Prévia do material em texto
CHOQUE SÉPTICO PEDIATRIA II - SUBGRUPO G1a Alunos: Anypher, Beatriz, Karina e Kauan Introdução-choque Reflete uma inadequação do organismo em suprir os tecidos com uma quantidade adequada de sangue saturado de oxigênio. → Leva à hipóxia tecidual → Desencadeia cascatas de eventos → Gera Disfunção orgânica Referência:Piva e Celiny Medicina intensiva em pediatria Introdução → Maior causa de morbidade e mortalidade em crianças criticamente doentes. → Causa comum de internação em UTI → Crianças 38,5ºC ou 2 DP acima do normal . 4. Contagem de leucócitos ou para idade ou >10% neutrófilos imaturo **pode-ser usado como triagem em muitos casos. Atualizações • O termo SIRS NÃO deve ser mais utilizado para diagnóstico de sepse. O critério antigo, baseado na SIRS, NÃO deve ser utilizado; Critérios de Sepse de Phoenix Não serve para screening inicial, mas avalia gravidade do caso. Variáveis: PaO2/FiO2 Lactato DVA PA Plaquetas Glasgow NOVO FLUXOGRAMA Quente X Frio TRATAMENTO Controle de Foco Infeccioso e Antibioticoterapia Os procedimentos objetivando a remoção física de estruturas infectadas ou corpos estranhos é a base da terapêutica na criança com infecção grave, e as orientações são para implementar a intervenção para controle do foco, tão logo haja condições de estrutura e médicas para tal. A escolha do antibiótico é baseada nos seguintes fatores: • Epidemiologia local, foco da infecção, comorbidade associada, condição imunológica anterior, terapêutica antibiótica prévia, origem do paciente e aderência aos protocolos. Controle de Foco Infeccioso e Antibioticoterapia O tratamento com antibióticos deve ser iniciado o mais precocemente, se possível dentro da primeira hora. O uso intravenoso deve ser administrado com até 3 horas do momento em que se reconhece o choque séptico. Caso não se conheça o microrganismo que origine a infecção, indica-se antibioticoterapia de amplo espectro com atividade contra os principais patógenos (os Gram-negativos são os prin- cipais microrganismos responsáveis pela sepse) Controle de Foco Infeccioso e Antibioticoterapia DROGAS VASOATIVAS: Indicadas quando o choque não for responsivo a volume, porém, não há medida que determine isso, então recorda-se a administração das drogas de início. Podem ser realizadas em acesso periférico até que se consiga realizar o acesso venoso central. Suas aplicações dependem do tipo de choque: se frio ou quente. Agentes inotrópicos: São utilizados para melhorar o débito cardíaco, com objetivo de aumentar o tônus e a contratilidade do músculo cardíaco, comandados por receptores Beta 1. Principal indicação: Choque Frio, ou seja, com baixo DC e alta RVS. Droga utilizada: ADRENALINA. CUIDADOS: Arritmias ventriculares, Hipertensão grave, Isquemia cardíaca, Hiperglicemia e Hiperlactemia. Dose utilizada: 0,05 a 0,3 Mg/kg/min. Apresentação: frasco-ampola 1mg/1ml. Diluição EV: 10ml + 90ml de SG 5% (1:10.000). Agentes vassopressores: São utilizados em pacientes com diminuição da resistência vascular sistêmica, com o intuito de aumentar a contratilidade cardíaca e a FC, causar vasoconstrição e, consequentemente, aumentar a PA e o fluxo coronário. Principal indicação: Choque Quente, ou seja, baixa RVS. Droga utilizada: NORADRENALINA. CUIDADOS: Arritmias, Bradicardia, Isquemia periférica, Hipertensão. Dose utilizada: 0,1 a 2 Mg/kg/min. Apresentação: 2mg/ml com ampola contendo 4ml. Monitorar também: DU, TEC e local de infusão. Existem algumas controvérsias sobre o uso de novas drogas no CS, outras recomendam o uso de dopamina como primeira linha caso tenha falta de adrenalina e noradrelina e outras dizem que estudos comprovam pior prognóstico com o uso. DOPAMINA: Além disso, não podemos utilizar ao mesmo tempo a adrenalina e a noradrenalina juntas, porque uma aumenta a FC e a outra a vasoconteivao periférica, podendo causar danos severos ao sistema cardíaco. Alvos terapêuticos para o tratamento do choque séptico: TEC 50 para a idade. Pulsos normais e sem diferenças entre pulsos centrais e periféricos. Extremidades quentes. DU > 1ml/kg/hora. Estado mental normal. OBRIGADO! REFERÊNCIAS: Ferran! JF, Delgado AF. Novas diretrizes em sepse/choque sép!co em pediatria. In: Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Sociedade Brasileira de Pediatria; Piva JP, Carvalho WB, organizadores. PROTIPED Programa de Atualização em Terapia Intensiva Pediátrica: Ciclo 13. Porto Alegre: Artmed Panamericana; 2022. p. 37–72. (Sistema de Educação Con!nuada a Distância, v. 3). RIbeiro CF, Fioreo JR, Freddi N. Dopamina, adrenalina ou noradrenalina como primeiro fármaco no choque. In: Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Sociedade Brasileira de Pediatria; Piva JP, Carvalho WB, organizadores. PROTIPED Programa de Atualização em Terapia Intensiva Pediátrica: Ciclo 8. Porto Alegre: Artmed Panamericana; 2017. p. 37-62. (Sistema de Educação Con!nuada a Distância, v. 3). image4.png image8.png image5.png image3.jpg image6.jpg image9.jpg image1.jpg image7.jpg image2.jpg