
MarilenaLeite Paes
Uma vez classificado, atribui-se ao documento um código (se a organização for por 
código), cor (se a ordenação é feita por cores), ou o nome em que ele será arquivado. Este 
código ou nome servirá para guardar o documento e, quando ele sair do arquivo, será 
importante no seu rearquivamento. Lembra do código anotado nos livros na biblioteca?
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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Ordenação
É a disposição dos documentos de acordo com a classificação e a codificação adotadas. Nessa 
operação os documentos podem ser dispostos em pilhas, escaninhos ou classificadores, enquanto 
as fichas devem ser separadas por guias.
Marilena Leite Paes
Ordenação, como o próprio nome diz, significa colocar os documentos em ordem, a partir 
dos códigos recebidos e da classificação adotada (por nome, por assunto, por data...). Esta 
ordenação dos documentos antes de serem arquivados facilita a guarda, pois o responsável 
conseguirá reunir documentos a serem arquivados na mesma pasta antes de levá-los para 
guarda, evitando assim voltar várias vezes ao mesmo local para guardar novos documentos.
Guarda dos documentos (arquivamento propriamente dito)
É a colocação do documento na respectiva pasta, caixa, arquivo ou estante. Da atenção dispensada 
a esta operação, como também às demais, dependerá o êxito do trabalho. Um documento 
arquivado erradamente pode ficar perdido, embora esteja ´guardado´ dentro do móvel.
Marilena Leite Paes
A guarda seria, portanto, a colocação do documento no local a ele designado, é o 
arquivamento propriamente dito. Deve ser feito com bastante cuidado, a fim de que o 
documento não seja guardado em local errado, o que inviabilizará sua localização posterior.
Cuidado com a possibilidade de que o examinador misture os conceitos das etapas 
apresentadas. As etapas são complementares e fáceis de confundir uma com a outra, o 
que acaba por dificultar a vida do candidato. Não é a parte mais cobrada deste assunto. As 
formas de arquivamento (alfabético, geográfico, numérico...) aparecem com muito mais 
frequência em provas de concurso, mas é bom estar preparado para este assunto.
1 .4 .7 . ESCOlHA DO MÉTODO A SEr ADOTADO
Depois de tantos métodos diferentes, chegou a hora de organizar o seu arquivo e você 
vai se deparar com a seguinte situação: como escolher o método adequado para organizar 
seus documentos? Qual é o melhor método de arquivamento, que permitirá uma rápida 
localização dos documentos quando necessário? Vamos à bibliografia buscar esta resposta.
Ou seja, o melhor método de arquivamento depende do que será organizado. Depende de 
qual documento você está organizando e depende de qual instituição você está organizando. 
No arquivo, temos centenas ou milhares de documentos diferentes, e cada um deles poderá 
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ser organizado de maneiras distintas. Na sua casa, por exemplo, você pode organizar suas 
contas em ordem cronológica e seus diplomas por assunto. Na empresa é a mesma coisa, 
as folhas de pagamento podem ser ordenadas por mês/ano e as pastas dos servidores em 
ordem alfabética.
Ou seja, a escolha do método adotado depende da natureza dos documentos a serem 
classificados (organizados). Depende muito, também, da estrutura e do funcionamento 
da instituição. Uma empresa pode, por exemplo, organizar seus contratos por cidade, já 
que está localizada em diversos locais diferentes, e outra empresa da mesma natureza 
organizar apenas pelo número do contrato, já que funciona em apenas um local. Como você 
vê, a escolha do método depende muito do funcionamento da empresa.
É possível, e bem comum, a mistura de métodos a fim de otimizar a organização e 
facilitar a busca dos documentos. Quer um exemplo? Imagine uma empresa que precise 
organizar os contratos com seus clientes. Ela pode separar os contratos por local (estados, 
por exemplo). Dentro de cada estado, os documentos podem ser organizados por ano, e 
dentro do ano podem ser organizados pelo nome do cliente.
ALAGOAS
2015
DE A-Z
2016
DE A-Z
2017
DE A-Z
Observe que, neste exemplo, utilizamos primeiramente o método geográfico (ao separar 
por estado), que se apresenta como método principal, e os métodos numéricos cronológico 
(ao ordenar por ano) e alfabético (ao organizar os contratos por nome) que se apresentam 
como métodos secundários neste esquema.
Ao organizar o arquivo, acabamos por criar vários esquemas destes, para cada documento, 
de acordo com a necessidade da instituição que estamos organizando, ou seja, não há uma 
fórmula mágica para organizar um arquivo. Cada situação deve ser analisada, de forma a 
identificar a forma que melhor atenda às necessidades da empresa.
Em sua casa, por exemplo, você poderia organizar suas contas primeiramente separando 
por assunto (água, luz e telefone, por exemplo), e, em seguida, organizar dentro do assunto 
por mês/ano. Neste caso, você estaria utilizando os métodos ideográfico e cronológico. É 
provável que você já faça esta organização e nem havia percebido. Se você utiliza celular 
com várias operadoras pode ainda separar as contas telefônicas de acordo com o nome 
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da operadora, e aí também estará utilizando o método alfabético. Está vendo só? É muito 
comum organizar documentos utilizando vários métodos ao mesmo tempo.
Quando você for resolver as questões ao final do módulo, faça uma análise e tente 
verificar quais métodos eu utilizo para classificar as questões. Você perceberá que elas 
estão ordenadas por assunto, dentro do assunto por ano, dentro do ano por banca, e 
dentro da banca pelo nome do órgão a que o concurso se refere. Ao final, elas ainda são 
numeradas sequencialmente. Ou seja, temos aí pelo menos quatro métodos de arquivamento, 
ideográfico (em vários níveis), numérico cronológico, alfabético (em dois níveis, pela banca 
e pelo órgão), e numérico simples.
MÉTODOS DE ARQUIVAMENTO
Alfabético
2017
Cespe-UnB
ESAF
FCC
Anatel
DPF
STJ
1
2
3
Questões que afirmarem que o arquivo deve ser organizado por um único método ou que 
determinado método é sempre melhor que os demais estão incorretas. Cada empresa deve 
criar a metodologia de arquivamento que atenda às suas necessidades.
Ao se planejar a maneira como os documentos serão arquivados, criando uma estrutura 
envolvendo os métodos selecionados, o profissional está elaborando a classificação ou o 
arranjo do arquivo. Nas idades corrente e intermediária, é mais comum utilizarmos o termo 
classificação, e na idade permanente, é mais comum utilizarmos o termo arranjo, mas 
ambos são sinônimos, se considerarmos seu significado.
Se você analisar, por exemplo, como os anúncios são ordenados nos classificados do 
jornal, perceberá que estão envolvidos os métodos aqui estudados.
Primeiramente, os anúncios são separados por assunto (método ideográfico).Cada tipo 
de anúncio é ordenado de acordo com a forma como o usuário irá procurá-lo. Por exemplo: 
imóveis são separados por tipo de imóvel (casas, apartamentos...) o que poderíamos 
entender como mais uma classificação por assunto. Dentro do tipo de imóvel, o critério é a 
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localização (aqui temos o método geográfico), e dentro da localização, ainda são separados 
por número de quartos (método numérico simples).
Os veículos, por sua vez, são separados por tipo de veículo (carros, motos, caminhões), 
o que seria o método ideográfico. Os carros são organizados por montadora (Fiat, Ford, 
Volkswagen...) o que caracteriza o método alfabético. Dentro da montadora os veículos 
são ordenados por modelo, mais uma vez em ordem alfabética e dentro do modelo são 
ordenados por ano, o que seria o método numérico cronológico.
Percebeu como os métodos aqui estudados estão presentes no seu dia a dia? Não é à 
toa que a seção onde se encontram os anúncios é chamada de CLASSIFICADOS. Os anúncios 
estão classificados de acordo com a necessidade do usuário. Na empresa é a mesma coisa. 
Cada instituição criará o arranjo ou a classificação que melhor atenda às suas necessidades.
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QUESTÕES DE CONCURSOQUESTÕES DE CONCURSO
CEBRASPE (CESPE/UNB)
ArquivAMENTO DE DOCuMENTOS
ARQUIVAMENTO HORIZONTAL /VERTICAL
001. 001. (Q2601067/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) Plantas e documentos em 
papel de grandes dimensões devem ficar em gavetas de mapotecas.
002. 002. (Q2244822/CESPE-CEBRASPE/UNB/TELEBRAS/ASSIST.ADM/2022) O tipo vertical de 
arquivamento permite rápida consulta aos documentos.
003. 003. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AP/TEC.MIN.AUX.ADM/2021) O acondicionamento e 
o armazenamento dos documentos devem favorecer a preservação dos documentos de 
arquivo. Nesse sentido, a melhor forma de armazenar plantas e mapas é dispô-los em
a) arquivo vertical de pastas suspensas.
b) arquivo horizontal de gavetas.
c) estante de aço.
d) pastas suspensas.
e) caixas arquivo.
004. 004. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IFF/2018) Os documentos de valor permanente que apresentam 
grandes formatos, como plantas e cartazes, devem ser armazenados em
a) camisas.
b) estantes de aço.
c) mapotecas.
d) caixas-arquivo.
e) pastas suspensas.
005. 005. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) Os documentos de valor permanente e de grandes 
formatos (por exemplo, mapas, plantas e cartazes) devem ser armazenados horizontalmente, 
enrolados sobre tubos confeccionados em cartão alcalino e acondicionados em armários 
ou gavetas.
006. 006. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) O arquivamento horizontal não é recomendado 
para arquivos correntes.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
007. 007. (Q957966/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2018) Os documentos de valor 
permanente que apresentem grandes formatos, como mapas plantas e cartazes, devem 
ser armazenados horizontalmente.
008. 008. (Q802179/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/ARQUIVISTA/2016) Documentos arquivísticos 
de valor permanente e que possuam suportes em grandes formatos devem ser armazenados 
horizontalmente ou enrolados.
009. 009. (CESPE-CEBRASPE/UNB/POLÍCIA CIENTÍFICA-PE/2016) O acondicionamento adequado 
de plantas arquitetônicas deve ser feito em
a) gavetas de mapotecas.
b) armários de aço.
c) pastas suspensas.
d) tubos de PVC.
e) caixas de papelão.
010. 010. (Q2441390/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2015) No acondicionamento, 
documentos de grandes formatos não podem ser enrolados para se evitar a quebra do suporte.
011. 011. (Q710877/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) As plantas devem ser 
armazenadas em arquivos de aço com até quatro gavetas e acondicionadas em pastas 
suspensas.
012. 012. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2013) O arquivamento de 
documentos no tipo vertical é recomendado para arquivos permanentes.
013. 013. (Q648723/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2012) A melhor forma de 
acondicionar um cartaz consiste em dobrá-lo e, em seguida, arquivá-lo em uma pasta de 
papelão, do tipo suspensa.
014. 014. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IBAMA/2012) Recomenda-se acondicionar os documentos 
cartográficos em pastas suspensas e armazená-los em estantes de aço com pintura 
antioxidante.
015. 015. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-ES/2011) Os mapas devem ser mantidos em gavetas 
horizontais, acondicionados em envelopes de papel neutro ou poliéster.
016. 016. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/AG.ADM/2008) No arquivo corrente, o arquivamento 
do tipo horizontal é o mais adequado, por facilitar a localização dos documentos.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
017. 017. (Q553205/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) A opção pelo arquivamento 
em pastas deve-se ao fato de que o material armazenado é enquadrado como arquivo 
descartável.
018. 018. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Mapas devem ser mantidos em gavetas horizontais, 
acondicionados em envelopes de papel neutro, e não devem ser dobrados.
ACONDiCiONAMENTO E ArMAZENAMENTO
019. 019. (Q2703621/CESPE-UNB-CEBRASPE/POLC-AL/AUX.PERÍCIA/2023) A caixa-arquivo de 
papelão é indicada para o acondicionamento adequado de documentos no arquivo corrente.
020. 020. (Q2456610/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/NECROTOMISTA/2022) As estantes deslizantes, 
por não apresentarem desvantagens, constituem uma boa opção para o armazenamento 
de documentos.
021. 021. (Q2456609/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/NECROTOMISTA/2022) A respeito do 
acondicionamento e do armazenamento de arquivos, podemos afirmar que os documentos 
de grandes formatos devem ser armazenados em mobiliários com gavetas profundas ou 
verticalmente sobre o chão, caso o mobiliário não comporte as dimensões desses.
022. 022. (Q2249699/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) As estantes 
deslizantes, por não apresentarem desvantagens, constituem uma boa opção para o 
armazenamento de documentos.
023. 023. (Q2249696/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) A respeito do 
acondicionamento e do armazenamento de arquivos, podemos afirmar que os documentos 
de grandes formatos devem ser armazenados em mobiliários com gavetas profundas ou 
verticalmente sobre o chão, caso o mobiliário não comporte as dimensões desses.
024. 024. (Q2456614/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) A respeito do 
acondicionamento e do armazenamento de arquivos, podemos afirmar que os documentos 
de grandes formatos devem ser armazenados em mobiliários com gavetas profundas ou 
verticalmente sobre o chão, caso o mobiliário não comporteas dimensões desses.
025. 025. (Q2456615/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) As estantes deslizantes, 
por não apresentarem desvantagens, constituem uma boa opção para o armazenamento 
de documentos.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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026. 026. (Q2470418/CESPE-CEBRASPE/PGE-RJ/TÉC.PROCESSUAL/2022) Para o acondicionamento 
de documentos de arquivo, podem ser utilizados materiais como pastas suspensas ou caixas-
arquivo, sendo o armazenamento feito em mobiliário nos depósitos.
027. 027. (Q2601068/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) As pastas suspensas são as 
mais indicadas para acondicionar documentos em papel no arquivo corrente.
028. 028. (CESPE-CEBRASPE/PGDF/TÉC.ADM/2021) O acondicionamento interfere na constituição 
física do documento e, assim, o protege contra danos.
029. 029. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PE/2019) O processo de embalar documentos em pastas 
ou caixas é denominado acondicionamento; a colocação dessas pastas ou caixas em um 
mobiliário é denominada armazenamento.
030. 030. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EBSERH/2018) A estrutura para armazenamento e conservação 
de documentos em arquivo deve apresentar facilidade para acesso, acondicionamento, 
manuseio e transporte dos materiais.
031. 031. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) Acondicionamento é a embalagem usada para a 
guarda dos documentos para preservação e acesso.
032. 032. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) O profissional responsável pelo acondicionamento 
de determinado documento ou acervo documental deve conhecer o acervo em tratamento 
e os documentos a serem preservados, além de ter ciência de que seu objetivo é guardar 
e proteger os documentos e facilitar seu manuseio, observados os critérios estabelecidos.
033. 033. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MP-PI/2018) A seleção do material de acondicionamento e 
armazenamento dos documentos de arquivo independe do suporte documental.
034. 034. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEE-DF/2017) Recomenda-se que sejam deixados espaços 
vazios nas caixas onde os documentos estão armazenados, para evitar danos aos documentos 
quando de sua retirada das caixas.
035. 035. (Q743208/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANVISA/TÉC.ADM/2016) É possível verificar que um 
documento de arquivo foi bem acondicionado quando ele está embalado adequadamente, 
de acordo com o seu suporte físico.
036. 036. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ICMBIO/2015) Uma forma eficiente de acondicionar documentos 
de arquivo consiste em colocá-los nas gavetas de arquivos de aço.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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037. 037. (Q710881/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) Os documentos de arquivo 
em suporte papel devem ser acondicionados, a depender de suas dimensões, em caixas-
arquivo ou pastas suspensas.
038. 038. (Q710882/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) As medidas das embalagens 
devem respeitar formatos padronizados e devem ser superiores às dos documentos que 
nelas serão abrigados.
039. 039. (Q710880/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O acondicionamento dos 
documentos de arquivo é uma das primeiras ações para sua preservação.
040. 040. (Q679678/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANS/TÉC.ADM/2013) Para facilitar o acesso rápido 
ao material, recomenda-se que arquivos correntes sejam armazenados em caixas-arquivo.
041. 041. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STF/2013) O acondicionamento dos documentos de arquivo 
está relacionado as embalagens utilizadas para a guarda dos documentos, enquanto o 
armazenamento refere-se ao mobiliário adotado.
042. 042. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STF/2013) Acondicionar os documentos dos arquivos correntes 
em suporte papel em caixas-arquivo de plástico e colocar essas caixas em estantes de aço 
é a ação mais indicada tecnicamente.
043. 043. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A embalagem ou a guarda de um documento, 
com o fim de preservação e acesso, denomina-se
a) encolagem.
b) acondicionamento.
c) armazenamento.
d) aditamento.
e) amostragem.
044. 044. (Q628802/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/ASSIST.ADM/2013) O acondicionamento 
dos documentos de arquivo é definido pelo tipo de embalagem utilizada para a conservação 
e preservação desses documentos.
045. 045. (Q788316/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/PAPILOSCOPISTA/2012) O acondicionamento — 
que consiste na guarda dos documentos nos locais a eles designados — e o armazenamento 
— que se refere à embalagem do documento com vistas a protegê-lo e a facilitar seu 
manuseio — são procedimentos fundamentais para a conservação e preservação dos 
documentos de arquivo.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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046. 046. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) Inserir os documentos em pastas e colocá-los em 
estantes de aço são atividades de armazenamento e acondicionamento, respectivamente.
047. 047. (Q558225/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) É aconselhável o uso de 
arquivos e estantes de aço para o armazenamento dos documentos.
048. 048. (Q558224/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) A unidade de 
acondicionamento predominante nos arquivos correntes são as caixas-arquivo.
049. 049. (Q307935/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ANALISTA TÉC. ARQUIVOLOGIA/2008) O 
acondicionamento dos documentos é feito, geralmente, em arquivos de aço de quatro 
gavetas e em armários de madeira.
050. 050. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PREF.RIO BRANCO-AC/2007) Os documentos de arquivo devem 
ser acondicionados e armazenados da mesma forma, independentemente do suporte físico.
051. 051. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TERRACAP/2004) As pastas suspensas são unidades de 
acondicionamento adotadas, fundamentalmente, para o arquivamento de documentos 
na fase corrente.
ArquivAMENTO = ACONDiCiONAMENTO + ArMAZENAMENTO
052. 052. (Q648719/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2012) Armazenamento é o sistema 
que recebe o documento, acondicionado ou não, para ser guardado.
053. 053. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2009) Arquivamento é o conjunto das operações de 
acondicionamento e armazenamento de documentos.
054. 054. (Q341155/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-DF/ASSISTENTE/2008) A operação que 
consiste na guarda de documentos nos seus devidos lugares, em equipamentos que lhes 
forem próprios e de acordo com um sistema previamente estabelecido, é denominada 
descrição de documentos de arquivo.
055. 055. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) Arquivamento é o conjunto das 
operações destinadas ao acondicionamento e ao armazenamento de documentos.
MÉTODOS DE ArquivAMENTO
056. 056. (Q2244824/CESPE-CEBRASPE/UNB/TELEBRAS/ASSIST.ADM/2022) Ainda que documentos 
sejam arquivados de maneira errada, sua localização não será prejudicada se existir 
instrumento que descreva o acervo.
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Arquivamento e Ordenaçãode Documentos 
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057. 057. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A gestão de documentos contribui para as 
funções arquivísticas, de modo que apenas os documentos com valor administrativo sejam 
organizados.
058. 058. (Q558221/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) O método numérico-
cronológico é considerado um método de arquivamento básico.
059. 059. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CEARÁPORTOS/2004) Os elementos que geralmente devem 
ser considerados na hora de arquivar um documento são: nomes (remetente, destinatário, 
pessoa ou pessoas a quem o documento se refere), local, número do documento (se houver), 
data e assunto.
060. 060. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CEARÁPORTOS/2004) Os documentos podem ser arquivados 
por ordem geográfica, numérica, alfabética, cronológica ou por assunto.
MÉTODO ALFABÉTICO
061. 061. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPE-RO/TÉC.ADM/2022) O método alfabético tem complexidade 
intermediária.
062. 062. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) Na ordem alfabética, considera-se a sequência 
numérico-cronológica.
063. 063. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-RJ/2012) A disposição de documentos pelo nome dos 
clientes corresponde à ordenação do tipo unitermo.
064. 064. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Entre os métodos de arquivamento, o 
alfabético é aquele que considera como elemento principal o nome.
065. 065. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Quando o método alfabético é adotado, devem-
se utilizar etiquetas e guias divisórias com letras para organizar e facilitar a localização dos 
documentos, fichas ou pastas. As anotações podem ser simples e abertas — por exemplo: 
A, B, Ab, Ac —, compostas ou fechadas, indicando os limites inicial e final, por exemplo: 
A-C, Ba-Bi.
066. 066. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2009) Quando as pastas que contêm documentos de 
arquivo de determinado setor são dispostas pelo nome dos correspondentes, isso caracteriza 
a utilização do método de arquivamento do tipo unitermo.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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067. 067. (Q553196/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) A organização de arquivos pela 
ordem alfabética pressupõe sua classificação por assunto, dentro de um sistema numérico.
068. 068. (Q553203/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) Os documentos constantes 
em cada uma das pastas organizadas em ordem alfabética deverão seguir, obrigatoriamente, 
uma sequência numérica.
069. 069. (Q349682/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCTO/PAPILOSCOPISTA/2008) O método alfabético 
é um dos métodos de arquivamento de documentos e tem o nome como principal elemento 
a ser considerado.
070. 070. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento alfabético 
considera o nome como elemento principal.
MÉTODO VARIADEX
071. 071. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) Além dos códigos numéricos e alfabéticos, 
outra forma adicional de organização de arquivos é aquela realizada por meio do uso de 
cores, de forma a facilitar a localização dos itens.
072. 072. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) O método de arquivamento variadex adota 
cores preestabelecidas como diferencial, o que facilita o arquivamento e a localização de 
documentos.
REGRAS DE ALFABETAÇÃO
073. 073. (Q1879531/CESPE-CEBRASPE/UNB/APEX-BRASIL/ASSIT.APOIO. ADM/2021) Em um 
arquivo com documentos referentes a eventos científicos, as pastas deverão ser organizadas 
alfabeticamente a partir do nome do evento. Assinale a opção que apresenta a entrada 
correta para fazer a ordenação alfabética.
a) II Congresso Nacional de Arquivologia
b) Segundo Congresso Nacional de Arquivologia
c) 2º Congresso Nacional de Arquivologia
d) Congresso Nacional de Arquivologia (Segundo)
074. 074. (Q446464/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) Os títulos devem ser 
considerados na alfabetação. Por exemplo: Professor Roberto de Jesus deve entrar como 
Jesus, Professor Roberto de.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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075. 075. (Q446470/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) Os sobrenomes que referem 
grau de parentesco (filho, sobrinho, neto) devem vir acompanhados do último sobrenome na 
alfabetação. Por exemplo: José Maria de Sousa Sobrinho deve entrar como Sousa Sobrinho, 
José Maria de.
076. 076. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas de pessoas físicas, os sobrenomes 
compostos de um substantivo e um adjetivo devem ser separados. O nome Roberto Monte 
Azul, por exemplo, deve ser referido como: “Azul, Roberto Monte”.
077. 077. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Os nomes de pessoas físicas que exprimam 
grau de parentesco devem ser considerados como parte integrante do último sobrenome, 
mas não devem ser considerados na ordenação alfabética.
078. 078. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas arquivadas a partir dos nomes 
de pessoas físicas, deve-se considerar, no arquivamento, sempre o último sobrenome e 
depois o prenome. O nome João Silva, por exemplo, deve ser referido como Silva, João.
079. 079. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Caso haja pasta em que constem pessoas 
físicas com sobrenomes iguais, a primeira pessoa que deve ser referida é a que apresentar 
o prenome com o menor número de letras.
080. 080. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas de pessoas físicas, os sobrenomes 
formados com as palavras Santa, Santo ou São não devem ser separados. O nome Antônio 
São Jorge, por exemplo, deve ser referido como São Jorge, Antônio.
081. 081. (Q558231/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) De acordo com as regras 
de alfabetação, no caso de homônimos, os graus de parentesco deverão ser considerados.
082. 082. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Na alfabetação do nome Roberto de Santana 
Júnior, deve ser considerada a seguinte forma: Júnior, Roberto de Santana.
083. 083. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Para alfabetar o seguinte nome: II Conferência 
de Física Quântica, o número romano deve ser colocado por extenso e assim entrar na 
alfabetação, como apresentado a seguir: Segundo Conferência de Física Quântica.
084. 084. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A regra de alfabetação para nomes de 
pessoas físicas considera o último sobrenome e depois o prenome. Por exemplo, o nome 
Maria José da Silva deve ser arquivado da seguinte forma: Silva, Maria José.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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085. 085. (Q433303/CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-ES/ASSIST.TÉC. TRÂNSITO/2010) Um 
assistente técnico que utilize técnica alfabética para arquivar, pela primeira vez, dados 
referentes a ministro chamado José da Silva deverá arquivar esses dados em local reservado 
à letra M.
086. 086. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, CarmemHouaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que os nomes de Mário de Andrade e Pedro Álvares Cabral estão na ordem 
de alfabetação correta, pois, nos nomes de pessoas físicas, deve-se considerar o último 
sobrenome e depois o prenome.
087. 087. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
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Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que os nomes Akira Kurosawa e Mahmoud Ahmadinejad foram ordenados 
erradamente, pois, em ambos os casos, foi considerado o prenome e não o sobrenome para 
a alfabetação.
088. 088. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, podemos 
afirmar que os artigos e preposições não devem ser considerados para a alfabetação, como 
acontece corretamente nos nomes de Mário de Andrade e Manoel Silva e Houaiss.
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Elvis Miranda
089. 089. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, podemos 
afirmar que os nomes de Camilo Castelo Branco e Gabriel Santa Paula estão corretamente 
alfabetados, pois seguem a regra de se considerar o último sobrenome.
090. 090. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
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Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que a ordenação dos nomes da Fundação Getúlio Vargas e da estrangeira 
The Lybrary of Congress está correta, pois foram transcritos como se apresentam, mas sem 
considerar os artigos e preposições, assim como estabelece a regra referente a nomes de 
instituições.
091. 091. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
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Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que o nome Johann Wolfgang von Goethe está ordenado corretamente, 
mas o nome Jean Du Pont foi ordenado erroneamente, pois foi considerada a partícula, 
quando a regra esclarece que artigos e preposições não devem ser considerados.
092. 092. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
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Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
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Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
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Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
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Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que a ordenação do nome Carmem Herrera Cortez está errada, pois foi 
realizada com base no penúltimo sobrenome e não no último sobrenome, como é indicado 
pelas regras de alfabetação.
093. 093. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
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Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que nomes de empresas e instituições devem ser transcritos como se 
apresentam; portanto, o nome da empresa A Barateira Ltda. está alfabetado corretamente.
094. 094. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
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Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, podemos 
afirmar que o nome Jorge Maciel Neto está ordenado erradamente, pois o sobrenome Neto 
indica grau de parentesco e, portanto, deve ser entendido como parte integrante do último 
sobrenome, mas não deve ser considerado na ordenação alfabética.
095. 095. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) O método de arquivamento alfabético 
exige a aplicação das regras de alfabetação. Em cada uma das opções a seguir é apresentado 
um nome e um suposto resultado da aplicação das regras de alfabetação. Quanto ao correto 
emprego das regras de alfabetação nos nomes apresentados, assinale a opção correta.
a) Roberto Castelo Branco -> Branco, Roberto Castelo.
b) Michel São Paulo -> Paulo, Michel S.
c) Paulo de Almeida -> Almeida, Paulo de
d) Juliano de Lourenço Neto -> Neto, Juliano de Lourenço
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096. 096. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão corretamente 
ordenados, de acordo com as regras de alfabetação.
Bezerra, Alberto Luiz
Moreira, Maria Madalena
Santa Cruz, Antônio
097. 097. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão corretamente 
ordenados, de acordo com as regras de alfabetação.
Torres, Alisson
Torres, A.
Torres, Beatriz
098. 098. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão corretamente 
ordenados, de acordo com as regras de alfabetação.
José, Rogério São
Paulo, Carlos São
Rita, Simone Santa
099. 099. (Q599780/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/SEC.EXECUTIVO/2009) Os sobrenomes 
compostos de palavras ligadas por hífen serão considerados como uma só palavra.
100. 100. (Q599779/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/SEC.EXECUTIVO/2009) Na ordenação 
alfabética, quando os nomes forem precedidos de título honorífico e pronome de tratamento, 
estes não devem ser considerados para efeito de arquivamento, sendo colocados no fim da 
notação, entre parênteses. Por exemplo, Dr. Roberto Santos, arquiva-se SANTOS, Roberto (Dr.).
101. 101. (Q553066/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/SEC.EXECUTIVO/2008) Está correta a sequência 
alfabética abaixo.
Barbosa, Augusto José de Souza
Cardoso, Pedro Paulo
Filho, Antonio César de Alcântara
Gonçalves, Mário Ricardo de Araújo
102. 102. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) Assinale a opção em que a aplicação das 
regras de alfabetação está correta.
a) Branco, Roberto Castelo
Lobo, José Santos
Rosa, Carlos Monte
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b) Almeida, José de
Andrade, Ronaldo d’
Souto, Arnaldo de
c) Cristo, Alberto Santo
Paulo, Antônio São
Rita, Carlos Santa
d) Primeiro Congresso de Serviço Social
Segundo Congresso de Serviço Social
Terceiro Congresso de Serviço Social
103. 103. (Q608092/CESPE-CEBRASPE/UNB/MCT/ASSIST.C&T/2008) Na alfabetação de nomes 
de espanhóis, o registro é feito pelo prenome.
104. 104. (Q604045/CESPE-CEBRASPE/UNB/MCT/ASSIST.C&T/2008) Na ordenação alfabética de 
pastas abertas por nome de personalidades, os títulos não são considerados na alfabetação, 
são colocados após o nome completo, entre parênteses.
105. 105. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Considere os seguintes nomes.
Antonio Silva
José Sousa
b) dos Santos
Roberto Teixeira Neto
Carlos Monte Alegre
Ministro Paulo de Tarso
Antonia Heredia Herrera
III – Congresso Nacional de Arquivologia
Aplicando-se corretamente as regras de alfabetação, a ordenação alfabética dos nomes 
acima ficaria da forma apresentada a seguir.
Congresso Nacional de Arquivologia (III)
Heredia Herrera, Antonia
Monte Alegre, Carlos
Santos, B. dos
Silva, Antonio
Sousa, José
Tarso, Paulo de (Ministro)
Teixeira Neto, Roberto
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106. 106. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AM/AG.ADM/2008) Segundo as regras de alfabetação 
utilizadas no método de arquivamento alfabético, os sobrenomes compostos de substantivo 
e adjetivo ou ligados por hífen não se separam.
107. 107. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AM/AG.ADM/2008) No arquivamento de fichas por nome 
de pessoas, quando aparecem sobrenomes iguais, deve prevalecer a ordem alfabética 
do prenome.
108. 108. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) Na ordenação alfabética de pastas de um 
arquivo por nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o prenome. 
Quando houver sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome.
109. 109. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) Os sobrenomes que exprimem grau de 
parentesco, como Filho, Júnior, Neto, Sobrinho, não são considerados parte integrante do 
último sobrenome, mas são considerados na ordenação alfabética.
110. 110. (Q342199/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ASSISTENTE/2008) O método alfabético 
de organização de documentos tem como base as regras de alfabetação para disposição 
dos nomes.
111. 111. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-UEPA/2008) Considerando as regras de alfabetação 
para arquivamento de documentos cujo principal elemento seja o nome, assinale a opção 
em que todas as propostas estão adequadas a este tipo de arquivamento.
a) Barbosa, Antonio Augusto
Cardoso, Pedro Henrique de Araújo
Ferreira, João Batista
Ferreira, José de Arimatéia
Neto, Afonso de Almeida Costa
b) Bernardes, Professor Carlos Augusto
Campos, Professor Diogo de Lima
Rangel, Coordenador Felipe Bernardes
Rangel, Professor Eduardo de Almeida
Reis, Reitor Luiz Augusto da Silva
c) Branco, Carlos Alberto Castelo
Carneiro, Patrícia de Souza
Oliveira, Fernando Afonso
Pereira, Maria Adelaide
Queiroz, João Carlos de Souza
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d) Brochado, Marcos André
Gonçalves, Ricardo André de Assis
Ramalho, J. Pedro
Ramalho,João Batista
Silva, Pedro Antonio da
112. 112. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO.ADM/2008) A ordenação dos 
documentos de um arquivo pode ser feita pelo método alfabético, que segue algumas 
regras, conhecidas como regras de alfabetação.
113. 113. (Q339603/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A ordenação 
de pastas no arquivo por nome de empresa deve ser feita como no exemplo abaixo.
Barateiro (O)
Capital Picanhas
HEMOBRAS
PETROBRAS
114. 114. (Q339602/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) No caso de 
nomes de clientes/pessoas físicas ingleses, franceses, espanhóis e norte-americanos, a 
ordenação abaixo está correta.
Cox, Richard
Duchein, Michel
Hererra, Antonia Heredia
Schellenberg, Theodore Roosevelt
115. 115. (Q339601/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Os nomes 
dos clientes/pessoas físicas abaixo estão corretamente ordenados.
Filho, Alencar dos Santos
Marques, Ailton Mário
Silva, Joaquim Pedro
Sobrinho, Pedro Luiz
116. 116. (Q339600/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A ordenação 
abaixo está de acordo com as regras de alfabetação.
Sousa, A.
Sousa, Antônio Carlos de
Sousa, João Pedro Santos
Sousa, Vitória Maria de
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117. 117. (Q339599/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A ordenação 
abaixo está correta, de acordo com as regras de alfabetação.
Santa Rita, Amália Felício
Santo Cristo, José Antônio
São José, Arnaldo da Silva
São Paulo, Irving José
118. 118. (Q339594/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) No caso de 
pastas de clientes/pessoas físicas deve ser considerado o prenome e, em seguida, o último 
sobrenome.
119. 119. (Q339598/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) No caso de 
pastas de eventos (congressos, conferências, reuniões, assembleias etc.), a ordenação deve 
considerar os números arábicos, romanos ou escritos por extenso.
120. 120. (Q339597/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Os nomes 
de empresas devem ser transcritos como se apresentam, não se considerando, para fins 
de ordenação, os artigos e as preposições que os constituem.
121. 121. (Q339596/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Os nomes de 
clientes/pessoas físicas espanhóis devem ser ordenados pelo penúltimo sobrenome, que 
corresponde, em geral, ao sobrenome da família do pai.
122. 122. (Q339595/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Quando os 
sobrenomes dos clientes/pessoas físicas são formados por um substantivo e um adjetivo 
ou são ligados por hífen, eles devem ser separados.
123. 123. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) A disposição alfabética de pastas de documentos 
de um arquivo a partir das regras de alfabetação é exclusiva para nomes de pessoas.
124. 124. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) A disposição abaixo está correta, pois foi feita de 
palavra por palavra, podendo, também, ser feita de letra por letra.
Morro Alegre
Morro Branco
Morro Maior
Morro Santo
Monteiro
Montenegro
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125. 125. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) A sequência alfabética a seguir está de acordo 
com as regras de alfabetação.
Alencastro, Marcelo Pereira d´
Brito, Pedro Paulo de
Castelo Branco, Antonio Barbosa
Moreira, Artur de Azevedo
São Tiago, Vicente de Paula de
126. 126. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) A sequência alfabética a seguir está de acordo 
com as regras de alfabetação.
Bernardes, Ministro Marcus Afonso
Fagundes, Demóstenes Farias
Fagundes, Desembargador Carlos Ferreira
Hansen, Pedro Henrique de Almeida
Queiroz, Juiz Amadeus Antonio de Souza
127. 127. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) A sequência alfabética a seguir está de acordo 
com as regras de alfabetação.
Júnior, Thiago Pereira de Moura
Lima, Pedro Augusto Morais
Neto, Alfonso Henrique Bernardes
Oliveira, Manoel Carlos de
Ribeiro, Gustavo Silva
128. 128. (Q287098/CESPE-CEBRASPE/UNB/TJDFT/TÉC.JUD.ADM/2008) Com base nas regras 
de alfabetação, os nomes a seguir estão corretamente apresentados.
Araújo, José C. da Silva (Desembargador)
Barbosa Neto, Pedro Paulo
Fundação Getúlio Vargas
Lao Xing Xiang
Vale Verde, Ricardo Pereira do
129. 129. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PA/2007) Considerando o arquivamento de documentos, 
assinale a opção incorreta com relação às regras de alfabetação cujo elemento principal 
seja o nome.
a) Branco, Maria Margarida Castelo;
Junqueira, Antonio Carlos;
Lima, João Pedro Ferreira de;
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Tiago, Antonio Carlos de São.
b) Araújo, Antonio de Paula (Juiz);
Cardoso, Eliseu de Souza (Desembargador);
Ferreira, Diogo de Arruda (Diretor);
Gonçalves, Maria Aparecida (Juíza).
c) Cabral, Pedro Celso de Alcântara
Ferreira, José Carlos C.;
Ferreira, José Carlos Costa;
Ferreira, José Carlos Expedito.
d) Barbosa Neto, Carlos Eduardo;
Camargo Sobrinho, Pedro Paulo de;
Carneiro Júnior, Vicente de Paula;
Castro Filho, Manoel Moreira de.
130. 130. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TSE/TÉC.JUD.ADM/2007) A ordenação alfabética de documentos 
ou de dossiês é uma das possibilidades para a disposição de documentos em um arquivo. 
Nesse sentido, julgue as propostas de ordenação alfabética apresentadas nos itens abaixo.
I – Campos, Milton de Sousa
Ferreira, André
Muller, Paul
Sousa, Antônio José
II – Almeida, Pedro de
Almeida Filho, João
São Paulo, Carlos
Braga Sobrinho, Antônio
III – I Conferência de Gestão de Documentos
Quarto Workshop sobre Avaliação
Segundo Congresso Nacional de Arquivologia
Terceiro Seminário sobre Preservação de Documentos
Assinale a opção correta.
a) Todos os itens estão certos.
b) Apenas um item está certo.
c) Apenas os itens I e II estão certos.
d) Apenas os itens I e III estão certos.
131. 131. (Q493855/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2006) Considerando-se as regras 
de alfabetação para arquivamento de documentos cujo principal elemento seja o nome, 
está incorreta a sequência a seguir:
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– Junqueira, Antonio Carlos
– Negra, Marco Antonio Serra
– Neto, Carlos José de Araújo
– Souza, José Paulo de
132. 132. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) João Barbosa arquiva-se como 
Barbosa, João.
133. 133. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) Nos sobrenomes compostos: 
Paulo Castelo Branco arquiva-se como Castelo Branco, Paulo.
134. 134. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) Nos sobrenomes com as palavras 
Santa, Santo ou São: Carlos São Paulo arquiva-se como Paulo, Carlos São.135. 135. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) Nos sobrenomes com artigos e 
preposições: Ricardo d´Ávila arquiva-se como Ávila, Ricardo d´.
136. 136. (Q557585/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) A sequência de nomes 
a seguir atende às regras de alfabetação:
Araújo, José Alberto de
Castro, Diogo de Farias
Ferreira, Maria Aparecida
Lima, Paulo
Oliveira, Benedito Martins de
137. 137. (Q556712/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) A sequência de nomes 
a seguir atende às regras de alfabetação:
Abreu, Paulo de (Ministro)
Barbosa, José Pedro
Barbosa, Maria Aparecida
Silva, José Ricardo da
Sobrinho, Ricardo Pereira
138. 138. (Q556714/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) A sequência de nomes 
a seguir atende às regras de alfabetação:
Gonçalves, Paulo de Abreu
Magalhães, Pedro Antônio de
São Tiago, Heitor de
Teles, Manoel de Souza
Villa-Lobos, Henrique
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139. 139. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INPI/ASSIST.C&T/2006) Método alfabético é um método de 
arquivamento direto de documentos cujo principal elemento é o nome. A esse respeito e 
considerando as regras pertinentes, julgue as propostas de alfabetação apresentadas nos 
itens a seguir.
I – Cabral, Pedro Álvares
Colombo, Cristóvão
Ferreira, J.
Ferreira, José
Neto, Afonso de Almeida
II – Almeida, Benedito de Souza
Almeida, Carolina de Assis
Castelo Branco, José Humberto
Gonçalves, Hamilton
Lima, Augusto de Oliveira
III – Alencastro, Pedro Ferreira d’
Barbosa, Pedro Paulo
Garcia, José Antonio Lima
Marins, Diego César de Almeida
Tiago, Carlos Alberto de São
IV – Carvalho, Maria Aparecida de
Fagundes, Vicente da Silva
Magalhães, Gilberto
Villa-Lobos, Heitor de Jesus
Ximenes, Paulo Barbosa
V – Campos, Professor Carlos Castro
Campos, Professor Diogo de Lima
Rangel, Coordenador Felipe Bernardes
Rangel, Professor Eduardo de Almeida
Reis, Professor Luiz Augusto da Silva
Estão certos apenas os itens
a) I e III.
b) I e V.
c) II e III.
d) II e IV.
e) IV e V
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140. 140. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPAJM/2006) É correto afirmar que a estrutura a seguir está 
de acordo com as regras de alfabetação.
Araújo, José Paulo de
Castelo, Afonso Rodrigues Pereira
Castelo, Afonso Carlos de Oliveira
Lima, Bernardo Pimentel de
141. 141. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-TO/2006) Quando o principal elemento a ser considerado 
no arquivamento é o nome, o método alfabético é o mais simples de ser utilizado. Considerando 
as regras de alfabetação para arquivamento de nomes, a seguinte sequência está correta.
Almeida, Paulo Roberto de
Barbosa, Marco André de Paula
Branco, Paulo de Tarso Castelo
Brito, Reginaldo Barbosa de
142. 142. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-TO/2006) De acordo com as regras de alfabetação, a 
sequência a seguir está correta.
Barros, Antonio de Souza (Promotor)
Fagundes, Paulo de Almeida (Desembargador)
Gonçalo, Reginaldo da Silva (Procurador)
Lima, Pedro Antonio de Araújo (Procurador)
143. 143. (Q605296/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANS/TÉC.ADM/2005) Considerando as regras de 
alfabetação está correta a sequência abaixo.
Andrade, Sibelius de
Barbosa, Rodolfo de Campos
Júnior, Pedro de Alcântara
Lima, Bernardete Barbosa
144. 144. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-EGPA/2005) O arquivamento de documentos a partir 
dos nomes de seus autores obedece a um conjunto de regras denominadas regras de 
alfabetação. Assinale a opção que, a partir dos nomes dados, apresenta proposta incorreta 
de arquivamento.
a) Nomes:
Camilo Castelo Branco
Paulo Monte Verde
Arquivamento:
Branco, Camilo Castelo
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Verde, Paulo Monte
b) Nomes:
João Barbosa
Paulo Santos
Arquivamento:
Barbosa, João
Santos, Paulo
c) Nomes:
Marilda Teixeira
Aníbal Teixeira
Arquivamento:
Teixeira, Aníbal
Teixeira, Marilda
d) Nomes:
Jonas Vieira
J. Vieira
Arquivamento:
Vieira, J.
Vieira, Jonas
e) Nomes:
Pedro de Almeida
Lúcia da Câmara
Arquivamento:
Almeida, Pedro de
Câmara, Lúcia da
145. 145. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) A sequência 
alfabética a seguir não está de acordo com as regras de alfabetação para arquivamento de nomes.
– Filho, Manoel Arantes
– Júnior, Pedro Pereira
– Sobrinho, José Vieira.
146. 146. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) A estrutura 
hipotética de arquivo descrita a seguir está de acordo com as regras de alfabetação.
– Araújo, Professor José de
– Júnior, Coordenador Afonso
– Lima, Diretor Pedro de
– Menezes, Paulo César de.
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147. 147. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) Segundo as regras de alfabetação, a titulação 
é um elemento a ser considerado ao se adotar o método de arquivamento alfabético.
148. 148. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) Considere que o TRE-MT adotará 
o método de arquivamento alfabético e fará uso das regras de alfabetação. Assinale a opção 
cujo nome está representado corretamente.
a) Neto, Antonio Pereira de Souza
b) de Camargo, Luisa Maria Pontes
c) Branco, Solange Ribeiro Castelo
d) Sato, Akiko Yamamoto
e) Muller, Paul
149. 149. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.SERV.GERAIS/2005) No método básico 
alfabético, os graus de parentesco não são considerados na ordenação, mesmo sendo 
considerados parte integrante do último sobrenome, salvo quando servirem de elemento 
de distinção.
150. 150. (Q151402/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Os autores espanhóis deverão ser arquivados do seguinte modo: Molinero, Pacco Baños e 
Oviedo, Francisco Carbalhal.
151. 151. (Q151403/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duaspessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
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Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Entre as pessoas com sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome. Assim, 
na hipótese apresentada, o correto seria arquivar Lobos, João Villa antes de Lobos, Otávio 
Villa.
152. 152. (Q151404/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
No arquivo, primeiro virá Juvenal de Almeida e depois Marcelo da Câmara, pois os artigos e 
preposições como o “de” e o “da” não são considerados no momento de classificar o artigo 
pelo método alfabético.
153. 153. (Q151405/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
No que concerne à classificação dos orientais, Li Yutang vem antes de Yoshi Matsue.
154. 154. (Q151406/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
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graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Nos locais em que aparecem três pessoas com sobrenome Santos, a classificação será na 
seguinte ordem: primeiro Santos, J., pois a inicial abreviada terá preferência às demais, 
independentemente de qual seja o nome abreviado; em segundo, Santos, Jonas dos; e o 
terceiro será Santos, José dos.
155. 155. (Q151407/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Na situação descrita, deve-se classificar Filho, Pedro Carvalho antes de Neto, Antônio Almeida.
156. 156. (Q945517/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Nos nomes de pessoas 
físicas, considera-se o último sobrenome e depois o prenome.
157. 157. (Q945521/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) No caso de sobrenomes 
iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome.
158. 158. (Q945518/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Sobrenomes compostos 
de um substantivo e um adjetivo ou ligados por hífen não se separam.
159. 159. (Q945519/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Artigos, conjunções e 
preposições, tais como a, o, de, d’, da, do, e, um, uma, são considerados para a ordenação.
160. 160. (Q945520/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Os sobrenomes que 
exprimem grau de parentesco, como Filho, Júnior, Neto, Sobrinho, não são considerados 
parte integrante do último sobrenome.
161. 161. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INFRAERO/1997) Considere os seguintes nomes próprios.
I – Henrique Viana Neto
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II – Antônio Almeida Filho
III – Henrique Vianna
IV – Washington Bayle Júnior
V – Paulo Ribeiro Sobrinho
VI – Washington Baily
Assinale a opção que apresenta, em arquivística, a ordenação alfabética correta.
a) II – I – III – V – VI – IV
b) II – VI – IV – V – I – III
c) VI – II – IV – I – V – III
d) VI – IV – II – V – III – I
e) II -IV – VI – V – III – I
162. 162. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INFRAERO/1997) Considere os seguintes nomes de firmas, 
empresas e instituições:
I – EMBRATEL
II – A COLEGIAL
III – COMPANHIA PROGRESSO LTDA.
IV – BARBOSA LIMA & CIA.
V – THE LIBRARY OF CONGRESS
VI – FUNDAÇÃO CIDADE DA PAZ
Em arquivística, a ordenação alfabética correta é:
a) IV, III, II, I, VI, V.
b) II, IV, III, I, VI, V.
c) II, III, IV, I, V, VI.
d) IV, II, III, I, VI, V.
e) III, II, IV, I, VI, V.
Método Geográfico
163. 163. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) O método geográfico consideranos arquivos. 
O mais tradicional é o arquivo de gavetas, onde os documentos são armazenados, geralmente, 
em pastas suspensas. É utilizado, quase sempre, nos arquivos correntes e é bastante prático 
na busca dos documentos.
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Arquivo de gavetas
Outro modelo de arquivo é aquele destinado a guardar documentos em formato de 
ficha, sendo, portanto, chamado de fichário. Com o advento dos sistemas informatizados, 
perderam muito do status que possuíam anos atrás, sendo hoje bem menos utilizados, mas 
ainda é possível encontrá-los em instituições que se utilizam de fichas em seu dia a dia. 
Você já deve ter visto este modelo em academias, clínicas ou até mesmo em bibliotecas 
que ainda não foram informatizadas.
Arquivo fichário
Os arquivos deslizantes, por sua vez, são formados por fileiras de estantes agrupadas 
sobre trilhos, de forma que possam deslizar e permitam a abertura na estante onde se deseja 
colocar ou buscar o documento. É uma alternativa para otimizar o espaço do ambiente, mas 
é relativamente cara, tanto na instalação quanto na manutenção, o que exige um estudo 
detalhado para verificar sua aplicabilidade. Geralmente é adotada em empresas que não 
dispõe de outro espaço para guardar seus documentos.
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Arquivos deslizantes
Na prática, qual o melhor modelo de pasta ou de arquivo? Depende do material a ser 
arquivado (papel, mídia digital, fitas de vídeo...), do tamanho dos documentos e até mesmo 
da frequência de uso destes. O responsável pelo arquivamento deve analisar todos estes 
aspectos para definir a melhor embalagem e o melhor mobiliário para cada situação.
1 .2 . TiPOS DE ArquivAMENTO1 .2 . TiPOS DE ArquivAMENTO
Quando acondicionados e armazenados, os documentos podem ser guardados em 
dois tipos de arquivamento, de acordo com a forma como estão posicionados: vertical ou 
horizontal.
1 .2 .1 . ArquivAMENTO vErTiCAl
Neste tipo de arquivamento, os documentos são colocados lado a lado, um atrás do 
outro (na posição vertical, como o nome diz). Tem como vantagem facilitar a busca ao 
documento, pois é possível retirar aquele desejado sem retirar os outros do arquivo; no 
entanto, acaba por prejudicar a conservação dos documentos, pois o papel tende a amassar 
quando guardado desta forma.
É altamente recomendado nos arquivos correntes, onde a busca dos documentos é mais 
frequente, tanto é que as pastas suspensas e as pastas A-Z, mais utilizadas nesta idade, adotam 
este tipo de arquivamento. Também é largamente utilizado nos arquivos intermediários, 
onde as caixas de arquivo são armazenadas desta forma.
Exemplo de arquivamento vertical
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1 .2 .2 . ArquivAMENTO HOriZONTAl
Neste tipo de arquivamento, os documentos são colocados uns sobre os outros, formando 
pilhas de documentos. Apesar de conservar melhor os documentos, acaba por dificultar a 
busca a eles, uma vez que, para pegar qualquer documento, há a necessidade de remover 
os outros que estão por cima dele.
Exemplo de arquivamento horizontal
Este tipo de arquivamento é recomendado para os arquivos permanentes, onde a 
preservação do documento é extremamente importante, devido ao valor histórico da 
documentação. Também é recomendado para documentos de grandes dimensões, como 
mapas e plantas.
Para variar um pouco, o examinador costuma misturar vantagens e aplicações dos dois 
tipos de arquivamento. Muito cuidado com isso na sua prova.
Como vimos em anterior, o procedimento de colocar os documentos em embalagens 
que o ajudam a protegê-lo é chamada de acondicionamento. O procedimento de colocar 
o documento, acondicionado ou não, no mobiliário apropriado, de acordo com suas 
características físicas é chamado de armazenamento. Uma vez acondicionado e armazenado, 
podemos dizer que o documento está devidamente arquivado. Ou seja, acondicionamento 
+ armazenamento = arquivamento.
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1.3. GUIA-FORA1.3. GUIA-FORA
Se você achou estranho o nome, não se assuste, é algo bastante comum nos arquivos 
e de fácil entendimento. Guia-fora nada mais é do que um formulário preenchido com os 
dados do documento desarquivado, colocado no lugar dele, para indicar sua localização e 
facilitar o rearquivamento.
Dessa forma, quando o documento sai do arquivo, fica esta guia no lugar dele, daí o 
nome guia-fora (indicador do que está fora do arquivo). Você já deve ter visto esta situação 
em uma locadora, por exemplo, quando o funcionário coloca dentro da capa do filme a via 
contendo os dados do cliente, para indicar quem está com o filme e o prazo de devolução. 
Esta guia é importante, principalmente, para arquivos que não tem controle informatizado 
de empréstimo de documentos.
1 .4 . MÉTODOS DE ArquivAMENTO1 .4 . MÉTODOS DE ArquivAMENTO
Métodos de arquivamento são as maneiras que podemos utilizar para colocar os 
documentos em ordem dentro do arquivo. Existem diversas formas de ordenação aplicadas 
aos arquivos, e cada uma delas tem uma terminologia técnica e algumas regras para a 
sua utilização. Estas regras são abordadas na bibliografia arquivística (mais uma vez pela 
nossa amiga Marilena Leite Paes, em sua obra, Arquivo: teoria e prática, na qual dedicou 
um capítulo para este assunto).
Na minha experiência como professor de cursinho há mais de uma década, percebo que 
este é um assunto que não costuma agradar os alunos, devido ao grande número de regras. 
De qualquer forma, é bom ressaltar que é um assunto muito cobrado e que, portanto, você 
deve dar especial atenção a ele, apesar de tudo. Tentarei buscar exemplos práticos de cada 
um, a fim de tornar o entendimento o menos cansativo possível.
Para facilitar, vamos começar apresentando um esquema do que iremos trabalhar, onde 
podemos verificar os métodos de arquivamento aplicados aos arquivos.
Decimal (limitado a 10 áreas)
Duplex (classes ou áreas ilimitadas)
Unitermo ou indexação coordenada
Métodos 
Básicos 
de 
Arquivamento
Alfabético (por nome)
Geográfico (por local ou procedência)
Numérico
Numérico
Simples (pelo número do documento)
Cronológico (por data)
Dígito-terminal (pelos dois últimos algarismos)
Alfabético
Ideográfico
Dicionário (em um único nível)
“ Enciclopédico (níveis hierarquizados)
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a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-sea procedência 
do documento para a realização de seu arquivamento.
164. 164. (Q710861/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) De acordo com o método 
geográfico de ordenação, as pastas devem ser distribuídas pela procedência dos documentos.
165. 165. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A ordem geográfica prevê que os verbetes 
sejam ordenados por temas.
166. 166. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) Na ordenação geográfica, caso o principal elemento 
de identificação seja cidade e não o estado, a capital deve ser destacada.
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167. 167. (Q775449/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/AG.ADM/2010) Considere que os documentos 
de um determinado setor da DPU estejam organizados com base na procedência ou local. 
Nessa situação, o método de arquivamento adotado denomina-se
a) por assunto.
b) onomástico.
c) geográfico.
d) ideográfico.
e) alfabético.
168. 168. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Na disposição das pastas do arquivo, 
quando o elemento de identificação é a cidade e não o estado, deve-se observar a ordem 
alfabética por cidades, com especial destaque para a capital.
169. 169. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) O método geográfico é muito preciso, 
mas tem aplicações muito específicas, uma vez que está embasado na identificação de 
características geográficas, como bacias hidrográficas, cadeias de montanhas, planícies, 
planaltos, flora e fauna.
170. 170. (Q373506/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) A ordenação geográfica, que 
é típica do sistema direto, tem como elemento principal o correspondente.
171. 171. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/AG.ADM/2008) No arquivamento de documentos 
cujo principal elemento seja a procedência, é correta a seguinte ordenação.
MINAS GERAIS: Belo Horizonte /Ouro Preto /Uberlândia
PARANÁ: Curitiba /Londrina /Paranaguá
172. 172. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Quando se organiza um arquivo por estados da 
Federação, as capitais são ordenadas alfabeticamente como qualquer outra cidade, mas 
quando o principal elemento de identificação é a cidade e não o estado da Federação, as 
capitais devem ser alfabetadas em primeiro lugar.
173. 173. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Na correspondência com outros países, as pastas 
devem ser alfabetadas, em primeiro lugar, pelo país, em ordem alfabética. Dentro de cada 
país, primeiro virá a capital. As pastas das demais cidades serão alfabetadas em ordem 
alfabética, após as respectivas capitais dos países a que se referem.
174. 174. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método geográfico de arquivamento de 
documentos é o método indicado quando o principal elemento a ser considerado em um 
documento é a procedência.
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175. 175. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) Em um arquivo que contenha uma pasta para 
cada uma das cidades do estado de Roraima, se o método adotado para a classificação das 
pastas for o alfabético, deve-se observar a ordem alfabética por cidades, havendo destaque 
especial para Boa Vista, por ser a capital do estado, cuja pasta será a primeira.
176. 176. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) O método de ordenação dos documentos a partir 
do uso do nome da cidade ou de um estado é conhecido como Duplex.
177. 177. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) Na adoção do método de 
arquivamento geográfico em que o elemento diferenciador seja a unidade da federação, 
na sequência são ordenadas as capitais, seguidas dos demais municípios.
178. 178. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.SERV.GERAIS/2005) No método 
geográfico, quando se adota a ordenação geográfica – nome do estado, cidade e correspondente 
–, as capitais devem ser alfabetadas em primeiro lugar, por estado, independentemente da 
ordem alfabética em relação às demais cidades, que deverão estar dispostas após as capitais.
179. 179. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento geográfico 
considera a data do documento como elemento principal.
180. 180. (Q945523/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) O método geográfico de 
arquivamento tem como elemento principal a procedência ou local.
MÉTODO NuMÉriCO
181. 181. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento numérico simples permite que o número de uma pasta seja reaproveitado, 
caso essa fique vaga.
182. 182. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento numérico cronológico apresenta a numeração anotada na pasta.
183. 183. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento dígito-terminal pode ocasionar aumento de erros de arquivamento.
184. 184. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
numérico simples permite que o número de uma pasta seja reaproveitado, caso essa 
fique vaga.
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185. 185. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
numérico cronológico apresenta a numeração anotada na pasta.
186. 186. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
dígito-terminal pode ocasionar aumento de erros de arquivamento.
187. 187. (Q2244825/CESPE-CEBRASPE/UNB/TELEBRAS/ASSIST.ADM/2022) O método de 
arquivamento numérico simples utiliza como elementos de busca o número e a data do 
documento.
188. 188. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) No método de arquivamento numérico simples, 
a ordenação é orientada pelo número do documento.
189. 189. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) O método de arquivamento numérico 
simples, além da ordem numérica, considera a data em que o documento foi produzido.
190. 190. (Q423326/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2011) Por meio do método 
Variadex, atribui-se um número ao documento, em ordem crescente, de acordo com a 
entrada deste no arquivo.
191. 191. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A atribuição de um número a cada 
correspondente (pessoa física ou pessoa jurídica) obedecendo à ordem de entrada ou de 
registro, sem qualquer preocupação com a ordenação alfabética, é característica do método 
numérico simples. Uma possível atribuição por esse método é apresentada a seguir:
Pasta 1 – Moreira, Marina;
Pasta 2 – Aarão, João Bosco;
Pasta 3 – Alves, Flávio José.
192. 192. (Q279183/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) O método numérico simples 
determina a numeração sequencial dos documentos, dispondo os números em três grupos 
de dois dígitos cada um. Por exemplo: 52-63-19.
193. 193. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) O método numérico cronológico leva 
em consideração a ordem numérica e a procedência do documento.
194. 194. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) Uma representação correta do método 
numérico simples é 22-93-17.
195. 195. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método numérico é o que dispõe todas as 
pastas e documentos de um arquivo em sequência numérica crescente, independentemente 
do arranjo alfabéticoe obedecendo à ordem de entrada.
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196. 196. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método numérico simples constitui-se na 
atribuição de um número e de uma letra a cada documento de pessoa física ou jurídica.
197. 197. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método numérico cronológico estabelece a 
ordenação das pastas ou documentos de acordo com a numeração e com a data.
198. 198. (Q339621/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) O método 
numérico simples atribui um número a cada pasta de cliente (pessoa física ou jurídica), 
obedecendo à ordem de entrada ou de registro, sem qualquer preocupação com a ordenação 
alfabética.
199. 199. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-AC/2006) Dígito-terminal é um método cronológico 
utilizado para a ordenação das classes e subclasses.
200. 200. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) Simples e dígito-
terminal são métodos numéricos de arquivamento.
201. 201. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) O método de arquivamento 
dígito-terminal apresenta como desvantagem a lentidão na recuperação da informação.
202. 202. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.SERV.GERAIS/2005) Método numérico 
simples cronológico ou método dígito-terminal corresponde à atribuição de um número 
a cada correspondente ou cliente, obedecendo-se à ordem de entrada ou registro, sem 
preocupação com a ordenação alfabética.
203. 203. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento numérico 
pode ser dividido em numérico simples, cronológico ou dígito-terminal.
204. 204. (Q945524/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) A ordenação cronológica 
não faz parte dos métodos numéricos de arquivamento.
205. 205. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2004) No método numérico simples, a 
recuperação da informação obedecerá ao número atribuído ao documento.
MÉTODO IDEOGRÁFICO
206. 206. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento por assunto apresenta baixa complexidade.
207. 207. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
por assunto apresenta baixa complexidade.
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208. 208. (CESPE-CEBRASPE/PGDF/TÉC.ADM/2021) No método ideográfico de arquivamento 
utilizam-se o assunto e a data como elementos de recuperação da informação.
209. 209. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) A aplicação do método ideográfico de 
arquivamento é considerada complexa.
210. 210. (Q710863/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O método de arquivamento 
por assunto é aplicado exclusivamente aos documentos de arquivo acumulados pelas 
atividades-meio da organização.
211. 211. (Q611192/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/TÉC.SUP.ADM/2013) O método de 
classificação de documentos por assunto é dependente de interpretação arquivística, o 
que o torna, portanto, um método de difícil aplicação.
212. 212. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) Analisada determinada situação arquivística, 
optou-se por uma metodologia de arquivamento por assunto. Assinale a opção que identifica 
o método de arquivamento por assunto.
a) numérico-cronológico
b) alfabético
c) ideográfico
d) variadex
e) dígito-terminal
213. 213. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) A ordenação por assunto não tem regras ou 
métodos evidentes.
214. 214. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) O método de arquivamento por assunto não é 
de fácil aplicação, visto que a definição do local de arquivamento depende da interpretação 
dos documentos.
215. 215. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) O método de arquivamento por assunto 
deve, pela sua característica, ser aplicado exclusivamente aos documentos que se refiram 
às atividades fim ou específica da organização.
216. 216. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A criação de pastas para o arquivamento 
de documentos a partir dos temas relacionados a atividades desenvolvidas no setor de 
trabalho indica o uso do método ideográfico.
217. 217. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) O método temático tem como eixo a identificação 
de temas ou assuntos presentes, explicitamente ou não, nos documentos. Esse método 
deve ser utilizado combinado com o alfabético, que serve para ordenar os temas elencados.
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218. 218. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenamento considerados 
mais eficientes é o ideográfico, no qual os documentos recebem números dispostos em 
três grupos de dois dígitos cada um, que são lidos da direita para a esquerda, formando 
pares. Nesse caso, o arquivamento é feito considerando um grupo de cada vez.
219. 219. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPS/2010) No método de arquivamento ideográfico, os 
documentos são classificados de acordo com a data.
220. 220. (Q373507/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) Pastas de um arquivo 
classificadas como acordos, convênios, correspondências, relatórios, processos, formulários 
e guias são exemplos da utilização do método de arquivamento por assunto.
221. 221. (Q373508/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) É possível encontrar vários 
esquemas padronizados de classificação por assunto em arquivos, entre eles o esquema 
dígito-cronológico.
222. 222. (Q275380/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2009) A divisão da documentação 
em classes, conforme os temas, caracteriza o método de arquivamento dígito-terminal.
223. 223. (Q275381/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2009) O método de arquivamento 
por assunto depende da interpretação dos documentos e de um amplo conhecimento das 
atividades organizacionais.
224. 224. (Q341062/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-DF/ASSISTENTE/2008) Os diretórios e 
subdiretórios existentes em um computador têm o mesmo papel das gavetas e pastas de 
um arquivo vertical de aço.
225. 225. (Q339623/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A organização 
do arquivo corrente com pastas intituladas atas, correspondência recebida e expedida, 
contratos, acordos, fax, pareceres etc. corresponde a uma classificação por assunto.
226. 226. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2005) A classificação por assunto é utilizada com o 
objetivo de agrupar os documentos sob um mesmo tema e agilizar sua recuperação.
227. 227. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-AL/2004) No método de arquivamento ideográfico, o 
principal elemento a ser adotado para a recuperação da informação é o assunto.
MÉTODOS IDEOGRÁFICOS ALFABÉTICOS
228. 228. (Q279184/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) No arquivamento por 
assunto, pode ser adotado o método alfabético ou o método numérico. O método alfabético 
deve ser aplicado quando o volume e a diversidade de assuntos da documentação a ser 
arquivada forem pequenos.
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229. 229. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) Na classificação alfabética por assunto, 
os arquivos serão organizados conforme a data de entrada do assunto.
230. 230. (Q553202/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) Considere que uma empresa 
organiza seus documentos em pastas, separando-os por assunto em ordem alfabética. 
Neste caso, os documentos relativos a férias devem se localizar após dos documentos 
relativos a diárias e antes daqueles que tratam de transferência.
231. 231. (Q553204/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) Considere que uma empresa 
organiza seus documentos em pastas, separando-os por assunto em ordem alfabética. 
Caso seja acrescentada, em determinado momento, uma pasta relativa a nomeações, essa 
pasta deverá ser colocada no último item do arquivo, até que nela sejam inseridos todos 
os documentos relacionados assunto.
232. 232. (Q623039/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2005) No método alfabético 
dicionário, os temas obedecem a uma rigorosa ordem alfabética e apresentam-se de 
maneira hierarquizada, obedecendo a um título genérico.
MÉTODOS IDEOGRÁFICOS NUMÉRICOS
233. 233. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento duplex e o decimal são opostos.
234. 234. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
duplex e o decimal são opostos.
235. 235. (Q1879538/CESPE-CEBRASPE/UNB/APEX-BRASIL/ASSIT.APOIO. ADM/2021) No método 
duplex para arquivamento, os documentos
a) são numerados sequencialmente e os números são dispostos em três grupos de dois 
dígitos.
b) são agrupados em ordem numérica e por data.
c) recebem um número obedecendo a ordem de entrada ou do registro.
d) são divididos em classes, conforme os assuntos, partindo-se do gênero para a espécie 
e desta para a minúcia.
236. 236. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNPRESP-JUD/2016) O método de arquivamento decimal é 
aplicado quando a documentação é dividida em classes, conforme os assuntos, partindo-se 
do gênero para a espécie e desta para os detalhes da documentação.
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237. 237. (Q710864/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O método duplex é utilizado 
na classificação ideográfica dos documentos.
238. 238. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) Uma vantagem do método duplex sobre o 
método decimal é a possibilidade de abrir novas classes de acordo com a necessidade da 
instituição.
239. 239. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) Por meio do método de arquivamento decimal, é 
atribuído, para cada documento, ou grupo de documentos, um número em ordem crescente.
240. 240. (Q446465/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) A existência de pastas separadas 
de ofícios, memorandos, relatórios, projetos indica a utilização do método decimal de 
classificação.
241. 241. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) Por meio do método de arquivamento decimal, é 
atribuído, para cada documento, ou grupo de documentos, um número em ordem crescente.
242. 242. (Q279185/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) Uma das vantagens 
apresentadas pelo método duplex de arquivamento é a possibilidade ilimitada de classes 
de documentos.
243. 243. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) O método decimal é um método 
numérico ideográfico.
244. 244. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) Uma das vantagens apresentadas pelo método 
de arquivamento duplex é a possibilidade de criação de classes ilimitadas.
245. 245. (Q623035/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2005) Uma das vantagens do 
método de arquivamento duplex é que ele possibilita a criação de uma infinidade de classes.
246. 246. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) O método de arquivamento 
duplex apresenta como desvantagem à definição de apenas dez classes.
247. 247. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) O método de arquivamento 
numérico decimal possibilita a criação de mais de 10 classes.
248. 248. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TERRACAP/2004) O método decimal possibilita a expansão 
ilimitada de subdivisões.
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249. 249. (Q995331/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2004) O sistema numérico duplex 
tem como característica a distribuição de números aos assuntos principais na ordem em 
que são selecionados e arranjados. Números apensos são atribuídos às subclasses, como 
apresentado a seguir.
2 Comunicações
2-2 Correio
2-2-1 Franquia
250. 250. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PREF.BOA VISTA-RR/2004) No Brasil, com o crescimento 
quantitativo dos documentos e da variedade de assuntos, passou-se a subdividir os 
assuntos principais, criando cabeçalhos subordinados a outros de valor mais amplo. O 
sistema numérico-duplex, adotado para melhorar o trato documental em repartições 
que acumulavam muitos documentos, atribui um número na ordem em que os assuntos 
principais são selecionados e arranjados. Números apensos são atribuídos às subclasses, 
como por exemplo:
2 Comunicações
2-2 Correio
2-2-1 Franquia.
251. 251. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJDFT/ANALISTA JUD.ARQUIVOLOGIA/2000) O método dúplex 
é um dos métodos de arquivamento existentes, do qual um arquivista poderá fazer uso, na 
organização de um acervo arquivístico. Na arquivística, o método dúplex é normalmente 
representado pela codificação
a) 641.4.
b) 64.14.
c) 6.414.
d) 64-14.
e) 6-4-1-4.
PLANO DE CLASSIFICAÇÃO
252. 252. (Q2820004/CESPE-UNB-CEBRASPE/CNMP/AP.TÉC.ADM/2023) A classificação de um 
documento de arquivo é feita a partir da função que esse documento tem.
253. 253. (Q2820006/CESPE-UNB-CEBRASPE/CNMP/AP.TÉC.ADM/2023) A atividade de classificação 
é posterior à avaliação dos documentos.
254. 254. (Q2352837/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPDF/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2022) A classificação 
de documentos de arquivo é resultado da identificação do documento com a atividade e 
função que lhes deu origem.
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255. 255. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPE-RO/TÉC.ADM/2022) A ordenação intelectual e física de 
acervos baseada na hierarquia das informações é conhecida como:
a) destinação de documentos.
b) gestão de documentos.
c) registro de documentos.
d) recebimento de documentos.
e) classificação de documentos.
256. 256. (Q2364033/CESPE-CEBRASPE/UNB/MC/ATIV.TEC.SUP.NIV. SUPERIOR/2022) A 
classificação dos documentos de arquivo deve ser feita com base nas funções e atividades 
que os geraram.
257. 257. (Q2249717/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) No caso dos arquivos, 
a classificação de documentos tem como objetivo a organização dos documentos.
258. 258. (Q2249717/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) No caso dos arquivos, 
a classificação de documentos restringe o conhecimento da entidade produtora dos 
documentos.
259. 259. (Q2249717/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) No caso dos arquivos, 
a classificação de documentos não apresenta produtos como resultado.260. 260. (Q2249717/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) No caso dos arquivos, 
a classificação de documentos gera eficiência nos serviços arquivísticos, sem, contudo, 
influenciar na transparência do acervo.
261. 261. (Q2456619/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) No caso dos arquivos, a 
classificação de documentos tem como objetivo a organização dos documentos.
262. 262. (Q2456619/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) No caso dos arquivos, 
a classificação de documentos restringe o conhecimento da entidade produtora dos 
documentos.
263. 263. (Q2456619/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) No caso dos arquivos, a 
classificação de documentos não apresenta produtos como resultado.
264. 264. (Q2456619/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) No caso dos arquivos, 
a classificação de documentos gera eficiência nos serviços arquivísticos, sem, contudo, 
influenciar na transparência do acervo.
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265. 265. (Q2470417/CESPE-CEBRASPE/PGE-RJ/TÉC.PROCESSUAL/2022) A classificação de 
documentos de arquivo deve basear-se no assunto do documento.
266. 266. (Q2601063/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) O instrumento para a 
classificação de documentos é denominado plano de destinação ou quadro de destinação.
267. 267. (Q2601065/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) A classificação de documentos 
de arquivo é realizada a partir da função ou atividade que originou os documentos.
268. 268. (Q2628631/CESPE-CEBRASPE/TRT 8ª REG-PA-AP/ANALISTA JUD. ARQUIVOLOGIA/2022) 
A classificação funcional está pacificada na literatura arquivística. Desde Schellenberg, nos 
anos 1950, há um entendimento de que a classificação de documentos de arquivos deve ser 
realizada de forma a agrupar os documentos pelas funções que lhes deram origem. Assinale 
a opção que contempla outra possibilidade de classificação (organização dos documentos), 
além da classificação funcional.
a) classificação por grau de sigilo
b) classificação estrutural ou organizacional
c) classificação por gênero documental
d) classificação por formato documental
e) classificação geográfica
269. 269. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AP/TEC.MIN.AUX.ADM/2021) Recomenda-se, de forma 
majoritária, que a classificação de documentos de arquivo seja baseada fundamentalmente
a) na estrutura orgânica da instituição.
b) no assunto dos documentos.
c) na espécie documental.
d) na função organizacional.
e) na tipologia documental.
270. 270. (Q1721506/CESPE-CEBRASPE/DPF/ESCRIVÃO/2021) A classificação de documentos 
do tipo estrutural é elaborada a partir das funções, atividades e tarefas.
271. 271. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PREF.BARRA DOS COQUEIROS-SE/AUX.ARQUIVO/2020) A 
classificação de documentos é uma atividade que deve retratar a vida das instituições, 
sendo fiel às suas estruturas e funções.
272. 272. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPC-PA/2019) A classificação de documentos de arquivo é 
determinada
a) pelo tema do documento.
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b) pelo assunto do documento.
c) pelas funções e atividades da instituição.
d) pelo ato de recebimento ou pela expedição.
e) pela pertinência do conjunto documental.
273. 273. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PE/2019) Plano de destinação é a denominação do 
instrumento utilizado na classificação de documentos no arquivo corrente.
274. 274. (Q1125283/CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAM/ANALISTA JUD. ARQUIVOLOGIA/2019) De 
acordo com a literatura arquivística, os instrumentos de classificação de documentos 
devem ser elaborados com base nas funções da instituição.
275. 275. (Q1125232/CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAM/ANALISTA JUD. ARQUIVOLOGIA/2019) Na 
gestão de documentos inserem-se o plano de classificação de documentos e a tabela de 
temporalidade, como instrumentos que viabilizam o desenvolvimento das atividades.
276. 276. (Q1009207/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/ESCRIVÃO/2018) A classificação de documentos 
de arquivo é realizada com a aplicação do código de classificação, instrumento que é 
preparado a partir das funções e das atividades que gerem os documentos.
277. 277. (Q1009308/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/PAPILOSCOPISTA/2018) A classificação 
estrutural, um dos tipos de classificação de documentos de arquivo, baseia-se na estrutura 
orgânica da entidade.
278. 278. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EBSERH/2018) Realizar o estudo de um documento mediante 
a leitura do assunto tratado é um procedimento adotado para realizar a classificação 
documental.
279. 279. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) Os documentos de arquivo são classificados de 
acordo com a sua função.
280. 280. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) A classificação dos documentos de arquivo é 
feita por meio do plano denominado plano de destinação.
281. 281. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) A ordenação numérica dos processos 
administrativos torna a classificação desses processos desnecessária.
282. 282. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MP-PI/2018) A classificação de um documento de arquivo 
deve ser feita no momento em que ele chega ao arquivo permanente.
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283. 283. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPU/2018) A classificação de documentos de arquivo é feita 
a partir do plano de classificação, que pode ser o mesmo utilizado na biblioteca do órgão.
284. 284. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPU/2018) Os documentos de arquivo devem ser classificados 
pela função e atividade que tenham motivado a criação do documento.
285. 285. (Q948354/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCMA/2018) A classificação de documentos de 
arquivo, para fins de organização e recuperação, é realizada com base na
a) espécie do documento.
b) expedição do documento.
c) tramitação do documento.
d) reformatação do documento.
e) função do documento.
286. 286. (Q957957/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2018) O instrumento utilizado 
para a classificação dos documentos de arquivo é o inventário analítico.
287. 287. (Q743213/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANVISA/TÉC.ADM/2016) Na gestão de documentos, 
a atividade arquivística de classificação atribui ao documento um código representativo 
do seu conteúdo informativo.
288. 288. (Q802152/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/ARQUIVISTA/2016) O plano de classificação é 
uma estrutura hierárquica e lógica, que vai do geral (classes) ao específico (subdivisões).
289. 289. (Q2213225/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/ANALISTA TÉC.ADM/2016) Os documentos 
eletrônicos devem ser avaliados de acordo com a tabela de temporalidade e classificados 
a partir do plano de classificação.
290. 290. (Q2072682/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/AUX.ADM/2016) A elaboração do plano ou do 
código de classificação dos documentos de arquivo da UnB exige conhecimento da relação 
entre as unidades, da organização e do funcionamento dos órgãos da universidade.
291. 291. (Q754876/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2014) A classificação de 
documentos de arquivo é utilizada para se permitir a organização desses documentos e 
seu acesso rápido quando necessário. Na ausência de umcódigo ou plano de classificação, 
pode-se utilizar o modelo padrão existente nas bibliotecas.
292. 292. (Q759316/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2014) A classificação de documentos 
de arquivo é feita em instituições públicas ou privadas, com base em um instrumento 
universal de classificação.
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293. 293. (Q710855/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) A classificação de 
documentos de arquivo é realizada após a aplicação da tabela de temporalidade de 
documentos.
294. 294. (Q710857/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O instrumento adequado 
para a classificação de documentos de arquivo é o código de classificação de documentos 
ou plano de classificação.
295. 295. (Q710869/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) A tabela de temporalidade 
de documentos de arquivo é o instrumento de gestão arquivística responsável pela organização 
dos documentos.
296. 296. (Q685144/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/ANALISTA ADM. ARQUIVOLOGIA/2013) A 
organização dos documentos de arquivo envolve a classificação dos documentos, sendo o 
plano ou código de classificação de documentos o instrumento utilizado para essa finalidade.
297. 297. (Q649676/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANS/TÉC.ADM/2013) Nem todos os documentos 
de arquivo precisam ser classificados. Essa operação é executada exclusivamente para os 
documentos de guarda permanente.
298. 298. (CESPE-CEBRASPE/UNB/BACEN/2013) Ao realizar a classificação de seus documentos 
a partir da tabela de temporalidade, uma instituição efetua a gestão da informação.
299. 299. (Q700738/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/ESCRIVÃO/2013) O instrumento elaborado 
para a classificação dos documentos de arquivo é o plano de destinação de documentos.
300. 300. (Q677763/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ARQUIVISTA/2013) A classificação dos 
documentos de arquivo é feita a partir da transferência dos documentos ao arquivo 
intermediário.
301. 301. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MI/2013) Os documentos de arquivo devem ser classificados 
a partir de um código ou plano de classificação de documentos baseado nas funções e 
atividades desenvolvidas no órgão de onde se originam.
302. 302. (Q690413/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCDF/ESCRIVÃO/2013) A classificação de documentos 
de arquivo é realizada a partir de um instrumento específico para essa tarefa denominado 
tabela de temporalidade.
303. 303. (Q611191/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/TÉC.SUP.ADM/2013) O instrumento 
arquivístico empregado para a correta classificação de documentos é intitulado plano de 
destinação.
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304. 304. (Q611193/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/TÉC.SUP.ADM/2013) O reconhecimento 
da espécie documental é um elemento fundamental para a correta classificação de um 
documento de arquivo.
305. 305. (Q610871/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA GEST. LOGÍSTICA/2013) O objetivo 
da classificação é manter, no mesmo arquivo, documentos que têm assuntos semelhantes.
306. 306. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2013) Para a concepção 
de planos de classificação, é indispensável a realização de um levantamento a respeito das 
estruturas, funções e atividades da organização na qual o arquivo está localizado.
307. 307. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STF/2013) A classificação de documentos tem um instrumento 
específico para ser realizada nos arquivos, que é denominado plano de destinação.
308. 308. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TCE-RO/2013) A classificação dos documentos de arquivo é 
feita a partir da análise da função do documento.
309. 309. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A classificação de documentos arquivísticos
a) é a ação física de acondicionar os documentos a partir do plano de classificação.
b) é determinada pelas espécies de documentos.
c) deve ignorar os princípios da proveniência e de respeito à ordem original.
d) é uma atividade intelectual voltada para o agrupamento dos documentos a partir das 
funções e atividades geradoras desses documentos.
e) é a disposição dos documentos dentro das divisões estabelecidas no instrumento de 
descrição.
310. 310. (Q678178/CESPE-CEBRASPE/UNB/MPU/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2013) Uma das 
referências para a recuperação da informação nos arquivos correntes é o plano de classificação.
311. 311. (Q628795/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/ASSIST.ADM/2013) A classificação de 
documentos de arquivos pode ser feita com o instrumento de classificação utilizado em 
uma biblioteca.
312. 312. (Q628794/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/ASSIST.ADM/2013) O elemento que indica 
que um documento de arquivo foi classificado é o seu número de protocolo.
313. 313. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPRF/2012) Classificar um documento é estabelecer uma 
classe com documentos de características semelhantes, identificadas por um título.
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314. 314. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) Enquanto o plano de classificação está associado 
à classificação, a tabela de temporalidade relaciona-se à avaliação. Esses instrumentos são 
independentes e, portanto, não se complementam.
315. 315. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJ-AL/2012) O código ou plano de classificação é um instrumento 
de classificação de documentos que
a) é conhecido como arranjo no arquivo intermediário.
b) é restrito aos documentos com valor secundário.
c) é conhecido como plano de destinação no arquivo corrente.
d) deve ser aplicado para todos os suportes documentais.
e) deve ser aplicado apenas em arquivo corrente.
316. 316. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJ-AL/2012) Com relação à classificação de documentos 
de arquivo, a literatura especializada designa que documentos devem ser organizados de 
acordo com
a) as funções e as atividades que os geraram.
b) o ato de recebimento e(ou) expedição.
c) as espécies documentais.
d) os assuntos principais.
e) a sua destinação.
317. 317. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJRR/2012) A classificação de documentos de arquivo deve 
ser realizada de acordo com o Código Decimal Universal.
318. 318. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) O código de classificação de documentos de 
arquivo é aplicado a partir da transferência do documento do arquivo corrente para o 
arquivo intermediário.
319. 319. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) O processo de elaboração do código de classificação 
de documentos de arquivo estabelece relação direta com as funções e as atividades 
desenvolvidas no órgão ou na empresa.
320. 320. (Q435415/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2011) A classificação de 
documentos, que deve ser realizada por servidores treinados, consiste na leitura de cada 
documento, com vistas à verificação de sua procedência, e na confecção de uma capa para 
acondicioná-lo, onde conste a sigla da unidade de origem desse documento.
321. 321. (Q423322/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2011) Aplica-se o código de 
classificação exclusivamente em arquivos permanentes, pois somente neste tipo de arquivo 
essa classificação facilita o acesso aos documentos.
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322. 322. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-ES/2011) Os documentos de arquivo devem ser classificados 
de acordo com um plano de classificação ou código de classificação.
323. 323. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJ-ES/2011) A classificação de documentos de arquivo leva 
em consideração três elementos: a ação a que os documentos se referem; a estrutura do 
órgão que produz e(ou) recebe os documentos e o assunto desses documentos.
324. 324. (Q558232/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) O plano de classificação é 
considerado um dos instrumentos básicos para a gestão de documentos.
325. 325. (Q775448/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/AG.ADM/2010) O instrumento auxiliar adotado 
na gestão de documentos que possibilita o arquivamento e, posteriormente, a recuperação 
desses documentos denomina-se plano de
a) descarte
b) retenção
c) arquivamento
d) avaliação
e) classificação
326. 326. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INMETRO/2010) Os títulos das unidades de classificação devem 
refletir as funções ou as atividades ou as operações às quais se relacionam.
327. 327. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INMETRO/2010) O esquema de classificação é um dos primeiros 
instrumentos de acesso às informações e aos documentos.
328. 328. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA GEST.LOGÍSTICA/2010) A classificação de 
documentos de arquivo, independentemente da missão, da organização e das suas funções, 
é predeterminada, de forma que uma mesma classificação é adotada em qualquer tipo de 
organização.
329. 329. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MMA/2009) O código de classificação deve ser anotado na 
primeira folha do documento.
330. 330. (Q599777/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/SEC.EXECUTIVO/2009) A classificação de 
documentos de arquivo é feita, geralmente, a partir de funções e(ou) atividades desenvolvidas 
nas organizações que acumulam (produzem ou recebem) os documentos.
331. 331. (Q307956/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ANALISTA TÉC. ARQUIVOLOGIA/2008) 
Conhecer a organização acumuladora de documentos, sua missão, suas funções e atividades 
é o caminho para a elaboração de um instrumento de classificação.
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332. 332. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/2008) O código de classificação de documentos de 
arquivo é um instrumento de trabalho utilizado nos órgãos federais para classificar os 
documentos segundo as funções e atividades desempenhadas pelo órgão; reflete a hierarquia 
funcional, definida por meio de classes, subclasses, grupos e subgrupos; identifica espécies 
e tipos documentais, que são denominados genericamente assuntos, recebendo códigos 
numéricos que se relacionam à citada hierarquia funcional.
333. 333. (Q307931/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ANALISTA TÉC. ARQUIVOLOGIA/2008) O 
código decimal de Dewey, muito comum na organização de documentos arquivísticos, é 
um método adequado para a ordenação de processos administrativos.
334. 334. (Q556755/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) O plano de classificação 
usado pelo assistente administrativo deve ser elaborado por ele mesmo. Trata-se de um 
esquema de agrupamento de documentos em classes determinadas pela destinação, pelos 
suportes e pelos gêneros documentais. O código de classificação é composto pelo conjunto 
das identificações de cada classe.
335. 335. (Q556753/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) Quando um documento 
chegar ao arquivo sem ter recebido um código de classificação no setor de protocolo, o 
assistente administrativo deverá proceder à devida classificação. Para isso, ele precisa 
analisar o documento para poder enquadrá-lo, adequadamente, no plano de classificação 
dos documentos da instituição. Em seguida, ele deve registrar o código de classificação no 
documento.
336. 336. (Q621665/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/ANALISTA ADM. ARQUIVOLOGIA/2005) O 
plano de classificação é um instrumento básico na gestão das informações arquivísticas e 
começa a ser aplicado na segunda idade do ciclo vital dos documentos.
337. 337. (Q635868/CESPE-CEBRASPE/UNB/MCT/ANALISTA C&T.JR.ADM. EMPRESAS/2004) A 
classificação dos documentos, feita com base no plano de classificação da instituição, deve 
ocorrer no momento da produção documental.
338. 338. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2005) Cada organização deve elaborar seu próprio plano 
de classificação, de acordo com suas peculiaridades.
339. 339. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) A teoria arquivística 
preconiza que a forma de classificação das correspondências e dos demais documentos da 
PRG/DF deve obedecer a um plano de classificação.
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340. 340. (Q200741/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/PAPILOSCOPISTA/2004) Segundo Schellenberg, 
um sistema de arquivamento deve ter a qualidade de um sistema simples de assunto, 
flexível e que admita expansões.
341. 341. (Q131518/CESPE-CEBRASPE/UNB/TJBA/ENC.RECEPÇÃO/2003) A organização das 
correspondências e dos demais documentos acumulados pela instituição deve obedecer a 
um plano de classificação.
342. 342. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJDFT/ANALISTA JUD.ARQUIVOLOGIA/2000) Na terminologia 
arquivística, o esquema preestabelecido para armazenamento, ordenação e classificação 
de documentos é um conceito atribuído para a elaboração do plano de
a) ordenação.
b) destinação.
c) classificação.
d) arquivamento.
e) armazenamento.
343. 343. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/ANALISTA JUD.ARQUIVOLOGIA/1999) A análise das 
funções e atividades exercidas no âmbito de uma unidade organizacional e que tem por 
objetivo organizar a documentação das fases corrente e intermediária é representada pelo 
instrumento auxiliar denominado
a) código de assunto.
b) plano de classificação.
c) quadro de arranjo.
d) plano de gestão de documentos.
e) plano de destinação.
MÉTODOS DIRETOS /INDIRETOS
344. 344. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPE-RO/TÉC.ADM/2022) O sistema direto de arquivamento 
realiza busca com consulta prévia a instrumentos.
345. 345. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPE-RO/TÉC.ADM/2022) O sistema indireto de arquivamento 
faz a busca no local onde o documento está arquivado.
346. 346. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNPRESP-JUD/2016) O método geográfico de organização 
dos documentos é do sistema direto, e deve ser utilizado quando a procedência ou o local 
for o principal elemento a ser considerado na busca de um documento.
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347. 347. (Q710865/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O método de sistema 
direto facilita a operação de arquivamento dos documentos.
348. 348. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2013) No sistema direto 
de arquivamento de documentos,a busca pela informação depende essencialmente da 
utilização de instrumentos de pesquisa.
349. 349. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2013) Com relação à 
forma de busca de documentos, o método geográfico de arquivamento é classificado como 
integrante do sistema direto.
350. 350. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TCE-RS/2013) O método de arquivamento alfanumérico, que 
consiste na combinação de letras e números, pertence ao sistema indireto.
351. 351. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) Os documentos, no sistema numérico simples, 
são agrupados em sequência numérica, exigindo o índice alfabético remissivo.
352. 352. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A ordenação pelo sistema numérico cronológico 
determina que os documentos sejam organizados conforme sua sequência numérica, 
dispensando o índice alfabético remissivo.
353. 353. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) A ordenação numérica é método direto, pois a 
pesquisa ocorre exatamente no documento.
354. 354. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) A ordenação alfabética é método direto e utiliza o 
nome para dispor os documentos ou as pastas, sem a necessidade de instrumento auxiliar.
355. 355. (Q423327/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2011) No método numérico 
simples, um método de arquivamento do tipo direto, não se faz necessário consultar um 
índice para localizar o documento.
356. 356. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Uma desvantagem do método numérico de 
arquivamento é ser do sistema indireto, que implica a consulta a um índice ou a um código 
para localizar o documento.
357. 357. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) O método numérico simples é considerado 
direto, pois permite que a busca do documento seja feita diretamente no local onde se 
acha guardado.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
358. 358. (Q373504/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) A localização dos documentos 
de arquivo nos métodos de arquivamento do sistema direto depende de um índice ou de 
um código.
359. 359. (Q568919/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/SEC.EXECUTIVO/2009) O método alfabético faz 
parte de sistemas indiretos de arquivamento, e necessita de um índice para a localização 
dos documentos.
360. 360. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IBRAM/2009) O método numérico é um método de 
arquivamento indireto.
361. 361. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) Os métodos de arquivamento do 
sistema direto são aqueles que exigem a consulta de um índice ou de um código.
362. 362. (Q549049/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEPLAG-DF/AG.ADM/2009) O método numérico é 
um método de arquivamento indireto.
363. 363. (Q599778/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/SEC.EXECUTIVO/2009) O sistema direto 
de arquivamento é utilizado quando a consulta, feita no arquivo, dispensa o auxílio do índice.
364. 364. (CESPE-CEBRASPE/UNB/HEMOBRÁS/2008) Os métodos de arquivamento pertencem 
a dois grandes sistemas: direto e indireto. O método alfabético é considerado do sistema 
semidireto.
365. 365. (Q608091/CESPE-CEBRASPE/UNB/MCT/ASSIST.C&T/2008) Os métodos de arquivamento 
pertencem a dois grandes sistemas: direto e indireto. Sendo que o método alfabético é do 
sistema direto.
366. 366. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método alfabético é considerado um método 
indireto de arquivamento por não dispensar o uso de índice para localizar ou arquivar 
qualquer documento.
367. 367. (Q339620/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) O método 
alfanumérico é uma combinação de letras e números e faz parte do sistema semi-indireto.
368. 368. (Q623036/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2005) No método de arquivamento 
alfabético, adota-se a consulta de índices para a localização dos documentos.
369. 369. (Q623037/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2005) Os métodos de arquivamento 
decimal e duplex necessitam de adoção de um índice alfabético.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
370. 370. (Q623038/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2005) O método numérico simples 
é de consulta indireta pelo fato de adotar um índice onomástico para as atividades de 
arquivamento.
371. 371. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) Uma das desvantagens do método 
de arquivamento alfabético é a utilização de instrumentos auxiliares para a recuperação 
das informações.
372. 372. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) O método de arquivamento 
geográfico é considerado um método indireto de arquivamento.
373. 373. (Q995325/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2004) O método numérico simples 
de arquivamento é aquele no qual as pastas são ordenadas de acordo com o registro de 
entrada dos correspondentes. Também se usa índice alfabético remissivo para a codificação 
das pastas.
374. 374. (Q618129/CESPE-CEBRASPE/UNB/CERR/ASSIST.ADM/2004) O método de arquivamento 
no qual as pastas são ordenadas de acordo com o registro de entrada dos correspondentes, 
em que também se utiliza um índice alfabético remissivo para a codificação das pastas, é 
conhecido como método numérico simples.
375. 375. (Q200735/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/PAPILOSCOPISTA/2004) O método de 
arquivamento numérico simples é aquele em que as pastas são ordenadas de acordo com 
o registro de entrada correspondente. Usa-se, também, um índice alfabético remissivo 
para a codificação das pastas.
GUIA-FORA
376. 376. (Q558222/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) O emprego da guia-fora 
objetiva o rearquivamento dos documentos, sendo utilizada no caso de empréstimo de 
documentos.
377. 377. (Q775452/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/AG.ADM/2010) A finalidade da adoção da guia-
fora nos arquivos consiste em
a) possibilitar a identificação dos documentos arquivados equivocadamente.
b) indicar os documentos que foram retirados do arquivo.
c) facilitar o rearquivamento dos documentos.
d) registrar os descartes efetuados no acervo arquivístico.
e) indicar os documentos que estão destinados a restauração.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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378. 378. (Q339638/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) O emprego 
da guia-fora facilita o rearquivamento e possibilita a cobrança das pastas não devolvidas 
no prazo estipulado.
379. 379. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-AL/2004) Ocorrendo o empréstimo de documentos do 
acervo, o profissional responsável pelo arquivamento e desarquivamento deve utilizar a 
guia-fora para indicar a retirada do documento.
ETAPAS DO ArquivAMENTO
380. 380. (Q2820009/CESPE-UNB-CEBRASPE/CNMP/AP.TÉC.ADM/2023) A ordenação de 
documentos estabelece o lugar que o documento ocupará dentro do agrupamento definido 
na atividade de classificação.
381. 381. (Q2703611/CESPE-UNB-CEBRASPE/POLC-AL/AUX.PERÍCIA/2023) A ordenação e o 
arquivamento são feitos após a classificação dos documentos de arquivo.
382. 382. (Q2601064/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) A forma como os documentos 
são colocados nas unidades de classificação é chamada de ordenação, que é dependente 
da maneira como os usuários buscam os documentos.
383. 383. (Q2470405/CESPE-CEBRASPE/PGE-RJ/TÉC.PROCESSUAL/2022)A ordenação é a forma 
como os documentos são dispostos em uma unidade de classificação, categoria ou grupo.
384. 384. (Q1879543/CESPE-CEBRASPE/UNB/APEX-BRASIL/ASSIT.APOIO. ADM/2021) Após a 
classificação do documento, este deve ser ordenado. Assinale a opção que apresenta o 
objetivo da ordenação de documentos.
a) agilizar o arquivamento
b) descrever a série documental
c) avaliar o documento
d) estabelecer os prazos de guarda
385. 385. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AP/TEC.MIN.AUX.ADM/2021) Na arquivística, a sequência 
de operações intelectuais e físicas para guarda de documentos é chamada de
a) ordenação.
b) classificação.
c) encapsulamento.
d) avaliação.
e) arquivamento.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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386. 386. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PE/2019) Arquivamento de documento consiste no processo 
de colocar o documento classificado e ordenado em uma unidade de acondicionamento.
387. 387. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PE/2019) Os procedimentos para organização dos 
documentos devem obedecer à seguinte sequência: primeiro faz-se a ordenação dos 
documentos e, em seguida, faz-se a classificação dos documentos de arquivo.
388. 388. (Q1009208/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/ESCRIVÃO/2018) A sequência correta para a 
organização dos documentos é, inicialmente, o arquivamento; em seguida, a ordenação; e, 
por último, a classificação.
389. 389. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EBESRH/2018) Para constituir um dossiê relativo à licitação 
de medicamento, o processo de junção dos tipos de documentos relativos ao assunto 
denomina-se ordenação.
390. 390. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EBSERH/2018) Realizar o estudo de um documento mediante 
a leitura do assunto tratado é um procedimento adotado para realizar a classificação 
documental.
391. 391. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MP-PI/2018) A ordenação dos documentos consiste na sua 
disposição dentro de uma unidade de classificação.
392. 392. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPU/2018) A última etapa do processo de organização dos 
documentos de arquivo é o arquivamento, que é a disposição dos documentos em uma 
unidade de classificação.
393. 393. (Q957959/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2018) Após a classificação do 
documento, é necessário ordená-lo, ou seja, determinar a posição em que esse documento 
vai ser disposto em uma unidade de classificação.
394. 394. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEE-DF/2017) A classificação define a organização física dos 
documentos arquivados.
395. 395. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEE-DF/2017) Ordenação é uma fase posterior à classificação 
dos documentos.
396. 396. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNPRESP-JUD/2016) Entre as etapas do arquivamento de 
documentos inclui-se a ordenação, fase na qual os documentos são organizados de acordo 
com a classificação e a codificação estabelecidas na instituição.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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397. 397. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNPRESP-JUD/2016) O procedimento denominado codificação 
consiste na determinação da entrada de documentos e das referências cruzadas que serão 
atribuídas a esses documentos.
398. 398. (CESPE-CEBRASPE/UNB/POLÍCIA CIENTÍFICA-PE/2016) A disposição de documentos 
em determinada sequência dentro de uma unidade de classificação é denominada
a) descrição.
b) difusão.
c) avaliação.
d) ordenação.
e) arquivamento.
399. 399. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ICMBIO/2015) A ordenação é uma operação física que consiste 
em colocar o documento no local determinado pelo código ou pelo plano de classificação.
400. 400. (Q754871/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2014) O arquivamento de 
documentos é um ato físico, ao passo que a ordenação é a disposição intelectual dos 
documentos em uma unidade de classificação.
401. 401. (Q759315/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2014) A sequência adequada para 
a organização do documento de arquivo é o arquivamento, a ordenação e a classificação.
402. 402. (Q710858/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) A sequência para a 
organização dos documentos consiste em classificação, ordenação e, arquivamento.
403. 403. (Q685141/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/ANALISTA ADM. ARQUIVOLOGIA/2013) Os 
documentos ordenados são aqueles dispostos, por exemplo, em ordem cronológica dentro 
de uma unidade de classificação.
404. 404. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ANP/2013) Conforme terminologia própria da arquivologia, 
realiza-se o arquivamento quando dispõem-se os documentos de determinada maneira.
405. 405. (Q700734/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/ESCRIVÃO/2013) A organização de documentos 
de arquivo envolve a classificação, a ordenação e o arquivamento. A classificação e a 
ordenação são operações intelectuais e o arquivamento, uma operação física.
406. 406. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MC/2013) Após classificado, o documento de arquivo deve 
ser ordenado em uma unidade de classificação, com o objetivo de facilitar o acesso.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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407. 407. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPU/2013) O documento de arquivo, após ser classificado, 
precisa ser disposto em determinada sequência dentro da unidade de classificação. Essa 
disposição é conhecida como ordenação.
408. 408. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPU/2013) A ordenação dos documentos de arquivo deve 
preceder a classificação e o arquivamento desses documentos.
409. 409. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TCE-ES/2013) Assinale a opção que apresenta a ordem 
cronológica correta das operações realizadas na organização dos documentos de arquivo.
a) classificação, arquivamento e ordenação
b) ordenação, classificação e arquivamento
c) classificação, ordenação e arquivamento
d) arquivamento, ordenação e classificação
e) ordenação, arquivamento e classificação
410. 410. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2012) Após o encerramento da tramitação 
de um documento, ele deve ser, nesta ordem, arquivado, ordenado e classificado.
411. 411. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MCTI/2012) A ordenação de documento é uma atividade 
anterior à classificação e posterior ao arquivamento.
412. 412. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) A classificação é a ação intelectual de elaboração 
de esquemas para o agrupamento de documentos; a ordenação é a forma de disposição 
dos documentos dentro desses esquemas; e o arquivamento é a ação física de armazenar 
e acondicionar os documentos conforme as atividades anteriores.
413. 413. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) Ordenação, classificação e arquivamento 
são atividades complementares — assim ordenadas segundo critérios de abrangência e 
complexidade.
414. 414. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJRR/2012) Ordenação refere-se à ação de dispor segundo 
determinada ordem, que pode ser, entre outras, alfabética, cronológica ou geográfica, os 
documentos dentro de uma unidade de classificação.
415. 415. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-RJ/2012) A classificação do documento de arquivo é feita 
a partir de um código ou plano de classificação e efetivada mediante a anotação desse 
código no próprio documento.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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416. 416. (Q446468/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) A inspeção é a primeira etapa 
de uma operação de arquivamento. Nesse momento, o arquivista deve examinar cada 
documento para verificar se o mesmo se destina ao arquivamento.
417. 417. (Q446469/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) A classificação é o último 
momento da operação de arquivamento e consiste na colocação do documento em uma 
ordem estabelecida, que pode ser numérica, alfabética ou por procedência.
418. 418. (Q435417/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2011) As atividades de arquivamento 
incluem a inspeção ou o exame do documento, com vistas a verificar se, de fato, ele deverá 
ser arquivado; a ordenação, que consiste na reunião de documentos com mesma classificação, 
formando-se dossiês; e o arquivamento, que é a guarda do documento em local apropriado 
conforme a classificação a ele atribuída.
419. 419. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-ES/2011) O arquivamento é a disposição dos documentos 
dentro de uma unidade de classificação, e a ordenação é o ato físico de colocar o documento 
dentro de uma unidade de acondicionamento.
420. 420. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-ES/2011) A disposição de documentos dentro de uma 
unidade de classificação é conhecida como ordenação.
421. 421. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A leitura de cada documento, feita para 
atribuir ao registro documental a entrada e a existência de antecedentes, é operação de 
arquivamento denominada estudo.
422. 422. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A classificação é uma das operações de 
arquivamento feita a partir da interpretação dos documentos.
423. 423. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A operação de apor, nos documentos, 
símbolos que correspondem ao método de arquivamento adotado (letras, números, letras 
e números e cores) denomina-se protocolo.
424. 424. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) O êxito do trabalho de arquivamento dos 
documentos passa necessariamente pela destinação, operação que se destina à colocação 
do documento na respectiva pasta, caixa, arquivo ou estante.
425. 425. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INCA/2010) Em uma rotina de arquivamento, a primeira 
etapa a ser desenvolvida é a inspeção, a qual consiste na verificação da destinação de cada 
documento.
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426. 426. (Q279176/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) As operações de arquivamento 
são inspeção, estudo, classificação, codificação, ordenação e guarda dos documentos.
427. 427. (Q553199/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) A codificação de um arquivo 
refere-se à colocação de símbolos, que podem ser letras, números ou cores, de acordo com 
a classificação e o método de arquivamento adotados.
428. 428. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Apor os símbolos correspondentes ao método de 
arquivamento adotado é uma atividade conhecida como codificação dos documentos.
429. 429. (Q342198/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ASSISTENTE/2008) A disposição de 
documentos de acordo com a classificação é uma operação denominada codificação.
430. 430. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CENSIPAM/2006) Os documentos encaminhados para 
arquivamento devem ser identificados com o respectivo código de classificação — um conjunto 
de símbolos, normalmente letras e(ou) números —, derivado do plano de classificação do 
órgão ou instituição.
431. 431. (Q556752/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) Ao receber documentos 
encaminhados ao arquivo, o assistente administrativo deve examiná-los para ter certeza 
de que as ações neles descritas já se encerraram e de que realmente devem ser arquivados. 
Para isso, ele deve verificar se há despacho ou rotina pré-estabelecida que determine 
o arquivamento. Quando um documento chega ao arquivo apenas acompanhando uma 
solicitação de informações, o assistente administrativo não o arquiva.
432. 432. (Q605295/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANS/TÉC.ADM/2005) O arquivamento é composto 
de uma sequência de etapas. É chamada de ordenação a etapa que consiste na disposição 
dos documentos em consonância com a classificação e a codificação estabelecidas.
433. 433. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IGEPREV-PA/2005) A codificação implica na colocação de 
identificadores em cada documento de modo a recuperá-lo com facilidade.
434. 434. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) O arquivamento de documentos 
é uma atividade anterior à de classificação de documentos.
435. 435. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) O arquivamento de documentos constitui uma 
etapa posterior à classificação atribuída aos documentos.
436. 436. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ANVISA/ANALISTA ADM.ARQIVOLOGIA/2004) Na etapa de 
codificação, o arquivista apõe nos documentos os símbolos correspondentes ao método 
de arquivamento adotado.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
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437. 437. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TERRACAP/2004) O arquivamento é uma etapa posterior à 
classificação de documentos, mediante a adoção de um plano de classificação.
438. 438. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2004) Antes de seu arquivamento, os documentos devem 
ser devidamente classificados.
439. 439. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-AL/2004) Os procedimentos teóricos da arquivística 
indicam que o arquivamento de documentos deve ser posterior à sua classificação, a qual 
deve ter como base o plano de classificação da instituição.
ESCOlHA DO MÉTODO A SEr ADOTADO
440. 440. (Q2703608/CESPE-UNB-CEBRASPE/POLC-AL/AUX.PERÍCIA/2023) Documentos devem 
ser classificados de acordo com a espécie documental e a data.
441. 441. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPE-RO/TÉC.ADM/2022) A escolha do método de arquivamento 
deve levar em consideração a natureza dos documentos e a estrutura da entidade produtora.
442. 442. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPC-PA/2019) O modo como o usuário consulta os documentos 
de arquivo gera indicações acerca da melhor forma de organizá-los. Não ocorrendo tal 
orientação, o modo-padrão de ordená-los é
a) numericamente.
b) alfabeticamente.
c) geograficamente
d) cronologicamente.
e) tematicamente.
443. 443. (Q1125254/CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAM/ANALISTA JUD. ARQUIVOLOGIA/2019) A 
aplicação deficiente de técnicas de organização do acervo resulta em demora na localização 
de documentos.
444. 444. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) No arquivamento de documentos, é fundamental a 
seleção de apenas um método, para evitar dificuldades de localização no momento da busca.
445. 445. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEE-DF/2017) Deve-se organizar a documentação arquivística 
nas fases intermediária e permanente, para evitar o tratamento de informação que pode 
ter sido descartada na fase corrente.
446. 446. (Q710862/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O método de arquivamento 
de documentos de arquivo mais utilizado é o decimal.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
447. 447. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SUFRAMA/2014) A definição do método de ordenação a ser 
adotado em um conjunto documental se dá de acordo com o suporte documental.
448. 448. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MC/2013) A espécie documental é o principal elemento 
considerado na organização dos documentos de arquivo.
449. 449. (Q611196/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/TÉC.SUP.ADM/2013) Em um arquivo eficaz, 
o principal elemento para a recuperação dos documentos deve ser o número do documento.
450. 450. (Q611197/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/TÉC.SUP.ADM/2013) O método de 
arquivamento tem influência direta na eficiência do processo de recuperação de documentos.
451. 451. (Q610873/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA GEST. LOGÍSTICA/2013) Apenas 
um método deve ser escolhido para o arquivamento de documentos na fase corrente, não 
sendo adequada a utilização de métodos auxiliares.
452. 452. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STF/2013) Ordenação consiste na disposição dos documentos 
dentro de uma unidade de classificação, sendo a cronológica um de seus tipos.
453. 453. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) A ordenação de documentos pode ser feita 
mediante critérios simples e combinados, como: alfabéticos, cronológicos, toponímicos 
(geográficos), temáticos e numérico-cronológicos.
454. 454. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) O dossiê e o processo podem ser considerados 
unidades de arquivamento. Ambos reúnem documentos relacionados entre si por assunto, 
que deve ser o único critério para a classificação desses documentos.
455. 455. (Q446461/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) As correspondências (ofícios 
e memorandos) devem ser organizadas em dois tipos: correspondências expedidas e 
correspondências recebidas.
456. 456. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-ES/2011) A classificação dos documentos de arquivo não 
exige um conhecimento da relação entre as unidades, a organização e o funcionamento 
dos órgãos. Isso só é necessário nos arquivos permanentes.
457. 457. (Q373503/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) O método de arquivamento 
dos documentos de arquivo deve ser definido a partir da natureza dos documentos e da 
estrutura da organização que produz ou recebe.
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458. 458. (Q373505/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) Nome, local, número, data 
e assunto são os elementos de um documento que devem ser considerados na ordenação 
dos documentos de arquivo.
459. 459. (Q275378/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2009) A análise cuidadosa do 
gênero e da natureza dos documentos que chegam a um órgão público ou que dele saem é 
suficiente para se determinar a escolha dos métodos principal e auxiliares de arquivamento 
a serem adotados na organização da documentação corrente.
460. 460. (Q275379/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2009) Os documentos arquivados 
nos diversos setores do órgão público podem ser ordenados de várias maneiras; entre elas, 
destacam-se as seguintes classificações: ostensiva, sigilosa, particular, oficial, interna 
e externa.
461. 461. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) A atividade de classificação de 
documentos de arquivo exige, por parte do classificador, conhecimentos não só da empresa 
ou do órgão público, mas da natureza dos documentos a serem classificados.
462. 462. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2009) É possível, na escolha do método de arquivamento, 
definir um método principal e métodos auxiliares para a organização da documentação.
463. 463. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/AG.ADM/2008) Considere que uma unidade de 
arquivo apresente a seguinte organização do seu acervo.
PESSOAL
CEILÂNDIA:
de Abraão até Fagundes
de Gonçalves até Lima
de Miranda até Oliveira
GAMA:
de Abreu até Ferreira
de Garcia até Maciel
VEÍCULOS
MATERIAL PERMANENTE
Com base nessa organização, é correto afirmar que o método principal de arquivamento 
utilizado foi o método por assunto, tendo sido empregados, como métodos secundários, 
o geográfico e o alfabético.
464. 464. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/ARQUIVISTA/2008) A ordenação dos prontuários 
médicos deve ser feita, obrigatoriamente, pelo nome do paciente.
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465. 465. (Q553197/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) O arquivamento aleatório 
é indicado para organizar documentos protocolados em uma mesma data.
466. 466. (Q553198/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) O arquivamento de 
documentos pode ser feito primariamente pela ordem cronológica, vedado o sequenciamento 
adicional pela ordem alfabética.
467. 467. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) O arquivamento de um documento somente 
deverá ser feito quando ele tiver de ser inutilizado.
468. 468. (CESPE-CEBRASPE/UNB/HEMOBRÁS/2008) A atividade de classificação de documentos 
de arquivo exige do responsável conhecimentos da administração à qual está vinculado e 
também da natureza dos documentos a serem classificados.
469. 469. (CESPE-CEBRASPE/UNB/HEMOBRÁS/2008) A documentação de um arquivo de um 
setor de trabalho de uma empresa deve ser organizada de acordo com seus caracteres 
essenciais, particularmente o suporte e o formato, e sempre vai exigir uma mediação 
técnica para seu acesso.
470. 470. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) A organização e a classificação dos documentos 
de uma organização devem ser feitas pelo tipo documental.
471. 471. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AM/AG.ADM/2008) O método de arquivamento é 
determinado apenas pela espécie dos documentos.
472. 472. (Q339619/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A escolha do 
método de arquivamento no arquivo corrente é determinada pela espécie ou pelo gênero 
do documento.
473. 473. (Q307938/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ANALISTA TÉC. ARQUIVOLOGIA/2008) Os 
sistemas duplex, alfanumérico e bloco-numérico são métodos de ordenação de documentos 
de arquivo.
474. 474. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PCPA/2007) Um arquivo bem organizado deve permitir, 
quando necessário, que, além do responsável pelo arquivamento, outros servidores que 
necessitem consultá-lo façam com facilidade e agilidade. Existem várias alternativas para 
a organização de arquivos, que podem ser utilizadas isoladamente ou combinadas. Essas 
alternativas não incluem a técnica de classificação
a) alfabética
b) imediata
c) por assunto
d) por data
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475. 475. (Q493853/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2006) Considerando a hipótese 
de arquivamento a seguir, é correto afirmar que o principal critério utilizado para tal fim 
foi o de arquivamento por assunto.
FILIAIS
– Centro-Oeste
– Nordeste
– Norte
– São Paulo
PESSOAL – FOLHA DE PAGAMENTO
– de A até J
– de K até M
– de N até Z
FORNECEDORES
– Equipamentos de Escritório
– Matéria-prima
– Máquinas de grande porte
476. 476. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CENSIPAM/2006) Existem vários métodos que utilizam númerosaos infratores à responsabilização civil e criminal.
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Elvis Miranda
Você percebeu que existem vários métodos básicos de arquivamento. Teremos de ver, neste 
módulo, cada um deles e suas regras. Não se desespere, a coisa não é tão complicada. Depois 
de estudar cada um, você terá um volume bem razoável de questões para fixar o assunto. Elas 
estarão reunidas ao final do módulo, sempre ordenadas por assunto, de forma que você pode 
optar por resolvê-las à medida que for concluindo cada método, se achar mais conveniente.
1.4.1. MÉTODO ALFABÉTICO
Como o próprio nome diz, o método alfabético é aquele em que os documentos são 
ordenados por nome (nomes de pessoas, instituições ou eventos, por exemplo). É bastante 
aplicado no dia a dia das instituições. O arquivo contendo as pastas dos clientes, fornecedores 
ou dos empregados da instituição, por exemplo, podem ser ordenados pelo nome destas 
pessoas ou instituições, o que caracteriza a utilização do método alfabético.
A bibliografia apresenta ainda uma variante do método alfabético, que é o método Variadex 
(é isso mesmo: variadex). Neste método, além de colocar os documentos em ordem alfabética, 
ainda há a utilização de cores para indicar as letras iniciais, de forma que o arquivamento se 
torna mais fácil uma vez que a cor ajuda a localizar a posição do documento dentro do arquivo.
Podemos, inclusive, acrescentar esta informação em nosso esquema, acrescentando o 
método variadex à frente do método alfabético, para não esquecer.
Decimal (limitado a 10 áreas)
Duplex (classes ou áreas ilimitadas)
Unitermo ou indexação coordenada
Métodos 
Básicos 
de 
Arquivamento
Alfabético (por nome) Variedex: Alfabético + cores
Geográfico (por local ou procedência)
Numérico
Numérico
Simples (pelo número do documento)
Cronológico (por data)
Dígito-terminal (pelos dois últimos algarismos)
Alfabético
Ideográfico
Dicionário (em um único nível)
Enciclopédico (níveis hierarquizados)
O método variadex é uma variante do método alfabético, uma vez que, primeiramente, se 
ordena os documentos por nome. Não caia na história de que ele pode ser utilizado com 
números. Ele é sempre alfabético.
Bem, você já sabe que o método alfabético é aquele em que os documentos são ordenados 
por nome e agora já dá para resolver as questões deste assunto, certo? Vejamos então se 
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você está preparado para este assunto analisando algumas questões aplicadas em provas 
anteriores:
001. 001. (FUNCAB/PREFEITURA DE SÃO MATEUS/ES) Utilizando o método alfabético de 
arquivamento, qual dos nomes descritos nas alternativas, seria colocado na frente dos demais?
1a) Rui Alencar.
b) Ricardo Silva.
c) Antônio Pereira.
d) José Carvalho.
e) Hugo Borges.
002. 002. (CESGRANRIO/BNDES) Quando se organiza um arquivo utilizando-se o método 
numérico simples, a preocupação inicial recai somente na atribuição de números a cada 
novo cliente ou correspondente, obedecendo apenas à ordem de entrada ou registro, como 
apresentado a seguir:
2
1. Alba Santos Silva;
2. Bárbara Assunção;
3. Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social;
4. Alcedo Costa;
5. Ricardo Alves; e
6. Banco do Brasil
A ordenação alfabética destes documentos terá a seguinte sequência:
a) 1, 2, 3, 4, 5, 6
b) 1, 4, 6, 3, 2, 5
c) 3, 6, 4, 5, 2, 1
d) 5, 2, 6, 3, 4, 1
e) 6, 5, 4, 3, 2, 1
Se você respondeu a alternativa C na primeira questão (Antonio Pereira é o primeiro 
na ordenação dos nomes apresentados alfabeticamente) e letra B na segunda opção 
(A ordenação seria Alba Santos Silva, Alcedo Costa, Banco do Brasil, Banco Nacional do 
Desenvolvimento Econômico e Social, Bárbara Assunção e Ricardo Alves, em ordem alfabética), 
você faz parte daqueles que seriam surpreendidos com o gabarito destas questões, que, na 
1 Letra a.
2 Letra d.
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verdade, são A (Rui Alencar é o primeiro dos nomes, em ordem alfabética, e D (sim, Ricardo 
Alves é o primeiro em ordem alfabética na segunda questão).
Isto porque, para ordenar nomes alfabeticamente, existem algumas regras (que inclusive 
são internacionais) que fundamentam esta operação. O problema é que estas regras não 
“pegaram” no Brasil e quase ninguém utiliza. Na prova, esta aplicação é obrigatória e acaba 
enganando muita gente. Parabéns, você agora passará a fazer parte daqueles candidatos 
preparados para este tipo de questão.
Como eu disse, são regras internacionais, e no Brasil temos inclusive uma norma da 
ABNT (norma 6023) que fundamenta este assunto. Não sugiro que você leia esta regra, pois 
os examinadores costumam utilizar como bibliografia o livro da Marilena Leite Paes, onde 
ela apresenta as regras e exemplos de cada uma. Até mesmos estes exemplos utilizados 
pela autora costumam ser aplicados nas provas, às vezes com leves alterações. Por isso, 
vou transcrever as regras como se apresentam na bibliografia, para que você se acostume 
com o palavreado das questões, e tentarei explicar de forma mais inteligível cada uma. 
Vamos lá, então?
REGRAS DE ALFABETAÇÃO
O arquivamento de nomes obedece a 13 regras, que são chamadas de Regras de 
alfabetação.
1ª Regra:
Nos nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o prenome.
Exemplo:
João Barbosa
Pedro Álvares Cabral
Paulo Santos
Maria Luísa Vasconcelos
Arquivam-se:
Barbosa, João
Cabral, Pedro Álvares
Santos, Paulo
Vasconcelos, Maria Luísa
Marilena Leite Paes
Você percebeu que a ordenação não se dá pelo primeiro nome da pessoa, e sim pelo 
último sobrenome dela, que é deslocado para o início, após o qual devemos colocar uma 
vírgula e completar com o primeiro nome (aqui chamado de prenome) e o segundo nome, 
e os demais, se houver. Desta forma, a ordenação se dá pelo último sobrenome da pessoa 
e não pelo primeiro nome dela, como fazemos normalmente no Brasil. Não é à toa que 
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as passagens aéreas são emitidas desta forma ou a relação de autores na bibliografia de 
trabalhos acadêmicos exige esta forma de apresentação dos nomes. Ela é feita justamente 
para permitir a ordenação alfabética no padrão internacional.
Em alguns casos, podemos nos deparar com pessoas que tem o mesmo sobrenome no 
final. Como proceder nesta situação? Neste caso, considere o prenome, pois é o que vem 
logo após o último sobrenome quando levamos este último para o início.
Quando houver sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome.
Exemplo:
Aníbal Teixeira
Marilda Teixeira
Paulo Teixeira
Vítor Teixeira
Arquivam-se:
Teixeira, Aníbal
Teixeira, Marilda
Teixeira, Paulo
Teixeira, Vítor
Marilena Leite Paes
Esta é a regra básica para ordenação de nomes. O problema é que existem algumas 
exceções, e são elase são sempre mais eficientes que os outros métodos. Os principais são: o numérico simples, 
o numérico-cronológico, o variadex, o ideográfico, o decimal e o dígito-terminal.
477. 477. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CENSIPAM/2006) O método geográfico tem por eixo aspectos 
geográficos como, por exemplo, nomes de localidades. O método ideográfico ou temático 
tem por eixo os assuntos presentes nos documentos, por isso também é chamado de 
método por assunto. Em ambos os métodos, a utilização pode ser conjugada à do método 
alfabético.
478. 478. (Q556756/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) Para facilitar a 
localização dos documentos, o assistente administrativo, além de separá-los por classe, 
deve ordená-los dentro de cada pasta, caixa, gaveta ou outra embalagem que for utilizada. 
Para isso, ele deve utilizar os chamados métodos de arquivamento ou métodos de ordenação, 
entre os quais identificam-se o método alfabético, o numérico, o cronológico e o geográfico.
479. 479. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-TO/2006) A escolha mais adequada do método de 
arquivamento depende da natureza dos documentos a serem arquivados e da estrutura 
da organização à qual a unidade de arquivo está vinculada.
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480. 480. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IGEPREV-PA/2005) A escolha do método de arquivamento 
possui uma relação direta com as atividades funcionais da organização a que se destina, 
pois precisa atender às necessidades da mesma.
481. 481. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IGEPREV-PA/2005) Independentemente do método adotado, 
é necessário que haja flexibilidade para permitir a expansão do arquivo frente às prováveis 
demandas futuras e haja simplicidade para permitir a plena compreensão e consulta 
pelos usuários.
482. 482. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) Considerando as 
hipóteses de arquivamento a seguir, é correto afirmar que o método principal empregado 
foi por assunto, mas foram empregados também os métodos secundários geográficos, 
alfabético e cronológico.
VEÍCULOS
– Goiás
– Minas Gerais
– São Paulo/Capital
– São Paulo/Interior
PESSOAL – ADMISSÃO E DEMISSÃO
– de Abrão, Antonio até Carvalho, Paulo A.
– de Castro, Maria S. até Dias, Paulo, R.
PAGAMENTOS
– antes de 1980
– de 1981 a 1985
– de 1986 a 1989
483. 483. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ANVISA/ANALISTA ADM.ARQUIVOLOGIA/2004) O método de 
arquivamento é determinado pela natureza dos documentos a serem arquivados e pela 
estrutura da entidade.
484. 484. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CEARÁPORTOS/2004) Os métodos de arquivamento são 
universais e independem da natureza dos documentos que serão arquivados ou das atividades 
ou estrutura da instituição.
485. 485. (Q945535/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Devido à natureza de seus 
documentos e ao seu estágio de evolução, para o arquivamento de arquivos correntes, deve 
ser utilizado o método alfabético.
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486. 486. (Q620507/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/AG.ADM/2004) Para bem ordenar os documentos, 
o responsável pelo arquivo dispõe de vários métodos, como o geográfico, o alfabético e o 
numérico-cronológico.
487. 487. (Q945522/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) O método de arquivamento é 
determinado pela natureza dos documentos a serem arquivados e pela estrutura da entidade.
488. 488. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento é 
determinado em função da espécie e da data do documento.
489. 489. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2004) Os documentos de arquivo obedecem 
a um método de arquivamento único.
490. 490. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-AL/2004) No que se refere ao arquivamento de documentos, 
é indicado que a instituição adote um método de arquivamento único.
ARRANJO (CLASSIFICAÇÃO) /ARQUIVAMENTO
491. 491. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/AG.ADM/2008) Quando a unidade de arquivo distribui 
os documentos recebidos para guarda em sequência alfanumérica, diz-se que, nesse caso, 
foi realizada uma atividade de arranjo ou classificação.
492. 492. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MTE/2008) De acordo com as orientações do Arquivo Nacional 
para a classificação de documentos de arquivos na administração pública federal, os 
documentos, quando produzidos ou recebidos nos setores de trabalho, antes de serem 
ordenados, devem ser classificados e, em seguida, higienizados.
493. 493. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) Arranjo e classificação são operações distintas.
494. 494. (Q168327/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANVISA/TÉC.ADM/2007) Documentos transferidos 
a arquivos intermediários devem conservar a classificação que lhes foi dada nos arquivos 
correntes.
495. 495. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PREF.RIO BRANCO-AC/2007) Classificação e arranjo são 
operações distintas e têm princípios norteadores diferentes.
496. 496. (Q264510/CESPE-CEBRASPE/UNB/TSE/ANALISTA JUD. ARQUIVOLOGIA/2007) Alterações 
na organização dos documentos intermediários podem ser feitas sem o consentimento do 
acumulador.
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497. 497. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INPI/ASSIST.C&T/2006) Arranjo é o processo destinado a colocar 
ou distribuir os documentos de arquivo em uma sequência estabelecida pela organização.
EMPrÉSTiMO DE DOCuMENTOS
498. 498. (Q556751/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) Quando os documentos 
já estão arquivados, o assistente administrativo não deve permitir mais o empréstimo 
desses documentos nem a consulta a eles, para que não sejam misturados, danificados 
ou perdidos.
499. 499. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CEARÁPORTOS/2004) O controle das consultas e dos 
empréstimos é um procedimento adotado apenas para os arquivos permanentes.
500. 500. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TERRACAP/2004) A solicitação de empréstimo de documentos 
ao arquivo central poderá ser efetivada mediante a identificação do solicitante, do respectivo 
setor de trabalho e da data do empréstimo.
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GABARITOGABARITO
1. C
2. C
3. b
4. c
5. C
6. C
7. C
8. C
9. a
10. E
11. E
12. E
13. E
14. E
15. C
16. E
17. E
18. C
19. E
20. E
21. E
22. E
23. E
24. E
25. E
26. C
27. C
28. E
29. C
30. C
31. C
32. C
33. E
34. E
35. C
36. E
37. C
38. C
39. C
40. E
41. C
42. E
43. b
44. C
45. E
46. E
47. C
48. E
49. E
50. E
51. C
52. C
53. C
54. E
55. C
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GABARITO COMENTADOGABARITO COMENTADO
CEBRASPE (CESPE/UNB)
ArquivAMENTO DE DOCuMENTOS
ARQUIVAMENTO HORIZONTAL /VERTICAL
001. 001. (Q2601067/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) Plantas e documentos em 
papel de grandes dimensões devem ficar em gavetas de mapotecas.
Os documentos podem ser arquivados de forma horizontal (quando são colocados uns 
sobre os outros, formando pilhas) ou de forma vertical (quando são colocados uns atrás dos 
outros, formando uma “fila”). O arquivamento vertical facilita a busca aos documentos, e é 
indicado para a idade corrente, onde a consulta aos documentos é frequente. O arquivamento 
horizontal dificulta a busca, já que para se pegar um documento é necessário retirar os que 
estão sobre ele, mas conserva melhor a documentação. Desta forma, é mais indicado para 
documentos permanentes e documentos de grandes dimensões, como mapas e plantas. 
Para este último caso, recomenda-se a adoção de mapotecas, mobiliários com gavetas de 
grandes dimensões na posição horizontal.
Certo.
002. 002. (Q2244822/CESPE-CEBRASPE/UNB/TELEBRAS/ASSIST.ADM/2022) O tipo vertical de 
arquivamento permite rápida consulta aos documentos.
Os documentos podem ser arquivados de forma horizontal (quando são colocados uns 
sobre os outros, formando pilhas) ou de forma vertical (quando são colocados uns atrás dos 
outros, formando uma “fila”). O arquivamento vertical facilita a busca aos documentos, e é 
indicado para a idade corrente, onde a consulta aos documentos é frequente. O arquivamento 
horizontal dificulta a busca, já que para se pegar um documento é necessário retirar os que 
estão sobre ele, mas conserva melhor a documentação.
Certo.
003. 003. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AP/TEC.MIN.AUX.ADM/2021) O acondicionamento e 
o armazenamento dos documentos devem favorecer a preservação dos documentos de 
arquivo. Nesse sentido, a melhor forma de armazenar plantas e mapas é dispô-los em
a) arquivo vertical de pastas suspensas.
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b) arquivo horizontal de gavetas.
c) estante de aço.
d) pastas suspensas.
e) caixas arquivo.
Os documentos podem ser arquivados de forma horizontal (quando são colocados uns 
sobre os outros, formando pilhas) ou de forma vertical (quando são colocados uns atrás dos 
outros, formando uma “fila”). O arquivamentovertical facilita a busca aos documentos, e é 
indicado para a idade corrente, onde a consulta aos documentos é frequente. O arquivamento 
horizontal dificulta a busca, já que para se pegar um documento é necessário retirar os que 
estão sobre ele, mas conserva melhor a documentação. Desta forma, é mais indicado para 
documentos permanentes e documentos de grandes dimensões, como mapas e plantas. 
Para este último caso, recomenda-se a adoção de mapotecas, mobiliários com gavetas de 
grandes dimensões na posição horizontal.
Letra b.
004. 004. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IFF/2018) Os documentos de valor permanente que apresentam 
grandes formatos, como plantas e cartazes, devem ser armazenados em
a) camisas.
b) estantes de aço.
c) mapotecas.
d) caixas-arquivo.
e) pastas suspensas.
Documentos de grandes formatos, como mapas, plantas e cartazes devem ser guardados 
em mapotecas, que são arquivos próprios para este tipo de material, onde os mesmos ficam 
armazenados de forma horizontal e sem que seja necessário dobrá-los.
Letra c.
005. 005. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) Os documentos de valor permanente e de grandes 
formatos (por exemplo, mapas, plantas e cartazes) devem ser armazenados horizontalmente, 
enrolados sobre tubos confeccionados em cartão alcalino e acondicionados em armários 
ou gavetas.
O arquivamento horizontal, onde os documentos são arquivados “deitados” uns sobre 
os outros, é recomendável para maior conservação dos documentos, e é indicado para 
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documentos permanentes ou documentos de grandes dimensões, como mapas e plantas. A 
utilização de tubos, no caso da impossibilidade de se arquivarem os documentos desenrolados, 
também é prevista na bibliografia arquivística. O Manual de conservação preventiva em 
bibliotecas e arquivos, do Arquivo Nacional, destaca que “não estando quebradiços ou 
frágeis, os materiais de grande formato podem ser enrolados quando a armazenagem em 
posição plana se fizer impossível. É importante assegurar que os materiais estejam em 
condições de aguentar o enrolamento e o desenrolamento”.
Certo.
006. 006. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) O arquivamento horizontal não é recomendado 
para arquivos correntes.
Para os arquivos correntes é recomendado o arquivamento vertical, que favorece a busca 
dos documentos.
Certo.
007. 007. (Q957966/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2018) Os documentos de valor 
permanente que apresentem grandes formatos, como mapas plantas e cartazes, devem 
ser armazenados horizontalmente.
Os documentos podem ser arquivados de forma horizontal ou vertical. O arquivamento 
vertical facilita o desarquivamento, e é recomendado para documentos muito utilizados, 
sendo, portanto, mais utilizado na idade corrente. Para documentos de grandes dimensões 
ou permanentes, é indicado o arquivamento horizontal, que favorece a conservação dos 
documentos.
Certo.
008. 008. (Q802179/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/ARQUIVISTA/2016) Documentos arquivísticos 
de valor permanente e que possuam suportes em grandes formatos devem ser armazenados 
horizontalmente ou enrolados.
A literatura arquivística defende que documentos de grandes dimensões, como mapas e 
plantas arquitetônicas devem ser armazenados em gavetas de aço, de forma horizontal, 
nas chamadas mapotecas. Em situações que não permitam esta forma de armazenamento, 
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recomenda-se a guarda de tais documentos “enrolados”. O importante é evitar a dobra dos 
documentos quando da guarda.
Certo.
009. 009. (CESPE-CEBRASPE/UNB/POLÍCIA CIENTÍFICA-PE/2016) O acondicionamento adequado 
de plantas arquitetônicas deve ser feito em
a) gavetas de mapotecas.
b) armários de aço.
c) pastas suspensas.
d) tubos de PVC.
e) caixas de papelão.
A literatura arquivística defende que documentos de grandes dimensões, como mapas e 
plantas arquitetônicas devem ser armazenados em gavetas de aço, de forma horizontal, 
nas chamadas mapotecas. Em situações que não permitam esta forma de armazenamento, 
recomenda-se a guarda de tais documentos “enrolados”. O importante é evitar a dobra dos 
documentos quando da guarda.
Letra a.
010. 010. (Q2441390/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2015) No acondicionamento, 
documentos de grandes formatos não podem ser enrolados para se evitar a quebra do suporte.
A literatura arquivística defende que documentos de grandes dimensões, como mapas e 
plantas arquitetônicas devem ser armazenados em gavetas de aço, de forma horizontal, 
nas chamadas mapotecas. Em situações que não permitam esta forma de armazenamento, 
recomenda-se a guarda de tais documentos “enrolados”. O importante é evitar a dobra dos 
documentos quando da guarda.
Errado.
011. 011. (Q710877/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) As plantas devem ser 
armazenadas em arquivos de aço com até quatro gavetas e acondicionadas em pastas 
suspensas.
Plantas devem ser armazenadas em arquivos de aço de forma horizontal, e não acondicionadas 
em pastas suspensas (onde ficariam de forma vertical).
Errado.
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012. 012. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/ANALISTA ARQUIVOLOGIA/2013) O arquivamento de 
documentos no tipo vertical é recomendado para arquivos permanentes.
O arquivamento vertical é indicado para arquivos correntes. No arquivo permanente é 
indicado o arquivamento horizontal, que preserva melhor os documentos.
Errado.
013. 013. (Q648723/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2012) A melhor forma de 
acondicionar um cartaz consiste em dobrá-lo e, em seguida, arquivá-lo em uma pasta de 
papelão, do tipo suspensa.
Não é recomendado dobrar documentos para guardá-los. Documentos de grandes dimensões, 
como plantas e cartazes, devem ser acondicionados em pastas grandes e de forma horizontal, 
visando a sua conservação.
Errado.
014. 014. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IBAMA/2012) Recomenda-se acondicionar os documentos 
cartográficos em pastas suspensas e armazená-los em estantes de aço com pintura 
antioxidante.
Documentos cartográficos (mapas e plantas) devem ser arquivados em pastas de grandes 
dimensões e de forma horizontal.
Errado.
015. 015. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-ES/2011) Os mapas devem ser mantidos em gavetas 
horizontais, acondicionados em envelopes de papel neutro ou poliéster.
Os documentos podem ser arquivados de forma horizontal ou vertical. Para os documentos 
de grandes dimensões, como mapas e plantas, é recomendado o arquivamento horizontal, 
a fim de evitar que os mesmos se amassem. As embalagens de pH neutro (como o poliéster, 
por exemplo), também ajudam a conservar os documentos por mais tempo.
Certo.
016. 016. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/AG.ADM/2008) No arquivo corrente, o arquivamento 
do tipo horizontal é o mais adequado, por facilitar a localização dos documentos.
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Na verdade, o arquivamento do tipo vertical é o mais indicado para os arquivos correntes, 
por facilitar a busca dos documentos.
Errado.
017. 017. (Q553205/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) A opção pelo arquivamento 
em pastas deve-se ao fato de que o material armazenado é enquadrado como arquivo 
descartável.
A opção pelas pastas nos arquivos correntes é visando facilitar seu manuseio (arquivamento 
vertical) e não por se tratar de documentos descartáveis.
Errado.
018. 018. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Mapas devem ser mantidos em gavetas horizontais, 
acondicionados em envelopes de papel neutro, e não devem ser dobrados.
Os documentos podem ser arquivados de forma horizontal ou vertical. Para documentos 
de grandes dimensões, como mapas e plantas, a sugestão é o arquivamento horizontal, 
sem dobrá-los, para preservá-los melhor.
Certo.
ACONDiCiONAMENTO E ArMAZENAMENTO
019. 019. (Q2703621/CESPE-UNB-CEBRASPE/POLC-AL/AUX.PERÍCIA/2023) A caixa-arquivo de 
papelão é indicada para o acondicionamento adequado de documentos no arquivo corrente.
As caixas-arquivo são utilizadas, em regra, na idade intermediária, e não na idade corrente, 
como é afirmado. O mais comum na idade corrente é a utilização de pastas suspensas para 
o acondicionamento de documentos.
Errado.
020. 020. (Q2456610/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/NECROTOMISTA/2022) As estantes deslizantes, 
por não apresentarem desvantagens, constituem uma boa opção para o armazenamento 
de documentos.
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As estantes deslizantes apresentam como principal vantagem a otimização de espaço, mas 
também apresentam desvantagens, como o alto custo e a dificuldade na manutenção.
Errado.
021. 021. (Q2456609/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/NECROTOMISTA/2022) A respeito do 
acondicionamento e do armazenamento de arquivos, podemos afirmar que os documentos 
de grandes formatos devem ser armazenados em mobiliários com gavetas profundas ou 
verticalmente sobre o chão, caso o mobiliário não comporte as dimensões desses.
A bibliografia arquivística prevê que os documentos de grandes formatos devem ser 
arquivados em gavetas horizontais que os comportem sem necessidade de dobrá-los, as 
chamadas mapotecas. Na ausência destas, é aceitável que sejam enrolados em tubos, para 
que sejam protegidos por esta embalagem. O item está incorreto por afirmar que uma 
segunda opção seria a guarda destes documentos de forma vertical diretamente no chão, 
sem qualquer proteção.
Errado.
022. 022. (Q2249699/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) As estantes 
deslizantes, por não apresentarem desvantagens, constituem uma boa opção para o 
armazenamento de documentos.
As estantes deslizantes apresentam como principal vantagem a otimização de espaço, mas 
também apresentam desvantagens, como o alto custo e a dificuldade na manutenção.
Errado.
023. 023. (Q2249696/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) A respeito do 
acondicionamento e do armazenamento de arquivos, podemos afirmar que os documentos 
de grandes formatos devem ser armazenados em mobiliários com gavetas profundas ou 
verticalmente sobre o chão, caso o mobiliário não comporte as dimensões desses.
A bibliografia arquivística prevê que os documentos de grandes formatos devem ser 
arquivados em gavetas horizontais que os comportem sem necessidade de dobrá-los, as 
chamadas mapotecas. Na ausência destas, é aceitável que sejam enrolados em tubos, para 
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que sejam protegidos por esta embalagem. O item está incorreto por afirmar que uma 
segunda opção seria a guarda destes documentos de forma vertical diretamente no chão, 
sem qualquer proteção.
Errado.
024. 024. (Q2456614/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) A respeito do 
acondicionamento e do armazenamento de arquivos, podemos afirmar que os documentos 
de grandes formatos devem ser armazenados em mobiliários com gavetas profundas ou 
verticalmente sobre o chão, caso o mobiliário não comporte as dimensões desses.
A bibliografia arquivística prevê que os documentos de grandes formatos devem ser 
arquivados em gavetas horizontais que os comportem sem necessidade de dobrá-los, as 
chamadas mapotecas. Na ausência destas, é aceitável que sejam enrolados em tubos, para 
que sejam protegidos por esta embalagem. O item está incorreto por afirmar que uma 
segunda opção seria a guarda destes documentos de forma vertical diretamente no chão, 
sem qualquer proteção.
Errado.
025. 025. (Q2456615/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) As estantes deslizantes, 
por não apresentarem desvantagens, constituem uma boa opção para o armazenamento 
de documentos.
As estantes deslizantes apresentam como principal vantagem a otimização de espaço, mas 
também apresentam desvantagens, como o alto custo e a dificuldade na manutenção.
Errado.
026. 026. (Q2470418/CESPE-CEBRASPE/PGE-RJ/TÉC.PROCESSUAL/2022) Para o acondicionamento 
de documentos de arquivo, podem ser utilizados materiais como pastas suspensas ou caixas-
arquivo, sendo o armazenamento feito em mobiliário nos depósitos.
O arquivamento de documentos envolve os conceitos de acondicionamento e armazenamento. 
Entende-se por acondicionamento a utilização de embalagens para proteger os documentos 
e facilitar seu acesso, como pastas, envelopes ou caixas, por exemplo. O armazenamento, 
por sua vez, pressupõe a colocação dos documentos (normalmente já acondicionados) em 
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locais ou mobiliários adequados (como gavetas, estantes ou prateleiras, por exemplo). 
Deve-se estudar os materiais que formam os documentos (papel, fita de vídeo, mídias 
digitais…) e suas dimensões, a fim de identificar as embalagens e mobiliários ideais para 
cada situação, visando melhor preservar e facilitar o acesso aos documentos.
Certo.
027. 027. (Q2601068/CESPE-CEBRASPE/SEE-PE/ASSIST.ADM/2022) As pastas suspensas são as 
mais indicadas para acondicionar documentos em papel no arquivo corrente.
O arquivamento de documentos envolve os conceitos de acondicionamento e armazenamento. 
Entende-se por acondicionamento a utilização de embalagens para proteger os documentos 
e facilitar seu acesso, como pastas, envelopes ou caixas, por exemplo. O armazenamento, 
por sua vez, pressupõe a colocação dos documentos (normalmente já acondicionados) em 
locais ou mobiliários adequados (como gavetas, estantes ou prateleiras, por exemplo). Na 
idade corrente, o mais comum é a utilização de pastas suspensas para o acondicionamento 
de documentos em papel, armazenados em arquivos de gavetas ou armários.Certo.
028. 028. (CESPE-CEBRASPE/PGDF/TÉC.ADM/2021) O acondicionamento interfere na constituição 
física do documento e, assim, o protege contra danos.
O acondicionamento se refere à colocação do documento em uma embalagem de proteção, 
a fim de ajudar na sua conservação. Ela não interfere, portanto, na constituição física do 
documento, como as técnicas de restauração fariam, por exemplo. Desta forma, o item 
está incorreto.
Errado.
029. 029. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PE/2019) O processo de embalar documentos em pastas 
ou caixas é denominado acondicionamento; a colocação dessas pastas ou caixas em um 
mobiliário é denominada armazenamento.
O item apresenta corretamente as definições de acondicionamento e armazenamento, de 
acordo com a bibliografia arquivística.
Certo.
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030. 030. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EBSERH/2018) A estrutura para armazenamento e conservação 
de documentos em arquivo deve apresentar facilidade para acesso, acondicionamento, 
manuseio e transporte dos materiais.
A estrutura para armazenamento, que se refere ao local e ao mobiliário a ser utilizado, deve 
favorecer o acesso aos documentos, bem como o acondicionamento (implementação de 
embalagens), o manuseio e o transporte, quando necessário.
Certo.
031. 031. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMAP/2018) Acondicionamento é a embalagem usada para a 
guarda dos documentos para preservação e acesso.
O ato de colocar os documentos em embalagens, visando a sua proteção e facilidade na busca 
dos mesmos é chamado de acondicionamento, ao passo que a colocação dos documentos 
em locais ou mobiliários apropriados é chamada de armazenamento.
Certo.
032. 032. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) O profissional responsável pelo acondicionamento 
de determinado documento ou acervo documental deve conhecer o acervo em tratamento 
e os documentos a serem preservados, além de ter ciência de que seu objetivo é guardar 
e proteger os documentos e facilitar seu manuseio, observados os critérios estabelecidos.
É importante que o profissional responsável pelo acondicionamento dos documentos 
(sua guarda em embalagens adequadas) conheça o acervo e tenha consciência de que os 
documentos devem ser protegidos e que estejam acessíveis com facilidade.
Certo.
033. 033. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MP-PI/2018) A seleção do material de acondicionamento e 
armazenamento dos documentos de arquivo independe do suporte documental.
A escolha do material de acondicionamento (embalagem) deve levar em consideração o 
material a ser arquivado.
Errado.
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034. 034. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEE-DF/2017) Recomenda-se que sejam deixados espaços 
vazios nas caixas onde os documentos estão armazenados, para evitar danos aos documentos 
quando de sua retirada das caixas.
A recomendação técnica é de que não sejam deixados espaços vazios dentro das caixas, 
pois isto pode fazer com que os documentos se amassem e estraguem mais rapidamente.
Errado.
035. 035. (Q743208/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANVISA/TÉC.ADM/2016) É possível verificar que um 
documento de arquivo foi bem acondicionado quando ele está embalado adequadamente, 
de acordo com o seu suporte físico.
O acondicionamento se refere à embalagem em que o documento foi arquivado, como 
pastas, envelopes e caixas. É importante acondicionar os documentos de forma adequada, 
de acordo com seus aspectos físicos e seu material.
Certo.
036. 036. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ICMBIO/2015) Uma forma eficiente de acondicionar documentos 
de arquivo consiste em colocá-los nas gavetas de arquivos de aço.
O termo acondicionamento se refere à embalagem em que o documento é arquivado, e 
não ao mobiliário. O termo correto para se guardar o documento em gaveta ou qualquer 
outro mobiliário é armazenamento.
Errado.
037. 037. (Q710881/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) Os documentos de arquivo 
em suporte papel devem ser acondicionados, a depender de suas dimensões, em caixas-
arquivo ou pastas suspensas.
Documentos de arquivo em papel devem ser acondicionados, normalmente, em caixas-
arquivo ou pastas suspensas.
Certo.
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038. 038. (Q710882/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) As medidas das embalagens 
devem respeitar formatos padronizados e devem ser superiores às dos documentos que 
nelas serão abrigados.
O item apresenta corretamente procedimentos que visam conservar melhor os documentos.
Certo.
039. 039. (Q710880/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O acondicionamento dos 
documentos de arquivo é uma das primeiras ações para sua preservação.
O acondicionamento dos documentos de arquivo contribui para sua preservação.
Certo.
040. 040. (Q679678/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANS/TÉC.ADM/2013) Para facilitar o acesso rápido 
ao material, recomenda-se que arquivos correntes sejam armazenados em caixas-arquivo.
Arquivos correntes são caracterizados por acondicionarem seus documentos em pastas 
suspensas, enquanto as caixas-arquivos caracterizam os arquivos intermediários.
Errado.
041. 041. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STF/2013) O acondicionamento dos documentos de arquivo 
está relacionado as embalagens utilizadas para a guarda dos documentos, enquanto o 
armazenamento refere-se ao mobiliário adotado.
O item apresenta corretamente os conceitos de acondicionamento e armazenamento dos 
documentos.
Certo.
042. 042. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STF/2013) Acondicionar os documentos dos arquivos correntes 
em suporte papel em caixas-arquivo de plástico e colocar essas caixas em estantes de aço 
é a ação mais indicada tecnicamente.
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A dica é válida para o arquivo intermediário, e não para o arquivo corrente (embora as 
caixas devam ser de papelão, e não de plástico). Nos arquivos correntes, normalmente os 
documentos são acondicionados em pastas e armazenados em armários ou arquivos de aço.
Errado.
043. 043. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A embalagem ou a guarda de um documento, 
com o fim de preservação e acesso, denomina-se
a) encolagem.
b) acondicionamento.
c) armazenamento.
d) aditamento.
e) amostragem.
O enunciado traz o conceito de acondicionamento, de acordo com a bibliografia arquivística.
Letra b.
044. 044. (Q628802/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/ASSIST.ADM/2013) O acondicionamento 
dos documentos de arquivo é definido pelo tipo de embalagem utilizada para a conservação 
e preservação desses documentos.
O item apresenta corretamente o conceito de acondicionamento, de acordo com a bibliografia 
arquivística.Certo.
045. 045. (Q788316/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPF/PAPILOSCOPISTA/2012) O acondicionamento — 
que consiste na guarda dos documentos nos locais a eles designados — e o armazenamento 
— que se refere à embalagem do documento com vistas a protegê-lo e a facilitar seu 
manuseio — são procedimentos fundamentais para a conservação e preservação dos 
documentos de arquivo.
O item apresenta os conceitos de acondicionamento e armazenamento invertidos. Enquanto 
o armazenamento consiste na guarda dos documentos nos locais a eles designados, o 
armazenamento, na verdade, se refere à embalagem do documento com vistas a protegê-
lo e a facilitar seu manuseio.
Errado.
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046. 046. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) Inserir os documentos em pastas e colocá-los em 
estantes de aço são atividades de armazenamento e acondicionamento, respectivamente.
Na verdade, a colocação do documento em embalagem caracteriza o acondicionamento, 
enquanto a colocação do documento no mobiliário caracteriza o armazenamento. Verificamos, 
portanto, que o item inverteu os dois conceitos.
Errado.
047. 047. (Q558225/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) É aconselhável o uso de 
arquivos e estantes de aço para o armazenamento dos documentos.
Nas idades intermediária e permanente é aconselhável a utilização de estantes de aço para 
o armazenamento de documentos. Estantes de madeira não são aconselhadas pelo risco 
de incêndio e por tenderem a apodrecer com o tempo.
Certo.
048. 048. (Q558224/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) A unidade de 
acondicionamento predominante nos arquivos correntes são as caixas-arquivo.
Na verdade, as caixas-arquivo são predominantes como unidades de acondicionamento na 
idade intermediária. Na idade corrente, o mais comum são as pastas suspensas.
Errado.
049. 049. (Q307935/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ANALISTA TÉC. ARQUIVOLOGIA/2008) O 
acondicionamento dos documentos é feito, geralmente, em arquivos de aço de quatro 
gavetas e em armários de madeira.
A bibliografia não sugere a adoção de armários de madeira para os arquivos, pois estes 
tendem a apodrecer e estão mais sujeitos a incidência de incêndio. Os mobiliários devem 
ser de aço, pintados com tinta especial, que evitem a ferrugem.
Errado.
050. 050. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PREF.RIO BRANCO-AC/2007) Os documentos de arquivo devem 
ser acondicionados e armazenados da mesma forma, independentemente do suporte físico.
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O arquivamento de documentos envolve os conceitos de acondicionamento e armazenamento. 
Entende-se por acondicionamento a utilização de embalagens para proteger os documentos 
e facilitar seu acesso, como pastas, envelopes ou caixas, por exemplo. O armazenamento, 
por sua vez, pressupõe a colocação dos documentos (normalmente já acondicionados) em 
locais ou mobiliários adequados (como gavetas, estantes ou prateleiras, por exemplo). 
Deve-se estudar os materiais que formam os documentos (papel, fita de vídeo, mídias 
digitais…) e suas dimensões, a fim de identificar as embalagens e mobiliários ideais para 
cada situação, visando melhor preservar e facilitar o acesso aos documentos.
Errado.
051. 051. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TERRACAP/2004) As pastas suspensas são unidades de 
acondicionamento adotadas, fundamentalmente, para o arquivamento de documentos 
na fase corrente.
As pastas suspensas são embalagens típicas da idade corrente do ciclo vital dos documentos.
Certo.
ArquivAMENTO = ACONDiCiONAMENTO + ArMAZENAMENTO
052. 052. (Q648719/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2012) Armazenamento é o sistema 
que recebe o documento, acondicionado ou não, para ser guardado.
Armazenamento é a etapa que consiste em guardar os documentos nos mobiliários ou 
locais em que serão arquivados.
Certo.
053. 053. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2009) Arquivamento é o conjunto das operações de 
acondicionamento e armazenamento de documentos.
O item apresenta corretamente o conceito de arquivamento.
Certo.
054. 054. (Q341155/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-DF/ASSISTENTE/2008) A operação que 
consiste na guarda de documentos nos seus devidos lugares, em equipamentos que lhes 
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forem próprios e de acordo com um sistema previamente estabelecido, é denominada 
descrição de documentos de arquivo.
O item traz a definição de arquivamento de documentos, de acordo com a bibliografia 
arquivística, e não de descrição, como é afirmado.
Errado.
055. 055. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) Arquivamento é o conjunto das 
operações destinadas ao acondicionamento e ao armazenamento de documentos.
O item apresenta corretamente a definição de arquivamento.
Certo.
MÉTODOS DE ArquivAMENTO
056. 056. (Q2244824/CESPE-CEBRASPE/UNB/TELEBRAS/ASSIST.ADM/2022) Ainda que documentos 
sejam arquivados de maneira errada, sua localização não será prejudicada se existir 
instrumento que descreva o acervo.
A aplicação dos métodos de arquivamento e sua aplicação de forma adequada é que 
permitirão a localização dos documentos em um arquivo. A descrição destes documentos, 
por meio dos instrumentos de pesquisa, de nada servirão para a busca dos mesmos, se não 
estiverem organizados de forma adequada.
Errado.
057. 057. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A gestão de documentos contribui para as 
funções arquivísticas, de modo que apenas os documentos com valor administrativo sejam 
organizados.
Todos os documentos devem ser organizados, e não apenas aqueles com valor administrativo.
Errado.
058. 058. (Q558221/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) O método numérico-
cronológico é considerado um método de arquivamento básico.
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Os métodos básicos de arquivamento são os métodos alfabético, geográfico, numérico 
(simples, cronológico e dígito-terminal) e ideográfico (dicionário, enciclopédico, decimal, 
duplex e unitermo).
Certo.
059. 059. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CEARÁPORTOS/2004) Os elementos que geralmente devem 
ser considerados na hora de arquivar um documento são: nomes (remetente, destinatário, 
pessoa ou pessoas a quem o documento se refere), local, número do documento (se houver), 
data e assunto.
São considerados métodos de arquivamento as maneiras utilizadas para colocar os 
documentos em ordem nos arquivos. A bibliografia arquivística apresenta como métodos 
básicos de arquivamento o alfabético (organização dos documentos por nome), geográfico 
(organização dos documentos por local ou procedência, como cidade, estado ou país, por 
exemplo), numérico(organização dos documentos por número, tendo como subdivisões 
os métodos numérico simples, cronológico e o dígito-terminal) e o método ideográfico 
(organização dos documentos por assunto ou tema).
Certo.
060. 060. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CEARÁPORTOS/2004) Os documentos podem ser arquivados 
por ordem geográfica, numérica, alfabética, cronológica ou por assunto.
São considerados métodos de arquivamento as maneiras utilizadas para colocar os 
documentos em ordem nos arquivos. A bibliografia arquivística apresenta como métodos 
básicos de arquivamento o alfabético (organização dos documentos por nome), geográfico 
(organização d os documentos por local ou procedência, como cidade, estado ou país, por 
exemplo), numérico (organização dos documentos por número, tendo como subdivisões 
os métodos numérico simples, cronológico e o dígito-terminal) e o método ideográfico 
(organização dos documentos por assunto ou tema).
Certo.
MÉTODO ALFABÉTICO
061. 061. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DPE-RO/TÉC.ADM/2022) O método alfabético tem complexidade 
intermediária.
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O item está incorreto porque o método alfabético, de acordo com a bibliografia que trata 
do assunto, é um método de baixa complexidade, e não de complexidade intermediária, 
como é afirmado.
Errado.
062. 062. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) Na ordem alfabética, considera-se a sequência 
numérico-cronológica.
A ordenação alfabética organiza os documentos por nome, e não pela sequência 
numérico-cronológica.
Errado.
063. 063. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-RJ/2012) A disposição de documentos pelo nome dos 
clientes corresponde à ordenação do tipo unitermo.
A disposição de documentos pelo nome dos clientes corresponde à ordenação alfabética, 
e não do tipo unitermo.
Errado.
064. 064. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Entre os métodos de arquivamento, o 
alfabético é aquele que considera como elemento principal o nome.
O método alfabético é aquele que ordena os documentos por nome.
Certo.
065. 065. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Quando o método alfabético é adotado, devem-
se utilizar etiquetas e guias divisórias com letras para organizar e facilitar a localização dos 
documentos, fichas ou pastas. As anotações podem ser simples e abertas — por exemplo: 
A, B, Ab, Ac —, compostas ou fechadas, indicando os limites inicial e final, por exemplo: 
A-C, Ba-Bi.
O item apresenta corretamente as opções das guias divisórias para organizar os documentos, 
de acordo com a sugestão contida na obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, da autora Marilena 
Leite Paes.
Certo.
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066. 066. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2009) Quando as pastas que contêm documentos de 
arquivo de determinado setor são dispostas pelo nome dos correspondentes, isso caracteriza 
a utilização do método de arquivamento do tipo unitermo.
A organização pelo nome dos correspondentes (das pessoas) caracteriza, na verdade, a 
utilização do método alfabético.
Errado.
067. 067. (Q553196/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) A organização de arquivos pela 
ordem alfabética pressupõe sua classificação por assunto, dentro de um sistema numérico.
A organização alfabética é aquela em que os documentos são organizados por nome, e não 
por assunto e número.
Errado.
068. 068. (Q553203/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) Os documentos constantes 
em cada uma das pastas organizadas em ordem alfabética deverão seguir, obrigatoriamente, 
uma sequência numérica.
Os documentos organizados de forma alfabética serão organizados por nome, e não por 
número.
Errado.
069. 069. (Q349682/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCTO/PAPILOSCOPISTA/2008) O método alfabético 
é um dos métodos de arquivamento de documentos e tem o nome como principal elemento 
a ser considerado.
No método alfabético, os documentos são organizados por nome.
Certo.
070. 070. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento alfabético 
considera o nome como elemento principal.
No método alfabético, os documentos são organizados por nome.
Certo.
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MÉTODO vAriADEX
071. 071. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) Além dos códigos numéricos e alfabéticos, 
outra forma adicional de organização de arquivos é aquela realizada por meio do uso de 
cores, de forma a facilitar a localização dos itens.
A organização utilizando cores (método variadex) facilita o arquivamento dos documentos.
Certo.
072. 072. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) O método de arquivamento variadex adota 
cores preestabelecidas como diferencial, o que facilita o arquivamento e a localização de 
documentos.
Ao utilizar cores, o método variadex facilita a localização dos documentos nos arquivos.
Certo.
REGRAS DE ALFABETAÇÃO
073. 073. (Q1879531/CESPE-CEBRASPE/UNB/APEX-BRASIL/ASSIT.APOIO. ADM/2021) Em um 
arquivo com documentos referentes a eventos científicos, as pastas deverão ser organizadas 
alfabeticamente a partir do nome do evento. Assinale a opção que apresenta a entrada 
correta para fazer a ordenação alfabética.
a) II Congresso Nacional de Arquivologia
b) Segundo Congresso Nacional de Arquivologia
c) 2º Congresso Nacional de Arquivologia
d) Congresso Nacional de Arquivologia (Segundo)
A ordenação alfabética de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer 
às chamadas regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, 
em sua obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. Segundo a regra 
relativa aos nomes de eventos, estes devem ser ordenados alfabeticamente deslocando o 
numeral do início do nome para o final, entre parênteses, independentemente deste numeral 
estar em arábico, em romanos ou por extenso (por exemplo: 2º Congresso de Arquivologia 
seria arquivado como “Congresso de Arquivologia (2º))”. Se o nome do evento não iniciar 
com numeral, deve ser ordenado sem qualquer alteração.
Letra d.
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074. 074. (Q446464/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) Os títulos devem ser 
considerados na alfabetação. Por exemplo: Professor Roberto de Jesus deve entrar como 
Jesus, Professor Roberto de.
Títulos que acompanham os nomes não devem ser considerados na alfabetação. Devem 
ser deslocados para o final entre parênteses. No caso apresentado, Professor Roberto de 
Jesus deve ser organizado como Jesus, Roberto de (Professor).
Errado.
075. 075. (Q446470/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) Os sobrenomes que referem 
grau de parentesco (filho, sobrinho, neto) devem vir acompanhadosdo último sobrenome na 
alfabetação. Por exemplo: José Maria de Sousa Sobrinho deve entrar como Sousa Sobrinho, 
José Maria de.
O item apresenta corretamente uma das regras de alfabetação, referente a sobrenomes 
de parentesco.
Certo.
076. 076. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas de pessoas físicas, os sobrenomes 
compostos de um substantivo e um adjetivo devem ser separados. O nome Roberto Monte 
Azul, por exemplo, deve ser referido como: “Azul, Roberto Monte”.
Roberto Monte Azul deve ser arquivado: “Monte Azul, Roberto.
Errado.
077. 077. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Os nomes de pessoas físicas que exprimam 
grau de parentesco devem ser considerados como parte integrante do último sobrenome, 
mas não devem ser considerados na ordenação alfabética.
O item apresenta corretamente a regra de alfabetação que trata dos sobrenomes de 
parentesco.
Certo.
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078. 078. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas arquivadas a partir dos nomes 
de pessoas físicas, deve-se considerar, no arquivamento, sempre o último sobrenome e 
depois o prenome. O nome João Silva, por exemplo, deve ser referido como Silva, João.
O item apresenta corretamente o arquivamento do nome apresentado.
Certo.
079. 079. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Caso haja pasta em que constem pessoas 
físicas com sobrenomes iguais, a primeira pessoa que deve ser referida é a que apresentar 
o prenome com o menor número de letras.
No caso de sobrenomes iguais, deve-se analisar a ordem alfabética do prenome.
Errado.
080. 080. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) Em pastas de pessoas físicas, os sobrenomes 
formados com as palavras Santa, Santo ou São não devem ser separados. O nome Antônio 
São Jorge, por exemplo, deve ser referido como São Jorge, Antônio.
O item apresenta corretamente a regra de alfabetação que trata dos nomes de Santos.
Certo.
081. 081. (Q558231/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANEEL/TÉC.ADM/2010) De acordo com as regras 
de alfabetação, no caso de homônimos, os graus de parentesco deverão ser considerados.
Sobrenomes de parentesco (Júnior, Filho, Neto e Sobrinho) não devem ser considerados na 
alfabetação, a não ser que todo o restante do nome seja igual (homônimos, como é citado 
no item).
Certo.
082. 082. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Na alfabetação do nome Roberto de Santana 
Júnior, deve ser considerada a seguinte forma: Júnior, Roberto de Santana.
Na alfabetação do nome Roberto de Santana Júnior, deve ser considerada a seguinte forma: 
Santana Júnior, Roberto de.
Errado.
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083. 083. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Para alfabetar o seguinte nome: II Conferência 
de Física Quântica, o número romano deve ser colocado por extenso e assim entrar na 
alfabetação, como apresentado a seguir: Segundo Conferência de Física Quântica.
Para alfabetar o nome: II Conferência de Física Quântica, o número romano deve ser colocado 
no final, entre parênteses, como apresentado a seguir: Conferência de Física Quântica. (II).
Errado.
084. 084. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A regra de alfabetação para nomes de 
pessoas físicas considera o último sobrenome e depois o prenome. Por exemplo, o nome 
Maria José da Silva deve ser arquivado da seguinte forma: Silva, Maria José.
O nome Maria José da Silva deve ser arquivado da seguinte forma: Silva, Maria José da.
Errado.
085. 085. (Q433303/CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-ES/ASSIST.TÉC. TRÂNSITO/2010) Um 
assistente técnico que utilize técnica alfabética para arquivar, pela primeira vez, dados 
referentes a ministro chamado José da Silva deverá arquivar esses dados em local reservado 
à letra M.
O nome Ministro José da Silva deve ser arquivado como “Silva, José da (Ministro)”, ouseja, 
na letra S, e não na letra M, como afirma o item.
Errado.
086. 086. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
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Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que os nomes de Mário de Andrade e Pedro Álvares Cabral estão na ordem 
de alfabetação correta, pois, nos nomes de pessoas físicas, deve-se considerar o último 
sobrenome e depois o prenome.
Os nomes citados estão corretamente grafados para o arquivamento em ordem alfabética, 
de acordo com as regras de alfabetação.
Certo.
087. 087. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
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Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que os nomes Akira Kurosawa e Mahmoud Ahmadinejad foram ordenados 
erradamente, pois, em ambos os casos, foi considerado o prenome e não o sobrenome para 
a alfabetação.
Os nomes Akira Kurosawa e Mahmoud Ahmadinejad foram ordenados corretamente, pois 
nomes orientais e árabes devem ser ordenados como se apresentam, de acordo com as 
regras de alfabetação.
Errado.
088. 088. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da listaacima, podemos 
afirmar que os artigos e preposições não devem ser considerados para a alfabetação, como 
acontece corretamente nos nomes de Mário de Andrade e Manoel Silva e Houaiss.
O item apresenta corretamente uma das regras de alfabetação e seus exemplos na lista 
de nomes apresentada.
Certo.
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089. 089. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, podemos 
afirmar que os nomes de Camilo Castelo Branco e Gabriel Santa Paula estão corretamente 
alfabetados, pois seguem a regra de se considerar o último sobrenome.
De acordo com as regras de alfabetação, os nomes de Camilo Castelo Branco e Gabriel Santa 
Paula devem ser grafados: Castelo Branco, Camilo e Santa Paula, Gabriel.
Errado.
090. 090. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
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Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
Lybrary of Congress (The)
Maciel, Jorge
Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que a ordenação dos nomes da Fundação Getúlio Vargas e da estrangeira 
The Lybrary of Congress está correta, pois foram transcritos como se apresentam, mas sem 
considerar os artigos e preposições, assim como estabelece a regra referente a nomes de 
instituições.
Os nomes citados foram grafados corretamente quando da ordenação alfabética, de acordo 
com as regras de alfabetação.
Certo.
091. 091. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
Li Cheng Tsai
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Mahmoud Ahmadinejad
Neto, Jorge Maciel
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Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que o nome Johann Wolfgang von Goethe está ordenado corretamente, 
mas o nome Jean Du Pont foi ordenado erroneamente, pois foi considerada a partícula, 
quando a regra esclarece que artigos e preposições não devem ser considerados.
Os dois nomes citados foram grafados corretamente, de acordo com as regras de alfabetação, 
pois partículas estrangeiras só devem ser consideradas se iniciarem com letra maiúscula.
Errado.
092. 092. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
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Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que a ordenação do nome Carmem Herrera Cortez está errada, pois foi 
realizada com base no penúltimo sobrenome e não no último sobrenome, como é indicado 
pelas regras de alfabetação.
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De acordo com as regras de alfabetação, nomes espanhóis devem ser ordenados considerando o 
penúltimo sobrenome. Desta forma o nome Carmem Herrera Cortez foi grafado corretamente 
na lista apresentada.
Errado.
093. 093. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
A Barateira Ltda.
Akira Kurosawa
Andrade, Mário de
Branco, Camilo Castelo
Cabral, Pedro Álvares
Du Pont, Jean
Fundação Getúlio Vargas
Goethe, Johann Wolfgang von
Herrera Cortez, Carmem
Houaiss, Manoel Silva e
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Mahmoud Ahmadinejad
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Paula, Gabriel Santa
Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, 
podemos afirmar que nomes de empresas e instituições devem ser transcritos como se 
apresentam; portanto, o nome da empresa A Barateira Ltda. está alfabetado corretamente.
De acordo com as regras de alfabetação, nomes de empresas e instituições devem ser 
transcritos como se apresentam, mas se possuírem artigo no início, este deve ser deslocado 
para o final entre parênteses. No caso em questão, A Barateira Ltda. deveria ser grafado: 
Barateira Ltda. (A).
Errado.
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094. 094. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenação mais usados é 
o alfabético. Ao usar a ordem alfabética para nomes é preciso seguir regras. Nesse sentido, 
considere a lista alfabética seguinte.
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Akira Kurosawa
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Cabral, Pedro Álvares
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Acerca do método alfabético, das regras de alfabetação para nomes e da lista acima, podemos 
afirmar que o nome Jorge Maciel Neto está ordenado erradamente, pois o sobrenome Neto 
indica grau de parentesco e, portanto, deve ser entendido como parte integrante do último 
sobrenome, mas não deve ser considerado na ordenação alfabética.
O nome Jorge Maciel Neto realmente foi grafado erradamente. De acordo com as regras, 
o mesmo deve ser ordenado da seguinte forma: Maciel Neto, Jorge.
Certo.
095. 095. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) O método de arquivamento alfabético 
exige a aplicação das regras de alfabetação. Em cada uma das opções a seguir é apresentado 
um nome e um suposto resultado da aplicação das regras de alfabetação. Quanto ao correto 
emprego das regras de alfabetação nos nomes apresentados, assinale a opção correta.
a) Roberto Castelo Branco -> Branco, Roberto Castelo.
b) Michel São Paulo -> Paulo, Michel S.
c) Paulo de Almeida -> Almeida, Paulo de
d) Juliano de Lourenço Neto -> Neto, Juliano de Lourenço
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O item apresenta o nome Paulo de Almeida organizado de forma correta (Almeida, 
Paulo de), seguindo as regras de alfabetação. Nos demais itens, a organização correta seria:
a) Roberto Castelo Branco – Castelo Branco, Roberto
b) Michel São Paulo – São Paulo, Michel
d) Juliano de Lourenço Neto – Lourenço Neto, Juliano de
Letra b.
096. 096. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão corretamente 
ordenados, de acordo com as regras de alfabetação.
Bezerra, Alberto Luiz
Moreira, Maria Madalena
Santa Cruz, Antônio
Os nomes está corretamente organizados em ordem alfabética.
Certo.
097. 097. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão corretamente 
ordenados, de acordo com as regras de alfabetação.
Torres, Alisson
Torres, A.
Torres, Beatriz
Os nomes não estão organizados corretamente, de acordo com as regras de alfabetação. 
Iniciais abreviativas de prenomes devem ter precedência na ordenação de sobrenomes 
iguais. Assim, a ordenação correta seria:
Torres, A
Torres, Alisson
Torres, Beatriz
Errado.
098. 098. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MG/2009) Os nomes a seguir estão corretamente 
ordenados, de acordo com as regras de alfabetação.
José, Rogério São
Paulo, Carlos São
Rita, Simone Santa
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Os nomes não estão organizados corretamente, de acordo com as regras de alfabetação. 
Sobrenomes com as partículas São, Santo ou Santa não devem ser separados do sobrenome 
anterior. Assim, a ordenação correta seria:
Santa Rita, Simone
São Jose, Rogério
São Paulo, Carlos
Errado.
099. 099. (Q599780/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/SEC.EXECUTIVO/2009) Os sobrenomes 
compostos de palavras ligadas por hífen serão considerados como uma só palavra.
A ordenação alfabética de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer 
às chamadas regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite 
Paes, em sua obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. O item 
apresenta a 2ª regra da obra citada.
Certo.
100. 100. (Q599779/CESPE-CEBRASPE/UNB/UNIPAMPA/SEC.EXECUTIVO/2009) Na ordenação 
alfabética, quando os nomes forem precedidos de título honorífico e pronome de tratamento, 
estes não devem ser considerados para efeito de arquivamento, sendo colocados no fim da 
notação, entre parênteses. Por exemplo, Dr. Roberto Santos, arquiva-se SANTOS, Roberto (Dr.).
A ordenação alfabética de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer 
às chamadas regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite 
Paes, em sua obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. O item 
apresenta a 7ª regra da obra citada.
Certo.
101. 101. (Q553066/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/SEC.EXECUTIVO/2008) Está correta a sequência 
alfabética abaixo.
Barbosa, Augusto José de Souza
Cardoso, Pedro Paulo
Filho, Antonio César de Alcântara
Gonçalves, Mário Ricardo de Araújo
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O nome Antonio César de Alcântara Filho está grafado incorretamente para arquivamento, 
de acordo com as regras de alfabetação. A forma correta seria “Alcântara Filho, Antonio 
César de”, de acordo com a regra específica para sobrenomes de parentesco.
Errado.
102. 102. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) Assinale a opção em que a aplicação das 
regras de alfabetação está correta.
a) Branco, Roberto Castelo
Lobo, José Santos
Rosa, Carlos Monte
b) Almeida, José de
Andrade, Ronaldo d’
Souto, Arnaldo de
c) Cristo, Alberto Santo
Paulo, Antônio São
Rita, Carlos Santa
d) Primeiro Congresso de Serviço Social
Segundo Congresso de Serviço Social
Terceiro Congresso de Serviço Social
O item apresenta os nomes organizados de forma correta, utilizando-se o método 
alfabético. Nos demais itens, a ordem correta seria:
a) Castelo Branco, Roberto
Lobo, José Santos
Monte Rosa, Carlos
c) Santa Rita, Carlos
Santo Cristo, Alberto
São Paulo, Antonio
d) Congresso de Serviço Social (Primeiro)
Congresso de Serviço Social (Segundo)
Congresso de Serviço Social (Terceiro)
Letra b.
103. 103. (Q608092/CESPE-CEBRASPE/UNB/MCT/ASSIST.C&T/2008) Na alfabetação de nomes 
de espanhóis, o registro é feito pelo prenome.
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Elvis Miranda
Na alfabetação de sobrenomes espanhóis, o registro é feito pelo penúltimo sobrenome.
Errado.
104. 104. (Q604045/CESPE-CEBRASPE/UNB/MCT/ASSIST.C&T/2008) Na ordenação alfabética de 
pastas abertas por nome de personalidades, os títulos não são considerados na alfabetação, 
são colocados após o nome completo, entre parênteses.
Os títulos não são considerados na alfabetação. São colocados no final, entre parênteses.
Certo.
105. 105. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Considere os seguintes nomes.
Antonio Silva
José Sousa
b) dos Santos
Roberto Teixeira Neto
Carlos Monte Alegre
Ministro Paulo de Tarso
Antonia Heredia Herrera
III – Congresso Nacional de Arquivologia
Aplicando-se corretamente as regras de alfabetação, a ordenação alfabética dos nomes 
acima ficaria da forma apresentada a seguir.
Congresso Nacional de Arquivologia (III)
Heredia Herrera, Antonia
Monte Alegre, Carlos
Santos, B. dos
Silva, Antonio
Sousa, José
Tarso, Paulo de (Ministro)
Teixeira Neto, Roberto
Os nomes foram arquivadosque o examinador aplica nas questões para tentar complicar a vida do 
candidato. É possível que você já tenha aplicado esta regra quando organizou autores em sua 
monografia ou trabalhos da faculdade ou mesmo do ensino médio. Ocorre que, na maioria 
das faculdades e escolas, os professores só conhecem a primeira regra (quando conhecem) 
e não exigem as exceções. Vamos a elas então, para não ter problemas em sua prova.
2ª Regra:
Sobrenomes compostos de um substantivo e um adjetivo ou ligados por hífen não se separam.
Exemplo:
Camilo Castelo Branco
Paulo Monte Verde
Heitor Villa-Lobos
Arquivam-se:
Castelo Branco, Camilo
Monte Verde, Paulo
Villa-Lobos, Heitor
Marilena Leite Paes
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Quando nos deparamos com sobrenomes compostos no final do nome da pessoa 
(formados por substantivo e adjetivo ou ligados por hífen), não devemos separar as palavras 
que formam este sobrenome, pois a regra é para levar o último sobrenome pro início e 
não a última palavra. No primeiro exemplo apresentado, o último sobrenome da pessoa 
é Castelo Branco, e não Branco, e por isso não se deve levar só a última palavra pro início 
(Branco, Camilo Castelo estaria errado).
Você percebeu que, na prática, continuamos com a mesma lógica da primeira regra, ou 
seja, ainda estamos organizando pelo último sobrenome da pessoa.
3ª Regra:
Os sobrenomes formados com as palavras Santa, Santo ou são seguem a regra dos sobrenomes 
formados por um adjetivo ou substantivo.
Exemplo:
Waldemar Santa Rita
Luciano Santo Cristo
Carlos São Paulo
Arquivam-se:
Santa Rita, Waldemar
Santo Cristo, Luciano
São Paulo, Carlos
Vasconcelos, Maria Luísa
Marilena Leite Paes
Esta regra também não trouxe novidades, já que sobrenomes de Santos não deixam de 
ser compostos por substantivo e adjetivo (Santa Clara, Santa Cruz, Santa Fé...) e, por isso, 
seguem a mesma regra anterior.
4ª Regra:
As iniciais abreviativas de prenomes têm precedência na classificação de sobrenomes iguais.
Exemplo:
J. Vieira
Jonas Vieira
José Vieira
Arquivam-se:
Vieira, J.
Vieira, Jonas
Vieira, José
Marilena Leite Paes
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Esta regra é aplicada quando, no arquivamento, o primeiro nome foi abreviado e não se 
sabe qual é o primeiro nome da pessoa. Você já deve ter percebido que não se deve abreviar 
o último sobrenome, mas os outros podem ser abreviados, se houver necessidade (o mais 
comum é abreviar o sobrenome do meio). Agora você sabe por que não se deve abreviar o 
último sobrenome: porque é ele que será utilizado para a ordenação. Quando o primeiro 
nome está abreviado, coloque ele no início da letra a que está vinculado, como a regra sugere.
5ª Regra:
Os artigos e preposições, tais como a, o, de, d´, da, do, e, um, uma, não são considerados (ver 
também regra n. 9).
Exemplo:
Pedro de Almeida
Ricardo d´Andrade
Lúcia da Câmara
Arnaldo do Couto
Arquivam-se:
Almeida, Pedro de
Andrade, Ricardo d´
Câmara, Lúcia da
Couto, Arnaldo do
Marilena Leite Paes
Este é um caso muito comum no Brasil. Os sobrenomes Silva, Costa, Araújo, Oliveira 
e outros normalmente aparecem antecedidos pelas palavras de, da, do ou dos. Quando 
levamos o último sobrenome para o início, esta preposição não é considerada, da mesma 
forma que a conjunção “e”, como no caso do nome “José Pereira e Sousa”, que deve ser 
ordenado como “Sousa, José Pereira e”.
6ª Regra:
Os sobrenomes que exprimem grau de parentesco como Filho, Júnior, Neto e Sobrinho são considerados 
parte integrante do último sobrenome, mas não são considerados na ordenação alfabética.
Exemplo:
Antonio Almeida Filho
Paulo Ribeiro Júnior
Joaquim Vasconcelos Sobrinho
Henrique Viana Neto
Arquivam-se:
Almeida Filho, Antonio
Ribeiro Júnior, Paulo
Vasconcelos Sobrinho, Joaquim
Viana Neto, Henrique
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Marilena Leite Paes
Aqui temos uma regra para tratar de sobrenomes de parentesco, ou seja, casos em que 
a pessoa tem ao final de seu nome um sobrenome que indica que herdou o nome completo 
do pai, do tio ou do avô. Você certamente conhece alguém com um sobrenome assim. Neste 
caso, o sobrenome de parentesco deve ir para o início acompanhado do sobrenome anterior, 
como nos exemplos apresentados. Isto acontece porque formalmente, a pessoa deve ser 
tratada pelo sobrenome anterior, e não pelo sobrenome de parentesco (não existe senhor 
Júnior, e sim senhor Moreira Júnior, por exemplo).
O sobrenome de parentesco, de acordo com as regras, não deve ser considerado quando 
os nomes são ordenados, ou seja, no caso do nome “Viana Neto, Henrique”, após o Viana, 
consideramos diretamente o nome Henrique, pulando o Sobrenome de parentesco Neto, 
que deve ser ignorado na alfabetação. Ele só será considerado em casos em que o nome 
completo é rigorosamente igual, como destaca Marilena Leite Paes:
Os graus de parentesco só serão considerados na alfabetação quando servirem de elemento 
de distinção.
Exemplo:
Jorge de Abreu Sobrinho
Jorge de Abreu Neto
Jorge de Abreu Filho
Arquivam-se:
Abreu Filho, Jorge de
Abreu Neto, Jorge de
Abreu Sobrinho, Jorge de
Marilena Leite Paes
7ª Regra:
Os títulos não são considerados na alfabetação. São colocados após o nome completo, entre 
parênteses.
Exemplo:
Ministro Milton Campos
Professor André Ferreira
General Paulo Pereira
Dr. Pedro Teixeira
Arquivam-se:
Campos, Milton (Ministro)
Ferreira, André (Professor)
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Pereira, Paulo (General)
Teixeira, Pedro (Dr.)
Marilena Leite Paes
Quando a autora afirma que os títulos não são considerados, ela está se referindo ao 
fato de que ele é deslocado para o final, entre parênteses.
Uma questão muito comum, como você verá na coletânea ao final desta aula, é dizer que 
os títulos SÃO considerados na alfabetação. Ou seja, o examinador simplesmente exclui a 
palavra NÃO da bibliografia para tornar a questão incorreta.
8ª Regra:
Os nomes estrangeiros são considerados pelo último sobrenome, salvo nos casos de espanhóis 
e orientais (ver regras n. 10 e 11).
Exemplo:
Georges Aubert
Winston Churchill
Paul Müller
Jorge Schmidt
Arquivam-se:
Aubert, Georges
Churchill, Winston
Müller, Paul
Schmidt, Jorge
Marilena Leite Paes
Você deve ter reparado que a regra para nomes estrangeiros é a mesma regra geral 
aplicada aos brasileiros, não? O problema é que existem exceções, e estas exceções é que 
são inseridas nas questões para tentar complicar a vida do candidato. Vamos a elascorretamente, segundo as regras de alfabetação.
Certo.
106. 106. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AM/AG.ADM/2008) Segundo as regras de alfabetação 
utilizadas no método de arquivamento alfabético, os sobrenomes compostos de substantivo 
e adjetivo ou ligados por hífen não se separam.
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Sobrenomes compostos por substantivo e adjetivo ou ligados por hífen não se separam.
Certo.
107. 107. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-AM/AG.ADM/2008) No arquivamento de fichas por nome 
de pessoas, quando aparecem sobrenomes iguais, deve prevalecer a ordem alfabética 
do prenome.
No caso de sobrenomes iguais, a organização é feita pelo prenome.
Certo.
108. 108. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) Na ordenação alfabética de pastas de um 
arquivo por nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o prenome. 
Quando houver sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome.
O item apresenta corretamente a primeira regra de alfabetação.
Certo.
109. 109. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) Os sobrenomes que exprimem grau de 
parentesco, como Filho, Júnior, Neto, Sobrinho, não são considerados parte integrante do 
último sobrenome, mas são considerados na ordenação alfabética.
Sobrenomes que exprimem grau de parentesco são considerados parte integrante do último 
sobrenome, mas não são considerados na alfabetação.
Errado.
110. 110. (Q342199/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE/ASSISTENTE/2008) O método alfabético 
de organização de documentos tem como base as regras de alfabetação para disposição 
dos nomes.
Ao se organizar documentos em ordem alfabética, devem ser consideradas as regras de 
alfabetação.
Certo.
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111. 111. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-UEPA/2008) Considerando as regras de alfabetação 
para arquivamento de documentos cujo principal elemento seja o nome, assinale a opção 
em que todas as propostas estão adequadas a este tipo de arquivamento.
a) Barbosa, Antonio Augusto
Cardoso, Pedro Henrique de Araújo
Ferreira, João Batista
Ferreira, José de Arimatéia
Neto, Afonso de Almeida Costa
b) Bernardes, Professor Carlos Augusto
Campos, Professor Diogo de Lima
Rangel, Coordenador Felipe Bernardes
Rangel, Professor Eduardo de Almeida
Reis, Reitor Luiz Augusto da Silva
c) Branco, Carlos Alberto Castelo
Carneiro, Patrícia de Souza
Oliveira, Fernando Afonso
Pereira, Maria Adelaide
Queiroz, João Carlos de Souza
d) Brochado, Marcos André
Gonçalves, Ricardo André de Assis
Ramalho, J. Pedro
Ramalho, João Batista
Silva, Pedro Antonio da
Apenas o item apresenta os nomes organizados corretamente de acordo com as regras 
de alfabetação. Nos demais itens, há alguns erros na grafia dos nomes para arquivamento. 
No item , por exemplo, Afonso de Almeida Costa Neto deveria ter sido grafado como 
Costa Neto, Afonso de Almeida. Na letra os títulos (professor, coordenador e reitor) 
deveriam ter sido colocados no final, entre parênteses e, na letra Carlos Alberto Castelo 
Branco deveria ter sido grafado como Castelo Branco, Carlos Alberto.
Letra d.
112. 112. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO.ADM/2008) A ordenação dos 
documentos de um arquivo pode ser feita pelo método alfabético, que segue algumas 
regras, conhecidas como regras de alfabetação.
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A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua obra: 
“Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação.
Certo.
113. 113. (Q339603/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A ordenação 
de pastas no arquivo por nome de empresa deve ser feita como no exemplo abaixo.
Barateiro (O)
Capital Picanhas
HEMOBRAS
PETROBRAS
A ordenação alfabética de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer 
às chamadas regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite 
Paes, em sua obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. O item 
apresenta corretamente a ordenação alfabética de nomes de instituições, de acordo com a 
12ª regra desta obra, que afirma que o artigo inicial do nome da instituição, quando houver, 
deve ser deslocado para o final, entre parênteses.
Certo.
114. 114. (Q339602/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) No caso de 
nomes de clientes/pessoas físicas ingleses, franceses, espanhóis e norte-americanos, a 
ordenação abaixo está correta.
Cox, Richard
Duchein, Michel
Hererra, Antonia Heredia
Schellenberg, Theodore Roosevelt
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua obra: 
“Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. O item está incorreto porque 
a regra que trata de nomes espanhóis (que é o caso de Antonia Heredia Herrera) prevê que 
os dois últimos sobrenomes devem ser deslocados para o início, e não apenas o último, como 
foi aplicado no item. Desta forma, a ordenação correta dos nomes apresentados seria:
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Cox, Richard
Duchein, Michel
Heredia Hererra, Antonia
Schellenberg, Theodore Roosevelt
Errado.
115. 115. (Q339601/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Os nomes 
dos clientes/pessoas físicas abaixo estão corretamente ordenados.
Filho, Alencar dos Santos
Marques, Ailton Mário
Silva, Joaquim Pedro
Sobrinho, Pedro Luiz
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua 
obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. O item está incorreto 
porque a regra que trata de sobrenomes de parentesco (Júnior, Filho, Neto e Sobrinho, 
por exemplo), prevê que o deslocamento destes para o início deve ser acompanhado do 
sobrenome anterior. Desta forma, a ordenação correta dos nomes apresentados seria:
Luiz Sobrinho, Pedro
Marques, Ailton Mário
Santos Filho, Alencar dos
Silva, Joaquim Pedro
Errado.
116. 116. (Q339600/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A ordenação 
abaixo está de acordo com as regras de alfabetação.
Sousa, A.
Sousa, Antônio Carlos de
Sousa, João Pedro Santos
Sousa, Vitória Maria de
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadasna bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua obra: 
“Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. Os nomes apresentados 
foram ordenados respeitando rigorosamente tais regras.
Certo.
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117. 117. (Q339599/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A ordenação 
abaixo está correta, de acordo com as regras de alfabetação.
Santa Rita, Amália Felício
Santo Cristo, José Antônio
São José, Arnaldo da Silva
São Paulo, Irving José
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua obra: 
“Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. Os nomes apresentados 
foram ordenados respeitando rigorosamente tais regras.
Certo.
118. 118. (Q339594/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) No caso de 
pastas de clientes/pessoas físicas deve ser considerado o prenome e, em seguida, o último 
sobrenome.
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua obra: 
“Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. A primeira regra, que é a mais 
comum, afirma que na ordenação de nomes de pessoas físicas, deve-se considerar o último 
sobrenome da pessoa e só depois o primeiro nome, e não o contrário, como afirma o item.
Errado.
119. 119. (Q339598/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) No caso de 
pastas de eventos (congressos, conferências, reuniões, assembleias etc.), a ordenação deve 
considerar os números arábicos, romanos ou escritos por extenso.
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua 
obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. A regra para nomes de 
eventos prevê que os mesmos devem ser deslocados da forma que estão (arábico, romano 
ou por extenso) para o final, entre parênteses.
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120. 120. (Q339597/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Os nomes 
de empresas devem ser transcritos como se apresentam, não se considerando, para fins 
de ordenação, os artigos e as preposições que os constituem.
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua 
obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. A regra de nomes de 
empresas e instituições prevê que o artigo do início, quando houver, deve ser deslocado 
para o final entre parênteses. Quando não houver artigo, os nomes devem ser transcritos 
como se apresentam, não se considerando artigos e preposições para fins de ordenação 
alfabética. Portanto, o item está correto, apesar de haver a exceção prevista na regra para 
os nomes de instituições que comecem com artigo.
Certo.
121. 121. (Q339596/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Os nomes de 
clientes/pessoas físicas espanhóis devem ser ordenados pelo penúltimo sobrenome, que 
corresponde, em geral, ao sobrenome da família do pai.
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua 
obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. O item apresenta 
corretamente o que está previsto na regra que trata dos nomes espanhóis.
Certo.
122. 122. (Q339595/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) Quando os 
sobrenomes dos clientes/pessoas físicas são formados por um substantivo e um adjetivo 
ou são ligados por hífen, eles devem ser separados.
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua 
obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. A regra que trata dos 
sobrenomes compostos de substantivo e adjetivo ou ligados por hífen (Castelo Branco 
ou Villa-Lobos, por exemplo) prevê que os mesmos não devem ser separados, quando 
deslocados para o início, e não o contrário, como afirma o item.
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123. 123. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) A disposição alfabética de pastas de documentos 
de um arquivo a partir das regras de alfabetação é exclusiva para nomes de pessoas.
Nomes de instituições e nomes de eventos também contam com regras de alfabetação.
Errado.
124. 124. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) A disposição abaixo está correta, pois foi feita de 
palavra por palavra, podendo, também, ser feita de letra por letra.
Morro Alegre
Morro Branco
Morro Maior
Morro Santo
Monteiro
Montenegro
A ordenação correta dos nomes apresentados seria:
Monteiro
Montenegro
Morro Alegre
Morro Branco
Morro Maior
Morro Santo
Errado.
125. 125. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) A sequência alfabética a seguir está de acordo 
com as regras de alfabetação.
Alencastro, Marcelo Pereira d´
Brito, Pedro Paulo de
Castelo Branco, Antonio Barbosa
Moreira, Artur de Azevedo
São Tiago, Vicente de Paula de
Os nomes apresentados estão corretamente ordenados de acordo com as regras de 
alfabetação.
Certo.
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126. 126. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) A sequência alfabética a seguir está de acordo 
com as regras de alfabetação.
Bernardes, Ministro Marcus Afonso
Fagundes, Demóstenes Farias
Fagundes, Desembargador Carlos Ferreira
Hansen, Pedro Henrique de Almeida
Queiroz, Juiz Amadeus Antonio de Souza
A ordenação correta dos nomes apresentados seria:
Bernardes, Marcus Afonso (Ministro)
Fagundes, Demóstenes Farias
Fagundes, Carlos Ferreira (Desembargador)
Hansen, Pedro Henrique de Almeida
Queiroz, Amadeu Antonio de Souza (Juiz)
Errado.
127. 127. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TST/2008) A sequência alfabética a seguir está de acordo 
com as regras de alfabetação.
Júnior, Thiago Pereira de Moura
Lima, Pedro Augusto Morais
Neto, Alfonso Henrique Bernardes
Oliveira, Manoel Carlos de
Ribeiro, Gustavo Silva
A ordenação correta dos nomes apresentados seria:
Bernardes Neto, Alfonso Henrique
Lima, Pedro Augusto Morais
Moura Júnior, Thiago Pereira de
Oliveira, Manoel Carlosde
Ribeiro, Gustavo Silva
Errado.
128. 128. (Q287098/CESPE-CEBRASPE/UNB/TJDFT/TÉC.JUD.ADM/2008) Com base nas regras 
de alfabetação, os nomes a seguir estão corretamente apresentados.
Araújo, José C. da Silva (Desembargador)
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Barbosa Neto, Pedro Paulo
Fundação Getúlio Vargas
Lao Xing Xiang
Vale Verde, Ricardo Pereira do
Os nomes apresentados estão corretamente ordenados de acordo com as regras de 
alfabetação.
Certo.
129. 129. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PGE-PA/2007) Considerando o arquivamento de documentos, 
assinale a opção incorreta com relação às regras de alfabetação cujo elemento principal 
seja o nome.
a) Branco, Maria Margarida Castelo;
Junqueira, Antonio Carlos;
Lima, João Pedro Ferreira de;
Tiago, Antonio Carlos de São.
b) Araújo, Antonio de Paula (Juiz);
Cardoso, Eliseu de Souza (Desembargador);
Ferreira, Diogo de Arruda (Diretor);
Gonçalves, Maria Aparecida (Juíza).
c) Cabral, Pedro Celso de Alcântara
Ferreira, José Carlos C.;
Ferreira, José Carlos Costa;
Ferreira, José Carlos Expedito.
d) Barbosa Neto, Carlos Eduardo;
Camargo Sobrinho, Pedro Paulo de;
Carneiro Júnior, Vicente de Paula;
Castro Filho, Manoel Moreira de.
A ordenação de nomes de pessoas físicas, instituições e eventos deve obedecer às chamadas 
regras de alfabetação, citadas na bibliografia arquivística. Marilena Leite Paes, em sua 
obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, apresenta 13 regras de alfabetação. De acordo com estas 
regras, o primeiro nome do item A está incorreto, pois deveria ter sido grafado, para fins 
de arquivamento, como “Castelo, Branco, Maria Margarida”.
Letra a.
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130. 130. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TSE/TÉC.JUD.ADM/2007) A ordenação alfabética de documentos 
ou de dossiês é uma das possibilidades para a disposição de documentos em um arquivo. 
Nesse sentido, julgue as propostas de ordenação alfabética apresentadas nos itens abaixo.
I – Campos, Milton de Sousa
Ferreira, André
Muller, Paul
Sousa, Antônio José
II – Almeida, Pedro de
Almeida Filho, João
São Paulo, Carlos
Braga Sobrinho, Antônio
III – I Conferência de Gestão de Documentos
Quarto Workshop sobre Avaliação
Segundo Congresso Nacional de Arquivologia
Terceiro Seminário sobre Preservação de Documentos
Assinale a opção correta.
a) Todos os itens estão certos.
b) Apenas um item está certo.
c) Apenas os itens I e II estão certos.
d) Apenas os itens I e III estão certos.
Apenas o item está corretamente ordenado. Nos demais itens, a ordem correta seria:
II – Almeida Filho, João
Almeida, Pedro de
Muller, Paul
Sousa, Antonio Jose
III – Conferência de Gestão de Documentos (I)
Congresso Nacional de Arquivologia (Segundo)
Seminário sobre Preservação de Documentos (Terceiro)
Workshop sobre Avaliação (Quarto)
Letra b.
131. 131. (Q493855/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANCINE/TÉC.ADM/2006) Considerando-se as regras 
de alfabetação para arquivamento de documentos cujo principal elemento seja o nome, 
está incorreta a sequência a seguir:
– Junqueira, Antonio Carlos
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– Negra, Marco Antonio Serra
– Neto, Carlos José de Araújo
– Souza, José Paulo de
A sequência apresentada está incorretamente apresentada. A sequência correta seria:
– Araújo Neto, Carlos José de
– Junqueira, Antonio Carlos
– Serra Negra, Marco Antonio
– Souza, José Paulo de
Certo.
132. 132. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) João Barbosa arquiva-se como 
Barbosa, João.
João Barbosa é organizado pelo último sobrenome.
Certo.
133. 133. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) Nos sobrenomes compostos: 
Paulo Castelo Branco arquiva-se como Castelo Branco, Paulo.
Paulo Castelo Branco apresenta sobrenome composto de substantivo e adjetivo e, portanto, 
deverá ser arquivado como Castelo Branco, Paulo.
Certo.
134. 134. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) Nos sobrenomes com as palavras 
Santa, Santo ou São: Carlos São Paulo arquiva-se como Paulo, Carlos São.
Na verdade, Carlos São Paulo deve ser arquivado como São Paulo, Carlos.
Errado.
135. 135. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DETRAN-PA/AUX.ADM/2006) Nos sobrenomes com artigos e 
preposições: Ricardo d´Ávila arquiva-se como Ávila, Ricardo d´.
As preposições não são consideradas. Portanto, Ricardo d´Ávila deve ser arquivado como 
Ávila, Ricardo d´.
Certo.
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136. 136. (Q557585/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) A sequência de nomes 
a seguir atende às regras de alfabetação:
Araújo, José Alberto de
Castro, Diogo de Farias
Ferreira, Maria Aparecida
Lima, Paulo
Oliveira, Benedito Martins de
A sequência apresentada está corretamente apresentada segundo as regras de alfabetação.
Certo.
137. 137. (Q556712/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) A sequência de nomes 
a seguir atende às regras de alfabetação:
Abreu, Paulo de (Ministro)
Barbosa, José Pedro
Barbosa, Maria Aparecida
Silva, José Ricardo da
Sobrinho, Ricardo Pereira
A sequência apresentada não atende as regras de alfabetação. A sequência correta seria:
Abreu, Paulo de (Ministro)
Barbosa, José Pedro
Barbosa, Maria Aparecida
Pereira Sobrinho, Ricardo
Silva, José Ricardo da
Errado.
138. 138. (Q556714/CESPE-CEBRASPE/UNB/DOCAS-PA/ASSIST.ADM/2006) A sequência de nomes 
a seguir atende às regras de alfabetação:
Gonçalves, Paulo de Abreu
Magalhães, Pedro Antônio de
São Tiago, Heitor de
Teles, Manoel de Souza
Villa-Lobos, Henrique
A sequência apresentada está corretamente apresentada segundo as regras de alfabetação.
Certo.
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139. 139. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INPI/ASSIST.C&T/2006) Método alfabético é um método de 
arquivamento direto de documentos cujo principal elemento é o nome. A esse respeito e 
considerando as regras pertinentes, julgue as propostas de alfabetação apresentadas nos 
itens a seguir.
I – Cabral, Pedro Álvares
Colombo, Cristóvão
Ferreira, J.
Ferreira, José
Neto, Afonso de Almeida
II – Almeida, Benedito de Souza
Almeida, Carolina de Assis
Castelo Branco, José Humberto
Gonçalves, Hamilton
Lima, Augusto de Oliveira
III – Alencastro, Pedro Ferreira d’
Barbosa, Pedro Paulo
Garcia,José Antonio Lima
Marins, Diego César de Almeida
Tiago, Carlos Alberto de São
IV – Carvalho, Maria Aparecida de
Fagundes, Vicente da Silva
Magalhães, Gilberto
Villa-Lobos, Heitor de Jesus
Ximenes, Paulo Barbosa
V – Campos, Professor Carlos Castro
Campos, Professor Diogo de Lima
Rangel, Coordenador Felipe Bernardes
Rangel, Professor Eduardo de Almeida
Reis, Professor Luiz Augusto da Silva
Estão certos apenas os itens
a) I e III.
b) I e V.
c) II e III.
d) II e IV.
e) IV e V
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Os itens e apresentam corretamente os nomes apresentados de acordo com as 
regras de alfabetação. Nos demais itens, a ordenação correta seria:
I – Almeida Neto, Afonso de
Cabral, Pedro Álvares
Colombo, Cristóvão
Ferreira, J.
Ferreira, José
III – Alencastro, Pedro Ferreira d’
Barbosa, Pedro Paulo
Garcia, José Antonio Lima
Marins, Diego César de Almeida
São Tiago, Carlos Alberto de
V – Campos, Carlos Castro (Professor)
Campos, Diogo de Lima (Professor)
Rangel, Felipe Bernardes (Coordenador)
Rangel, Eduardo de Almeida (Professor)
Reis, Luiz Augusto da Silva (Professor)
Letra d.
140. 140. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPAJM/2006) É correto afirmar que a estrutura a seguir está 
de acordo com as regras de alfabetação.
Araújo, José Paulo de
Castelo, Afonso Rodrigues Pereira
Castelo, Afonso Carlos de Oliveira
Lima, Bernardo Pimentel de
A sequência apresentada não atende as regras de alfabetação. A sequência correta seria:
Araújo, José Paulo de
Castelo, Afonso Carlos de Oliveira
Castelo, Afonso Rodrigues Pereira
Lima, Bernardo Pimentel de
Errado.
141. 141. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-TO/2006) Quando o principal elemento a ser considerado 
no arquivamento é o nome, o método alfabético é o mais simples de ser utilizado. Considerando 
as regras de alfabetação para arquivamento de nomes, a seguinte sequência está correta.
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Almeida, Paulo Roberto de
Barbosa, Marco André de Paula
Branco, Paulo de Tarso Castelo
Brito, Reginaldo Barbosa de
A sequência apresentada não atende as regras de alfabetação. A sequência correta seria:
Almeida, Paulo Roberto de
Barbosa, Marco André de Paula
Brito, Reginaldo Barbosa de
Castelo Branco, Paulo de Tarso
Errado.
142. 142. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-TO/2006) De acordo com as regras de alfabetação, a 
sequência a seguir está correta.
Barros, Antonio de Souza (Promotor)
Fagundes, Paulo de Almeida (Desembargador)
Gonçalo, Reginaldo da Silva (Procurador)
Lima, Pedro Antonio de Araújo (Procurador)
A sequência apresentada está corretamente apresentada segundo as regras de alfabetação.
Certo.
143. 143. (Q605296/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANS/TÉC.ADM/2005) Considerando as regras de 
alfabetação está correta a sequência abaixo.
Andrade, Sibelius de
Barbosa, Rodolfo de Campos
Júnior, Pedro de Alcântara
Lima, Bernardete Barbosa
A ordenação dos nomes apresentados, de acordo com as regras de alfabetação, seria:
Alcântara Júnior, Pedro de
Andrade, Sibelius de
Barbosa, Rodolfo de Campos
Lima, Bernardete Barbosa
Errado.
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144. 144. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-EGPA/2005) O arquivamento de documentos a partir 
dos nomes de seus autores obedece a um conjunto de regras denominadas regras de 
alfabetação. Assinale a opção que, a partir dos nomes dados, apresenta proposta incorreta 
de arquivamento.
a) Nomes:
Camilo Castelo Branco
Paulo Monte Verde
Arquivamento:
Branco, Camilo Castelo
Verde, Paulo Monte
b) Nomes:
João Barbosa
Paulo Santos
Arquivamento:
Barbosa, João
Santos, Paulo
c) Nomes:
Marilda Teixeira
Aníbal Teixeira
Arquivamento:
Teixeira, Aníbal
Teixeira, Marilda
d) Nomes:
Jonas Vieira
J. Vieira
Arquivamento:
Vieira, J.
Vieira, Jonas
e) Nomes:
Pedro de Almeida
Lúcia da Câmara
Arquivamento:
Almeida, Pedro de
Câmara, Lúcia da
A ordenação dos nomes apresentados, de acordo com as regras de alfabetação, seria:
Castelo Branco, Camilo
Monte Verde, Paulo
Letra a.
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145. 145. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) A sequência 
alfabética a seguir não está de acordo com as regras de alfabetação para arquivamento de nomes.
– Filho, Manoel Arantes
– Júnior, Pedro Pereira
– Sobrinho, José Vieira.
A ordenação apresentada realmente não está correta. A ordenação correta seria:
– Arantes Filho, Manoel
– Pereira Júnior, Pedro
– Vieira Sobrinho, José
Certo.
146. 146. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) A estrutura 
hipotética de arquivo descrita a seguir está de acordo com as regras de alfabetação.
– Araújo, Professor José de
– Júnior, Coordenador Afonso
– Lima, Diretor Pedro de
– Menezes, Paulo César de.
A ordenação dos nomes apresentados, de acordo com as regras de alfabetação, seria:
– Araújo, José de (Professor)
– Afonso Júnior (Coordenador)
– Lima, Pedro de (Diretor)
– Menezes, Paulo César de
Errado.
147. 147. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) Segundo as regras de alfabetação, a titulação 
é um elemento a ser considerado ao se adotar o método de arquivamento alfabético.
Os títulos não são considerados ao se organizar nomes em ordem alfabética. São colocados 
no final, entre parênteses.
Errado.
148. 148. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) Considere que o TRE-MT adotará 
o método de arquivamento alfabético e fará uso das regras de alfabetação. Assinale a opção 
cujo nome está representado corretamente.
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a) Neto, Antonio Pereira de Souza
b) de Camargo, Luisa Maria Pontes
c) Branco, Solange Ribeiro Castelo
d) Sato, Akiko Yamamoto
e) Muller, Paul
Muller, Paul é o único nome arquivado corretamente. A ordenação dos demais nomes seria:
Souza Neto, Antonio Pereira de Souza
Camargo, Luisa Maria Pontes de
Castelo Branco, Solange Ribeiro
Akiko Yamamoto Sato
Letra e.
149. 149. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.SERV.GERAIS/2005) No método básico 
alfabético, os graus de parentesco não são considerados na ordenação, mesmo sendo 
considerados parte integrante do último sobrenome, salvo quando servirem de elemento 
de distinção.
O item faz referência à regra de alfabetação relativa aos graus de parentesco, quando 
os mesmos sãodeslocados junto com o sobrenome anterior para o início, mas não são 
considerados quando da ordenação alfabética, salvo se houver casos de homônimos 
(pessoas com o mesmo nome). Por exemplo: “Sousa Júnior, Antonio Alves “ e “Sousa Neto, 
Antonio Alves”.
Certo.
150. 150. (Q151402/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara ea outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Os autores espanhóis deverão ser arquivados do seguinte modo: Molinero, Pacco Baños e 
Oviedo, Francisco Carbalhal.
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Os autores espanhóis devem ser organizados da seguinte forma:
Baños Molinero, Pacco
Carbalhal y Oviedo, Francisco
Errado.
151. 151. (Q151403/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Entre as pessoas com sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome. Assim, 
na hipótese apresentada, o correto seria arquivar Lobos, João Villa antes de Lobos, Otávio 
Villa.
A ordenação correta dos nomes apresentados seria:
Villa-Lobos, João
Villa-Lobos, Otávio
Errado.
152. 152. (Q151404/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
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No arquivo, primeiro virá Juvenal de Almeida e depois Marcelo da Câmara, pois os artigos e 
preposições como o “de” e o “da” não são considerados no momento de classificar o artigo 
pelo método alfabético.
Artigos e preposições não são considerados na ordenação alfabética. Portanto, os nomes 
apresentados seriam organizados da seguinte forma:
Almeida, Juvenal de
Câmara, Marcelo da
Certo.
153. 153. (Q151405/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
No que concerne à classificação dos orientais, Li Yutang vem antes de Yoshi Matsue.
Na organização de nomes orientais, os nomes são registrados exatamente como se 
apresentam. Portanto, Li Yutang vem antes de Yoshi Matsue.
Certo.
154. 154. (Q151406/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais, 
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Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Nos locais em que aparecem três pessoas com sobrenome Santos, a classificação será na 
seguinte ordem: primeiro Santos, J., pois a inicial abreviada terá preferência às demais, 
independentemente de qual seja o nome abreviado; em segundo, Santos, Jonas dos; e o 
terceiro será Santos, José dos.
Iniciais abreviativas de prenomes têm precedência na organização de sobrenomes iguais.
Certo.
155. 155. (Q151407/CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.ADM/2005) Em determinado 
arquivo corrente optou-se pelo método básico alfabético. Ocorre que, no arquivamento, 
duas pessoas têm sobrenome igual, João Villa-Lobos e Otávio Villa-Lobos. Havia também 
três pessoas com sobrenome Santos, José dos Santos, J. Santos e Jonas dos Santos. No 
mesmo arquivo, existiam mais duas pessoas: uma chamava-se Marcelo da Câmara e a outra 
Juvenal de Almeida. Apareciam também situações de pessoas cujo sobrenome exprimiam 
graus de parentesco, como Antônio Almeida Neto e Pedro Carvalho Filho. Havia dois autores 
espanhóis, Francisco Carbalhal y Oviedo e Pacco Baños Molinero, e dois autores orientais,Li Yutang e Yoshi Matsue. Observando as regras do método de arquivamento alfabético e 
a situação hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
Na situação descrita, deve-se classificar Filho, Pedro Carvalho antes de Neto, Antônio Almeida.
A ordenação correta dos nomes apresentados seria:
Almeida Neto, Antonio
Carvalho Filho, Pedro
Errado.
156. 156. (Q945517/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Nos nomes de pessoas 
físicas, considera-se o último sobrenome e depois o prenome.
Esta é a primeira regra de alfabetação.
Certo.
157. 157. (Q945521/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) No caso de sobrenomes 
iguais, prevalece a ordem alfabética do prenome.
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Na ordenação alfabética, quando aparecem sobrenomes iguais, a ordenação é feita pelo 
prenome.
Certo.
158. 158. (Q945518/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Sobrenomes compostos 
de um substantivo e um adjetivo ou ligados por hífen não se separam.
Esta é a segunda regra de alfabetação.
Certo.
159. 159. (Q945519/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Artigos, conjunções e 
preposições, tais como a, o, de, d’, da, do, e, um, uma, são considerados para a ordenação.
De acordo com a quinta regra de alfabetação, artigos e preposições não são considerados 
na ordenação alfabética.
Errado.
160. 160. (Q945520/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) Os sobrenomes que 
exprimem grau de parentesco, como Filho, Júnior, Neto, Sobrinho, não são considerados 
parte integrante do último sobrenome.
De acordo com a sexta regra de alfabetação, sobrenomes que exprimem grau de parentesco 
são considerados parte integrante do último sobrenome.
Errado.
161. 161. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INFRAERO/1997) Considere os seguintes nomes próprios.
I – Henrique Viana Neto
II – Antônio Almeida Filho
III – Henrique Vianna
IV – Washington Bayle Júnior
V – Paulo Ribeiro Sobrinho
VI – Washington Baily
Assinale a opção que apresenta, em arquivística, a ordenação alfabética correta.
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a) II – I – III – V – VI – IV
b) II – VI – IV – V – I – III
c) VI – II – IV – I – V – III
d) VI – IV – II – V – III – I
e) II -IV – VI – V – III – I
A ordem correta de arquivamento dos dados apresentados seria:
Almeida Filho, Antônio
Baily, Washington
Bayle Júnior, Washington
Ribeiro Sobrinho, Paulo
Viana Neto, Henrique
Vianna, Henrique
Letra b.
162. 162. (CESPE-CEBRASPE/UNB/INFRAERO/1997) Considere os seguintes nomes de firmas, 
empresas e instituições:
I – EMBRATEL
II – A COLEGIAL
III – COMPANHIA PROGRESSO LTDA.
IV – BARBOSA LIMA & CIA.
V – THE LIBRARY OF CONGRESS
VI – FUNDAÇÃO CIDADE DA PAZ
Em arquivística, a ordenação alfabética correta é:
a) IV, III, II, I, VI, V.
b) II, IV, III, I, VI, V.
c) II, III, IV, I, V, VI.
d) IV, II, III, I, VI, V.
e) III, II, IV, I, VI, V.
A ordem correta de arquivamento dos dados apresentados seria:
BARBOSA LIMA & CIA.
COLEGIAL (A)
COMPANHIA PROGRESSO LTDA.
EMBRATEL
FUNDAÇÃO CIDADE DA PAZ
LIBRARY OF CONGRESS (THE)
Letra d.
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MÉTODO GEOGRÁFICO
163. 163. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) O método geográfico considera a procedência 
do documento para a realização de seu arquivamento.
O método geográfico de ordenação é aquele que organiza os documentos pelo local ou pela 
procedência dos mesmos.
Certo.
164. 164. (Q710861/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) De acordo com o método 
geográfico de ordenação, as pastas devem ser distribuídas pela procedência dos documentos.
O método geográfico de ordenação é aquele que organiza os documentos pelo local ou pela 
procedência dos mesmos.
Certo.
165. 165. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MS/2013) A ordem geográfica prevê que os verbetes 
sejam ordenados por temas.
A ordenação geográfica prevê a ordenação dos documentos por local ou procedência, e não 
por tema. A ordenação por tema ou assunto caracteriza o método ideográfico.
Errado.
166. 166. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) Na ordenação geográfica, caso o principal elemento 
de identificação seja cidade e não o estado, a capital deve ser destacada.
Na ordenação geográfica, caso o principal elemento de identificação seja cidade e não 
estado, a capital deve ser ordenada alfabeticamente como qualquer outra cidade. A capital 
é destacada início quando o principal elemento de identificação for o estado, e não a cidade.
Errado.
167. 167. (Q775449/CESPE-CEBRASPE/UNB/DPU/AG.ADM/2010) Considere que os documentos 
de um determinado setor da DPU estejam organizados com base na procedência ou local. 
Nessa situação, o método de arquivamento adotado denomina-se
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a) por assunto.
b) onomástico.
c) geográfico.
d) ideográfico.
e) alfabético.
O método geográfico tem como elemento principal a procedência ou local do documento.
Letra c.
168. 168. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) Na disposição das pastas do arquivo, 
quando o elemento de identificação é a cidade e não o estado, deve-se observar a ordem 
alfabética por cidades, com especial destaque para a capital.
Na disposição das pastas do arquivo, quando o elemento de identificação é a cidade e não 
o estado, as cidades devem ser dispostas alfabeticamente, sem destaque para a capital. O 
destaque para a capital ocorre na ordenação quando o principal elemento de identificação 
é o estado, e não a cidade.
Errado.
169. 169. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) O método geográfico é muito preciso, 
mas tem aplicações muito específicas, uma vez que está embasado na identificação de 
características geográficas, como bacias hidrográficas, cadeias de montanhas, planícies, 
planaltos, flora e fauna.
O método geográfico organiza os documentos por local ou procedência (cidade, estado ou 
país). Portanto, não considera os elementos citados no item.
Errado.
170. 170. (Q373506/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) A ordenação geográfica, que 
é típica do sistema direto, tem como elemento principal o correspondente.
O método de arquivamento geográfico tem como elemento principal o local ou a procedência 
do documento, e não o correspondente. No caso, a ordenação pelo nome do correspondente 
seria a ordenação alfabética.
Errado.
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171. 171. (CESPE-CEBRASPE/UNB/DFTRANS/AG.ADM/2008) No arquivamento de documentos 
cujo principal elemento seja a procedência, é correta a seguinte ordenação.
MINAS GERAIS: Belo Horizonte /Ouro Preto /Uberlândia
PARANÁ: Curitiba /Londrina /Paranaguá
Os dados apresentados estão corretamente apresentados, segundo a ordenação geográfica 
por estado.
Certo.
172. 172. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Quando se organiza um arquivo por estados da 
Federação, as capitais são ordenadas alfabeticamente como qualquer outra cidade, mas 
quando o principal elemento de identificação é a cidade e não o estado da Federação, as 
capitais devem ser alfabetadas em primeiro lugar.
Na ordenação por estado, a capital deve ser alfabetada em primeiro lugar. Na ordenação 
por cidade, as cidades são ordenadas alfabeticamente, indicado o estado ao final, entre 
parênteses.
Errado.
173. 173. (CESPE-CEBRASPE/UNB/ME/2008) Na correspondência com outros países, as pastas 
devem ser alfabetadas, em primeiro lugar, pelo país, em ordem alfabética. Dentro de cada 
país, primeiro virá a capital. As pastas das demais cidades serão alfabetadas em ordem 
alfabética, após as respectivas capitais dos países a que se referem.
O item apresenta corretamente a regra de organização para a ordenação por país, no 
método geográfico.
Certo.
174. 174. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método geográfico de arquivamento de 
documentos é o método indicado quando o principal elemento a ser considerado em um 
documento é a procedência.
No método geográfico, o principal elemento a ser considerado é o local ou procedência.
Certo.
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175. 175. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) Em um arquivo que contenha uma pasta para 
cada uma das cidades do estado de Roraima, se o método adotado para a classificação das 
pastas for o alfabético, deve-se observar a ordem alfabética por cidades, havendo destaque 
especial para Boa Vista, por ser a capital do estado, cuja pasta será a primeira.
A regra apresentada vale para o método geográfico, e não para o método alfabético.
Errado.
176. 176. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STJ/2008) O método de ordenação dos documentos a partir 
do uso do nome da cidade ou de um estado é conhecido como Duplex.
O método citado é o geográfico, e não o duplex.
Errado.
177. 177. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) Na adoção do método de 
arquivamento geográfico em que o elemento diferenciador seja a unidade da federação, 
na sequência são ordenadas as capitais, seguidas dos demais municípios.
O item apresenta corretamente a regra para a ordenação por estado, no método geográfico.
Certo.
178. 178. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.SERV.GERAIS/2005) No método 
geográfico, quando se adota a ordenação geográfica – nome do estado, cidade e correspondente 
–, as capitais devem ser alfabetadas em primeiro lugar, por estado, independentemente da 
ordem alfabética em relação às demais cidades, que deverão estar dispostas após as capitais.
O item apresenta corretamente os detalhes para a organização de documentos quando se 
utiliza o método geográfico por estado, de acordo com a obra “Arquivo: Teoria e Prática”, 
da autora Marilena Leite Paes.
Certo.
179. 179. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento geográfico 
considera a data do documento como elemento principal.
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O método geográfico considera o local ou a procedência como elemento principal, e não a 
data, que é o principal elemento do método numérico-cronológico.
Errado.
180. 180. (Q945523/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) O método geográfico de 
arquivamento tem como elemento principal a procedência ou local.
O método geográfico organiza os documentos pelo local ou procedência.
Certo.
MÉTODO NuMÉriCO
181. 181. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento numérico simples permite que o número de uma pasta seja reaproveitado, 
caso essa fique vaga.
O método numérico de arquivamento é aquele em que os documentos são ordenados por 
número. Ele é subdividido, de acordo com Marilena Leite Paes, em sua obra “Arquivo: Teoria e 
Prática”, em simples, cronológico e dígito-terminal. O método numérico simples é aquele em 
que os documentos são numerados sequencialmente à medida que entram na instituição ou 
no arquivo e são ordenados por este número. O item apresenta uma característica correta 
a respeito deste método de arquivamento.
Certo.
182. 182. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento numérico cronológico apresenta a numeração anotada na pasta.
O método numérico de arquivamento é aquele em que os documentos são ordenados por 
número. Ele é subdividido, de acordo com Marilena Leite Paes, em sua obra “Arquivo: Teoria e 
Prática”, em simples, cronológico e dígito-terminal. O método numérico simples é aquele em 
que os documentos são numerados sequencialmente à medida que entram na instituição ou 
no arquivo e são ordenados por este número. O método numérico cronológico é aquele em 
que os documentos são ordenados por data ou combinando um número a uma data (ano, 
por exemplo). O método dígito-terminal é aquele em que os números que identificam os 
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documentos são divididos em grupos de dois algarismos cada, e depois a ordenação é feita 
pelos dois últimos algarismos. O item apresenta uma característica do método numérico 
simples, e não do método numérico cronológico, como é afirmado.
Errado.
183. 183. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento dígito-terminal pode ocasionar aumento de erros de arquivamento.
O método numérico dígito-terminal de arquivamento é aquele em que os números que 
identificam os documentos são divididos em grupos de dois algarismos, lidos da direita para 
a esquerda, formando pares. A ordenação se dá pelos dois últimos algarismos. É um método 
recomendado para a ordenação de documentos cujos números contenham muitos algarismos, 
a fim de agilizar tanto o arquivamento quanto a busca dos documentos. Suas vantagens, 
segundo a bibliografia, são a maior rapidez e a diminuição de erros no arquivamento.
Errado.
184. 184. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
numérico simples permite que o número de uma pasta seja reaproveitado, caso essa 
fique vaga.
O método numérico de arquivamento é aquele em que os documentos são ordenados por 
número. Ele é subdividido, de acordo com Marilena Leite Paes, em sua obra “Arquivo: Teoria e 
Prática”, em simples, cronológico e dígito-terminal. O método numérico simples é aquele em 
que os documentos são numerados sequencialmente à medida que entram na instituição ou 
no arquivo e são ordenados por este número.O item apresenta uma característica correta 
a respeito deste método de arquivamento.
Certo.
185. 185. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
numérico cronológico apresenta a numeração anotada na pasta.
O método numérico de arquivamento é aquele em que os documentos são ordenados por 
número. Ele é subdividido, de acordo com Marilena Leite Paes, em sua obra “Arquivo: Teoria e 
Prática”, em simples, cronológico e dígito-terminal. O método numérico simples é aquele em 
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que os documentos são numerados sequencialmente à medida que entram na instituição ou 
no arquivo e são ordenados por este número. O método numérico cronológico é aquele em 
que os documentos são ordenados por data ou combinando um número a uma data (ano, 
por exemplo). O método dígito-terminal é aquele em que os números que identificam os 
documentos são divididos em grupos de dois algarismos cada, e depois a ordenação é feita 
pelos dois últimos algarismos. O item apresenta uma característica do método numérico 
simples, e não do método numérico cronológico, como é afirmado.
Errado.
186. 186. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
dígito-terminal pode ocasionar aumento de erros de arquivamento.
O método numérico dígito-terminal de arquivamento é aquele em que os números que 
identificam os documentos são divididos em grupos de dois algarismos, lidos da direita para 
a esquerda, formando pares. A ordenação se dá pelos dois últimos algarismos. É um método 
recomendado para a ordenação de documentos cujos números contenham muitos algarismos, 
a fim de agilizar tanto o arquivamento quanto a busca dos documentos. Suas vantagens, 
segundo a bibliografia, são a maior rapidez e a diminuição de erros no arquivamento.
Errado.
187. 187. (Q2244825/CESPE-CEBRASPE/UNB/TELEBRAS/ASSIST.ADM/2022) O método de 
arquivamento numérico simples utiliza como elementos de busca o número e a data do 
documento.
O método numérico de arquivamento é subdividido, na bibliografia, em: simples, cronológico 
e dígito-terminal. É o método numérico cronológico que utiliza como elementos para 
organizar e buscar os documentos o número e a data, e não o numérico simples, como o item 
afirma. No método numérico simples, os documentos são ordenados apenas por número.
Errado.
188. 188. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) No método de arquivamento numérico simples, 
a ordenação é orientada pelo número do documento.
O método de arquivamento numérico simples ordena os documentos pelo número que foi 
atribuído a eles. Estranhamente, o Cespe (Cebraspe) considerou o item como incorreto em 
seu gabarito definitivo, o que não se justifica, em função do conteúdo do enunciado, que 
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não admite outra interpretação, que não o fato de que o método numérico simples ordena 
os documentos por número.
Certo.
189. 189. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) O método de arquivamento numérico 
simples, além da ordem numérica, considera a data em que o documento foi produzido.
O método de arquivamento numérico simples considera apenas o número que foi atribuído 
ao documento.
Errado.
190. 190. (Q423326/CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2011) Por meio do método 
Variadex, atribui-se um número ao documento, em ordem crescente, de acordo com a 
entrada deste no arquivo.
A definição apresentada se refere ao método numérico simples, e não ao método variadex.
Errado.
191. 191. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010) A atribuição de um número a cada 
correspondente (pessoa física ou pessoa jurídica) obedecendo à ordem de entrada ou de 
registro, sem qualquer preocupação com a ordenação alfabética, é característica do método 
numérico simples. Uma possível atribuição por esse método é apresentada a seguir:
Pasta 1 – Moreira, Marina;
Pasta 2 – Aarão, João Bosco;
Pasta 3 – Alves, Flávio José.
O item apresenta corretamente dados organizados utilizando-se o método numérico simples.
Certo.
192. 192. (Q279183/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) O método numérico simples 
determina a numeração sequencial dos documentos, dispondo os números em três grupos 
de dois dígitos cada um. Por exemplo: 52-63-19.
O método apresentado é o numérico dígito-terminal, e não o numérico simples.
Errado.
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193. 193. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) O método numérico cronológico leva 
em consideração a ordem numérica e a procedência do documento.
O método numérico cronológico leva em consideração a data de entrada do documento, 
e não a procedência.
Errado.
194. 194. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) Uma representação correta do método 
numérico simples é 22-93-17.
O número apresentado foi organizado pelo método numérico dígito-terminal, e não pelo 
numérico simples.
Errado.
195. 195. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método numérico é o que dispõe todas as 
pastas e documentos de um arquivo em sequência numérica crescente, independentemente 
do arranjo alfabético e obedecendo à ordem de entrada.
No método numérico simples, os documentos são organizados e localizados pelo número 
que é atribuído aos mesmos.
Certo.
196. 196. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método numérico simples constitui-se na 
atribuição de um número e de uma letra a cada documento de pessoa física ou jurídica.
No método numérico simples, os documentos são organizados apenas por números.
Errado.
197. 197. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-RR/2008) O método numérico cronológico estabelece a 
ordenação das pastas ou documentos de acordo com a numeração e com a data.
O método numérico de arquivamento é aquele em que os documentos são ordenados por 
número. Ele é subdividido, de acordo com Marilena Leite Paes, em sua obra “Arquivo: Teoria 
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e Prática”, em simples, cronológico e dígito-terminal. O método numérico simples é aquele 
em que os documentos são numerados sequencialmente à medida que entram na instituição 
ou no arquivo e são ordenados por este número. O método numérico cronológico é aquele 
em que os documentos são ordenados por data ou combinando um número a uma data 
(ano, por exemplo). O método dígito-terminal é aquele em que os números que identificam 
os documentos são divididos em grupos de dois algarismos cada, e depois a ordenação é 
feita pelos dois últimos algarismos.
Certo.
198. 198. (Q339621/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) O método 
numérico simples atribui um número a cada pastade cliente (pessoa física ou jurídica), 
obedecendo à ordem de entrada ou de registro, sem qualquer preocupação com a ordenação 
alfabética.
O item traz corretamente um resumo do método numérico simples, previsto na bibliografia 
arquivística.
Certo.
199. 199. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-AC/2006) Dígito-terminal é um método cronológico 
utilizado para a ordenação das classes e subclasses.
Na verdade, o método numérico dígito-terminal não é um método cronológico, como 
afirma oi tem. O método numérico dígito-terminal de arquivamento é aquele em que 
os números que identificam os documentos são divididos em grupos de dois algarismos, 
lidos da direita para a esquerda, formando pares. A ordenação se dá pelos dois últimos 
algarismos. É um método recomendado para a ordenação de documentos cujos números 
contenham muitos algarismos, a fim de agilizar tanto o arquivamento quanto a busca dos 
documentos. Suas vantagens, segundo a bibliografia, são a maior rapidez e a diminuição 
de erros no arquivamento.
Errado.
200. 200. (CESPE-CEBRASPE/UNB/PRG-DF/ASSIST.ATIV.JUR.APOIO.ADM/2005) Simples e dígito-
terminal são métodos numéricos de arquivamento.
O método numérico simples é subdividido nos métodos simples, cronológico e dígito-terminal.
Certo.
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201. 201. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-MT/TÉC.JUD.ADM/2005) O método de arquivamento 
dígito-terminal apresenta como desvantagem a lentidão na recuperação da informação.
O método dígito-terminal apresenta como vantagem maior agilidade na recuperação da 
informação, uma vez que trabalha apenas com os dois últimos algarismos.
Errado.
202. 202. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRT 16ª REG./TÉC.JUD.SERV.GERAIS/2005) Método numérico 
simples cronológico ou método dígito-terminal corresponde à atribuição de um número 
a cada correspondente ou cliente, obedecendo-se à ordem de entrada ou registro, sem 
preocupação com a ordenação alfabética.
O item apresenta um resumo do funcionamento do método numérico simples apenas, e 
não dos métodos numérico simples, cronológico e dígito-terminal, como afirma.
Errado.
203. 203. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SGA-DF/AG.ADM/2004) O método de arquivamento numérico 
pode ser dividido em numérico simples, cronológico ou dígito-terminal.
O método numérico simples é subdividido nos métodos simples, cronológico e dígito-terminal.
Certo.
204. 204. (Q945524/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-PA/AG.ADM/2004) A ordenação cronológica 
não faz parte dos métodos numéricos de arquivamento.
O método numérico simples é subdividido nos métodos simples, cronológico e dígito-terminal.
Errado.
205. 205. (CESPE-CEBRASPE/UNB/STM/TÉC.JUD.ADM/2004) No método numérico simples, a 
recuperação da informação obedecerá ao número atribuído ao documento.
No método numérico simples, os documentos são organizados e localizados pelo número 
que é atribuído aos mesmos.
Certo.
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MÉTODO IDEOGRÁFICO
206. 206. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento por assunto apresenta baixa complexidade.
Segundo Marilena Leite Paes, em sua obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, o método de arquivamento 
ideográfico (por assunto) não é de fácil aplicação, pois depende da interpretação dos 
documentos e do conhecimento dos assuntos.
Errado.
207. 207. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
por assunto apresenta baixa complexidade.
Segundo Marilena Leite Paes, em sua obra: “Arquivo: Teoria e Prática”, o método de arquivamento 
ideográfico (por assunto) não é de fácil aplicação, pois depende da interpretação dos 
documentos e do conhecimento dos assuntos.
Errado.
208. 208. (CESPE-CEBRASPE/PGDF/TÉC.ADM/2021) No método ideográfico de arquivamento 
utilizam-se o assunto e a data como elementos de recuperação da informação.
Na verdade, o método ideográfico organiza os documentos por assunto, e não por data, 
como é afirmado no item. O método numérico cronológico é que organiza os documentos 
por data.
Errado.
209. 209. (CESPE-CEBRASPE/UNB/IPHAN/2018) A aplicação do método ideográfico de 
arquivamento é considerada complexa.
O método de arquivamento ideográfico é considerado de difícil aplicação, porque exige a 
interpretação dos documentos e conhecimento doa assuntos da instituição.
Certo.
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210. 210. (Q710863/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O método de arquivamento 
por assunto é aplicado exclusivamente aos documentos de arquivo acumulados pelas 
atividades-meio da organização.
O método de arquivamento por assunto pode ser aplicado a qualquer área da instituição, 
e não exclusivamente aos documentos de arquivo acumulados pelas atividades-meio da 
organização.
Errado.
211. 211. (Q611192/CESPE-CEBRASPE/UNB/SERPRO/TÉC.SUP.ADM/2013) O método de 
classificação de documentos por assunto é dependente de interpretação arquivística, o 
que o torna, portanto, um método de difícil aplicação.
Organizar documentos por assunto exige a leitura dos mesmos e sua interpretação, o que 
torna o método de difícil aplicação se comparado aos outros métodos.
Certo.
212. 212. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) Analisada determinada situação arquivística, 
optou-se por uma metodologia de arquivamento por assunto. Assinale a opção que identifica 
o método de arquivamento por assunto.
a) numérico-cronológico
b) alfabético
c) ideográfico
d) variadex
e) dígito-terminal
O método ideográfico é aquele que organiza os documentos por assunto.
Letra c.
213. 213. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TJAL/2012) A ordenação por assunto não tem regras ou 
métodos evidentes.
Existem regras para a ordenação por assunto de forma alfabética ou numérica.
Errado.
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214. 214. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) O método de arquivamento por assunto não é 
de fácil aplicação, visto que a definição do local de arquivamento depende da interpretação 
dos documentos.
Para a utilização do método ideográfico (por assunto), há a necessidade de se interpretar 
cada documento a ser organizado, a fim de identificar seu assunto, o que torna o método 
de difícil aplicação.
Certo.
215. 215. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEDUC-AM/2011) O método de arquivamento por assunto 
deve, pela sua característica, ser aplicado exclusivamente aos documentos que se refiram 
às atividades fim ou específica da organização.
Os métodos de arquivamento podem ser aplicados a todos os documentos da instituição, 
independentemente da área destes documentos.
Errado.
216. 216. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CETURB-ES/2010)A criação de pastas para o arquivamento 
de documentos a partir dos temas relacionados a atividades desenvolvidas no setor de 
trabalho indica o uso do método ideográfico.
O método ideográfico organiza os documentos por assunto/tema.
Certo.
217. 217. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) O método temático tem como eixo a identificação 
de temas ou assuntos presentes, explicitamente ou não, nos documentos. Esse método 
deve ser utilizado combinado com o alfabético, que serve para ordenar os temas elencados.
O método temático ou ideográfico pode ser combinado com o método alfabético ou numérico.
Errado.
218. 218. (CESPE-CEBRASPE/UNB/EMBASA/2010) Um dos métodos de ordenamento considerados 
mais eficientes é o ideográfico, no qual os documentos recebem números dispostos em 
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três grupos de dois dígitos cada um, que são lidos da direita para a esquerda, formando 
pares. Nesse caso, o arquivamento é feito considerando um grupo de cada vez.
O item apresenta a definição do método numérico dígito-terminal, e não do método 
ideográfico.
Errado.
219. 219. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPS/2010) No método de arquivamento ideográfico, os 
documentos são classificados de acordo com a data.
O método de arquivamento ideográfico organiza os documentos por assunto ou tema, 
e não por data, como afirma o item. É o método numérico cronológico que organiza os 
documentos por data.
Errado.
220. 220. (Q373507/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) Pastas de um arquivo 
classificadas como acordos, convênios, correspondências, relatórios, processos, formulários 
e guias são exemplos da utilização do método de arquivamento por assunto.
No exemplo apresentado os documentos foram organizados por espécie de documento e 
não pelo assunto de que tratam.
Errado.
221. 221. (Q373508/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANAC/TÉC.ADM/2009) É possível encontrar vários 
esquemas padronizados de classificação por assunto em arquivos, entre eles o esquema 
dígito-cronológico.
Não existe o método de arquivamento dígito-cronológico. Os esquemas básicos de 
classificação por assunto são: dicionário, enciclopédico, duplex e decimal.
Errado.
222. 222. (Q275380/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2009) A divisão da documentação 
em classes, conforme os temas, caracteriza o método de arquivamento dígito-terminal.
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A divisão de documentos em classes (assuntos) caracteriza o método ideográfico, e não o 
dígito-terminal.
Errado.
223. 223. (Q275381/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANATEL/TÉC.ADM/2009) O método de arquivamento 
por assunto depende da interpretação dos documentos e de um amplo conhecimento das 
atividades organizacionais.
Para a organização por assunto (método ideográfico), é necessário que o responsável pelo 
arquivamento conheça bem os documentos e a instituição que está organizando.
Certo.
224. 224. (Q341062/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-DF/ASSISTENTE/2008) Os diretórios e 
subdiretórios existentes em um computador têm o mesmo papel das gavetas e pastas de 
um arquivo vertical de aço.
Diretórios e subdiretórios existentes nas pastas informatizadas, têm o mesmo papel das 
gavetas e pastas, onde, normalmente, temos a separação de assuntos e subassuntos dos 
documentos.
Certo.
225. 225. (Q339623/CESPE-CEBRASPE/UNB/SEBRAE-BA/ASSIST.APOIO. ADM/2008) A organização 
do arquivo corrente com pastas intituladas atas, correspondência recebida e expedida, 
contratos, acordos, fax, pareceres etc. corresponde a uma classificação por assunto.
Os exemplos citados se referem a espécies documentais (nomes dados aos documentos 
de acordo com seu aspecto formal) e não a assuntos inseridos nos mesmos.
Errado.
226. 226. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MEC/2005) A classificação por assunto é utilizada com o 
objetivo de agrupar os documentos sob um mesmo tema e agilizar sua recuperação.
A organização por assunto (método ideográfico) organiza os documentos por tema/assunto.
Certo.
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227. 227. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-AL/2004) No método de arquivamento ideográfico, o 
principal elemento a ser adotado para a recuperação da informação é o assunto.
A organização por assunto (método ideográfico) organiza os documentos por tema/assunto.
Certo.
MÉTODOS IDEOGRÁFICOS ALFABÉTICOS
228. 228. (Q279184/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) No arquivamento por 
assunto, pode ser adotado o método alfabético ou o método numérico. O método alfabético 
deve ser aplicado quando o volume e a diversidade de assuntos da documentação a ser 
arquivada forem pequenos.
Quando o volume de assuntos for pequeno, é recomendado o método ideográfico alfabético, 
ao passo que, quando o volume de assuntos for grande, é recomendado o método ideográfico 
numérico.
Certo.
229. 229. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNDAC-PB/2008) Na classificação alfabética por assunto, 
os arquivos serão organizados conforme a data de entrada do assunto.
Na organização alfabética por assunto, os assuntos são organizados alfabeticamente, e 
não por data.
Errado.
230. 230. (Q553202/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) Considere que uma empresa 
organiza seus documentos em pastas, separando-os por assunto em ordem alfabética. 
Neste caso, os documentos relativos a férias devem se localizar após dos documentos 
relativos a diárias e antes daqueles que tratam de transferência.
Na organização alfabética por assunto, a ordenação das pastas apresentadas seria:
Diárias
Férias
Transferências
Certo.
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231. 231. (Q553204/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/ASSIST.ADM/2008) Considere que uma empresa 
organiza seus documentos em pastas, separando-os por assunto em ordem alfabética. 
Caso seja acrescentada, em determinado momento, uma pasta relativa a nomeações, essa 
pasta deverá ser colocada no último item do arquivo, até que nela sejam inseridos todos 
os documentos relacionados assunto.
Na organização alfabética por assunto, os assuntos são ordenados alfabeticamente, à 
medida em que são inseridos no arquivo.
Errado.
232. 232. (Q623039/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2005) No método alfabético 
dicionário, os temas obedecem a uma rigorosa ordem alfabética e apresentam-se de 
maneira hierarquizada, obedecendo a um título genérico.
No método dicionário, não há um esquema hierarquizado. Esta é uma característica do 
método de arquivamento enciclopédico.
Errado.
MÉTODOS IDEOGRÁFICOS NUMÉRICOS
233. 233. (Q2249740/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/PAPILOSCOPISTA/2022) O método de 
arquivamento duplex e o decimal são opostos.
O métodoentão.
9ª Regra:
As partículas dos nomes estrangeiros podem ou não ser consideradas. O mais comum é considerá-
las como parte integrante do último sobrenome quando escritas com letra maiúscula
Exemplo:
Giulio di Capri
Esteban De Penedo
Charles Du Pont
John Mac Adam
Gordon O´Brien
Arquivam-se:
Capri, Giulio di
De Penedo, Esteban
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Du Pont, Charles
Mac Adam, John
O´Brien, Gordon
Marilena Leite Paes
No caso de sobrenomes estrangeiros, é comum que haja uma partícula antecedendo o 
último sobrenome. O correto é considerar esta partícula quando for com letra maiúscula, 
pois neste caso esta partícula faz parte do último sobrenome. Isto é muito comum em 
sobrenomes italianos (Da Vinci, Di Caprio, Di Rossi...), holandeses (Van Gogh, Van Basten, Van 
Persie), irlandeses (O´Brian, O´Neill), escoceses (Mc Donalds, Mc Lane, Mc Cartney) e outros.
Quando esta partícula é minúscula, ela não faz parte do último sobrenome, e por isso, 
não deve ser considerada.
10ª Regra:
Os nomes espanhóis são registrados pelo penúltimo sobrenome, que corresponde ao sobrenome 
de família do pai.
Exemplo:
Jose de Oviedo Y Baños
Francisco de Pina de Mello
Angel del Arco y Molinero
Arquivam-se:
Arco y Molinero, Angel
Oviedo Y Baños, Jose de
Pina de Mello, Francisco de
Marilena Leite Paes
A autora cita os nomes espanhóis, mas na prática a regra vale para qualquer país 
que fale espanhol, ou seja, países hispânicos. Neste caso, os nomes são ordenados pelo 
penúltimo sobrenome, e não pelo último, como manda a regra geral. Isto ocorre porque na 
tradição espanhola o sobrenome paterno vem antes do materno, e, na prática, as pessoas 
são tratadas pelo penúltimo sobrenome, que representa a família. Lionel Andres Messi 
Cuccinatti e conhecido como Messi, Diego Armando Maradona Franco é conhecido como 
Maradona, e assim por diante.
11ª Regra:
Os nomes orientais – japoneses, chineses e árabes – são registrados como se apresentam.
Exemplo:
Al Ben-Hur
Li Yutang
Arquivam-se:
Al Ben-Hur
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Elvis Miranda
Li Yutang
Marilena Leite Paes
No caso de nomes orientais e árabes, a regra diz que eles não devem sofrer qualquer 
alteração. Isto ocorre porque, na tradição oriental, o sobrenome da pessoa vem no início do 
nome dela. É isso mesmo: no início. No caso de Mao Tsé Tung, por exemplo, o sobrenome é 
Mao, e já está no início, o que significa que o nome não precisa ser alterado para que possa 
ser ordenado alfabeticamente.
12ª Regra:
Os nomes de firmas, empresas, instituições e órgãos governamentais devem ser transcritos como 
se apresentam, não se considerando, porém, para fins de ordenação, os artigos e preposições 
que os constituem. Admite-se, para facilitar a ordenação, que os artigos iniciais sejam colocados 
entre parênteses após o nome.
Exemplo:
Embratel
Álvaro Ramos & Cia.
Fundação Getúlio Vargas
A Colegial
The Library of Congress
Companhia Progresso Guanabara
Barbosa Santos Ltda.
Arquivam-se:
Álvaro Ramos & Cia.
Barbosa Santos Ltda.
Colegial (A)
Companhia Progresso Guanabara
Embratel
Fundação Getúlio Vargas
Library of Congress (The)
Marilena Leite Paes
Para nomes de empresas, basta que o artigo inicial seja deslocado para o final entre 
parênteses. Se não houver artigo no início, não precisa ser feita nenhuma alteração, bastando 
que o nome seja organizado como se apresenta. Você observou que há um exemplo em 
inglês na bibliografia, o que faz com surjam exemplos nesta língua nas provas.
13ª Regra:
Nos títulos de congressos, conferências, reuniões, assembleias e assemelhados os números 
arábicos, romanos ou escritos por extenso deverão aparecer no fim, entre parênteses.
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Exemplo:
II – Conferência de Pintura Moderna
Quinto Congresso de Geografia
3º Congresso de Geologia
Arquivam-se:
Conferência de Pintura Moderna (II)
Congresso de Geografia (Quinto)
Congresso de Geologia (3º)
Marilena Leite Paes
Nos nomes de eventos, basta que o numeral do início seja deslocado para o final, entre 
parênteses. Se não houver numeral no início, não é necessária qualquer alteração.
Qualquer questão sobre ordenação alfabética deve ser resolvida utilizando-se as regras 
de alfabetação, mesmo que a questão não coloque esta informação no enunciado. É um 
assunto bastante frequente nas provas e que leva muitos candidatos a errar questões que, 
a princípio, julgavam extremamente fáceis.
1.4.2. MÉTODO GEOGRÁFICO
Outra maneira de organizar os documentos no arquivo é separá-los por local ou 
procedência, ou seja, por cidade, estado ou país. Neste caso, o método utilizado é chamado 
de geográfico. Para este método, não existem regras internacionais como no alfabético, 
mas em sua obra, Marilena Leite Paes sugere algumas regras para facilitar a busca dos 
documentos ordenados por este método, e estas regras viram obrigatoriedade nas questões. 
Vamos a elas então.
OrDENAÇÃO POr CiDADE
Quando o elemento de identificação é a cidade e não o estado, deve-se observar a rigorosa 
ordem alfabética por cidades, não havendo destaque para as capitais.
Exemplo:
Campos (Rio de Janeiro)
Itacoatiara (Amazonas)
Lorena (São Paulo)
Manaus (Amazonas)
Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
São Paulo (São Paulo)
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É imprescindível que as pastas tragam os nomes dos estados, em segundo lugar, porque há 
cidades com o mesmo nome em diferentes estados.
Marilena Leite Paes
Quando os documentos são ordenados por cidade, a autora sugere que simplesmente a 
ordenação seja feita de forma alfabética, a partir dos nomes das cidades. O detalhe a mais 
é que, ao final de cada cidade, o estado deve ser destacado entre parênteses.
OrDENAÇÃO POr ESTADO
Quando se organiza um arquivo por estados, as capitais devem ser alfabetadas em primeiro 
lugar, por estado, independentemente da ordem alfabética em relação às demais cidades, que 
deverão estar dispostas após as capitais.
Exemplo:
Pasta do estado do Amazonas
Manaus
Itacoatiara
Pasta do estado do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Campos
Pasta do estado de São Paulo
São Paulo
Lorena
Neste caso há necessidade de se utilizar guias divisórias com notações indicativas dos nomes 
dos estados.
Marilena Leite Paes
Quando os documentos são ordenados por estado, a autora sugere que os estados sejam 
ordenados alfabeticamente (no exemplo citado acima primeiro veio o estado de Amazonas, 
depois Rio de Janeiro e depois São Paulo). Dentro de cada estado,de arquivamento ideográfico é aquele que organiza os documentos por assunto. 
Os assuntos podem ser ordenados de forma alfabética ou por meio de códigos numéricos. 
Quando se opta pela organização dos assuntos por código, deve-se codificar os assuntos, 
atividades e funções da entidade de forma hierarquizada (do geral para o particular), 
criando assim o plano de classificação da instituição. Esta codificação pode ser feita a partir 
do método decimal ou método duplex. A diferença entre os dois é que o método decimal 
é limitado a 10 classes ou áreas em cada nível (é o método adotado nas bibliotecas) e o 
método duplex apresenta a possibilidade de criação de classes ou áreas ilimitadas em cada 
nível. Assim, os métodos decimal e duplex são bastante similares, e não métodos “opostos”, 
como afirma o item.
Errado.
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234. 234. (Q2456621/CESPE-CEBRASPE/UNB/PCPB/TEC.PERÍCIA/2022) O método de arquivamento 
duplex e o decimal são opostos.
O método de arquivamento ideográfico é aquele que organiza os documentos por assunto. 
Os assuntos podem ser ordenados de forma alfabética ou por meio de códigos numéricos. 
Quando se opta pela organização dos assuntos por código, deve-se codificar os assuntos, 
atividades e funções da entidade de forma hierarquizada (do geral para o particular), 
criando assim o plano de classificação da instituição. Esta codificação pode ser feita a partir 
do método decimal ou método duplex. A diferença entre os dois é que o método decimal 
é limitado a 10 classes ou áreas em cada nível (é o método adotado nas bibliotecas) e o 
método duplex apresenta a possibilidade de criação de classes ou áreas ilimitadas em cada 
nível. Assim, os métodos decimal e duplex são bastante similares, e não métodos “opostos”, 
como afirma o item.
Errado.
235. 235. (Q1879538/CESPE-CEBRASPE/UNB/APEX-BRASIL/ASSIT.APOIO. ADM/2021) No método 
duplex para arquivamento, os documentos
a) são numerados sequencialmente e os números são dispostos em três grupos de dois 
dígitos.
b) são agrupados em ordem numérica e por data.
c) recebem um número obedecendo a ordem de entrada ou do registro.
d) são divididos em classes, conforme os assuntos, partindo-se do gênero para a espécie 
e desta para a minúcia.
O método de arquivamento ideográfico é aquele que organiza os documentos por assunto. 
Os assuntos podem ser ordenados de forma alfabética ou por meio de códigos numéricos. 
Quando se opta pela organização dos assuntos por código, deve-se codificar os assuntos, 
atividades e funções da entidade de forma hierarquizada (do geral para o particular), 
criando assim o plano de classificação da instituição. Esta codificação pode ser feita a partir 
do método decimal ou método duplex. A diferença entre os dois é que o método decimal 
é limitado a 10 classes ou áreas em cada nível (é o método adotado nas bibliotecas) e o 
método duplex apresenta a possibilidade de criação de classes ou áreas ilimitadas em cada 
nível. O item D da questão faz um resumo do método duplex, citado no enunciado. Os itens 
A, B e C apresentam resumos dos métodos numérico dígito-terminal, numérico cronológico 
e numérico simples, respectivamente.
Letra d.
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236. 236. (CESPE-CEBRASPE/UNB/FUNPRESP-JUD/2016) O método de arquivamento decimal é 
aplicado quando a documentação é dividida em classes, conforme os assuntos, partindo-se 
do gênero para a espécie e desta para os detalhes da documentação.
Quando da organização dos documentos por assunto, é possível a criação de códigos para a 
ordenação dos documentos nos arquivos. Esta ordenação pressupõe a criação do plano de 
classificação, onde cada atividade ou assunto da instituição é codificada. A organização dos 
códigos pode ser feita pelo método decimal (limitado a 10 áreas ou classes) ou duplex (que 
permite classes ilimitadas). O levantamento das atividades ou assuntos é feita de forma 
hierarquizada, partindo do mais amplo (genérico) para o mais específico. O item é incorreto 
ao afirmar que a estruturação dos assuntos se dará pelo gênero (textual, iconográfico, 
sonoro, por exemplo) e pela espécie (ofício, memorando, relatório, por exemplo).
Errado.
237. 237. (Q710864/CESPE-CEBRASPE/UNB/FUB/TÉC.ARQUIVO/2014) O método duplex é utilizado 
na classificação ideográfica dos documentos.
O método duplex é uma subdivisão da classificação ideográfica dos documentos.
Certo.
238. 238. (CESPE-CEBRASPE/UNB/MPE-PI/2012) Uma vantagem do método duplex sobre o 
método decimal é a possibilidade de abrir novas classes de acordo com a necessidade da 
instituição.
Os métodos decimal e duplex funcionam a partir da codificação dos assuntos da instituição. 
Enquanto o método decimal é limitado a 10 áreas, o método duplex permite áreas ou 
classes ilimitadas.
Certo.
239. 239. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) Por meio do método de arquivamento decimal, é 
atribuído, para cada documento, ou grupo de documentos, um número em ordem crescente.
O item apresenta características do método numérico simples, e não do método decimal, 
como afirma.
Errado.
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ArquivOlOgiA 
Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
240. 240. (Q446465/CESPE-CEBRASPE/UNB/EBC/TÉC.ADM/2011) A existência de pastas separadas 
de ofícios, memorandos, relatórios, projetos indica a utilização do método decimal de 
classificação.
O item apresenta um arquivo organizado por espécies documentais e não pelo método 
decimal, onde os assuntos são codificados e os documentos são organizados por código 
de assunto.
Errado.
241. 241. (CESPE-CEBRASPE/UNB/CNPQ/2011) Por meio do método de arquivamento decimal, é 
atribuído, para cada documento, ou grupo de documentos, um número em ordem crescente.
O item apresenta a definição do método numérico simples e não do método decimal.
Errado.
242. 242. (Q279185/CESPE-CEBRASPE/UNB/ANTAQ/TÉC.ADM/2009) Uma das vantagens 
apresentadas pelo método duplex de arquivamento é a possibilidade ilimitada de classes 
de documentos.
O método duplex apresenta como vantagem a possibilidade de se criar inúmeras classes.
Certo.
243. 243. (CESPE-CEBRASPE/UNB/SEAD-CEHAP-PB/2009) O método decimal é um método 
numérico ideográfico.
O método decimal está inserido nos métodos ideográficos e organiza os documentos 
numericamente.
Certo.
244. 244. (CESPE-CEBRASPE/UNB/TRE-GO/2005) Uma das vantagens apresentadas pelo método 
de arquivamento duplex é a possibilidade de criação de classes ilimitadas.
O método duplex apresenta como vantagem a possibilidade de se criar inúmeras classes.
Certo.
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ArquivOlOgiA 
Arquivamentoa regra é começar pela 
capital, independentemente da ordem alfabética, e depois ordenar as demais cidades 
alfabeticamente, após a capital. A vantagem seria o fato de que a capital, por ser a mais 
utilizada, estará mais acessível.
OrDENAÇÃO POr PAÍS
Quando se trata de correspondência com outros países, alfabeta-se em primeiro lugar o país. 
A primeira cidade dentro de cada país será a capital, seguida das demais cidades, ordenadas 
alfabeticamente.
Exemplo:
Pasta da França
Paris
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ArquivOlOgiA 
Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
Lyon
Pasta de Portugal
Lisboa
Coimbra
Porto
Marilena Leite Paes
Quando os documentos são ordenados por país, a autora sugere que a mesma regra 
aplicada aos estados, ou seja, os países são ordenados alfabeticamente (no exemplo citado acima 
primeiro veio a pasta da França e depois a pasta de Portugal). Dentro de cada país, a regra é 
começar pela capital, independentemente da ordem alfabética, e depois ordenar as demais 
cidades alfabeticamente, após a capital.
O mais comum, nos casos de questões práticas que sugerem a ordenação de locais, é 
a ordenação por estado. A ordenação por cidade é menos frequente e a ordenação por 
país é quase inexistente, como você poderá confirmar na coletânea de questões ao final 
desta unidade.
1 .4 .3 . MÉTODO NuMÉriCO
Como o nome sugere, o método numérico é aquele em que os documentos são ordenados 
por número. A bibliografia adotada na elaboração de questões de provas, sugere três 
subdivisões para o método numérico, que são: numérico simples, numérico cronológico e 
numérico dígito-terminal.
NuMÉriCO SiMPlES
O método numérico simples constitui-se na atribuição de um número a cada correspondente 
ou cliente – pessoa física ou jurídica -, obedecendo-se à ordem de entrada ou de registro, sem 
qualquer preocupação com a ordenação alfabética.
Exemplo:
1. Paulo de Castro
2. Walter Rodrigues
3. Luiz Carlos Ribeiro
4. Banco Nacional
5. Oswaldo Peixoto
Marilena Leite Paes
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ArquivOlOgiA 
Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
Como o próprio nome indica, o método numérico simples é bastante simples: basta 
numerar os documentos sequencialmente e ordená-los pelo número que receberam. É 
isso mesmo. Não é à toa que o nome do método é numérico simples. É bastante utilizado, 
por exemplo, para a ordenação de pastas de funcionários, clientes, fornecedores e outras 
situações em que, para cada pessoa, é atribuído um número, como por exemplo o número 
de matrícula ou cadastro.
No caso de vagar uma pasta no arquivo, o número pode ser utilizado para um novo 
documento. É importante que haja um índice que possa ser utilizado para identificar o 
número sob o qual o nome procurado foi arquivado (veremos este detalhe quando falarmos 
em métodos diretos e indiretos).
NuMÉriCO CrONOlÓgiCO
“Neste método, além da ordem numérica, tem-se de observar a data. Esta modalidade 
é adotada em quase todas as repartições públicas.” (Marilena Leite Paes)
O método numérico cronológico é aquele em que trabalhamos com data. A autora 
sugere que pode ser utilizado combinado com o número do documento, porque é comum 
nos órgãos públicos documentos com um número de identificação, acrescido de seu ano, 
como por exemplo: Processo 127/2015, onde 2015 é o ano do processo.
Na prática, no entanto, é bastante comum que a ordenação considere apenas a data 
(dia, mês ou ano), o que não deixa de configurar, até com mais propriedade, este método.
NUMÉRICO DÍGITO-TERMINAL
Este método surgiu em decorrência da necessidade de serem reduzidos erros de arquivamento 
de grandes volumes de documentos, cujo elemento principal de identificação é o número.
Os documentos são numerados sequencialmente, mas sua leitura apresenta uma peculiaridade 
que caracteriza o método: os números, dispostos em grupos de dois dígitos cada um, são lidos 
da direita para a esquerda, formando pares.
Decompondo-se o número 829.319, tem-se os seguintes grupos: 82-93-19.
O arquivamento dos documentos é feito considerando-se em primeiro lugar os dois últimos 
algarismos, seguindo-se os dois anteriores, se os dois últimos forem iguais, e assim sucessivamente.
Quando restar apenas um dígito no primeiro grupo, ele deve ser completado com o número 0. 
Exemplo: 41.567 -> 04-15-67.
Marilena Leite Paes
Este método é adotado quando há documentos com muitos algarismos, em que a 
ordenação se torna trabalhosa e muito sujeita a erros de arquivamento. Na prática, os 
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números são dispostos em grupos de dois algarismos, lidos da direita para a esquerda, 
formando pares, e depois o arquivamento é feito pelos dois últimos algarismos.
Não entendeu? Vamos a um exemplo prático:
Se você tivesse que ordenar os números a seguir:
56.212
86.212
94.217
218.703
672.789
972.689
Observe que os números já estão ordenados de forma crescente (como acontece no 
método numérico simples). Ao utilizarmos o método dígito terminal, em primeiro momento, temos 
de separar os algarismos em grupos de dois algarismos, lidos da direita para a esquerda, 
completando o último grupo (que no caso estará no início do número) com 0, se sobrar 
apenas um algarismo. Os números apresentados ficariam assim:
05-62-12
08-62-12
09-42-17
21-87-03
67-27-89
97-26-89
Após a separação em grupos de dois algarismos, a ordenação é feita considerando-se 
o último grupo de dois algarismos. Se estes forem iguais, considera-se os dois anteriores 
e assim por diante. A ordenação no exemplo em questão ficaria assim:
1º) 21-87-03
2º) 05-62-12
3º) 08-62-12
4º) 97-26-89
5º) 67-27-89
Em questões envolvendo ordenação de números utilizando-se o método dígito-terminal, 
sempre aparecerá documentos terminados nos mesmos dígitos, o que exigirá lembrar que 
se deve considerar os dois anteriores.
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A utilização do método dígito-terminal é aconselhada quando trabalhamos com 
documentos com número de identificação contendo muitos algarismos. Na obra, Marilena 
Leite Paes apresenta exemplos onde os números são compostos por 6 algarismos, o que 
resulta na separação em três grupos, o que normalmente faz com que as questões de prova 
apresentem números com esta quantidade de algarismos.
1.4.4. MÉTODO IDEOGRÁFICO
O método ideográfico é aquele em que os documentos são ordenados por assunto. 
É muito utilizado nas instituições e até no nosso arquivo pessoal. É bem provável que 
você organize seu material de estudo por matérias ou disciplinas. Neste caso, podemos 
afirmar que você está utilizandoeste método de arquivamento. Como os documentos são 
ordenados por assunto ou tema, também encontramos na bibliografia arquivística este 
método chamado de método temático ou simplesmente método por assunto. Portanto, 
considere as três formas como corretas.
Marilena Leite Paes (mais uma vez ela), faz a seguinte observação a respeito da ordenação 
de documentos por assunto:
O método de arquivamento por assunto não é, porém, de fácil aplicação, pois depende da 
interpretação dos documentos sob análise, além de amplo conhecimento das atividades 
institucionais.
Marilena Leite Paes
O que a autora destaca é que, na ordenação por assunto, o responsável pelo arquivamento 
terá que ler o documento, interpretá-lo e identificar seu assunto, o que exige conhecimentos 
acerca dos assuntos tratados no documento, e um amplo conhecimento das atividades 
realizadas pela instituição. Não é, portanto, um método de fácil aplicação.
Outro detalhe a ser observado a respeito do método de arquivamento por assunto é 
que, uma vez criadas as pastas de cada assunto, é importante que estas sejam ordenadas 
de forma que permitam a localização do assunto desejado. Neste caso, podemos utilizar a 
ordenação alfabética ou numérica para os assuntos.
MÉTODO IDEOGRÁFICO ALFABÉTICO
Neste caso, as pastas dos assuntos são ordenadas alfabeticamente dentro do arquivo. 
Parece simples, não? Só que aqui a bibliografia sugere duas formas diferentes de ordenação 
alfabética: aquela em que os assuntos são ordenados em um único nível, e aquela em que os 
assuntos são ordenados em diversos níveis hierarquizados. Complicou? Não se desespere. 
Não é tão complicado quanto parece.
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MÉTODO DiCiONÁriO
No método dicionário, os assuntos são ordenados simplesmente em ordem alfabética, 
como apresentado no esquema a seguir.
• Aposentadoria
• Cirurgias
• Diárias
• Empréstimos
• Férias
• Financiamentos
• Licenças
• Transferências
• Viagens
Você observou que, no exemplo apresentado, os assuntos estão rigorosamente em 
ordem alfabética, sem a separação por área, o que caracteriza a classificação ou ordenação 
em um único nível. Esta forma de ordenação de assuntos caracteriza o método dicionário. 
Ele é chamado desta forma porque é assim que as palavras são ordenadas no dicionário.
MÉTODO ENCiClOPÉDiCO
Após ser apresentado ao método dicionário, sua dúvida passa a ser: como seria a 
ordenação em vários níveis hierarquizados? Esta forma de ordenação dos assuntos vai 
caracterizar o método enciclopédico. Neste método, os assuntos são distribuídos por áreas, 
ordenadas alfabeticamente, que por sua vez são subdivididas em assuntos mais específicos, 
criando-se assim o segundo nível de ordenação, e outros níveis, se for necessário. Cada 
nível será sempre apresentado em ordem alfabética.
Ficou difícil de entender? Fica mais fácil quando buscamos um exemplo prático. Os 
mesmos assuntos apresentados anteriormente ficariam assim distribuídos:
• FINANÇAS
− Empréstimos
− Financiamentos
 ◦ Bancários
 ◦ Rurais
• PESSOAL
− Aposentadoria
− Diárias
− Férias
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− Licenças
 ◦ Maternidade
 ◦ Paternidade
− Transferências
• SAÚDE
− Cirurgias
− Exames
 ◦ Exames de sangue
 ◦ Exames de urina
Você pode observar que os assuntos foram distribuídos em três níveis hierarquizados 
(poderíamos criar níveis, se necessário). Todos os níveis estão ordenados alfabeticamente. 
Os documentos relativos à licença maternidade serão arquivados na pasta de PESSOAL, na 
subpasta Licenças e na subdivisão Licença maternidade. Se você achou complicado, é só 
lembrar como você organiza as pastas no seu computador. Percebeu? O Windows Explorer 
utiliza este mesmo esquema pra ordenar as pastas. É o chamado método enciclopédico. 
Ele tem este nome porque, nas enciclopédias, os volumes são organizados por área, e em 
cada volume, os assuntos são ordenados alfabeticamente.
O método dicionário apresenta os assuntos ordenados alfabeticamente em um único nível 
(sem subdivisões) e o método enciclopédico apresenta os assuntos ordenados alfabeticamente 
em diferentes níveis hierarquizados. Ambos estão inseridos no método ideográfico, temático 
ou método de arquivamento por assunto.
MÉTODO IDEOGRÁFICO NUMÉRICO
Em um primeiro momento, parece óbvio que os assuntos sejam ordenados alfabeticamente. 
Ocorre que também podemos organizá-los por número, e eu diria que esta ordenação é 
até mais utilizada nas instituições. Parece estranho? Não é tão complicado. Neste caso os 
assuntos são codificados e a ordenação é feita por meio dos códigos de assunto.
É a mesma forma que os assuntos são distribuídos, por exemplo, no edital do concurso. 
Imagine o exemplo a seguir:
1. PORTUGUÊS
1.1. Interpretação de texto
1.2. Gramática
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1.2.1. Classes de palavras
1.2.1.1. Substantivo
1.2.1.2. Adjetivo
1.2.1.3. Verbo
1.2.1.4. Preposição
2. INFORMÁTICA
2.1. Hardware
2.2. Software
3. ARQUIVOLOGIA
3.1. Conceitos Básicos
3.2. Ciclo vital dos documentos
3.2.1. Valor dos documentos
3.2.2. Arquivo corrente
3.2.3. Arquivo intermediário
3.2.4. Arquivo permanente
3.2.5. Tabela de temporalidade
Perceba que os assuntos estão distribuídos de forma hierarquizada, como no método 
enciclopédico que vimos há pouco, mas neste caso não são ordenados de forma alfabética, 
e sim pelos números que receberam, que representam seus respectivos códigos.
Sua dúvida agora é: como esta forma será aplicada aos documentos dentro do arquivo? 
Vamos analisar o passo a passo desta operação.
1. Codificação dos assuntos da instituição, criando o plano de classificação.
2. Anotação dos códigos de classificação nos documentos.
3. Ordenação do arquivo pelos códigos de classificação.
O primeiro passo seria levantar todos os assuntos trabalhados na instituição, criando 
um esquema hierarquizado onde cada assunto receberá um código. Para esta atividade, é 
imprescindível que o responsável conheça bastante a estrutura e as atividades desenvolvidas 
pelo órgão, pois deverá abordar todas as atividades de forma detalhada. Este levantamento 
resultará na criação do Plano de classificação da instituição.
Se tiver curiosidade, pesquise no Google o termo plano de classificação e você terá como 
resultado exemplos de planos de diversos órgãos diferentes. Vamos imaginar um plano de 
classificação bem resumido para entender como ele funciona.
1. PESSOAL
1.1. Cadastro
1.1.1. Admissão
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1.1.2. Férias
1.1.3. Diárias
1.2. Treinamento
1.2.1. Estágios
1.2.2. Cursos
2. FINANÇAS
2.1. Empréstimos
2.1.1. Rurais
2.1.2. Bancários
2.2. Financiamentos
2.2.1. Imobiliários
2.2.2. Comerciais
3. INFORMÁTICA
3.1. Redes
3.2. Sistemas
Observe que a lógica é a mesma do método enciclopédico. A diferença é que aqui cada 
assunto recebe um código. Cada instituição desenvolverá seu próprio plano de classificação, 
pois os assuntos e as atividades variam de órgão para órgão.
O segundo passo é anotar em cada documento que ingressa na instituição (seja documento 
produzido ou recebido), o seu código de assunto. Esta codificação é realizada, normalmente, 
no setor de protocolo, na atividade de classificação (separação por assunto ou por área). 
Veja que o plano de classificação auxilia o protocolo a identificar a área para a qual o 
documento será entregue. No nosso exemplo, todo documento cujo código inicie com 1 será 
encaminhado à área de pessoal, documentos cujo código comece com 2 será encaminhado 
à área financeira e que comecem com o código 3 para a área de informática.
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Anotação do código no documento
Em um último momento, o arquivo será ordenado pelos códigos de classificação. Neste 
momento, observa-se o código anotado na primeira página do documento (ou capa, em se 
tratando de processo), que identificará a pasta ou local em que o documento será arquivado.
Organização do arquivo por código
Em resumo: cria-se o plano de classificação com os códigos, anota-se o código em cada 
documento quando de sua entrada e, finalmente, o arquivo será organizado pelos códigos 
de classificação. Para não ficar só nisso, este método ainda pode ser subdivido em dois 
métodos distintos: decimal e duplex.
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MÉTODO IDEOGRÁFICO NUMÉRICO DECIMAL
Neste método, os assuntos são distribuídos em, no máximo, 10 áreas. Cada área, por 
sua vez, terá, no máximo 10 subdivisões, e isso se repete em cada nível criado. É por isso 
que o método é chamado de decimal.
É o método utilizado nas bibliotecas, por exemplo. Pode parecer estranho, mas a biblioteca 
é organizada em 10 áreas, a partir de um plano de classificação que a biblioteconomia 
chama de CDU (Classificação Decimal Universal). Não acredita? Pois bem, a CDU divide todo 
o conhecimento humano em 10 áreas, codificadas de 0 a 9:
0 – Generalidades
1 – Filosofia
2 – Religião
3 – Ciências Sociais
4 – Classe vaga
5 – Matemática e ciências naturais
6 – Ciências aplicadas. Medicina. Tecnologia
7 – Arte. Lazer. Jogos. Esportes
8 – Linguagem. Linguística. Literatura
9 – Geografia. História
A partir destas áreas, temos todos os assuntos devidamente codificados em níveis 
hierarquizados, sendo que cada nível criado é identificado por apenas um algarismo (de 0 a 
9), o que limita cada nível a 10 opções. No final, podemos ter infinitos assuntos e infinitos 
códigos, mas cada nível criado terá sempre 10 opções.
Por exemplo, a classe 3, de ciências sociais pode ser subdividida de 30 a 39. No caso, 
34 identifica a área de direito. Portanto, todo código relacionado à área de Direito começa 
com 34. A área 34 pode ser subdividida, adivinhe, em no máximo 10 subclasses: 340 a 349 
(Direito Civil, por exemplo, está no código 347). A cada três algarismos, é colocado um ponto 
para facilitar a leitura. Assim, podemos ter um livro classificado no código 347.124.569.32
Este livro trata do assunto 3 (Ciências Sociais), 34 (Direito), 347 (Direito Civil) e assim por 
diante. Veja que toda a biblioteca é organizada desta forma, e cada livro tem seu código de 
assunto anotado em sua lombada, de forma que no momento em que os livros são separados 
para guarda, basta olhar estes códigos e guardar nos locais corretos. Esta forma de ordenação facilita 
consideravelmente a vida dos funcionários do arquivo, pois não há necessidade de ler os 
documentos para poder guardá-los.
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Só para efeito de exemplo, no TJDFT adotamos esta metodologia para a ordenação de 
nossa documentação, incluindo os processos judiciais. Um processo referente a homicídio, 
por exemplo, é classificado no código 211.1, a partir de nosso plano de classificação.
2. Criminal
21. Crimes contra a pessoa
211. Crimes contra a vida
211.1 Homicídio
211.2 Suicídio
211.3 Aborto
211.4 Infanticídio
...
Não se desespere, não há necessidade de decorar os códigos de cada assunto, até 
porque, na Arquivologia, ao contrário da Biblioteconomia, cada instituição cria seu próprio 
plano de classificação. O importante é conhecer a metodologia.
MÉTODO IDEOGRÁFICO NUMÉRICO DUPLEX
Funciona da mesma forma que o método decimal, ou seja, os assuntos são codificados 
e ordenados hierarquicamente, só que, neste caso, não há a limitação de 10 áreas por nível. 
Assim, os códigos devem ser criados colocando-se um traço para identificar o nível. Se 
adotássemos este método no TJDFT, para o mesmo exemplo anterior, teríamos:
2 – Criminal
2-1 Crimes contra a pessoa
2-1-1 Crimes contra a vida
2-1-1-1 Homicídio
2-1-1-2 Suicídio
2-1-1-3 Aborto
2.1.1.4 Infanticídio
Parece a mesma coisa? A diferença é que poderíamos, neste caso, chegar a códigos de 
assunto mais ou menos assim: 2-15-18-21-4, por exemplo. Observe que, em alguns níveis, 
temos códigos que ultrapassam ao limite de 10, imposto no método decimal, onde cada 
nível será representado por apenas um código (de 0 a 9). O traço se torna necessário para 
podermos identificar cada nível.
Enfim, o método ideográfico é bastante interessante e muito utilizado nas instituições 
e deve observar todos estes detalhes para que possa ser aplicado com eficiência.
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MÉTODO UNITERMO OU INDEXAÇÃO COORDENADA
Temos aqui um método relativamente complexo quanto ao seu funcionamento. Na 
prática, não é muito cobrado, até porque, com o advento das tecnologias digitais, caiu em 
desuso nos arquivos e bibliotecas. O problema é que, por estar previsto na bibliografia 
utilizada pelas bancas (com destaque para a obra de Marilena Leite Paes), a chance de 
aparecer em prova sempre existe, ainda que remota. Vamos ao seu funcionamento, então:
Segundo Marilena Leite Paes, em sua obra, “Arquivo: Teoria e Prática”, o método 
Unitermo ou indexação coordenada foi desenvolvido por Mortimer Taube, nos EUA, em 
princípios de 1950.
Ainda segundo a autora, embora não seja recomendada sua aplicação nos arquivos 
convencionais, a indexaçãocoordenada é utilizada, com grande êxito, principalmente nos 
arquivos especiais e especializados.
Como funcionaria então este método?
Resumidamente, segundo a autora citada (sempre destacando que, quando cobrado 
em prova, o examinador estará fundamentando sua questão nesta bibliografia), o método 
consiste em atribuir a cada documento, ou grupo de documentos, um número em ordem 
crescente, de acordo com sua entrada no arquivo. Esse número, denominado número de 
registro, controlado através de livro próprio, deve ser assinalado no documento, em lugar 
visível e previamente determinado. Sua finalidade é identificar e localizar o documento 
quando solicitado.
Vamos tentar visualizar a situação, então... cada documento a ser organizado por este 
método terá um número sequencial anotado em sua primeira página, como mostra a 
figura a seguir.
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Arquivamento e Ordenação de Documentos 
Elvis Miranda
Depois que os documentos são numerados, deve ser feita a análise de cada documento, 
de onde serão destacados elementos identificadores que servirão à pesquisa posterior: 
nomes, assuntos, fatos ou acontecimento, datas, lugares, fenômenos objetos etc. Tais 
elementos devem ser transcritos em uma ficha índice.
Exemplo: imaginemos a análise e a criação da ficha índice de um documento fictício: a ata 
de uma reunião dos diretores da instituição.
Reunião N. 015
Resumo: Reunião dos diretores da instituição 
para deliberar sobre faturamento mensal, 
relativo ao mês de agosto de 2020. Brasília-DF, 
auditório do 9º andar, 13 de setembro de 2020.
Palavras-chave ou Descritores:
- Reunião
- Faturamento mensal
- Miranda, Élvis Corrêa
- Silva, Marcos Roberto
- Cerqueira, Márcia Alves
Nascimento, Sílvia Pereira
Esta ficha índice, além de fornecer uma descrição pormenorizada dos documentos a 
que se refere, funciona como instrumento de controle dos números de registro e do acervo. 
Na prática, cada documento terá uma ficha desta, contendo os termos que permitirão 
localizá-lo quando necessário.
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Perceba que, agora, teremos os documentos organizados pelo número que receberam, 
e as fichas organizadas por este número. Até aqui, tudo tranquilo, certo? Vamos complicar 
mais um pouco então, com a próxima etapa:
Para cada palavra-chave utilizada para descrever cada documento, deve ser preparada 
uma ficha, dividida em 10 colunas, numeradas de 0 a 9. O número de registro é transcrito 
na ficha ou fichas correspondentes às palavras-chave escolhidas para sua identificação, na 
coluna cujo algarismo coincidir com o final do número atribuído ao documento. Complicou 
um pouco, né? Vamos visualizar esta ficha para tentar facilitar o entendimento.
Miranda, Élvis Corrêa
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0120 0031 0042 0013 0004 0045 0076 0017 0008 0139
0190 0171 0342 0713 0844 0235 0646 0997 0218 0429
1100 0381 1113 1454 1466 1107 1209
1130 1794 1387
1907
Reunião
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0030 0081 0012 0083 0044 0015 0016 0217 0038 0339
0190 0241 0622 0133 0214 0355 0246 0347 0218
1240 0771 1923 1454 1756 1227
1794
1994
Veja que mostrei, hipoteticamente, duas fichas, uma com o nome “Miranda, Élvis 
Corrêa” e outra com o termo “Reunião”. Cada uma contém 10 colunas e a referência dos 
documentos que contém estes termos em seu conteúdo. A divisão em 10 colunas é pra 
facilitar a localização dos documentos quando necessário.
Agora, temos 3 “coisas” a organizar:
• os documentos, em ordem do número que receberam;
• as fichas índices, em ordem numérica também;
• as fichas de palavras-chave, em ordem alfabética.
Quando a busca é simplesmente por uma palavra-chave, basta pesquisar na ficha 
daquela palavra. Por exemplo, se quiséssemos saber quais documentos têm “Élvis Corrêa 
Miranda”, como referência, estaria descrito na ficha desta palavra-chave, conforme a ficha 
que já vimos antes e coloco a seguir.
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Miranda, Élvis Corrêa
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0120 0031 0042 0013 0004 0045 0076 0017 0008 0139
0190 0171 0342 0713 0844 0235 0646 0997 0218 0429
1100 0381 1113 1454 1466 1107 1209
1130 1794 1387
1907
E se quiséssemos saber quais documentos se referem a “Élvis Corrêa Miranda” e também 
ao termo “Reunião”? Aí teríamos que analisar as 2 fichas destes termos, conforme explica 
Marilena em sua obra:
“A pesquisa é feita por intermédio das fichas de palavra-chave, as quais devem ser 
consultadas superpostas, uma vez que o método funciona à base de comparação. Superpondo-
as, verifica-se qual o número ou números que aparecem nas fichas selecionadas, estes 
corresponderão aos documentos desejados”.
Como assim? A análise das 2 fichas indicaria quais documentos tem 2 itens que nos 
interessam:
Miranda, Élvis Corrêa
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0120 0031 0042 0013 0004 0045 0076 0017 0008 0139
0190 0171 0342 0713 0844 0235 0646 0997 0218 0429
1100 0381 1113 1454 1466 1107 1209
1130 1794 1387
1907
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Reunião
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0030 0081 0012 0083 0044 0015 0016 0217 0038 0339
0190 0241 0622 0133 0214 0355 0246 0347 0218
1240 0771 1923 1454 1756 1227
1794
1994
Assim, a análise das 2 fichas nos indica quais documentos contêm os 2 termos que nos 
interessam. No nosso exemplo, os documentos 0190, 0218, 1454 e 1794 tratam tanto de 
reunião quanto de “Élvis Corrêa Miranda”.
Se quiséssemos saber quais documentos tratam, simultaneamente, de 3 palavras chaves 
diferentes, como por exemplo, “José Silva”, “férias” e “Salvador”, teríamos que analisar as 
fichas destas 3 palavras-chave.
Como comentei no início, com o advento das tecnologias de informação e o uso de 
sistemas informatizados, este método caiu em desuso, pois é muito mais prático cadastrar os 
dados dos documentos em um sistema e mandar localizar por ele. Antes destas tecnologias, 
no entanto, este método era muito utilizado em arquivos e bibliotecas e, como ainda está 
presente na bibliografia adotada pelas bancas, ainda costuma aparecer em prova, ainda 
que não seja dos assuntos mais cobrados.
1 .4 .5 . SiSTEMAS DE ArquivAMENTO
Todos estes métodos vistos até agora podem ser classificados em dois sistemas: diretos 
ou indiretos. Esta classificação está relacionada à forma como se busca os documentos no 
arquivo, de forma direta ou indireta. Como assim? Bem, vamos à explicação.
SiSTEMA DirETO
São aqueles que não exigem a adoção de um índice auxiliar para localizar os documentos 
no arquivo, ou seja, a busca é feita diretamente no local em que ele está arquivado. Fazem 
parte deste

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