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INDICE
1.INTRODUÇÃO
2-DESENVOLVIMENTO
3-CONCLUSÃO
INTRODUÇÃO
A Teoria da Educação é um campo de estudo fundamental para a compreensão e aprimoramento do processo educativo. Ao conhecer as diferentes abordagens teóricas e suas aplicações práticas, é possível promover uma educação mais eficiente, inclusiva e significativa para todos os estudantes.O processo educacional envolve muitos conceitos, práticas e teorias diferentes. Essas teorias baseiam estudos e regem algumas linhas de pensamento e conduta de muitos educadores. No meio educacional, algumas teorias da educação podem ser muito diferentes umas das outras, levando professores a caminhos diversos. Isso é super interessante, afinal, a educação deve ser refletida e reavaliada a todo momento. 
DESENVOLVIMENTO
1-Conceito da teórica da Educação
De todo modo, a maioria das teorias da educação pensam aspectos individuais e sociais do aluno no processo de ensino. Todo indivíduo, apesar de suas particularidades, desenvolve uma natureza social que move sua forma de viver. Por isso, as teorias da educação se dividem em dois pontos de vista: 
1. Psicológico: visa potencializar as capacidades do indivíduo;
2. Sociológico: busca desenvolver habilidades sociais e socioemocionais.
Explorar esses aspectos na educação em sala de aula é essencial para o crescimento e desenvolvimento do aluno como cidadão. Além disso, este processo ajuda a formar habilidades biológicas, psicológicas, sociais e culturais do indivíduo.
O educador e escritor brasileiro, José Carlos Libâneo, classificou as tendências pedagógicas em dois grupos, que seriam os liberais e os progressistas. A análise feita por Libâneo relaciona a educação à estrutura social e conecta a prática pedagógica do professor. Ou seja, essas tendências em teorias da educação influenciam a posição dos professores na prática docente em relação à sociedade. 
Mas o que são exatamente esses dois grupos de tendências das teorias da educação?
· Pedagogias liberais: Teorias não críticas, ou seja, a escola prepara os alunos para o desempenho de papéis pré definidos socialmente;
· Pedagogias progressistas: Teorias críticas, ou seja, entendem a educação como um processo sócio-político.
Ou seja, cada vez mais a escola tem desempenhado um papel com fim social. Tudo isso tem influência de grandes nomes das teorias da educação. Alguns especialistas contribuíram para o desenvolvimento da pedagogia que temos hoje em dia, como por exemplo:
· Burrhus Frederic Skinner;
· Célestin Freinet;
· Jerome Bruner;
· Lev Vygotsky;
· Jean Piaget;
· Paulo Freire.
Cada um desses pensadores contribuiu na formação das teorias da educação e seus estudos são reconhecidos até hoje. Pensando nisso, separamos as 6 principais teorias de educação para você conhecer e entender um pouco mais sobre cada uma delas.
1- Teoria da aprendizagem de Skinner
Em seu livro “Are theories of learning necessary? Psychological Review” (Teorias de aprendizado são necessárias? Revisão Psicológica), Skinner afirma que o ser humano resulta de uma série de combinações. Dentre elas, estão a combinação da herança genética e das experiências adquiridas ao longo da vida. Para ele, o que mais contribui para a educação não são os estímulos que são  feitos no processo de aprendizagem, mas, sim, os estímulos que reforçam este processo. Ou seja, a memorização é entendida como essencial nesta teoria da educação. 
2- Teoria do Construtivismo
Criada por Bruner em seu livro “The process of education” (O processo de educação), a teoria do construtivismo é muito ligada ao desenvolvimento da criança. Nesta teoria o autor enfatiza o processo da descoberta como foco da aprendizagem. Ou seja, neste caso, o aluno não é apenas um espectador passivo, mas sim, possui uma participação ativa. Todo este processo acontece por meio de desafios que impulsionam o interesse do aluno pela aprendizagem.
3- Teoria da aprendizagem significativa
Esta teoria, criada por David Ausubel, acredita na aquisição e retenção de conhecimentos de forma significativa para o indivíduo. Ou seja, o professor deve apresentar sentido na hora de passar o conteúdo ao aluno. Dessa forma, o processo de aprendizagem se torna mais eficaz, poupando tempo e otimizando recursos. Quando o aluno consegue ver sentido prático no que está aprendendo, a memorização é inevitável.
4- Teoria do Construcionismo
Em seu livro “Mindstorms-Children, computers and powerful ideas” (Tempestades mentais – crianças, computadores e ideias poderosas), Seymour Papert apontou a teoria do construcionismo. Esta teoria é baseada em dois sentidos de construção do conhecimento. Dessa forma, ele acredita que as pessoas aprendem enquanto constroem ativamente novos conhecimentos. Ou seja, vale mais o processo de construção do que a aprendizagem pré definida.
5- Pedagogia da autonomia
Paulo Freire, em seu livro “Pedagogy of the Opressed” (Pedagogia do Oprimido), explica a pedagogia da liberdade e critica o ensino tradicional. Nesta teoria, o foco principal é que os conhecimentos sejam compartilhados de forma mútua. Ou seja, professores e alunos aprendem uns com os outros. O professor então, deixa de ser detentor e passa a ser mediador do conhecimento, possibilitando que o aluno faça suas próprias análises e conclusões.
6- Teorias da educação Construtivista de Piaget
Jean Piaget, aborda a teoria construtivista em seu livro “The Child ‘s Conception of the world” (A concepção infantil do mundo). Esta teoria aborda bastante o conceito de estrutura cognitiva. São exploradas quatro estruturas do cognitivo primário: sensomotor, pré operações, operações concretas e operações formais. O papel do professor no desenvolvimento dessas estruturas é de facilitador do conhecimento, dessa forma, a criança deve ter todo o suporte necessário para experimentar e adquirir conhecimentos sem interferências externas.
A educação é uma actividade proposital direcionada para atingir determinados objectivos, como transmitir conhecimentos ou promover habilidades e traços de carácter. Esses objetivos podem incluir o desenvolvimento da compreensão, racionalidade, bondade e honestidade. Vários pesquisadores e filósofos pensam e enfatizam o papel do pensamento crítico para distinguir educação de doutrinação. Alguns teóricos exigem que a educação resulte em uma melhoria do aluno, enquanto outros preferem uma definição de valor neutro do termo. Em um sentido ligeiramente diferente, a educação também pode se referir, não ao processo, mas ao produto desse processo: os estados mentais e as disposições possuídas pelas pessoas educadas. A educação originou-se como a transmissão do patrimônio cultural de uma geração para outra. Hoje, os objetivos educacionais abrangem cada vez mais novas ideias, como a libertação dos alunos, habilidades necessárias para a sociedade moderna, empatia e habilidades vocacionais complexas. 
Os tipos de educação são comumente divididos em educação formal, não formal e informal. A educação formal ocorre em instituições de ensino e formação, geralmente é estruturada por metas e objetivos curriculares, e a aprendizagem é tipicamente orientada por um professor. Na maioria das regiões, a educação formal é obrigatória até uma certa idade e comumente dividida em etapas educacionais, como jardim de infância, escola primária e escola secundária. A educação não formal ocorre como complemento ou alternativa à educação formal. Pode ser estruturado de acordo com arranjos educacionais, mas de maneira mais flexível, e geralmente ocorre em ambientes baseados na comunidade, no local de trabalho ou na sociedade civil. Por fim, a educação informal ocorre no cotidiano, na família, qualquer experiência que tenha efeito formativo sobre o modo de pensar, sentir ou agir pode ser considerada educativa, não intencional ou intencional. Na prática, há um continuum do altamente formalizado ao altamente informal, e a aprendizagem informal pode ocorrer em todos os três cenários. Por exemplo, homeschooling pode ser classificado como não formal ou informal, dependendo da estrutura.[6][7]Independentemente do cenário, os métodos educacionais incluem ensino, treinamento, contação de histórias, discussão e pesquisa direcionada. A metodologia de ensino chama-se pedagogia. A educação é apoiada por uma variedade de diferentes filosofias, teorias e agendas de pesquisa empírica.
Existem movimentos para reformas educacionais, como para melhorar a qualidade e eficiência da educação em direção à relevância na vida dos alunos e resolução eficiente de problemas na sociedade moderna ou futura em geral, ou por metodologias de educação baseadas em evidências. O direito à educação foi reconhecido por alguns governos e pelas Nações Unidas. As iniciativas globais visam alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4, que promove educação de qualidade para todos.
A prática educativa é um fato social, cuja origem está ligada à da própria humanidade. No decurso da história do Ocidente, a Pedagogia firmou-se como a ciência do ensino. Assim, a indissociabilidade entre a prática educativa e a sua teorizaçãoelevou o saber pedagógico ao nível científico. Com este caráter, o pedagogista e o pedagogo passam a ser, de fato e de direito, investidos de uma função reflexiva, investigadora e, portanto, científica do processo educativo. Autoridade que não pode ser delegada a outro profissional, pois o seu campo de estudos possui uma identidade e uma problemática próprias.
O que é Teoria da Educação
A Teoria da Educação é um campo de estudo que busca compreender os processos de ensino e aprendizagem, bem como os princípios e fundamentos que norteiam a prática educativa. Trata-se de uma área multidisciplinar, que envolve conhecimentos da psicologia, sociologia, filosofia, pedagogia e outras ciências humanas.
Principais abordagens da Teoria da Educação
Existem diversas abordagens teóricas no campo da educação, cada uma com suas próprias concepções e perspectivas sobre o processo educativo. Algumas das principais abordagens são:
1. Behaviorismo
O behaviorismo é uma abordagem que enfatiza o papel do ambiente na aprendizagem. Segundo essa teoria, o comportamento humano é moldado por estímulos externos e reforços positivos ou negativos. Na educação, o behaviorismo defende a utilização de técnicas de condicionamento para promover a aprendizagem.
2. Construtivismo
O construtivismo é uma abordagem que valoriza o papel ativo do aluno na construção do conhecimento. Segundo essa teoria, o aprendizado ocorre por meio da interação do indivíduo com o ambiente, sendo influenciado por suas experiências prévias e pela construção de significados pessoais.
3. Sociocultural
A abordagem sociocultural enfatiza a influência do contexto social e cultural na aprendizagem. Segundo essa teoria, o conhecimento é construído por meio da interação entre os indivíduos e o ambiente sociocultural em que estão inseridos. A linguagem desempenha um papel fundamental nesse processo.
4. Humanismo
O humanismo é uma abordagem que coloca o indivíduo no centro do processo educativo. Segundo essa teoria, a educação deve ser voltada para o desenvolvimento pleno do ser humano, levando em consideração suas necessidades, interesses e potencialidades. Valoriza-se a autonomia, a liberdade e a responsabilidade do aluno.
5. Cognitivismo
O cognitivismo é uma abordagem que se concentra nos processos mentais envolvidos na aprendizagem. Segundo essa teoria, o conhecimento é construído por meio da organização, interpretação e transformação das informações recebidas. A memória, a atenção e a resolução de problemas são aspectos centrais dessa abordagem.
Aplicações da Teoria da Educação
A Teoria da Educação possui diversas aplicações práticas no campo educacional. Ela contribui para o desenvolvimento de metodologias de ensino mais eficientes, que levam em consideração as características individuais dos alunos e promovem a participação ativa dos mesmos no processo de aprendizagem.
Além disso, a Teoria da Educação auxilia na compreensão dos desafios e dificuldades enfrentados pelos estudantes, permitindo a criação de estratégias de intervenção pedagógica adequadas. Ela também contribui para a formação de professores mais preparados e conscientes de seu papel como mediadores do conhecimento.
2-Origem da pedagogia
É a teoria ou ciência da prática educativa. Desenvolveu-se paralelamente a esta prática  ao longo da história da civilização ocidental. Firmou-se como o modo de apreender ou de instituir o processo educativo, sendo identificada com o próprio modo intencional de realizar a educação (SAVIANI, 2008). Segundo Franco, Libâneo e Pimenta, etimologicamente significa “arte de condução de crianças”(2007, p. 64). 
O termo pedagogia surgiu na Grécia. Segundo Jaeger (1986), a origem da problemática pedagógica também seria grega, com origem nos sofistas, que teriam trazido ao plano das ideias, da sua elaboração consciente, o fazer da educação. Roma incorporou o termo e a problemática pedagógica. Na língua latina, segundo Saviani (2008), essa problemática expressava-se pelas palavras “paedagogatus” e também “institutio”, assumindo igualmente o significado de educação ou formação. Esse autor ressalta, porém, que a trajetória histórica da problemática da pedagogia não coincide com a trajetória do termo: vários educadores como Quintiliano, Montaigne, François Mauriac, Santo Agostinho, Santo Thomas de Aquino escreveram obras sobre a problemática pedagógica, sem recorrer ao termo “pedagogia”. Assim também Comenius, que representa um marco no desenvolvimento da pedagogia, tomou a palavra “didática” para articular as suas reflexões; Condorcet deu preferência a expressões tais como “método de ensinar”, “arte de ensinar”, “instrução”. A partir do século XIX, graças, sobretudo, à contribuição de Herbart, generalizou-se o uso do termo “pedagogia” para nomear a “conexão entre a elaboração consciente da ideia da educação e o fazer consciente do processo educativo, o que ocorreu mais fortemente nas línguas germânicas e latinas do que nas anglo-saxônicas” (SAVIANI, 2008, p.6). 
Desde a Grécia antiga, houve uma dupla referência para o conceito de pedagogia, qual seja: a reflexão ligada à filosofia, acentuando a finalidade ética presente na atividade educativa; e o sentido empírico e prático inerente à “paideia”, entendida como a formação da criança para a vida, reforçando-se assim o aspecto metodológico presente já no sentido etimológico da palavra. Comenius procurou equacionar a questão metodológica do ensino, buscando a construção de um sistema pedagógico articulado em que a consideração dos fins da educação se constituía como base para a definição dos meios, sintetizados na didática como a arte de ensinar tudo a todos. Já Herbart tentou unificar num sistema coerente os dois aspectos da tradição pedagógica, a reflexão teórica e o sentido empírico e prático, salientando a necessidade de a pedagogia elaborar os fins da educação a partir da ética; e os meios, com base na psicologia. No âmbito do idealismo, a pedagogia foi identificada com a filosofia da educação, mas no âmbito do positivismo, como em Durkheim (1965), a pedagogia é uma teoria prática, voltada à realização do fenômeno educativo, em contraposição a uma teoria científica voltada ao conhecimento do fato educativo (sociologia da educação). Segundo Saviani, a postura positivista resultou principalmente numa submissão da pedagogia às ciências empíricas, que, sob essa influência, foram tomadas como modelo para a pedagogia. 
Libâneo e Pimenta (1999) e Franco (2003), assim como Saviani (2008), mostram que, a despeito da discussão do conceito de ciência e de sua aplicabilidade se encontrar ainda hoje presente no âmbito das ciências humanas e do questionamento de muitos intelectuais quanto à cientificidade da pedagogia, a investigação científica do fenômeno educativo é uma realidade da qual os manuais de História da Educação são testemunhos claros (LUZURIAGA, 1971; MANACORDA, 1989; CAMBI, 1999). 
Nas últimas décadas do século XX, é possível perceber que a pedagogia passa a adquirir maior autonomia científica. Estudos de Schmied-Kowarzik (1983)tomam a pedagogia como uma ciência prática. Genovesi (apud SAVIANI, 2007) acentua que a pedagogia é uma ciência autônoma porque tem uma linguagem e um método próprios, o que lhe possibilita gerar um corpo de conhecimentos, experimentações e técnicas para a construção de modelos educativos. Como ciência, oferece modelos formais sobre a formação do indivíduo, justificados racionalmente e logicamente defensáveis. Essa compreensão da pedagogia como ciência, segundo Saviani (2007; 2008), evoluiu de uma compreensão dialética da relação entre a teoria e a prática: ainda que se constituam em aspectos distintos, salienta-se a sua inseparabilidade. O ato de antecipar mentalmente o que será realizado significa que a prática é determinada pela teoria, sendo que quanto mais sólida for a teoria que orienta a prática, tanto mais consistente e eficaz será a atividade prática. 
Como não poderia deixar de ser, a pedagogia pertence ao campo das disputas epistemológicas e sociais. Tendências contrapostas têm atravessado o seu percurso e a sua experiência em busca da hegemonia no campo educativo. Assim, pedagogia conservadora versus pedagogia progressista, pedagogia católica versus pedagogia leiga, pedagogia autoritária versus pedagogia da autonomia, pedagogia da essência versus pedagogia da existência, pedagogia tradicional versus pedagogia nova. 
3-As tendências da pedagogia
O que são Tendências Pedagógicas?
Classificação e Características das Tendências Pedagógicas na Educação Moderna
As Tendências Pedagógicas são como as cores de um arco-íris educacional, cada uma representando uma abordagem única e vibrante para o ensino. Elas surgem em resposta às mudanças sociais e às necessidades educacionais dos alunos, incorporando estratégias, tecnologias e princípios pedagógicos inovadores. Cada tendência é como uma lente através da qual vemos a educação, moldando a maneira como ensinamos e aprendemos. 
Elas são classificadas em liberais e progressistas, cada uma com suas próprias nuances e características. As tendências liberais, por exemplo, preparam o aluno para seu papel na sociedade, enquanto as progressistas buscam uma educação sociopolítica. Assim, as Tendências Pedagógicas são mais do que apenas teorias, são a essência da prática educativa, influenciando diretamente a qualidade do ensino e a preparação dos alunos para os desafios do mundo contemporâneo.
As tendências pedagógicas, de maneira geral, são um conjunto de pensamentos de filósofos e autores a respeito da educação e como ela é compartilhada. 
Os professores Saviani e Libâneo nos mostram que as principais tendências pedagógicas se dividem em duas linhas de pensamento pedagógico, sendo elas liberal e progressista. Vamos conhecer um pouco mais sobre esses dois modelos?
Tendência Pedagógica Liberal
Na pedagogia liberal, o indivíduo deve se adaptar às normas e valores da sociedade de classe. O papel da instituição de ensino, nesse modelo, é preparar as pessoas para que elas desempenhem papéis sociais. Existem 4 tendências pedagógicas liberais, vamos conhece-las.
Tradicional
Surgiu no Brasil com os Jesuítas em 1549 e ficou em evidência até meados do início do século XX. Vale ressaltar que nesse caso o nome “liberal” não é sinônimo de democrático, o professor é visto como figura central e o aluno como receptor do conhecimento que é passado. Sua metodologia é baseada na memorização e seu foco está no conhecimento intelectual.
Segundo Saviani, a educação tradicional tem o papel de difundir a instrução e transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade. Temos como representante dessa tendência o filósofo Johann Friedrich Herbart.
Liberal renovada progressivista
Surgiu no Brasil por volta dos anos 20 e 30. John Dewey é um dos principais representantes dessa tendência, para ele o ensino deveria ser pela ação e não pela instrução. 
O filósofo norte americano influenciou a elite brasileira com o movimento da Escola Nova. O professor assume um papel de elaborar situações desafiadoras de aprendizagem e passa a atender as necessidades individuais dos alunos. Partindo da ideia de renovar o ensino, sua metodologia consiste em experimentos e pesquisas e defende a escola pública para todas as camadas da sociedade.
Liberal renovada não-diretiva
Inspirada em Carl Rogers, que trouxe a psicologia para dentro do processo educativo, teve origem na Europa e América do Norte. Foi um movimento de reforma na educação e teve início no fim do século XIX e se fortaleceu nas primeiras décadas do século XX. 
Há uma maior preocupação com o aluno, não só no que diz respeito com o desenvolvimento da personalidade, mas também com o autoconhecimento e realização pessoal. O professor conduz o estudante no processo de aprendizagem com o mínimo de interferência possível.
Tecnicista
A escola se preocupa em produzir pessoas competentes para o mercado de trabalho. Os conteúdos objetivos ganham destaque e sua metodologia é baseada nas teorias comportamentalistas. Essa tendência foi introduzida no Brasil no final da década de 1960, sob a força do regime militar no país. 
Os principais objetivos eram implementar o modelo empresarial na escola e atender aos interesses da sociedade capitalista, inspirada na teoria behaviorista de Skinner, que traz como verdade inquestionável a neutralidade científica e a transposição dos acontecimentos naturais à sociedade. As leis 5540/68 e 5692/71 são marcos da implantação do modelo tecnicista.
A Constituição de 1988 trouxe avanços nos direitos dos cidadãos brasileiros para educação e a saúde. A sua promulgação resultou em uma reformulação de ensino, sendo assim, pode-se dizer que a Constituição foi um divisor entre a pedagogia liberal e a progressista.
Tendência Pedagógica Progressista
Segundo Libâneo, a pedagogia progressista designa as tendências que, partindo de uma análise crítica das realidades sociais, sustentam implicitamente as finalidades sociopolíticas da educação. Libâneo divide a Pedagogia Progressista em três tendências.
Progressista libertadora
Essa tendência é resultante dos movimentos de educação popular, ocorridos entre o final da década de 70 e começo de 80, que se confrontavam com o autoritarismo e a dominação social e política. O professor age como o um coordenador de atividades, aquele que organiza e atua conjuntamente com os alunos e a atividade escolar foca em discussões de temas sociais e políticos e em ações concretas sobre a realidade social imediata. 
Essa tendência esteve muito mais presente em escolas públicas de vários níveis e em universidades, do que em escolas privadas. O educador Paulo Freire é um grande representante dessa tendência.
Progressista libertária
Teve como fundamento principal realizar modificações institucionais. Ela defende e estimula a participação em grupos e movimentos sociais e suas ideias surgem a partir da abertura democrática. A metodologia aqui é a própria autogestão, tornando o interesse pedagógico intrínseco às necessidades e interesses do grupo. 
O pedagogo francês Célestin Freinet diz que a pedagogia libertária fornece a formação de um ser social que atua no presente e que defende o respeito e crescimento de uma sociedade cooperativa.
Progressista crítico social dos conteúdos ou histórico-crítica
Defende que a função social e política da escola deve ser assegurar, através do trabalho com conhecimentos sistematizado, a inserção nas escolas das classes populares garantindo as condições para uma efetiva participação nas lutas sociais. 
Essa tendência prioriza o domínio dos conteúdos científicos, a prática de métodos de estudo, a construção de habilidades e raciocínio científico, como modo de formar a consciência crítica. Sua metodologia defende a ideia de que o ponto de partida no processo formativo do aluno seja a reflexão da prática social. Apesar de serem tendências distintas, Libâneo e Saviani se basearam nos mesmos autores para montar suas ideias.
Resumo sobre as Tendências Pedagógicas
Vale destacar alguns pontos distintos entre a tendência libertadorae libertária: enquanto na libertária os conteúdos são colocados à disposição mas não são cobrados, os conteúdos da libertadora são retirados a partir de temas geradores e o professor e aluno são igualmente importantes. Outro ponto divergente é o fato da libertária valorizar a vivência grupal, e a libertadora valorizar a discussão grupal e debates.
VISÃO HISTÓRICA DAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS
Antigamente, estudava-se para aprender socialmente. A educação era mera reprodução 
do conhecimento, e levava à repetição e a uma visão mecanicista do ensino e da aprendizagem. Estas eram as tendências tradicionais, escolanovista e tecnicista da educação. 
A Tendência Tradicional valoriza o ensino humanístico e conservador. Coloca o aluno em contato com as grandes realizações da humanidade. Seu ensino é rígido e funciona através da transmissão e confrontação com modelos de demonstrações. Essa escola é um “mundo fechado”, não há renovação de ideias e nem renovação da prática didática do professor, cujo papel era apresentar um conteúdo pronto e acabado, para que seus alunos repetissem e reproduzissem o modelo proposto. O professor era o dono da verdade, era severo, rigoroso, autoritário e objetivo. E o aluno era um ser repetitivo e passivo, e obedecia sem questionar. 
As aulas eram expositivas. A metodologia fundamentava-se em escutar, ler, decorar e repetir. Enfatizava-se o ensinar e não o aprender. A avaliação era única e bimestral, valorizava a memorização, a repetição e a exatidão. 
A Escola Nova (tendência escolanovista) representou a fase da evolução da pedagogia. Enfatizou-se o ensino centrado no aluno, levando em conta seus interesses. O professor passou a ser um facilitador da aprendizagem e ganhou autonomia para criar seu próprio repertório. O aluno tornou-se figura principal no processo de ensino e aprendizagem, e aprende pela descoberta. Os princípios da Escola Nova recomendam o respeito à personalidade do educando e às suas dificuldades individuais. A metodologia baseia-se na experiência que o professor vai elaborar junto aos alunos, e variam segundo a sua cultura, a sua família, sua comunidade, seu trabalho e sua vida cívica e religiosa. A avaliação privilegia a auto-avaliação e busca metas pessoais. 
A Escola Tecnicista baseia-se no Positivismo, isto é, a educação deve fundamentar-se na ciência. Tudo aquilo que não tiver base cientifica deve afastar-se da educação. O elemento principal da abordagem tecnicista não é o professor nem o aluno, mas a organização racional dos meios. 
Por esse motivo, a educação era fragmentada e mecanicista, mas a ênfase do ensino ainda continua na reprodução do conhecimento. 
Esse tipo de ensino surgiu com o advento da Revolução Industrial. Seu papel fundamental era o de treinar os alunos, funcionando como modelador do comportamento humano. Na realidade, a tendência tecnicista procurou transpor para a escola a forma de funcionamento da fábrica, perdendo de vista a especificidade da educação. 
O professor é um elo entre a verdade científica e o aluno. O aluno fica privado de criticidade, pois seguir à risca os manuais e instruções demonstra a eficiência e a competência requerida pela sociedade. O ensino é repetitivo e mecânico, e a retenção do conteúdo é garantido pelos exercícios. A ênfase na repetição leva o professor a propor cópia, exercícios mecânicos e premiações pela retenção do conhecimento. A metodologia tecnicista enfatiza a resposta certa e a avaliação visa o produto. 
Hoje o estudo serve de base de preparação para uma vida melhor e o professor deve ser o mediador de conhecimento científico e tecnológico, buscando a interação do indivíduo ao meio. Para isso, o professor deve estar aberto para novos conhecimentos e se adaptar às novas modificações e à evolução que vem ocorrendo em nossa sociedade. 
TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS ATUAIS
Nos últimos 50 anos, a educação brasileira tem sido marcada pelas tendências liberal e progressista, ora conservadora, ora renovada. Tais tendências manifestam-se nas práticas escolares, bem como no ideário pedagógico. 
A tendência liberal sustenta a ideia de que a escola tem como função preparar seus alunos para o desempenho de papeis sociais, de acordo com a aptidão particular de cada um. 
Já a pedagogia progressista alicerça uma educação que leva em consideração o indivíduo como um ser que constrói sua própria história. O desenvolvimento individual se apresenta por meio de compartilhamento de ideias, informações, responsabilidades, decisões e cooperação entre os indivíduos. 
Assim, essa pedagogia caracteriza-se por um processo de busca por transformação social. Instiga o diálogo e a discussão coletiva como forças propulsoras de uma aprendizagem significativa, e contempla os trabalhos coletivos, as parceiras e a participação crítica e reflexiva dos alunos e dos professores. 
O paradigma progressista leva em consideração o indivíduo que constrói sua própria história e admitindo que o grupo tenha equilíbrio e contradições, a escola tem que saber que cada indivíduo no grupo tem sua própria leitura de mundo. 
Freire (1996) é um precursor da abordagem progressista e diz que o homem é o sujeito da educação e apresenta-se como um homem concreto. 
Segundo Libâneo (1990) a pedagogia progressista manifesta-se em três tendências: a libertadora, conhecida como pedagogia de Paulo Freire, a libertária, que reúne os defensores da autogestão pedagógica, e a crítico-social dos conteúdos, que prioriza os conteúdos no seu confronto com as realidades sociais. João Luiz Gasparin “não consiste mais apenas em estudar para reproduzir algo, mas sim em encaminhar soluções [...] para os desafios que são colocados pela realidade” (2003, p. 46). 
A escola progressista precisa estabelecer um clima de troca, de diálogo, de inter- relação, de transformação, de enriquecimento mútuo. Tem como função social ser politizada e politizadora provocando a intervenção para a transformação social. 
O professor progressista busca através do diálogo a produção do conhecimento. Ele é um mediador entre o saber elaborado e o conhecimento a ser produzido, e instrumentaliza seus alunos para se inserirem no meio social com a consciência crítica, respeitando suas opiniões. 
O aluno progressista junto com o professor faz uma investigação e uma discussão coletiva para buscar o conhecimento como sujeito crítico, dinâmico e participativo do processo. Ele caracteriza-se como um sujeito ativo, sério e criativo, que confia em si mesmo e que tem uma relação dialógica como o professor e com seus colegas. A metodologia progressista busca a comunicação dialógica. Seu ponto de partida é a prática social, que constitui o fundamento e a prática pedagógica. 
A abordagem progressista visa à produção do conhecimento e provoca a reflexão crítica na ação, e para a ação. O ensino centrado na realidade social leva o professor e os alunos a refletirem e analisarem os problemas relacionados com o meio social, econômico e cultural da comunidade em que vivem, tendo em vista a ação coletiva frente aos problemas. 
A avaliação progressista é contínua, processual e transformadora, podendo ser um processo de participação individual e coletiva. Contempla momentos de auto-avaliação e de avaliação grupal. 
Por ser responsável, criativo, reflexivo, o aluno participa com o professor da composição dos critérios para avaliação, em que todos são responsáveis pelo sucesso e pelo fracasso do grupo. 
Os professores que buscam uma prática pedagógica democrática e transformadora têm encontrado sérios problemas para superar os paradigmas conservadores. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O ser humano é individual. É impossível um só método seja o melhor para toda e qualquer realidade educacional. É preciso ser versátil e adaptável. Hoje em dia há muitas ciênciasque se ligam à educação. Na atual era do compartilhamento, a educação se beneficia por poder lançar mão e aproveitar as contribuições de inúmeras áreas de estudo e tendências pedagógicas. 
Além disso, é preciso ressaltar que o processo de ensino e aprendizagem nunca está pronto e acabado. Sempre é preciso reavaliá-lo e readaptá-lo às demandas sociais e culturais que vêm se desenvolvendo e reinventando constantemente. 
É claro que para que isso pudesse ser efetivado seria preciso desestruturar todos os eixos e pilares da atual escola, desde os estabelecidos outrora por Comenius (1649). A título de exemplo, se fosse possível que a educação pudesse ser mais adaptada às características de cada aluno, poderíamos dizer que até seria uma educação individualizada, seria possível integrar e praticar os pressupostos das mais variadas teorias pedagógicas cotudo “[...] Os governos foram, segundo essa perspectiva, incapazes de assegurar a democratização mediante o acesso das massas às instituições educacionais e, ao mesmo tempo, a eficiência produtiva que deve caracterizar as práticas pedagógicas nas escolas de qualidade (GENTILI, 2001, p. 17). 
Poder-se-ia até dizer que essa educação seria mais próxima a educação tutorial praticada durante muito tempo dentro da cultura antiga. Um tutor exercia o papel de um professor para criar oportunidades de que um grupo bem pequeno de alunos pudesse se desenvolver em relação às áreas do conhecimento. Essa realidade educacional também poderia propiciar os meios para educar de forma adaptada às necessidades e realidades individuais de cada estudante. 
Para que se torne possível mudar os paradigmas conservadores estabelecidos em nossas escolas é preciso que elas sejam consideradas instituições essências para a manutenção e desenvolvimento de uma democracia crítica, tornando os estudantes cidadãos reflexivos e ativos, e juntos possam construir uma sociedade mais justa. 
Mas infelizmente a estrutura escolar de vários países, inclusive do Brasil, está longe de pleitear a proposta da metodologia mais individualizada voltada à educação tutorial. O que se tem visto são salas de aula cada vez mais apinhadas e com o mínimo de recursos possíveis para a atuação profissional. 
Porém, de qualquer maneira, é preciso fazer o máximo possível para tentar integrar, adaptar e aplicar as teorias pedagógicas existentes à realidade escolar atual. 
Bibliografia
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