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Homem cultura, e sociedade Kamilly Pires da Silva @kamynavet O que é Antropologia? Antropologia: a ciência que tem como objetivo o estudo sobre o homem e a humanidade de maneira totalizante, abrangendo todas as suas dimensões. Subdivisão clássica: antropologia física e antropologia cultural. Subdivisão norte-americana: arqueologia, linguística, antropologia física e antropologia cultural. Antropologia Cultural estuda a diversidade cultural humana, tanto de grupos contemporâneos, como extintos. Abrange três tópicos gerais, que se constituem como especialidades. O primeiro é a etnografia ou etnologia, o segundo é a linguística aplicada à antropologia, e o terceiro ponto é a arqueologia. O que é Antropologia? Antropologia: a ciência que tem como objetivo o estudo sobre o homem e a humanidade de maneira totalizante, abrangendo todas as suas dimensões. Subdivisão clássica: antropologia física e antropologia cultural. Subdivisão norte-americana: arqueologia, linguística, antropologia física e antropologia cultural. Antropologia Cultural estuda a diversidade cultural humana, tanto de grupos contemporâneos, como extintos. Abrange três tópicos gerais, que se constituem como especialidades. O primeiro é a etnografia ou etnologia, o segundo é a linguística aplicada à antropologia, e o terceiro ponto é a arqueologia. Claude Lévi-Strauss (séc. XX): fundador da antropologia estruturalista. Não concordava com a divisão em civilizados e selvagens ou a divisão em superiores e inferiores. Para a Sociologia: a identidade é o compartilhar de várias ideias de um determinado grupo. O conceito em que o indivíduo forma sua personalidade, mas também a recebe do meio onde realiza sua interação social Antropologia: a identidade consiste na soma nunca concluída de um aglomerado de signos, referências e influências que definem o entendimento relacional de determinada entidade, Memória Coletiva é a memória de um grupo de pessoas, tipicamente passadas de uma geração para a seguinte, ou ainda a memória compartilhada de um grupo, família, grupo religioso, étnico, classe social ou nação, que surge da interação social Claude Lévi-Strauss (séc. XX): fundador da antropologia estruturalista. Não concordava com a divisão em civilizados e selvagens ou a divisão em superiores e inferiores. Para a Sociologia: a identidade é o compartilhar de várias ideias de um determinado grupo. O conceito em que o indivíduo forma sua personalidade, mas também a recebe do meio onde realiza sua interação social Antropologia: a identidade consiste na soma nunca concluída de um aglomerado de signos, referências e influências que definem o entendimento relacional de determinada entidade, Memória Coletiva é a memória de um grupo de pessoas, tipicamente passadas de uma geração para a seguinte, ou ainda a memória compartilhada de um grupo, família, grupo religioso, étnico, classe social ou nação, que surge da interação social Antropologia Cultural Primeiro estágio de desenvolvimento, o assalariamento da força de trabalho foi se estendendo, mediante a eliminação das terras comunais e sua transformação em propriedade; No estágio intensivo, a expansão da produção de mercadorias se restringiu ao aumento da produtividade do trabalho, que por sua vez dependeu do progresso das técnicas de produção e da elevação do nível de subsistência da força de trabalho, necessária para permitir a operação das técnicas de produção crescentemente complexas Marx, ressaltava que o desenvolvimento cada vez maior das forças produtivas capitalistas geraria infindáveis crises econômicas e, consequentemente, conflitos sociais cada vez mais intensos, que levariam à derrocada da ordem social burguesa. Primeiro estágio de desenvolvimento, o assalariamento da força de trabalho foi se estendendo, mediante a eliminação das terras comunais e sua transformação em propriedade; No estágio intensivo, a expansão da produção de mercadorias se restringiu ao aumento da produtividade do trabalho, que por sua vez dependeu do progresso das técnicas de produção e da elevação do nível de subsistência da força de trabalho, necessária para permitir a operação das técnicas de produção crescentemente complexas Marx, ressaltava que o desenvolvimento cada vez maior das forças produtivas capitalistas geraria infindáveis crises econômicas e, consequentemente, conflitos sociais cada vez mais intensos, que levariam à derrocada da ordem social burguesa. Sociedade Capitalista mudança de paradigma Tylor: pensador do séc. XIX; a cultura pode ser objeto de estudo sistemático; perspectiva de desenvolvimento unilinear; análises que buscam no passado explicações para o presente. Evolucionismo. Formulação de leis, pois a cultura é um fenômeno natural e possui regularidades. Boas: reação ao evolucionismo – método comparativo; a antropologia executa duas tarefas: a reconstrução da história de povos ou regiões particulares e a comparação da vida social de diferentes povos, cujo desenvolvimento segue as mesmas leis Para Keesing não existe correlação significativa entre a distribuição das características genéticas e a distribuição dos comportamentos culturais. O autor aponta que qualquer criança humana pode ser educada em qualquer cultura, se for colocada desde o início em situação conveniente de aprendizado. Tylor: pensador do séc. XIX; a cultura pode ser objeto de estudo sistemático; perspectiva de desenvolvimento unilinear; análises que buscam no passado explicações para o presente. Evolucionismo. Formulação de leis, pois a cultura é um fenômeno natural e possui regularidades. Boas: reação ao evolucionismo – método comparativo; a antropologia executa duas tarefas: a reconstrução da história de povos ou regiões particulares e a comparação da vida social de diferentes povos, cujo desenvolvimento segue as mesmas leis Para Keesing não existe correlação significativa entre a distribuição das características genéticas e a distribuição dos comportamentos culturais. O autor aponta que qualquer criança humana pode ser educada em qualquer cultura, se for colocada desde o início em situação conveniente de aprendizado. Alfred Kroeber enfatizava que é por meio da cultura que a humanidade se distância do mundo animal, considerando o homem como um ser que está acima de suas limitações orgânicas. Kroeber é um dos grandes contribuintes para a ampliação do conceito de cultura, pois ressaltava que a cultura é mais do que a herança genética, é ela que determina o comportamento do homem e justifica as suas realizações. O homem passa a depender mais do aprendizado do que de sua genética Claude Lévi-Strauss define cultura como um sistema simbólico que é uma criação acumulativa da mente humana. O seu trabalho consiste em investigar a estruturação dos domínios culturais, tais como mito, arte, parentesco e linguagem e os princípios da mente que geram essas elaborações culturais. Alfred Kroeber enfatizava que é por meio da cultura que a humanidade se distância do mundo animal, considerando o homem como um ser que está acima de suas limitações orgânicas. Kroeber é um dos grandes contribuintes para a ampliação do conceito de cultura, pois ressaltava que a cultura é mais do que a herança genética, é ela que determina o comportamento do homem e justifica as suas realizações. O homem passa a depender mais do aprendizado do que de sua genética Claude Lévi-Strauss define cultura como um sistema simbólico que é uma criação acumulativa da mente humana. O seu trabalho consiste em investigar a estruturação dos domínios culturais, tais como mito, arte, parentesco e linguagem e os princípios da mente que geram essas elaborações culturais. Schneider define que a cultura é um sistema de símbolos e significados, em que compreende categorias ou unidades e regras sobre relações e modos de comportamento. O status epistemológico das unidades ou coisas culturais não depende da observação, uma vez que “fantasmas” ou pessoas que já faleceram podem ser categorias culturais. Assim, um exemplo é: no Brasil todo dia 2 de novembro milharesde pessoas vão ao cemitério para celebrar o Dia de finados, e já os americanos celebram o Halloween. Schneider define que a cultura é um sistema de símbolos e significados, em que compreende categorias ou unidades e regras sobre relações e modos de comportamento. O status epistemológico das unidades ou coisas culturais não depende da observação, uma vez que “fantasmas” ou pessoas que já faleceram podem ser categorias culturais. Assim, um exemplo é: no Brasil todo dia 2 de novembro milhares de pessoas vão ao cemitério para celebrar o Dia de finados, e já os americanos celebram o Halloween. O processo de individualização e socialização O trabalho de Sísifo; Trabalho= sofrimento; Trabalho & Prazer; O trabalho passa a ser um agente do processo de socialização; O trabalho pode ser definido de várias formas. Isso dependerá dos objetivos do estudo. Por exemplo: ele é o que se faz para ganhar a vida ou o que se é pago para fazer (dimensão econômica) O trabalho de Sísifo; Trabalho= sofrimento; Trabalho & Prazer; O trabalho passa a ser um agente do processo de socialização; O trabalho pode ser definido de várias formas. Isso dependerá dos objetivos do estudo. Por exemplo: ele é o que se faz para ganhar a vida ou o que se é pago para fazer (dimensão econômica) O cidadão, para Platão, deveria ser poupado do trabalho. Aristóteles valorizava a atividade política e referia-se ao trabalho como atividade inferior que impedia as pessoas de terem virtude. Todo cidadão deveria abster-se de profissões mecânicas e da especulação mercantil: a primeira limita intelectualmente, e a segunda degrada eticamente. Mudanças foram acontecendo paulatinamente durante a Idade Média no que se refere à economia e à estrutura das sociedades, de forma que as ideias mais influentes na antiguidade foram se tornando inadequadas. É com o surgimento do capitalismo que se constrói e se consolida uma mudança mais visível na reflexão sobre o trabalho. Para Marx, quem detém os meios de produção é o capitalista. O indivíduo desprovido desses meios não tem como reproduzir sua existência. Essa situação, que põe de um lado o dono do capital e, de outro, os detentores da força de trabalho, não é um fato natural, mas resultado de um processo histórico. É essa condição “livre” e desprovida dos meios de produção do trabalhador que proporciona a venda da força de trabalho como uma mercadoria – a única que o trabalhador detém . O cidadão, para Platão, deveria ser poupado do trabalho. Aristóteles valorizava a atividade política e referia-se ao trabalho como atividade inferior que impedia as pessoas de terem virtude. Todo cidadão deveria abster-se de profissões mecânicas e da especulação mercantil: a primeira limita intelectualmente, e a segunda degrada eticamente. Mudanças foram acontecendo paulatinamente durante a Idade Média no que se refere à economia e à estrutura das sociedades, de forma que as ideias mais influentes na antiguidade foram se tornando inadequadas. É com o surgimento do capitalismo que se constrói e se consolida uma mudança mais visível na reflexão sobre o trabalho. Para Marx, quem detém os meios de produção é o capitalista. O indivíduo desprovido desses meios não tem como reproduzir sua existência. Essa situação, que põe de um lado o dono do capital e, de outro, os detentores da força de trabalho, não é um fato natural, mas resultado de um processo histórico. É essa condição “livre” e desprovida dos meios de produção do trabalhador que proporciona a venda da força de trabalho como uma mercadoria – a única que o trabalhador detém . Para Jahoda, o emprego é uma forma específica de trabalho econômico (que pressupõe a remuneração), regulado por um acordo contratual (de caráter jurídico). Blanch acentuou que o emprego implica a redução do trabalho a um valor de troca, portanto, a uma mercadoria, salientando a evolução e os problemas do mundo do trabalho a partir do surgimento do capitalismo. Para Jahoda, o emprego é uma forma específica de trabalho econômico (que pressupõe a remuneração), regulado por um acordo contratual (de caráter jurídico). Blanch acentuou que o emprego implica a redução do trabalho a um valor de troca, portanto, a uma mercadoria, salientando a evolução e os problemas do mundo do trabalho a partir do surgimento do capitalismo. Aspectos políticos na contemporaneidade O conceito do trabalho passou a ocupar um lugar privilegiado no espaço da reflexão teórica nos dois últimos séculos (XX e XXI). Evolução do trabalho: Comunidades de caçadores e coletores Agricultura criação de animais Trabalho escravo Trabalho servil Trabalho remunerado O conceito do trabalho passou a ocupar um lugar privilegiado no espaço da reflexão teórica nos dois últimos séculos (XX e XXI). Evolução do trabalho: Comunidades de caçadores e coletores Agricultura criação de animais Trabalho escravo Trabalho servil Trabalho remunerado Cabe ao indivíduo, desprovido de tudo, vender seu trabalho, e, ao capitalista, adquiri-lo, como meio de dar prosseguimento à produção de outras mercadorias, o que, sendo valor de troca, permite crescer seu capital. Nessa realidade, fundou-se a noção de contrato de trabalho, recriando-o na forma de emprego assalariado. O novo modo de produção afetou vários aspectos da organização da vida e da sociedade, por exemplo: A- separou os ambientes doméstico e de trabalho; B- reuniu um número imenso de pessoas em um mesmo lugar (fábricas) em torno de uma única atividade econômica; C- intensificou o crescimento das cidades e sua separação do campo. Cabe ao indivíduo, desprovido de tudo, vender seu trabalho, e, ao capitalista, adquiri-lo, como meio de dar prosseguimento à produção de outras mercadorias, o que, sendo valor de troca, permite crescer seu capital. Nessa realidade, fundou-se a noção de contrato de trabalho, recriando-o na forma de emprego assalariado. O novo modo de produção afetou vários aspectos da organização da vida e da sociedade, por exemplo: A- separou os ambientes doméstico e de trabalho; B- reuniu um número imenso de pessoas em um mesmo lugar (fábricas) em torno de uma única atividade econômica; C- intensificou o crescimento das cidades e sua separação do campo. Áreas da Ciência Social A concepção de ser humano estabelecida é a de que o ser humano é como um ser singular, único, que só pode ser compreendido na inter-relação que se estabelece no contexto de trabalho; A compreensão de ser humano em seu vínculo com o real e não com o abstrato faz parte desse conceito, e o caracteriza como ator social que sente, age, pensa e modifica o ambiente e é por ele modificado; As atividades de trabalho, por exemplo, demandam e exigem do trabalhador o emprego de esforços e competências. Estas exigências são denominadas Custo Humano no Trabalho (CHT), e podem ser Físicas, Cognitivas e Afetivas; Os trabalhadores empregam Estratégias de Mediação Individual e Coletiva (EMIC’s), que são modos de pensar, sentir e agir próprios de cada pessoa ou do grupo. Isso é posto a fim de superarem e transformarem as contradições vivenciadas no contexto produtivo. Assim, estas estratégias visam à manutenção da saúde do homem-trabalhador. O trabalho é uma atividade central na experiência do ser humano com o mundo e importante tanto no plano objetivo quanto no subjetivo; A concepção de ser humano estabelecida é a de que o ser humano é como um ser singular, único, que só pode ser compreendido na inter-relação que se estabelece no contexto de trabalho; A compreensão de ser humano em seu vínculo com o real e não com o abstrato faz parte desse conceito, e o caracteriza como ator social que sente, age, pensa e modifica o ambiente e é por ele modificado; As atividades de trabalho, por exemplo, demandam e exigem do trabalhador o emprego de esforços e competências. Estas exigências são denominadas Custo Humano no Trabalho (CHT), e podem ser Físicas, Cognitivas e Afetivas; Os trabalhadores empregam Estratégias de Mediação Individual e Coletiva (EMIC’s), que são modos de pensar, sentir e agir própriosde cada pessoa ou do grupo. Isso é posto a fim de superarem e transformarem as contradições vivenciadas no contexto produtivo. Assim, estas estratégias visam à manutenção da saúde do homem-trabalhador. O trabalho é uma atividade central na experiência do ser humano com o mundo e importante tanto no plano objetivo quanto no subjetivo; No plano objetivo o trabalho é a principal fonte de sobrevivência, tanto pessoal como da espécie. Já sua importância subjetiva diz respeito à capacidade de produzir significados. Com as pessoas que trabalhamos unimos conhecimento. O trabalho faz parte da construção de identidade, por exemplo, sou antropólogo, sou psicólogo, sou sociólogo, sou professor... . Assim, surge a ideia de carreira como forma pessoal de construir significados na experiência de trabalho e um meio social de organizar esse trabalho. Whyte em 1956 criticou o que chamou de “homem organização”. Esse seria um indivíduo obcecado pela ideia de ascensão na carreira e pela devoção à organização. Whyte observou que os jovens de sua época não pareciam interessar-se por uma vida autônoma e autodecidida, mas sim pelo caminho de carreira oferecido pelas organizações; No plano objetivo o trabalho é a principal fonte de sobrevivência, tanto pessoal como da espécie. Já sua importância subjetiva diz respeito à capacidade de produzir significados. Com as pessoas que trabalhamos unimos conhecimento. O trabalho faz parte da construção de identidade, por exemplo, sou antropólogo, sou psicólogo, sou sociólogo, sou professor... . Assim, surge a ideia de carreira como forma pessoal de construir significados na experiência de trabalho e um meio social de organizar esse trabalho. Whyte em 1956 criticou o que chamou de “homem organização”. Esse seria um indivíduo obcecado pela ideia de ascensão na carreira e pela devoção à organização. Whyte observou que os jovens de sua época não pareciam interessar-se por uma vida autônoma e autodecidida, mas sim pelo caminho de carreira oferecido pelas organizações; Hughes (1937) assim como Durkheim, se interessava nas consequências sociais da divisão do trabalho, o que implicaria tanto no eixo da sociedade, quanto no eixo individual e psicológico do sujeito. Hughes, portanto, foi um dos pioneiros a realizar uma distinção conceitual entre carreira objetiva e carreira subjetiva. A carreira objetiva reflete a sequência das posições e dos papéis ocupados pelo indivíduo ao longo da vida de trabalho. Esses papéis ditam o status social do indivíduo. A carreira subjetiva refere-se à interpretação pessoal dos papéis e das experiências de trabalho. A carreira, por sua vez, é definida como uma perspectiva dinâmica pela qual a pessoa concebe sua vida como um conjunto e interpreta o significado de suas diversas características, das ações e das coisas que lhe ocorrem. Hughes (1937) assim como Durkheim, se interessava nas consequências sociais da divisão do trabalho, o que implicaria tanto no eixo da sociedade, quanto no eixo individual e psicológico do sujeito. Hughes, portanto, foi um dos pioneiros a realizar uma distinção conceitual entre carreira objetiva e carreira subjetiva. A carreira objetiva reflete a sequência das posições e dos papéis ocupados pelo indivíduo ao longo da vida de trabalho. Esses papéis ditam o status social do indivíduo. A carreira subjetiva refere-se à interpretação pessoal dos papéis e das experiências de trabalho. A carreira, por sua vez, é definida como uma perspectiva dinâmica pela qual a pessoa concebe sua vida como um conjunto e interpreta o significado de suas diversas características, das ações e das coisas que lhe ocorrem. O trabalho continua sendo uma dimensão central da experiência humana, e as carreiras têm um papel psicossocial decisivo ao funcionar como forma de mediação entre o trabalho, como papel social e como vivência psicológica de construção de significados, de autodesenvolvimento e autorrealização O trabalho continua sendo uma dimensão central da experiência humana, e as carreiras têm um papel psicossocial decisivo ao funcionar como forma de mediação entre o trabalho, como papel social e como vivência psicológica de construção de significados, de autodesenvolvimento e autorrealização Evolucionismo Social Na ótica da antropologia, o evolucionismo social é um processo epistemológico pelo qual se tem como forma de desenvolvimento pleno, a ideia de um processo de aculturamento com base nas chamadas teorias evolucionistas. Assim, refere-se às teorias antropológicas e econômicas de desenvolvimento social que consideram que as sociedades têm início em um estado primitivo e gradualmente tornam-se mais civilizadas com o passar do tempo. Na Teoria de Construção da Carreira, a carreira não é mais como uma sequência de empregos ou promoções ao longo da vida, mas como um processo construtivo, pessoal e social dos significados atribuídos às escolhas profissionais; Na ótica da antropologia, o evolucionismo social é um processo epistemológico pelo qual se tem como forma de desenvolvimento pleno, a ideia de um processo de aculturamento com base nas chamadas teorias evolucionistas. Assim, refere-se às teorias antropológicas e econômicas de desenvolvimento social que consideram que as sociedades têm início em um estado primitivo e gradualmente tornam-se mais civilizadas com o passar do tempo. Na Teoria de Construção da Carreira, a carreira não é mais como uma sequência de empregos ou promoções ao longo da vida, mas como um processo construtivo, pessoal e social dos significados atribuídos às escolhas profissionais; Nesse sentido, a carreira é aqui conceituada, como uma construção subjetiva formada pelas experiências passadas, atuais e expectativas futuras relacionadas ao trabalho a partir das decisões tomadas pelo próprio trabalhador. Considerando os aspectos culturais, sociais e individuais. Nesse sentido, a carreira é aqui conceituada, como uma construção subjetiva formada pelas experiências passadas, atuais e expectativas futuras relacionadas ao trabalho a partir das decisões tomadas pelo próprio trabalhador. Considerando os aspectos culturais, sociais e individuais. Processo grupal O processo grupal ou, ainda, os processos grupais são experiências fundamentais para as nossas formações, estruturações de convicções e para o desenvolvimento de nossas capacidades. Interligado com as seções anteriores é possível identificar a real necessidade o ser humano em se manter em grupo; O próprio conceito de identidade, temperamento, personalidade e caráter salientam essa teoria. Além disso, ao enfatizarmos também os aspectos do trabalho e do trabalhador, novamente estamos diante dos processos grupais. A constituição do grupo está a serviço da instituição, como instrumento de controle sobre os indivíduos. Conclui-se, por fim, que a função do grupo é definir papéis, o que leva a definição da identidade social dos indivíduos. O processo grupal ou, ainda, os processos grupais são experiências fundamentais para as nossas formações, estruturações de convicções e para o desenvolvimento de nossas capacidades. Interligado com as seções anteriores é possível identificar a real necessidade o ser humano em se manter em grupo; O próprio conceito de identidade, temperamento, personalidade e caráter salientam essa teoria. Além disso, ao enfatizarmos também os aspectos do trabalho e do trabalhador, novamente estamos diante dos processos grupais. A constituição do grupo está a serviço da instituição, como instrumento de controle sobre os indivíduos. Conclui-se, por fim, que a função do grupo é definir papéis, o que leva a definição da identidade social dos indivíduos. Processos psicológicos Processos Psicológicos Básicos: são funções mentais consideradas básicas do ser humano. Tais funções podem derivar tanto das interações de processos inatos quanto de processos adquiridos na experiência e vivência do sujeito com o meio. Elas nos permitem modificar nosso ambiente e nossa realidade para a adaptação ao meio. Emoção: A emoção é considerada como um estado mentalsubjetivo associado a uma variedade de sentimentos, comportamentos e pensamentos . Reações aos estímulos externos que nos permitem guiar o comportamento e agir rapidamente em resposta às demandas do ambiente. É importante entender que qualquer decisão é mediada por nossas emoções em maior ou menor grau. Percepção: é a encarregada de que tenhamos uma imagem da realidade do nosso meio. É esta que nos dá a informação dos estímulos externos através dos sentidos. É a responsável por organizar e dar significado a qualquer estímulo sensorial. A sua função, portanto, é adaptativa, pois nos permite conhecer o ambiente e interagirmos com ele. Órgãos dos sentidos > Captação de estímulos para o processamento cerebral. Processos Psicológicos Básicos: são funções mentais consideradas básicas do ser humano. Tais funções podem derivar tanto das interações de processos inatos quanto de processos adquiridos na experiência e vivência do sujeito com o meio. Elas nos permitem modificar nosso ambiente e nossa realidade para a adaptação ao meio. Emoção: A emoção é considerada como um estado mental subjetivo associado a uma variedade de sentimentos, comportamentos e pensamentos . Reações aos estímulos externos que nos permitem guiar o comportamento e agir rapidamente em resposta às demandas do ambiente. É importante entender que qualquer decisão é mediada por nossas emoções em maior ou menor grau. Percepção: é a encarregada de que tenhamos uma imagem da realidade do nosso meio. É esta que nos dá a informação dos estímulos externos através dos sentidos. É a responsável por organizar e dar significado a qualquer estímulo sensorial. A sua função, portanto, é adaptativa, pois nos permite conhecer o ambiente e interagirmos com ele. Órgãos dos sentidos > Captação de estímulos para o processamento cerebral. Atenção: é o processo encarregado de concentrar os recursos em uma série de estímulos e ignorar o restante. Em outras palavras é o que ocorre quando recebemos uma grande quantidade de estímulos que não podemos atender ao mesmo tempo. O processo de atenção é adaptativo porque, se não existisse, ficaríamos perdidos sem saber a que estímulo deveríamos reagir. Memória: é o que permite a codificação das informações para armazená-las e depois recuperá-las. Lembrar de informações explícitas e procedimentais Pensamento: é a capacidade de compreender, formar conceitos e organizá-los. O pensamento possibilita a associação de dados e sua transformação em informação e consequentemente associado com a resolução de problemas, tomadas de decisões e julgamentos. Na Psicologia esse é um dos processos mais complexos, por ser o responsável por transformar a informação para organizála e lhe dar sentido. A função do pensamento é atuar como mecanismo de controle diante das situações que nos são apresentadas. Atenção: é o processo encarregado de concentrar os recursos em uma série de estímulos e ignorar o restante. Em outras palavras é o que ocorre quando recebemos uma grande quantidade de estímulos que não podemos atender ao mesmo tempo. O processo de atenção é adaptativo porque, se não existisse, ficaríamos perdidos sem saber a que estímulo deveríamos reagir. Memória: é o que permite a codificação das informações para armazená-las e depois recuperá-las. Lembrar de informações explícitas e procedimentais Pensamento: é a capacidade de compreender, formar conceitos e organizá-los. O pensamento possibilita a associação de dados e sua transformação em informação e consequentemente associado com a resolução de problemas, tomadas de decisões e julgamentos. Na Psicologia esse é um dos processos mais complexos, por ser o responsável por transformar a informação para organizála e lhe dar sentido. A função do pensamento é atuar como mecanismo de controle diante das situações que nos são apresentadas. Psicopatologias Linguagem: é o que nos fornece a capacidade de nos comunicarmos uns com os outros, porque somos seres sociais. É realizada através de um código simbólico complexo, que é a língua. A linguagem reflete a capacidade de pensamento. Juntamente aos processos cognitivos é que a linguagem se desenvolve e se as habilidades das funções mentais são crescentes assim os recursos linguísticos também serão. Motivação: é a responsável por fornecer ao corpo recursos para desempenhar comportamentos. Assim, ativa o corpo e o coloca no estado ideal. A motivação não apenas prepara o corpo, mas também se encarrega de dirigir a conduta entre as opções possíveis . A sua principal função é fazer com que o indivíduo direcione a conduta em direção a suas metas e objetivos. Aprendizagem: o processo pelo qual modificamos e adquirimos conhecimentos, habilidades, experiências, comportamentos, entre outros fenômenos. A aprendizagem está totalmente ligada à memória. Linguagem: é o que nos fornece a capacidade de nos comunicarmos uns com os outros, porque somos seres sociais. É realizada através de um código simbólico complexo, que é a língua. A linguagem reflete a capacidade de pensamento. Juntamente aos processos cognitivos é que a linguagem se desenvolve e se as habilidades das funções mentais são crescentes assim os recursos linguísticos também serão. Motivação: é a responsável por fornecer ao corpo recursos para desempenhar comportamentos. Assim, ativa o corpo e o coloca no estado ideal. A motivação não apenas prepara o corpo, mas também se encarrega de dirigir a conduta entre as opções possíveis . A sua principal função é fazer com que o indivíduo direcione a conduta em direção a suas metas e objetivos. Aprendizagem: o processo pelo qual modificamos e adquirimos conhecimentos, habilidades, experiências, comportamentos, entre outros fenômenos. A aprendizagem está totalmente ligada à memória. Essa área de conhecimento estuda os estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental do indivíduo e pode ser compreendida por diferentes objetivos, métodos e questões, pois além de ter como base disciplinas como a biologia e a neurociências, ainda se constitui de outras áreas de conhecimento como psicologia, antropologia, sociologia, filosofia, linguística e história. Portanto, o sofrimento mental é compreendido pela combinação desses saberes. Ex: fobia social, transtorno de ansiedade, ataques de pânico, TOC, transtorno de humor / bipolaridade etc. No final do século XIX e início de século XX, o desenvolvimento institucional das ciências humanas segmentou entre diferentes disciplinas os diversos aspectos do que deve ser considerado o humano. Em face dos domínios epistemológicos separados da antropologia, psicologia, sociologia, linguística, filosofia e biologia, os cientistas da última metade do século XX viram-se na necessidade de trabalhar arduamente para de novo reunir essas peças. Essa área de conhecimento estuda os estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental do indivíduo e pode ser compreendida por diferentes objetivos, métodos e questões, pois além de ter como base disciplinas como a biologia e a neurociências, ainda se constitui de outras áreas de conhecimento como psicologia, antropologia, sociologia, filosofia, linguística e história. Portanto, o sofrimento mental é compreendido pela combinação desses saberes. Ex: fobia social, transtorno de ansiedade, ataques de pânico, TOC, transtorno de humor / bipolaridade etc. No final do século XIX e início de século XX, o desenvolvimento institucional das ciências humanas segmentou entre diferentes disciplinas os diversos aspectos do que deve ser considerado o humano. Em face dos domínios epistemológicos separados da antropologia, psicologia, sociologia, linguística, filosofia e biologia, os cientistas da última metade do século XX viram-se na necessidade de trabalhar arduamente para de novo reunir essas peças. O significado de cultura é apresentado como um complexo que inclui o conhecimento, arte, crenças, lei, moral, costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano em uma sociedade. Nesse contexto, destaca-se a diversidade cultural, uma vez que cada país tem a sua própria cultura,que muitas vezes é influenciada por diferentes fatores. A cultura brasileira é marcada por características singulares na música, na alimentação, no estilo de vestimenta, cor de cabelos, e até a escolha da profissão. Todo o desenvolvimento do país está intimamente ligado aos aspectos culturais que possui. A cultura é também um mecanismo cumulativo porque as modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, onde vai se transformando, perdendo e incorporando outros aspetos procurando assim melhorar a vivência das novas gerações O significado de cultura é apresentado como um complexo que inclui o conhecimento, arte, crenças, lei, moral, costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano em uma sociedade. Nesse contexto, destaca-se a diversidade cultural, uma vez que cada país tem a sua própria cultura, que muitas vezes é influenciada por diferentes fatores. A cultura brasileira é marcada por características singulares na música, na alimentação, no estilo de vestimenta, cor de cabelos, e até a escolha da profissão. Todo o desenvolvimento do país está intimamente ligado aos aspectos culturais que possui. A cultura é também um mecanismo cumulativo porque as modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, onde vai se transformando, perdendo e incorporando outros aspetos procurando assim melhorar a vivência das novas gerações Ser humano como produtor de conhecimento O homem reproduziu meios de convivência em comunidade, além de ter desenvolvido formas de sobrevivência e defesa. Em outras palavras, a sociedade; - Fez isso da forma mais complexa possível, produzindo sociedades, valores, costumes, e culturas. Se por um lado existem habilidades humanas que podem ser dadas por instinto, há outras que requerem treino e muito aprendizado. Os conhecimentos adquiridos pelo homem, os significados sociais e simbólicos criaram formas específicas de interagir com a natureza e entre si para suprimento de sua própria necessidade. Assim é que tal aprendizado é transmitido através das gerações, por meio dos processos de socialização e de interação social. Isso significa dizer que uma condição de isolamento total de qualquer um de nós, desde o nascimento, impediria o desenvolvimento de características consideradas de fato humanas. O homem reproduziu meios de convivência em comunidade, além de ter desenvolvido formas de sobrevivência e defesa. Em outras palavras, a sociedade; - Fez isso da forma mais complexa possível, produzindo sociedades, valores, costumes, e culturas. Se por um lado existem habilidades humanas que podem ser dadas por instinto, há outras que requerem treino e muito aprendizado. Os conhecimentos adquiridos pelo homem, os significados sociais e simbólicos criaram formas específicas de interagir com a natureza e entre si para suprimento de sua própria necessidade. Assim é que tal aprendizado é transmitido através das gerações, por meio dos processos de socialização e de interação social. Isso significa dizer que uma condição de isolamento total de qualquer um de nós, desde o nascimento, impediria o desenvolvimento de características consideradas de fato humanas. Sociologia clássica A principal ideia do Positivismo era a de que o conhecimento científico devia ser reconhecido como o único conhecimento verdadeiro . A principal ideia do Positivismo era a de que o conhecimento científico devia ser reconhecido como o único conhecimento verdadeiro . Símbolos são veículos da cultura. O símbolo não se limita às representações pictóricas de um objeto, mas compreendem todas representações atribuídas por um grupo sociocultural. Um símbolo resulta da associação de um objeto com outro. Comportamentos, imagens, a organização social, rituais e a percepção do mundo são associados entre si, gerando significados; Os símbolos são construídos socialmente por um processo contínuo e são dependentes dos contextos e de outras variáveis, inclusive materiais e mesmo simbólicas. A origem dos símbolos seria, portanto, social. Símbolos são veículos da cultura. O símbolo não se limita às representações pictóricas de um objeto, mas compreendem todas representações atribuídas por um grupo sociocultural. Um símbolo resulta da associação de um objeto com outro. Comportamentos, imagens, a organização social, rituais e a percepção do mundo são associados entre si, gerando significados; Os símbolos são construídos socialmente por um processo contínuo e são dependentes dos contextos e de outras variáveis, inclusive materiais e mesmo simbólicas. A origem dos símbolos seria, portanto, social. A primeira corrente teórica sistematizada de pensamento sociológico foi o positivismo. Seu primeiro representante foi Auguste Comte. Tinha a crença no poder exclusivo e absoluto da razão humana em conhecer a realidade e traduzi-la sob forma de leis naturais. Seu conhecimento pretendia substituir as explicações teológicas, filosóficas e de senso comum por meio das quais – até então – o homem explicava a realidade. A primeira corrente teórica sistematizada de pensamento sociológico foi o positivismo. Seu primeiro representante foi Auguste Comte. Tinha a crença no poder exclusivo e absoluto da razão humana em conhecer a realidade e traduzi-la sob forma de leis naturais. Seu conhecimento pretendia substituir as explicações teológicas, filosóficas e de senso comum por meio das quais – até então – o homem explicava a realidade. - O texto que aparece no centro da bandeira do Brasil - "Ordem e Progresso" - foi baseado em ideais positivistas. - O texto que aparece no centro da bandeira do Brasil - "Ordem e Progresso" - foi baseado em ideais positivistas. Em sua frase original, Comte dizia: "amor como princípio, ordem como base, progresso como objetivo". A partir deste pensamento, surgiu a famosa expressão que está estampada no centro da bandeira brasileira. Em sua frase original, Comte dizia: "amor como princípio, ordem como base, progresso como objetivo". A partir deste pensamento, surgiu a famosa expressão que está estampada no centro da bandeira brasileira. Émile Durkheim, na vida em sociedade o homem se defronta com regras de conduta que não foram diretamente criadas por ele, mas que existem e são aceitas na vida em sociedade, devendo ser seguidas por todos. Karl Marx considerava que não se pode pensar a relação indivíduo-sociedade separadamente das condições materiais em que essas relações se apoiam. Para viver, os homens têm de, inicialmente transformar a natureza. Para Marx, a produção é a raiz de toda a estrutura social. Émile Durkheim, na vida em sociedade o homem se defronta com regras de conduta que não foram diretamente criadas por ele, mas que existem e são aceitas na vida em sociedade, devendo ser seguidas por todos. Karl Marx considerava que não se pode pensar a relação indivíduo-sociedade separadamente das condições materiais em que essas relações se apoiam. Para viver, os homens têm de, inicialmente transformar a natureza. Para Marx, a produção é a raiz de toda a estrutura social. Subjetividade humana A Subjetividade é caracterizada como algo que varia de acordo com o julgamento de cada pessoa, consistindo num tema que cada indivíduo pode interpretar da sua maneira, ou seja, o que é subjetivo; A Subjetividade é caracterizada como algo que varia de acordo com o julgamento de cada pessoa, consistindo num tema que cada indivíduo pode interpretar da sua maneira, ou seja, o que é subjetivo; A essência humana não é abstrata e nem algo interior de cada indivíduo isolado, mas consiste no conjunto de relações sociais; Uma essência construída tomando- se por base uma existência prática; Os homens não são todos iguais, e as enormes diferenças existentes entre eles não se devem fundamentalmente às suas diferenças corporais, aos seus aspectos exteriores e biológicos, e sim são decorrentes das enormes diferenças e condições do modo de vida, da riqueza da atividade material e mental, do nível de desenvolvimento das formas e aptidões intelectuais. Leontiev: a subjetividade é “uma propriedadedo sujeito ativo”. Um fator que torna o sujeito único, singular. Uma subjetividade constituída com base na realidade material, na relação entre os homens. O homem só se torna homem ao apropriar-se do mundo, e a constituição da sua subjetividade caminha desse ir e vir do mundo interno para o mundo externo, numa relação dialética entre objetividade e subjetividade. A essência humana não é abstrata e nem algo interior de cada indivíduo isolado, mas consiste no conjunto de relações sociais; Uma essência construída tomando- se por base uma existência prática; Os homens não são todos iguais, e as enormes diferenças existentes entre eles não se devem fundamentalmente às suas diferenças corporais, aos seus aspectos exteriores e biológicos, e sim são decorrentes das enormes diferenças e condições do modo de vida, da riqueza da atividade material e mental, do nível de desenvolvimento das formas e aptidões intelectuais. Leontiev: a subjetividade é “uma propriedade do sujeito ativo”. Um fator que torna o sujeito único, singular. Uma subjetividade constituída com base na realidade material, na relação entre os homens. O homem só se torna homem ao apropriar-se do mundo, e a constituição da sua subjetividade caminha desse ir e vir do mundo interno para o mundo externo, numa relação dialética entre objetividade e subjetividade. Para Vygotsky , o fundamento de todas as funções psicológicas superiores são as relações humanas, sua gênese é social. Dessa forma, o indivíduo se constitui a partir do outro, desenvolvendo-se em um específico contexto sóciohistórico-cultural. Por meio do processo de mediação, o sujeito vai apreendendo os instrumentos sociais e passa a ser capaz de utilizá-los sozinho, característica do terceiro momento do desenvolvimento cultural, que compreende a internalização dos conhecimentos construídos pela humanidade por parte do sujeito. Nesse processo, os signos externos, sociais, tornam-se internos, e a criança desenvolve suas funções psicológicas superiores Para Vygotsky , o fundamento de todas as funções psicológicas superiores são as relações humanas, sua gênese é social. Dessa forma, o indivíduo se constitui a partir do outro, desenvolvendo-se em um específico contexto sóciohistórico-cultural. Por meio do processo de mediação, o sujeito vai apreendendo os instrumentos sociais e passa a ser capaz de utilizá-los sozinho, característica do terceiro momento do desenvolvimento cultural, que compreende a internalização dos conhecimentos construídos pela humanidade por parte do sujeito. Nesse processo, os signos externos, sociais, tornam-se internos, e a criança desenvolve suas funções psicológicas superiores A subjetividade, portanto, é constituída por fatores internos e externos, na qual a forma de o indivíduo se perceber está relacionada com o modo como os homens estabelecem as relações sociais em um contexto específico, decorrente de condições histórico-sociais. A subjetividade, portanto, é constituída por fatores internos e externos, na qual a forma de o indivíduo se perceber está relacionada com o modo como os homens estabelecem as relações sociais em um contexto específico, decorrente de condições histórico-sociais. Minhas Anotações