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Flexibilidade em Lanchonetes

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Podcast 
Disciplina: Integração de sistemas CAD / CAM / CNC / 
FMS 
Título do tema: Sistemas Flexíveis de Manufatura (FMS) 
Autoria: Charlie Hudson Turette Lopes 
Leitura crítica: Gillian Crespo 
 
 
Abertura: 
Olá ouvinte! No podcast de hoje vamos falar sobre a flexibilidade em uma 
lanchonete de fast food. 
Quando pensamos em um Sistema Flexível de Manufatura (FMS), pode nos 
vir de maneira instantânea a ideia de peças sendo usinadas por máquinas a 
Controle Numérico Computadorizado (CNC). 
Por mais que seja verdade que o FMS tenha popularizado seu conceito a 
partir dos processos de manufatura na usinagem, a ideia de flexibilizar a 
produção rompeu as fronteiras da indústria. 
Vá ao shopping e veja isto na prática: na praça de alimentação, você pode 
escolher a configuração de seu pedido numa tela de LCD. Selecione o 
modelo, que em muitas lanchonetes é chamado por um número (combo de 
hambúrguer, batatas fritas e refrigerante número 1, 2, 3 etc.), escolha entre 
os tamanhos disponíveis, acrescente uma sobremesa se desejar e depois 
realize seu pagamento. 
Feito tudo isso, basta ir ao local de retirada para buscar o combo escolhido. 
Mas perceba que neste modelo citado o hambúrguer não é “editável”. Você 
escolhe a quantidade de itens e seus tamanhos... 
Continue na praça de alimentação e você verá que outras redes possuem 
uma configuração um pouco diferente. 
Você consegue, através de uma espécie de vitrine, visualizar todos os 
ingredientes possíveis para montar um sanduiche totalmente personalizado, 
selecionando apenas os itens que desejar. 
Comece escolhendo o pão entre várias possibilidades de sabores e algumas 
opções de tamanho. 
Logo em seguida, chega e vez de escolher qual tipo de carne seu sanduiche 
terá. Neste item, as companhias costumam fazer as suas campanhas de 
marketing. Os novos sabores geralmente são expostos para os clientes na 
 
TV, nas redes sociais e em outros meios. Mas, se você deseja um sanduiche 
vegetariano, basta não escolher nenhum tipo de carne. 
Dentre 4 ou 5 opções, escolha um tipo de queijo. Neste momento, o 
atendente, que recebe treinamento sobre o modelo de negócio do 
restaurante e dos processos que são todos padronizados, perguntará se o 
cliente deseja que o sanduiche, que até então possui pão, carne (opcional) e 
queijo seja esquentado. O cliente escolhe, mas a ideia é deixar o pão mais 
crocante e o queijo derretido. 
Posteriormente, é a vez dos vegetais. Podem ser escolhidos um número 
determinado de ingredientes, e geralmente são inseridos no lanche por 
ordem de tamanho, do maior para o menor. 
Finalizando, escolha molhos e temperos. 
Se você é bom de matemática, conte quantos ingredientes estão disponíveis 
para sua escolha, geralmente na casa das dezenas. Você concluirá que 
milhões de sanduiches diferentes podem ser montados de acordo com o 
gosto de cada consumidor. 
Perceba que esse tipo de lanchonete funciona em formato de franquia, que 
tem por objetivo apresentar o mesmo padrão de funcionamento e 
atendimento em qualquer uma de suas filiais. 
Padronização de processos para flexibilizar produtos ofertados. 
Parece uma linha de produção, não é? 
Como falamos, a flexibilização vai muito além do chão de fábrica. 
Fechamento: 
Este foi nosso podcast de hoje! Até a próxima!

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