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AULA 6 
SEGURANÇA EM TRANSPORTES 
Prof. Luiz Antonio Forte 
 
 
2 
INTRODUÇÃO 
Alguns meios de transporte não se encaixam nos modais tradicionais, e 
outros ainda são promessas de mudanças para o futuro. Nesta etapa, vamos 
conhecer as características destes outros meios de transporte e seus aspectos 
de segurança. 
TEMA 1 – DUTOVIAS 
Segundo a ANTT (2022), o transporte Dutoviário no Brasil é dividido em: 
 Oleodutos, cujos produtos transportados são em sua grande maioria: 
petróleo, óleo combustível, gasolina, diesel, álcool, GLP, querosene e 
nafta, e outros. Minerodutos, cujos produtos transportados são: Sal-
gema, Minério de ferro e Concentrado Fosfático. Gasodutos, cujo 
produto transportado é o gás natural. (ANTT, 2022, on-line) 
Neste estudo, vamos focar nos dutos que transportam produtos químicos 
perigosos da classe 3 combustíveis. 
1.1 Oleodutos 
Segundo a ANP (2022a): 
Oleodutos são dutos terrestres ou marítimos, 
de transporte ou transferência, que movimentam: a) petróleo, líquidos 
de gás natural, condensado, derivados líquidos de petróleo e gás 
liquefeito de petróleo; b) todos os produtos líquidos cujas operações de 
movimentação sejam reguladas pela ANP, exceto gases liquefeitos por 
baixa temperatura. Dutos que interligam pontos de atracação (píer, 
cais, monoboias e quadro de boias) a instalações são denominados 
genericamente de oleodutos portuários. Os dutos que movimentam 
hidrocarbonetos líquidos e outros combustíveis, tais como biodiesel, 
mistura óleo diesel/biodiesel ou etanol, de forma sequencial (polidutos), 
são considerados oleodutos. (ANP, 2022a, on-line) 
1.2 Gasodutos 
Segundo a ANP: 
Os gasodutos de transporte se caracterizam como infraestruturas para 
movimentação de gás natural desde instalações de processamento, 
estocagem ou outros gasodutos de transporte até instalações de 
estocagem, outros gasodutos de transporte e pontos de entrega a 
concessionários estaduais de distribuição de gás natural. A 
infraestrutura dutoviária de transporte de gás natural é composta, além 
dos gasodutos em si, por instalações necessárias à segurança, 
proteção e operação do gasoduto, compreendendo, mas não se 
limitando, as seguintes: pontos de recebimento, pontos de entrega, 
estações de interconexão, estações de compressão, dentre outras. 
(ANP, 2022b, on-line) 
 
 
3 
1.3 Segurança e sinalização 
 No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e 
Biocombustíveis (ANP) é o órgão responsável por estabelecer normas técnicas 
para a instalação de oleodutos e gasodutos. O Regulamento técnico de dutos 
terrestres para movimentação de petróleo, derivados e gás natural (RTDT), 
estabelece que os dutos subterrâneos devam ser identificados e sinalizados de 
acordo com os itens transcritos abaixo: 
20.1 O Transportador deve instalar e manter ao longo das Faixas de 
Dutos, os seguintes elementos para identificar as instalações e alertar 
o público sobre a existência das mesmas: marcos de limite de Faixa, 
marcos de sinalização de Duto enterrado, marcos de leito de anodos, 
marcos para inspeção aérea, placas de indicação de acesso, placas de 
identificação de instalações na superfície da Faixa e placas de 
advertência e orientação com informações e mensagens de prevenção 
de Incidentes dirigidas às comunidades vizinhas. 
20.2 Os formatos, cores, dimensões e quantidades de placas e marcos 
devem atrair a atenção dos transeuntes, com o objetivo de orientar o 
público para a existência da Faixa de Dutos, e também possibilitar a 
correta localização e identificação da instalação sob responsabilidade 
do Transportador, em atendimento ao disposto no Item 5 e às boas 
práticas de engenharia. 
20.3 As placas de advertência e orientação devem exibir pelo menos, o 
nome do Transportador, o telefone de acesso gratuito para avisos de 
emergência, avisos de advertência (por exemplo: cuidado, atenção, 
perigo) e mensagens apropriadas para cada situação e com ênfase na 
prevenção de Incidentes. (ANP, 2011, p.36) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
Na figura 1, podemos ver um exemplo de marco de sinalização de dutovia 
subterrânea. 
Figura 1 – Marco de sinalização de tubulação subterrânea de gás natural 
 
 
Crédito: JJ Gouin/Adobe Stock. 
 
 
5 
1.4 Prevenção de acidentes/emergências 
Os oleodutos e gasodutos devem, obrigatoriamente, ser sinalizados com 
placas de advertência e totens que indiquem o local onde estão instalados e a 
profundidade em que se encontram (ANP, 2011). 
Apesar disso, muitos acidentes com vazamentos e incêndios ocorrem 
devido à perfuração destes dutos em obras de escavação executadas por 
empresas públicas ou privadas seguindo plantas de engenharia desatualizadas 
ou marcações erradas feitas pelas companhias que instalaram os dutos. 
O Centro para Segurança de Processos Químicos dos Estados Unidos 
(CCPS) emitiu, em 2008, um alerta de segurança sobre os riscos de oleodutos e 
gasodutos subterrâneos e sobre medidas básicas de prevenção, o que é muito 
pertinente para o nosso estudo, e o qual transcrevemos a seguir: 
Uma equipe de construção estava instalando uma nova tubulação 
enterrada de água. Durante a escavação, a retroescavadeira atingiu 
acidentalmente uma tubulação de gasolina ocasionando um pequeno 
furo. Os vapores de gasolina que vazaram entraram em ignição 
causando uma grande explosão seguida de incêndio, a morte de cinco 
trabalhadores, ferimentos graves em outros quatro, a evacuação de 
pessoas num raio de 0,9 km, danos consideráveis em uma casa 
próxima e outros danos à propriedade. Uma causa primária do acidente 
foi a falta de conhecimento da exata localização da tubulação de 
gasolina pelo pessoal da escavação. Eles estavam seguindo 
marcações feitas pela companhia de tubulação que eram 
diferentes dos desenhos de engenharia. Os desenhos mostravam 
que a tubulação fazia uma curva desviando de uma árvore, que havia 
sido cortada após a instalação da tubulação. Trabalhadores e 
supervisores não fizeram a verificação visual da exata localização da 
tubulação, utilizando-se de ferramentas manuais, como requerido pelas 
boas práticas. Este acidente ocorreu em uma tubulação numa 
comunidade, mas existem perigos semelhantes em muitas refinarias, 
indústrias químicas e fábricas. Muitas indústrias possuem tubulações 
enterradas transportando materiais perigosos. Essas tubulações 
podem ser tanto de propriedade das próprias indústrias quanto de 
companhias de transporte de materiais passando ao lado dessas 
indústrias – uma companhia de transporte por dutos, uma indústria 
vizinha, ou companhia local de distribuição de gás. 
O que pode ser feito para evitar este tipo de acidente: 
• Antes de começar qualquer escavação certifique-se de ter 
verificado a localização de tubulações enterradas, cabos elétricos, ou 
outros tipos de interferências críticas ou perigosas na área a ser 
escavada. Essa prática deve fazer parte do programa de permissão 
para escavação da unidade. 
• Conduza análises de perigos e riscos antes de qualquer atividade 
envolvendo escavações ou construções. 
• Registre todo incidente ou “quase perda” em atividades de escavação 
– tubulações encontradas onde não era esperado existir tubulações, ou 
em uma local diferente do registrado na documentação. 
• Conheça a localização de todas as tubulações de produtos perigosos 
de sua unidade e saiba como agir em caso de vazamento. 
 
 
6 
• Se estiver escavando em áreas onde existam tubulações ou outros 
perigos certifique-se de estar capacitado nos procedimentos de 
resposta a emergências (CCPS, 2008, on-line, grifo nosso). 
TEMA 2 – ELEVADORES 
Mecanismos manuais para elevar pessoas e cargas são utilizados desde 
a antiguidade. A partir do século XIX, com o avanço da construção de estruturas 
muito altas, como a torre Eiffel em Paris, houve a necessidade de projetar e 
construir máquinas confiáveis e seguras para o transporte vertical de pessoas. 
Com o avanço da urbanização e a construção de edifícios cadavez mais altos, 
os elevadores foram se tornando um meio de transporte de cargas e de pessoas 
amplamente utilizado em obras de construção civil. Neste estudo, vamos focar 
nos aspectos de segurança do trabalho na utilização deste meio de transporte. 
2.1 Elevadores para transporte de carga e pessoas em obras 
No Brasil, os aspectos de segurança para a instalação, utilização e 
manutenção de elevadores para transporte de carga e de pessoas em obras de 
construção são regulamentados pelo item 18.11 da Norma Regulamentadora NR 
18 Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção (MTP, 1978). 
Transcrevemos, a seguir, alguns dos itens da norma: 
18.11.2 É proibida a instalação de elevador tracionado com cabo único 
e aqueles adaptados com mais de um cabo, na movimentação e 
transporte vertical de materiais e pessoas, que não atendam às normas 
técnicas nacionais vigentes. 18.11.3 Toda empresa fabricante, locadora 
ou prestadora de serviços de instalação, montagem, desmontagem e 
manutenção, seja do equipamento em seu conjunto ou de parte dele, 
deve ser registrada no respectivo conselho de classe e estar sob 
responsabilidade de profissional legalmente habilitado. 
18.11.4 Os equipamentos de transporte vertical de materiais e de 
pessoas devem ser dimensionados por profissional legalmente 
habilitado e atender às normas técnicas nacionais vigentes ou, na sua 
ausência, às normas técnicas internacionais vigentes. 
18.11.5 Os serviços de instalação, montagem, operação, 
desmontagem e manutenção devem ser executados por profissional 
capacitado, com anuência formal da empresa e sob a responsabilidade 
de profissional legalmente habilitado. 
18.11.7 Toda empresa usuária de equipamentos de movimentação e 
transporte vertical de materiais e/ou pessoas deve possuir os seguintes 
documentos disponíveis no canteiro de obras: a) programa de 
manutenção preventiva, conforme recomendação do locador, 
importador ou fabricante; b) termo de entrega técnica de acordo com as 
normas técnicas nacionais vigentes ou, na sua ausência, de acordo 
com o determinado pelo profissional legalmente habilitado responsável 
pelo equipamento; c) laudo de testes dos freios de emergência a serem 
realizados, no máximo, a cada 90 (noventa) dias, assinado pelo 
responsável técnico pela manutenção do equipamento ou, na sua 
ausência, pelo profissional legalmente habilitado responsável pelo 
 
 
7 
equipamento, contendo os parâmetros mínimos determinados por 
normas técnicas nacionais vigentes; d) registro, pelo operador, das 
vistorias diárias realizadas antes do início dos serviços, conforme 
orientação dada pelo responsável técnico do equipamento, atendidas 
as recomendações do manual do fabricante; e) laudos dos ensaios não 
destrutivos dos eixos dos motofreios e dos freios de emergência, sendo 
a periodicidade definida por profissional legalmente habilitado, 
obedecidos os prazos máximos previstos pelo fabricante no manual de 
manutenção do equipamento; f) manual de orientação do fabricante; g) 
registro das atividades de manutenção conforme item 12.11 da NR-12; 
h) laudo de aterramento elaborado por profissional legalmente 
habilitado. 18.11.8 É proibido o uso de chave do tipo comutadora e/ou 
reversora para comando elétrico de subida, descida ou parada. 18.11.9 
Todos os componentes elétricos ou eletrônicos que fiquem expostos às 
condições meteorológicas devem ter proteção contra intempéries. 
18.11.10 Devem ser observados os seguintes requisitos de segurança 
durante a execução dos serviços de montagem, desmontagem, 
ascensão e manutenção de equipamentos de movimentação vertical de 
materiais e de pessoas: a) isolamento da área de trabalho; b) proibição, 
se necessário, da execução de outras atividades nas periferias das 
fachadas onde estão sendo executados os serviços; c) proibição de 
execução deste tipo de serviço em dias de condições meteorológicas 
adversas. 18.11.11 As torres dos elevadores devem estar afastadas 
das redes elétricas ou estar isoladas conforme normas específicas da 
concessionária local. 
18.11.12 As torres dos elevadores devem ser montadas de maneira 
que a distância entre a face da cabine e a face da edificação seja de, 
no máximo, 0,2 m (vinte centímetros). 
18.11.12.1 Para distâncias maiores, as cargas e os esforços 
solicitantes originados pelas rampas devem ser considerados no 
dimensionamento e especificação da torre do elevador. 
18.11.13 Em todos os acessos de entrada à torre do elevador deve ser 
instalada barreira (cancela) que tenha, no mínimo, 1,8 m (um metro e 
oitenta centímetros) de altura, impedindo que pessoas exponham 
alguma parte de seu corpo no interior da mesma. 
18.11.13.1 A barreira (cancela) da torre do elevador deve ser dotada de 
dispositivo de intertravamento com duplo canal e ruptura positiva, 
monitorado por interface de segurança, de modo a impedir sua 
abertura quando o elevador não estiver no nível do pavimento. 
18.11.14 O fechamento da base da torre do elevador deve proteger 
todos os lados até uma altura de pelo menos 2,0 m (dois metros) e ser 
dotado de proteção e sinalização, de forma a proibir a circulação de 
trabalhadores através da mesma. 18.11.15 A rampa de acesso à torre 
de elevador deve: a) ser provida de sistema de proteção contra 
quedas, conforme o subitem 18.9.4.1 ou 18.9.4.2 desta NR; b) ter piso 
de material resistente, sem apresentar aberturas; c) não ter inclinação 
descendente no sentido da torre; d) estar fixada à cabine de forma 
articulada no caso do elevador de cremalheira. 
18.11.16 Deve haver altura livre de, no mínimo, 2 m (dois metros) 
sobre a rampa. 18.11.17 É proibido, nos elevadores, o transporte de 
pessoas juntamente com materiais, exceto quanto ao operador e ao 
responsável pelo material a ser transportado, desde que isolados da 
carga por uma barreira física, com altura mínima de 1,8 m (um metro e 
oitenta centímetros), instalada com dispositivo de intertravamento com 
duplo canal e ruptura positiva, monitorado por interface de segurança. 
18.11.18 O elevador de materiais e/ou pessoas deve dispor, no 
mínimo, de: a) cabine metálica com porta; b) horímetro; c) iluminação e 
ventilação natural ou artificial durante o uso; d) indicação do número 
máximo de passageiros e peso máximo equivalente em quilogramas; e) 
botão em cada pavimento a fim de garantir comunicação única através 
de painel interno de controle. 
18.11.19 O elevador de materiais e/ou pessoas deve dispor, no 
mínimo, dos seguintes itens de segurança: a) intertravamento das 
 
 
8 
proteções com o sistema elétrico, através de dispositivo de 
intertravamento com duplo canal e ruptura positiva, monitorado por 
interface de segurança que impeça a movimentação da cabine quando: 
I. a porta de acesso da cabine, inclusive o alçapão, não estiver 
devidamente fechada; II. a rampa de acesso à cabine não estiver 
devidamente recolhida no elevador de cremalheira, e; III. a porta da 
cancela de qualquer um dos pavimentos ou do recinto de proteção da 
base estiver aberta. b) dispositivo eletromecânico de emergência que 
impeça a queda livre da cabine, monitorado por interface de segurança, 
de forma a freá-la quando ultrapassar a velocidade de descida nominal, 
interrompendo automática e simultaneamente a corrente elétrica da 
cabine; c) dispositivo de intertravamento com duplo canal e ruptura 
positiva, monitorado por interface de segurança, ou outro sistema com 
a mesma categoria de segurança que impeça que a cabine ultrapasse 
a última parada superior ou inferior; d) dispositivo mecânico que 
impeça que a cabine se desprenda acidentalmente da torre do 
elevador; e) amortecedores de impacto de velocidade nominal na base, 
caso o mesmo ultrapasse os limites de parada final; f) sistema que 
possibilite o bloqueio dos seus dispositivos de acionamento de modo a 
impedir o seu acionamento por pessoas não autorizadas; g) sistema de 
frenagem automática, a ser acionado em situações que possam gerar a 
queda livre da cabine; h) sistema que impeçaa movimentação do 
equipamento quando a carga ultrapassar a capacidade permitida. 
Movimentação de pessoas 
18.11.20 O transporte de passageiros no elevador deve ter prioridade 
sobre o de cargas. 
18.11.21 Na construção com altura igual ou superior a 24 m (vinte e 
quatro metros), é obrigatória a instalação de, pelo menos, um elevador 
de passageiros, devendo seu percurso alcançar toda a extensão 
vertical da obra, considerando o subsolo. 18.11.21.1 O elevador de 
passageiros deve ser instalado, no máximo, a partir de 15 m (quinze 
metros) de deslocamento vertical na obra. 
18.11.22 Nos elevadores do tipo cremalheira, a altura livre para 
trabalho após a amarração na última laje concretada ou último 
pavimento será determinada pelo fabricante, em função do tipo de torre 
e seus acessórios de amarração. 
18.11.23 Nos elevadores do tipo cremalheira, o último elemento da 
torre do elevador deve ser montado com a régua invertida ou sem 
cremalheira, de modo a evitar o tracionamento da cabine. 
Movimentação de materiais 
18.11.24 Na movimentação de materiais por meio de elevador, é 
proibido: a) transportar materiais com dimensões maiores do que a 
cabine no elevador; Este texto não substitui o publicado no DOU b) 
transportar materiais apoiados nas portas da cabine; c) transportar 
materiais do lado externo da cabine, exceto nas operações de 
montagem e desmontagem do elevador; d) transportar material a 
granel sem acondicionamento apropriado; e) adaptar a instalação de 
qualquer equipamento ou dispositivo para içamento de materiais em 
qualquer parte da cabine ou da torre do elevador. (MTP, 1978, p. 30-
34) 
 
 
9 
Figura 2 – Elevador de obras 
 
Crédito: Unkas Photo/Adobe Stock. 
2.2 Elevadores para transporte de carga e pessoas em edifícios públicos e 
privados 
Segundo a ABNT (2010), mais de 300 mil elevadores estão em operação 
hoje no Brasil. 
Para construção e instalação de elevadores elétricos, devem ser seguidas 
as normas NBRNM207, de 12 de2020 -Elevadores elétricos de passageiros - 
Requisitos de segurança para construção e instalação; e a norma ABNT NBR 
15597/2010 - Requisitos de segurança para a construção e instalação de 
elevadores — elevadores existentes — Requisitos para melhoria da segurança 
dos elevadores elétricos de passageiros e elevadores elétricos de passageiros e 
cargas (ABNT, 2010). 
Para elaborar as instruções para usuários e para os profissionais que 
atuam na manutenção de elevadores, deve ser aplicada a norma ABNT NBR 
16083/2012 - Manutenção de elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes -
Requisitos para instruções de manutenção (ABNT, 2012). 
 
 
 
10 
2.3 Prevenção de acidentes em elevadores 
No Brasil, há falta de estatísticas confiáveis sobre acidentes com 
elevadores. Nos Estados Unidos, o pesquisador Michael McCann (2013) 
atualizou os registros de acidentes com este tipo de equipamento em 
cooperação com o Instituto Nacional de Segurança do Trabalho e Saúde – 
NIOSH. 
McCann (2013) relata que: 
Incidentes envolvendo elevadores e escadas rolantes a cada ano 
matam 31 pessoas e ferem gravemente cerca de 17.000 pessoas nos 
Estados Unidos, de acordo com a análise de dados do CPWR 
fornecida pelo BLS (1992-2009) e o CPSC (1997-2010). Os elevadores 
são os principais culpados, causando cerca de 90% das mortes e 60% 
dos feridos graves. Metade das mortes anuais são de pessoas que 
trabalham em ou perto de elevadores - incluindo aqueles que instalam, 
reparam e mantêm elevadores e trabalham em ou perto de poços de 
elevadores. Cinquenta e seis por cento das mortes de trabalhadores 
que trabalham no elevador ou perto dele eixos foram devido a quedas 
no poço. Incidentes em que os trabalhadores foram pegos em/entre o 
movimento das partes de elevadores causaram 18% das mortes e 
incidentes em que trabalhadores são atingidos por elevadores ou 
contrapesos causaram 16% das mortes. (McCann, 2013, p.15, 
tradução nossa) 
Segundo o mesmo estudo, as causas principais das fatalidades entre os 
trabalhadores que executavam manutenção, inspeção ou atividades próximas a 
elevadores foram: quedas (57%), aprisionamento entre uma superfície fixa e 
partes móveis (18%), atingido por objeto que cai, (17%), colapso de estrutura 
(4%), outras causas (5%) (McCann, 2013, p. 8). 
Para prevenir a ocorrência de acidentes, o estudo sugere que: 
• sejam implantadas práticas adequadas e treinamento de prevenção de 
acidentes; 
• que no local de trabalho sejam adotadas práticas de desenergizar e 
bloquear circuitos elétricos e equipamentos mecânicos quando os 
elevadores estão fora de serviço ou sendo reparados; 
• os empregadores estabeleçam um programa de espaço confinado, com 
permissão exigida, sobre práticas de segurança para trabalho em poços 
de elevadores; 
• que seja fornecido equipamento de segurança e treinamento de proteção 
contra quedas durante o trabalho dentro ou perto de poços de 
elevadores; 
 
 
11 
• os empregadores tenham um programa adequado de inspeção e 
manutenção; 
• os empregadores utilizem apenas trabalhadores qualificados para reparo 
e manutenção de elevadores; 
• Que todos os acessos aos poços de elevadores, casas de máquinas e 
portas seja sinalizado com placas de advertência. 
TEMA 3 – TRANSPORTE FUNICULAR 
O transporte de passageiros e cargas em locais com geografia muito 
acidentada sempre foi um desafio para a engenharia. Uma das soluções 
adotadas foi o transporte funicular, que é feito com a utilização de cabos de aço 
ou de cremalheiras para a tração dos veículos. 
3.1 Teleféricos 
O sistema de transporte por teleféricos consiste em um sistema de cabos 
de aço e motores que tracionam gôndolas de passageiros (Figura 3) ou cadeiras 
individuais (Figura 4) para acesso a locais com topografia acidentada. 
Segundo Tischlera e Mailer: 
por muito tempo os teleféricos foram usados para atravessar áreas 
topográficas desafiadoras e transportar mercadorias e passageiros de 
um ponto a outro em vales e montanhas. A instalação de teleféricos foi 
principalmente focada em estâncias de esqui, parques temáticos ou 
algumas instalações temporárias em eventos como grandes 
exposições ao ar livre. (Tischlera; Mailer, 2018, p. 1, tradução nossa) 
Segundo os autores, mais recentemente os teleféricos começaram a ser 
considerados cada vez mais como uma alternativa de transporte em áreas 
urbanas. Por exemplo: em dezembro de 2009, a cidade venezuelana de Caracas 
inaugurou o Metrocable de Caracas, um teleférico totalmente integrado na rede 
pública de transportes da cidade, com uma capacidade teóica instalada de 3000 
passageiros por hora e que serve a cinco estações numa extensão total de 1,8 
km (Tischlera; Mailer, 2018, p. 4). 
 
 
12 
Figura 3 – Teleférico com cabine do Pão de Açúcar Rio de Janeiro Brasil 
 
Crédito: f11photo/Adobe Stock 
Figura 4 – Teleférico com cadeira em Serra Negra, São Paulo, Brasil 
 
Crédito: felipecamps/Adobe Stock. 
 
 
 
13 
3.2 Transporte funicular por trilhos 
Outra modalidade de transporte que utiliza cabos de aço para tração são 
os trens funiculares (Figura 5). Neste sistema, a cabine de passageiros corre 
sobre trilhos e todo o mecanismo funciona pela ação da gravidade. Em uma 
instalação típica, as cabines são montadas em sistemas de trilhos paralelos. O 
peso da cabine que desce puxa a outra cabine para subir a elevação. 
Figura 5 – Funicular em Valparaíso, Chile 
 
Crédito:pattilabelle/Adobe Stock. 
3.3. Trilhos suspensos 
Outra modalidade de veículo de transporte funicular é o que opera 
suspenso em trilhos (Figura 6). A ideia de utilizar trens suspensos por trilhos é 
antiga. 
Segundo pesquisa feita por Lobo: 
algumas cidades do mundo contam com sistemas de monotrilho 
invertido, e o meio de transporte não é novo. O engenheiro britânico 
Henry Robinson Palmer (1795-1844) apresentou um pedido de patente 
para um sistema de trilho único suspenso puxado por cavalos em 1821 
e construiu uma demonstraçãono Woolwich Arsenal, na Inglaterra, 
Reino Unido, logo depois o pioneiro industrial, pensador e político 
alemão Friedrich Harkort construiu uma pista de demonstração do 
 
 
14 
sistema Palmers, em 1826, em Elberfeld, Alemanha, na época centro 
comercial da área industrial de Wupper Valley. A primeira ferrovia 
suspensa foi aberta em Cheshunt, Inglaterra, Reino Unido, em 25 de 
junho de 1825, usando a patente de Palmer. Foi construída para 
transportar tijolos, mas como uma manobra de abertura, transportou 
passageiros. A primeira linha regular de passageiros neste tipo de trem 
foi aberta em 1901, o sistema de Wuppertal. Funciona até hoje e 
transporta uma média de mais de 20 milhões de passageiros a cada 
ano. (Lobo, 2020, on-line) 
Algumas das vantagens apontadas pelos especialistas é que este sistema 
de transporte não compete nem interfere com o trânsito de pessoas e veículos 
nas ruas e reduz o risco de colisões de trânsito e colisões entre composições. 
Figura 6 – Funicular em trilhos suspensos em Wuppertal, Alemanha 
 
Crédito: Tupungato/Adobe Stock. 
3.4. Segurança e prevenção de acidentes 
Como qualquer meio de transporte, os funiculares e monotrilhos podem 
oferecer riscos de acidentes para os usuários, trabalhadores da operação e 
manutenção, e para o público em geral. 
Para os usuários de teleféricos, o principal risco de acidente é o de queda 
de nível diferente das gôndolas e cadeiras, se não forem seguidas as 
recomendações de segurança da empresa operadora, principalmente a de não 
abrir as portas das gôndolas ou soltar a barra de segurança das cadeiras, se 
 
 
15 
houver parada não planejada do equipamento. Outro risco, raro, mas não 
impossível de ocorrer, é o rompimento de cabos devido a falhas de manutenção 
e inspeção. 
 Para os trabalhadores que executam serviços de manutenção em 
teleféricos, trens funiculares e monotrilhos, há riscos de acidentes durante a 
manutenção dos trilhos, cabos de aço, roldanas e instalações elétricas (quando 
existentes). As causas mais comuns são prensamento de extremidades, cortes, 
choque elétrico e quedas de nível diferente. 
Para transeuntes e público em geral, o risco de acidentes está 
relacionado com a queda de objetos de gôndolas e cadeiras. 
TEMA 4 – TRANSPORTE EM DUAS RODAS 
As primeiras bicicletas foram introduzidas no século XVII, exclusivamente 
para transporte individual e lazer. As primeiras motocicletas surgiram no final do 
século XIX, como um desenvolvimento de bicicletas motorizadas. Esses dois 
meios de transporte são atualmente muito utilizados em grandes centros 
urbanos para entregas rápidas de pequenos volumes e encomendas, devido à 
sua grande agilidade no trânsito. Esta agilidade, porém, cobra um alto custo em 
acidentes. 
4.1 Serviços de transporte de pessoas e de encomendas com motocicletas 
Segundo o IPEA (2022), em 2021, no Brasil, havia 222 mil mototaxistas e 
322 mil pessoas estavam ocupadas em entrega de mercadorias com 
motocicletas. 
 De acordo com o anexo 5 da NR 16 (MPT, 1978), as atividades 
remuneradas nas quais são utilizadas motocicletas (Figura 8) como meio de 
transporte são consideradas perigosas. Isto reflete bem a realidade das ruas, 
pois, no Brasil, o índice de acidentes com motocicletas e veículos é 
extremamente alto. Segundo o IPEA (2021), mais de um terço de todas as 
mortes em acidentes de trânsito são de motociclistas, e a relação inválido: morto 
é de pouco mais de 2:1 nos ocupantes de automóveis (ainda menor em 
ocupantes de veículos pesados) chega a 10:1 entre motociclistas. 
No Brasil, o transporte remunerado de passageiros e de cargas por 
motocicletas é regulamentado pela lei n. 12.009, de 29 de junho de 2009 (Brasil, 
 
 
16 
2009). Esta lei estabelece requisitos mínimos de idade, habilitação e de licenças 
que os profissionais deste modal de transporte devem possuir para exercer as 
suas atividades. 
Figura 8 – Entrega com motocicleta 
 
Crédito: Goffkein/Adobe Stock. 
4.2 Serviços de entregas com uso de bicicletas 
A utilização de bicicletas para fazer entrega de encomendas não é 
recente. Os correios utilizam bicicletas para entregar correspondência há 
décadas, com muito sucesso e baixos índices de acidentes. 
Nos últimos anos, e especialmente a partir de 2020, houve um aumento 
significativo no uso de bicicletas para entregas, principalmente de alimentos. 
Nascimento e Oliveira (2019) relatam em seu estudo que: 
 No Brasil, observou-se nos últimos anos um crescimento no uso de 
bicicletas para entregas instantâneas. Os principais produtos entregues 
são documentos (entregues por 100% das empresas), seguidos por 
alimentos (71%), embalagens (59%), livros (35%) e produtos de e-
commerce (24%). O número de entregas diárias depende do tamanho 
da empresa, da localização e do número de funcionários. Há uma 
média de 26 entregas diárias para cooperativas e 2.000 entregas para 
empresas convencionais, com uma média total de 6 
entregas/entregador. O peso dos produtos entregues varia entre 200g 
e 25 kg. O estudo aborda apenas a entrega de mercadorias 
 
 
17 
provenientes do e-commerce (entregas de último quilômetro) e 
comércio local (entrega ponto a ponto) feita por todos os tipos de 
bicicletas. (Nascimento e Oliveira, 2019, on-line) 
A atividade de entregas utilizando bicicletas (Figura 9) não possui nenhum 
tipo de regulamentação de segurança ou trabalhista, sendo considerada uma 
atividade informal e trabalho intermitente. O entregador geralmente recebe por 
entrega. 
Figura 9 – Entrega com bicicleta 
 
Crédito: Creative Lab/shutterstock. 
4.3 Riscos de acidentes 
Nas atividades de transporte utilizando motocicletas e bicicletas, os 
maiores riscos de acidentes estão relacionados com o trânsito e vias públicas. 
As situações mais comuns são: quedas do mesmo nível, atropelamentos, 
colisões com outros veículos, colisões com obstáculos da via. 
Além das medidas básicas de segurança do trânsito, como respeitar a 
sinalização e os limites de velocidade e condução defensiva, motociclistas e 
ciclistas que atuam comercialmente devem utilizar todos os equipamentos de 
segurança indicados, como capacetes, luvas e coletes refletivos. 
 
 
 
18 
TEMA 5 – DRONES E VEÍCULOS AUTÔNOMOS 
Uma tendência atual na área de logística são os estudos sobre a 
utilização de veículos aéreos não tripulados (VANT) e veículos terrestres 
autônomos para o transporte de cargas e de passageiros. Muitas empresas 
anunciaram que estes métodos estariam em operação em curto prazo, porém, 
surgiram problemas técnicos e legais que impediram a sua total implantação. 
5.1 Utilização de drones para entregas 
Os drones são veículos aéreos não tripulados muito utilizados em 
atividades recreativas e em algumas atividades profissionais na área esportiva e 
de entretenimento. Segundo a ANAC (2017) “as aeronaves não tripuladas de 
peso máximo de decolagem de até 250 gramas não precisam ser cadastradas 
junto à ANAC ou identificadas”. Para o transporte de cargas, esta é uma 
limitação importante. 
Pugliese et.al (2020) descreve, em seu artigo intitulado “Usando drones 
para o processo de entrega de encomendas” (do inglês, Using drones for parcels 
delivery process), as limitações e dificuldades encontradas para operacionalizar 
esta ferramenta de logística fora dos armazéns das grandes empresas 
americanas: 
A entrega de encomendas é a fase mais cara da logística de 
distribuição. Todos os dias, vários veículos, geralmente veículos com 
motor de combustão interna, tem que atender um grande número de 
clientes distribuídos espacialmente em uma área urbana. Sua presença 
gera diversas externalidades negativas, como ruído, congestionamento 
e emissões de poluentes. Os drones se tornaram uma alternativa válida 
para apoiar o processo de entrega e diversas grandes empresas, como 
Amazon e DHL, começaram a usá-los para entregas de encomendas. 
Por um lado, os drones reduzem drasticamente as externalidadesnegativas, permitindo um processo de entrega mais sustentável. Por 
outro lado, vários aspectos técnicos devem ser cuidadosamente 
considerados. Em particular, eles têm uma resistência e capacidade de 
voo limitadas. Além disso, várias restrições relacionadas à segurança e 
área de voo devem ser consideradas. Com efeito, nem todos países 
permitem o uso de drones na área urbana. (Pugliese et.al, 2020, p. 1) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
Figura 10 – Animação de drone utilizado para transporte interno em montadora 
de automóveis 
 
Crédito: Shutter2U/Adobe Stock. 
5.2 Veículos autônomos 
Atualmente, várias gigantes da tecnologia, como Google, Uber e Tesla 
possuem protótipos, ou modelos comerciais, como a Tesla, de veículos 
automotores com a capacidade de dispensarem o condutor para transitar em 
vias públicas (Figura 11). Muitos especialistas em transporte e segurança de 
trânsito acreditam que, em poucos anos, os veículos comerciais, como ônibus, 
táxis e caminhões, não serão mais conduzidos por motoristas humanos, e sim 
por máquinas com inteligência artificial. 
Os pesquisadores Tyagi e Aswathy (2021) afirmam, no artigo “Veículos 
Inteligentes Autônomos (AIV): Declarações de pesquisa, questões em aberto, 
desafios e caminho para o futuro” (do inglês, Autonomous Intelligent Vehicles 
(AIV): Research statements, open issues, challenges and road for future), os 
veículos de transporte do futuro serão veículos inteligentes e autônomos, e a 
maior razão para que isto aconteça é a segurança. Anualmente ocorre uma 
quantidade assustadora de acidentes de trânsito no mundo, e isto tem como 
resultado uma enorme perda de vidas e de riquezas. Segundo os autores, os 
 
 
20 
erros humanos são responsáveis por mais de 80% de todos os acidentes de 
trânsito registrados. 
 Remover totalmente o fator humano desta equação ainda não é 
possível,mas os avanços nas tecnologias de inteligência artificial e inteligência 
autônoma integradas a sistemas eletrônicos de gerenciamento de trafego já 
começam a apontar nesta direção. 
Figura 11 – Representação de veículo autônomo 
 
Crédito: Metamorworks/Adobe Stock. 
 
 
21 
REFERÊNCIAS 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 15597/2010 
Requisitos de segurança para a construção e instalação de elevadores — 
Elevadores existentes — Requisitos para melhoria da segurança dos 
elevadores elétricos de passageiros e elevadores elétricos de passageiros 
e cargas. Rio de Janeiro – RJ, 2010. 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 16083/2012 
Manutenção de elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes requisitos 
para instruções de manutenção. Rio de Janeiro – RJ, 2012. 
ANAC. Agência Nacional de Aviação Civil. Regulamento Brasileiro da Aviação 
Civil Especial RBAC-E nº 94 Requisitos gerais para aeronaves não 
tripuladas de uso civil. 2017. Disponível em: Acesso em: 06 jun. 
2022. 
ANP. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Oleodutos 
de transporte e transferência. 2022ª. Disponível em: Acesso em: 06 jun. 2022. 
ANP. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 
Gasodutos de transporte. 2022b. Disponível em: 
Acesso em: 06 jun. 2022. 
ANP. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. 
Regulamento técnico de dutos terrestres para movimentação de petróleo, 
derivados e gás natural (RTDT). 2011. Disponível em: Acesso em: 
06 jun. 2022. 
 
 
 
22 
ANTT. Dutovias. 2022. Disponível em: 
Acesso em: 06 jun. 2022. 
BRASIL. GOVERNO FEDERAL. LEI Nº 12.009, DE 29 DE JULHO DE 2009. 
Regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transporte de 
passageiros, “mototaxista”, em entrega de mercadorias e em serviço 
comunitário de rua, e “motoboy”, com o uso de motocicleta, altera a Lei 
no 9.503, de 23 de setembro de 1997, para dispor sobre regras de 
segurança dos serviços de transporte remunerado de mercadorias em 
motocicletas e motonetas – moto-frete –, estabelece regras gerais para a 
regulação deste serviço e dá outras providências. 2009. Disponível em: 
 
Acesso em: 06 jun. 2022. 
CCPS. Center for Chemical Process Safety. Tubulação de gasolina 
danificada por escavação causa incêndio. 2008. Disponível em: 
 Acesso em: 06 jun. 2022. 
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básicos sobre dispositivos elétricos, segundo exigências de normas 
nbr16200:2013, nr12 e nr18. (s.d). Disponível em: Acesso 
em: 06 jun. 2022. 
IPEA. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Carta de conjuntura 
NÚMERO 55 — NOTA DE CONJUNTURA 14 — 2 ° TRIMESTRE DE 2022. 
2022. Disponível em: 
. Acesso em: 06 jun. 2022. 
IPEA. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. RADAR Tecnologia, 
Produção e Comércio Exterior Nº 67. 2021. Disponível em: 
 Acesso em: 06 jun. 2022. 
 
 
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LOBO, R. Cidades do mundo operam monotrilho suspenso. 2020. Disponível 
em: Acesso em: 06 jun. 2022. 
MCCANN, M. Deaths and Injuries Involving Elevators and Escalators. 2013. 
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