Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Homem
cultura, e sociedade
Kamilly Pires da Silva
@kamynavet
O que é Antropologia?
 Antropologia: a ciência que tem como
objetivo o estudo sobre o homem e a
humanidade de maneira totalizante,
abrangendo todas as suas dimensões. 
Subdivisão clássica: antropologia
física e antropologia cultural. 
 Subdivisão norte-americana:
arqueologia, linguística, antropologia
física e antropologia cultural.
 Antropologia Cultural estuda a
diversidade cultural humana, tanto
de grupos contemporâneos, como
extintos.
Abrange três tópicos gerais, que se
constituem como especialidades. O
primeiro é a etnografia ou etnologia,
o segundo é a linguística aplicada à
antropologia, e o terceiro ponto é a
arqueologia.
O que é Antropologia?
 Antropologia: a ciência que tem como
objetivo o estudo sobre o homem e a
humanidade de maneira totalizante,
abrangendo todas as suas dimensões. 
Subdivisão clássica: antropologia
física e antropologia cultural. 
 Subdivisão norte-americana:
arqueologia, linguística, antropologia
física e antropologia cultural.
 Antropologia Cultural estuda a
diversidade cultural humana, tanto
de grupos contemporâneos, como
extintos.
Abrange três tópicos gerais, que se
constituem como especialidades. O
primeiro é a etnografia ou etnologia,
o segundo é a linguística aplicada à
antropologia, e o terceiro ponto é a
arqueologia.
Claude Lévi-Strauss (séc. XX): fundador
da antropologia estruturalista. Não
concordava com a divisão em civilizados
e selvagens ou a divisão em superiores
e inferiores.
Para a Sociologia: a identidade é o
compartilhar de várias ideias de um
determinado grupo. 
O conceito em que o indivíduo forma
sua personalidade, mas também a
recebe do meio onde realiza sua
interação social
 Antropologia: a identidade consiste
na soma nunca concluída de um
aglomerado de signos, referências e
influências que definem o
entendimento relacional de
determinada entidade,
Memória Coletiva é a memória de
um grupo de pessoas, tipicamente
passadas de uma geração para a
seguinte, ou ainda a memória
compartilhada de um grupo, família,
grupo religioso, étnico, classe social
ou nação, que surge da interação
social
Claude Lévi-Strauss (séc. XX): fundador
da antropologia estruturalista. Não
concordava com a divisão em civilizados
e selvagens ou a divisão em superiores
e inferiores.
Para a Sociologia: a identidade é o
compartilhar de várias ideias de um
determinado grupo. 
O conceito em que o indivíduo forma
sua personalidade, mas também a
recebe do meio onde realiza sua
interação social
 Antropologia: a identidade consiste
na soma nunca concluída de um
aglomerado de signos, referências e
influências que definem o
entendimento relacional de
determinada entidade,
Memória Coletiva é a memória de
um grupo de pessoas, tipicamente
passadas de uma geração para a
seguinte, ou ainda a memória
compartilhada de um grupo, família,
grupo religioso, étnico, classe social
ou nação, que surge da interação
social
Antropologia
Cultural
Primeiro estágio de
desenvolvimento, o assalariamento
da força de trabalho foi se
estendendo, mediante a eliminação
das terras comunais e sua
transformação em propriedade;
No estágio intensivo, a expansão
da produção de mercadorias se
restringiu ao aumento da
produtividade do trabalho, que
por sua vez dependeu do
progresso das técnicas de
produção e da elevação do nível
de subsistência da força de
trabalho, necessária para
permitir a operação das técnicas
de produção crescentemente
complexas
Marx, ressaltava que o
desenvolvimento cada vez maior
das forças produtivas
capitalistas geraria infindáveis
crises econômicas e,
consequentemente, conflitos
sociais cada vez mais intensos,
que levariam à derrocada da
ordem social burguesa.
Primeiro estágio de
desenvolvimento, o assalariamento
da força de trabalho foi se
estendendo, mediante a eliminação
das terras comunais e sua
transformação em propriedade;
No estágio intensivo, a expansão
da produção de mercadorias se
restringiu ao aumento da
produtividade do trabalho, que
por sua vez dependeu do
progresso das técnicas de
produção e da elevação do nível
de subsistência da força de
trabalho, necessária para
permitir a operação das técnicas
de produção crescentemente
complexas
Marx, ressaltava que o
desenvolvimento cada vez maior
das forças produtivas
capitalistas geraria infindáveis
crises econômicas e,
consequentemente, conflitos
sociais cada vez mais intensos,
que levariam à derrocada da
ordem social burguesa.
Sociedade
Capitalista
mudança de
paradigma
Tylor: pensador do séc. XIX; a cultura
pode ser objeto de estudo
sistemático; perspectiva de
desenvolvimento unilinear; análises
que buscam no passado explicações
para o presente. Evolucionismo.
Formulação de leis, pois a cultura é
um fenômeno natural e possui
regularidades. 
Boas: reação ao evolucionismo –
método comparativo; a antropologia
executa duas tarefas: a
reconstrução da história de povos
ou regiões particulares e a
comparação da vida social de
diferentes povos, cujo
desenvolvimento segue as mesmas
leis
Para Keesing não existe correlação
significativa entre a distribuição das
características genéticas e a
distribuição dos comportamentos
culturais. O autor aponta que
qualquer criança humana pode ser
educada em qualquer cultura, se for
colocada desde o início em situação
conveniente de aprendizado.
Tylor: pensador do séc. XIX; a cultura
pode ser objeto de estudo
sistemático; perspectiva de
desenvolvimento unilinear; análises
que buscam no passado explicações
para o presente. Evolucionismo.
Formulação de leis, pois a cultura é
um fenômeno natural e possui
regularidades. 
Boas: reação ao evolucionismo –
método comparativo; a antropologia
executa duas tarefas: a
reconstrução da história de povos
ou regiões particulares e a
comparação da vida social de
diferentes povos, cujo
desenvolvimento segue as mesmas
leis
Para Keesing não existe correlação
significativa entre a distribuição das
características genéticas e a
distribuição dos comportamentos
culturais. O autor aponta que
qualquer criança humana pode ser
educada em qualquer cultura, se for
colocada desde o início em situação
conveniente de aprendizado.
Alfred Kroeber enfatizava que é
por meio da cultura que a
humanidade se distância do
mundo animal, considerando o
homem como um ser que está
acima de suas limitações
orgânicas. Kroeber é um dos
grandes contribuintes para a
ampliação do conceito de cultura,
pois ressaltava que a cultura é
mais do que a herança genética,
é ela que determina o
comportamento do homem e
justifica as suas realizações. O
homem passa a depender mais
do aprendizado do que de sua
genética
Claude Lévi-Strauss define
cultura como um sistema
simbólico que é uma criação
acumulativa da mente humana.
O seu trabalho consiste em
investigar a estruturação dos
domínios culturais, tais como
mito, arte, parentesco e
linguagem e os princípios da
mente que geram essas
elaborações culturais.
Alfred Kroeber enfatizava que é
por meio da cultura que a
humanidade se distância do
mundo animal, considerando o
homem como um ser que está
acima de suas limitações
orgânicas. Kroeber é um dos
grandes contribuintes para a
ampliação do conceito de cultura,
pois ressaltava que a cultura é
mais do que a herança genética,
é ela que determina o
comportamento do homem e
justifica as suas realizações. O
homem passa a depender mais
do aprendizado do que de sua
genética
Claude Lévi-Strauss define
cultura como um sistema
simbólico que é uma criação
acumulativa da mente humana.
O seu trabalho consiste em
investigar a estruturação dos
domínios culturais, tais como
mito, arte, parentesco e
linguagem e os princípios da
mente que geram essas
elaborações culturais.
Schneider define que a cultura é
um sistema de símbolos e
significados, em que compreende
categorias ou unidades e regras
sobre relações e modos de
comportamento. O status
epistemológico das unidades ou
coisas culturais não depende da
observação, uma vez que
“fantasmas” ou pessoas que já
faleceram podem ser categorias
culturais. Assim, um exemplo é:
no Brasil todo dia 2 de
novembro milharesde pessoas
vão ao cemitério para celebrar o
Dia de finados, e já os
americanos celebram o
Halloween.
Schneider define que a cultura é
um sistema de símbolos e
significados, em que compreende
categorias ou unidades e regras
sobre relações e modos de
comportamento. O status
epistemológico das unidades ou
coisas culturais não depende da
observação, uma vez que
“fantasmas” ou pessoas que já
faleceram podem ser categorias
culturais. Assim, um exemplo é:
no Brasil todo dia 2 de
novembro milhares de pessoas
vão ao cemitério para celebrar o
Dia de finados, e já os
americanos celebram o
Halloween.
O processo de
individualização e
socialização
 O trabalho de Sísifo;
Trabalho= sofrimento; 
Trabalho & Prazer;
 O trabalho passa a ser um
agente do processo de
socialização; 
 O trabalho pode ser definido de
várias formas. Isso dependerá
dos objetivos do estudo. Por
exemplo: ele é o que se faz para
ganhar a vida ou o que se é
pago para fazer (dimensão
econômica)
 O trabalho de Sísifo;
Trabalho= sofrimento; 
Trabalho & Prazer;
 O trabalho passa a ser um
agente do processo de
socialização; 
 O trabalho pode ser definido de
várias formas. Isso dependerá
dos objetivos do estudo. Por
exemplo: ele é o que se faz para
ganhar a vida ou o que se é
pago para fazer (dimensão
econômica)
O cidadão, para Platão, deveria ser
poupado do trabalho. Aristóteles
valorizava a atividade política e
referia-se ao trabalho como
atividade inferior que impedia as
pessoas de terem virtude. Todo
cidadão deveria abster-se de
profissões mecânicas e da
especulação mercantil: a primeira
limita intelectualmente, e a segunda
degrada eticamente.
Mudanças foram acontecendo
paulatinamente durante a Idade
Média no que se refere à economia
e à estrutura das sociedades, de
forma que as ideias mais influentes
na antiguidade foram se tornando
inadequadas. É com o surgimento
do capitalismo que se constrói e se
consolida uma mudança mais visível
na reflexão sobre o trabalho. 
Para Marx, quem detém os meios
de produção é o capitalista. O
indivíduo desprovido desses meios
não tem como reproduzir sua
existência. Essa situação, que põe de
um lado o dono do capital e, de
outro, os detentores da força de
trabalho, não é um fato natural,
mas resultado de um processo
histórico. É essa condição “livre” e
desprovida dos meios de produção
do trabalhador que proporciona a
venda da força de trabalho como
uma mercadoria – a única que o
trabalhador detém . 
O cidadão, para Platão, deveria ser
poupado do trabalho. Aristóteles
valorizava a atividade política e
referia-se ao trabalho como
atividade inferior que impedia as
pessoas de terem virtude. Todo
cidadão deveria abster-se de
profissões mecânicas e da
especulação mercantil: a primeira
limita intelectualmente, e a segunda
degrada eticamente.
Mudanças foram acontecendo
paulatinamente durante a Idade
Média no que se refere à economia
e à estrutura das sociedades, de
forma que as ideias mais influentes
na antiguidade foram se tornando
inadequadas. É com o surgimento
do capitalismo que se constrói e se
consolida uma mudança mais visível
na reflexão sobre o trabalho. 
Para Marx, quem detém os meios
de produção é o capitalista. O
indivíduo desprovido desses meios
não tem como reproduzir sua
existência. Essa situação, que põe de
um lado o dono do capital e, de
outro, os detentores da força de
trabalho, não é um fato natural,
mas resultado de um processo
histórico. É essa condição “livre” e
desprovida dos meios de produção
do trabalhador que proporciona a
venda da força de trabalho como
uma mercadoria – a única que o
trabalhador detém . 
Para Jahoda, o emprego é uma
forma específica de trabalho
econômico (que pressupõe a
remuneração), regulado por um
acordo contratual (de caráter
jurídico). Blanch acentuou que o
emprego implica a redução do
trabalho a um valor de troca,
portanto, a uma mercadoria,
salientando a evolução e os
problemas do mundo do
trabalho a partir do surgimento
do capitalismo.
Para Jahoda, o emprego é uma
forma específica de trabalho
econômico (que pressupõe a
remuneração), regulado por um
acordo contratual (de caráter
jurídico). Blanch acentuou que o
emprego implica a redução do
trabalho a um valor de troca,
portanto, a uma mercadoria,
salientando a evolução e os
problemas do mundo do
trabalho a partir do surgimento
do capitalismo.
Aspectos políticos na
contemporaneidade
O conceito do trabalho passou a
ocupar um lugar privilegiado no
espaço da reflexão teórica nos
dois últimos séculos (XX e XXI).
Evolução do trabalho:
Comunidades de caçadores e
coletores 
Agricultura 
criação de animais 
Trabalho escravo 
Trabalho servil 
Trabalho remunerado 
O conceito do trabalho passou a
ocupar um lugar privilegiado no
espaço da reflexão teórica nos
dois últimos séculos (XX e XXI).
Evolução do trabalho:
Comunidades de caçadores e
coletores 
Agricultura 
criação de animais 
Trabalho escravo 
Trabalho servil 
Trabalho remunerado 
Cabe ao indivíduo, desprovido de
tudo, vender seu trabalho, e, ao
capitalista, adquiri-lo, como meio
de dar prosseguimento à
produção de outras mercadorias,
o que, sendo valor de troca,
permite crescer seu capital.
Nessa realidade, fundou-se a
noção de contrato de trabalho,
recriando-o na forma de
emprego assalariado.
O novo modo de produção afetou
vários aspectos da organização
da vida e da sociedade, por
exemplo: 
A- separou os ambientes doméstico
e de trabalho; 
B- reuniu um número imenso de
pessoas em um mesmo lugar
(fábricas) em torno de uma única
atividade econômica; 
C- intensificou o crescimento das
cidades e sua separação do campo. 
Cabe ao indivíduo, desprovido de
tudo, vender seu trabalho, e, ao
capitalista, adquiri-lo, como meio
de dar prosseguimento à
produção de outras mercadorias,
o que, sendo valor de troca,
permite crescer seu capital.
Nessa realidade, fundou-se a
noção de contrato de trabalho,
recriando-o na forma de
emprego assalariado.
O novo modo de produção afetou
vários aspectos da organização
da vida e da sociedade, por
exemplo: 
A- separou os ambientes doméstico
e de trabalho; 
B- reuniu um número imenso de
pessoas em um mesmo lugar
(fábricas) em torno de uma única
atividade econômica; 
C- intensificou o crescimento das
cidades e sua separação do campo. 
Áreas da Ciência Social
A concepção de ser humano
estabelecida é a de que o ser humano é
como um ser singular, único, que só
pode ser compreendido na inter-relação
que se estabelece no contexto de
trabalho; A compreensão de ser
humano em seu vínculo com o real e
não com o abstrato faz parte desse
conceito, e o caracteriza como ator
social que sente, age, pensa e modifica
o ambiente e é por ele modificado;
As atividades de trabalho, por exemplo,
demandam e exigem do trabalhador o
emprego de esforços e competências.
Estas exigências são denominadas
Custo Humano no Trabalho (CHT), e
podem ser Físicas, Cognitivas e
Afetivas;
Os trabalhadores empregam
Estratégias de Mediação Individual e
Coletiva (EMIC’s), que são modos de
pensar, sentir e agir próprios de cada
pessoa ou do grupo. Isso é posto a fim
de superarem e transformarem as
contradições vivenciadas no contexto
produtivo. Assim, estas estratégias
visam à manutenção da saúde do
homem-trabalhador. 
O trabalho é uma atividade central na
experiência do ser humano com o
mundo e importante tanto no plano
objetivo quanto no subjetivo;
A concepção de ser humano
estabelecida é a de que o ser humano é
como um ser singular, único, que só
pode ser compreendido na inter-relação
que se estabelece no contexto de
trabalho; A compreensão de ser
humano em seu vínculo com o real e
não com o abstrato faz parte desse
conceito, e o caracteriza como ator
social que sente, age, pensa e modifica
o ambiente e é por ele modificado;
As atividades de trabalho, por exemplo,
demandam e exigem do trabalhador o
emprego de esforços e competências.
Estas exigências são denominadas
Custo Humano no Trabalho (CHT), e
podem ser Físicas, Cognitivas e
Afetivas;
Os trabalhadores empregam
Estratégias de Mediação Individual e
Coletiva (EMIC’s), que são modos de
pensar, sentir e agir própriosde cada
pessoa ou do grupo. Isso é posto a fim
de superarem e transformarem as
contradições vivenciadas no contexto
produtivo. Assim, estas estratégias
visam à manutenção da saúde do
homem-trabalhador. 
O trabalho é uma atividade central na
experiência do ser humano com o
mundo e importante tanto no plano
objetivo quanto no subjetivo;
 No plano objetivo o trabalho é a
principal fonte de sobrevivência,
tanto pessoal como da espécie.
Já sua importância subjetiva diz
respeito à capacidade de
produzir significados. Com as
pessoas que trabalhamos
unimos conhecimento. 
O trabalho faz parte da
construção de identidade, por
exemplo, sou antropólogo, sou
psicólogo, sou sociólogo, sou
professor... . Assim, surge a ideia
de carreira como forma pessoal
de construir significados na
experiência de trabalho e um
meio social de organizar esse
trabalho.
Whyte em 1956 criticou o que
chamou de “homem organização”.
Esse seria um indivíduo
obcecado pela ideia de ascensão
na carreira e pela devoção à
organização. Whyte observou
que os jovens de sua época não
pareciam interessar-se por uma
vida autônoma e autodecidida,
mas sim pelo caminho de
carreira oferecido pelas
organizações;
 No plano objetivo o trabalho é a
principal fonte de sobrevivência,
tanto pessoal como da espécie.
Já sua importância subjetiva diz
respeito à capacidade de
produzir significados. Com as
pessoas que trabalhamos
unimos conhecimento. 
O trabalho faz parte da
construção de identidade, por
exemplo, sou antropólogo, sou
psicólogo, sou sociólogo, sou
professor... . Assim, surge a ideia
de carreira como forma pessoal
de construir significados na
experiência de trabalho e um
meio social de organizar esse
trabalho.
Whyte em 1956 criticou o que
chamou de “homem organização”.
Esse seria um indivíduo
obcecado pela ideia de ascensão
na carreira e pela devoção à
organização. Whyte observou
que os jovens de sua época não
pareciam interessar-se por uma
vida autônoma e autodecidida,
mas sim pelo caminho de
carreira oferecido pelas
organizações;
Hughes (1937) assim como
Durkheim, se interessava nas
consequências sociais da divisão
do trabalho, o que implicaria
tanto no eixo da sociedade,
quanto no eixo individual e
psicológico do sujeito. Hughes,
portanto, foi um dos pioneiros a
realizar uma distinção conceitual
entre carreira objetiva e carreira
subjetiva.
A carreira objetiva reflete a
sequência das posições e dos
papéis ocupados pelo indivíduo
ao longo da vida de trabalho.
Esses papéis ditam o status
social do indivíduo.
A carreira subjetiva refere-se à
interpretação pessoal dos papéis
e das experiências de trabalho. A
carreira, por sua vez, é definida
como uma perspectiva dinâmica
pela qual a pessoa concebe sua
vida como um conjunto e
interpreta o significado de suas
diversas características, das
ações e das coisas que lhe
ocorrem.
Hughes (1937) assim como
Durkheim, se interessava nas
consequências sociais da divisão
do trabalho, o que implicaria
tanto no eixo da sociedade,
quanto no eixo individual e
psicológico do sujeito. Hughes,
portanto, foi um dos pioneiros a
realizar uma distinção conceitual
entre carreira objetiva e carreira
subjetiva.
A carreira objetiva reflete a
sequência das posições e dos
papéis ocupados pelo indivíduo
ao longo da vida de trabalho.
Esses papéis ditam o status
social do indivíduo.
A carreira subjetiva refere-se à
interpretação pessoal dos papéis
e das experiências de trabalho. A
carreira, por sua vez, é definida
como uma perspectiva dinâmica
pela qual a pessoa concebe sua
vida como um conjunto e
interpreta o significado de suas
diversas características, das
ações e das coisas que lhe
ocorrem.
O trabalho continua sendo uma
dimensão central da experiência
humana, e as carreiras têm um
papel psicossocial decisivo ao
funcionar como forma de
mediação entre o trabalho, como
papel social e como vivência
psicológica de construção de
significados, de
autodesenvolvimento e
autorrealização
O trabalho continua sendo uma
dimensão central da experiência
humana, e as carreiras têm um
papel psicossocial decisivo ao
funcionar como forma de
mediação entre o trabalho, como
papel social e como vivência
psicológica de construção de
significados, de
autodesenvolvimento e
autorrealização
Evolucionismo Social
Na ótica da antropologia, o
evolucionismo social é um
processo epistemológico pelo
qual se tem como forma de
desenvolvimento pleno, a ideia de
um processo de aculturamento
com base nas chamadas teorias
evolucionistas. Assim, refere-se
às teorias antropológicas e
econômicas de desenvolvimento
social que consideram que as
sociedades têm início em um
estado primitivo e gradualmente
tornam-se mais civilizadas com
o passar do tempo. 
Na Teoria de Construção da
Carreira, a carreira não é mais
como uma sequência de
empregos ou promoções ao
longo da vida, mas como um
processo construtivo, pessoal e
social dos significados atribuídos
às escolhas profissionais;
Na ótica da antropologia, o
evolucionismo social é um
processo epistemológico pelo
qual se tem como forma de
desenvolvimento pleno, a ideia de
um processo de aculturamento
com base nas chamadas teorias
evolucionistas. Assim, refere-se
às teorias antropológicas e
econômicas de desenvolvimento
social que consideram que as
sociedades têm início em um
estado primitivo e gradualmente
tornam-se mais civilizadas com
o passar do tempo. 
Na Teoria de Construção da
Carreira, a carreira não é mais
como uma sequência de
empregos ou promoções ao
longo da vida, mas como um
processo construtivo, pessoal e
social dos significados atribuídos
às escolhas profissionais;
Nesse sentido, a carreira é aqui
conceituada, como uma construção
subjetiva formada pelas
experiências passadas, atuais e
expectativas futuras relacionadas
ao trabalho a partir das decisões
tomadas pelo próprio trabalhador.
Considerando os aspectos
culturais, sociais e individuais. 
Nesse sentido, a carreira é aqui
conceituada, como uma construção
subjetiva formada pelas
experiências passadas, atuais e
expectativas futuras relacionadas
ao trabalho a partir das decisões
tomadas pelo próprio trabalhador.
Considerando os aspectos
culturais, sociais e individuais. 
Processo grupal
O processo grupal ou, ainda, os
processos grupais são experiências
fundamentais para as nossas
formações, estruturações de
convicções e para o
desenvolvimento de nossas
capacidades. Interligado com as
seções anteriores é possível
identificar a real necessidade o ser
humano em se manter em grupo;
O próprio conceito de identidade,
temperamento, personalidade e
caráter salientam essa teoria.
Além disso, ao enfatizarmos
também os aspectos do trabalho e
do trabalhador, novamente
estamos diante dos processos
grupais. 
A constituição do grupo está a
serviço da instituição, como
instrumento de controle sobre os
indivíduos. Conclui-se, por fim, que
a função do grupo é definir papéis,
o que leva a definição da
identidade social dos indivíduos. 
O processo grupal ou, ainda, os
processos grupais são experiências
fundamentais para as nossas
formações, estruturações de
convicções e para o
desenvolvimento de nossas
capacidades. Interligado com as
seções anteriores é possível
identificar a real necessidade o ser
humano em se manter em grupo;
O próprio conceito de identidade,
temperamento, personalidade e
caráter salientam essa teoria.
Além disso, ao enfatizarmos
também os aspectos do trabalho e
do trabalhador, novamente
estamos diante dos processos
grupais. 
A constituição do grupo está a
serviço da instituição, como
instrumento de controle sobre os
indivíduos. Conclui-se, por fim, que
a função do grupo é definir papéis,
o que leva a definição da
identidade social dos indivíduos. 
Processos psicológicos
Processos Psicológicos Básicos: são
funções mentais consideradas
básicas do ser humano. Tais funções
podem derivar tanto das interações
de processos inatos quanto de
processos adquiridos na experiência
e vivência do sujeito com o meio. 
Elas nos permitem modificar nosso
ambiente e nossa realidade para a
adaptação ao meio. 
Emoção: A emoção é considerada
como um estado mentalsubjetivo
associado a uma variedade de
sentimentos, comportamentos e
pensamentos . Reações aos
estímulos externos que nos
permitem guiar o comportamento e
agir rapidamente em resposta às
demandas do ambiente. É
importante entender que qualquer
decisão é mediada por nossas
emoções em maior ou menor grau. 
Percepção: é a encarregada de que
tenhamos uma imagem da realidade
do nosso meio. É esta que nos dá a
informação dos estímulos externos
através dos sentidos. É a
responsável por organizar e dar
significado a qualquer estímulo
sensorial. A sua função, portanto, é
adaptativa, pois nos permite
conhecer o ambiente e interagirmos
com ele. Órgãos dos sentidos >
Captação de estímulos para o
processamento cerebral.
Processos Psicológicos Básicos: são
funções mentais consideradas
básicas do ser humano. Tais funções
podem derivar tanto das interações
de processos inatos quanto de
processos adquiridos na experiência
e vivência do sujeito com o meio. 
Elas nos permitem modificar nosso
ambiente e nossa realidade para a
adaptação ao meio. 
Emoção: A emoção é considerada
como um estado mental subjetivo
associado a uma variedade de
sentimentos, comportamentos e
pensamentos . Reações aos
estímulos externos que nos
permitem guiar o comportamento e
agir rapidamente em resposta às
demandas do ambiente. É
importante entender que qualquer
decisão é mediada por nossas
emoções em maior ou menor grau. 
Percepção: é a encarregada de que
tenhamos uma imagem da realidade
do nosso meio. É esta que nos dá a
informação dos estímulos externos
através dos sentidos. É a
responsável por organizar e dar
significado a qualquer estímulo
sensorial. A sua função, portanto, é
adaptativa, pois nos permite
conhecer o ambiente e interagirmos
com ele. Órgãos dos sentidos >
Captação de estímulos para o
processamento cerebral.
Atenção: é o processo encarregado
de concentrar os recursos em uma
série de estímulos e ignorar o
restante. Em outras palavras é o
que ocorre quando recebemos uma
grande quantidade de estímulos
que não podemos atender ao
mesmo tempo. O processo de
atenção é adaptativo porque, se não
existisse, ficaríamos perdidos sem
saber a que estímulo deveríamos
reagir.
Memória: é o que permite a
codificação das informações para
armazená-las e depois recuperá-las.
Lembrar de informações explícitas
e procedimentais
Pensamento: é a capacidade de
compreender, formar conceitos e
organizá-los. O pensamento
possibilita a associação de dados e
sua transformação em informação
e consequentemente associado com
a resolução de problemas, tomadas
de decisões e julgamentos. Na
Psicologia esse é um dos processos
mais complexos, por ser o
responsável por transformar a
informação para organizála e lhe
dar sentido. A função do
pensamento é atuar como
mecanismo de controle diante das
situações que nos são
apresentadas. 
Atenção: é o processo encarregado
de concentrar os recursos em uma
série de estímulos e ignorar o
restante. Em outras palavras é o
que ocorre quando recebemos uma
grande quantidade de estímulos
que não podemos atender ao
mesmo tempo. O processo de
atenção é adaptativo porque, se não
existisse, ficaríamos perdidos sem
saber a que estímulo deveríamos
reagir.
Memória: é o que permite a
codificação das informações para
armazená-las e depois recuperá-las.
Lembrar de informações explícitas
e procedimentais
Pensamento: é a capacidade de
compreender, formar conceitos e
organizá-los. O pensamento
possibilita a associação de dados e
sua transformação em informação
e consequentemente associado com
a resolução de problemas, tomadas
de decisões e julgamentos. Na
Psicologia esse é um dos processos
mais complexos, por ser o
responsável por transformar a
informação para organizála e lhe
dar sentido. A função do
pensamento é atuar como
mecanismo de controle diante das
situações que nos são
apresentadas. 
Psicopatologias
Linguagem: é o que nos fornece a
capacidade de nos comunicarmos uns
com os outros, porque somos seres
sociais. É realizada através de um
código simbólico complexo, que é a
língua. A linguagem reflete a
capacidade de pensamento.
Juntamente aos processos cognitivos
é que a linguagem se desenvolve e se
as habilidades das funções mentais
são crescentes assim os recursos
linguísticos também serão. 
Motivação: é a responsável por
fornecer ao corpo recursos para
desempenhar comportamentos.
Assim, ativa o corpo e o coloca no
estado ideal. A motivação não apenas
prepara o corpo, mas também se
encarrega de dirigir a conduta entre
as opções possíveis . A sua principal
função é fazer com que o indivíduo
direcione a conduta em direção a suas
metas e objetivos. 
Aprendizagem: o processo pelo qual
modificamos e adquirimos
conhecimentos, habilidades,
experiências, comportamentos, entre
outros fenômenos. A aprendizagem
está totalmente ligada à memória. 
Linguagem: é o que nos fornece a
capacidade de nos comunicarmos uns
com os outros, porque somos seres
sociais. É realizada através de um
código simbólico complexo, que é a
língua. A linguagem reflete a
capacidade de pensamento.
Juntamente aos processos cognitivos
é que a linguagem se desenvolve e se
as habilidades das funções mentais
são crescentes assim os recursos
linguísticos também serão. 
Motivação: é a responsável por
fornecer ao corpo recursos para
desempenhar comportamentos.
Assim, ativa o corpo e o coloca no
estado ideal. A motivação não apenas
prepara o corpo, mas também se
encarrega de dirigir a conduta entre
as opções possíveis . A sua principal
função é fazer com que o indivíduo
direcione a conduta em direção a suas
metas e objetivos. 
Aprendizagem: o processo pelo qual
modificamos e adquirimos
conhecimentos, habilidades,
experiências, comportamentos, entre
outros fenômenos. A aprendizagem
está totalmente ligada à memória. 
Essa área de conhecimento estuda os
estados psíquicos relacionados ao
sofrimento mental do indivíduo e pode
ser compreendida por diferentes
objetivos, métodos e questões, pois
além de ter como base disciplinas
como a biologia e a neurociências,
ainda se constitui de outras áreas de
conhecimento como psicologia,
antropologia, sociologia, filosofia,
linguística e história. Portanto, o
sofrimento mental é compreendido
pela combinação desses saberes.
Ex: fobia social, transtorno de
ansiedade, ataques de pânico, TOC,
transtorno de humor /
bipolaridade etc.
No final do século XIX e início de
século XX, o desenvolvimento
institucional das ciências humanas
segmentou entre diferentes
disciplinas os diversos aspectos do
que deve ser considerado o
humano. Em face dos domínios
epistemológicos separados da
antropologia, psicologia, sociologia,
linguística, filosofia e biologia, os
cientistas da última metade do
século XX viram-se na necessidade
de trabalhar arduamente para de
novo reunir essas peças.
Essa área de conhecimento estuda os
estados psíquicos relacionados ao
sofrimento mental do indivíduo e pode
ser compreendida por diferentes
objetivos, métodos e questões, pois
além de ter como base disciplinas
como a biologia e a neurociências,
ainda se constitui de outras áreas de
conhecimento como psicologia,
antropologia, sociologia, filosofia,
linguística e história. Portanto, o
sofrimento mental é compreendido
pela combinação desses saberes.
Ex: fobia social, transtorno de
ansiedade, ataques de pânico, TOC,
transtorno de humor /
bipolaridade etc.
No final do século XIX e início de
século XX, o desenvolvimento
institucional das ciências humanas
segmentou entre diferentes
disciplinas os diversos aspectos do
que deve ser considerado o
humano. Em face dos domínios
epistemológicos separados da
antropologia, psicologia, sociologia,
linguística, filosofia e biologia, os
cientistas da última metade do
século XX viram-se na necessidade
de trabalhar arduamente para de
novo reunir essas peças.
O significado de cultura é apresentado
como um complexo que inclui o
conhecimento, arte, crenças, lei, moral,
costumes e todos os hábitos e
aptidões adquiridos pelo ser humano
em uma sociedade. Nesse contexto,
destaca-se a diversidade cultural, uma
vez que cada país tem a sua própria
cultura,que muitas vezes é
influenciada por diferentes fatores.
A cultura brasileira é marcada por
características singulares na
música, na alimentação, no estilo
de vestimenta, cor de cabelos, e
até a escolha da profissão. Todo o
desenvolvimento do país está
intimamente ligado aos aspectos
culturais que possui. A cultura é
também um mecanismo
cumulativo porque as modificações
trazidas por uma geração passam
à geração seguinte, onde vai se
transformando, perdendo e
incorporando outros aspetos
procurando assim melhorar a
vivência das novas gerações
O significado de cultura é apresentado
como um complexo que inclui o
conhecimento, arte, crenças, lei, moral,
costumes e todos os hábitos e
aptidões adquiridos pelo ser humano
em uma sociedade. Nesse contexto,
destaca-se a diversidade cultural, uma
vez que cada país tem a sua própria
cultura, que muitas vezes é
influenciada por diferentes fatores.
A cultura brasileira é marcada por
características singulares na
música, na alimentação, no estilo
de vestimenta, cor de cabelos, e
até a escolha da profissão. Todo o
desenvolvimento do país está
intimamente ligado aos aspectos
culturais que possui. A cultura é
também um mecanismo
cumulativo porque as modificações
trazidas por uma geração passam
à geração seguinte, onde vai se
transformando, perdendo e
incorporando outros aspetos
procurando assim melhorar a
vivência das novas gerações
Ser humano como
produtor de conhecimento
O homem reproduziu meios de
convivência em comunidade, além de
ter desenvolvido formas de
sobrevivência e defesa. Em outras
palavras, a sociedade; - Fez isso da
forma mais complexa possível,
produzindo sociedades, valores,
costumes, e culturas. Se por um lado
existem habilidades humanas que
podem ser dadas por instinto, há
outras que requerem treino e muito
aprendizado. Os conhecimentos
adquiridos pelo homem, os
significados sociais e simbólicos
criaram formas específicas de
interagir com a natureza e entre si
para suprimento de sua própria
necessidade. Assim é que tal
aprendizado é transmitido através
das gerações, por meio dos processos
de socialização e de interação social.
Isso significa dizer que uma condição
de isolamento total de qualquer um
de nós, desde o nascimento, impediria
o desenvolvimento de características
consideradas de fato humanas. 
O homem reproduziu meios de
convivência em comunidade, além de
ter desenvolvido formas de
sobrevivência e defesa. Em outras
palavras, a sociedade; - Fez isso da
forma mais complexa possível,
produzindo sociedades, valores,
costumes, e culturas. Se por um lado
existem habilidades humanas que
podem ser dadas por instinto, há
outras que requerem treino e muito
aprendizado. Os conhecimentos
adquiridos pelo homem, os
significados sociais e simbólicos
criaram formas específicas de
interagir com a natureza e entre si
para suprimento de sua própria
necessidade. Assim é que tal
aprendizado é transmitido através
das gerações, por meio dos processos
de socialização e de interação social.
Isso significa dizer que uma condição
de isolamento total de qualquer um
de nós, desde o nascimento, impediria
o desenvolvimento de características
consideradas de fato humanas. 
Sociologia clássica
A principal ideia do Positivismo era a
de que o conhecimento científico devia
ser reconhecido como o único
conhecimento verdadeiro .
A principal ideia do Positivismo era a
de que o conhecimento científico devia
ser reconhecido como o único
conhecimento verdadeiro .
Símbolos são veículos da cultura. O
símbolo não se limita às
representações pictóricas de um
objeto, mas compreendem todas
representações atribuídas por um
grupo sociocultural. Um símbolo
resulta da associação de um objeto
com outro. Comportamentos,
imagens, a organização social,
rituais e a percepção do mundo são
associados entre si, gerando
significados; Os símbolos são
construídos socialmente por um
processo contínuo e são
dependentes dos contextos e de
outras variáveis, inclusive materiais
e mesmo simbólicas. A origem dos
símbolos seria, portanto, social.
Símbolos são veículos da cultura. O
símbolo não se limita às
representações pictóricas de um
objeto, mas compreendem todas
representações atribuídas por um
grupo sociocultural. Um símbolo
resulta da associação de um objeto
com outro. Comportamentos,
imagens, a organização social,
rituais e a percepção do mundo são
associados entre si, gerando
significados; Os símbolos são
construídos socialmente por um
processo contínuo e são
dependentes dos contextos e de
outras variáveis, inclusive materiais
e mesmo simbólicas. A origem dos
símbolos seria, portanto, social.
A primeira corrente teórica
sistematizada de pensamento
sociológico foi o positivismo. Seu
primeiro representante foi Auguste
Comte. Tinha a crença no poder
exclusivo e absoluto da razão humana
em conhecer a realidade e traduzi-la
sob forma de leis naturais. Seu
conhecimento pretendia substituir as
explicações teológicas, filosóficas e de
senso comum por meio das quais –
até então – o homem explicava a
realidade.
A primeira corrente teórica
sistematizada de pensamento
sociológico foi o positivismo. Seu
primeiro representante foi Auguste
Comte. Tinha a crença no poder
exclusivo e absoluto da razão humana
em conhecer a realidade e traduzi-la
sob forma de leis naturais. Seu
conhecimento pretendia substituir as
explicações teológicas, filosóficas e de
senso comum por meio das quais –
até então – o homem explicava a
realidade.
- O texto que aparece no
centro da bandeira do Brasil
- "Ordem e Progresso" - foi
baseado em ideais
positivistas.
- O texto que aparece no
centro da bandeira do Brasil
- "Ordem e Progresso" - foi
baseado em ideais
positivistas.
Em sua frase original, Comte dizia:
"amor como princípio, ordem como
base, progresso como objetivo". A
partir deste pensamento, surgiu a
famosa expressão que está
estampada no centro da bandeira
brasileira. 
Em sua frase original, Comte dizia:
"amor como princípio, ordem como
base, progresso como objetivo". A
partir deste pensamento, surgiu a
famosa expressão que está
estampada no centro da bandeira
brasileira. 
Émile Durkheim, na vida em
sociedade o homem se defronta
com regras de conduta que não
foram diretamente criadas por
ele, mas que existem e são
aceitas na vida em sociedade,
devendo ser seguidas por todos.
Karl Marx considerava que não
se pode pensar a relação
indivíduo-sociedade
separadamente das condições
materiais em que essas
relações se apoiam. Para viver,
os homens têm de, inicialmente
transformar a natureza. Para
Marx, a produção é a raiz de
toda a estrutura social.
Émile Durkheim, na vida em
sociedade o homem se defronta
com regras de conduta que não
foram diretamente criadas por
ele, mas que existem e são
aceitas na vida em sociedade,
devendo ser seguidas por todos.
Karl Marx considerava que não
se pode pensar a relação
indivíduo-sociedade
separadamente das condições
materiais em que essas
relações se apoiam. Para viver,
os homens têm de, inicialmente
transformar a natureza. Para
Marx, a produção é a raiz de
toda a estrutura social.
Subjetividade humana
A Subjetividade é caracterizada
como algo que varia de acordo
com o julgamento de cada
pessoa, consistindo num tema
que cada indivíduo pode
interpretar da sua maneira, ou
seja, o que é subjetivo;
A Subjetividade é caracterizada
como algo que varia de acordo
com o julgamento de cada
pessoa, consistindo num tema
que cada indivíduo pode
interpretar da sua maneira, ou
seja, o que é subjetivo;
A essência humana não é abstrata
e nem algo interior de cada
indivíduo isolado, mas consiste no
conjunto de relações sociais; 
Uma essência construída tomando-
se por base uma existência prática; 
Os homens não são todos iguais, e
as enormes diferenças existentes
entre eles não se devem
fundamentalmente às suas
diferenças corporais, aos seus
aspectos exteriores e biológicos, e
sim são decorrentes das enormes
diferenças e condições do modo de
vida, da riqueza da atividade
material e mental, do nível de
desenvolvimento das formas e
aptidões intelectuais.
Leontiev: a subjetividade é “uma
propriedadedo sujeito ativo”. Um
fator que torna o sujeito único,
singular. Uma subjetividade
constituída com base na realidade
material, na relação entre os
homens.
O homem só se torna homem ao
apropriar-se do mundo, e a
constituição da sua subjetividade
caminha desse ir e vir do mundo
interno para o mundo externo,
numa relação dialética entre
objetividade e subjetividade.
A essência humana não é abstrata
e nem algo interior de cada
indivíduo isolado, mas consiste no
conjunto de relações sociais; 
Uma essência construída tomando-
se por base uma existência prática; 
Os homens não são todos iguais, e
as enormes diferenças existentes
entre eles não se devem
fundamentalmente às suas
diferenças corporais, aos seus
aspectos exteriores e biológicos, e
sim são decorrentes das enormes
diferenças e condições do modo de
vida, da riqueza da atividade
material e mental, do nível de
desenvolvimento das formas e
aptidões intelectuais.
Leontiev: a subjetividade é “uma
propriedade do sujeito ativo”. Um
fator que torna o sujeito único,
singular. Uma subjetividade
constituída com base na realidade
material, na relação entre os
homens.
O homem só se torna homem ao
apropriar-se do mundo, e a
constituição da sua subjetividade
caminha desse ir e vir do mundo
interno para o mundo externo,
numa relação dialética entre
objetividade e subjetividade.
Para Vygotsky , o fundamento
de todas as funções psicológicas
superiores são as relações
humanas, sua gênese é social.
Dessa forma, o indivíduo se
constitui a partir do outro,
desenvolvendo-se em um
específico contexto
sóciohistórico-cultural.
Por meio do processo de
mediação, o sujeito vai
apreendendo os instrumentos
sociais e passa a ser capaz de
utilizá-los sozinho, característica
do terceiro momento do
desenvolvimento cultural, que
compreende a internalização dos
conhecimentos construídos pela
humanidade por parte do
sujeito. Nesse processo, os
signos externos, sociais,
tornam-se internos, e a criança
desenvolve suas funções
psicológicas superiores 
Para Vygotsky , o fundamento
de todas as funções psicológicas
superiores são as relações
humanas, sua gênese é social.
Dessa forma, o indivíduo se
constitui a partir do outro,
desenvolvendo-se em um
específico contexto
sóciohistórico-cultural.
Por meio do processo de
mediação, o sujeito vai
apreendendo os instrumentos
sociais e passa a ser capaz de
utilizá-los sozinho, característica
do terceiro momento do
desenvolvimento cultural, que
compreende a internalização dos
conhecimentos construídos pela
humanidade por parte do
sujeito. Nesse processo, os
signos externos, sociais,
tornam-se internos, e a criança
desenvolve suas funções
psicológicas superiores 
A subjetividade, portanto, é
constituída por fatores internos
e externos, na qual a forma de o
indivíduo se perceber está
relacionada com o modo como
os homens estabelecem as
relações sociais em um contexto
específico, decorrente de
condições histórico-sociais.
A subjetividade, portanto, é
constituída por fatores internos
e externos, na qual a forma de o
indivíduo se perceber está
relacionada com o modo como
os homens estabelecem as
relações sociais em um contexto
específico, decorrente de
condições histórico-sociais.
Minhas Anotações

Mais conteúdos dessa disciplina