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Sistema Muscular
Edivaldo Xavier Da Silva Júnior
Sistema Muscular
2
Introdução
Neste conteúdo conheceremos as estruturas que compõem o sistema muscular, bem 
como sua estrutura, as fibras microscópicas e as características macroscópicas, as 
quais permitem o indivíduo a realizar seus movimentos, sejam eles grosseiros ou 
delicados.
Além disso, veremos os fatores que determinam a contração e o relaxamento muscular. 
Vamos lá?
Objetivos da Aprendizagem
Ao final do conteúdo, esperamos que você seja capaz de:
• Definir o sistema muscular.
• Identificar os principais músculos que compõem o corpo humano.
• Relacionar os tipos de músculos existentes no corpo.
3
• Demonstrar o mecanismo de contração e relaxamento muscular.
Introdução ao sistema muscular
Os músculos são as estruturas que contribuem na homeostasia, estabilizando 
o posicionamento corpóreo, produzindo movimentos, regulando os órgãos, 
movimentando substâncias e produzindo calor. Suas funções estão relacionadas com 
a movimentação, proteção, sustentação e participação nos movimentos respiratórios 
(SANTOS, 2014).
São conceituados como estruturas que movem os segmentos do corpo por 
encurtamento da distância existente entre as suas extremidades fixadas, ou seja, por 
contração (DANGELO; FATTINI, 2011).
São estruturas ativas do movimento, sendo os ossos elementos passivos do movimento, 
os quais, em conjunto, tornam possível o movimento, como também mantêm unidas 
as peças ósseas determinando a posição e a postura esquelética (DANGELO; FATTINI, 
2011).
Toda a musculatura humana está sob o controle do sistema nervoso. Cada músculo 
possui o seu nervo motor, o qual se divide em vários ramos a fim de inervar todas 
as estruturas musculares do músculo. Esses vários ramos terminam em mecanismo 
especializado conhecido como placa motora, a qual tem o objetivo de transmitir os 
impulsos nervosos às células musculares determinando o sinal de sua contração 
(DANGELO; FATTINI, 2011).
Quando essa contração tem início a partir de um ato de vontade, classifica-o como 
voluntário. Caso a ação seja através de mensagens, provenientes do sistema nervoso, 
em que o indivíduo não tem controle consciente, diz-se que este é involuntário 
(SANTOS, 2014).
No microscópio os músculos voluntários diferem-se dos involuntários por apresentarem 
estrias transversais, sendo classificados assim como estriados, enquanto os que não 
as apresentam são denominados de lisos (TORTORA; DERRICKSON, 2010).
O músculo cardíaco possui semelhanças de músculo estriado, histologicamente, 
porém possui ação involuntária além de possuir diversas características próprias 
suas (Figura 3.1) (DANGELO; FATTINI, 2011).
4
Além disso, os músculos estriados podem ser diferenciados dos demais pela sua 
topografia, sendo fixados no esqueleto, em que pelo menos uma de suas extremidades 
está fixa no esqueleto, enquanto que os lisos são viscerais, presentes nas paredes 
de diversos órgãos dos sistemas orgânicos humanos (Figura 1) (DANGELO; FATTINI, 
2011).
Como visto, o tecido muscular é classificado em três grupos, os quais são denominados 
como tecido estriado cardíaco, tecido liso e tecido estriado esquelético.
Figura 1- Fibras estriadas esquelética e cardíaca e fibra lisa
Fonte: Adaptada de Tortora e Derrickson (2010).
5
Na figura acima, podem-se perceber as principais características presentes nos 
três tipos musculares, de acordo com as suas fibras, classificando-os em músculo 
estriado esquelético, músculo estriado cardíaco e músculo liso, com as suas principais 
características. 
O tecido muscular tem funções de produção de movimento, como já foi visto; 
estabilização das posições corpóreas; armazenamento e movimentação de 
substâncias dentro do corpo; produção de calor (TORTORA; DERRICKSON, 2010).
Na produção do movimento os músculos permitem ao ser humano andar, caminhar, 
correr, realizar movimentos elaborados e finos, movimentos localizados como 
pegar um lápis ou acenar com a cabeça. Na estabilização dos movimentos, as 
articulações ajudam a manter as posições do corpo, como por exemplo, a ortostática. 
O armazenamento e movimentação de substâncias pelo corpo é possível pelo motivo 
das contrações prolongadas circulares de músculos lisos, chamados de esfíncteres, 
evitando o refluxo do conteúdo de um órgão oco. E, por fim, os músculos apresentam 
contrações com o objetivo de produzir calor, através de um processo chamado 
termogênese. Esse calor liberado pelos músculos é utilizado para manter o equilíbrio 
térmico do corpo (DANGELO; FATTINI, 2011).
Quanto às propriedades do tecido muscular, a excitabilidade elétrica apresenta-se 
como uma propriedade presente tanto nas células musculares como nas células 
neuronais, ela é a capacidade de responder a estímulos produzindo sinais elétricos 
denominados de potenciais de ação; a contratilidade é a capacidade que o músculo 
tem de se contrair, quando estimulado por um potencial de ação. Dessa forma, quando 
um músculo realiza contração gera tensão, tracionando e diminuindo a distância entre 
os seus pontos de fixação; a extensibilidade é a capacidade que o tecido muscular 
tem de estender sem sofrer lesão; e por fim, a elasticidade é a habilidade que o tecido 
muscular tem de retornar ao seu comprimento original após uma ação de flexão ou 
extensão (TORTORA; DERRICKSON, 2010).
Fibras musculares e contração
As fibras musculares são classificadas de duas formas, fibras do tipo I e fibras do tipo 
IIA e IIB. As fibras do tipo I são classificadas como fibras vermelhas ou fibras lentas. 
Essa coloração é caracterizada pela grande quantidade de mioglobina presente 
nesses músculos. Seu metabolismo é oxidativo, dependendo da presença de oxigênio 
durante a contração muscular, havendo uma grande quantidade de mitocôndrias no 
interior do citoplasma das células musculares. Estas se caracterizam por contrações 
6
por um longo tempo, com baixa intensidade, como, por exemplo, acontece com os 
maratonistas. Possuem a capacidade de resistir por um longo tempo à fadiga muscular 
(SILVERTHORN, 2010).
As fibras do tipo II são chamadas também de contração rápida, sendo as fibras do 
tipo IIA glicolíticas oxidativas e as fibras do tipo IIB são glicolíticas. Dessa forma, 
caracterizam-se por contrações por um curto tempo, mas com uma grande intensidade, 
como ocorre, por exemplo, com os velocistas e levantadores de peso. As fibras do tipo 
IIA são mais fadigadas que as do tipo IIB (SILVERTHORN, 2010).
O suprimento nutricional para os músculos chega através do sangue, o qual lhes 
transporta água, hormônios, eletrólitos e oxigênio, sendo os músculos com fibras do 
tipo I os que mais recebem vascularização, pelo fato de seu metabolismo (TORTORA; 
DERRICKSON, 2010).
A fadiga muscular caracteriza-se pela falta de minerais como potássio, magnésio ou 
cálcio, isso impede, por exemplo, o funcionamento do músculo de forma efetiva. Assim, 
as fibras do tipo IIB são mais propensas a esse déficit pela vasoconstricção, a qual 
diminui a chegada de nutrientes aos músculos. A temperatura é um fator que, também, 
afeta a performance do tônus muscular, uma vez que, com a alta da temperatura, um 
pequeno número de unidades motoras será ativado e mais rapidamente os processos 
metabólicos serão realizados (TORTORA; DERRICKSON, 2010).
Assim, justifica-se o aquecimento, logo após o alongamento, com o objetivo de 
melhorar a força e a potência muscular, as quais são melhores desempenhadas a 
38,5ºC (TORTORA; DERRICKSON, 2010).
A contração muscular é realizada por músculos classificados quanto a sua classificação 
funcional. Em particular, para aproximar o ponto de origem em relação ao ponto de 
inserção, esses músculos podem ser classificados como agonistas e antagonistas. 
Os agonistas são os músculos tidos como realizadores de movimentos primários e 
acessórios, tendo como base a posição anatômica. Os antagonistas são os que se 
opõem ao movimento realizado pelo agonista (SANTOS, 2014).
Dessa forma, existe a contração concêntrica, emque a origem e a inserção aproximam-
se, tal contração é realizada pelos músculos agonistas, e há a contração excêntrica, 
cuja origem e inserção afastam-se durante o movimento, acontecendo o alongamento. 
Os músculos antagonistas realizam a contração excêntrica atuando como freio para 
os movimentos dos músculos agonistas. Sem os antagonistas os movimentos seriam 
realizados de forma muito abrupta, sem o controle da coordenação motora pelo 
indivíduo. Dessa forma, esses dois grupamentos musculares estarão sendo acionados, 
7
simultaneamente, quando o indivíduo realiza um determinado movimento. E, por fim, 
há a contração isométrica, a qual é visível em fisiculturistas, pois na contração desses 
indivíduos não há movimento a olho nu, uma vez que a força potente é igual à força 
resistente (SANTOS, 2014).
Estrutura dos músculos esqueléticos
Os músculos possuem componentes que os envolvem, protegem e estruturam as fibras 
musculares. A fáscia é uma fina membrana que envolve os músculos, separando-os 
da pele e envolvendo-os, isso diminui o atrito entre as estruturas que os circundam. 
O tendão é uma fita de tecido conjuntivo, cuja função é fixar os músculos estriados 
esqueléticos nas peças ósseas. A aponeurose é uma lâmina de tecido conjuntivo, com 
as mesmas características funcionais do tendão, porém com morfologia diferente. 
O ventre muscular, ou o músculo propriamente dito, é a porção contrátil, formada 
por fibras musculares que permitem a contração. O ventre muscular é formado 
pela junção de fibras musculares, as quais, microscopicamente, são formadas pelo 
epimísio, camada mais externa do tecido conjuntivo que envolve o músculo; o perimísio 
circunda grupos de 10 a 100, ou mais fibras musculares individuais, separando-as em 
feixes denominados fascículos; e por fim há o endomísio, fino revestimento de tecido 
conjuntivo que penetra no interior de cada fascículo, separando as fibras musculares 
(DANGELO; FATTINI, 2011).
Os músculos podem ter diversas classificações, de acordo com 
alguns parâmetros utilizados pelos anatomistas. Assim, como 
forma de contribuir no entendimento e compreensão dessas 
classificações, segue o link para abranger os conhecimentos: 
https://www.auladeanatomia.com/novosite/sistemas/sistema-
muscular/.
Atenção
8
Figura 2- Composição das fibras musculares
Fonte: Adaptada de Tortora e Derrickson (2010).
9
Na imagem acima se podem observar as camadas, microscópicas, de um ventre 
muscular, com o objetivo de analisar o arranjo em que estas se apresentam, permitindo 
a contração muscular.
Músculos do esqueleto axial e apendicular
Foi visto, em todo o decorrer do conteúdo, que os músculos são classificados em 
três grupos. A partir deste ponto, serão abordados apenas os músculos estriados 
esqueléticos (DANGELO; FATTINI, 2011).
Quando se classificam os músculos em axial e apendicular, tem-se como base a 
divisão anatômica do esqueleto humano, ou seja, será classificado como músculo do 
esqueleto axial todo aquele que possuir origem e inserção nos ossos que fazem parte 
do esqueleto axial, aqueles que coincidem com o eixo longitudinal do corpo humano. 
Enquanto que os músculos do esqueleto apendicular corresponderão a todos os que 
possuírem origem e inserção nos ossos que compõem os membros superior e inferior 
(DANGELO; FATTINI, 2011).
Músculos do esqueleto axial
No esqueleto axial encontram-se músculos com diversas características morfológicas, 
uma vez que existem estruturas ósseas de formas variadas, fazendo com que a 
morfologia muscular, consequentemente, seja modificada da mesma forma. Isso é 
possível ser observado nas Figuras 3 e 4 (SANTOS, 2014).
10
Figura 3- Músculos da expressão facial
Fonte: Adaptada de Gilroy, MacPherson e Ross (2015).
11
A imagem acima mostra os músculos da expressão facial, onde se podem observar 
os músculos envolvidos com movimentos nos olhos, nariz, boca, couro cabeludo. 
Percebe-se, também, a morfologia destes, uma vez que por estarem na face, e esta 
ter espaço limitado, possuem pequenos comprimentos, larguras e espessura. Em sua 
maioria a inserção localiza-se na pele.
Figura 4- Músculos do tórax
Fonte: Adaptada de Gilroy, MacPherson e Ross (2015).
12
Na imagem observam-se os principais músculos da respiração (com exceção do 
músculo diafragma) que preenchem os espaços costais, localizados entre uma costela 
e outra. Percebe-se a estrutura morfológica desses músculos bastante diferenciada 
nas demais regiões do corpo humano.
Além dos músculos da cabeça e do tórax, ainda há a musculatura 
do abdome e da pelve masculina e feminina. Ela possui uma grande 
importância no ato de micção, respirar, tossir, vomitar, espirrar, 
defecar, essa musculatura se comprime permitindo ao indivíduo a 
Curiosidade
Músculos do esqueleto apendicular
Quando se trata dos músculos que estão presentes nos membros superior e 
inferior, percebe-se uma mudança, radical, na morfologia dessas estruturas, sendo 
estes mais longos, espessos, fortes e com fixação direta no arcabouço esquelético. 
Assim, permite o indivíduo correr, sentar, deitar, entre outras ações tão necessárias 
para o seu dia a dia (DANGELO; FATTINI, 2011).
13
Figura 5- Músculos do esqueleto apendicular superior e inferior (frente)
Fonte: Adaptada de Tortora e Derrickson (2010).
14
Figuras 6- Músculos do esqueleto apendicular superior e inferior (costas)
Fonte: Adaptada de Tortora e Derrickson (2010).
15
Em ambas as imagens observamos os músculos presentes em todo o corpo humano, 
porém analisemos melhor aqui os músculos dos membros superior e inferior, os quais 
se apresentam com morfologia bastante diferenciada, em relação aos músculos das 
outras regiões do corpo, o que lhes confere força necessária, quando lhe é exigido.
No corpo humano há a presença de mais de 600 músculos, que 
em harmonia conferem ao ser humano movimento entre outras 
funções. Mas você sabe qual o músculo mais potente do corpo 
humano? Uma pista, ele não fica nos membros. Então, vamos 
descobrir no link: https://mundoestranho.abril.com.br/saude/
qual-e-o-musculo-mais-forte-do-corpo-humano/.
Reflita
16
Conclusão
Os músculos são estruturas fantásticas que permitem ao indivíduo andar, correr, 
pular, deitar, sorrir, chorar, espirrar, mictar, defecar etc. São estruturas extremamente 
importantes dentro do organismo humano, permitindo ao indivíduo o equilíbrio da 
temperatura, armazenamento de sais etc.
Suas fibras tipo I, IIA e IIB permitem que os músculos executem suas ações, o tônus 
muscular, de forma voluntária – de acordo com o desejo do indivíduo, realizando assim 
movimentos bruscos ou delicados -, bem como os movimentos de forma involuntária 
– como é o caso dos órgãos ocos, em que, na sua maioria, possuem músculos em 
seu entorno promovendo movimentos peristálticos e de mistura, como é o caso dos 
órgãos que fazem parte do trato digestório. Ainda não se pode esquecer do músculo 
cardíaco, este, apesar de ser estriado, possui ação involuntária, na contração do 
coração, enviando sangue para todo o organismo, nutrindo e tirando-lhe as impurezas.
Sobre a leitura das diferenças entre as fibras musculares, aprofunde 
seus conhecimentos com o artigo no link: https://www.revistas.
usp.br/fpusp/article/viewFile/76719/80541. Com ele será possível 
observar uma excelente atualização realizada em 2005 sobre 
essas estruturas. Além disso, após todo o conhecimento adquirido 
nesta unidade, acesse o link para saber ainda mais o que foi 
estudado: http://www.anatomiadocorpo.com/sistema-muscular/. 
As características, nomenclaturas e particularidades musculares 
são bastante amplas, basta que a sua curiosidade deixe levar você 
por esse caminho de descobrimento.
Saiba mais
17
Referências
AQUINO, M. Qual é o músculo mais forte do corpo humano? Mundo estranho, 18 abr. 
2011. Disponível em: https://mundoestranho.abril.com.br/saude/qual-e-o-musculo-
mais-forte-do-corpo-humano/. Acesso em: 14 Abr. 2023.
DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3.ed. Rio 
de Janeiro: Atheneu, 2011.
GILROY, A. M.; MacPherson, B. R.; ROSS, L. M. Atlas de anatomia. 2. ed. Trad. Maria de 
Fátima Azevedo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
MINAMOTO, V. B. Classificação e adaptações das fibras musculares: uma revisão. 
Fisioterapia e pesquisa, v. 12, n. 3, p. 50-55, 2005. Disponível em: https://www.revistas.
usp.br/fpusp/article/viewFile/76719/80541. Acesso em: 14 Abr. 2023.
SANTOS, N. C. M. Anatomia e Fisiologia Humana. 2. ed. São Paulo: Érica, 2014.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 5. ed. Porto 
Alegre: Artmed, 2010.
SISTEMA muscular. [s.d.]. Disponível em: https://www.auladeanatomia.com/novosite/
sistemas/sistema-muscular/. Acesso em: 14 Abr. 2023.
SISTEMA Muscular – Anatomia dos Músculos do Corpo Humano. [s.d.]. http://www.
anatomiadocorpo.com/sistema-muscular/. Acesso em: 23 fev. 2018.
TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 2. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

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