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SINAPSES O que são? Quais as principais características? Quais os diferentes tipos? ESO 02/05/2024 Sinapse do grego “união” Sinapse é sinônimo de junção neural SINAPSE - JUNÇÃO OU CONTATO ENTRE DUAS CÉLULAS EXCITÁVEIS O termo foi introduzido por Charles S. Sherrington (1897) Syn: junto + haptein: afivelar Centenary of the synapse: from Sherrington to the molecular biology of the synapse and beyond. GM Shepherd, SD Erulkar. Trends Neurosci (1997) 20, 385–392 CONEXÕES > SINALIZAÇÃO COMUNICAÇÃO E SINAPSES • Neurônios conectam-se e comunicam- se com outros neurônios e com efetores: músculos esqueléticos, cardíacos e lisos, assim como com glândulas (células secretoras e neurossecretoras). • Receptores sensoriais (de natureza epitelial, por exemplo, fotorreceptores, mecanorreceptores, etc) também são inervados. • Nesses processos de comunicação as sinapses são fundamentais. TIPOS DE SINAPSES ENTRE NEURÔNIOS Tipos de acordo com a estrutura da sinapse: o Sinapses elétricas o Sinapses químicas Em ambos os tipos é possível reconhecer uma região pré sináptica (em um neurônio) e outra pós sináptica (no outro neurônio), uma fenda estreita entre esses neurônios e especializações características de cada tipo de sinapse como veremos adiante. ostiposde.com SINAPSE QUÍMICA Junção ou contato entre duas células excitáveis com especificidades que envolvem a liberação de substâncias químicas chamadas de neurotransmissores SINAPSE A. Sinapse excitatória (seta) em um espinho “thin”. B. Sinapse excitatória (seta) em um espinho (sp) do tipo cogumelo. Veja a presença de vesículas redondas em A e B. C. Diferentes sinapses em um ramo dendrítico (d), duas inibitórias pela presença de vesículas achatadas e simetria da densidade eletrônica entre os terminais pré e pós- sinápticos (cabeça de seta) e duas sinapses excitatórias, uma no dendrito e outra em um espinho “stubby” (setas). Barra: 1 m A validação do conceito foi feita com o advento da microscopia eletrônica (ME) O ciclo da vesícula sináptica, espinhos dendríticos e a transdução de sinal. Medicina (Ribeirao Preto Online) 44(2):157. DOI: 10.11606/issn.2176-7262.v44i2p157-171. Merlo et al. (2011) A SINAPSE QUÍMICA ELEMENTOS CONSTITUINTES dendrito 1 2 3 4 5 6 8 7 Vesícula sináptica Neurotransmisssor (NT) Bomba de recaptação do NT Terminal axonal Receptores de NT Fenda Espinho Canais de cálcio dependentes de voltagem A SINAPSE QUÍMICA ELEMENTOS CONSTITUINTES Espaço de 10 a 20 nm (*) Os potenciais de ação propagam-se a partir do cone de emergência do axônio e provocam a abertura de canais de cálcio dependentes de voltagem, que por sua vez causam a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica da sinapse química (SQ). Observar as características e eventos que ocorrem no lado pré sináptico e pós sináptico da SQ. Os NT podem ser recaptados por bombas no axônio e na glia, podem ser enzimaticamente hidrolisados, e podem interagir com receptores específicos na membrana pós sináptica. (*) este valor varia entre diferentes autores e sinapses químicas Vesícula sináptica Neurotransmissor (NT) Bomba de recaptação do NTT Receptores de NT Canais de Ca++ voltagem- dependentes Fenda sináptica Espinha dendrítica Liberação de NT Ligação de NT ao receptor Abertura ou fechamento de canais íons Mudança de condutância e de fluxo de íons Potenciais pós sinápticos (PPS) Excitação ou inibição da região pós sináptica Somação de PPSs determinarão a ocorrência de potenciais de ação Potenciais de ação chegam ao terminal pré sináptico Despolarização do terminal pré sináptico causa a abertura de Canais de Ca++ voltagem-dependentes 3 Influxo de Ca++ através de canais voltagem- dependentes TIPOS DE SINAPSES Tipos de acordo com o arranjo celular entre os neurônios: axodendrítica, axossomática, axoaxônica e dendrodendrítica O tipo mais comum é a axodendrítica, postulado por R. Cajal na Doutrina do Neurônio e base do conceito e da Lei de Polarização Dinâmica de Cajal Comunicação no Sistema Nervoso: uma síntese Independentemente do filo, classe, ou espécie animal o sistema nervoso funciona através da comunicação entre neurônios. Dá-se o nome de sinapse a esse arranjo dos constituintes celulares dos sistemas nervosos que permite a comunicação entre células (neurônios, efetores, receptores sensoriais). Ao lado a figura 1 mostra alguns tipos de sinapses entre neurônios já vistos anteriormente: 2. axoaxônica 3. axodendrítica, 5 e 6 axossomáticas. Para saber mais a respeito do história das sinapses veja e acesse o seguinte link: http://www.cerebromente.org.br/n17/history/neuro ns4_i.htm Diferentes tipos de sinapses. Em 3. vemos a sinapse axodendrítica, o tipo mais comum de arranjo entre neurônios. Todas essas sinapses são sinapses químicas. Nesses casos são lançados neurotransmissores no espaço entre os neurônios, na fenda sináptica. Moléculas de neurotransmissores são liberadas na fenda sináptica e interagem com receptores específicos na membrana pós sináptica. Não entram dentro das células. Neurotransmissores não entram nas células http://www.cerebromente.org.br/n17/history/neurons4_i.htm http://www.cerebromente.org.br/n17/history/neurons4_i.htm HÁ TIPOS DIFERENTES DE RECEPTORES PÓS SINÁPTICOS: IONOTRÓPICOS E METABOTRÓPICOS CONCEITO DE AGONISTAS E ANTAGONISTAS DE RECEPTORES AS SINAPSES PODEM SER EXCITATÓRIAS OU INIBITÓRIAS VARIAM DE ACORDO COM OS NEUROTRANSMISSORES E HÁ UMA GRANDE VARIEDADE DE NEUROTRANSMISSORES TIPOS DE RECEPTORES Receptores ionotrópicos Receptores metabotrópicos Sitio pra ligante (NT) + canal Sitio pra ligante (NT) + proteína G Fluxo íons Abertura canal Neurotransmissores ligam- se a receptores Neurotransmissores Ativação Proteínas G Subunidades Proteína G modulam canais iônicos Aberturq canais iônicos Purves et al UM NEUROTRANSMISSOR MUITOS TIPOS DE RECEPTORES Um dado neurotransmissor pode interagir tanto com receptor do tipo metabotrópico como ionotrópico. A acetilcolina, um dos primeiros neurotransmissores a serem descritos, liga-se a receptor acoplado a canal iônico, chama- se receptor nicotínico. Liga-se também ao receptor acoplado a proteína G, chamado de receptor muscarínico. Diferenças funcionais entre receptor ionotrópico e metabotrópico Os receptores ionotrópicos respondem de maneira rápida, o neurotrasmissor ligante é rapidamente retirado do sítio de ligação (por enzimas, processos de recaptação, difusão e captação pela glia). Os canais fecham-se rapidamente. Os receptores metabotrópicos são mais lentos ao emitir respostas, que dependem de mensageiros internos (segundo mensageiros) e podem até envolver mudança na expressão gênica. Uma vez ativados há um efeito cascata que pode também resultar em uma ampla faixa de respostas. Receptores ionotrópicos e metabotrópicos são proteínas que atravessam a membrana pós sináptica e ligam-se com especificidade a neurotransmissores (NT). Receptores ionotrópicos mudam de conformação ao ligarem- se ao NT. Isso produz a abertura de canal iônico, aumentando a condutância para um ou mais tipos de íons. Receptores metabotrópicos ativam a proteína G, o que leva a formação de segundo mensageiro, que modifica uma ou mais vias metabólicas. Os receptores metabotrópicos não apresentam canais iônicos, entretanto, a ativação de receptores metabotrópicos pode indiretamente resultar na abertura de canais iônicos, e assim como a modificação de várias vias metabólicas. Resumindo O conceito de agonista e antagonista de um receptor molecular Agonista: interage com o receptor estimulando-o. Antagonista competitivo: interage com o receptor e o bloqueia, mas pode ser deslocado pelo aumento da concentração do agonista.Antagonista não competitivo: interage com o receptor e o bloqueia de maneira não pode ser deslocado pelo aumento da concentração do agonista, é irreversível. Agonista parcial: dependendo da dose estimula ou bloqueia o receptor. Agonista natural Agonista de outra origem Antagonista competitivo ativação bloqueio Exemplos: a morfina é agonista de origem vegetal de receptores para opiáceos endógenos do tipo mµ. A atropina é agonista de receptores de Ach do tipo muscarínicos, a nicotina é agonista parcial de receptores de Ach do tipo nicotínico. Ach: acetilcolina. AGONISTAS E ANTAGONISTAS SINAPSES ELÉTRICAS Quais são as características estruturais e funcionais das sinapses elétricas? Características estruturais e funcionais das sinapses elétricas As membranas plasmáticas de dois neurônios aproximam-se somente na região da sinapse elétrica, formando uma pequena fenda, a fenda sináptica (2 – 4nm), entre a membrana do neurônio pré e a membrana do neurônio pós sináptico (Fig. 3). Conexônios, são canais hidrofílicos formados por seis conexinas (Fig. 3). Esses poros permitem a passagem de íons e pequenas moléculas do citoplasma do neurônio pré sináptico para o citoplasma do neurônio pós sináptico. Quando há a despolarização do neurônio A os íons Na+ entram no citoplasma desse neurônio e se difundem, devido ao gradiente de concentração, e penetram pelos conexônios no neurônio B. Ocorre assim a despolarização também do neurônio B, após um breve intervalo de tempo (Fig. 4). As principais características dessa transmissão na sinapse elétrica são as seguintes: é rápida, fidedigna, bidirecional e capaz de atingir ao mesmo tempo uma rede de neurônios conectados, que podem funcionar sincronizadamente. Características estruturais das sinapses elétricas A região pré sináptica e a pós sináptica das sinapses elétricas de Chordata, assim como os poros resultantes do arranjo de seis conexinas formando o conexônio. Há o contato entre o citoplasma de um neurônio com o citoplasma do outro, através desses poros, o que permite a passagem de íons resultantes da despolarização de um neurônio para o outro. Conexônio: poros conectando o citoplasma dos dois neurônios: A (acima) e B (abaixo) Membrana pré sinaptica Membrana pós sinaptica Espaço intercelular Sinal elétrico: potencial de ação A B Características estruturais das sinapses elétricas File:Gap cell junction en.svg Canal hidrofílicoFenda de 2-4 nm Conexônio fechado (E) e aberto (D) Membranas plasmáticas Conexônios e conexinas A B Membrana pré sináptica Membrana pós sináptica Espaço intercelular http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d5/Gap_cell_junction_en.svg Membranas plasmáticas A B Conexônios As sinapses elétricas em invertebrados são constituídas por proteínas análogas às conexinas, as inexinas (in de invertebrados). As conexinas são proteínas específicas de Chordata. The vertebrate connexin family. Cell Mol Life Sci. 2006 M63(10):1125-40, Cruciani, Mikalsen; LTP in an innexin-based electrical synapse Sci. Reports 2018 8:12579 Welzel, Schuster. Há uma estreita relação entre estrutura e função nas sinapses elétricas 1) São rápidas*: dependem da difusão de íons que entraram no citoplasma do neurônio A, quando estimulado, e que atravessam a pequena fenda pelos conexônios, de acordo com o gradiente de concentração, para o citoplasma do neurônio B; 2 e 3) são fidedignas e pouco moduladas porque reproduzem o evento elétrico que acontece no neurônio adjacente (a despolarização em B é semelhante à despolarização em A); 4) podem ser bidirecionais porque dependem dos canais hidrofílicos e de processos de difusão do lado pré ao pós sináptico que são semelhantes, o que não acontece nas sinapses químicas; 5) permitem a coordenação de sinais intracelulares pela passagem de ATP e segundos mensageiros de um neurônio para outro; 6) podem transmitir sinais abaixo do limiar porque permitem a difusão de íons de acordo com o gradiente de concentração; 7) têm a capacidade de sincronizar a atividade de vários neurônios que passam a trabalhar ao mesmo tempo. (*) Em invertebrados e em vertebrados que não controlam a temperatura interna essa propriedade das sinapses elétricas é de grande importância fisiológica, principalmente nas respostas de escape. Sinapses dendrodendríticas Este tipo de sinapse foi descrito em 1966. São sinapses relativamente raras e bem conhecidas na retina e em neurônios olfatórios (Fig. 2.) As sinapses dendrodendríticas são sinapses elétricas. A neuroplasticidade Dados experimentais indicam que caso haja lesão de axônios, pode ocorrer a compensação na forma de sinapses dendrodendríticas (*). (*) Hamori, J. (1990) Morphological Plasticity of Postsynaptic Neurones in Reactive Synaptogenesis.J. Exp Biol 153:251-60 Fig. 2. O bulbo olfatório de mamíferos é organizado em camadas. Observe os dendritos de grandes neurônios excitatórios (células mitrais em azuis) que formam sinapses dendrodendríticas (flechas vermelhas) recíprocas com neurônios inibitórios (células granulares em verde).. Ref.:Kononenko, N. L., Haucke V. (2011) An Exciting Calcium Sensor for Smell. Para saber mais: Shepherd, G.M. (2009) Dendrodendritic synapses: past, present and future. Annals of the New Yor Academy of Sciences. 1170: 215–223. Características eletrofisiológicas das sinapses elétricas A figura ao lado (Fig. 4) mostra os registros dos eventos elétricos em uma sinapse elétrica. Observa-se em A o potencial gerado na região pré sináptica da sinapse elétrica. Em B, a região pós sináptica do outro neurônio é então despolarizada e o evento elétrico é semelhante, mas não é idêntico ao observado em A. É possível observar que após um retardo de 0,1 ms, chamado de retardo sináptico, ocorre uma rápida transmissão do evento elétrico de A para B, ou seja, a despolarização da membrana pré sináptica do neurônio A é seguida pela despolarização similar do neurônio B. A despolarização é devida à passagem de íons Na+ de A para B pelos conexônios. No eixo Y o valor da despolarização (potencial de membrana em mV), no eixo X o tempo (em ms). A B Pequeno retardo sináptico (0,1 ms) Neurônio pré sináptico Neurônio pós sináptico Eventos elétricos na sinapse elétrica de lagostins EJ Furshpan and DD Potter Transmission at the giant motor synapses of the crayfish. J. Physiol (1959) 145:289–325 SINAPSES QUÍMICAS Potencial de Membrana Terminal de um botão de axônio aberto e visto através de microscopia eletrônica (ME) Ao lado a figura colorida artificialmente mostra um terminal axônico (ME). O terminal foi aberto e mostra as vesículas sinapticas (em tons de azul e laranja) dentro do terminal. Observar as vesículas sinápticas Fonte: https://courses.lumenlearning.com/wm-biology2/chapter/chemical-and-electrical-synapses/ Crédito: modification of work by Tina Carvalho, NIH-NIGMS; scale-bar data from Matt Russell) https://courses.lumenlearning.com/wm-biology2/chapter/chemical-and-electrical-synapses/ COMPARAÇÃO: SINAPSE ELÉTRICA (A) e QUÍMICA (B) Rápida, fidedigna, bidirecional, pouco modulada, pequena plasticidade Relativamente mais lenta, unidirecional, modulada, maior plasticidade Sincronização Coordenação plasticidade Electrical synapses: a dynamic signaling system that shapes the activity of neuronal network Biochimica et Biophysica Acta (BBA) - Biomembranes, 1662: 1–2, 2004, 113–137 SG Hormuzdi, MA Filippov, G Mitropoulou, H Monyer, R Bruzzone Sinapses, desenvolvimento e aprendizado oNo início do desenvolvimento os neurônios são transientemente conectados por “gap junctions”, em mamíferos. E na sequência temporal algumas dessas sinapses elétricas são substituídas por sinapses químicas, através de processos ainda não totalmentecompreendidos. o O papel das sinapses nas redes de neurônios com número grande e difuso de conexões entre os neurônios. Com a elevação da atividade em dada rede há o aumento da habilidade, coordenação e precisão do comportamento expresso pela rede neuronal. Alguns desses processos começam antes do nascimento; por exemplo, em um recém nascido, os neurônios na retina estão conectados a neurônios no encéfalo com um padrão semelhante, mas distinto ao do adulto, mas uma vez que os olhos se abrem o circuito passa a ser ativado com frequência e as conexões modificam-se até que o padrão do adulto é estabelecido. Durante esse processo os comportamentos do filhote que são guiados pelo circuito visual tornam-se mais precisos; se o processo é interrompido por oclusão de um ou dos dois olhos, o padrão adulto não é alcançado e os comportamentos guiados pela visão ficam comprometidos. Sinapses, desenvolvimento e aprendizado oNo início do desenvolvimento os neurônios são transientemente conectados por “gap junctions”, em mamíferos. E na sequência temporal algumas dessas sinapses elétricas são substituídas por sinapses químicas, através de processos ainda não totalmente compreendidos. o Redes de neurônios com número grande e difuso de conexões entre os neurônios. Com a elevação da atividade em dada rede há o aumento da habilidade, coordenação e precisão do comportamento expresso pela rede neuronal. Alguns desses processos começam antes do nascimento; por exemplo, em um recém nascido, os neurônios na retina estão conectados com neurônios no encéfalo* com um padrão semelhante ao do adulto, mas uma vez que os olhos se abrem o circuito passa a ser ativado com frequência e as conexões modificam-se até que o padrão do adulto é estabelecido. Durante esse processo os comportamentos do filhote que são guiados pelo circuito visual tornam-se mais precisos; se o processo é interrompido por oclusão de um ou dos dois olhos, o padrão adulto não é alcançado e os comportamentos guiados pela visão ficam comprometidos. NOVIDADE O QUE ACONTECE NA PÓS SINAPSE? https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/01/sinapse.jpg E no axônio? SINAPSES E A COMUNICAÇÃO EM METAZOA Há aproximadamente 800 milhões de anos surgiram os organismos multicelulares, e com eles mecanismos de propagação de sinais de comunicação e sincronização da atividade de populações de células. Desde então a comunicação intercelular faz-se de duas maneiras: por canais de comunicação entre as células e pela secreção de moléculas que se ligam às células adjacente ou mais distantes. Nas sinapses vemos esses dois processos possibilitando a comunicação entre neurônios, e através desses a integração entre diferentes sistemas funcionais. ASPECTOS EVOLUTIVOS Como e quando tudo começou?! Junção celular Junção comunicante Secreção por vesículas Slide 1: SINAPSES Slide 2: SINAPSE - Junção ou contato entre duas células excitáveis Slide 3: CONEXÕES > SINALIZAÇÃO COMUNICAÇÃO E SINAPSES Slide 4: TIPOS DE SINAPSES ENTRE NEURÔNIOS Slide 5: SINAPSE QUÍMICA Slide 6: Slide 7: A SINAPSE QUÍMICA ELEMENTOS CONSTITUINTES Slide 8: A SINAPSE QUÍMICA ELEMENTOS CONSTITUINTES Slide 9 Slide 10: Tipos de sinapses Slide 11: Comunicação no Sistema Nervoso: uma síntese Slide 12: HÁ TIPOS DIFERENTES DE RECEPTORES PÓS SINÁPTICOS: IONOTRÓPICOS E METABOTRÓPICOS CONCEITO DE AGONISTAS E ANTAGONISTAS DE RECEPTORES Slide 13: TIPOS DE RECEPTORES Slide 14: Um neurotransmissor muitos tipos de receptores Slide 15: Diferenças funcionais entre receptor ionotrópico e metabotrópico Slide 16: Slide 17: O conceito de agonista e antagonista de um receptor molecular Slide 18: SINAPSES ELÉTRICAS Slide 19: Características estruturais e funcionais das sinapses elétricas Slide 20: Características estruturais das sinapses elétricas Slide 21: Características estruturais das sinapses elétricas Slide 22 Slide 23: Há uma estreita relação entre estrutura e função nas sinapses elétricas Slide 24: Sinapses dendrodendríticas Slide 25: Características eletrofisiológicas das sinapses elétricas Slide 26: SINAPSES QUÍMICAS Slide 27: Terminal de um botão de axônio aberto e visto através de microscopia eletrônica (ME) Slide 28 Slide 29: Sinapses, desenvolvimento e aprendizado Slide 30: Sinapses, desenvolvimento e aprendizado Slide 31: O QUE ACONTECE NA PÓS SINAPSE? Slide 32: Sinapses e a Comunicação em metazoa Slide 33: ASPECTOS EVOLUTIVOS Slide 34 Slide 35 Slide 36