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CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE HISTOLOGIA
Jayane Carla dos Santos Rosa 52420738
Lívia Beatriz Botelho 52419564
Maria Clara Oliveira Santos 52420570
Natália Simões Mañez 52419850
Victória Marquesin 52419752
INTRODUÇÃO:
Segundo Abrahamsohn (2017), o intestino delgado é composto por quatro camadas histológicas,
sendo elas a mucosa, camada mais interna, a submucosa, a muscular e a serosa, camada mais
externa, tendo cada uma delas uma função relacionada com a digestão e a absorção. (CARNEIRO e
JUNQUEIRA, 2017)
Logo, em primeira análise, a mucosa do intestino é responsável pela absorção, na qual se divide em
outras três porções, sendo elas: o revestimento epitelial, a lâmina própria e muscular da mucosa.
Com isso, o revestimento epitelial exerce uma barreira seletiva permeável entre o conteúdo do
lúmen e os tecidos do organismo, selecionando quais substâncias irão ser absorvidas, além de
facilitar o transporte do alimento, sua digestão e produzir, através de algumas células, muco para a
lubrificação e proteção de tal mucosa. Já a lâmina própria, composta de tecido epitelial frouxo, vasos
sanguíneos e linfáticos, fibras nervosas e musculares, preenche as vilosidades, nas quais possuem
células musculares lisas que realizam a movimentação do órgão, contribuindo com a absorção.
Ademais, tal camada apresenta nódulos linfoides que formam uma rede capilar, fornecendo um
suporte imunológico para o intestino, no qual é bastante vulnerável por ser de epitélio simples.
Enquanto que, a muscular da mucosa, feita de células musculares lisas é responsável por separar a
camada mucosa da submucosa e por movimentar a camada mucosa como um todo, aumentando o
contato com o alimento, crescendo as chances de absorção do conteúdo do quimo. (CARNEIRO e
JUNQUEIRA, 2017)
Em segunda análise, a submucosa, composta de tecido conjuntivo com vasos sanguíneos e
linfáticos, nódulos linfoides e plexo nervoso submucoso, é responsável pela produção de muco
através das glândulas tubulares enoveladas e ramificadas que se abrem nas glândulas intestinais, no
qual protege a mucosa contra a acidez do suco gástrico e neutraliza o pH do quimo. Ademais, tal
camada é importante para a vascularização da mucosa por meio do grande plexo de vasos que
nutrem e retiram produtos da digestão, sendo uma zona de ramificação e distribuição para artérias e
canais venosos. (JALADANKI et al., 2016) (CARNEIRO e JUNQUEIRA, 2017)
Em terceira análise, a muscular é necessária para impulsionar o alimento pelo intestino por meio de
ondas peristálticas contráteis, nas quais são reguladas por eventos neurais e hormonais. Além disso,
essa camada é composta por vasos sanguíneos e linfáticos e células musculares lisas dispostas em
uma camada circular interna enrolada e outra longitudinal externa, que apresenta um plexo nervoso
mioentérico e tecido conjuntivo que impulsionam e misturam o alimento através de contrações do
plexo, sendo ela bem desenvolvida. (JALADANKI et al., 2016)
E por fim, a camada serosa é importante por formar uma barreira natural contra a propagação de
processos inflamatórios e malignos, sendo feita por uma camada delgada de tecido conjuntivo
frouxo, revestida de epitélio pavimentoso simples, o mesotélio. (JALADANKI et al., 2016)
CONCLUSÃO:
Em conclusão, a cadela, na qual é relatada no caso, possui seu sistema imune atacando seu próprio
intestino delgado, por conta disso, as vilosidades presentes em tal órgão estão atrofiadas, porém a
inflamação linfoplasmocítica presente na lâmina própria é decorrente pelo maior suporte
imunológico ser encontrado em tal camada, aumentando os capilares linfáticos existentes em seu
plexo, rico em macrófagos e células linfoides usados no combate ao seu organismo. Entretanto, ao
atacar sua própria mucosa, o animal está tendo sua absorção de alimentos prejudicada pelo
revestimento epitelial não conseguir realizar mais sua função de absorver as substâncias adequadas,
além de ter sua produção de muco afetada. Além disso, pelo intestino delgado estar inflamado, ele
também está dolorido, logo, quando a camada muscular fizer os movimentos peristálticos e a
muscular da mucosa realizar a movimentação da mucosa o animal sentirá dores abdominais.
Enquanto que, a camada serosa vai realizar seu papel de combater o avanço de processos
inflamatórios.
CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE MICROBIOLOGIA
INTRODUÇÃO:
Em primeira análise, a Salmonella spp é uma bactéria patogênica transmitida por alimentos e que
causa infecções gastrointestinais. Ademais, em muitos casos, pode ser assintomática, porém quando
não se observa tal situação, essa bactéria é responsável por diarreias agudas com ou sem septicemia,
pneumonias, abscessos, meningites, osteomielites, celulites e conjuntivites. Entretanto, dependendo
da dose infectante, da saúde do hospedeiro, sorovares e cepas, as alterações clínicas podem variar,
podendo ser mais atenuadas ou severas. ( SOUZA; REGO, 2016)
Sobre isso, a Salmonella spp apresenta sinais clínicos semelhantes à outros microrganismos, sendo
eles, dentre os fungos:
A Candida spp, na qual pode causar infecções oportunistas, principalmente em animais com o
sistema imune comprometido, afetando a mucosa oral, pele e órgãos internos. (FLEURY, s.d.)
A Aspergillus spp, responsável por infecções pulmonares graves. (FLEURY, s.d.)
Já, dentre os vírus, a bactéria possui sinais clínicos semelhantes aos:
Norovírus, autor de muitos casos de gastroenterite viral, sendo eles altamente contagiosos e ligados
a surtos em locais fechados. (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, s.d.)
Rotavírus, causador de gastroenterites que geram diarreias graves e desidratação. (COSTA;
PIMENTEL, 2010)
Em segunda análise, a Escherichia coli é uma bactéria Gram-negativa presente no trato
gastrointestinal. Além disso, ela é transmitida pelo consumo de alimentos ou água contaminada.
Através disso, o hospedeiro apresenta infecções entéricas graves, como diarreia aquosa ou com
sangue, colite hemorrágica, doença do edema e síndrome hemolítico-urêmico, ou extra entéricas,
como infecções urinárias com dor ou ardor ao urinar, meningites, pneumonias, peritonite, mastite,
piometra, onfalopatias, otites e dermatites, podendo levar à uma febre baixa e persistente. (BUSH,
2024)
Com isso, a Escherichia coli possui alterações clínicas semelhantes, em relação aos fungos, com:
A Candida spp, na qual afeta o conduto auditivo e os sistemas digestório, urinário e tegumentar,
podendo levar a lesões, como estomatites e gastrites, halitose, salivação, regurgitação, vômito,
diarreia e emagrecimento. (BRITO et al., 2009)
E a Aspergillus spp que são fungos ubíquos, considerados como agentes de infecções oportunistas,
causando pirexia, anorexia, perda de peso, fraqueza, vômitos, alterações no sistema nervoso central,
linfoadenomegalia, uveítes, poliúria e polidipsia. (COUTINHO; SANCHES, 2007)
Todavia, em relação aos vírus semelhantes à Escherichia coli, há o:
Rotavírus, um dos principais agentes de gastroenterite, ocasionando diarreia severa e desidratação,
podendo ser transmitido em regiões com cobertura vacinal baixa. (COSTA; PIMENTEL, 2010)
Parvovírus, responsável por doenças gastrointestinas, levando a febre, diarreia, vômito, letargia,
perda de apetite, taquicardia e depressão, sendo ele de fácil disseminação. (DIGITALVET, s.d.)
E o coronavírus, que entra no organismo do animal via fecal-oral, se replicando nas vilosidades do
intestino delgado, levando a severas lesões no trato gastrointestinal. Ademais, ele é o causador de
febre, letargia, anorexia, êmese, diarreia hemorrágica ou não e alterações neurológicas. (VIEIRA,
2015)
E por fim, a Clostridium perfringens é uma bactéria Gram-positiva comum no intestino dos animais,
nos quais podem se contaminar pela ingestão de alimentos. Desse modo, o hospedeiro pode
apresentar diarreia líquida com ou sem sangue, cólica abdominal, expansão abdominal por gases,
vômitos ao terem irritações no trato gastrointestinal, desidratação e letargia.(SOUZA, 2017)
Desse modo, os fungos que geram alterações clínicas semelhantes ao Clostridium perfringens são:
O Blastomyces dermatitidis, fungo distrófico responsável pela doença extrapulmonar, na qual pode
se disseminar para outros órgãos, podendo afetar a pele e causar pneumonia. (VERGIDIS, 2023)
O Histoplasma capsulatum, no qual pode ser assintomático ou evoluir e se disseminar, levando à
óbito, além de causar sintomas respiratórios e gastrointestinais, como a diarreia. (VERGIDIS, 2023)
E o Aspergillus spp, causador da aspergilose no sistema respiratório que gera sintomas respiratórios,
além de afetar o trato gastrointestinal, através de outras espécies, nos quais levam à distúrbios
gastrointestinais. (COUTINHO; SANCHES, 2007)
Já em consideração aos vírus, os semelhantes são:
O parvovírus canino, no qual é altamente contagioso, afetando principalmente os filhotes e animais
domésticos não vacinados, levando à diarreia grave, vômitos intensos, desidratação e febre alta.
(DIGITALVET, s.d.)
E por último, o coronavírus canino, responsável pela enterite viral canina, podendo prejudicar o
sistema respiratório e causando diarreia e vômitos.(VIEIRA, 2015)
CONCLUSÃO:
Logo, ao analisar a condição clínica da cadela pode se concluir que os exames laboratoriais são
indispensáveis, uma vez que, vários microrganismos de origens e tipos diferentes apresentam
alterações clínicas semelhantes, como é o caso da Salmonella spp e Candida spp. Com isso, é através
dos exames laboratoriais, como o PCR, que foi possível identificar a presença da Clostridium
perfringens e, desse modo, traçar um diagnóstico e tratamento corretos e funcionais. Além de ser
essencial realizar exames adicionais, como hemograma completo, ultrassonografia abdominal ou
endoscopia, para confirmar o diagnóstico.
CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE IMUNOLOGIA
INTRODUÇÃO:
A tricuríase canina, causada pelo Trichuris vulpis, é descrita como uma importante parasitose
intestinal na medicina veterinária, especialmente em áreas onde os cães transitam e vivem em locais
contaminados. Entretanto, “estamos prestando muita atenção aos nematódeos cardiopulmonares e
negligenciando vermes antigos como Trichuris vulpis?” (TRAVERSA, 2011, p. 32). Esse
questionamento ressalta a importância de focar também em parasitas intestinais, que são
frequentes e possuem impactos sérios sobre a saúde animal.
No caso apresentado, o tutor da cadela notou sintomas como perda de peso progressiva, diarreia
intermitente e letargia, comuns em infecções helmínticas como a tricuríase. A resposta imune contra
a infecção por helmintos envolve a regulação do sistema imunológico do hospedeiro, que é
modulada pelos parasitas de várias maneiras, entre elas “a regulação do sistema imunológico do
hospedeiro por parasitas helmínticos” (MAIZELS & MCSORLEY, 2016, p. 670), incluindo a ativação das
células T CD4+ e “a resposta Th2 é essencial para o combate a parasitas e para a reparação tecidual”
(MURPHY & WEAVER, 2016, p. 312).
As células dendríticas e macrófagos intestinais reconhecem trichuris vulpis por meio dos PAMPs e
PRRs, iniciando a resposta imunológica inata com a liberação de citocinas pró-inflamatórias. Este
mecanismo inicial é importante para atrair outras células imunológicas ao local da infecção,
começando o processo de defesa, já que “a imunidade do tipo 2 exerce funções protetoras contra os
parasitas e também facilita a reparação tecidual” (ALLEN & SUTHERLAND, 2014, p. 330). Assim, a
produção de IL-1 e TNF-alfa atrai células adicionais e ativa as respostas de defesa iniciais.
O desenvolvimento da resposta adaptativa é direcionado para um perfil Th2, com células T CD4+
diferenciando-se em células Th2 sob a influência de citocinas como IL-4 e IL-5, evidenciando que “a
imunidade do tipo 2 exerce funções protetoras contra os parasitas e também facilita a reparação
tecidual” (ALLEN & SUTHERLAND, 2014, p. 330). A resposta Th2, além de estimular a produção de IgE
por linfócitos B, também ativa eosinófilos e mastócitos, que são fundamentais no combate aos
helmintos: “as respostas Th2 auxiliam na ativação de eosinófilos e mastócitos, fundamentais para
combater helmintos” (MCSORLEY & MAIZELS, 2012, p. 590).
Durante a infecção, mecanismos como a liberação de proteínas tóxicas pelos eosinófilos e a
degranulação dos mastócitos promovem a eliminação do parasita e a reparação tecidual, auxiliando
no controle da inflamação e na proteção das estruturas intestinais. Exemplificando, “o sistema
imunológico mobiliza eosinófilos que liberam substâncias tóxicas, como proteínas catiônicas, para
combater o parasita” (ANTHONY et al., 2007, p. 979). Além disso, os macrófagos M2 são ativados
para promover a cicatrização dos tecidos danificados, o que é essencial para a recuperação do
hospedeiro.
A presença de Trichuris vulpis também influencia a microbiota intestinal e gera adaptações no
sistema imunológico para responder ao parasita. Esses ajustes envolvem tanto alterações
epigenéticas quanto o desenvolvimento de memória imunológica, garantindo que futuras infecções
sejam combatidas de forma mais eficiente, já que “a presença de Trichuris vulpis altera a microbiota
e induz adaptações imunológicas” (MCSORLEY & MAIZELS, 2012, p. 601).
CONCLUSÃO:
Por fim, a infecção desencadeia leucocitose e eosinofilia, além de provocar aumento de proteínas
de fase aguda no soro, que são marcadores de inflamação e indicam a resposta sistêmica do
organismo ao parasita, visto que “a infecção provoca leucocitose e eosinofilia, além do aumento de
proteínas de fase aguda” (ANTHONY et al., 2007, p. 981). Compreender tais mecanismos é essencial
para desenvolver tratamentos mais eficazes e aprimorar o controle parasitário em cães.
Essas respostas imunológicas combinadas mostram a complexidade e eficiência do sistema de
defesa do organismo contra Trichuris vulpis e realçam a importância de estratégias preventivas e de
diagnóstico em infecções helmínticas.
CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE PARASITOLOGIA
INTRODUÇÃO:
Os exames coproparasitológicos realizados no laboratório de análises clínicas do Hospital Escola
Veterinário UniMAX entre 2021 e 2023 permitiram observar a diversidade e o impacto das infecções
parasitárias em várias espécies animais. As infecções por helmintos são consideradas um dos
principais problemas de saúde em animais de produção e companhia, levando a perdas econômicas
e de produtividade, “As parasitoses gastrintestinais representam um dos principais desafios na
medicina veterinária, afetando significativamente a saúde e o bem-estar animal” (VETERINARY
WORLD, 2023, p. 1045). O estudo destes dados revelou padrões distintos entre os grupos
parasitários e as espécies afetadas, fornecendo informações importantes para controle e manejo de
parasitoses.
Dos 71 casos positivos, 85,9% foram helmintos e 14,1% protozoários. A distribuição ao longo do
tempo mostrou aumento progressivo: 8 casos em 2021 (11,3%), 25 em 2022 (35,2%) e 38 em 2023
(53,5%). “Esse padrão sugere que as melhorias na detecção podem refletir um aumento real na
ocorrência de parasitoses” (GETACHEW et al., 2012, p. 162). O incremento progressivo no número de
diagnósticos sugere uma maior eficiência na detecção ou um aumento real na ocorrência de
parasitoses. Esse padrão reflete avanços diagnósticos e uma maior consciência sobre controle
sanitário.
Os equinos (66,2%) foram os mais acometidos, com prevalência dos gêneros Strongylus (49,3%) e
Strongyloides (29,6%). Estudos indicam que "os estrongilídeos são considerados os parasitas mais
patogênicos em equinos, associados a cólicas e anemia" (SINGH et al., 2014, p. 355). Nos pequenos
ruminantes, como ovinos, observou-se infecções múltiplas envolvendo Trichostrongylus, Moniezia e
Eimeria em 7% dos casos. As infecções mistas em pequenos ruminantes impactam produtividade e
bem-estar.
Entre os animais de companhia, os cães apresentaram 9,9% dos casos, com diversidade parasitária
significativa, incluindo Ancylostoma,Trichuris e Giardia. “A variabilidade de parasitas em cães
urbanos está associada ao grau de exposição a ambientes contaminados” (ABD EL-GHANY, 2022, p.
647). A giardíase, relevante pelo potencial zoonótico, teve crescente prevalência, reforçando a
importância da prevenção para a saúde pública.
Quanto ao tipo de infecção, 43,7% foram infecções simples, como Strongylus em equinos e Giardia
em cães; 39,4% duplas e 16,9% múltiplas, comuns em ovinos e equinos, indicando a complexidade
do controle sanitário nessas espécies. Infecções múltiplas representam um desafio no manejo
sanitário.
CONCLUSÃO:
A análise dos dados revelou variações sazonais, especialmente em equinos e ruminantes,
influenciadas por condições climáticas que afetam o ciclo de vida dos parasitas. “As variações
sazonais são fundamentais na epidemiologia das parasitoses” (TULU e LELISA, 2016, p. 3). Além
disso, o uso de técnicas como flotação e sedimentação foi essencial para a identificação dos
parasitas. Programas de monitoramento parasitológico são essenciais para controle e prevenção de
perdas.
Este estudo destaca a importância do monitoramento contínuo e de estratégias específicas para
cada espécie animal. “A compreensão dos padrões de ocorrência parasitária é essencial para práticas
veterinárias mais assertivas e para a saúde pública, reduzindo riscos de zoonoses e garantindo um
ambiente seguro” (WADHAWA et al., 2011, p. 417).
CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE ANATOMIA
INTRODUÇÃO:
Em relação a estratigrafia da parede intestinal de um cão, ela é composta por quatro camadas
principais, que, do lúmen para fora, são:
Mucosa: camada mais interna, responsável pela absorção de nutrientes, na qual contém células
epiteliais e vilosidades, que aumentam a superfície de contato.
Submucosa: uma camada de tecido conjuntivo que dá suporte à mucosa e apresenta vasos
sanguíneos e linfáticos, além de nervos.
Muscular própria: composta por uma camada interna de fibras musculares circulares e uma camada
externa de fibras musculares longitudinais. Esta camada é responsável pelos movimentos
peristálticos que impulsionam o conteúdo ao longo do trato intestinal.
Serosa: camada externa que reveste o intestino, protegendo e lubrificando as superfícies externas
do órgão.
Já a divisão anatômica dos intestinos de um cão inclui:
Intestino delgado: dividido em três partes – duodeno, jejuno e íleo. O duodeno recebe o conteúdo
do estômago, juntamente com as secreções biliares e pancreáticas, enquanto o jejuno e o íleo são
responsáveis pela maior parte da absorção de nutrientes (BATISTA et al., 2021).
Intestino grosso: também dividido em três regiões – ceco, cólon e reto. O ceco recebe o conteúdo do
intestino delgado, o cólon absorve água e forma as fezes, e o reto é a porção final que conduz à
eliminação fecal.
No ultrassom abdominal, o espessamento difuso da parede intestinal pode indicar processos
inflamatórios ou infecciosos. A identificação dessas camadas no exame ultrassonográfico é feita pela
visualização de suas diferentes ecogenicidades, sendo a mucosa geralmente hipoecoica, a
submucosa hiperecoica, e a muscular e serosa com características ecogênicas específicas (ALENCAR
et al., 2021; BATISTA et al., 2021).
CONCLUSÃO:
Portanto, a parede intestinal é dividida em mucosa, responsável pela absorção, a submucosa, na qual
dá suporte à mucosa, a muscular própria, importante por fazer os movimentos peristálticos, e a
serosa, na qual protege e lubrifica a área externa do órgão. Com isso, essas camadas são
diferenciadas no ultrassom pelas suas diferenças ecogênicas. Ademais, em relação a divisão
anatômica, o intestino se divide em: intestino delgado, se subdividindo em duodeno, jejuno e íleo, e
intestino grosso, que se reparte em ceco, cólon e reto.
CASO NORTEADOR - SEGUNDO BIMESTRE DE CUIDADO ANIMAL INTEGRADO
INTRODUÇÃO:
A giardíase é uma infecção intestinal causada pelo protozoário Giardia lamblia, afetando animais
domésticos, selvagens e humanos, e é considerada uma zoonose pela OMS desde 1979. A tricuríase,
por sua vez, é provocada por parasitas do gênero Trichuris, como Trichuris vulpis, e é conhecida como
"doença do verme do chicote". O Trichuris vulpis habita o intestino de cães, especialmente no ceco
(Sá et. al. 2021).
A enteropatia crônica multifatorial é uma condição intestinal caracterizada por uma inflamação
persistente, resultante de uma combinação de fatores genéticos, imunológicos e ambientais, além de
infecções como as causadas por parasitas. Os principais sintomas incluem diarreia crônica, perda de
peso e má absorção de nutrientes (GUILFORD; STOKES; FISCHER, 2011).
A infecção por Giardia spp. e Trichuris vulpis em cães e gatos com enteropatia crônica multifatorial
exige uma abordagem detalhada para manejo ambiental e tratamento, pois podem agravar quadros
de tal enteropatia, tornando necessário um manejo específico tanto do ambiente quanto do
tratamento dos animais afetados (FERREIRA et al., 2021, p. 3).
Esses parasitas influenciam negativamente a saúde intestinal e, no caso de infecções prolongadas ou
de alta carga parasitária, podem intensificar os sintomas gastrointestinais, como diarreia, perda de
peso, vômitos e inapetência, dificultando no controle dos sintomas da enteropatia, devido à
inflamação e ao dano tecidual causados pelos parasitas (TRAVERSA et al., 2015). Dessa forma, é
necessário um manejo ambiental e clínico específico para cada parasitose em cada animal para
reduzir os riscos de reinfecção e melhorar a qualidade de vida do animal.
Para o controle de infecções causadas por Giardia spp. e Trichuris vulpis, é essencial implementar
práticas rigorosas de higiene e saneamento, uma vez que Giardia spp. possui alta transmissibilidade
em ambientes contaminados com água ou superfícies sujas. Dessa forma, recomenda-se o uso de
desinfetantes adequados, além da limpeza frequente dos locais de permanência e alimentação dos
animais. A remoção imediata das fezes também é indispensável, pois reduz a presença de ovos de
Trichuris vulpis e cistos de Giardia, que podem persistir em locais úmidos por períodos prolongados
(ZIMMERMAN; WALTHER, 2012). Além disso, o controle da umidade do ambiente é relevante,
considerando que ovos e cistos desses parasitas sobrevivem mais tempo em condições úmidas.
Assim, evitar a formação de poças e lama nos locais de convivência dos animais é uma medida eficaz
para prevenir infecções recorrentes (OLSON; LEVESQUE; GUSTAFSON, 2000).
O tratamento antiparasitário para Giardia spp. e Trichuris vulpis envolve medicamentos específicos,
como metronidazol e fenbendazol para Giardia, recomendados por um período de 5 a 7 dias (LEAHY;
MONTGOMERY; JACOB, 2007). Para Trichuris vulpis, o febantel e o pamoato de pirantel são as opções
mais utilizadas, muitas vezes em esquemas prolongados para evitar reinfestações (LAGUNA; PÉREZ;
ARANDA, 2015). A necessidade de tratamento repetido ou rotativo é comum em casos de reinfecção,
sendo essencial para garantir eficácia contínua contra essas parasitoses. O suporte nutricional, como
dieta rica em fibras e uso de probióticos, também pode ajudar a restaurar a microbiota intestinal e
melhorar os sintomas gastrointestinais associados às infecções (ALLENSPACH et al., 2007).
Em ambientes onde há mais animais, a recomendação é manter o animal infectado em isolamento
temporário para prevenir a disseminação das infecções. Além disso, para proteger os cuidadores e
tutores, é indicado o uso de luvas durante a limpeza de áreas contaminadas e a lavagem das mãos
após o manuseio do animal (ZIMMERMAN; WALTHER, 2012).
CONCLUSÃO:
Portanto, a presença de ambientes úmidos e mal drenados favorece a persistência dos ovos e cistos,
aumentando a chance de reinfecção. Ademais, a combinação de terapias antiparasitárias com o
controle ambiental adequado tem se mostrado eficaz na redução da carga parasitária e na melhoria
da saúde dos cães afetados.
REFERÊNCIAS:
ABD EL-GHANY, W.A. An updated insight into thegastrointestinal helminthoses of
poultry: a review. Annals of Parasitology, 2022. Disponível em:
https://annals-parasitology.eu/archive_2001_2022/2022-68-4_645.pdf. Acesso em 2 out.
2024.
ALENCAR, Gisele de Lacerda et al. Characterization of fruit and seed
morphophysiology of Lecythis pisonis Cambess (Lecythidaceae) and implications for
seedling recruitment in the Amazon Forest. Acta Amazonica, v. 51, n. 1, p. 23-34, 2021.
Disponível em: https://www.scielo.br/j/aa/a/FmTsqrgg7rr6bvQm65rcj7L/ . Acesso em: 15 out.
2024.
ALLEN, J. E.; SUTHERLAND, T. E. Host protective roles of type 2 immunity: parasite
killing and tissue repair, flip sides of the same coin. Seminars in Immunology, v. 26, n. 4,
p. 329-338, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.smim.2014.06.003. Acesso em:
18 out. 2024.
ANTHONY, R. M. et al. Protective immune mechanisms in helminth infection. Nature
Reviews Immunology, v. 7, n. 12, p. 975-987, 2007. Disponível em:
https://doi.org/10.1038/nri2199. Acesso em: 20 out. 2024.
BATISTA, Marcela Lúcia Aparecida et al. Evaluation of the bactericidal effect of
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https://www.scielo.br/j/aa/a/FmTsqrgg7rr6bvQm65rcj7L/
https://doi.org/10.1016/j.smim.2014.06.003
https://doi.org/10.1038/nri2199
https://doi.org/10.1038/nri2199
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