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Integrantes: Damiana Raquel Andrade - 039238 | Jéssica Maiara Leme - 039667 | Yara Silveira - 039661 
 
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CICLO BIOGEOQUÍMICO 
OXIGÊNIO 
PROF: ANTÔNIA QUEIROZ 
Meio Ambiente, Legislação e Sustentabilidade 
PROCESSOS 
CÍCLICOS 
Biosfera: A biosfera do oxigênio se refere ao ambiente da Terra onde o oxigênio é produzido e utilizado 
por organismos vivos. O oxigênio é essencial para a vida de muitos seres, especialmente aqueles que 
realizam respiração aeróbica, como os humanos, animais e diversas plantas. 
Na Terra, o oxigênio é principalmente gerado por meio da fotossíntese, processo realizado por plantas, 
algas e algumas bactérias que convertem dióxido de carbono e água em glicose e oxigênio, utilizando a luz 
solar como fonte de energia. Este oxigênio é então liberado na atmosfera e utilizado pelos organismos na 
respiração celular. 
A interação entre a produção e o consumo de oxigênio na biosfera é fundamental para a manutenção da 
vida e do equilíbrio ecológico no planeta. 
Atmosfera: A atmosfera do oxigênio refere-se à camada gasosa que envolve a Terra, onde o oxigênio é 
um dos principais componentes, essencial para a respiração de muitos organismos vivos. 
Aproximadamente 21% da atmosfera da Terra é composta por oxigênio, sendo o restante composto por 
nitrogênio (cerca de 78%) e outros gases em menores quantidades, como o dióxido de carbono, o argônio 
e o vapor d'água. 
Esse oxigênio atmosférico é resultado, principalmente, do processo de fotossíntese realizado por plantas, 
algas e cianobactérias, que produzem oxigênio ao transformar dióxido de carbono e água em glicose, 
usando a luz solar como fonte de energia. 
 
 
 
 
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A atmosfera rica em oxigênio foi fundamental para o desenvolvimento da vida complexa na Terra. No 
entanto, manter essa concentração estável é importante para evitar impactos em processos biológicos e 
na saúde dos ecossistemas. 
Hidrosfera: A hidrosfera do oxigênio refere-se à presença e ao papel do oxigênio dissolvido nas águas da 
Terra, como oceanos, rios, lagos e outros corpos d'água. O oxigênio dissolvido é crucial para a vida 
aquática, pois muitos organismos, como peixes, crustáceos e microrganismos, dependem dele para 
realizar a respiração celular aeróbica. 
O oxigênio entra na hidrosfera principalmente de duas maneiras: 
● Trocas com a atmosfera: O oxigênio atmosférico se dissolve na água, especialmente em 
áreas com agitação, como em corredeiras e mares agitados. 
● Fotossíntese aquática: Organismos fotossintetizantes aquáticos, como algas e fitoplânctons, 
produzem oxigênio enquanto convertem dióxido de carbono em glicose na presença de luz 
solar. 
A quantidade de oxigênio dissolvido em corpos d'água varia com a temperatura, profundidade e a 
quantidade de matéria orgânica presente. Níveis adequados de oxigênio dissolvido são essenciais para 
manter ecossistemas aquáticos saudáveis. Quando esses níveis caem, em fenômenos como a 
eutrofização (excesso de nutrientes que leva à proliferação de algas), pode ocorrer a morte de organismos 
devido à falta de oxigênio, causando zonas mortas nos corpos d'água. 
Litosfera: A litosfera do oxigênio refere-se à presença e ao papel do oxigênio na camada sólida mais 
externa da Terra, que inclui a crosta terrestre e a parte superior do manto. Embora o oxigênio na litosfera 
não esteja na forma gasosa, ele é um dos elementos mais abundantes nesta camada, compondo cerca de 
46% da crosta terrestre. 
Na litosfera, o oxigênio está principalmente ligado a outros elementos formando minerais e rochas, como: 
 
 
 
 
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● Silicatos: compostos de oxigênio e silício (SiO₂), que constituem a maioria dos minerais da 
crosta, como o quartzo. 
● Óxidos metálicos: combinações de oxigênio com metais, como óxidos de ferro (hematita) e 
óxidos de alumínio (bauxita). 
O oxigênio na litosfera desempenha um papel importante na formação de rochas e no intemperismo, que 
é o processo de decomposição de rochas em partículas menores devido à exposição ao oxigênio e à água. 
Esse processo de oxidação é fundamental para a formação do solo e a liberação de nutrientes essenciais 
ao desenvolvimento da vida. 
Assim, o oxigênio na litosfera é essencial para a geologia terrestre, influenciando processos que moldam a 
crosta e impactam os ciclos biogeoquímicos da Terra. 
 
 
PROCESSOS ACÍCLICOS 
Os processos acíclicos devido às interferências antrópicas nos sistemas industrial e residencial afetam 
significativamente o ciclo do oxigênio e a dinâmica ambiental. Vamos explorar cada um desses sistemas: 
● SISTEMA INDUSTRIAL 
○ Queima de Combustíveis Fósseis: A indústria utiliza grandes quantidades de combustíveis 
fósseis, como carvão, petróleo e gás natural, para gerar energia e operar maquinários. A combustão 
desses combustíveis consome oxigênio e emite dióxido de carbono (CO₂) e outros poluentes para a 
atmosfera, alterando o equilíbrio natural do ciclo do oxigênio. 
○ Processos Químicos Industriais: Muitas indústrias realizam processos que envolvem reações 
químicas, como a produção de aço, cimento e produtos químicos, que consomem oxigênio ou liberam 
gases que afetam a atmosfera, como óxidos de nitrogênio (NOₓ ) e dióxido de enxofre (SO₂). 
 
 
 
 
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○ Emissões de Poluentes: As emissões industriais de poluentes, incluindo compostos orgânicos 
voláteis (COVs) e material particulado, podem contribuir para a formação de ozônio troposférico, que é 
um poluente atmosférico. Além disso, a presença de óxidos de nitrogênio e enxofre pode levar à 
formação de chuva ácida, afetando os ecossistemas terrestres e aquáticos e, por consequência, a 
disponibilidade de oxigênio nesses ambientes. 
○ Desmatamento para Expansão Industrial: A expansão industrial muitas vezes leva ao 
desmatamento, que reduz a capacidade de absorção de CO₂ e a produção de oxigênio pela fotossíntese. 
Isso resulta em um aumento da concentração de CO₂ na atmosfera e na redução do oxigênio. 
 
● SISTEMA RESIDENCIAL 
○ Aquecimento e Cozimento: Em muitas áreas residenciais, o aquecimento e a cozinha utilizam 
combustíveis fósseis, como gás natural, carvão e óleo de aquecimento. A queima desses combustíveis 
consome oxigênio e libera CO₂ e outros poluentes atmosféricos, alterando a composição do ar. 
○ Uso de Energia Elétrica: Embora o uso de eletricidade em si não consuma oxigênio diretamente, a 
geração de eletricidade frequentemente depende da queima de combustíveis fósseis em usinas 
termelétricas. Isso contribui para a mesma cadeia de efeitos adversos: consumo de oxigênio e emissão de 
CO₂. 
○ Emissões de Veículos: Em áreas residenciais, os veículos pessoais são uma fonte significativa de 
emissões de CO₂ e outros poluentes atmosféricos. O tráfego automóvel é uma das principais fontes de 
poluição do ar urbano, contribuindo para a formação de ozônio troposférico e outros compostos 
prejudiciais. 
○ Queima de Biomassa: Em muitas regiões, especialmente em áreas rurais ou em países em 
desenvolvimento, a queima de biomassa (como madeira e carvão vegetal) para aquecimento e cozimento 
é comum. Essa prática consome oxigênio e libera CO₂, monóxido de carbono (CO), e material particulado, 
impactando negativamente a qualidade do ar e o ciclo do oxigênio. 
 
 
 
 
 
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Esses processos acíclicos causados por atividades humanas nos sistemas industrial e residencial 
impactam o ciclo do oxigênio ao aumentar o consumo de oxigênio e as emissões de dióxido de carbono e 
outros poluentes. Isso resulta em alterações nos ecossistemas, mudanças climáticas e problemas de 
saúde pública, destacando a necessidade de práticas sustentáveis e tecnologias mais limpas.

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