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Prova- Princípios da Administração Pública

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Prova- 16 - Princípios da Administração Pública
Objetivo:
Avaliar a compreensão dos princípios fundamentais que orientam a administração pública brasileira, essenciais para a execução de políticas públicas e o cumprimento de normas legais.
Questões:
1. O princípio da legalidade determina que a Administração Pública:
a) Deve agir conforme o interesse privado, desde que não contrarie normas legais.
b) Pode atuar conforme a conveniência, desde que respeite os limites da lei.
c) Está restrita a agir somente conforme a lei, sem margem para arbitrariedade.
d) Não é obrigada a seguir todas as leis, se estas não estiverem claramente definidas.
e) Tem liberdade para agir, desde que atenda aos princípios da eficiência e moralidade.
2. O princípio da publicidade implica que a Administração Pública deve:
a) Manter em segredo todos os seus atos administrativos para garantir a segurança pública.
b) Divulgar amplamente seus atos administrativos para assegurar o direito à informação.
c) Publicar somente atos administrativos que envolvam valores financeiros.
d) Expor todos os dados das ações do governo, sem exceções.
e) Tornar públicos apenas os atos administrativos considerados de interesse geral.
3. Qual princípio da Administração Pública está relacionado ao respeito à dignidade da pessoa humana e à ética no serviço público?
a) Princípio da eficiência.
b) Princípio da legalidade.
c) Princípio da moralidade.
d) Princípio da impessoalidade.
e) Princípio da continuidade.
4. O princípio da impessoalidade na Administração Pública assegura que:
a) A Administração pode privilegiar grupos e pessoas que tiverem maior poder político.
b) A atuação da Administração seja realizada sem favorecimento pessoal ou discriminação.
c) O governo pode beneficiar aqueles que o apoiam diretamente.
d) A Administração Pública deve ser transparente apenas para os servidores públicos.
e) A impessoalidade se refere à escolha de funcionários para cargos públicos, sem análise do mérito.
5. O princípio da eficiência determina que:
a) A Administração Pública deve buscar a melhor utilização dos recursos, mas sem se preocupar com a qualidade do serviço.
b) A Administração deve focar apenas na economia de recursos, sem preocupação com a qualidade.
c) A Administração Pública deve alcançar resultados com o melhor uso de recursos públicos, sem desperdícios.
d) A eficiência está relacionada ao cumprimento das normas legais, sem avaliar o resultado.
e) A Administração Pública deve agir rapidamente, mas sem garantir a qualidade dos serviços prestados.
6. Em relação ao princípio da continuidade dos serviços públicos, é correto afirmar que:
a) A Administração pode suspender serviços públicos essenciais em qualquer situação, conforme necessidade.
b) A continuidade dos serviços é garantida, mesmo que haja dificuldades financeiras ou administrativas.
c) Serviços públicos essenciais podem ser interrompidos em situações de emergência, sem prejuízo à população.
d) A continuidade dos serviços públicos é irrelevante se a população não se queixar.
e) Apenas serviços não essenciais são garantidos pela continuidade, sem interrupções.
7. O princípio da autotutela na Administração Pública significa que:
a) A Administração Pública pode revisar e até anular seus próprios atos quando estes forem ilegais ou prejudiciais ao interesse público.
b) A Administração pode revisar seus atos, mas não tem autonomia para anulá-los.
c) A autotutela garante que apenas os cidadãos podem questionar a legalidade dos atos administrativos.
d) A Administração Pública não tem a capacidade de revisar seus próprios atos.
e) A Administração pode anular os atos administrativos apenas quando houver ordem judicial.
8. De acordo com o princípio da supremacia do interesse público, o interesse coletivo:
a) Pode ser suprimido por interesses privados, caso isso beneficie um número significativo de pessoas.
b) Sempre deve prevalecer sobre o interesse privado, principalmente em serviços essenciais.
c) É subordinado aos interesses individuais, se houver acordo entre as partes.
d) Pode ser dispensado, caso o governo tenha recursos suficientes para satisfazer ambos os interesses.
e) Não tem prioridade sobre os interesses pessoais, exceto em casos de crise econômica.
9. O princípio da discricionariedade permite que a Administração Pública:
a) Tomar decisões dentro dos limites legais, optando pela melhor solução para situações concretas.
b) Atue sem qualquer tipo de limite legal, podendo agir de forma arbitrária.
c) Opte por qualquer solução, sem considerar as normas e os princípios legais.
d) Tomar decisões unicamente com base em critérios subjetivos, sem considerar a lei.
e) Atue apenas com base em decisões pré-estabelecidas pela lei, sem flexibilidade.
10. O princípio da moralidade exige que:
a) A Administração Pública aja de acordo com normas legais, independentemente de qualquer valor ético.
b) A moralidade exige que a Administração atue de forma ética e no interesse público, considerando valores morais.
c) Apenas os atos administrativos legais são considerados morais, independente de sua conformidade com valores éticos.
d) A moralidade pública não é importante, desde que a Administração cumpra as leis.
e) A moralidade depende apenas da escolha do governante, sem exigir a participação da população.
Respostas e Justificativas:
1. Alternativa (c): A legalidade implica que a Administração Pública deve seguir as leis, sem poder de arbitrariedade, garantindo a legalidade dos atos administrativos.
2. Alternativa (b): A publicidade assegura o direito de acesso à informação sobre os atos administrativos, promovendo a transparência.
3. Alternativa (c): O princípio da moralidade exige que a Administração Pública aja com ética, respeito à dignidade humana e no interesse público.
4. Alternativa (b): A impessoalidade garante que a Administração seja conduzida sem discriminação ou favorecimento de qualquer indivíduo ou grupo.
5. Alternativa (c): A eficiência busca resultados com o melhor uso de recursos públicos, evitando desperdícios e buscando sempre a qualidade nos serviços prestados.
6. Alternativa (b): A continuidade dos serviços públicos essenciais deve ser garantida, mesmo em situações adversas, para evitar prejuízos à população.
7. Alternativa (a): A autotutela permite que a Administração revise, anule e até corrija seus próprios atos quando estes forem ilegais ou contrários ao interesse público.
8. Alternativa (b): O interesse público sempre prevalece sobre o privado, especialmente em situações que envolvem serviços essenciais para a população.
9. Alternativa (a): A discricionariedade permite que a Administração escolha a melhor solução dentro dos limites legais para a resolução de situações concretas.
10. Alternativa (b): A moralidade exige que a Administração Pública ajude o interesse coletivo, baseando-se em valores éticos e morais, além de cumprir a lei.

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