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Prova- Princípios da Administração Pública

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Prova- 18 - Princípios da Administração Pública
Objetivo:
Avaliar o conhecimento sobre os princípios constitucionais da administração pública brasileira e sua aplicação no contexto da gestão pública.
Questões:
1. O princípio da legalidade impõe que a Administração Pública deve:
a) Agir conforme o interesse político do momento.
b) Agir conforme a conveniência administrativa.
c) Observar as normas jurídicas, agindo sempre dentro dos limites da lei.
d) Ignorar as leis quando estas interferirem nos processos administrativos.
e) Adotar as decisões que melhor atendam ao interesse público, mesmo que contrárias à legislação.
2. O princípio da moralidade exige que a Administração Pública:
a) Se conduza com transparência, respeitando os direitos e interesses da sociedade.
b) Realize suas atividades de forma ética e em respeito ao interesse público.
c) Ignore questões éticas desde que cumpra a lei.
d) Se limite a obedecer à Constituição, sem considerar outros valores éticos.
e) Priorize o cumprimento das normas de eficiência, sem considerar a moralidade.
3. O princípio da impessoalidade visa garantir que a Administração Pública:
a) Sirva aos interesses privados de políticos e funcionários públicos.
b) Atue de forma desinteressada, priorizando sempre o interesse coletivo.
c) Atue conforme os interesses de grupos privados, desde que seja vantajoso.
d) Promova ações em favor de determinados indivíduos, conforme sua preferência.
e) Beneficie setores específicos da sociedade, em detrimento de outros.
4. A eficiência na Administração Pública significa que:
a) A Administração deve realizar suas atividades com a maior rapidez possível, sem se preocupar com custos.
b) A Administração deve buscar sempre a excelência na prestação dos serviços públicos, utilizando os recursos de forma racional.
c) A Administração pode adotar estratégias de ineficiência, caso os resultados sejam aceitáveis.
d) A eficiência está relacionada apenas à quantidade de serviços prestados, sem considerar sua qualidade.
e) A eficiência pode ser ignorada quando os resultados forem politicamente vantajosos.
5. O princípio da continuidade dos serviços públicos implica que:
a) Todos os serviços públicos podem ser suspensos a qualquer momento.
b) Os serviços públicos essenciais não podem ser interrompidos, salvo em situações de emergência.
c) Apenas serviços não essenciais têm a continuidade garantida.
d) Os serviços públicos podem ser suspensos quando o governo assim determinar.
e) A continuidade é uma recomendação, não uma exigência.
6. O princípio da publicidade garante que a Administração Pública deve:
a) Manter seus atos administrativos em sigilo, para evitar críticas.
b) Divulgar suas ações de forma transparente, assegurando o direito à informação ao público.
c) Publicar apenas atos administrativos que envolvem grandes investimentos financeiros.
d) Divulgar seus atos somente quando houver cobrança da sociedade.
e) Esconder detalhes dos atos administrativos para proteger os envolvidos.
7. A autotutela na Administração Pública permite que:
a) A Administração possa revisar, corrigir ou anular seus próprios atos quando estes forem ilegais ou prejudiciais ao interesse público.
b) A Administração nunca possa corrigir ou revisar seus atos, mesmo que estes sejam ilegais.
c) Apenas os tribunais possam revisar os atos administrativos.
d) A Administração possa corrigir seus atos apenas com o consentimento do poder legislativo.
e) A Administração revise seus atos apenas nos casos em que houver uma denúncia formal.
8. O princípio da supremacia do interesse público significa que:
a) O interesse público pode ser subordinado ao interesse privado, quando conveniente.
b) O interesse público deve prevalecer sobre o privado sempre que estiver em jogo o bem-estar coletivo.
c) O interesse privado deve prevalecer sobre o interesse público, pois todos têm direito a benefícios privados.
d) O interesse público é sempre subordinado aos interesses financeiros do governo.
e) O interesse público só deve prevalecer se houver um grande número de pessoas envolvidas.
9. O princípio da discricionariedade permite à Administração Pública:
a) Agir de maneira arbitrária, sem seguir qualquer norma.
b) Tomar decisões dentro dos limites da lei, de forma flexível, conforme a conveniência pública.
c) Ajuizar casos legais com base exclusivamente em interpretações pessoais dos administradores.
d) Adotar decisões que contrariem a lei, desde que os fins sejam justos.
e) Decidir por si mesma, sem qualquer controle externo ou legal.
10. O princípio da eficiência na Administração Pública implica que:
a) A Administração deve ser rápida, mas não necessariamente eficaz.
b) A Administração deve buscar os melhores resultados, com a melhor utilização dos recursos públicos.
c) A eficiência pode ser dispensada quando os resultados são politicamente favoráveis.
d) A eficiência é irrelevante, desde que a Administração cumpra com os requisitos legais.
e) A Administração deve apenas seguir as normas, sem se preocupar com os resultados práticos.
Respostas e Justificativas:
1. Alternativa (c): O princípio da legalidade exige que a Administração Pública atue dentro dos limites da lei, respeitando sempre a legislação vigente.
2. Alternativa (b): O princípio da moralidade exige que os atos administrativos sejam realizados de forma ética, com respeito ao interesse público.
3. Alternativa (b): O princípio da impessoalidade determina que a Administração deve atuar de forma impessoal, priorizando o interesse coletivo, sem favorecimentos pessoais.
4. Alternativa (b): O princípio da eficiência exige que a Administração Pública busque resultados com qualidade, utilizando os recursos de forma racional e eficaz.
5. Alternativa (b): O princípio da continuidade garante que os serviços públicos essenciais não sejam interrompidos, salvo em situações excepcionais e emergenciais.
6. Alternativa (b): A publicidade garante que a Administração divulgue seus atos de forma transparente, assegurando o direito à informação da população.
7. Alternativa (a): A autotutela permite à Administração Pública revisar, corrigir e anular seus próprios atos quando estes forem ilegais ou prejudiciais ao interesse público.
8. Alternativa (b): O princípio da supremacia do interesse público determina que o interesse coletivo deve prevalecer sobre os interesses privados.
9. Alternativa (b): O princípio da discricionariedade permite que a Administração tome decisões de forma flexível, dentro dos limites da lei, conforme a conveniência pública.
10. Alternativa (b): A eficiência exige que a Administração busque resultados ótimos, utilizando os recursos públicos de maneira eficaz e racional.

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