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Imprimir INTRODUÇÃO Olá, estudante! Começaremos nossos estudos com uma aula dedicada ao desempenho e como se dá sua apuração. Portanto, nesta unidade, abordaremos os principais conceitos de monitoramento com foco no desempenho da rede e, consequentemente, poderemos trabalhar melhor os conceitos dos indicadores e métricas, os quais são vitais a este processo. Por �m, compreenderemos melhor o papel das métricas de desempenho na sua relação com o SLA e o desempenho geral da rede e seus aprimoramentos. Desta forma, sendo uma das disciplinas de gerenciamento que mais causa impacto nas demais – com destaque para o gerenciamento de contabilização e de falhas –, é muito importante dominar seus conceitos para uma atuação de gestão mais efetiva e precisa. Bons estudos. Aula 1 GERENCIAMENTO DE DESEMPENHO Em nossos estudos, compreenderemos melhor o papel das métricas de desempenho na sua relação com o SLA e o desempenho geral da rede e seus aprimoramentos. 24 minutos MONITORAMENTO DE DESEMPENHO DE REDES Aula 1 - Gerenciamento de desempenho Aula 2 - Desempenho de redes Aula 3 - Ferramentas de monitoramento Aula 4 - Melhorias com a utilização de ferramentas de monitoramento Referências 96 minutos 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 1/25 GERENCIAMENTO DE DESEMPENHO Parte do processo de gerenciamento de uma rede de computadores tem relação direta com seu desempenho. O projeto de uma rede é desenhado para atender às necessidades de desempenho, ou seja, diversos requisitos dos sistemas que cada usuário demanda. Portanto, é preciso elencar o hardware certo para tais propósitos. Desta forma, para que a rede entregue e mantenha este desempenho, é desenhado um processo de gestão especí�co. São diversos os fatores que podem trazer o desempenho de uma rede para níveis inaceitáveis, os quais começam a promover a desativação de algum recurso importante, como a própria internet e, até mesmo, a indisponibilidade temporária da própria rede. Desta forma, conforme complementa Forouzan (2007, p. 876 apud ANDREOLI 2016, p. 18), existe uma ligação direta entre o gerenciamento de falhas e o gerenciamento de desempenho, pois, quando este segundo tipo de gerenciamento é negligenciado, causa a possibilidade de existência de erros na rede, além de falhas diversas. Embora, no projeto, a rede seja criada com desempenho su�ciente, a distribuição física dos seus componentes e de seu hardware farão com que existam momentos em que partes desta rede terão uma demanda superior ao que lhe foi alocado, de forma que ocorram lentidões, maiores tempos de resposta e eventos de banda estrangulada pelo uso exagerado por parte de um ou outro host. Com relação aos processos, o gerenciamento de desempenho atua nos recursos de rede para sua aferição e análise, de forma a oferecer à gestão uma série de relatórios que permitirão uma rápida tomada de decisão quanto ao eventual deslocamento de recursos para áreas que tenham problemas por algum motivo. Figura 1 | Fluxo do Gerenciamento do Desempenho 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 2/25 Jamerson Almeida Realce Fonte: elaborada pelo autor. O processo de gestão do desempenho depende de vários elementos, como o hardware, sua implementação e uso, mas este processo começa pelo estabelecimento dos objetivos e métricas que serão monitorados e que, somados, geram os indicadores e relatórios, de forma que os objetivos da rede sejam alcançados. Para Souza et al. (2021), os indicadores de desempenho mais comumente utilizados são a largura de banda e a latência. A largura de banda representa quantos bits podem circular pela rede em um determinado período, e a latência informa sobre a quantidade de tempo que um determinado pacote leva para sair do dispositivo que o envia até seu receptor. Neste tipo de gerenciamento, existe um termo muito utilizado: “threshold”, pois é necessário que sejam de�nidos valores aceitáveis, mínimos e máximos, que devem ativar alertas, pois sua ocorrência (por exemplo: uma latência muito alta) pode ocasionar falhas na comunicação e na resposta de diversas aplicações. Desta forma, podemos de�nir três modelos distintos para o monitoramento dos recursos de uma rede, conforme Reis Júnior (2012): Modelo de Utilização: monitora recursos de forma instantânea. Modelo de Taxa de Rejeição: monitora as rejeições dos pedidos de serviço. Modelo de Taxa de Pedido de Recursos: monitora os pedidos por uso de recursos e deve ser utilizado como forma de: Apoio na detecção de falhas. Auxílio na determinação das alterações de con�guração da rede. 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 3/25 Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Apoio na detecção de falhas. Auxílio na determinação das alterações de con�guração da rede. Desta forma, devemos pensar no gerenciamento de desempenho como o componente do gerenciamento geral da rede capaz de oferecer a segurança de que seus recursos estarão sempre su�cientes e que as ocorrências, como o alcance do limite da disponibilidade de recursos, sejam tratadas com agilidade. DADOS DE DESEMPENHO E QUALIDADE Cada componente da rede é escolhido dentro de um projeto pelas suas especi�cações. Desta forma, existem informações, como sua con�guração e capacidade, que farão parte da análise de desempenho. Portanto, conforme de�ne Clemm (2006 apud SOUZA et al. 2021, p. 127), tal conceito pode ser facilmente aplicado a qualquer uma das camadas da rede, dentro de sua hierarquia de comunicação. Figura 2 | Aspectos importantes do monitoramento Fonte: elaborada pelo autor. Para as melhores práticas de gerenciamento de desempenho, são elencados alguns indicadores que geram importantes dados de análise, como aqueles referentes ao tráfego da rede, o QoS (Qualidade do Serviço). Portanto, os relatórios aqui gerados promovem a facilitação da análise. Como um processo, o gerenciamento de desempenho para redes de computadores apresenta algumas características peculiares, iniciando pela coleta de dados dos seus indicadores de tráfego e desempenho, fornecendo o subsídio em diversas análises. Outros aspectos são obtidos por seus indicadores, como o monitoramento e progressão da capacidade de rede, mas também é necessário que sejam disponibilizados 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 4/25 Jamerson Almeida Realce dados para a análise do QoS. Neste ponto, o gerenciamento de desempenho se une ao gerenciamento de contabilização, pois, com seu monitoramento e análise, é possível, no caso de um provedor de internet ou demais serviços em nuvem, manter em conformidade seu SLA (Acordo de Nível de Serviço). Dentro do que analisa o QoS, estão aspectos como o jitter (medida de desempenho que considera a relação da variação de pacotes em um determinado período) e as eventuais perdas de pacotes. Estes indicadores, de acordo com Souza et al. (2021), são de�nidos em contrato, ou seja, dentro das condições de oferta do serviço contratado no SLA. Para o SLA, o gerenciamento de desempenho oferecerá dados su�cientes para que seja feita a comparação entre o que está sendo efetivamente entregue e o que o contrato determina que seja entregue. Em uma perspectiva de qualidade geral, podemosa�rmar que, com os dados do gerenciamento de desempenho, a gestão de TI e da rede ganham a capacidade de usar tais resultados como forma de compreender quando e onde é necessário a aplicação de processos ou intervenções que aprimorem o desempenho. Claro que esta forma de gerenciamento promove a gestão da rede através do monitoramento e coleta de informações diversas, de indicadores de tráfego, de uso de seus serviços, sempre fazendo a comparação com o que foi estabelecido em projeto e, desta forma, havia sido padronizado. Embora o atendimento ao SLA seja um destaque deste modelo de gerenciamento, para empresas que não possuem necessidade de estabelecimento de acordos de serviços como estes, este tipo de gerenciamento permite a manutenção dos níveis adequados de desempenho e um número reduzido de falhas, pois suas redes são restritas e de uso interno. Podemos concluir que, através do gerenciamento de desempenho, é possível estabelecer um controle detalhado da rede em funcionamento, o que permite ações preventivas ou, quando a ocasião necessita, corretivas pela detecção de problemas ou falhas. Com as informações coletadas é possível agir nas con�gurações estabelecidas com ajustes e melhorias, de forma a manter ou ampliar seu desempenho de rede. MÉTRICAS DE DESEMPENHO Um elemento vital aos processos que compõem o gerenciamento de desempenho é o estabelecimento, acompanhamento e monitoramento de diversos indicadores. Tratando-se das métricas de desempenho, estes indicadores devem ser cuidadosamente elencados e parametrizados para que sua aferição seja coerente ao seu objetivo de medir o desempenho da rede. Fazendo um paralelo, uma empresa que produz alimentos deverá escolher indicadores denominados KPI´s (Key Performance Indicators) que monitorem seu volume produzido. Portanto, no tema redes, existem alguns aspectos que devem ser elencados para a construção dos indicadores, que contam com a de�nição de sua grandeza (trata-se de uma unidade de tempo ou outro indicador numérico), além do estabelecimento dos níveis mínimos, máximos e suas tolerâncias. Existe um detalhe delicado neste processo: a necessidade de criar o monitoramento, seja ativo ou passivo, de forma que os sistemas e seus componentes físicos não sejam sobrecarregados. Isso signi�ca criar gerenciamento sem penalizar o desempenho da rede. 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 5/25 De acordo com Souza et al. (2021), para o monitoramento passivo, são necessários equipamentos e links de transmissão que possam criar o processo de composição de dados, começando pela �ltragem, seguindo com o armazenamento e posterior análise destes dados. Vale ressaltar que este tipo de monitoramento deve ser construído de forma que possa ocorrer o�ine. Para o monitoramento ativo, a vantagem é sua capacidade de ocorrer sem oferecer qualquer sobrecarga à rede, além de fazer um trabalho diferente com os links de transmissão ao utilizar, como parâmetros, o rendimento e utilização, assim como o tempo de inatividade e atividade dos recursos. Este monitoramento ainda conta com o acompanhamento e registro de eventuais desastres e sobrecargas. Em geral, as métricas de desempenho das redes apresentam um tripé composto pela taxa de transferência, atrasos e qualidade. A taxa de transferência de uma rede é medida em quantidade de dados, ou seja, quantos bytes são transmitidos, quantos pacotes e quantas solicitações são trafegadas. Como métrica, o atraso, também referido por seu termo em inglês delay, é relativo ao tempo de algum evento, como por exemplo: quanto tempo um pacote IP leva para alcançar seu destino, ou o período que uma solicitação consome para chegar ao seu respectivo host. A seguir, temos os principais conceitos: Figura 3 | Principais métricas para o monitoramento de desempenho Fonte: elaborada pelo autor. Em muitos aspectos, a análise da qualidade da rede é um processo direto de medida de qualidade. Em um paralelo com uma linha de produção, sua qualidade será maior quanto menores forem os índices de erros, paradas da linha ou produtos incompletos. Nas redes de computadores, portanto, o desempenho será expresso de acordo com o nível serviço estabelecido, ou seja, com o seu uso, levando em consideração os 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 6/25 Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce níveis de erros de transmissão, de pacotes que são descartados. Para as aplicações web, atenta-se às solicitações com erro que não puderam ser corrigidos. Portanto, a qualidade de uma rede será expressa tanto por seu desempenho bruto quanto por seus erros. Quanto maior o desempenho e menores forem os erros, melhor é o desempenho da rede. Desta forma, �ca evidente que os indicadores devem ser cuidadosamente elencados, e suas métricas, claramente estabelecidas para que ofereçam um panorama correto do comportamento da rede. VIDEOAULA No vídeo desta aula, resgataremos alguns conceitos sobre o gerenciamento de desempenho de redes de computadores e complementaremos com uma apresentação de como este processo é feito através da utilização de alguns sistemas e as principais diferenças entre o monitoramento passivo e ativo para as métricas da rede. Saiba mais Para melhorar os conhecimentos sobre os processos de monitoramento de recursos para o gerenciamento do desempenho da rede, leia este artigo Monitoramento de rede: as 5 melhores ferramentas para você usar que apresenta, além da importância desse processo, algumas das melhores ferramentas. Videoaula Para visualizar o objeto, acesse seu material digital. INTRODUÇÃO O processo de gerenciamento de uma rede tem por objetivo entregar recursos com qualidade ao usuário. Por este motivo, nesta aula, falaremos sobre o QoS, que signi�ca qualidade do serviço como um conceito que determina uma série de procedimentos de monitoramento do tipo sni�ng (farejar, em português). A princípio, trataremos dos principais conceitos de QoS e como este tipo de serviço atua dentro de uma rede Aula 2 DESEMPENHO DE REDES Nesta aula, falaremos sobre o QoS, que signi�ca qualidade do serviço como um conceito que determina uma série de procedimentos de monitoramento do tipo sni�ng (farejar, em português). 23 minutos 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 7/25 https://netsupport.com.br/monitoramento-de-rede/ https://netsupport.com.br/monitoramento-de-rede/ para, em seguida, abordar os principais sistemas que são necessários em ordem de se implementar QoS em uma rede. Por �m, apresentaremos as considerações sobre este processo de monitoramento. QoS se destina a garantir a entrega da qualidade dos serviços de uma rede aos seus usuários. Embora não seja necessário classi�car este procedimento como o mais importante em uma rede, fato é que sua implementação tem o potencial de melhorar os serviços por ela oferecidos. Bons estudos. QOS E A QUALIDADE DE TRÁFEGO EM REDES DE COMPUTADORES Conforme caminhamos nos conceitos de gerenciamento de rede, de sua importância e papel nas redes de computadores, começamos a nos aprofundar em conceitos que se complementam e ajudam a justi�car tais abordagens. Um dos conceitos que nos permitem compreender melhor a complexidade do gerenciamento de uma rede de computadores é a qualidade do serviço prestado, aqui apresentada por sua sigla em inglês QoS, oriunda de Quality of Service. De forma geral, e antes mesmo de compreender a função do QoS no gerenciamento de uma rede, devemos compreender que, emum ambiente computacional, é necessário que os diversos serviços não estejam apenas disponíveis, mas que sua disponibilidade seja linear com o tempo e em um nível adequado à operação que se destina. Desta forma, de acordo com Oliveira, Lummertz e Souza (2019), trata-se de uma ferramenta de análise que, dentro do gerenciamento de uma rede, promove o monitoramento de seu desempenho. Assim, com o QoS, dados estatísticos são obtidos dos �uxos diversos da rede e, por consequência, analisados, de forma a permitir que a gestão avalie o desempenho e seu comportamento da rede. Figura 1 | Fluxo básico do QoS Fonte: elaborada pelo autor. Vale ressaltar que nem toda rede demanda o acompanhamento do QoS e que situações como em provedores de serviços em nuvem torna-se uma ferramenta obrigatória para o cumprimento satisfatório do SLA (Service Level Agreement – Acordo de Nível de Serviço), pois monitora o status dos serviços e oferece à gestão 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 8/25 informações e estatísticas vitais para a oferta de melhorias. Existe um fator que causa grande parte da necessidade de se acompanhar o QoS e tem origem na pluralidade de empresas e fabricantes de componentes. Embora tais componentes de hardware sejam criados dentro de alguns padrões estabelecidos pela indústria, como os protocolos de internet, é fato que existem desa�os em sua integração harmoniosa. Para sua efetividade, o QoS deve atuar na totalidade dos dados e �uxos de uma rede. Esta é uma solução que atua exatamente na prevenção de perdas de pacotes. Caso o sistema não receba o QoS devidamente padronizado, corre-se o risco de ter sua análise de sobrecarga limitada ou inexistente, o que certamente causará prejuízo à produtividade dos usuários da rede. Se a ausência do QoS ou seu uso inadequado entregam à rede uma série de falhas e indisponibilidades, sua presença e correta implementação é uma poderosa ferramenta no favorecimento do melhor desempenho dela, pois previne a ocorrência de erros, o que tende a ser uma enorme vantagem em situações de cumprimento do SLA. Portanto, a implementação do QoS deve ser tão cuidadosa quanto seu uso para que a rede possa entregar o seu melhor desempenho, pois um dos maiores motivos de sua existência é a necessidade de se criar redes altamente disponíveis, com elevada produtividade e que efetivem todo e qualquer investimento feito. QOS E DESEMPENHO DE REDES NAS FERRAMENTAS DE MONITORAMENTO O gerenciamento de uma rede demanda a aplicação de diversas ferramentas distintas. No caso da aplicação e avaliação do QoS, são necessárias ferramentas especí�cas, como o WireShark. Dentre suas principais funcionalidades, há a capacidade de capturar pacotes interativamente e analisar protocolos de forma contínua em uma determinada rede. De acordo com Oliveira, Lummertz e Souza (2019), o Wireshark é um software de monitoramento de QoS do tipo sni�er, um farejador capaz de atuar no gerenciamento de redes para detecção de problemas, conexões desconhecidas e, até mesmo, para a aplicação de diversos testes de identi�cação de criptogra�a, quanto a sua efetividade em proteger e dar acesso a recursos de rede. Figura 2 | Estrutura de um Sni�er como o Wireshark Fonte: elaborada pelo autor. Vale ressaltar que algumas das ferramentas de monitoramento dedicadas ou habilitadas para o QoS, podem demandar pro�ssionais com conhecimento e experiência pro�ssional especí�ca, o que fez com que surgissem diversas ferramentas como o TCPDUMP. Para Oliveira, Lummertz e Souza (2019), o TCPDUMP é uma ferramenta sni�er que possui ligação com o protocolo de rede TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol). 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=4155147… 9/25 Antes de seguir com outras ferramentas de monitoramento de QoS, é vital compreender o que representa o conceito de NetFlow (que concede ao sistema a capacidade de analisar como um �uxo de dados contendo início, meio e �m, e armazenados em cache) e dos 7 parâmetros que são analisados, desde o endereço IP (origem + destino), as portas de origem e destino, o protocolo IP até a interface Ingress e os valores ToS (Tipo de Serviço). Porém, apenas sistemas especi�camente habilitados podem operar com o NetFlow, e seus registros dependem de o pacote analisado apresentar os 7 parâmetros anteriormente indicados. O sistema TCPDUMP é open source, ou seja, de código aberto e extremamente e�ciente no processo de sni�ng ao capturar os pacotes da rede para análise, muito semelhante ao Cacti, construído para ambientes PHP e MySQL. O Cacti, também de código aberto, faz uso de uma estrutura de base de dados em que armazena diversos dados numéricos relativos ao status da rede onde é implementado. Este sistema gera grá�cos através do RRDTool, uma base de dados tipo round-robin e, assim como os demais sistemas, usa o �uxo operacional básico de coletar dados da rede, armazenar (no RRDTool) e exibir as informações. Outra ferramenta, o SolarWinds, apresenta a vantagem de ser facilmente con�gurada e de permitir a identi�cação automática de todos os componentes da rede, além de uma vasta gama de opções de con�guração que lhe permite se adaptar às peculiaridades de, virtualmente, qualquer rede onde for implementada. O SolarWinds se destaca por sua interface amigável e facilmente modi�cável, permitindo a criação de topologias especí�cas para cada rede analisada. Independente da ferramenta, o QoS depende de um monitoramento preciso, que seja capaz de corretamente capturar os pacotes, efetuar as análises em detalhes e assim fornecer grá�cos e estatísticas para a tomada de decisão do processo de gerenciamento de redes. Portanto, cada sistema de QoS é responsável pela qualidade dos serviços da rede onde é implementado. FUNCIONALIDADES DO MONITORAMENTO É possível compreender a necessidade do monitoramento como parte do processo de QoS fazendo uma simples analogia com os processos de monitoramento de um paciente internado com uma enfermidade qualquer. Para os médicos, a condição de saúde do paciente é delicada, de forma que mantêm sensores que monitoram seus sinais vitais. Em caso de algum problema, como a ocorrência de um processo de arritmia cardíaca, os sensores enviam sinais ao aparelho que emite os devidos alertas e exibe, em uma tela, a condição atual do paciente. Do lado das redes de computadores, os sistemas de sni�ng fazem algo semelhante ao monitorar �uxos de pacotes e dados na rede e sinalizar quando algo apresenta uma não conformidade, gerando alertas e exibindo seus respectivos dados. Neste sentido, Oliveira, Lummertz e Souza (2019) a�rmam que, nas redes, o monitoramento tem por objetivo cuidar tanto da segurança quanto da qualidade dos serviços através da análise detalhada destes serviços, e se faz vital em cenários com dezenas ou centenas de usuários, dispositivos e recursos. De forma geral, o processo de monitoramento deve ter início com a escolha e determinação dos níveis de qualidade que formam um padrão, um parâmetro ótimo da rede e, desta forma, o nível esperado de desempenho da rede. Os parâmetros de monitoramento comumente elencados são: a latência, tempo de resposta, o jitter, etc., pois tendem a promover �utuações nos níveis de desempenho quando algo atípico 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 10/25 Jamerson Almeida Realce ocorre na rede. Até mesmo a cultura da empresa se bene�cia, absorve os conceitos de QoS e suas técnicas de monitoramento, pois, em seu uso, atémesmo os pro�ssionais da empresa passam a estar mais alertas, visualizando imediatamente alguma não conformidade na rede. Para Oliveira, Lummertz e Souza (2019), o monitoramento do QoS tem grande potencial no estabelecimento das manutenções preventivas, pois, devido a sua competência técnica, a sua a�nidade em gerar dados e estatísticas de desempenho, em conjunto com o conhecimento das especi�cações e durabilidade dos componentes, pode-se desenhar os momentos de indisponibilidade programada para a manutenção da rede. O processo de monitoramento de rede, o que inclui o QoS, demanda um bom conhecimento sobre os conceitos que cercam o tráfego da rede, assim como saber quais eventos são esperados e sua composição. Dentro dos processos elencados para o monitoramento e�caz do QoS, deve existir a correta identi�cação dos componentes da rede, bem como o estabelecimento e reconhecimento de suas respectivas métricas de desempenho que, em seguida, serão devidamente monitoradas. Agora, deve ser criada a tabela de prioridades de monitoramento, ou seja, existirão na rede alguns dispositivos que demandam grande detalhe em seu monitoramento e outros de menor criticidade. Figura 3 | Aspectos do monitoramento de rede Fonte: elaborada pelo autor. Portanto, antes mesmo de se escolher o sistema de monitoramento de QoS, seus conceitos, os elementos da rede e suas respectivas características e a criticidade de cada componente devem ser conhecidos e devidamente compreendidos. Todos estes parâmetros farão do monitoramento de QoS um processo e�ciente 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 11/25 na entrega com qualidade dos serviços da rede. VIDEOAULA No vídeo desta aula, trataremos sobre como os diversos sistemas apresentados nesta aula podem ajudar no monitoramento do QoS e, com isso, apresentaremos maiores detalhes de sistemas como o WireShark, SolarWinds, TCPDUMP, Cacti. Abordaremos o papel destes sistemas não somente na implementação do QoS, mas também na manutenção dos status dos serviços. Saiba mais Tão importante quanto conhecer as diversas ferramentas é compreender as nuances e especi�cidades apresentadas no processo de implementação do QoS nas redes de computadores. Desta forma, faça a leitura do artigo Gerenciamento Integrado de QoS em Redes de Computadores. Videoaula Para visualizar o objeto, acesse seu material digital. INTRODUÇÃO Nesta aula, aprofundaremos a discussão em algumas ferramentas e conceitos importantes para o gerenciamento de uma rede. Dentre as ferramentas, abordaremos detalhes do Wireshark e de como ele promove a captura, em tempo real, de pacotes para diversas análises, assim como o iPERF e sua forma peculiar de funcionamento, sendo aplicado em duas instâncias: na estação de trabalho e no servidor. Nestas ferramentas, compreenderemos melhor que suas características distintas fazem com que sejam complementares e não concorrentes. Por �m, entenderemos melhor um importante conceito, principalmente Aula 3 FERRAMENTAS DE MONITORAMENTO Nesta aula, aprofundaremos a discussão em algumas ferramentas e conceitos importantes para o gerenciamento de uma rede, abordando detalhes do Wireshark e de como ele promove a captura, em tempo real, de pacotes para diversas análises, assim como o iPERF e sua forma peculiar de funcionamento, sendo aplicado em duas instâncias: na estação de trabalho e no servidor. 22 minutos 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 12/25 https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/1763/000307768.pdf em um momento em que as transmissões de áudio e vídeo tanto se intensi�cam na internet: o jitter, que representa muito mais do que atraso, mas, sim, variações na latência da rede. Bons estudos! CONCEITOS E APLICABILIDADE DA FERRAMENTA WIRESHARK Sistemas e redes necessitam de ferramentas que os monitorem em ordem de manter seus níveis de qualidade e, assim, poder oferecer a melhor experiência ao usuário. Cada ferramenta é desenhada para monitorar os principais aspectos de um determinado sistema. Portanto, é construído pensando em seu funcionamento, parâmetros e em seus usuários, suas necessidades e ações. Desta forma, temos que as ferramentas de gerenciamento de rede foram projetadas em volta dos protocolos e dos sistemas existentes, respeitando a dinâmica das redes e seu funcionamento, que usa uma forma de comunicação bilateral com pacotes. Neste contexto, entra o WireShark, uma ferramenta capaz de promover a captura e a análise de uma rede e seu tráfego, oferecendo formas de expor as informações para a apreciação da gestão da rede. De acordo com Farruca (2009, apud ANTONIO; ROSA, 2018, p. 26), com o WireShark, o gerenciamento da rede ganha a funcionalidade de controlar o tráfego e monitorar a entrada e a saída de dados dos diversos computadores, utilizando como parâmetro diversos protocolos diferentes. Além de oferecer o monitoramento de toda a rede, o sistema oferece a possibilidade de realizar o processo a partir de apenas um dos dispositivos da rede. Assim, o sistema atua de forma detalhada, praticamente microscópica, sobre as transmissões que ocorrem em uma rede. Estes são os principais recursos do WireShark: Figura 1 | Recursos do WireShark Fonte: adaptada de Leal (2017). 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 13/25 Sendo um dos analisadores de protocolos mais populares no Gerenciamento de redes, de acordo com Leal (2017), o WireShark apresenta versões em diversas plataformas, como Windows, Mac Os X, Linux e Unix, e é distribuído de forma livre e em código aberto – Lembrando que se trata de um sistema de monitoramento de rede do tipo sni�er (farejador), ou seja, ele promove a captura e analise de pacotes da rede em tempo real. Semelhante a outras aplicações de monitoramento, o WireShark usa arquivos pcap, pois é baseado no libcap e atua nas camadas do modelo e protocolo TCP/IP. Com sua interface grá�ca, permite exibir, com detalhes, cada um dos pacotes que foram capturados, bem como o processo de inspeção detalhada que faz dos protocolos de rede. Para Mota Filho (2013, apud Leal, 2017), existe apenas uma ressalva quanto ao uso do WireShark, a qual está ligada ao uso simultâneo não recomendado da sua ferramenta de captura enquanto o processo de análise de pacotes está em andamento, pois, desta forma, recursos podem ser comprometidos na estação de trabalho responsável por demandar o processo. Portanto, com o uso de uma ferramenta como o WireShark, o gerenciamento de rede é capaz de promover o monitoramento em tempo real e, assim, oferecer à rede o aclamado QoS ou Qualidade de Serviço, evitar a ocorrência de falhas de comunicação e aumentar a segurança. Para a gestão da rede, o WireShark ainda permite que a análise também seja feita sob demanda com a captura de pacotes especí�cos. CONCEITOS E APLICABILIDADE DA FERRAMENTA IPERF Diferentes situações demandam diferentes ferramentas. Por este motivo, o iPERF é interessante e amplamente utilizado. Se o WireShark avalia uma rede em funcionamento monitorando eventos em tempo real, o iPERF simula o envio de pacotes para avaliar as condições do tráfego da rede. Para Silva e Alves Júnior (2014), esse sistema se destaca ao unir diversas métricas e relatórios de análise, que incluem as capacidades �m-a-�m, jitter e as perdas de pacote. Este sistema se destaca por suas diversas funcionalidades e pela sua operação simpli�cada o que permite que a gestão da rede seja capaz de tomar ações assertivas na correção ou prevençãode problemas. Figura 2 | Funcionalidades do iPERF 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 14/25 Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Fonte: elaborado pelo autor. Conforme apresentam Silva e Alves Júnior (2014), o iPERF foi criado no ano de 2000 pelo NLANDR/DAST (National Laboratory for Applied Network Research/Distributed Applications Support Team), e seu objetivo foi oferecer uma nova opção capaz de medir o rendimento da banda em uma rede de computadores via protocolos TCP e UDP, passando a apresentar uma intuitiva interface grá�ca padronizada, bem como uma operação de CLI (Command Line Interface) relativamente simples. Com relação à interface grá�ca, atualmente existe o jPERF, desenvolvido com base em Java (portanto, uma ferramenta Front-End) para que os resultados de suas análises sejam oferecidos ao administrador de rede de forma grá�ca. O iPERF é um sistema do tipo cliente/servidor con�gurado para que o cliente emita as solicitações e o servidor as responda em seus diversos testes. Com relação aos testes realizados, o iPERF é capaz de validar a implementação de uma rede cabeada ou sem �o. Assim, estes testes podem oferecer insights sobre o desempenho da rede e de cada um de seus equipamentos. Por exemplo: se um teste acusar falha em uma porta de um dos switches da rede, tal porta pode ser desquali�cada e não mais ser parte de alguma rota. Figura 3 | Funcionalidades do iPERF com relação ao TCP e o UDP Fonte: adaptada de Silva e Alves Júnior (2014, p. 3). 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 15/25 Jamerson Almeida Realce Com relação aos protocolos, o padrão para o iPERF é o TCP, mas, para compatibilidade e melhor gama de opções de testes, faz uso do UDP. O quadro anterior apresenta as funcionalidades dentro de cada protocolo. A ideia por trás da disponibilidade do UDP é de uma forma de complemento às informações oferecidas pelos testes em TCP, pois, desta forma, fatores capazes de limitar a largura de banda em uma conexão de rede serão melhor exibidos e identi�cados. Portanto, o uso do UDP pelo iPERF vai de encontro a uma necessidade de maior transparência na identi�cação das perdas, dos congestionamentos e de entregas fora de ordem. Por ser gratuito e robusto, o iPERF acaba por cair no gosto de engenheiros e administradores de rede que demandam testes e�cientes e que valorizam as diversas opções e a sua capacidade de exibir resultados tanto em linhas de comando quanto em interfaces grá�cas intuitivas. CONCEITOS DE JITTER Existe um componente da tecnologia computacional que está sendo cada vez mais exigido, aprimorado: a rede. A internet, como uma grande rede de computadores, vem crescendo em volume de acessos, transmissão de dados e serviços, e isso é um grande desa�o para qualquer empresa que desenvolva componentes, hardware e infraestrutura (como os provedores de rede). Neste sentido, surge um conceito cada vez mais valorizado e analisado nos processos de gestão de rede, principalmente em cenários de intensas transmissões de streaming (seja apenas para áudio ou vídeo em tempo real), denominado jitter. Para Comer (2016), o jitter representa uma forma de avaliar a existência e amplitude do atraso na rede. Dentro de sua estrutura, o jitter é de�nido como um indicador que apresenta mais do que simplesmente o atraso da rede, pois duas redes, por exemplo, podem ter o mesmo atraso e seus jitters serem diferentes. A voz e sua relação com as redes de computador é um ótimo exemplo de como ocorre o jitter. O processo de envio de um componente de voz pela rede começa por sua digitalização, quando o sinal analógico é convertido em código binário e a rede envia, a cada 125 µ segundos, um trecho equivalente a 8 bits. Após feito o agrupamento dos pacotes de voz, estes são enviados pela rede. O jitter, neste caso, pode ser identi�cado quando o receptor recebe os pacotes e os converte novamente para analógicos a �m de que tenham saída em algum autofalante. Caso a rede não tenha jitter, o denominado jitter zero, o áudio apresenta integridade e coincide com o áudio original localizado no emissor da mensagem. A existência de jitter signi�ca falha no recebimento do áudio, neste caso. Assim podemos compreender que o jitter será tratado de duas formas pelo sistema, seja projetando redes sem jitter ou aplicando à rede um protocolo que seja capaz de compensar este jitter. Como exemplo de redes sem jitter temos as redes telefônicas capazes de enviar transmissões duplas com o mesmo atraso. Para as transmissões de vídeos, como os streamings (voz e vídeo), a abordagem dos protocolos compensadores de jitter é elencada. Estas transmissões usam protocolos para que o jitter seja compensado em tempo real. De forma geral, atuar com o protocolo é muito mais prático e econômico do que a construção de redes capazes de oferecer um jitter de mesmo atraso. Figura 4 | Relação do Jitter e da degradação da rede 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 16/25 Jamerson Almeida Realce Jamerson Almeida Realce Fonte: adaptada de Tronco et al. (2016, p. 219). Claro que o uso do protocolo não garante transmissão perfeita 100% do tempo, o que coloca nas mãos dos provedores de rede a responsabilidade de construir redundâncias e robustez para minimizar esta ocorrência. A imagem apresentada demonstra os indicadores que relacionam o jitter com a qualidade de transmissão. Na Figura 3, o MOS (Mean Opinion Score) representa a pontuação média de opinião que expressa a qualidade da transmissão, especi�camente no caso da transmissão de voz. VIDEOAULA No vídeo desta aula, abordaremos as transmissões do tipo Streaming de áudio e vídeo para que possamos compreender melhor como podem ser interferidas e perder a qualidade dependendo do que se obtém como jitter. Também conheceremos as formas de medição do MOS: o MOS-LQ (listening quality) e o MOS-CQ (conversational quality). Saiba mais Os melhores processos de gerenciamento de rede sempre contam com ferramentas robustas – o WireShark é uma delas. O artigo Como usar o Wireshark: tutorial completo e dicas aborda detalhes do sistema de monitoramento de redes, seus pacotes, �ltros, funcionalidades e recursos mais interessantes. Videoaula Para visualizar o objeto, acesse seu material digital. 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 17/25 https://www.varonis.com/pt-br/blog/how-to-use-wireshark INTRODUÇÃO Nesta aula, focaremos nos aspectos que fazem do processo de monitoramento das redes uma necessidade, algo que não pode ser negligenciado. Desta forma, apresentaremos vários fatores e situações que permitem observar como é crítico este processo e o que pode ocorrer com a rede caso ele seja negligenciado ou não exista seu monitoramento. São inúmeras as vantagens do monitoramento constante de uma rede, assim como são diversos os problemas que podem ocorrer caso tal procedimento seja deixado de lado. Para redes sem �o, existe a questão da segurança como uma preocupação intrínseca e que deve ser acrescentada à lista de considerações que justi�cam a importância do monitoramento. Bons estudos. IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE E MONITORAMENTO DE REDES Devido ao fato de que as redes de computador são construídas para serem extremamente dinâmicas, o seu status de funcionamento, desempenho e estatísticasde falhas são indicadores que podem mudar drasticamente em um curto período. Mesmo que uma rede esteja em seus primeiros dias de uso, vários de seus componentes estão em constante atualização por parte de seus fabricantes, o que signi�ca que melhorias e correções de erros estão sendo desenvolvidos e precisam ser aplicados a este novo hardware e software. Portanto, conforme dias e meses passam, um novo equipamento de rede de alto desempenho e qualidade é instalado na rede, mas sem ser monitorado e atualizado, passa a representar um problema latente, seja pela exploração de ataques maliciosos ou pela ocorrência de falhas, que vem sendo corrigidas pelas atualizações que deveriam ser aplicadas. Este processo de atualização faz parte da constante análise que deve ser feita nos elementos de uma rede, em ordem de mantê-la na sua melhor performance, com a segurança sempre otimizada. Desta forma, processos como atualizações e correções passam a ser intensi�cados, pois possuem a tendência de impactar no monitoramento das redes, outro importante processo. Aula 4 MELHORIAS COM A UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE MONITORAMENTO São inúmeras as vantagens do monitoramento constante de uma rede, assim como são diversos os problemas que podem ocorrer caso tal procedimento seja deixado de lado. 24 minutos 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 18/25 Dentro deste contexto, tanto o processo de análise da rede quanto o de monitoramento não podem ser negligenciados, pois o resultado destes processos promove a manutenção da Qualidade do Serviço (QoS) e fazem com que a respectiva rede apresente menores vulnerabilidades. Sobre as atribuições e a aplicação dos processos de monitoramento e avaliação nas redes corporativa, Oliveira, Lummertz e Souza (2019), explicam que são processos pertencentes ao setor de telecomunicações e que promovem o gerenciamento do acesso à internet, além da sua rede de computadores, na qual o objetivo é oferecer segurança a todos usuários. Departamentos como este costumam se fazer valer de ferramentas especializadas, como o WireShark, mas devem estabelecer seu uso dentro de processos bem estabelecidos, de forma que o monitoramento da rede seja, por si só, um processo otimizado, além do fato de que sua efetivação promova na rede. Com estes processos, falhas são detectadas e sua ocorrência evitada, minimizada, e a eventualidade da existência de pontos críticos recebe a devida atenção e tratativas. Figura 1 | Efeitos do não monitoramento das redes Fonte: elaborada pelo autor. Conforme ilustrado na �gura 1 e defendido por Oliveira, Lummertz e Souza (2019, p. 186), as empresas que deixam de investir na criação dos processos de análise e monitoramento de suas redes se colocam em uma posição de risco, pois deixam de ser capazes de diagnosticar suas redes. Outro ponto importante diz respeito ao efeito da negligência em permitir que recursos sejam incorretamente dimensionados, o que pode resultar em sobrecarga da rede e a perda de pacotes. Portanto, se o computador atualizado de hoje pode ser o PC infectado por pragas virtuais no dia seguinte, as redes que possuem este e outros tantos elementos devem ser monitoradas constantemente para que seu desempenho seja mantido e, com isso, os serviços continuem sendo entregues com o mesmo nível de qualidade com o passar do tempo. 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 19/25 SOLUÇÕES PARA TECNOLOGIA DE REDE WIRELESS A tecnologia das redes sem �o, conhecida como wireless, pode ser vista como a evolução das redes tradicionais cabeadas, e suas aplicações englobam desde redes residenciais até redes corporativas. Instituições de ensino e outros locais que concentram muitos usuários fazem bom uso das redes sem �o, embora não seja uma aplicação recomendada em casos de aplicações e processos que demandem grande vazão de dados. Porém, as conexões sem �o costumam apresentar desempenho e taxas de transmissão menores quando comparadas a redes semelhantes cabeadas, além do número de conexões simultânea de usuários. Diferente de muitos modelos de switches, os roteadores para as conexões sem �o apresentam uma limitada quantia de acessos simultâneos, e sua largura de banda, também reduzida, passa a ser dividida entre múltiplos usuários. O tratamento de muitas das situações apresentadas e relativas às limitações da tecnologia de conexão wireless requer a aplicação de dispositivos locais cabeados como estratégia para a divisão de conexões entre dispositivos cabeados e wireless. Um ponto importante neste processo, apresentado por Oliveira, Lummertz e Souza (2019, p. 187), diz respeito à existência de pontos vulneráveis à ataques em sua rede, que vão demandar da equipe a aplicação de ferramentais de segurança. Para situações em que a conexão sem �o predomina na rede, existem aplicações móveis para sistemas operacionais (Android e iOS) que podem ser utilizadas no monitoramento do número de dispositivos conectados, seu comportamento e a identi�cação dos roteadores. Vale ressaltar que, em pequenas redes, dispositivos como modens e roteadores apresentam falhas de segurança, pois suas con�gurações padrão não são alteradas após instalação, o que oferece a usuários maliciosos uma oportunidade de ganhar acesso à rede. Um dos recursos comuns a estes dispositivos, que também está presente no hardware de monitoramento de redes cabeadas, é a restrição de acesso, a qual permite ao operador con�gurar uma lista proibida de sites e recursos que a rede ou alguns usuários não terão acesso. Esta medida é comumente utilizada para que seja evitado o acesso a sites que tenham potencial de oferecer aplicações ou arquivos maliciosos que coloquem em risco a segurança da rede. Figura 2 | Utilidades do monitoramento de Redes 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 20/25 Fonte: elaborada pelo autor. Neste contexto, entra em cena uma ferramenta popular no monitoramento das redes, o Wireshark, que pode ser facilmente aplicado em situações de redes domésticas residenciais, tanto quanto é costumeiramente utilizado em redes corporativas. No que diz respeito a redes sem �o, devido ao alcance de seu sinal conseguir se estender a grandes áreas, sistemas como o Wireshark são utilizados para avaliar se todas as conexões feitas à rede são autorizadas. Sistemas de monitoramento para conexões sem �o podem apresentar um foco maior no volume de dados e links acessados por seus usuários, pois sua largura de banda de conexão pode ser consideravelmente menor do que a opção cabeada, o que torna este acompanhamento algo crítico para o seu bom funcionamento. Quando tais sistemas encontram alguma conexão de dispositivo desconhecido, as possibilidades são: banir a conexão ou, caso venha a se entender que seja apenas uma conexão de algum dispositivo que foi substituído, tal conexão pode ser integrada à lista dos equipamentos permitidos. IMPLICAÇÕES DA NEGLIGÊNCIA DE MONITORAMENTO DE REDES O variado e extenso número de causas para falhas em uma rede é uma das justi�cativas para que seu monitoramento seja sempre uma realidade, embora não seja o caso. Redes com alguns computadores apenas di�cilmente apresentam alguma forma de monitoramento, mas os erros que nelas costumam ocorrer são eventos raros e facilmente contornáveis. Contudo, conforme as redes aumentam consideravelmente em quantidade de usuários e recursos cada vez mais complexos, �ca praticamente inviável manter seu desempenho e segurança sem algum processo de monitoramento.Dispositivos de alta tecnologia, de elevada qualidade e com recursos de segurança e monitoramento próprios avançados, não permanecem em sua plena performance se não forem mantidos. Problemas como erros de con�guração, falta de atualização de drivers e do �rmware (ambos são arquivos 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 21/25 com instruções que permitem o dispositivo operar e o sistema operacional reconhecer e utilizar suas funcionalidades) fazem com que o melhor dispositivo deixe de ser e�ciente e passe a gerar problemas dentro de uma rede. A importância deste monitoramento constante das redes �ca clara nas palavras de Bay e Bluning (2016), pois tais redes devem garantir a troca de informações no ambiente corporativo e, com isso, devem ser monitoradas atentamente pela equipe de TI como forma de se manter o seu bom desempenho. Portanto, caso este processo seja abandonado, o cenário será de baixo desempenho com problemas de conexão constantes entre os dispositivos. Contudo, é evidente que um dos maiores problemas da negligência do monitoramento está no fato de que pode permitir que ocorram falhas de segurança, uma vez que seus dispositivos estarão desatualizados, impedindo que correções sejam aplicadas e que se removam suas vulnerabilidades. Figura 3 | Vantagens das redes monitoradas Fonte: elaborada pelo autor. O processo de monitoramento é uma das atribuições mais importantes do gerenciamento de TI. Portanto, para o pro�ssional desta incumbência, conhecer o status dos diversos recursos computacionais de uma empresa é algo essencial para que sejam mantidos os serviços. Assim, negligenciar este processo coloca a equipe em um ciclo de manutenções frequentes e a rede passa a sofrer de baixa performance, erros 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 22/25 frequentes e, até mesmo, possíveis invasões. Embora o monitoramento seja um processo importante para uma rede, sua existência não signi�ca que esta rede estará livre de erros e falhas, pois, assim como uma parte das falhas pode ser antecipadamente detectada (por exemplo, o uso total de um determinado recurso), muitas outras falhas somente serão conhecidas no momento de sua ocorrência. Neste momento de falha, temos duas situações: a primeira, em uma rede monitorada, onde a equipe de TI será capaz de agir na correção da falha em pouco tempo, o que, muitas vezes, impede interrupções nos recursos afetados. E a segunda situação, em uma rede não monitorada, o erro persiste até que seus usuários passem a ser afetados e muitos serviços deixam de estar disponíveis. Portanto, monitorar uma rede não pode ser visto como um processo opcional ou uma vantagem, pois sua existência garante o funcionamento da rede e a disponibilidade de seus recursos. Se o funcionamento da rede não é opcional, seu monitoramento também não pode sê-lo. O investimento feito em um projeto de rede deve ser protegido através do monitoramento, pois seus dispositivos e equipamentos possivelmente não apresentarão a vida útil esperada se não forem devidamente mantidos. VIDEOAULA No vídeo desta aula, compreenderemos melhor o monitoramento de rede apresentando as funções mais utilizadas para este processo em redes sem �o. Este monitoramento será abordado tanto pela perspectiva do acompanhamento do consumo da banda de conexão quanto pela segurança da rede através do monitoramento dos sites e recursos consumidos pelos usuários. Saiba mais Mesmo que um projeto de rede não apresente o volume de recursos adequado para sua implementação, isso não signi�ca que seu monitoramento possa ser negligenciado. Em situações de poucos recursos �nanceiros existem soluções de monitoramento gratuitas que possuem recursos robustos. O artigo 5 softwares gratuitos e open source de monitoramento de rede apresenta uma avaliação de 5 ferramentas gratuitas para o monitoramento de redes. Videoaula Para visualizar o objeto, acesse seu material digital. 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 23/25 https://www.capterra.com.br/blog/1583/monitoramento-de-rede https://www.capterra.com.br/blog/1583/monitoramento-de-rede Aula 1 ANDREOLI, Y. Análise comparativa entre ferramentas para gerenciamento e monitoramento de redes. 2016. 108 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas) - Universidade Tecnológica do Paraná, Pato branco, 2016. Disponível em: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/15568/1/PB_COADS_2016_2_05.pdf. Acesso em: 14 jul. 2022. NETSUPPORT. Monitoramento de rede: as 5 melhores ferramentas para você usar. Netsupport, 2022. Disponível em: https://netsupport.com.br/monitoramento-de-rede/. Acesso em: 14 jul. 2022. REIS JUNIOR, V. Gerência de Redes. Teresina: UFPI, 2012. SOUZA, D. C. et al. Gerenciamento de redes de computadores. Porto Alegre: Sagah, 2021. Aula 2 GRANVILLE, L. Z. Gerenciamento Integrado de QoS em Redes de Computadores. 2001. 159 f. Tese (Doutorado em Ciência da Computação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2001. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/1763/000307768.pdf. Acesso em: 14 jul. 2022. OLIVEIRA, D. B.; LUMMERTZ, R. S.; SOUZA, D. C. Qualidade e desempenho de redes. Porto Alegre: Sagah, 2019. Aula 3 ANTONIO, L. F.; ROSA, A. S. A. Caracterização e monitoramento do tráfego de rede do Instituto Federal do Paraná. 2018. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Informática) – Instituto Federal do Paraná, Paranaguá, 2018. Disponível em: http://www.diegohoss.com.br/arquivos/TCC_Luiz_Sabrina.pdf. Acesso em: 14 jul. 2022. COMER, D. E. Redes de computadores e Internet. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016. FERRARI, R. C. C. Rede de�nida por software para a detecção de anomalias e contramedidas de segurança em SMART GRID. 2018. 103 f. Tese (Doutorado em Engenharia da Automação) - Universidade Estadual de São Paulo, Ilha Solteira, 2018. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/153402/ferrari_rcc_dr_ilha.pdf;jsessionid=E2C9577A2F4E BE89FC8E0EB42C5BE100?sequence=3. Acesso em: 14 jul. 2022. LEAL, T. S. Detecção e análise proativa de anomalias no tráfego de rede. 2017. 82 f. Trabalho de Conclusão REFERÊNCIAS 3 minutos 13/11/2024, 09:29 wlldd_231_u2_ger_red https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=JAMERSON.ALMEIDA%40HOTMAIL.COM&usuarioNome=JAMERSON+ALMEIDA+DA+SILVA&disciplinaDescricao=&atividadeId=415514… 24/25 https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/15568/1/PB_COADS_2016_2_05.pdf https://netsupport.com.br/monitoramento-de-rede/ https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/1763/000307768.pdf http://www.diegohoss.com.br/arquivos/TCC_Luiz_Sabrina.pdf https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/153402/ferrari_rcc_dr_ilha.pdf;jsessionid=E2C9577A2F4EBE89FC8E0EB42C5BE100?sequence=3 https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/153402/ferrari_rcc_dr_ilha.pdf;jsessionid=E2C9577A2F4EBE89FC8E0EB42C5BE100?sequence=3 Imagem de capa: Storyset e ShutterStock. de Curso (Bacharel em Ciência da Computação) - Universidade de Santa Cruz do Sul, Santa Cruz do Sul, 2017. Disponível em: https://repositorio.unisc.br/jspui/bitstream/11624/2156/1/Tiago%20Silva%20Leal.pdf. Acesso em: 14 jul. 2022. PETTERS, J. Como usar o Wireshark: tutorial completo e dicas. Varonis, 2020. Disponível em: https://www.varonis.com/pt-br/blog/how-to-use-wireshark. Acesso em: 14 jul. 2022. SILVA, P. H. D.; ALVES JÚNIOR, N. Ferramenta IPERF: geraçãoe medição de Tráfego TCP e UDP. Notas Técnicas, v. 4, n. 2, p. 1-13, 2014. Disponível em: