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Estudo experimental
Prof. Milena Tomasi Bassani
Epidemiologia 
experimental
• Objetivo:
• Tentar mudar uma variável em
um ou mais grupos de animais
• Características
• Pesquisador manipula o fator
de exposição (a intervenção)
• Ação profilática ou terapêutica
• Investigar os efeitos dessa
ação
• Medidos através da comparação
do desfecho nos grupos
experimental e controle
• Considerações éticas são de
extrema importância
Tipos de estudos 
experimental
Ensaios 
clínicos 
randomizados 
Ensaios de 
campo
Intervenções 
comunitárias
Ensaio clínico 
randomizado
• Servem para avaliar a eficácia de
procedimentos diagnósticos,
tratamentos ou medidas
preventivas em saúde humana ou
animal.
• Casualidade na formação do grupo
de estudo e do grupo controle
permite maior controle de variáveis
• Mede a incidência do desfecho por
se saber que este é posterior à
exposição
Ensaio clínico randomizado
É um experimento epidemiológico que tem por objetivo estudar os 
efeitos de uma intervenção em particular. 
Indivíduos selecionados são aleatoriamente (acaso) alocados para 
os grupos intervenção e controle
Resultados são avaliados comparando-se os desfechos entre esses 
grupos
Não sendo afetadas por viés do investigador
Seleção de indivíduos 
• Exposto ao tratamento ou medida 
preventiva alternativa Grupo estudo
• Sujeito ao tratamento ou à medida 
preventiva padrão (habitual), placeboGrupo controle 
Aplicador do fator de exposição (tratador) não deve ter 
conhecimento do tipo de tratamento que está aplicando (alternativo 
ou padrão)
Ensaios clínicos randomizados
Vantagens:
• Controle, pela casualização, de 
fatores de confundimento ;
• Facilidade na formação do grupo 
controle;
• Determinação de incidências e, 
consequentemente, do risco 
relativo;
• Consideração simultânea de 
vários desfechos clínicos.
Desvantagens:
• Questões éticas;
• Cooperação dos grupos;
• Perda de seguimento;
• Custo elevado;
• Longa duração.
E
n
s
a
io
s
 d
e
 c
a
m
p
o
Foco do ensaio de campo é o estágio inicial ou a prevenção da doença
Podem ser utilizados para avaliar intervenções que objetivam reduzir a 
exposição sem necessariamente medir a ocorrência dos efeitos sobre a 
saúde
Envolvem pessoas que estão livres de doença, mas sob risco de 
desenvolvê-la
Dados são coletados “no campo”, usualmente entre população não 
institucionalizadas
Envolvem um grande número de pessoas 
Caro 
Logisticamente complicados
Ensaio de vacina
Estudos 
comunitários
• Grupos de tratamento são comunidades ao 
invés de indivíduos
• Apropriado para doenças que tenham suas 
origens nas condições sociais e que 
possam ser facilmente influenciadas por 
intervenções dirigidas ao comportamento 
do grupo ou do indivíduo
• Exemplo: Zoonoses parasitárias
Estudos 
comunitários
• Limitações dos ensaios 
comunitários:
• Não é muito utilizado 
para animais; 
• Pequeno número de 
comunidades pode ser 
incluído;
• Alocação aleatória das 
comunidades não é 
muito prática; 
• Outros métodos são 
requeridos para 
assegurar que as 
diferenças encontradas 
possam ser atribuídas à 
intervenção e não a 
diferenças inerentes às 
comunidades
	Slide 1: Estudo experimental
	Slide 2: Epidemiologia experimental
	Slide 3: Tipos de estudos experimental
	Slide 4: Ensaio clínico randomizado
	Slide 5: Ensaio clínico randomizado
	Slide 6: Seleção de indivíduos 
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9: Ensaios clínicos randomizados
	Slide 10: Ensaios de campo 
	Slide 11: Estudos comunitários
	Slide 12: Estudos comunitários
	Slide 13

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