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Relatorio Histologia

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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARA CAMPUS IGUATU CURSO DE 
GRADUAÇÃO EM MEDICINA
Mariana Pontes Maciel
RELATÓRIO DA AULA PRÁTICAS DE ANÁLISE DE LÂMINAS DOS TECIDOS
CARTILAGINOSO, ÓSSEO, MUSCULAR E NERVOSO
IGUATU-CE 
2024 
INTRODUÇÃO
 
A histologia é um campo que estuda os tecidos
celulares, proporcionando o entendimento da sua
composição celular e funções específicas. O estudo
prático em laboratório, utilizando lâminas histológicas, é
muito importante para aprender na prática visual as
diferenças e características específicas de cada tecido,
auxiliando na compreensão do conteúdo teórico. Sob
esse viés, a professora Mayle, nos levou para
visualizarmos regiões composta de vários tipos de
tecidos sendo eles: conjuntivos de propriedades
especiais, que são: cartilaginoso (hialina e elástica) ósseo
(longo descalcificado e trabécular descalcificados),
musculares estratificado esquelético, estriado cardíaco e
liso, e por fim, tecido nervoso.
 OBJETIVOS
 Os objetivos principais foram: 
• Reconhecer as estruturas e as especialidades das
células que compõem os tecidos conjuntivos
cartilaginoso e ósseo; 
• Aprender a utilizar o microscópio óptico a fim de fazer
a correta visualização das lâminas histológicas;
 • Compreender as variações que os tecidos apresentam
de acordo com sua localização 
• Facilitar a compreensão do que foi lecionado em sala
de aula.
METODOLOGIAS 
Para a realização das aulas práticas, seguiram-se os
seguintes passos: 
➢ Preparo do ambiente 
1⁰. Etapa: os estudantes foram levados para o
laboratório e cada um teve um acesso único ao
microscópio óptico e quatro lâminas histológicas com
cortes teciduais de conjuntivo cartilaginoso e ósseo.
 2⁰. Etapa: com as amostras histológicas de tecidos
musculares e nervoso não estavam em boas condições
para análise, a professora levou os discentes para fazer
a análise dos tecidos na Mesa Sectra.
 
➢ Instrumentos:
 utilizou-se o microscópio óptico de luz, ajustado
conforme as orientações da professora e monitor da
disciplina. As etapas de aumento e foco foram
praticadas, visando a visualização dos detalhes teciduais
e a Mesa Sectra.
 ➢ Observação das lâminas:
 nas lâminas foram visualizadas e os tecidos
classificados de acordo com suas principais
características. Foram analisadas lâminas do: tecido da
fossa 
ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 
1⁰. Etapa – utilizando o Microscópio ptico 
1. VISTA OBTIDA DO TECIDO DA FOSSA NASAL –
CARTILAGEM HIALINA 
nasal – cartilagem hialina, epiglote – cartilagem elástica,
osso longo descalcificado, osso trabecular
descalcificado. E na Mesa Sectra foram observados
amostras do músculo estriado esquelético, estriado
cardíaco, músculo liso ou não modelado e do tecido
nervoso.
 
➢ Registro dos achados: 
fotografamos através da lente do microscópio e da tela
da Mesa Sectra para evidenciar as características mais
importantes de cada amostra histológica. 
Aumento: objetiva de 10 - 40x
Estruturas observadas:
 Cartilagem Hialina 
Células Caliciformes 
Condrócitos 
Matriz Cartilaginosa
Pericôndrio
 ▪ Grupo Isogênico
2. VISTA OBTIDA DO TECIDO DA EPIGLOTE– CARTILAGEM
ELÁSTICA
Aumento: objetiva de 10 - 40x 
Estruturas observadas:
 Cartilagem Elástica ( Condrócitos, Condroblastos
achatados) 
 Pericôndrio 
Matriz Cartilaginosa
Fibroblastos
 Substância Intercelular
 Grupo Isogênico
 Lacunas
 Fragmentos de Tecido Epitelial Estratificado
Pavimentoso Não Ceratinoso 
Indicador-chave
3. VISTA OBTIDA DO TECIDO DO OSSO LONGO
DESCALCIFICADO 
Aumento: objetiva de 10 - 40x
 Estruturas observadas:
 Periósteo
 Osso Descalcificado 
 Osteócitos
 Osteoblastos
 Osteoclastos 
Canais de Havers 
4. VISTTA OBTIDA DO TECIDO DO OSSO TRABECULAR
DESCALCIFICADO 
Aumento: objetiva de 10 - 40x
 Estruturas observada: 
Trabéculas Ósseas
 Osteoblastos 
Osteoclastos 
Osteócitos 
Periósteo 
Espaços Medulares (adiposo e medula vermelha)
2
2⁰. Etapa – utilizando a Mesa Sectra
 5. VISTA OBTIDA DO TECIDO MUSCULAR ESTRIADO
ESQUELÉTICO 
Vista da Mesa Sectra Estruturas observadas:
Células longas 
Estriações transversais no citoplasma
Multinucleadas
Núcleos periféricos 
Presença de fibras musculares 
2
Vista da Mesa Sectra 
Estruturas observadas:
Células Contínuas 
Discos Intercalares 
Núcleos Centrais 
Mononucleadas ou binucleadas 
Tecido adiposo Unilocular
6. VISTA OBTIDA DO TTECIDO MUSCULAR ESTRIADO
CARDÍACO 
2
Vista da Mesa Sectra
Estruturas observadas:
Células Mononucleadas
Células Fusiformes 
Núcleos Centrais
Sem Estrias 
Fragmentos de Cartilagem Hialina 
7. VISTA OBTIDA DO TECIDO MUSCULAR LISO OU NÃO
MODELADO
2Vista da Mesa Sectra 
Estruturas observadas:
Canal medular com células epiendimárias
 Corpo celular do neurônio, oligodendrócitos e astrócitos 
Células satélites com núcleos heterocromáticos 
8. Tecido Nervoso 
2
CONCLUSÃO
 Contudo que o foi apresentado anteriormente, posso
concluir este relatório afirmando que aprendi a
reconhecer as estruturas das células e as particulares de
cada tecido, exemplo:
 • Tecido da Fossa Nasal – é um tipo de cartilagem
hialina (a mais comum dos tipos de cartilagem) que
confere suporte e flexibilidade moderados. Nesse tipo
tecidual a presença de: condrócitos (células maduras
que se encontram no tecido cartilaginoso e são
responsáveis pela manutenção, controle metabólico da
cartilagem e secretoras de colágeno, proteoglicanos e
glicoproteínas); pericôndrio (é uma bainha de tecido
conjuntivo que reveste a maior parte da cartilagem, é
responsável por nutrir, oxigenar, eliminar resíduos,
proteger e produzir novas células para a cartilagem);
matriz cartilaginosa (é formada porbtítulo
uma substância extracelular rica em glicoproteínas,
fibras colágenas e elásticas). Além da presença de
alguns Fragmentos de tecido epitelial.
 • Tecido da Epiglote – é um tipo de cartilagem elástica,
como o própria denominação afirma, contém muitas
fibras elásticas, logo possui uma maior flexibilidade.
Além de encontrar algumas células presentes na
cartilagem hialina, também pude encontrar fibroblastos
( células do tecido conjuntivo que produzem e secretam
proteínas, como o colágeno e a elastina, que mantém a
estrutura tecidual e auxilia na cicatrização dos tecidos) e
lacunas teciduais.
2
• Tecido do Osso Longo e Descalcificado - mantém a
sua forma, porém torna-se bastante flexível. Possui
periósteo ( região do osso que contém vasos sanguíneos
e nervos que penetram nos ossos por pequenos
orifícios), osteoblastos (sintetizam a matriz óssea);
osteócitos (mantém o tecido, são células maduras que
ficam localizadas nas lacunas ósseas); osteoclastos
(responsáveis pela reabsorção óssea, são células
grandes e multinucleadas) e canais de Havers (são tubos
estreitos que se encontram no interior dos ossos, por
onde passam células nervosas e vasos sanguíneos).
 • Tecido do Osso Trabécular Descalcificado -
apresenta de especialidades trabéculas ósseas (são
pequenas lâminas de osso que se unem e formam o
osso esponjoso, uma estrutura com cavidades que
contém medula óssea e vasos sanguíneos).
 • Tecido Muscular Estriado Esquelético - é formado
por células longas, cilíndrica, multinucleadas, com
núcleos periféricos, rica proteínas contrateis (actina e
miosina).
 • Tecido Muscular Estriado Cardíaco - detém células
com estriações (curtas, ramificadas, cilíndricas, com um
ou dois núcleos); discos intercalares (estruturas que
transmitem sinais entre as células e sincronização a
contratação cardíaca).
2
• Tecido Muscular Liso ou Não Estriado –
 tem células mononucleadas com núcleos centralizados
e células fusiformes (delgadas com a forma de fuso, ou
seja, corpo cilíndrico e extremidades alongadas e
afiladas).
 • Tecido Nervoso – possuem canal medular com
células ependimárias (revestem o canal central da
medula espinhal e os ventrículos do cérebro, são
fundamentais para o movimento do líquido
cerebrospinal, no sistema nervoso central); corpo celular
do neurônio, oligodendrócitos e astrócitos (corpo do
neurônio: é a parte do neurônio que contém o núcleo e
o citoplasma, oligodendrócitos: produzir a bainha de
mielina,que reveste os axônios dos neurônios do SNC,
astrócitos: tem formato estrelado, que ligam os
neurônios ao capilares sanguíneos, além de criar
barreira contra agentes tóxicos); células satélites com
núcleos heterocromáticos (tem conhecidas com células
da glia, desempenham funções, como, nutrir e proteger
os neurônios. Essa característica heterocromáticas é
devido sequência de repetidos de DNA não codificante).
 
Ademais, incialmente, apresentei algumas dificuldades
para focar as imagens no microscópio. Porém, depois
do manuseio pela a professora e o monitor, pudemos
constatar que o microscópio estava com um desvio de
foco. Mais, no geral, a experiência foi muito
enriquecedora e me proporcionou uma melhor
compreensão do conteúdo. 
REFERÊNCIAS
 JUNQUEIRA, LC; CARNEIRO, J. Histologia básica. 12. Ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
ABRAHAMSOHN, P. Histologia. 1. Ed. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 2016.
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