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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM CENTROS DE TERAPIA INTENSIVA U N I D A D E 2 DOMWESLEY WEMDREO DE SOUZA UNIDADE 2 | INTRODUÇÃO Nesta unidade, você vai conhecer estratégias que visam à promoção da segurança do paciente, as diretrizes que definem as normas e os critérios para admissão, as condutas voltadas para pacientes em cuidado, durante o final da vida e o impacto da síndrome no cuidado intensivo. UNIDADE 2 | OBJETIVOS 1. Engendrar estratégias que visem à promoção da segurança do paciente, abordando indicadores de qualidade do cuidar. 2. Compreender e aplicar as diretrizes que definem as normas e critérios para admissão, triagem e alta de pacientes nos centros de terapia intensiva. 3. Aplicar as condutas voltadas para pacientes em cuidado durante o final da vida, incluindo os a assistência nos cuidados paliativos. 4. Entender a síndrome pós-terapia intensiva, identificando alterações após acometimento de patologias críticas e o impacto dessa síndrome no cuidado intensivo, definindo as intervenções que podem ser implementadas nesse contexto. SEGURANÇA DO PACIENTE EM CENTROS DE TERAPIA INTENSIVA Ao término deste capítulo, você será capaz de entender como funcionam as estratégias de segurança do paciente. SEGURANÇA DO PACIENTE A segurança do paciente vem sendo debatida constantemente no decorrer dos últimos anos, especialmente, por se tratar de aspectos que implicam na qualidade da assistência prestada nas unidades de saúde. SEGURANÇA DO PACIENTE No âmbito brasileiro, os programas avaliativos passaram a compor a agenda dos gestores de saúde por volta dos anos 1980. A referência para que este tipo de serviço passasse a ser processo de caráter permanente foi a Organização Nacional de Acreditação (ONA), formando certificação de qualidade assistencial. SEGURANÇA DO PACIENTE Os Eventos Adversos (EA) podem ser caracterizados como danos provenientes do tratamento médico e os Incidentes (I) são considerados como as complicações, ocasionadas de maneira não intencional, provenientes do cuidado ofertado. ADMISSÃO, TRIAGEM E ALTA EM CENTROS DE TERAPIA INTENSIVA Ao término deste capítulo, você será capaz de entender como funcionam as normas e critérios de admissão, triagem e alta dos pacientes. CRITÉRIOS DA ADMISSÃO DE PACIENTE NOS CENTROS DE TERAPIA INTENSIVA As possibilidades de um sujeito ser admitido em um Centro de Terapia Intensiva (CTI) tem se tornado cada vez maior, em virtude da expansão do envelhecimento populacional e as intervenções médicas de caráter invasivo serem constantes. O CTI é o setor hospitalar no qual são implementados cuidados e monitorização ininterrupta a pacientes em estado grave ou instabilidade fisiológica ou com possível potencial, precisando de atendimento especializado ou ainda, suporte de vida de caráter artificial. CRITÉRIOS DE ALTA O processo de alta e os cuidados implementados, no período pós-alta, precisam ser bem averiguados, com o intuito de reduzir a mortalidade na UTI. O paciente necessita receber alta do CTI para o centro de cuidado intermediário ou para a ala de internação. FINAL DA VIDA E OS CUIDADOS PALIATIVOS NO CTI Ao término deste capítulo, você será capaz de entender como funcionam as condutas voltadas para pacientes no fim da vida e os cuidados paliativos. Os avanços da terapia intensiva e a adoção de normas éticas e morais nos destinam ao desenvolvimento da prática e cuidados com humanização. Embora não seja incomum que os cuidados paliativos sejam diversas vezes conflituosos, são largamente discutidos para todos os sujeitos envolvidos. Os cuidados paliativos (CP) foram determinados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no ano de 2002, como a conduta e as intervenções realizadas em prol da melhoria da qualidade de vida dos sujeito e familiares na continuação da vida. Os cuidados paliativos podem seguir modelos: • Cuidados paliativos centrados na instituição. • Cuidados paliativos centrados no paciente. SÍNDROME PÓS-TERAPIA INTENSIVA Ao término deste capítulo, você será capaz de entender como funciona a síndrome pós- terapia intensiva. ALTERAÇÕES PÓS-DOENÇA CRÍTICA Os profissionais de saúde apontam que a ciência e a linha de cuidados implementadas de modo crítico elevam as chances de salvar vidas e devolvem pacientes com doenças de elevada gravidade de volta para sua casa e o seio de sua família, após saírem da CTI. SÍNDROME PÓS TERAPIA INTENSIVA, ALTERAÇÕES PÓS-DOENÇA CRÍTICA No decorrer dos últimos 20 anos, tornou-se mais acentuada a certeza de que a recuperação de pacientes que recebem alta do CTI, é extensa, embora as consequências identificadas da internação sejam alarmantes, pois pode-se apontar piora ou comprometimento acentuado na saúde cognitiva, física e mental do paciente. Existem inúmeras complicações identificáveis da síndrome pós-terapia intensiva, contudo, existem intervenções que minimizam o surgimento desta síndrome ou os impactos causados por ela. OBRIGADO !