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Trabalho Enfermagem Materno infantil e obstetrícia
Professora Janaina Mesquita
Michele Juliane - Turma C3
1) Defina o que é parto normal, parto humanizado, cesariana.
Parto Normal: Também conhecido como parto vaginal, é quando o bebê é expelido do útero através do canal 
vaginal da mãe, seguindo o processo natural do parto. O parto normal pode ser assistido por profissionais 
de saúde, como obstetras ou parteiras, e geralmente não envolve intervenções médicas, a menos que haja 
complicações.
Parto Humanizado: O parto humanizado busca respeitar os aspectos físicos, emocionais e psicológicos da 
mulher durante o processo de dar à luz. Envolve uma abordagem centrada na mulher, onde ela é 
encorajada a participar ativamente das decisões relacionadas ao parto, tem liberdade para se movimentar, 
escolher sua posição de conforto, receber apoio emocional e, quando possível, evitar intervenções médicas 
desnecessárias.
Cesariana: A cesariana é um procedimento cirúrgico em que o bebê é retirado do útero da mãe através de uma 
incisão no abdômen e no útero. Essa intervenção pode ser planejada (eletiva) ou realizada de emergência, 
caso haja complicações durante o parto ou riscos para a mãe ou para o bebê. A cesariana é geralmente 
recomendada em casos de apresentação anormal do feto, sofrimento fetal, placenta prévia, entre outras 
situações.
2) Defina quais são os locais onde pode ocorrer o parto.
Hospital: Este é o local mais comum para o parto, especialmente em casos de gestações consideradas 
de alto risco ou quando a mãe opta por ter acesso a cuidados médicos especializados durante o 
parto.
Casa de parto: Algumas mulheres optam por dar à luz em uma casa de parto, que oferece um 
ambiente mais tranquilo e caseiro do que um hospital, enquanto ainda fornece assistência 
profissional de parteiras ou outros profissionais de saúde treinados.
Em casa: Algumas mulheres optam por dar à luz em casa, com a assistência de uma parteira ou doula. 
Isso geralmente é escolhido por mulheres com gestações de baixo risco e que desejam ter um 
ambiente familiar e confortável durante o parto.
Centro de parto independente: Alguns locais oferecem centros de parto independentes, que são 
semelhantes a casas de parto, mas podem ser operados por parteiras independentes ou 
organizações de saúde comunitárias.
3) Defina as seguintes terminologias: epidural, raquianestesia, analgesia de parto.
Epidural: A anestesia epidural é um tipo de anestesia regional que envolve a injeção de medicamentos 
anestésicos na área ao redor da medula espinhal, no espaço chamado espaço epidural. Isso 
bloqueia a transmissão de sinais de dor dos nervos na região onde é administrada, 
proporcionando alívio da dor durante procedimentos cirúrgicos ou para controlar a dor durante o 
parto.
Raquianestesia: Também conhecida como anestesia subaracnóidea, a raquianestesia é um tipo de 
anestesia regional que envolve a injeção de anestésicos diretamente no líquido cefalorraquidiano 
na área da medula espinhal, mais especificamente no espaço subaracnóideo. Isso bloqueia 
temporariamente a condução de sinais nervosos, proporcionando anestesia e analgesia em áreas 
específicas do corpo, geralmente abaixo do nível de inserção do anestésico.
Analgesia de parto: A analgesia de parto refere-se à administração de medicamentos analgésicos 
para aliviar a dor durante o trabalho de parto e o parto. Isso pode ser alcançado através de 
diferentes métodos, como anestesia epidural, raquianestesia, analgesia peridural ou uma 
combinação dessas técnicas. O objetivo é proporcionar alívio da dor sem comprometer a 
capacidade da mulher de participar ativamente do processo de parto, mantendo-a confortável e 
alerta.
Raquianestesia: Também conhecida como anestesia subaracnóidea, a raquianestesia é um tipo de 
anestesia regional que envolve a injeção de anestésicos diretamente no líquido cefalorraquidiano 
na área da medula espinhal, mais especificamente no espaço subaracnóideo. Isso bloqueia 
temporariamente a condução de sinais nervosos, proporcionando anestesia e analgesia em áreas 
específicas do corpo, geralmente abaixo do nível de inserção do anestésico.
Analgesia de parto: A analgesia de parto refere-se à administração de medicamentos analgésicos 
para aliviar a dor durante o trabalho de parto e o parto. Isso pode ser alcançado através de 
diferentes métodos, como anestesia epidural, raquianestesia, analgesia peridural ou uma 
combinação dessas técnicas. O objetivo é proporcionar alívio da dor sem comprometer a 
capacidade da mulher de participar ativamente do processo de parto, mantendo-a confortável e 
alerta.
4) Quais são as boas práticas para um parto normal satisfatório?
Cuidado pré-natal adequado: Um acompanhamento pré-natal regular é essencial para garantir que a 
mãe e o bebê estejam saudáveis e para identificar quaisquer problemas potenciais precocemente.
Escolha de um profissional qualificado: Optar por um obstetra ou parteira experiente e qualificado 
pode fazer uma grande diferença na experiência do parto.
Informação e preparação: A gestante deve se educar sobre o processo de parto, técnicas de 
respiração, posições para o trabalho de parto, e possíveis complicações. As classes de 
preparação para o parto podem ser úteis nesse sentido.
Ambiente tranquilo e apoio emocional: Durante o trabalho de parto, um ambiente calmo e de apoio 
emocional é importante. Isso pode incluir a presença do parceiro, de familiares ou de uma doula, 
se desejado.
Hidratação e nutrição adequadas: Manter-se hidratada e bem nutrida durante o trabalho de parto é 
essencial para manter a energia e a força.
Mobilidade e posições variadas: Movimentar-se durante o trabalho de parto pode ajudar a aliviar a dor 
e facilitar o progresso do parto. Experimentar diferentes posições, como caminhar, ficar de 
cócoras ou usar uma bola de parto, pode ser benéfico.
Monitoramento fetal: É importante monitorar os batimentos cardíacos do bebê durante o trabalho de 
parto para garantir que ele esteja tolerando bem o processo.
Intervenções mínimas: Sempre que possível, é recomendável evitar intervenções médicas 
desnecessárias, como a administração de medicamentos para acelerar o trabalho de parto, a 
episiotomia (corte na região vaginal) ou o uso de fórceps ou ventosas, a menos que sejam 
absolutamente necessários por motivos médicos.
Respeito às preferências da mãe: É importante respeitar as preferências da mãe sempre que possível, 
incluindo seu desejo por um ambiente tranquilo, intervenções mínimas e a possibilidade de ter um 
parto sem medicamentos, se essa for sua escolha.
Apoio pós-parto: Após o nascimento, é essencial que a mãe receba apoio adequado para se 
recuperar física e emocionalmente. Isso pode incluir acompanhamento médico, suporte para 
amamentação e assistência prática com os cuidados com o bebê.
5) Na sua opinião e conforme o que já foi visto até hoje, qual é o papel do profissional da saúde frente 
uma mulher que está em trabalho de parto?
O papel do profissional de saúde durante o trabalho de parto é crucial para garantir a segurança e o 
bem-estar da mãe e do bebê. Em geral, esse papel envolve:
Monitoramento e avaliação: O profissional de saúde deve monitorar os sinais vitais da mãe e do bebê, 
avaliar o progresso do trabalho de parto e identificar qualquer sinal de complicações.
Assistência emocional e apoio: Durante o trabalho de parto, as mulheres podem passar por uma 
ampla gama de emoções e sensações. O profissional de saúde deve fornecer suporte emocional, 
encorajamento e tranquilidade para ajudar a mulher a lidar com a dor e a ansiedade.
Fornecer informações e tomar decisões compartilhadas: O profissional de saúde deve informar a 
mulher sobre as opçõesdisponíveis para o parto, os possíveis procedimentos médicos e os riscos 
associados a cada um. Eles devem ajudar a mulher a tomar decisões informadas e respeitar suas 
preferências sempre que possível.
Assistência no parto: Durante o parto, o profissional de saúde deve estar preparado para intervir se 
surgirem complicações e fornecer assistência ativa conforme necessário. Isso pode envolver o 
uso de técnicas de alívio da dor, monitoramento do progresso do trabalho de parto e assistência 
durante o parto propriamente dito.
Cuidados pós-parto imediatos: Após o nascimento do bebê, o profissional de saúde deve fornecer 
cuidados imediatos à mãe e ao recém-nascido, incluindo a avaliação do estado de saúde, a 
realização de procedimentos médicos necessários e o apoio na amamentação, se aplicável.
Em resumo, o profissional de saúde desempenha um papel fundamental em garantir que o processo 
de parto seja seguro, confortável e respeitoso para a mulher, reconhecendo sua autonomia e suas 
necessidades físicas e emocionais durante esse momento importante.
6) Descreva o protocolo de assistência ao parto normal de emergência do SAMU.
O protocolo de assistência ao parto normal de emergência do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel 
de Urgência) geralmente segue uma série de passos padronizados para garantir a segurança da 
mãe e do bebê durante o parto inesperado. Aqui está uma descrição geral do protocolo:
Recebimento da chamada: O SAMU recebe uma chamada de emergência relatando que uma mulher 
está em trabalho de parto e precisa de assistência urgente.
Despacho da equipe: Uma equipe de socorristas, composta por profissionais treinados em parto de 
emergência, é despachada para o local da ocorrência.
Avaliação inicial: Ao chegar ao local, os socorristas avaliam rapidamente a situação, verificando a 
condição da mãe e do bebê.
Preparação do ambiente: Se o parto estiver prestes a ocorrer ou já estiver em andamento, os 
socorristas preparam o ambiente, garantindo que seja limpo, seguro e privado, tanto quanto 
possível.
Apoio emocional: Durante todo o processo, os socorristas fornecem apoio emocional à mãe, 
tranquilizando-a e encorajando-a.
Avaliação do estágio do parto: Os socorristas determinam em que estágio do trabalho de parto a mãe 
se encontra. Isso é feito observando sinais como contrações, dilatação cervical e presença do saco 
amniótico.
Posicionamento da mãe: A mãe é ajudada a encontrar uma posição confortável para o parto. Isso pode 
incluir deitar de costas, ficar de cócoras ou assumir qualquer outra posição que ela encontre 
confortável.
Monitoramento dos sinais vitais: Os sinais vitais da mãe, como pressão arterial, pulso e respiração, são 
monitorados de perto durante todo o processo.
Prevenção de complicações: Os socorristas estão preparados para lidar com possíveis complicações, 
como hemorragia, prolapso do cordão umbilical ou problemas respiratórios no recém-nascido.
Assistência ao parto: Quando chega a hora do parto, os socorristas orientam a mãe sobre quando e 
como fazer força. Eles também ajudam a receber o bebê de forma segura, garantindo que o 
cordão umbilical não seja torcido e que o bebê respire normalmente.
Cuidados pós-parto: Após o nascimento, os socorristas verificam o estado de saúde tanto da mãe 
quanto do bebê. Eles realizam medidas para garantir a estabilidade de ambos, como o 
clampeamento e corte do cordão umbilical, estimulação respiratória se necessário, e aquecimento 
do recém-nascido.
Transporte para a unidade de saúde: Depois que a mãe e o bebê estão estáveis, eles são transportados 
para uma unidade de saúde adequada para receberem cuidados adicionais, se necessário.
É importante ressaltar que o protocolo exato pode variar de acordo com as diretrizes específicas do 
SAMU em cada região, mas esses são os passos gerais seguidos para garantir um parto seguro em 
situações de emergência.
7) Defina as terminologias:
a) Parturiente
b) Trabalho de parto
c) Parto a termo, pré-termo, pós termo
a) Parturiente: Refere-se à mulher que está em trabalho de parto ou que acabou de dar à luz. É o 
termo utilizado para descrever a pessoa que está prestes a ou que já está passando pelo 
processo de parto.
b) Trabalho de parto: É o processo fisiológico que ocorre no corpo da mulher para permitir o 
nascimento do bebê. Durante o trabalho de parto, o colo do útero se dilata e as contrações
uterinas aumentam em frequência e intensidade, facilitando a passagem do feto pelo canal de parto.
c) Parto a termo, pré-termo, pós-termo:
Parto a termo: Refere-se ao nascimento do bebê dentro do período considerado normal de gestação, 
que geralmente é entre a 37ª e a 42ª semana de gestação.
Parto pré-termo: Ocorre quando o bebê nasce antes da 37ª semana de gestação. Bebês nascidos 
prematuramente podem precisar de cuidados especiais devido à imaturidade de seus órgãos.
Parto pós-termo: É quando o bebê nasce após a 42ª semana de gestação. Nesses casos, pode haver 
um risco aumentado de complicações tanto para a mãe quanto para o bebê, e o parto induzido 
pode ser considerado para evitar problemas.
8) O que devemos fazer quanto profissionais da saúde para mudar o cenário atual com altas taxas de 
cesariana para termos as taxas ideais preconizadas que são de mais partos normais. O que 
precisa ser feito? Como fazer?
Para mudar o cenário atual com altas taxas de cesariana e atingir as taxas ideais preconizadas de 
mais partos normais, os profissionais de saúde podem adotar várias estratégias:
Educação e conscientização: É importante educar tanto os profissionais de saúde quanto as gestantes 
sobre os benefícios do parto normal para a mãe e o bebê, quando clinicamente seguro. Isso pode 
incluir a divulgação de informações sobre os riscos associados à cesariana desnecessária e os 
benefícios do parto vaginal para a recuperação pós-parto.
Promover o parto humanizado: Oferecer um ambiente de parto que respeite as escolhas da mulher, 
promova o apoio emocional durante o trabalho de parto e encoraje a participação ativa da mulher 
no processo de parto pode ajudar a aumentar a taxa de partos normais. Isso pode envolver o uso 
de técnicas de alívio da dor não farmacológicas, como massagem, banho quente e 
posicionamento ativo durante o trabalho de parto.
Atendimento pré-natal abrangente: Fornecer um cuidado pré-natal abrangente que inclua educação 
sobre a importância do parto normal, apoio emocional e psicológico, e orientação sobre técnicas 
de preparação para o parto, como exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico e técnicas de 
respiração, pode ajudar a preparar as gestantes para um parto vaginal bem-sucedido.
Redução de intervenções desnecessárias: Minimizar o uso de intervenções médicas desnecessárias 
durante o trabalho de parto, como a administração rotineira de ocitocina sintética para acelerar o 
parto, pode ajudar a promover partos normais. Os profissionais de saúde devem adotar uma 
abordagem baseada em evidências para o manejo do trabalho de parto e parto, intervindo apenas 
quando clinicamente indicado.
Apoio à amamentação: Oferecer suporte à amamentação desde o início pode ajudar a promover o 
vínculo mãe-bebê e reduzir a incidência de complicações pós-parto que podem levar a uma maior 
probabilidade de cesariana em futuras gestações.
Além disso, é importante que os profissionais de saúde trabalhem em colaboração com as gestantes, 
respeitando suas preferências e fornecendo informações claras e baseadas em evidências para 
ajudá-las a tomar decisões informadas sobre seus cuidados durante o parto. A abordagem 
multidisciplinar e centrada na mulher é essencial para promover uma mudança no cenário atual de 
altas taxas de cesariana.
9) Defina plano de parto:
Um plano de parto é um documento que descreve as preferências e desejos da gestante para o 
processo de parto e nascimento.Ele pode incluir uma variedade de informações, desde as 
preferências sobre o ambiente do parto até as intervenções médicas desejadas ou evitadas. 
Geralmente, um plano de parto pode conter os seguintes elementos:
Informações Pessoais: Nome da gestante, informações de contato, nome do parceiro ou pessoa de 
apoio, informações médicas relevantes.
Preferências para o Trabalho de Parto: Desejos relacionados ao ambiente do parto, como música, 
iluminação, uso de aromaterapia, preferência por posições durante o trabalho de parto, etc.
Intervenções Médicas: Preferências em relação a intervenções médicas, como monitoramento fetal, 
administração de analgesia, ruptura artificial da bolsa amniótica, etc.
Comunicação durante o Parto: Desejos sobre como a comunicação será conduzida entre a equipe 
médica e a gestante, incluindo quem tomará as decisões em caso de emergência.
Cuidados com o Recém-Nascido: Preferências em relação aos cuidados imediatos com o bebê após o 
nascimento, como a prática do contato pele a pele, amamentação precoce, administração de 
vitamina K, etc.
Plano de Backup: Considerações sobre o que fazer se o plano original não puder ser seguido devido a 
complicações ou necessidades médicas inesperadas.
Um plano de parto é uma ferramenta útil para ajudar a garantir que a gestante e sua equipe médica 
estejam alinhadas quanto às preferências e desejos durante o parto, promovendo assim uma 
experiência mais positiva e satisfatória para todos os envolvidos.
10) Crie um plano de parto ficticio 
Plano de Parto para Paula Silva
Olá equipe de saúde,
Estou ansiosa para dar à luz ao meu bebê e gostaria de compartilhar meu plano de parto com vocês 
para garantir que tenhamos a melhor experiência possível. Meu nome é Maria Silva, estou 
entrando na minha 38ª semana de gravidez e estou esperando um menino. Aqui está o que 
gostaria que fosse considerado durante o parto:
Ambiente de Parto: Gostaria de um ambiente tranquilo e acolhedor durante o parto, preferencialmente 
com luzes suaves e música relaxante, se possível. O apoio emocional da equipe é muito importante 
para mim.
Posições de Parto: Pretendo ficar ativa durante o trabalho de parto e gostaria de ter liberdade para 
mudar de posição conforme necessário. Posso expressar minhas preferências, mas estou aberta a 
sugestões da equipe.
Alívio da Dor: Pretendo tentar métodos naturais de alívio da dor, como respiração profunda, massagem 
e imersão em água morna. No entanto, estou aberta à discussão sobre outras opções de alívio da 
dor, como analgesia peridural, se necessário.
Monitoramento Fetal: Gostaria de um monitoramento fetal intermitente, se possível, para poder 
mover-me livremente durante o trabalho de parto. No entanto, estou ciente da importância de 
monitorar a saúde do meu bebê e estou aberta a outras opções recomendadas pela equipe 
médica.
Intervenções Médicas: Prefiro evitar intervenções médicas desnecessárias, como a ruptura artificial da 
bolsa amniótica ou o uso de ocitocina sintética, a menos que haja uma indicação clara de que são 
necessárias para a segurança minha ou do meu bebê.
Episiotomia: Gostaria de evitar a realização de uma episiotomia, se possível. Prefiro métodos naturais 
de prevenção de lacerações, como massagem perineal e técnicas de respiração durante o parto.
Contato Pele a Pele: Assim que possível após o nascimento, gostaria de ter contato pele a pele com 
meu bebê para promover o vínculo e facilitar a amamentação.
Corte do Cordão Umbilical: Gostaria que o cordão umbilical fosse cortado após ele parar de pulsar, 
para garantir que meu bebê receba todos os benefícios do sangue e dos nutrientes adicionais.
Amamentação: Pretendo amamentar meu bebê e gostaria de apoio da equipe para iniciar a 
amamentação o mais cedo possível após o nascimento.
Agradeço antecipadamente por sua atenção a esses detalhes do meu plano de parto. Estou confiante 
de que, trabalhando juntos, podemos garantir uma experiência de parto positiva e segura para 
mim e para meu bebê.
Atenciosamente, Paula Silva

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