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Farmacovigilância Farmacoepidemiologia (Universidade Estadual do Paraná) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Farmacovigilância Farmacoepidemiologia (Universidade Estadual do Paraná) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-estadual-do-parana/farmacoepidemiologia/farmacovigilancia/17854624?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-estadual-do-parana/farmacoepidemiologia/4989610?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-estadual-do-parana/farmacoepidemiologia/farmacovigilancia/17854624?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-estadual-do-parana/farmacoepidemiologia/4989610?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia Farmacovigilância ● O desenvolvimento da farmacovigilância foi marcado pela Segunda Guerra Mundial e pelo uso da Talidomida que causou problemas de malformação em bebês. ● Definição: é a ciência e atividades que estão relacionadas com a detecção, prevenção e compreensão dos efeitos adversos ou qualquer outro inconveniente que possa surgir após o uso de um medicamento. ● Mesmo após ● Limitações na fase de estudos: ○ acontece um um número delimitado de indivíduos ○ indivíduos que são saudáveis - não testam idosos, crianças, gestantes, pessoas com múltiplas morbidades, ○ jovens adultos ● Rofecoxib (VIoxx): foi um anti-inflamatório que foi aprovado no EUA para tratar artrite pois ele atuaria apenas em COX2,para reduzir efeitos gastrintestinais. Entretanto, por inibir apenas COX2, começou a apresentar problemas cardíacos (infartos) e AVCs, pois altera a agregação plaquetária. Foi retirado do mercado em 2004. ● Histórico: ○ 1880: mortes súbitas pelo uso do Clorofórmio em anestesias ○ 1922: icterícia causada por Arsênio para tratar sífilis ○ 1937: uso do Dietilglicerol causava problemas renais ○ entre 50 e 60: uso da talidomida ○ Em 1960 o FDA começou a notificar as reações adversas e monitoração intensiva em ambiente hospitalar ○ 1962: O FDA começou a regulamentar/exigir estudos clínicos para as indústrias farmacêuticas ○ 1968: a OMS implantou, na Suécia, um programa internacional de monitorização de medicamentos, que iniciou com 10 países e atualmente possui mais de 130 países ○ 1978: o centro de estudos foi transferido para a Suécia ○ 60 a 70 no Brasil: Lei Federal que normas sanitárias entram em ação ○ 1990: criação da Sociedade Brasileira de Vigilância de Medicamentos (SOBRAVME) ○ 1998: criação do Programa Estadual de Redução de Iatrogenias - reduz a utilização de medicamentos secundários para tratar efeitos adversos causados por um outro medicamento ○ No Brasil, no final da década de 90, foi aprovada a Política Nacional de Medicamentos que direcionou o acesso de medicamentos para a população. Em seguida, criou-se a Anvisa que estabelece, coordena e monitora todo o sistema de vigilância, além de monitorar e fiscalizar medicamentos que poderiam afetar a saúde pública, Atualmente, esse Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia monitoramento é feito pelo CNMM (Centro Nacional de Monitorização de Medicamentos), ele faz todo o trabalho de farmacovigilância. ○ Formulário de Notificação de Suspeita de Reação Adversa a Medicamentos e Queixa Técnica ○ Em 2000, tornou-se obrigatório o envio das notificações dos detentores do registro de medicamentos Legislações: ● Legislações gerais: n° 6360/76; n° 9782/99; Portaria do Ministério da Saúde 3916/98 ● Norma específica de Farmacovigilância: resolução da Diretoria Colegiada n° 4; Instrução Normativa n°14, Guias de Farmacovigilância para detentores de registro de medicamentos. ● A ANVISA verifica se na indústria existe um setor responsável pela farmacovigilância, através de visitas e a elaboração de relatórios periódicos que devem ser enviados pelas indústrias Programa Internacional de Monitorização de Medicamentos ● O Vigibase é´um banco de dados que coloca todas os registros de reações adversas desde 1968 ● No Brasil, há centros regionais de notificações que transferem essas informações ao centro nacional de monitoramento de medicamentos, que faz análises estatísticas e passa para o Centro Internacional. ● A Uppsala, na Suécia, a sede do centro internacional, também envia informações a respeito das notificações para o Brasil. ● Comunicação dos centros de Vigilância: Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 ● Sinal de farmacovigilância Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia 1- sinal que indica que alguma decisão deve ser tomada 2- inicio da notificação de reações adversas 3- acúmulo de notificações - exacerbação - com o fortalecimento do sinal é possível começar a tomar decisões, e quanto mais rápida as notificações, mais rápido o sinal e mais precoce será as medidas 4- monitoramento da ação que foi realizada *o sinal em farmacovigilância são dados que são sinais de alerta para que uma ação precisa ser tomada Uso racional de medicamentos ● Fatores envolvidos no uso racional de medicamentos: ○ o paciente precisa entender o uso correto do medicamento ○ condições financeiras do paciente ○ eficácia comprovada do medicamento para aquela condição clínica ○ tempo e dosagem de administração correta ○ condição clínica do paciente Reações adversas ● O paciente usa dose e o medicamento de forma correta ● Tipo A: ○ reações com efeito farmacológico aumentado, resposta farmacológica secundária ou efeitos em locais não associados à terapia do paciente. ○ o ajuste de dose reduz ou elimina esse efeito ○ é previsível ○ a ocorrência é totalmente frequente pois está relacionada com a sensibilidade do paciente ○ mecanismo de ação é totalmente conhecido ○ normalmente é reversível ○ pode ser reproduzida experimentalmente ○ exemplos: hipoglicemia em uso de Glibenclamida, reações gástricas pelo uso de AINEs, hemorragias por uso de Varfarina Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 ○ Causas da RAM tipo A: ■ falha no controle de qualidade - teor do fármaco aumentada, erros na sua biodisponibilidade - absorção, ■ absorção do organismo, distribuição, metabolismo, excreção ■ sensibilidade do paciente - aumenta ou diminui ■ interações medicamentosas ● Tipo B ○ reação não esperada ○ efeito qualitativamente bizarra ○ não é previsto ○ não pode ser ajustada com a dose, tem que interromper o uso do medicamento ○ são raras e incomuns ○ não podem ser reproduzidas em laboratório ○ causas: ■ decomposição do fármaco - alterações no excipientes, contaminações,impurezas, fora da validade, corantes ■ farmacocinética - produção de metabólitos secundários oriundos do metabolismo ■ genéticos - variabilidade genética do paciente ○ inclui todas as reações alérgicas - têm que interromper o uso ● Os medicamentos comercializados podem ser considerados produtos acabados, pois do ponto de vista tecnológico, mas em termos de vigilância em saúde, não. Pois podem ocorrer reações adversas que não eram esperadas, não estão previstas em bulas. ● Outras classificações para reações adversas: (Classificação de Naranjo) ○ leves ○ moderadas ○ graves ○ letais ● Exemplos de RAM: ○ hepatotoxicidade ○ agitação motora ○ confusão mental ○ diarreia ○ tosse ○ úlcera ○ dores de cabeça ● Vioxx (Rofecoxib) foi retirado do mercado pq aumentava riscos de eventos cardiovasculares, por inibir COX2 de forma seletiva - foi retirada do mercado em 2000 pela própria indústria farmacêutica (Merck) ● Ranitidina - foi impedido de comerciar, fabricar, importar (resolução 3459/2020) pois quando era metabolizada formava NDMA (N-nitrosodimetilamina), e era impossível de modificar esse metabolismo. Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia ● Por esses exemplos é possível verificar que os medicamentos não podem ser considerados produtos acabados do ponto de vista de vigilância em saúde. Se o medicamento apresenta mais benefícios do que riscos, ele é mantido no mercado. ● Devem ser realizadas avaliações periódicas dos medicamentos no mercado ● A detecção precoce permite intervir rapidamente e previne as RAMs. Os sinais precoces são: ○ lllllllllllllllll Como identificar os sinais: VIGILÂNCIA PASSIVA: ● Notificação passiva: ○ Os pacientes ou profissionais notificam de forma espontânea os eventos adversos. ○ O positivo dessa notificação é que ela pode cobrir toda a população que utiliza o medicamento, tem baixo custo, não é intervencionista e é bom para iniciar o sistema de farmacovigilância ○ Geram apenas hipóteses, requer uma análise estatística para confirmar ○ desvantagem: subnotificação, dificuldade em detectar reações tardias (pois o paciente não relaciona a sua reação ao medicamento que estava fazendo uso), o número de paciente que é exposto é ○ desconhecido, apresentação de vieses (desvio de informação e dificuldade em relação a confusão de nomes de medicamentos) não testa hipóteses de relacionamento causal, por se apenas hipóteses, avalia apenas taxas de notificação e não incidência de RAM. ● Notificação intensificada: projeto que foi direcionado às farmácias (projeto farmácias notificadoras) para que eles incentivem os pacientes a notificarem as possíveis reações. VIGILÂNCIA ATIVA: ● É estruturado e é um processo contínuo para determinar o número de reações adversas ● ocorre um gerenciamento de risco, onde se estuda um medicamento específico - os estudos são feitos de forma direcionada ao medicamento de interesse. ● existem programas de monitorização. ● A vigilância ativa pode ser feita realizando o segmento farmacoterapêutico pois permite avaliar quais os medicamentos que o paciente está fazendo uso e monitorar as suas reações adversas. ● as reações adversas podem ser analisadas de forma retrospectiva (análise de prontuários) ou prospectiva (analisa quais vão ser prescritos) ● permite que o profissional da saúde e o paciente sejam entrevistados - é muito efetiva para identificar possíveis reações adversas pois é mais efetivos ● utiliza rastreadores para identificar eventos adversos através de bases de dados (requer um sistema para avaliar os dados) ● A vigilância ativa pode ser feita em cima das prescrições ● Critérios para que a venda de um medicamento seja controlada: dose terapêutica alta, causa dependência, medicamento onde a frequência de administração não pode ser longa ou que apresentem efeitos adversos de forma exacerbada. ● Estratégia para a vigilância ativa: Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 ○ Vigilância Sentinelas: as instituições cadastradas atuam como um observatório para supervisionar medicamentos, órteses/próteses, exames laboratoriais, equipamentos e dispositivos hospitalares, hemoderivados. Surgiu por uma portaria 1660/09. ■ Portaria 1660/09: ● tem objetivo de identificar problemas precoces, eliminar ou minimizar riscos decorrentes do uso de medicamentos, monitoramento, análise e investigação de eventos adversos. Está ligado ao sistema de notificação e investigação em vigilância sanitária. ● Avalia queixas que estão relacionadas aos serviços e produtos em fase pós comercialização ou pós uso que estão sob supervisão da vigilância sanitária. ● Supervisionado por: Ministério da saúde, estados e municípios ● A Anvisa é responsável por articular todas as informações vindas do Ministério da Saúde, além disso, executa as ações planejadas no plano anual e aquelas que tiveram a necessidade sem estar prevista no plano anual, desenvolver e manter o sistema de informação para que consiga oferecer suporte para os estados e municípios. ● todas as informações precisam ser estratificadas e estudadas. ■ A Rede Sentinela foi uma estratégia para ampliar as redes de notificações, onde qualquer instituição que quisesse se cadastrar tinha que atender aos pré requisitos. ● Objetivos: notificação feita por profissionais da saúde para que qualquer irregularidade de um produto ou empresa seja notificada. ● Sistema Vigipos: queixas técnicas e problemas relacionados aos medicamentos, supervisiona produtos falsificados. ● Contribui para o aprimoramento e gerenciamento de riscos de serviços da saude, desenvolve e apoia estudos de interesse do sistem de saude brasileira, coopera para a formação de pessoas, educação continuada e produção de conhecimento (oferecem cursos e especializações profissionais) ● A vigilancia ativa permite revisar prontuários, entrevistar medicos, pacientes. ● Limitações: ○ execução de coleta de informações - pode ser que demore, pode ser que informações sejam deixadas de lado ○ é necessário uma seleção de instituições ○ requer um alto custo (sistemas, pessoas, contato com pacientes) ○ É muito eficiente para medicamentos de uso intra hospitalar, atenção domiciliar e centros de hemodiálise - os demais âmbitos podem ficar subnotificado ● Formas de realizar vigilância ativa: Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia ○ Identificação dos pacientes por meio de prescrições eletrônicas ou banco de dados de seguro saúde - permite avaliar a duração da terapia, doses, eventos clínicos, razões para descontinuação. É indicado para tratamentos. ○ Pareamento de registros de bancos de dados já existentes, é barato e permite avaliar discrasias sanguíneas, RAM graves, malformações congênitas, etc. A desvantagem é que se o banco de dados não for bem feito, pode haver duplicidade de dados, etc. ○ Rastreadores: permitem mensurar os eventos adversos, direcionar e investigar a ocorrência e mensuração de efeitos adversos. ○ Estudos de coorte: monitoramento de causalidade por dois grupos, um com fator de exposição e outro sem exposição. - para incidência e causalidade ○ caso controle: verifica relação de possíveis causalidades mas de forma retrospectiva. - normalmente para efeitos adversos graves *Farmacovigilância (para medicamentos); Tecnovigilância (demais produtos de saúde) Centros de farmacovigilância ● farmácias ● universidades ● centros de informaçãode medicamentos ● centros de intoxicação ● associação profissional ● órgão oficial do governo ● Os notificadores podem ser: ○ primários: diretamente no sistema ○ secundário: passa por uma análise antes de ser colocada no sistema ● o paciente é a chave para prevenir muitos erros de medicação, por meio de percepções que auxiliam na prevenção. Além disso, a cultura de comunicação que permite o paciente ter consciência de que aquilo é uma RAM ● O que deve ser notificado: todas as alterações que são desconhecidas/diferentes devem ser notificadas. Mas o que deve ser notificados rapidamente é: ○ RAM graves ○ reações adversas inesperados ○ RAM classicamente associados aos medicamentos ○ perda de eficácia ○ interações medicamentosas ○ tolerância ou resistência ○ dependência ○ intoxicações ● Quando notificar: o quanto antes possível, principalmente para RAM graves. Pode ser a nível estadual ou diretamente no centro nacional (CNMM). Quanto mais notificações ocorrerem, mais rápido será gerado o sinal. ● Motivos para não notificar (subnotificação): Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 ○ ingenuidade do paciente ○ medo do profissional ○ falta de interesse dos profissionais ○ incerteza do paciente se aquilo é uma RAM ○ apatia ● Elementos que devem constar na notificação: ○ relevância ○ identificação de notificações duplicadas ○ avaliação da causalidade ● Algoritmo de Karch e Lasagna: ○ foi utilizado para definir se é ou não uma RAM ○ ele possui algumas dificuldades como encontrar se o paciente melhorou após a suspensão do medicamento, e se o paciente apresentou novamente reação ao ser exposto novamente aquele medicamento, pois uma vez que se tem suspeita de RAM relacionada aquele medicamento, não vai se expor ele novamente. ○ ele é muito util para: ■ interações medicamentosas ■ doenças terminais ■ uso do farmaco apropriado ■ cumprimento atípico da prescrição ■ erro de prescrição ○ ele não é util para a detecção de novas RAM Categorias de causalidade do programa internacional de monitorização de medicamentos da OMS Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 ● O algoritmo mais utilizado é o Algoritmo de Naranjo: ○ traz a estimativa da probabilidade de um medicamento causar RAM ○ tem 10 perguntas ○ é simples e não precisa ser feito só por profissionais ○ foi desenvolvido através da análises de probabilidades, comparando os possíveis causadores de RAM ○ são questões de valores: Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia *perguntas difíceis de responder: a reação aumenta de intensidade com o aumento da dose; a detecção da droga no sangue; se o efeito adverso reapareceu após a administração da do medicamento ● Algoritmo de Liverpool ○ diz se é provável ou não provável ● Após utilizar os algoritmos, as rede sentinelas devem notificar os dados obtidos. Interações medicamentosas ● pode ser a causa do problema relacionado ao medicamento ● quanto mais medicamentos o paciente utilizada, maiores as chances de desenvolver uma RAM ● Uma resposta clínica já pode ser encontrada apenas com a associação de 2 medicamentos, mais de 4 medicamentos, avaliar cuidadosamente as interações. Acima de 5 associações é um grupo de risco. ● RAMs do tipo A também devem ser notificadas, não apenas as do tipo B Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 ● Cascata iatrogênica:quando administra um medicamento e ele gera efeitos adversos que precisam ser tratados com um outro medicamento. Ex:captopril que gera tosse e precisa ser tratado com um outro medicamento. ● Baixado por Elaine Costa (elainecostaa2018@gmail.com) lOMoARcPSD|30310005 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=farmacovigilancia