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Profa. Dra. Elaine Cyreno de Paula Assis elaine.assis@fmu.br Cavidade Nasal Seios Paranasais Zonas de Resistência Cavidade Nasal Nariz • Ápice • Raiz ou ponte • Dorso • Narinas • Septo nasal • Asas do nariz Esqueleto do Nariz Parte óssea: • Ossos nasais • Processos frontais das maxilas • Parte nasal do frontal • Espinha nasal • Etmoide • Vômer Parte cartilaginosa: • Alares maiores • Alares menores • Nasais acessórias • Do septo nasal Cavidade Nasal Estende-se das narinas, anteriormente (abertura piriforme) , às coanas, posteriormente Cavidade Nasal Estende-se das narinas, anteriormente (abertura piriforme) , aos cóanos, posteriormente Cavidade Nasal Parede lateral Cavidade Nasal Parede lateral As fossas nasais e os seios paranasais são responsáveis pela purificação, aquecimento e umidificação do ar inspirado, deixando-o em condições favoráveis para a troca gasosa nos alvéolos pulmonares. Revestidos por epitélio respiratório – epitélio pseudoestratificado colunar (prismático) ciliado com células caliciformes (muco) Seios Paranasais Seios Paranasais (cavidades pneumáticas nos ossos) Funções: - Aquecimento do ar - Umidificação do ar - Caixa de ressonância da voz - Diminuir o peso do crânio - Proteção do SNC contra traumas Seios Paranasais – Maxilar Maxilares Seio maxilar – limites - Anterior – face - Posterior – fossa infratemporal - Medial – cavidade nasal - Superior – órbita - Inferior – processo alveolar Seio maxilar – variações Seios Maxilares: - São cavidades grandes e aos pares, localizadas dentro do corpo de cada maxila - Possuem o formato de uma pirâmide em vista frontal e lateralmente tem formato cúbico - Dimensões variáveis (de pessoa para pessoa) - Paredes delgadas - Assoalho ligeiramente abaixo da assoalho das fossas nasais Seio maxilar Seio maxilar Drenagem da seio maxilar Seios Paranasais – Células etmoidais Células etmoidais - limites - Superior – fossa anterior do crânio - Medial – cavidade nasal - Lateral – órbita Osso etmoide Osso etmoide Seios etmoidais - Entre a cavidade nasal e a órbita - 3 a 18 células - Grupos anterior, médio e posterior Seios Etmoidais: - Constituídos por muitas células aéreas contidas dentro das regiões laterais ou labirintos do osso etmóide - Células agrupadas em coleções anteriores, média e posteriores - Células se comunicam entre si e com a cavidade nasal - Comunicam-se com o seios esfenoidais Seios etmoidais Seios etmoidais Drenagem da seio etmoidal Seios Paranasais - Esfenoidais Seios esfenoidais - limites - Anterior – cavidade nasal - Medial – seio esfenoidal contralateral - Lateral – seio cavernoso - Superior – fossa hipofisária - Inferior – parte nasal da faringe Seios Esfenoidais: - No corpo do osso esfenóide, logo abaixo da sela túrcica - Podem ser ou não divididos por um septo (incompleto ou ausente) - Células se comunicam entre si e com a cavidade nasal - Havendo dois seios, geralmente tem formas assimétricas Seios esfenoidais Drenagem da seio esfenoidal Seios Paranasais – Frontais Seios frontais - limites - Superior – fossa anterior do crânio - Inferior – órbita, cels. etmoidais anteriores, cavidade nasal - Anterior – fronte, arcos superciliares - Posterior – fossa anterior do crânio - Medial – seio frontal contralateral Seios Frontais: - Entre as corticais internas e externas do osso frontal, posterior à glabela - Assimétricos - Variam muito em relação à forma e ao tamanho - Podem estar separados por um septo - Geralmente maiores nos homens - Podem ser ausentes em um dos lados Seios frontais Drenagem da seio frontal Zonas de Resistência Biomecânica do esqueleto facial Estrutura interna do osso Função Arranjo da estrutura interna dos ossos Adaptação à sua função mecânica + ou - resistência Biomecânica do esqueleto facial Arquitetura do crânio e dissipação de forças Áreas de maior espessamento ósseo (esteios de reforço) Áreas (pilares) de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Áreas de resistência do esqueleto da face Características morfológicas dos sistemas de pilares: Áreas (trajetórias) de resistência da mandíbula Áreas (trajetórias) de resistência da mandíbula Áreas (trajetórias) de resistência da mandíbula Áreas (trajetórias) de resistência da mandíbula Áreas de fragilidade do esqueleto craniofacial Áreas de menor resistência Classificação das fraturas Áreas de fragilidade do esqueleto craniofacial Áreas de fragilidade do esqueleto craniofacial Áreas de fragilidade do esqueleto craniofacial Tarefa: 1) Definir quais são os tipos de fraturas dos terços médio e superior da face segundo o francês Le Fort 2) Na mandíbula, definir quais são as regiões de maior fragilidade e por que Áreas de fragilidade da mandíbula