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Estrutural
O diagnostico é confirmado
quando atinge mais de 10º no
angulo de cobb e a rotação
axial pode ser reconhecida
A rotação axial maxima é
medida na vertebra apical (a
vértebra mais rodada é
chamada de apical ou ápice da
curva a que está mais
lateralmente e mais distante
do eixo que deveria ser o eixo
da coluna)
Escoliose
É considerada de natureza
tridimensional pois tem
componentes no três planos de
movimento. 
Curvatura lateral no plano
frontal
Alterações nos ângulos
fisiológicos da cifose toracica e
da lordose lombar no plano
sagital. . 
Rotação das vértebras no
plano transversal. 
Progressiva que afeta
alinhamento da coluna vertebral,
mobilidade do tronco e simetria. 
Reduz qualidade de vida e pode
causar problemas respiratórios
Em casos graves pode acarretar
disturbios psicologicos
Não estrutural ( escoliose funcional, altitude
escoliótica, escoliose antálgica) 
Estrutural
Não estrutural
O desvio lateral da coluna não está relacionado a
alterações estruturais ou dos discos intervertebrais
Não é progressiva nem tem a rotação das vertebras
Se tratar o problema de base a escoliose vai sumir 
Pode estar relacionada a 
Posturas anormais
encurtamento de um dos menbros inferiores
espasmos musculares associados a irritação de raizes
nervosas
assimetria do tonus muscular paraespinhal
processos inflamatórios
OBS: se ela estiver presente por muito tempo na criança
ou no adolescente em especial no período de
crescimento ela pode se tornar uma estrutural por conta
das modificações que ocorrem nas vertebras e assim
pode se tornar progressiva. 
 Caracteristicas da estrutural 
os tecidos moles se retraem na concavidade da curva1.
Surgem alterações na forma dos corpos vertebrais de
modo geral ( tamanho das laminas, nos pediculos,
processos transversos das vertebras envolvidas)
2.
O corpo vertebral roda para a convexidade da curva e
o processo espinhoso para a concavidade.,
3.
Pedículos: ligam o arco ao corpo vertebral. Usa-se
para avaliar a rotação vertebral , se o pedículo
some significa que a vertebra tá muito rodada,
se sumir no raio a gravidade da rotação ta em
seu estado maior
Asa do ilíaco: dá pra
saber por ele o quanto
ainda vai crescer essa
curva. Em mulheres
cresce até os 15 anos
Características escoliose estrutural
Encurtamento lateral da vertebra- a vértebra se
torna em cunha ocorre em consequencia da mais
pressão fica com espessura mais achatada do que
outras, ocorre mais em vértebras centrais e
apicais pois sofrem mais compressão, pro lado
da concavidade é onde tem mais pressão vértebras
nas periferias são as menos deformadas e sofrem
menos processo de progressão estrutural.
Tambem são menos rodadas 
Classificação 
Idiopática1.
Infantil
Juvenil
Adolescente.
2. Congenita- defeito congenito nas
vertebras
3. Neuromuscular- neuropatica e
miopatica.
Progressiva tanto em crescimento vertebral
quando em enrijecimento
Idiopática
Subdivida em três grupos. 
 Infantil 
84% a 89% dos tipos de escoliose
Infantil: é rara e 90% das curvas são resolvidas
sem tratamento, nos 10% restante evolui pra
escoliose evolui para a forma grave que não
responde bem a uso de colete e precisa de
cirurgia precoce.
 Curva em geral toracica a esquerda. 
 Juvenil
 Em geral toracica a esquerda, começa a partir
de 3 anos e vai ate a puberdade 
Pode evoluir para casos graves mas que
respondem bem a uso de colete.
 Adolescente
É a forma mais comum 
curva predominante a direita, em geral é mais
uma questão estetica
Pode acarretar problemas respiratorios e
deformidade do torax 
Estudo da curva escoliotica
Curva escoliotica primária- É o primeiro desvio que
surge em resposta a um problema estrutural ou funcional. 
Apresentam as seguintes alterações
encurtamento vertebral
rotação vertebral
protuberancia costal(gibosidade) - as costelas
acompanham a rotação vertebral, formando a
proeminencia na parte posterior do torax, do lado da
convexidade da curva. 
A rotação vertebral é um fator
importante para indicação
cirurgica. Curvas pequenas são
acompanhadas de rotação menor e
curvas grandes de grandes
rotações, por ser mais resistente a
correção a rotação é um dos
criterios pra se julgar a evolução da
escoliose. 
Estudo radiografico da
escoliose
Posição do paciente: em
ortostatismo pegando iliaco
e occipital
Decubito lateral a esquerda
ou a direita pode
complementar o estudo e
se quiser ver a rigidez das
curvas pode-se pedir pro
paciente fazer uma tração. 
Picos de crescimento
no primeiro ano de vida
aos 5 ou 6 anos 
no periodo da adolescencia
Aparição do sesamoide do polegar indica o inicio do estirão de crescimento 
Já o fechamento das cartilagens marca o fim do crescimento significativo e é um
importante indicador para avaliar a progressão da escoliose
Nas meninas: começa pelo fechamento das cartilagens do cotovelo, seguido por falanges
distais e por ultimo trocanter maior
No meninos mesmo padrão porem em tempos diferentes nas meninas finaliza aos 18 e
nos meninos por volta dos 20
Estudo radiografico
Metodo de cobb
Determina o grau de inclinação lateral na escoliose- avaliado
no plano frontal
É preciso escontrar as vertebras que estão mais inclinadas
para a concavidade da curva, é traçado linhas sobre a
borda superior da vertebra mais proximal e sobre a borda
inferior da vertebra mais distal, traça linhas
perpendiculares e mede o angulo formado por essas linhas 
O maior angulo é chamado de curva maior e o menos é
chamado de curva menor, o paciente pode ter curvas do
mesmo tamanho assim as duas curvas são denominada
curvas maiores. 
Nas radiografias panoramicas na incidencia lateral pode medir a cifose toracica e
lordose lombar usando o metodo de cobb
20º a 50º para curvatura cifotica
35º a 55º lordose lombar 
Determinação da maturidade da coluna
Risser diz que a ossificação da epifise ossea do iliaco é indicativo da atividade do crescimento
da coluna, ele achava que apos isso o crescimento da escoliose idiopatica parava porem agr
sabesse que não para completamente, ela ate estabiliza porem curvas toracicas e duplas
podem evoluir na idade adulta
0- sem nucleo de ossificação
1- inicio da ossificação
2- barra incompleta
3- barra completa
4- inicio da fusão da barra
5- fusão completa: maturidade ossea,
termino do crescimento. 
Determinação da maturidade da
coluna
pra determinar é preciso alguns pontos
sinal de risser 5 
sinais de maturação sexual
ossificação dos aneis vertebrais que
ficam relacionados a cartilagem que
circunda a margem externa superior
e inferior de cada corpo vertebral. 
raio x de mão e punho
parametro usado é o atlas de greulich e
pyle
Graus de escoliose
leve- 10 a 25º
moderada- 25 a 45/50º
grave- acima de 45/50º
muito grave- acima de 60º
Em geral a toracica evolui mais rapido 
na lombar as critsas iliacas são
desniveladas mas o ombros não são
modificados
Classificação da escoliose
King- 1983
Tipo I- Toracolombar em S- lombar maior e menos flexivel que toracica
Tipo II- Toracolombar em S, toracica maior e menos flexivel que lombar
Tipo II- toracica isolada, não ultrapassa os limites das vertebras lombares
Tipo IV- toracica longa- a quarta vertebra lombar ta incluida
Tipo V- toracica dupla. 
Lenke-2001
Tem diferentes subtipos para a escoliose idiopatica curva(1 a 6) modificador lombar ( ABC)
e perfil sagital da cifose (-,N,+)
CURVA
Localização toracica proximal superior PT- apice da curva entre T2 e T6
Toracica MT - apice da curva entre T6 e disco intervertebral T11/T12
Toracolombar TL- apice da curva entre T12 e L1
Lombar - apice da curva entre o disco intervertebral L1/L2 a L4
FLEXIBILIDADE DA CURVA
Definida com base na curva residual do raio x quando o paciente faz flexão lateral ou
extensão da cifose
estrutura( rigida- pouca flexibilidade) -> em flexão lateral o angulo de cobb n corrige
para menos de 25º
na cifose o angulo for superior a 20º
Ambas utilizam criterios como localização, flexibilidade e grau das curvas para considerar
uma curvaprincipal e a compensatoria. 
na escoliose em formato de S em casos leves os
ombros e as cristas iliacas podem não
apresentar desnivelamento significativo
Modificador lombar
Linha vertical central do sacro 
A- (sem curva ou minina curva lombar)
a linha não toca os pediculos das vertebras
lombares
B- ( moderada curva)a linha encontra os
pediculos das vertebras lombares
C- (Grande curva lombar) a linha ultrapassa
os limites osseos da vertebra. 
Tipos segundo lenk
Toracica pricipal, curva toracica de grande porte é estrutural.1.
Dupla toracica, 2 curvas toracicas. Curva toracica de grande porte e CT superior menor
são estruturais. 
2.
Dupla maior. A curva toracica com outra curva TL ou L são estruturais. A T é maior que a
TL e L, se tiver uma superior toracica não é estrutural. 
3.
Tripla maior. Todas as tres curvas são estruturais, a T é a curva primaria. 4.
5. Curva primaria TL/L, curva maior Tl ou apenas L. A curva primaria é a TL ou na L é
estrutural, a T superior não é estrutural. 
6. A curva primaria é TL ou L, e é estrutural a curva toracica é tambem estrutural mas seu
angulo de cobb é de pelo menos 5º menor.

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