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TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO
Objetivo Geral: Desenvolver fundamentos técnicos e científicos que permitam ao educando 
conhecer os conceitos de transporte e distribuição no ambiente empresarial e reconhecer a sua 
importância no processo produtivo industrial.
O PAPEL DO TRANSPORTE
 NO SETOR INDUSTRIAL
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
DO TRANSPORTE DE
CARGAS
GESTÃO DE 
TRANSPORTES
LOGÍSTICA DE TRANSPORTE
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO TRANSPORTE DE CARGAS
TRANSPORTES TERRESTRES
Distribuição de cargas e passageiros 
para as diferentes modalidades de transporte no Brasil
 
são as principais fontes de energia elétrica do 
país.
 
 Nos últimos anos, o Brasil intensificou a utilização do modal como alternativa de 
transporte rápido. A infraestrutura é formada por 37 aeroportos internacionais, 28 
aeroportos nacionais com movimentação de cargas e passageiros, 538 aeródromos 
públicos e cerca de 1.932 aeródromos privados.
SISTEMA DUTOVIÁRIO MINERODUTOS
TRANSPORTE INTERMODAL
GESTÃO DE 
FROTAS
VEÍCULOS
PROGRAMAÇÃO DE ACORDO COM O TIPO DA CARGA
São itens de controle obrigatório na gestão de frota:
• Documentação dos veículos e condutores;
• Controle de condutores: Contratação, treinamentos, etc;
• Controle e previsão de gastos;
• Controle de gastos com manutenção;
• Controle de custo por viagem e consumo de combustível por veículo;
• Acuracidade das informações;
• Registro de ocorrências;
• Monitoramento e Rastreabilidade.
ATIVIDADE
FRETES
ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO DESEMPEMHO 
DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE CARGAS
Exemplo: 95%
https://youtu.be/sei6AqxF_w
g
https://youtu.be/VooB_f2hvf
k
ATIVIDADE
https://youtu.be/sei6AqxF_wg
https://youtu.be/sei6AqxF_wg
https://youtu.be/VooB_f2hvfk
https://youtu.be/VooB_f2hvfk
PRIVATIZAÇÃO E REGULAÇÃO 
DOS TRANSPORTES NO 
BRASIL
Concessão ou Privatização? 
Os dois termos estão no centro do debate político e econômico atual: 
governo, sociedade, empresários e trabalhadores discutem qual é, ou quais 
são, as melhores formas e os melhores modelos para se gerir os bens 
públicos. 
∙ Para a administração pública, estatal, o apoio da iniciativa privada é bem 
vindo.
∙ O Estado abre mão de setores estratégicos para entregá-los ao setor 
privado: como fica o controle, a fiscalização, cobrança de tarifas, 
reclamações do consumidor?
∙ Privatizar, conceder ou manter nas mãos do estado? Qual é o melhor 
modelo? Funcionam? 
∙ Os serviços, de fato, melhoram com as concessões ou privatizações?
De maneira geral, define-se privatização como a venda de órgãos ou de 
empresas estatais para a iniciativa privada, geralmente, por meio de leilões 
públicos. Já na concessão, a transferência é temporária e a empresa tem prazos 
definidos, que podem ou não ser renovados, além de regras para explorar o 
serviço.
Se em alguns setores econômicos o governo necessitou da parceria com a 
iniciativa privada para auxiliar o desenvolvimento do País, em outros, o estado 
assumiu para si a gestão de algumas áreas e determinou que essas áreas 
deveriam ficar sob tutela estatal. 
O processo de privatização no Brasil representou uma mudança radical do 
papel, até então preponderante, reservado ao Estado na atividade 
econômica.
 Existem fortes críticas aos processos de privatização e de concessão por 
que passou o País nos últimos anos, o que não impediu a intensificação do 
processo de desestatização da economia nos anos 80, quando, 
aproximadamente, 40 empresas foram privatizadas. Nos anos 90, foram 
vendidas diversas empresas como a CSN, a Light, a Vale do Rio Doce, ações 
de estatais como a Petrobras. Já nos anos 2000, o processo continuou com 
vendas e concessões para uso de rodovias, além da privatização de bancos 
e empresas estatais.
O novo pacote de medidas de investimento em logística apresentado pelo 
governo, em junho deste ano, prevê a entrega à iniciativa privada de obras 
de infraestrutura em rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos. 
O programa também prevê investimentos de mais de R$ 190 bilhões nos 
próximos anos. 
Custo x Benefício dos processos de 
privatizações
Com o objetivo de reiniciar os processos de privatizações no Brasil, 
os empresários do setor de transporte lançaram a campanha Privatiza 
Já! A iniciativa busca apoiar o governo federal a intensificar as ações no 
âmbito do Programa Nacional de Desestatização (PND). Também tem 
como propósito mostrar para a sociedade que a privatização é o 
instrumento adequado para modernizar as empresas, a partir da 
transferência de ativos do Estado para a iniciativa privada. O movimento 
conta com o apoio da CNT (Confederação Nacional do Transporte).
Os transportadores entendem que o país está sem recursos para arcar 
com uma dívida pública crescente e perdeu capacidade de investimento. 
O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), afirma que 
há um consenso de que a solução, sobretudo para os atuais gargalos 
da infraestrutura do Brasil, passa, obrigatoriamente, pela expansão 
da participação da iniciativa privada nos investimentos e na gestão 
do setor. “A crise fiscal vem se agravando, e o desemprego não dá sinais 
de recuo. À medida que a pandemia se prolonga, aumenta a pressão por 
mais gastos. Por isso, o governo precisa recompor as contas públicas 
imediatamente e aliviar o Estado do peso financeiro dessas estatais.”
Já tivemos uma visão global do que é DISTRIBUIÇÃO. Agora vamos 
aprender um pouco mais sobre distribuição Física dentro da cadeia Logística.
 
De acordo com Bertaglia (2003), produtos e materiais são movimentados ao 
longo da cadeia de abastecimento. A matéria-prima é transportada para as 
fábricas para se transformar em produto final; em seguida, para os centros 
de distribuição e daí para os clientes, dependendo do modelo estabelecido 
pela empresa.
O Objetivo geral da distribuição física, é o de levar os produtos 
certos, para os lugares certos, no momento certo e com o nível de 
serviço desejado, pelo menor custo possível.
https://logisticaeomundo.wordpress.com/2017/07/20/distribuicao/
Esta atividade inclui:
∙ Transporte, fretes
∙ Armazenagem
∙ Movimentação de materiais
∙ Embalagens de proteção
∙ Controle de estoques
∙ Localização de fabricas e armazéns
∙ Processamento de pedidos
∙ Previsões de marketing
∙ Serviços ao usuário.
Os centros de distribuição são fundamentais no sistema de logística de uma 
empresa, situados geralmente em rodovias ou próximos a elas, em locais de fácil 
acesso a grandes caminhões e carretas, funcionam como peças estratégicas para o 
abastecimento de lojas ou entregas de produtos aos consumidores finais. Eles se 
multiplicam pelo país, seguindo a rota de expansão das empresas e a necessidade 
de estar cada vez mais perto do cliente, encurtando distâncias e reduzindo os custos 
de transporte das mercadorias até o destino final.
 
A administração da distribuição física é desenvolvida em três níveis:
1. Estratégico: Como deve ser a definição global dos sistemas de distribuição.
2. Tático: Como o sistema de distribuição pode ser utilizado.
3. Operacional: Tarefas diárias que devem ser desempenhadas.
Canal de Distribuição é o caminho escolhido por uma empresa para fazer seus produtos 
chegarem aos consumidores.
A seleção e o gerenciamento dos canais de distribuição são atividades fundamentais, pois 
engloba a construção de uma série de mecanismos e de uma rede por meio da qual a 
empresa chega ao mercado, mantém-se em contato com seus clientes e realiza uma série de 
atividades, que vão desde a geração de demanda até a entrega física dos produtos. 
Os canais de distribuição podem desempenhar algumas tarefas para o negócio, como:
∙ Prestação de informações sobre o produto
∙ Customização
∙ Garantia de qualidade
∙ Oferta de produtos complementares
∙ Assistência técnica
∙ Pós-venda e etc…
Formas de distribuição
 
1. Sistema de distribuição exclusiva: o própriofabricante escolhe seus 
revendedores, autorizando-os a distribuir de forma exclusiva os produtos e 
controlando grande parte das atividades desses revendedores. Neste caso, o 
fabricante deve vender por meio de um ou de poucos intermediários.
Normalmente, é o sistema utilizado quando a natureza do negócio precisa da 
lealdade do distribuidor. Um bom exemplo são as concessionárias de veículos 
autorizadas.
Nesse sistema, quando se fala em varejo, os intermediários podem ser 
representantes comerciais, que levam o produto aos pontos de venda, ou 
redes de lojas que tenham a exclusividade na distribuição do produto.
2. Sistema de distribuição seletiva: ocorre quando o fabricante 
vende por meio de um grupo selecionado de intermediários. É utilizado 
quando a natureza do negócio precisa de valorização. Com isso, 
entende-se que os intermediários escolhidos são considerados os 
melhores para vender os produtos com base em sua localização, 
reputação, carteira de clientes e outros pontos fortes.
A distribuição seletiva é utilizada quando os clientes buscam produtos 
de compra comparada. Essa seleção de parceiros acaba tornando 
possível o desenvolvimento de relacionamentos mais estreitos com 
cada um deles, permitindo que o fabricante obtenha boa cobertura do 
mercado com mais controle e menos custos.
3. Sistema de distribuição intensiva: aplica a lógica de “quanto mais, 
melhor”. O fabricante vende por meio de tantos intermediários quantos 
forem possíveis. É utilizado quando se tem grande disponibilidade do 
produto em um grande número de pontos de venda.
Essa popularização é saudável para produtos de alto consumo e pouco 
valor agregado. Um ótimo exemplo são os produtos de higiene e os 
alimentícios.
Nesse sistema, os pontos de venda podem ser alcançados por equipes de 
venda dos próprios fabricantes, por representantes comerciais ou 
atacadistas distribuidores. Equipes próprias podem ser utilizadas para 
atender grandes varejistas como hipermercados e redes de 
supermercados.
Para definir quais canais de distribuição utilizar em um negócio, é bom começar 
pela escolha da estratégia mais alinhada ao produto.
A distribuição intensiva deve ser usada se o produto tem baixo valor unitário e 
alta frequência de compra, pois assim ele será encontrado na maior parte das 
prateleiras.
Se for um produto que possa ser comparado com outro, é recomendada a 
distribuição seletiva, pois terá intermediários mais bem preparados para 
defender da melhor forma a marca.
Se o produto requer um esforço especializado de venda ou investimentos em 
estoques e instalações específicas, deve-se optar pela distribuição exclusiva. 
A exclusividade garantirá um apoio adequado ao produto, determinando até 
mesmo uma imagem de maior valor e luxo.
Para selecionar um canal de distribuição, os planejadores de marketing levam 
em conta:
▪ Características do mercado
▪ Natureza do produto ou serviço
▪ Clima atual dos negócios
▪ Estrutura da empresa
Uma empresa pode vender diretamente seu produto ao consumidor, como no 
e-commerce. Quando isso não é possível, a companhia costuma distribuir sua 
mercadoria ou serviço por meio de intermediários. Os intermediários podem ser 
agentes, representantes, corretores, distribuidores, atacadistas e varejistas, dentre 
outros.
As organizações que formam um canal de distribuição são interdependentes. Essa 
definição indica que elas precisam umas das outras para tornarem o produto ou 
serviço disponível para uso ou consumo.
Principais intermediários em um canal de distribuição
▪ Varejista: realiza a venda de bens e/ou serviços diretamente ao cliente final. Por 
exemplo: supermercado, papelaria, farmácia, bazar, loja de calçados etc.
▪ Atacadista: compra e revende mercadorias para varejistas, outros 
comerciantes, estabelecimentos industriais, institucionais e comerciais. Não 
vende em pequenas quantidades para clientes finais. Por exemplo: atacadista 
farmacêutico que vende apenas para farmácias.
▪ Distribuidor: vende, armazena e dá assistência técnica em uma área 
geográfica delimitada de atuação e, na maioria das vezes, busca atender 
demandas mais regionalizadas. Por exemplo: distribuidora de vinhos.
▪ Agentes (relações de longo prazo) e Corretores (relações de curto prazo): 
pessoas jurídicas comissionadas contratadas para vender produtos de uma 
empresa. Por exemplo: representantes de venda, corretores imobiliários, 
corretores de seguros etc.
Tipos de canais de distribuição
 
∙ Direto: A empresa distribui o seu produto diretamente para o consumidor 
final. Um exemplo são as marcas de cosméticos que possuem redes 
próprias de revendedores que atuam de porta em porta.
∙ Indireto: Para fazer com que seu produto chegue ao consumidor, a 
empresa utiliza o serviço de intermediários.
∙ Híbrido: Um canal de distribuição híbrido é aquele em que a empresa 
utiliza intermediários, mas assume parte do processo de contato com 
seus clientes.
A Vantagem competitiva de uma empresa pode estar na forma de 
distribuir, na maneira com que faz o produto chegar rapidamente ao 
varejista, na qualidade do seu transporte e na eficiência de entrega.
TERCEIRIZAÇÃO E 
CONTRATAÇÃO DE TRANSPORTES
TERCEIRIZAÇÃO E CONTRATAÇÃO DE TRANSPORTES
• Registro do motorista no “Registro Nacional de Transportadores de carga
• Documentação
• Seguro
• Nota Fiscal de Prestação de Serviço
• Tributação
Know how: saber como / saber fazer / conhecimento prático.

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