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Érica está considerando transferir seu plano de previdência privada para outra seguradora devido a melhores condições de rentabilidade oferecidas. Ela está insatisfeita com o atendimento atual de seu gerente pois ele não parece se preocupar com os resultados ruins apresentados pelo seu plano atual. Érica pretende converter o plano no futuro em renda mensal vitalícia. No entanto, ela tem algumas dúvidas sobre os termos e condições envolvidos. O que Érica precisa analisar para essa mudança além da rentabilidade ofertada? Érica deve optar pela portabilidade imediata, independente dos riscos do novo plano e da taxa de administração cobrada e sem analisar a tábua atuarial visto que esses fatores são irrelevantes já que o objetivo é ganhar o máximo possível de forma rápida. Érica deve verificar se há períodos de carência que precisam ser cumpridos antes de realizar a portabilidade e se a nova tábua atuarial é igual ou mais antiga que a atual, buscando também entender se o seu perfil de investidora está alinhado ao risco do novo plano. Érica deve escolher um plano com pagamento de juros e excedente financeiro, ignorando os riscos do produto e os impactos da tábua atuarial, pois esses fatores são irrelevantes para a portabilidade, já que o objetivo é ganhar o máximo possível de forma rápida. Érica deve considerar apenas os planos que oferecem renda por prazo mínimo reversível, pois esse é o único tipo de benefício que protegerá seu investimento contra os riscos de gestão e mudanças na tábua atuarial.
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João Victor Alves

ontem

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ontem

Érica deve analisar vários fatores antes de transferir seu plano de previdência privada, além da rentabilidade. Aqui estão os pontos importantes a considerar: 1. Taxa de Administração: Verificar se a nova seguradora cobra uma taxa de administração mais baixa, pois isso impacta diretamente na rentabilidade líquida do investimento. 2. Períodos de Carência: É fundamental saber se há períodos de carência que precisam ser cumpridos antes de realizar a portabilidade, pois isso pode atrasar o acesso aos benefícios. 3. Tábua Atuarial: Analisar se a nova tábua atuarial é igual ou mais antiga que a atual. Isso é importante para entender os riscos associados ao novo plano. 4. Perfil de Investidora: Érica deve garantir que seu perfil de investidora esteja alinhado ao risco do novo plano. Isso ajuda a evitar surpresas desagradáveis no futuro. 5. Riscos do Produto: Ignorar os riscos do produto e os impactos da tábua atuarial pode ser arriscado. É importante entender como esses fatores podem afetar seu investimento. 6. Tipo de Benefício: Considerar diferentes tipos de benefícios, como renda mensal vitalícia, e não se limitar apenas a planos com pagamento de juros e excedente financeiro. Portanto, Érica deve fazer uma análise cuidadosa e não optar pela portabilidade imediata sem considerar esses fatores, pois isso pode comprometer seus objetivos financeiros a longo prazo.

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