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Estratégias Pedagógicas para inclusão de alunos com Transtorno do 
Espectro Autista 
Autor: Carolina Mautone Pires 1 
Tutor externo: Leândro José da Silva2 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI 
Curso de Licenciatura Psicopedagogia (FLC9458LPS) 
 – Estágio Curricular Obrigatório II 
07/12/2023 
 
 
RESUMO 
 
O presente estudo objetiva-se em analisar as adaptações de estratégias pedagógicas que 
auxiliem no processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro Autista. 
Sabe-se que hoje em dia o maior desafio dos educadores é manter seus alunos focados e 
motivados e para os alunos com autismo esse desafio exige maior determinação por parte 
desses educadores, pois crianças com autismo apresentam maiores dificuldades de 
socialização e comunicação. 
Porém ressalta-se que pessoas com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) 
são capazes de aprender, necessitando de práticas de ensino adaptadas que lhe promovam 
compreensão dos conteúdos. 
Portanto esse estudo teve como objetivo analisar as estratégias pedagógicas que 
contribuem para o processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do Espectro 
Autista. 
Salienta-se que o TEA é um transtorno incurável, mas com terapias adequadas é possível 
minimizar as dificuldades enfrentadas por essas crianças e proporcionar-lhes um bom 
desenvolvimento acadêmico. 
O presente trabalho foi realizado por meio de pesquisa bibliográfica, procurando destacar a 
importância de adequações pedagógicas para inclusão de crianças com TEA. 
 
Palavras-chave: Autismo. Inclusão. Estratégias Pedagógicas. 
 
 
 1 INTRODUÇÃO 
 
Um dos maiores desafios nas instituições escolares é o acolhimento de indivíduos 
com determinadas características que os coloquem necessitados de estratégias pedagógicas 
adaptadas para suas necessidades educativas. 
 
1Acadêmico do Curso de Licenciatura em: Psicopedagogia; E-mail: carolinamautone@gmail.com 
2 Tutor Externo do Curso de Licenciatura em Psicopedagogia – Polo Juazeiro do Norte; E-mail: 
profleandrosilva@outlook.com 
 
 
 
 
 
Diante do exposto faz-se necessário que a educação se adapte constantemente para 
incluir em sala de aula as crianças com essas necessidades educacionais especiais, 
desenvolvendo estratégias de ensino adaptadas às necessidades específicas desses alunos. 
Tratando-se de crianças dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é 
necessário ressaltar que essas crianças necessitam de um ambiente educacional que lhe 
permita desenvolver-se psicológica, física e socioemocionalmente. 
São crianças que precisam de espaços educativos que estimulem a imaginação, 
autoestima e cooperação, permitindo assim que o autista interaja e estabeleça relações 
sociais com outras crianças. 
Assim, a presente pesquisa teve como objetivo analisar a adaptação de estratégias 
de ensino para beneficiar o processo de aprendizagem de alunos com Transtorno do 
Espectro Autista. 
É relevante atingir esse objetivo, pois trabalhar com crianças autistas faz-se 
necessário compreender a natureza desse transtorno, bem como suas limitações, a fim de 
se traçar estratégias educacionais eficazes para promover seu acesso à educação. 
 
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA 
 
“Exige a transformação da escola, defendendo a inserção de alunos com quaisquer 
necessidades no ensino regular, cabendo às escolas se adaptarem às características dos 
alunos, o que leva à ruptura com o modelo tradicional de ensino” (ENUMO, 2005, p.335, 
grifo nosso). 
 
Para integrar verdadeiramente as crianças atípicas nas instituições educativas, faz-se 
necessário compreender seu universo, para que possamos desenvolver métodos eficazes, 
para as educar e transmitir-lhes conhecimento. 
 
 Sobre crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista, é comum que 
apresentem determinadas dificuldades educacionais como: habilidades de fala deficientes 
ou ausentes, contato visual deficiente, hiperatividade, dificuldades de comunicação 
receptiva, falta de atenção e concentração, falta de interação social e afeto, mudanças 
bruscas de humor, desinteresse por atividades escolares e evidente interesse por objetos 
específicos. 
 
Como nos instrui Pereira: 
 
 
 Uma criança com Transtorno de Espectro Autista tem alterações no 
 funcionamento neurológico que geram consequências para habilidades 
 sociais, linguagem e comportamento, tais como: ausência de fala, 
 agressividade, sensações corporais desconfortáveis. E isso não tem a 
 ver com traços de personalidade (PEREIRA, 2016, s.p). 
 
 
Portanto para que estratégias pedagógicas inclusivas sejam eficazes o professor precisa 
desenvolver atividades para que crianças com TEA maximizem o desenvolvimento de suas 
competências e habilidades, favoreçam o equilíbrio pessoal mais harmonioso possível, 
promovam o bem-estar emocional e aproximem as crianças autistas do mundo das relações 
significativas. 
 
É importante também que esse educador seja responsivo às brincadeiras das crianças, 
observando e registrando sistematicamente suas atividades lúdicas. Dessa forma, será 
possível ao educador conhecer melhor os alunos e intervir de maneira efetiva 
possibilitando novas relações, delimitando novos espaços para brincar, fornecendo 
elementos enriquecedores. 
 
De acordo com Rocha: 
 
A abordagem pedagógica da criança autista depende muito do 
pragmatismo, espírito de criatividade, experiência e bom senso do 
educador, e deve ser complementada com o auxílio de recursos diversos 
como imagens, desenhos, pinturas, música, jogos, brinquedos especiais, 
atividades artísticas, manipulação com massas e, ultimamente trabalhos 
com computador. O importante é estimular a criança, dar-lhe atividades, 
tanto físicas quanto metais, e não a deixar isolar-se e afundar-se nas 
estereotipias, que acabarão por dominá-la, atrofiando ainda mais seu 
sistema cognitivo, caso não haja uma estimulação permanente. (ROCHA, 
2106, p.46) 
 
 
 
Portanto há diversas maneiras de abordar estratégias pedagógicas com crianças que são 
diagnosticadas com TEA, o sucesso dependerá da inventividade individual dos 
educadores. 
 
A boa escola é aquela que ombreando com a escola da vida, oferece aos 
alunos bons “cardápios”, com produtos de boa qualidade, através de 
situações-problema, de questões bem elaboradas, de roteiros de trabalho, 
de projetos, de aulas, onde o ator principal é o aluno e não o professor 
(SARTORETTO, 2011, p.1). 
 
 
Foi constatado então, que quando inseridas em ambientes especiais com equipe treinada e 
incluídas de maneira adequada e apropriada, crianças com TEA têm total capacidade de 
aprender. 
 
 
3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO 
 
Após a definição do foco e a realização da pesquisa foram realizadas observações 
escolares e atividades de 88 horas em sala de aula. 
 
As observações e atividades citadas foram realizadas no Centro Educacional Cultural 
Piracicaba Eireli (Colégio Atlântico) localizado na Alameda Alcindo Lopes Lucas, 141 – 
Terras de Piracicaba – Piracicaba- São Paulo – SP. 
 
Durante minha estadia na instituição pude acompanhar as estratégias pedagógicas 
elaboradas para uma criança autista nível II não verbal, com quadros de agressividade, 
ausência de escrita, coordenação motora fina deficiente e pouco contato visual. 
 
Para que houvesse melhora em sua socialização, foi introduzido quadro da rotina com 
fichas ilustradas, e durante o momento da roda introduziu-se suas músicas favoritas para 
que a mesma pudesse interessar-se e interagir com os coleguinhas. 
 
Para melhoria de sua coordenação motora fina, foram elaboradas atividades com massa de 
modelar, incentivo de sua autonomia como abrir e fechar seu estojo, elaborar bolinhas de 
papel crepom e atividades com barbante. 
 
No que se refere ao contato visual foi elaborado pareamento com o nome e foto da aluna, 
para que assim ela reconhecesse seu nome e olhasse assim que chamada. 
 
Pude constatarque em uma das atividades (blocos lógicos) onde o objetivo era apresentar 
cores, tamanhos, formas geométricas, texturas, a aluna apresentou maior interesse, 
manteve-se focada e concentrada por mais tempo, fazendo assim com que utilizássemos 
dessa atividade por mais vezes. 
 
Constatei que força de vontade, persistência, planejamento e amor são os fios condutores 
para uma prática inclusiva com excelência. 
 
 
 
 
4 IMPRESSÕES DO ESTÁGIO (CONSIDERAÇÕES FINAIS) 
Ter vivenciado essa experiência é algo que levarei comigo para o resto da minha vida. 
 
As situações que presenciei me proporcionaram um olhar atento de como uma prática 
inclusiva bem elaborada traz benefícios tanto para educando como para educador. 
 
Compreendi que não importa o tamanho da deficiência de alguém, esse alguém sempre é 
capaz de aprender, e acima de tudo nos ensinar algo, vi que mesmo diante toda sua 
dificuldade a aluna permanecia feliz, e interessada em aprender algo novo, e quando assim 
o conseguia, demonstrava sua felicidade. 
 
Percebi que muitas vezes é preciso agir com agir com calma e adotarmos estratégias 
alternativas para que possamos alcançar o melhor desempenho desse educando. 
 
Aprendi que um bom profissional é antes de tudo um bom observador. 
 
E que não importa o tamanho do progresso que esse educando teve, um progresso é 
sempre um progresso, por menor que seja! 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
ENUMO, Diagnóstico,planejamento e avaliação na educação especial – Indaial: 
Uniasselvi, 2018. 
 
PEREIRA, Educação Inclusiva – Uniasselvi, 2017. 
 
ROCHA, O trabalho terapêutico em crianças autistas. Psicopedagogia online. 2016. 
Disponível em: 
http://www.psicopedagogia.com.br/new1_artigo.asp?entrID=368#.V94zjvmAOkp. 
 
SARTORETTO, Educação Inclusiva – Uniasselvi, 2017. 
 
 
 
ANEXO I 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO II 
TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA A DIVULGAÇÃO DE 
MATERIAL DIGITAL DESENVOLVIDO NO PROJETO DE 
EXTENSÃO 
 
 
Eu Carolina Mautone Pires, acadêmico do curso de Psicopedagogia, matrícula 330515, CPF 
312.727.718-06, da turma FLC9458LPS, autorizo a divulgação do produto virtual, realizado para 
atender o Projeto de Extensão, intitulado de: Estratégias Pedagógicas Para Inclusão de alunos 
com TEA de acordo com critérios abaixo relacionados: 
 
a) O produto virtual é de minha autoria, desenvolvido com materiais de diferentes 
fontes pesquisa (vídeos, imagens, links de textos para pesquisa, links para visitas 
virtuais, dicas de filmes, livros, etc.) devidamente referenciados, conforme as 
Regras da ABNT. 
b) Tenho ciência de que o material por mim cedido à UNIASSELVI é isento de 
plágio, seguindo a Legislação brasileira vigente. 
c) Estou ciente de que o material ficará disponível para consulta pública à 
comunidade interna e externa, desde que aprovado pelos coordenadores, 
professores e tutores da UNIASSELVI. 
 
 
 
Número de telefone fixo/celular: (11) 98134-1579 (19) 3375-9931 
 
 
 Assinatura do acadêmico 
 
 
Piracicaba, 03 de novembro de 2023. 
 
 
 
 
ANEXO III 
CURSO DE PSICOPEDAGOGIA 
Carolina Mautone Pires 
Curso de Licenciatura Psicopedagogia (FLC9458LPS) 
 – Estágio Curricular Obrigatório II 
 
 
 
ANAMNESE 
 
 
DATA: 03/11/ 2023 
 
 
 
AVALIADOR: 
 
 Juliana Bueno Bacchin e Carolina Mautone Pires 
 
 
 
DADOS PESSOAIS: 
 
Nome: Rafaela Souza de Oliveira Ribeiro 
 
 
Idade: 07 anos 
 
Tem apelido? S ( ) N ( x ) Qual? 
Ele(a) gosta? S ( ) N ( ) 
Data de nascimento: 24/ 11/ 2016 Sexo M ( ) F ( x ) 
 
Naturalidade: Minas Gerais 
 
Endereço: Avenida Uriel Odas N º 120 
Bairro: Terras de Piracicaba 
CEP 13403-833 
Cidade/UF: Piracicaba – São Paulo 
 
Telefone para contato: (19) 99768-4784 
 
 
Escola: Centro Cultural Educacional Piracicaba Eireli – Colégio Atlântico 
 
Ela(e) gosta da escola? S ( x ) N ( ) Por que? 
Rafaela apresenta entusiasmo ao chegar na instituição, vem apresentando um bom 
relacionamento social e apresenta interesse nas atividades propostas. 
 
 
Série que cursa: Educação Infantil Jd.II Turno: Vespertino 
 
Telefone da escola: (19) 3427-2013 
 
Há algum laudo ou diagnóstico desta criança? S ( x ) N ( ) 
Qual? Transtorno do Espectro Autista nível II com comprometimento cognitivo e da 
linguagem concomitante com Deficiência Intelectual e linguagem funcional 
prejudicada. CID 10 F84.0 e 6A 02.3 
 
 
 
DADOS PARENTAIS 
 
Nome do pai: Guilherme Ribeiro 
 
Idade: 48 anos Estado civil: Casado 
Nível de escolaridade: Nível Superior 
Profissão: Empresário 
 
Está empregado no momento S ( x ) N ( ) 
 
Se sim, onde? Qual a função e a carga horária? 
 
Empresário – 8 horas diárias 
 
 
 
Nome da mãe: Marcela Souza de Oliveira Ribeiro 
Idade: 46 anos 
Estado Civil: Casada 
Nível de escolaridade: Nível Superior 
Profissão: Nutricionista 
Está empregado no momento S (x ) N ( ) 
Se sim, onde? Qual a função e a carga horária? 
 
Atualmente trabalha em sua clínica como nutricionista exercendo uma carga horária de 
8 horas diárias. 
 
 
 
Tem irmãos? S (x ) N ( ) 
 
Se sim, quantos? 1 
 
Quais os nomes: Lucas Souza de Oliveira Ribeiro 
Quais as condições de moradia? (tipo de moradia e, para o caso de pais separados, 
como é o convívio da criança em questão com os responsáveis. Os irmãos, caso haja, 
vivem na mesma moradia?) 
 
Atualmente a família reside em sua residência própria, onde a família é composta por 4 
integrantes, havendo um bom convívio familiar. 
 
 
Esquema familiar (relate como funciona o cotidiano da família e também quem 
fica com a criança a maior parte do tempo) 
A família é adepta a uma rotina diária onde Rafaela no período matutino fica 
acompanhada por sua cuidadora, onde seu irmão mais velho durante esse período 
dirigi-se até sua istituição escolar onde o mesmo cursa o 7º ano do Ensino Fundamental 
II, e seus pais dirigem-se aos seus locais de trabalho. Durante o perído matutino sua 
cuidadora a auxilia em suas atividades, como vestir-se, calçar-se, alimentar-se, banhar-
se e necessidades fisiológicas (Rafaela utiliza fraldas). No período vespertino Rafaela 
dirigi-se à sua instituição, onde utiliza de transporte escolar. 
 
Há queixas na escola? Qual? 
 
Rafaela apresenta dificuldade em sua socialização, por vezes expressa seus sentimentos 
utlizando força física como bater, puxar cabelo, chutar colegas e ou professores e 
auxiliares. Rafaela também apresenta baixa concentração, dificuldade em sua 
coordenação motora fina, onde há ausênsia na escrita, pega incorreta do lápis, não 
apresentando firmeza para tracejar ou pintar. Apresenta bastante estereotipias, necessita 
de ajuda para vestir-se e alimentar-se e seu contato visual é bem deficiente. 
 
 
 
DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR 
 
Ficou no cercadinho? S ( ) N ( 
x) Engatinhou? S (x ) N ( 
) Caía muito? S ( ) N ( x ) 
Mostrava-se corajosa(o) ao subir escadas? S (x ) N ( ) 
 
Era corajoso ao explorar, engatinhando, um novo espaço? S (x ) N 
 Era insegura(o): S ( ) N ( x ) 
Com quem andava melhor? 
Com a mãe 
 
Como evoluiu a coordenação dos movimentos finos (segurar um brinquedo, 
uma colher, fazer rabiscos)? 
Rafaela ainda não atingiu esses marcos. 
 
 
 
E como desenvolveu os grandes músculos (chutar uma bola, 
correr)? 
Rafela vem evoluindo em sua coordenação motora grossa, porém 
consta ainda um déficit, onde hoje Rafaela executa atividades 
como: subir escadas, correr, sentar-se, levantar-se, desloca-se de 
um lugar a outro. Rafaela apresentou desenvolvimento dentro da 
normalidade até seus 11 meses atingindo seus marcos motores nas 
idades esperadas, onde após essa data houve regressão de suas 
habilidades já adquiridas. 
 
 
Hoje: cai muito? S ( ) N 
(x) 
Nada? S ( ) N (x ) 
É agitada(o)? S ( x ) N ( ) 
 
Consegue andar de patins ou bicicleta (sem rodinhas), sobe em árvores? S ( ) N (x ) 
 
 
FALA 
 
Com qual idade começou a 
falar? 
Rafaela é uma criança NÃO VERBAL 
 
Por quantotempo balbuciou até 
desenvolver a fala? 
Apresentou balbucios até seus 11 meses de 
idade, onde após esse período houve a 
regressão de suas habilidades. 
Com quem falava mais? 
 Com sua Genitora. 
 
Falava(m) para ela(e) repetir? S (x ) N ( ) 
 
Quais foram as primeiras palavras? 
 Teve Balbucio da palavra NÃO 
 
 É ansiosa(o)? S (x ) N ( ) 
 
 
SONO 
 
É agitado? S (x ) N ( ) É sonâmbulo? S ( ) N ( 
x) 
Dorme sozinha(o)? S (x ) N ( ) 
 
 
Enurese noturna? S ( ) N ( )- Rafaela ainda faz uso de 
fraldas. 
 
HISTÓRIA CLÍNICA 
 
Ocorreram: 
 
Bronquite S ( ) N (x ) Alergias S ( ) N ( x ) Asma S ( ) N ( x ) 
Viroses S ( x ) N ( ) 
 
Internações? S ( ) N ( X ) Cirurgias? S ( ) N ( X ) 
 
Outras representações clínicas (tratamentos realizados, fonoaudiólogo, psicólogo...). 
Quais? 
Rafaela fez acompanhamento com sua equipe multidisciplinar – psicólogo, 
psicopedagogo, até junho desse ano. 
 
 
Problemas de visão? S ( ) N ( X ) Quais? 
 
 
Problemas de audição? S ( ) N ( X ) Quais? 
 
Há casos de doenças crônicas na família? S ( ) N (x ) 
Quais? 
Há casos de doenças mentais na família? S ( ) N (X ) 
Quais? 
Houve algum trauma na história da criança/adolescente? S (X ) 
N( ) Qual? 
 Rafaela quando menor machucou a gengiva durante sua 
escovação e até os dias de hoje, apesenta aversividade para 
escovação. 
 
 
HISTÓRIA DA FAMÍLIA NUCLEAR E AMPLIADA 
 
A gravidez foi deseja? S ( ) N (X ) O nascimento foi prematuro? S ( ) N ( X ) 
 
 
 
 
 
Há histórico de uso de drogas na família (lícitas ou ilícitas)? 
 
Não 
 
 
 
 
 
Quem cuida da alimentação da criança? 
 A Genitora 
 
 
Como é a alimentação (os tipos de alimentos mais comumente ingeridos)? 
 
 Rafaela apresenta grande seletividade alimentar, ingerindo alimentos somente 
líquidos e os sólidos amassados. Sua preferência são sucos de laranaja, manga, goiaba e 
frutas como banana, manga e abacate. 
 
 
 
 
Relaciona-se bem com: pai S (x ) N ( ) mãe S (x ) N ( ) irmãos S (x ) N 
( ) Os pais sabem ler e escrever? S ( x ) N ( ) 
 
ESTIMULAÇÃO 
 
A criança tem acesso a brinquedos pedagógicos? S (x ) N ( 
) Jogos? S (x ) N ( ) 
Brinquedos eletrônicos? S (x ) N ( ) 
 
Revistas? S (x ) N ( ) Livros? S (x ) N ( ) 
 
Participa de alguma atividade? S ( x ) N ( )Música? S (x ) N ( ) Dança S ( ) N 
(x ) Esporte S ( ) N (x ) Outra: 
 
Como é o ambiente da brincadeira no dia-a-dia? 
 
Rafaela exerce suas brincadeiras em seu lar, utilizando de espaços comuns como sala de 
estar, quintal e seu quarto. No ambiente escolar, usufrui de ambientes como a 
brinquedoteca, parque, quadra poliesportiva. 
 
 
 
Quais brincadeiras? 
 
Rafaela apresenta preferência por quebra cabeças, bonecas, gira gira, escorrega, bambolê, 
bonecos de persornagens da patrulha canina. Gosta também de blocos lego, tinta guache e 
bexigas. 
 
 
Quem brinca com a criança? 
 
Em seu ambiente residencial pais, irmão e cuidadora. No escolar, coleguinhas, professora e sua 
acompanhante terapêutica. 
 
 
Qual a brincadeira preferida? 
 Boneca e gira-gira. 
 
 
Chora nas brincadeiras? S ( ) N (x ) 
 
Qual programa de TV 
preferido? Galinha Pintadinha. 
 
Como se relaciona com os colegas da escola ou de outros 
espaços? 
 
Rafaela não busca socialização, porém não há incômodo quando seus colegas se aproximam e 
há uma boa interação. 
 
 
 
HISTÓRIA ESCOLAR: 
 
(considerar: entrada precoce ou tardia na escola, trocas constantes de escola, como 
se processou a alfabetização, dificuldades dos responsáveis para lidar com as 
exigências escolares) 
Frequentou creches? S ( ) N (x ) 
 
Com qual idade ingressou na escola? 
2 anos 
 
Quem escolheu a escola? 
A genitora 
 
 
Caso tenha havido mudanças, por que mudou? 
Rafaela precisou mudar de instituição por conta de mudança de cidade. 
 
 
 
Como é a atitude em sala de aula? 
Rafaela apresenta boa participação em sala de aula, apresenta interesse pelas atividades, 
consegue permanecer por um período em seu assento, e tem interagido melhor 
socialmente. Por vezes, quando contrariada utiliza de força física como: bater, 
chutar,puxar o cabelo de seus colegas e ou professora, auxiliar e acompanhante. 
 
 
 
Como é a participação dos responsáveis nos eventos escolares (reuniões e 
festividades)? 
Rafaela ultimamente não participou de eventos escolares. 
 
Quem auxilia na lição de casa? 
Sua genitora e sua cuidadora. 
 
 
FINALIZANDO 
 
O que você mais gosta nessa(e) filha(o)? 
 
Marcela e Guilherme relataram que o que mais gostam em Rafaela é que ela é uma criança 
alegre e bem carinhosa, gostam quando a mesma aproxima o rosto para beijar-lhes e quando 
Rafaela pede para que eles a peguem no colo. 
 
 
 
 
 
O que você não gosta nela(e)? 
 
Marcela e Guilheme relataram que não há o que não gostam em Rafaela, mas que esperam que 
haja uma melhora em seu quadro clínico, principalmente em sua parte comportamental 
cognitiva. 
 
 
 
ORIENTAÇÃO AOS PAIS 
 
A instituição presente colocou-se à disposição, esclarecendo e orientando-os e ajudando-os 
no que for necessário para que Rafaela alcance exito em suas habilidades deficientes. 
Orientou-os da importância da parceria família – escola, onde a mesma está disposta a 
prestar todo suporte necessário. 
 
 
OBSERVAÇÕES 
 
Por conta de sua mudança de cidade, Rafaela está sem suporte de uma equipe 
multidisciplinar, contando somente com suporte de sua acompanhante tarapêutica 
educacional, dificultando o alcance do obejtivo proposto.

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