Prévia do material em texto
CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE HISTOLOGIA Jayane Carla dos Santos Rosa 52420738 Lívia Beatriz Botelho 52419564 Maria Clara Oliveira Santos 52420570 Natália Simões Mañez 52419850 Victória Marquesin 52419752 INTRODUÇÃO: Segundo Abrahamsohn (2017), o intestino delgado é composto por quatro camadas histológicas, sendo elas a mucosa, camada mais interna, a submucosa, a muscular e a serosa, camada mais externa, tendo cada uma delas uma função relacionada com a digestão e a absorção. (CARNEIRO e JUNQUEIRA, 2017) Logo, em primeira análise, a mucosa do intestino é responsável pela absorção, na qual se divide em outras três porções, sendo elas: o revestimento epitelial, a lâmina própria e muscular da mucosa. Com isso, o revestimento epitelial exerce uma barreira seletiva permeável entre o conteúdo do lúmen e os tecidos do organismo, selecionando quais substâncias irão ser absorvidas, além de facilitar o transporte do alimento, sua digestão e produzir, através de algumas células, muco para a lubrificação e proteção de tal mucosa. Já a lâmina própria, composta de tecido epitelial frouxo, vasos sanguíneos e linfáticos, fibras nervosas e musculares, preenche as vilosidades, nas quais possuem células musculares lisas que realizam a movimentação do órgão, contribuindo com a absorção. Ademais, tal camada apresenta nódulos linfoides que formam uma rede capilar, fornecendo um suporte imunológico para o intestino, no qual é bastante vulnerável por ser de epitélio simples. Enquanto que, a muscular da mucosa, feita de células musculares lisas é responsável por separar a camada mucosa da submucosa e por movimentar a camada mucosa como um todo, aumentando o contato com o alimento, crescendo as chances de absorção do conteúdo do quimo. (CARNEIRO e JUNQUEIRA, 2017) Em segunda análise, a submucosa, composta de tecido conjuntivo com vasos sanguíneos e linfáticos, nódulos linfoides e plexo nervoso submucoso, é responsável pela produção de muco através das glândulas tubulares enoveladas e ramificadas que se abrem nas glândulas intestinais, no qual protege a mucosa contra a acidez do suco gástrico e neutraliza o pH do quimo. Ademais, tal camada é importante para a vascularização da mucosa por meio do grande plexo de vasos que nutrem e retiram produtos da digestão, sendo uma zona de ramificação e distribuição para artérias e canais venosos. (JALADANKI et al., 2016) (CARNEIRO e JUNQUEIRA, 2017) Em terceira análise, a muscular é necessária para impulsionar o alimento pelo intestino por meio de ondas peristálticas contráteis, nas quais são reguladas por eventos neurais e hormonais. Além disso, essa camada é composta por vasos sanguíneos e linfáticos e células musculares lisas dispostas em uma camada circular interna enrolada e outra longitudinal externa, que apresenta um plexo nervoso mioentérico e tecido conjuntivo que impulsionam e misturam o alimento através de contrações do plexo, sendo ela bem desenvolvida. (JALADANKI et al., 2016) E por fim, a camada serosa é importante por formar uma barreira natural contra a propagação de processos inflamatórios e malignos, sendo feita por uma camada delgada de tecido conjuntivo frouxo, revestida de epitélio pavimentoso simples, o mesotélio. (JALADANKI et al., 2016) CONCLUSÃO: Em conclusão, a cadela, na qual é relatada no caso, possui seu sistema imune atacando seu próprio intestino delgado, por conta disso, as vilosidades presentes em tal órgão estão atrofiadas, porém a inflamação linfoplasmocítica presente na lâmina própria é decorrente pelo maior suporte imunológico ser encontrado em tal camada, aumentando os capilares linfáticos existentes em seu plexo, rico em macrófagos e células linfoides usados no combate ao seu organismo. Entretanto, ao atacar sua própria mucosa, o animal está tendo sua absorção de alimentos prejudicada pelo revestimento epitelial não conseguir realizar mais sua função de absorver as substâncias adequadas, além de ter sua produção de muco afetada. Além disso, pelo intestino delgado estar inflamado, ele também está dolorido, logo, quando a camada muscular fizer os movimentos peristálticos e a muscular da mucosa realizar a movimentação da mucosa o animal sentirá dores abdominais. Enquanto que, a camada serosa vai realizar seu papel de combater o avanço de processos inflamatórios. CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE MICROBIOLOGIA INTRODUÇÃO: Em primeira análise, a Salmonella spp é uma bactéria patogênica transmitida por alimentos e que causa infecções gastrointestinais. Ademais, em muitos casos, pode ser assintomática, porém quando não se observa tal situação, essa bactéria é responsável por diarreias agudas com ou sem septicemia, pneumonias, abscessos, meningites, osteomielites, celulites e conjuntivites. Entretanto, dependendo da dose infectante, da saúde do hospedeiro, sorovares e cepas, as alterações clínicas podem variar, podendo ser mais atenuadas ou severas. ( SOUZA; REGO, 2016) Sobre isso, a Salmonella spp apresenta sinais clínicos semelhantes à outros microrganismos, sendo eles, dentre os fungos: A Candida spp, na qual pode causar infecções oportunistas, principalmente em animais com o sistema imune comprometido, afetando a mucosa oral, pele e órgãos internos. (FLEURY, s.d.) A Aspergillus spp, responsável por infecções pulmonares graves. (FLEURY, s.d.) Já, dentre os vírus, a bactéria possui sinais clínicos semelhantes aos: Norovírus, autor de muitos casos de gastroenterite viral, sendo eles altamente contagiosos e ligados a surtos em locais fechados. (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, s.d.) Rotavírus, causador de gastroenterites que geram diarreias graves e desidratação. (COSTA; PIMENTEL, 2010) Em segunda análise, a Escherichia coli é uma bactéria Gram-negativa presente no trato gastrointestinal. Além disso, ela é transmitida pelo consumo de alimentos ou água contaminada. Através disso, o hospedeiro apresenta infecções entéricas graves, como diarreia aquosa ou com sangue, colite hemorrágica, doença do edema e síndrome hemolítico-urêmico, ou extra entéricas, como infecções urinárias com dor ou ardor ao urinar, meningites, pneumonias, peritonite, mastite, piometra, onfalopatias, otites e dermatites, podendo levar à uma febre baixa e persistente. (BUSH, 2024) Com isso, a Escherichia coli possui alterações clínicas semelhantes, em relação aos fungos, com: A Candida spp, na qual afeta o conduto auditivo e os sistemas digestório, urinário e tegumentar, podendo levar a lesões, como estomatites e gastrites, halitose, salivação, regurgitação, vômito, diarreia e emagrecimento. (BRITO et al., 2009) E a Aspergillus spp que são fungos ubíquos, considerados como agentes de infecções oportunistas, causando pirexia, anorexia, perda de peso, fraqueza, vômitos, alterações no sistema nervoso central, linfoadenomegalia, uveítes, poliúria e polidipsia. (COUTINHO; SANCHES, 2007) Todavia, em relação aos vírus semelhantes à Escherichia coli, há o: Rotavírus, um dos principais agentes de gastroenterite, ocasionando diarreia severa e desidratação, podendo ser transmitido em regiões com cobertura vacinal baixa. (COSTA; PIMENTEL, 2010) Parvovírus, responsável por doenças gastrointestinas, levando a febre, diarreia, vômito, letargia, perda de apetite, taquicardia e depressão, sendo ele de fácil disseminação. (DIGITALVET, s.d.) E o coronavírus, que entra no organismo do animal via fecal-oral, se replicando nas vilosidades do intestino delgado, levando a severas lesões no trato gastrointestinal. Ademais, ele é o causador de febre, letargia, anorexia, êmese, diarreia hemorrágica ou não e alterações neurológicas. (VIEIRA, 2015) E por fim, a Clostridium perfringens é uma bactéria Gram-positiva comum no intestino dos animais, nos quais podem se contaminar pela ingestão de alimentos. Desse modo, o hospedeiro pode apresentar diarreia líquida com ou sem sangue, cólica abdominal, expansão abdominal por gases, vômitos ao terem irritações no trato gastrointestinal, desidratação e letargia.(SOUZA, 2017) Desse modo, os fungos que geram alterações clínicas semelhantes ao Clostridium perfringens são: O Blastomyces dermatitidis, fungo distrófico responsável pela doença extrapulmonar, na qual pode se disseminar para outros órgãos, podendo afetar a pele e causar pneumonia. (VERGIDIS, 2023) O Histoplasma capsulatum, no qual pode ser assintomático ou evoluir e se disseminar, levando à óbito, além de causar sintomas respiratórios e gastrointestinais, como a diarreia. (VERGIDIS, 2023) E o Aspergillus spp, causador da aspergilose no sistema respiratório que gera sintomas respiratórios, além de afetar o trato gastrointestinal, através de outras espécies, nos quais levam à distúrbios gastrointestinais. (COUTINHO; SANCHES, 2007) Já em consideração aos vírus, os semelhantes são: O parvovírus canino, no qual é altamente contagioso, afetando principalmente os filhotes e animais domésticos não vacinados, levando à diarreia grave, vômitos intensos, desidratação e febre alta. (DIGITALVET, s.d.) E por último, o coronavírus canino, responsável pela enterite viral canina, podendo prejudicar o sistema respiratório e causando diarreia e vômitos.(VIEIRA, 2015) CONCLUSÃO: Logo, ao analisar a condição clínica da cadela pode se concluir que os exames laboratoriais são indispensáveis, uma vez que, vários microrganismos de origens e tipos diferentes apresentam alterações clínicas semelhantes, como é o caso da Salmonella spp e Candida spp. Com isso, é através dos exames laboratoriais, como o PCR, que foi possível identificar a presença da Clostridium perfringens e, desse modo, traçar um diagnóstico e tratamento corretos e funcionais. Além de ser essencial realizar exames adicionais, como hemograma completo, ultrassonografia abdominal ou endoscopia, para confirmar o diagnóstico. CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE IMUNOLOGIA INTRODUÇÃO: A tricuríase canina, causada pelo Trichuris vulpis, é descrita como uma importante parasitose intestinal na medicina veterinária, especialmente em áreas onde os cães transitam e vivem em locais contaminados. Entretanto, “estamos prestando muita atenção aos nematódeos cardiopulmonares e negligenciando vermes antigos como Trichuris vulpis?” (TRAVERSA, 2011, p. 32). Esse questionamento ressalta a importância de focar também em parasitas intestinais, que são frequentes e possuem impactos sérios sobre a saúde animal. No caso apresentado, o tutor da cadela notou sintomas como perda de peso progressiva, diarreia intermitente e letargia, comuns em infecções helmínticas como a tricuríase. A resposta imune contra a infecção por helmintos envolve a regulação do sistema imunológico do hospedeiro, que é modulada pelos parasitas de várias maneiras, entre elas “a regulação do sistema imunológico do hospedeiro por parasitas helmínticos” (MAIZELS & MCSORLEY, 2016, p. 670), incluindo a ativação das células T CD4+ e “a resposta Th2 é essencial para o combate a parasitas e para a reparação tecidual” (MURPHY & WEAVER, 2016, p. 312). As células dendríticas e macrófagos intestinais reconhecem trichuris vulpis por meio dos PAMPs e PRRs, iniciando a resposta imunológica inata com a liberação de citocinas pró-inflamatórias. Este mecanismo inicial é importante para atrair outras células imunológicas ao local da infecção, começando o processo de defesa, já que “a imunidade do tipo 2 exerce funções protetoras contra os parasitas e também facilita a reparação tecidual” (ALLEN & SUTHERLAND, 2014, p. 330). Assim, a produção de IL-1 e TNF-alfa atrai células adicionais e ativa as respostas de defesa iniciais. O desenvolvimento da resposta adaptativa é direcionado para um perfil Th2, com células T CD4+ diferenciando-se em células Th2 sob a influência de citocinas como IL-4 e IL-5, evidenciando que “a imunidade do tipo 2 exerce funções protetoras contra os parasitas e também facilita a reparação tecidual” (ALLEN & SUTHERLAND, 2014, p. 330). A resposta Th2, além de estimular a produção de IgE por linfócitos B, também ativa eosinófilos e mastócitos, que são fundamentais no combate aos helmintos: “as respostas Th2 auxiliam na ativação de eosinófilos e mastócitos, fundamentais para combater helmintos” (MCSORLEY & MAIZELS, 2012, p. 590). Durante a infecção, mecanismos como a liberação de proteínas tóxicas pelos eosinófilos e a degranulação dos mastócitos promovem a eliminação do parasita e a reparação tecidual, auxiliando no controle da inflamação e na proteção das estruturas intestinais. Exemplificando, “o sistema imunológico mobiliza eosinófilos que liberam substâncias tóxicas, como proteínas catiônicas, para combater o parasita” (ANTHONY et al., 2007, p. 979). Além disso, os macrófagos M2 são ativados para promover a cicatrização dos tecidos danificados, o que é essencial para a recuperação do hospedeiro. A presença de Trichuris vulpis também influencia a microbiota intestinal e gera adaptações no sistema imunológico para responder ao parasita. Esses ajustes envolvem tanto alterações epigenéticas quanto o desenvolvimento de memória imunológica, garantindo que futuras infecções sejam combatidas de forma mais eficiente, já que “a presença de Trichuris vulpis altera a microbiota e induz adaptações imunológicas” (MCSORLEY & MAIZELS, 2012, p. 601). CONCLUSÃO: Por fim, a infecção desencadeia leucocitose e eosinofilia, além de provocar aumento de proteínas de fase aguda no soro, que são marcadores de inflamação e indicam a resposta sistêmica do organismo ao parasita, visto que “a infecção provoca leucocitose e eosinofilia, além do aumento de proteínas de fase aguda” (ANTHONY et al., 2007, p. 981). Compreender tais mecanismos é essencial para desenvolver tratamentos mais eficazes e aprimorar o controle parasitário em cães. Essas respostas imunológicas combinadas mostram a complexidade e eficiência do sistema de defesa do organismo contra Trichuris vulpis e realçam a importância de estratégias preventivas e de diagnóstico em infecções helmínticas. CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE PARASITOLOGIA INTRODUÇÃO: Os exames coproparasitológicos realizados no laboratório de análises clínicas do Hospital Escola Veterinário UniMAX entre 2021 e 2023 permitiram observar a diversidade e o impacto das infecções parasitárias em várias espécies animais. As infecções por helmintos são consideradas um dos principais problemas de saúde em animais de produção e companhia, levando a perdas econômicas e de produtividade, “As parasitoses gastrintestinais representam um dos principais desafios na medicina veterinária, afetando significativamente a saúde e o bem-estar animal” (VETERINARY WORLD, 2023, p. 1045). O estudo destes dados revelou padrões distintos entre os grupos parasitários e as espécies afetadas, fornecendo informações importantes para controle e manejo de parasitoses. Dos 71 casos positivos, 85,9% foram helmintos e 14,1% protozoários. A distribuição ao longo do tempo mostrou aumento progressivo: 8 casos em 2021 (11,3%), 25 em 2022 (35,2%) e 38 em 2023 (53,5%). “Esse padrão sugere que as melhorias na detecção podem refletir um aumento real na ocorrência de parasitoses” (GETACHEW et al., 2012, p. 162). O incremento progressivo no número de diagnósticos sugere uma maior eficiência na detecção ou um aumento real na ocorrência de parasitoses. Esse padrão reflete avanços diagnósticos e uma maior consciência sobre controle sanitário. Os equinos (66,2%) foram os mais acometidos, com prevalência dos gêneros Strongylus (49,3%) e Strongyloides (29,6%). Estudos indicam que "os estrongilídeos são considerados os parasitas mais patogênicos em equinos, associados a cólicas e anemia" (SINGH et al., 2014, p. 355). Nos pequenos ruminantes, como ovinos, observou-se infecções múltiplas envolvendo Trichostrongylus, Moniezia e Eimeria em 7% dos casos. As infecções mistas em pequenos ruminantes impactam produtividade e bem-estar. Entre os animais de companhia, os cães apresentaram 9,9% dos casos, com diversidade parasitária significativa, incluindo Ancylostoma,Trichuris e Giardia. “A variabilidade de parasitas em cães urbanos está associada ao grau de exposição a ambientes contaminados” (ABD EL-GHANY, 2022, p. 647). A giardíase, relevante pelo potencial zoonótico, teve crescente prevalência, reforçando a importância da prevenção para a saúde pública. Quanto ao tipo de infecção, 43,7% foram infecções simples, como Strongylus em equinos e Giardia em cães; 39,4% duplas e 16,9% múltiplas, comuns em ovinos e equinos, indicando a complexidade do controle sanitário nessas espécies. Infecções múltiplas representam um desafio no manejo sanitário. CONCLUSÃO: A análise dos dados revelou variações sazonais, especialmente em equinos e ruminantes, influenciadas por condições climáticas que afetam o ciclo de vida dos parasitas. “As variações sazonais são fundamentais na epidemiologia das parasitoses” (TULU e LELISA, 2016, p. 3). Além disso, o uso de técnicas como flotação e sedimentação foi essencial para a identificação dos parasitas. Programas de monitoramento parasitológico são essenciais para controle e prevenção de perdas. Este estudo destaca a importância do monitoramento contínuo e de estratégias específicas para cada espécie animal. “A compreensão dos padrões de ocorrência parasitária é essencial para práticas veterinárias mais assertivas e para a saúde pública, reduzindo riscos de zoonoses e garantindo um ambiente seguro” (WADHAWA et al., 2011, p. 417). CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE ANATOMIA INTRODUÇÃO: Em relação a estratigrafia da parede intestinal de um cão, ela é composta por quatro camadas principais, que, do lúmen para fora, são: Mucosa: camada mais interna, responsável pela absorção de nutrientes, na qual contém células epiteliais e vilosidades, que aumentam a superfície de contato. Submucosa: uma camada de tecido conjuntivo que dá suporte à mucosa e apresenta vasos sanguíneos e linfáticos, além de nervos. Muscular própria: composta por uma camada interna de fibras musculares circulares e uma camada externa de fibras musculares longitudinais. Esta camada é responsável pelos movimentos peristálticos que impulsionam o conteúdo ao longo do trato intestinal. Serosa: camada externa que reveste o intestino, protegendo e lubrificando as superfícies externas do órgão. Já a divisão anatômica dos intestinos de um cão inclui: Intestino delgado: dividido em três partes – duodeno, jejuno e íleo. O duodeno recebe o conteúdo do estômago, juntamente com as secreções biliares e pancreáticas, enquanto o jejuno e o íleo são responsáveis pela maior parte da absorção de nutrientes (BATISTA et al., 2021). Intestino grosso: também dividido em três regiões – ceco, cólon e reto. O ceco recebe o conteúdo do intestino delgado, o cólon absorve água e forma as fezes, e o reto é a porção final que conduz à eliminação fecal. No ultrassom abdominal, o espessamento difuso da parede intestinal pode indicar processos inflamatórios ou infecciosos. A identificação dessas camadas no exame ultrassonográfico é feita pela visualização de suas diferentes ecogenicidades, sendo a mucosa geralmente hipoecoica, a submucosa hiperecoica, e a muscular e serosa com características ecogênicas específicas (ALENCAR et al., 2021; BATISTA et al., 2021). CONCLUSÃO: Portanto, a parede intestinal é dividida em mucosa, responsável pela absorção, a submucosa, na qual dá suporte à mucosa, a muscular própria, importante por fazer os movimentos peristálticos, e a serosa, na qual protege e lubrifica a área externa do órgão. Com isso, essas camadas são diferenciadas no ultrassom pelas suas diferenças ecogênicas. Ademais, em relação a divisão anatômica, o intestino se divide em: intestino delgado, se subdividindo em duodeno, jejuno e íleo, e intestino grosso, que se reparte em ceco, cólon e reto. CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE CUIDADO ANIMAL INTEGRADO INTRODUÇÃO: A giardíase é uma infecção intestinal causada pelo protozoário Giardia lamblia, afetando animais domésticos, selvagens e humanos, e é considerada uma zoonose pela OMS desde 1979. A tricuríase, por sua vez, é provocada por parasitas do gênero Trichuris, como Trichuris vulpis, e é conhecida como "doença do verme do chicote". O Trichuris vulpis habita o intestino de cães, especialmente no ceco (Sá et. al. 2021). A enteropatia crônica multifatorial é uma condição intestinal caracterizada por uma inflamação persistente, resultante de uma combinação de fatores genéticos, imunológicos e ambientais, além de infecções como as causadas por parasitas. Os principais sintomas incluem diarreia crônica, perda de peso e má absorção de nutrientes (GUILFORD; STOKES; FISCHER, 2011). A infecção por Giardia spp. e Trichuris vulpis em cães e gatos com enteropatia crônica multifatorial exige uma abordagem detalhada para manejo ambiental e tratamento, pois podem agravar quadros de tal enteropatia, tornando necessário um manejo específico tanto do ambiente quanto do tratamento dos animais afetados (FERREIRA et al., 2021, p. 3). Esses parasitas influenciam negativamente a saúde intestinal e, no caso de infecções prolongadas ou de alta carga parasitária, podem intensificar os sintomas gastrointestinais, como diarreia, perda de peso, vômitos e inapetência, dificultando no controle dos sintomas da enteropatia, devido à inflamação e ao dano tecidual causados pelos parasitas (TRAVERSA et al., 2015). Dessa forma, é necessário um manejo ambiental e clínico específico para cada parasitose em cada animal para reduzir os riscos de reinfecção e melhorar a qualidade de vida do animal. Para o controle de infecções causadas por Giardia spp. e Trichuris vulpis, é essencial implementar práticas rigorosas de higiene e saneamento, uma vez que Giardia spp. possui alta transmissibilidade em ambientes contaminados com água ou superfícies sujas. Dessa forma, recomenda-se o uso de desinfetantes adequados, além da limpeza frequente dos locais de permanência e alimentação dos animais. A remoção imediata das fezes também é indispensável, pois reduz a presença de ovos de Trichuris vulpis e cistos de Giardia, que podem persistir em locais úmidos por períodos prolongados (ZIMMERMAN; WALTHER, 2012). Além disso, o controle da umidade do ambiente é relevante, considerando que ovos e cistos desses parasitas sobrevivem mais tempo em condições úmidas. Assim, evitar a formação de poças e lama nos locais de convivência dos animais é uma medida eficaz para prevenir infecções recorrentes (OLSON; LEVESQUE; GUSTAFSON, 2000). O tratamento antiparasitário para Giardia spp. e Trichuris vulpis envolve medicamentos específicos, como metronidazol e fenbendazol para Giardia, recomendados por um período de 5 a 7 dias (LEAHY; MONTGOMERY; JACOB, 2007). Para Trichuris vulpis, o febantel e o pamoato de pirantel são as opções mais utilizadas, muitas vezes em esquemas prolongados para evitar reinfestações (LAGUNA; PÉREZ; ARANDA, 2015). A necessidade de tratamento repetido ou rotativo é comum em casos de reinfecção, sendo essencial para garantir eficácia contínua contra essas parasitoses. O suporte nutricional, como dieta rica em fibras e uso de probióticos, também pode ajudar a restaurar a microbiota intestinal e melhorar os sintomas gastrointestinais associados às infecções (ALLENSPACH et al., 2007). Em ambientes onde há mais animais, a recomendação é manter o animal infectado em isolamento temporário para prevenir a disseminação das infecções. Além disso, para proteger os cuidadores e tutores, é indicado o uso de luvas durante a limpeza de áreas contaminadas e a lavagem das mãos após o manuseio do animal (ZIMMERMAN; WALTHER, 2012). CONCLUSÃO: Portanto, a presença de ambientes úmidos e mal drenados favorece a persistência dos ovos e cistos, aumentando a chance de reinfecção. Ademais, a combinação de terapias antiparasitárias com o controle ambiental adequado tem se mostrado eficaz na redução da carga parasitária e na melhoria da saúde dos cães afetados. REFERÊNCIAS: ABD EL-GHANY, W.A. An updated insight into thegastrointestinal helminthoses of poultry: a review. Annals of Parasitology, 2022. Disponível em: https://annals-parasitology.eu/archive_2001_2022/2022-68-4_645.pdf. Acesso em 2 out. 2024. ALENCAR, Gisele de Lacerda et al. Characterization of fruit and seed morphophysiology of Lecythis pisonis Cambess (Lecythidaceae) and implications for seedling recruitment in the Amazon Forest. Acta Amazonica, v. 51, n. 1, p. 23-34, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aa/a/FmTsqrgg7rr6bvQm65rcj7L/ . Acesso em: 15 out. 2024. ALLEN, J. E.; SUTHERLAND, T. E. Host protective roles of type 2 immunity: parasite killing and tissue repair, flip sides of the same coin. Seminars in Immunology, v. 26, n. 4, p. 329-338, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.smim.2014.06.003. Acesso em: 18 out. 2024. ANTHONY, R. M. et al. Protective immune mechanisms in helminth infection. Nature Reviews Immunology, v. 7, n. 12, p. 975-987, 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1038/nri2199. Acesso em: 20 out. 2024. BATISTA, Marcela Lúcia Aparecida et al. Evaluation of the bactericidal effect of chlorhexidine gluconate on biofilms of Staphylococcus aureus and Streptococcus mutans isolated from dogs. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 73, n. 1, p. 15-22, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/abmvz/a/33tVHMchZcfp6S5gdYzMpQm/ . Acesso em: 15 out. 2024. BRASIL. Ministério da Saúde. Zoonoses e doenças de transmissão vetorial. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br. Acesso em: 28 out. 2024. BUSH, Larry M. Infecções por Escherichia coli. Manual MSD, 2024. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es -bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/infec%C3%A7%C3%B5es-por-escherichia-c oli. Acesso em: 29 out. 2024. CINBALAB. Giardia e Trichuris em animais domésticos: diagnóstico e controle. CINBALAB. Disponível em: https://www.cinbalab.com.br. Acesso em: 28 out. 2024. https://annals-parasitology.eu/archive_2001_2022/2022-68-4_645.pdf https://annals-parasitology.eu/archive_2001_2022/2022-68-4_645.pdf https://www.scielo.br/j/aa/a/FmTsqrgg7rr6bvQm65rcj7L/ https://doi.org/10.1016/j.smim.2014.06.003 https://doi.org/10.1038/nri2199 https://doi.org/10.1038/nri2199 https://www.scielo.br/j/abmvz/a/33tVHMchZcfp6S5gdYzMpQm/ https://www.scielo.br/j/abmvz/a/33tVHMchZcfp6S5gdYzMpQm/ https://www.gov.br/saude/pt-br https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/infec%C3%A7%C3%B5es-por-escherichia-coli https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/infec%C3%A7%C3%B5es-por-escherichia-coli https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/infec%C3%A7%C3%B5es-por-escherichia-coli https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/infec%C3%A7%C3%B5es-por-escherichia-coli https://www.cinbalab.com.br/ CONGRESSO HVM. Enteropatia crônica: diagnóstico e manejo. Disponível em: https://congressohvm.com. Acesso em: 29 out. 2024. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA (CFMV). Controle de parasitas intestinais em pequenos animais. Disponível em: https://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 28 out. 2024. COSTA, Cristóvão A.; PIMENTEL, Renah B. Q. Detecção de rotavírus em um cão doméstico na cidade de Manaus-AM. Scielo, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aa/a/HzLX6zs9XT595FwxvrHJmyc/ . Acesso em: 29 out. 2024. COUTINHO, Selene D. A., SANCHES, Priscila P. Aspergilose em cães- revisão. Repositório UNIP, 2020. Disponível em: https://repositorio.unip.br/wp-content/uploads/2020/12/V25_N4_2007_p391-398.pdf. Acesso em: 29 out. 2024. DIGITALVET. Doenças Gastrointestinais em Cães. DIGITALVET. Disponível em: https://digitalvet.com.br/doencas-gastrointestinais-em-caes/. Acesso em: 29 out. 2024 FEITOSA, Catherine Biondo. Caracterização de Escherichia coli isoladas de fezes de animais de companhia. Universidade Santo Amaro, 2021. Disponível em: https://dspace.unisa.br/server/api/core/bitstreams/5370449f-453f-46ba-826d-70b7a673c134/ content. Acesso em: 29 out. 2024. FERREIRA, M. C.; ARAÚJO, A. M. M.; SILVA, M. P.; DA COSTA, J. R. Enteropatia crônica em cães: relato de caso e revisão da literatura. Revista Brasileira de Medicina Veterinária, v. 43, n. 3, p. 1-8, 2021. Disponível em: http://revistabrazilianvet.com.br/article/enteropatia-cronica-em-caes-relato-de-caso-e-revisao -da-literatura. Acesso em: 03 nov. 2024. FLEURY. Alterações hematológicas nas infecções fúngicas. Manuais Diagnósticos. Disponível em: https://www.fleury.com.br/medico/manuais-diagnosticos/alteracoes-hematologicas-em-proce ssos-infecciosos/alteracoes-hematologicas-nas-infeccoes-fungicas/. Acesso em: 2 nov. 2024. GETACHEW, H., GUADU, T., FENTAHUN, T., et al. Small ruminant hydatidosis: occurrence and economic importance in Addis Ababa abattoir. Global Veterinaria, 8: 160–167, 2012. Disponível em: https://congressohvm.com/ https://congressohvm.com/ https://www.cfmv.gov.br/ https://www.scielo.br/j/aa/a/HzLX6zs9XT595FwxvrHJmyc/ https://www.scielo.br/j/aa/a/HzLX6zs9XT595FwxvrHJmyc/ https://repositorio.unip.br/wp-content/uploads/2020/12/V25_N4_2007_p391-398.pdf https://repositorio.unip.br/wp-content/uploads/2020/12/V25_N4_2007_p391-398.pdf https://digitalvet.com.br/doencas-gastrointestinais-em-caes/ https://digitalvet.com.br/doencas-gastrointestinais-em-caes/ https://dspace.unisa.br/server/api/core/bitstreams/5370449f-453f-46ba-826d-70b7a673c134/content https://dspace.unisa.br/server/api/core/bitstreams/5370449f-453f-46ba-826d-70b7a673c134/content https://dspace.unisa.br/server/api/core/bitstreams/5370449f-453f-46ba-826d-70b7a673c134/content http://revistabrazilianvet.com.br/article/enteropatia-cronica-em-caes-relato-de-caso-e-revisao-da-literatura http://revistabrazilianvet.com.br/article/enteropatia-cronica-em-caes-relato-de-caso-e-revisao-da-literatura http://revistabrazilianvet.com.br/article/enteropatia-cronica-em-caes-relato-de-caso-e-revisao-da-literatura https://www.fleury.com.br/medico/manuais-diagnosticos/alteracoes-hematologicas-em-processos-infecciosos/alteracoes-hematologicas-nas-infeccoes-fungicas/ https://www.fleury.com.br/medico/manuais-diagnosticos/alteracoes-hematologicas-em-processos-infecciosos/alteracoes-hematologicas-nas-infeccoes-fungicas/ https://www.fleury.com.br/medico/manuais-diagnosticos/alteracoes-hematologicas-em-processos-infecciosos/alteracoes-hematologicas-nas-infeccoes-fungicas/ https://www.dovepress.com/epidemiology-of-gastrointestinal-parasites-of-cattle-in-and-around-hos-peer-reviewed-fulltext-article-VMRR https://www.dovepress.com/epidemiology-of-gastrointestinal-parasites-of-cattle-in-and-aroun d-hos-peer-reviewed-fulltext-article-VMRR. . Acesso em 2 out. 2024. GUILFORD, W. G.; STOKES, J. E.; FISCHER, A. T. Chronic enteropathies in dogs: an evidence-based approach to treatment. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 25, n. 2, p. 224-230, 2011. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/. Acesso em: 3 nov. 2024. HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Norovírus: quais são os sintomas e como ocorre a infecção? Vida Saudável. Disponível em: https://vidasaudavel.einstein.br/norovirus-quais-sao-os-sintomas-e-como-ocorre-a-infeccao/. Acesso em: 2 nov. 2024. JALADANKI, R. N.; WANG, J.; GRANGER, D. N. Regulation of gastrointestinal mucosal growth. 2. Ed. Morgan & Claypool, 2016. JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia básica texto e atlas. 13. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. LAGUNA, J. M.; PÉREZ, J. C.; ARANDA, C. Evaluation of efficacy of mebendazole and fenbendazole against Trichuris vulpis in dogs. Veterinary Parasitology, v. 214, n. 3-4, p. 197-200, 2015. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/. Acesso em: 1 nov. 2024. LEAHY, E.; MONTGOMERY, J.; JACOB, M. Giardiasis: a zoonotic threat. Journal of Small Animal Practice, v. 48, n. 10, p. 546-551,2007. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/. Acesso em: 3 nov. 2024. LIMA, Juliana R. G.; RODRIGUES, Marcia C. B. Infecções por Clostridium spp. em cães: Revisão de literatura. Revista Brasileira de Ciência Veterinária, v. 27, n. 3, p. 161-168, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cr/a/44ZTtPj7mxL4HMvxrYXL4Sb/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 2 nov. 2024. MAIZELS, R. M.; MCSORLEY, H. J. Regulation of the host immune system by helminth parasites. Journal of Allergy and Clinical Immunology, v. 138, n. 3, p. 666-675, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jaci.2016.07.007. Acesso em: 12 out. 2024. MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de controle de zoonoses em animais domésticos. Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br. Acesso em: 1 nov. 2024. https://www.dovepress.com/epidemiology-of-gastrointestinal-parasites-of-cattle-in-and-around-hos-peer-reviewed-fulltext-article-VMRR https://www.dovepress.com/epidemiology-of-gastrointestinal-parasites-of-cattle-in-and-around-hos-peer-reviewed-fulltext-article-VMRR https://onlinelibrary.wiley.com/ https://vidasaudavel.einstein.br/norovirus-quais-sao-os-sintomas-e-como-ocorre-a-infeccao/ https://vidasaudavel.einstein.br/norovirus-quais-sao-os-sintomas-e-como-ocorre-a-infeccao/ https://www.sciencedirect.com/ https://onlinelibrary.wiley.com/ https://onlinelibrary.wiley.com/ https://www.scielo.br/j/cr/a/44ZTtPj7mxL4HMvxrYXL4Sb/?lang=pt&format=pdf https://www.scielo.br/j/cr/a/44ZTtPj7mxL4HMvxrYXL4Sb/?lang=pt&format=pdf https://doi.org/10.1016/j.jaci.2016.07.007 https://www.gov.br/agricultura/pt-br MARQUES, M. L. et al. Doença inflamatória intestinal: revisão. Pubvet, v. 15, n. 12, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.31533/pubvet.v15n12a977.1-10. Acesso em: 03 nov. 2024. MCSORLEY, H. J.; MAIZELS, R. M. Helminth infections and host immune regulation. Clinical Microbiology Reviews, v. 25, n. 4, p. 585-608, 2012. Disponível em: https://doi.org/10.1128/CMR.05040-11. Acesso em: 15 out. 2024. MURPHY, K. M.; WEAVER, C. Janeway’s Immunobiology. 9. ed. New York: Garland Science, 2016. Disponível em: https://www.garlandscience.com. Acesso em: 22 out. 2024. PUBVET, Rio de Janeiro, v. 15, n. 6, p. 1–8, 2021. Disponível em: https://www.pubvet.com.br/artigo/7836/giardiacutease-e-a-sua-relevacircncia-na-sauacutede . Acesso em: 28 out. de 2024. SÁ, Felipe de Paula et al. Giardíase e a sua relevância na saúde pública: revisão. SINGH, S., MALHOTRA, P., SINGLA, L. Fatal natural infection with microfilariae of Setaria species in a cattle bull. Progressive Research, 9(1): 355-356, 2014. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/264311957_FATAL_NATURAL_INFECTION_WITH _MICROFILARIAE_OF_SETARIA_SPECIES_IN_A_CATTLE_BULL. Acesso em 2 out. 2024 SOUZA, Alessandra I; REGO, Rodrigo F. Doenças infecciosas e parasitárias e o desenvolvimento de atividades educativas e de prevenção no contexto da Atenção Primária à Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 21, n. 6, p. 1849-1858, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/vzk44zy3zYQxMD5YN38jY4s/. Acesso em: 2 nov. 2024. SOUZA, Lucas T. Clostridium Perfringens: Uma Revisão. Universidade Federal de Minas Gerais, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/FAMM-BDFUYY/1/clostridium_perfringens_uma_r evis_o___lucas_teixeira_souza.pdf. Acesso em: 29 out. 2024. THE CENTER FOOD SECURITY & PUBLIC HEALTH. Salmonelose. The Center Food Security & Public Health, 2013. Disponível em: https://www.cfsph.iastate.edu/Factsheets/pt/salmonella-nontyphoidal-PT.pdf. Acesso em: 29 out. 2024. TRAVERSA, D. Are we paying too much attention to cardiopulmonar nematodes and neglecting old-fashioned worms like Trichuris vulpis? Parasites & Vectors, v. 4, n. 1, p. https://doi.org/10.31533/pubvet.v15n12a977.1-10 https://doi.org/10.1128/CMR.05040-11 https://doi.org/10.1128/CMR.05040-11 https://www.garlandscience.com/ https://www.pubvet.com.br/artigo/7836/giardiacutease-e-a-sua-relevacircncia-na-sauacutede https://www.pubvet.com.br/artigo/7836/giardiacutease-e-a-sua-relevacircncia-na-sauacutede https://www.researchgate.net/publication/264311957_FATAL_NATURAL_INFECTION_WITH_MICROFILARIAE_OF_SETARIA_SPECIES_IN_A_CATTLE_BULL https://www.researchgate.net/publication/264311957_FATAL_NATURAL_INFECTION_WITH_MICROFILARIAE_OF_SETARIA_SPECIES_IN_A_CATTLE_BULL https://www.scielo.br/j/csc/a/vzk44zy3zYQxMD5YN38jY4s/ https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/FAMM-BDFUYY/1/clostridium_perfringens_uma_revis_o___lucas_teixeira_souza.pdf https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/FAMM-BDFUYY/1/clostridium_perfringens_uma_revis_o___lucas_teixeira_souza.pdf https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/FAMM-BDFUYY/1/clostridium_perfringens_uma_revis_o___lucas_teixeira_souza.pdf https://www.cfsph.iastate.edu/Factsheets/pt/salmonella-nontyphoidal-PT.pdf https://www.cfsph.iastate.edu/Factsheets/pt/salmonella-nontyphoidal-PT.pdf 32, 2011. Disponível em: https://parasitesandvectors.biomedcentral.com/articles/10.1186/1756-3305-4-32 . Acesso em: 10 out. 2024. TRAVERSA, D. et al. Intestinal parasites in dogs from Italian kennels: characterization of Giardia duodenalis and risk factors. Veterinary Parasitology, v. 214, n. 1-2, p. 116-123, 2015. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/. Acesso em: 1 nov. 2024. TULU, D., LELISA, K. A study on major gastro-intestinal Helminths parasites of cattle in Tulo District, West Hararghe Zone, South-Eastern Ethiopia. Austin Journal Veterinary Sci Animal Husbandry, 3: 3–6, 2016. Disponível em: https://www.cambridge.org/core/journals/journal-of-helminthology/article/setaria-digitata-infec tions-in-cattle-parasite-load-microfilaraemia-status-and-relationship-to-immune-response/85 991002B52BD29984FC5F86A804FC6E. Acesso em: 2 out. 2024 VERGIDIS, Paschalis. Blastomicose. Manual MSD, 2023. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/blastomic ose. Acesso em: 29 out. 2024. VERGIDIS, Paschalis. Histoplasmose. Manual MSD, 2023. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/histoplas mose. Acesso em; 29 out. 2024. VETERINARY WORLD. Gastrointestinal helminth parasites of pets: Retrospective study at the veterinary teaching hospital, IPB University, Bogor, Indonesia. Veterinary World, v. 16, n. 5, p. 1045-1050, 2023. Disponível em: https://www.veterinaryworld.org/Vol.16/May-2023/17.pdf. Acesso em: 2 de outubro de 2024. VETJR. Giardíase e a importância de um manejo sanitário adequado. VETJR. Disponível em: https://www.vetjr.com/post/giard%C3%ADase-e-a-import%C3%A2ncia-de-um-manejo-sanit %C3%A1rio-adequado#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20uma%20doen% C3%A7a,frequentemente%20acomete%20canis%20e%20gatis. Acesso em: 29 out. 2024. VIEIRA, Flávia V. Coronavírus Canino (CCoV) Isolamento e Detecção Molecular em Amostras Clínicas. Universidade Estadual Paulista, 2015. Disponível em: http://www2.fmva.unesp.br/Home/pos-graduacao/mestrado-doutorado/flavia-volpato-vieira--- me.pdf. Acesso em: 29 out. 2024. https://parasitesandvectors.biomedcentral.com/articles/10.1186/1756-3305-4-32 https://parasitesandvectors.biomedcentral.com/articles/10.1186/1756-3305-4-32 https://www.sciencedirect.com/ https://www.cambridge.org/core/journals/journal-of-helminthology/article/setaria-digitata-infections-in-cattle-parasite-load-microfilaraemia-status-and-relationship-to-immune-response/85991002B52BD29984FC5F86A804FC6E https://www.cambridge.org/core/journals/journal-of-helminthology/article/setaria-digitata-infections-in-cattle-parasite-load-microfilaraemia-status-and-relationship-to-immune-response/85991002B52BD29984FC5F86A804FC6E https://www.cambridge.org/core/journals/journal-of-helminthology/article/setaria-digitata-infections-in-cattle-parasite-load-microfilaraemia-status-and-relationship-to-immune-response/85991002B52BD29984FC5F86A804FC6E https://www.cambridge.org/core/journals/journal-of-helminthology/article/setaria-digitata-infections-in-cattle-parasite-load-microfilaraemia-status-and-relationship-to-immune-response/85991002B52BD29984FC5F86A804FC6Ehttps://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/blastomicose https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/blastomicose https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/blastomicose https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/histoplasmose https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/histoplasmose https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/fungos/histoplasmose https://www.veterinaryworld.org/Vol.16/May-2023/17.pdf https://www.veterinaryworld.org/Vol.16/May-2023/17.pdf https://www.vetjr.com/post/giard%C3%ADase-e-a-import%C3%A2ncia-de-um-manejo-sanit%C3%A1rio-adequado#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,frequentemente%20acomete%20canis%20e%20gatis https://www.vetjr.com/post/giard%C3%ADase-e-a-import%C3%A2ncia-de-um-manejo-sanit%C3%A1rio-adequado#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,frequentemente%20acomete%20canis%20e%20gatis https://www.vetjr.com/post/giard%C3%ADase-e-a-import%C3%A2ncia-de-um-manejo-sanit%C3%A1rio-adequado#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,frequentemente%20acomete%20canis%20e%20gatis https://www.vetjr.com/post/giard%C3%ADase-e-a-import%C3%A2ncia-de-um-manejo-sanit%C3%A1rio-adequado#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,frequentemente%20acomete%20canis%20e%20gatis http://www2.fmva.unesp.br/Home/pos-graduacao/mestrado-doutorado/flavia-volpato-vieira---me.pdf http://www2.fmva.unesp.br/Home/pos-graduacao/mestrado-doutorado/flavia-volpato-vieira---me.pdf http://www2.fmva.unesp.br/Home/pos-graduacao/mestrado-doutorado/flavia-volpato-vieira---me.pdf WADHAWA, A., TANWAR, R.K., SINGLA, L.D., et al. Prevalence of gastrointestinal helminths in cattle and buffaloes in Bikaner, Rajasthan, India. Veterinary World, 4: 417–419, 2011. Disponível em: http://www.veterinaryworld.org/Vol.9/June-2016/1.html. Acesso em: 2 out. 2024 ZIMMERMAN, K. L.; WALTHER, M. S. Giardia and Trichuris control in multi-animal households. Journal of Feline Medicine and Surgery, v. 7, n. 5, p. 297-306, 2012. Disponível em: https://journals.sagepub.com/. Acesso em: 1 nov. 2024. http://www.veterinaryworld.org/Vol.9/June-2016/1.html https://journals.sagepub.com/