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PRINCÍPIOS DE COMBATE A INCÊNDIO NR - 23 Téc. Seg. do Trabalho: Walter Lins MÓDULO 01 - Introdução 02 - Definição de fogo 03 - Classes do fogo 04 - Formas de propagação 06 – Prevenção de Incêndio 07- Métodos de Extinção 08 – Agentes Extintores 09 – Equipamentos de Combate à Incêndio 10 – Sistemas Preventivos 11 – Sinalização de Segurança 12 – Procedimentos em Casos de Incêndios 13 - Plano de Emergência 14 – Como usar o Extintor 15 - Conclusão 01 – INTRODUÇÃO A Prevenção como ato de evitar ou se atenuar os efeitos de uma causa, mediante a adoção prévia de certas medidas de controle. A Prevenção de Incêndio é um principio, cuja aplicação e desenvolvimento visam evitar as consequências danosas de um incêndio ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja. É Regra básica para a Segurança Operacional (trabalhadores) e Patrimonial. (NR 23.1) COSCIP DO ESTADO QUE RESIDE A EMPRESA. 01 – INTRODUÇÃO OBEDIÊNCIA AS SINALIZAÇÕES ORIENTAÇÃO SEGURA Muitas catástrofes com elevado número de vitimas poderiam ter sido evitadas, se houvesse: 01 – INTRODUÇÃO A Prevenção de Incêndio não se resume apenas na existência de equipamentos de combate a incêndio dentro da empresa. Estará completa no momento em que todos tiverem consciência da sua participação do esquema defensivo. 02 – DEFINIÇÃO DE FOGO FOGO INCÊNDIO DESEJADO UTILIZADO SOB CONTROLE INDESEJADO DESTRUIDOR FORA DE CONTRO LE 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Definição de Fogo: - Produto de uma reação química, denominada combustão, que produz luz e calor ou só calor. Elementos do fogo: Combustível Oxigênio (Comburente) Calor Combustível: Material ou substância que possui a propriedade de queimar. Apresentam-se em três estados: Sólido Liquido Gasoso Comburente: É Oxigênio em proporções adequadas (± 8%). Calor: Elemento que proporciona a reação entre o combustível e o comburente. Há casos em ocorrem combustão espontânea. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO TRIÂNGULO DO FOGO Pela transformação da energia mecânica: a) Atrito Por falta de lubrificação em motores, máquinas, eixos de rodas e de transmissão etc, pode ser a causa de muitos incêndios. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Pela transformação da energia química: O calor é produzido por efeito da combinação entre certos corpos. Se dessa combinação resultar o desprendimento de calor, a reação química será exotérmica (cal virgem + água; sódio ou o potássio + água; óleo vegetal + ar; etc). A reação química será de natureza endotérmica quando se verificar a absorção de calor, o que normalmente ocorre na formação de corpos explosivos, a exemplo da combinação da glicerina com o ácido nítrico. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Pela transformação da energia elétrica: A tendência da eletricidade, quando flui por um condutor, é desenvolver temperatura, transformando-se em energia térmica todas as vezes que encontra um obstáculo no seu caminho, uma resistência a sua passagem. Pontos de Fulgor, combustão e ignição: Praticamente todos os corpos quando submetidos à ação do calor, não sendo gasosos, terão que se gaseificar para assim poderem reagir com o oxigênio do ar e se queimar. Naturalmente que o grau de temperatura necessário varia de corpo para corpo, portanto é importante lembrar que a temperatura é um efeito resultante da intensividade do calor aplicado a um corpo, enquanto a quantidade de calor que um corpo absorve ou desprende para estabelecer uma determinada temperatura representa a causa. Partindo desse principio, pode-se definir o que sejam Pontos de fulgor, de combustão e de ignição. 03 – DEFINIÇÃO DE FOGO Formação do Fogo – Pontos Notáveis Classe ‘’A” : Fogo em material combustível sólido. Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, etc. 03 – CLASSES DO FOGO Classe ‘’B” : Fogo em gases, líquidos e pastas inflamáveis. Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Thinner, Álcool, Cera, etc. Classe “C” : Fogo em equipamentos elétricos (ligados) Exemplo: Computador, Motores, Painéis, etc. Classe “D” : Fogo em metais pirofóricos. Exemplo: Magnésio, Potássio, Alumínio em pó, etc. 04 – CLASSES DO FOGO É a transferência de calor de um corpo para outro molécula por molécula, pelo contato direto ou mediante um meio intermediário sólido. 05 - Transmissão do Calor CONDUÇÃO 05 - Transmissão do Calor RADIAÇÃO É a transferência de calor, de um corpo para outro, mediante os raios térmicos. Desta maneira é que recebemos a luz do sol. 05 - Transmissão do Calor CONVECÇÃO É a transferência de calor de um corpo para outro , através da massa de ar aquecida. 06 – CAUSAS DO INCÊNDIO Classificação das Causas: NATURAIS – FENÔMENOS ARTIFICIAIS – AÇÃO DIRETA DO HOMEM ACIDENTAIS DESCUIDO DO HOMEM, SEM INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO. PROPOSITAIS ORIGEM CRIMINOSA, INTENÇÃO DE PROVOCÁ-LO PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO BRINCADEIRA DE CRIANÇA DISPLICÊNCIA NA COZINHA DESCUIDO COM FÓFOROS VELAS E LAMPARINAS VAZAMENTO G.L.P PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO PONTAS DE CIGARROS INSTALAÇÕES INADEQUADAS PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO 22 TRABALHOS DE SOLDAGEM PRODUTOS QUÍMICOS INFLAMÁVEIS PRINCIPAIS CAUSAS DO INCÊNDIO 07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO 07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO 07 – MÉTODOS DE EXTINÇÃO 08 – AGENTES EXTINTORES Água: Ação de Extinção é o resfriamento, podendo ser empregada tanto no estado líquido como no gasoso. Estado líquido - JATO COMPACTO E CHUVEIRO (Resfriamento), NEBLINA (Resfriamento e Abafamento (forma de vapor)). Espuma: Ação de extinção é de abafamento e, secundariamente, de resfriamento; por utilizar água na sua formação, conduz corrente elétrica. ESPUMA QUÍMICA – Reação Química entre Sulfato de Alumínio e Bicarbonato com estabilizador de espuma. Por um processo de batimento de uma mistura de água com um agente espumante e a aspiração simultânea de ar atmosférico em esguicho próprio, temos também a formação de ESPUMA MECÂNICA, que pode ser de baixa, média e alta expansão. 27 Gases Inertes: tais como o anidrido carbônico ou gás carbônico, o nitrogênio e os hidrocarboneto halogenados, não conduzem corrente elétrica, e extinguem o fogo por abafamento ou rompimento de cadeia iônica. Pós químicos: tais como o bicarbonato de sódio, o sulfato de alumínio, a grafite, há pós especiais, próprios para fogo em magnésio, sódio e potássio. Esse pós químico geralmente atuam por abafamento e rompimento da cadeia iônica e não são condutores de eletricidade. 08 – AGENTES EXTINTORES 08 – AGENTES EXTINTORES 29 08 – AGENTES EXTINTORES 08 – AGENTES EXTINTORES Capacidade 10 L Alcance médio do Jato 10 M Tempo de Descarga 60 s Funcionamento: A Pressão do Gás propelente expele a Água quando o Gatilho é acionado. Fogo em material combustível sólido. Exemplo: Papel, Madeira, Tecidos, Fibras, Plásticos, etc. 08.1 – ÁGUA PRESSURIZADA Capacidade 10 L Alcance médio do Jato 5 M Tempo de Descarga 60 s Funcionamento: Abre-se a válvula do Gás, propelente expele a Água quando a válvula é aberta. 08.2 – ESPUMA MECÂNICA Capacidade 2 ; 4 ou 6 Kg Alcance médio do Jato 2,5 M Tempo de Descarga 25 s Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho. Fogo em gases, líquidos e pastas inflamáveis. Exemplo: Óleos, Gasolina, GLP, Álcool, Cola, etc. 08.3 – CO2 – DIÓXIDO DE CARBONO 08.4 – PÓ QUÍMICO SECO - PQS Capacidade 1; 2 ; 4 ; 6 8 ou12 Kg Alcance médio do Jato 5 M Tempo de Descarga 15 s (4) 25 s (12) Funcionamento: Gás armazenado sob pressão, liberado ao acionar o gatilho. Fogo em equipamentos elétricos (ligados) EQUIPAMENTOS DE COMBATE À INCÊNDIOS 09 - 10 – SISTEMAS PREVENTIVOS FIXOS Por canalização preventiva e a rede preventiva. São dutos destinados a condução da água exclusivamente para o combate a incêndios. Tal duto sairá do fundodo reservatório superior, abaixo do qual terá uma válvula de retenção e de um registro, atravessando verticalmente todos os pavimentos da edificação, com ramificações para todas as caixas de incêndio e terminando no hidrante de recalque. 10 – SISTEMAS PREVENTIVOS CAIXA DE INCÊNDIO REGISTRO MANGUEIRA ESGUICHO BOMBAS DE INCÊNDIO CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLES) SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS (PARA-RAIOS) ESCADA ENCLAUSULADA A PROVA DE FUMAÇA NBR 13434-2 : 2004 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 11 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA NBR 13434-2 : 2004 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 11 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 5.3.5 Nas áreas industriais e depósitos, deve ser pintada de vermelho, com bordas amarelas, uma área de piso sob o extintor, a fim de evitar que seu acesso seja obstruído. Esta área deve ter, no mínimo, as seguintes dimensões: área pintada de VERMELHO: 0,70 m x 0,70 m; b) bordas AMARELAS: 0,15 m de largura. 5.3.6 Em áreas que dificultem a visualização das marcações de parede e coluna, devem-se utilizar também setas direcionais, dando o posicionamento dos extintores, que devem ser instaladas onde forem mais adequadas e visíveis. Recomenda-se que seja utilizada a cor VERMELHA com bordas amarelas. 5.3.7 As cores a serem utilizadas devem obedecer, quanto à sua pigmentação, ao previsto na NBR 7195. NBR 12693FEV 1993 Sistemas de proteção por extintores de incêndio 11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA ERRADO!!! 11.2 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA PROCEDIMENTOS EM CASOS DE INCÊNDIOS 12 – Avaliar a Situação: Existem Vítimas? O que Queima? Onde Queima? Quanto Queima? Devemos Sempre: Definir Procedimentos Verificar Recursos Disponíveis Redefinir Procedimentos, sempre que Necessário! 13 – PLANO DE EMERGÊNCIA ABANDONO DE ÁREA Procedimentos de Segurança que contemplam abandono de área: Vazamento de produtos; Queima de materiais em equipamentos Plano de emergência - Incêndio. 13 – PLANO DE EMERGÊNCIA RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE Gerencia da planta (Diretoria); Técnicos em Segurança (se houver!). Outros; Colaboradores Atender os procedimentos Praticar os exercícios simulados. 13 – PLANO DE EMERGÊNCIA ROTINA DE ABANDONO DE ÁREA Procedimento estabelecido e implementado para abandono da área da fábrica. SINAL SONORO DESLOCAMENTO ATRAVÉS DAS ROTAS DE FUGA E ACESSO AOS PONTOS DE ENCONTRO ESTABELECIDOS. EXIGÊNCIA DE EXERCÍCIOS SIMULADOS REGISTRADOS. 13 – PLANO DE EMERGÊNCIA AVISO SONORO Sinal de alerta sonoro que indica aos colaboradores o momento de abandono da área. ROTAS DE FUGA Rota estabelecida para que serve de orientação aos colaboradores no momento de abandono do ambiente de trabalho; Sinalizadas com placas indicativas de material com visibilidade no escuro; Se a energia for desligada as lâmpadas de emergência devem iluminar os corredores e saídas. 13 – PLANO DE EMERGÊNCIA PONTO DE ENCONTRO Local seguro e ventilado. De fácil acesso e longe dos pontos perigosos da empresa. Onde serão Reunidos os Colaboradores, após o ABANDONO DA ÁREA. EQUIPE DE SALVAMENTO Equipe constituída por colaboradores treinados na prestação de socorro e orientação às vítimas que possam ser envolvidas por emergências diversas no local de trabalho. A equipe devidamente treinada utilizará recursos de segurança disponibilizados pela empresa. 13 – PLANO DE EMERGÊNCIA PARE o que estiver executando; Se possível DESLIGUE a máquina ou aparelho que estiver usando; FECHE o gás ou qualquer chama aberta; Ao sair, feche as porta se janelas (NÃO AS TRANQUE); DESOBSTRUA PASSAGENS caso necessário; DIRIJA-SE À SAÍDA INDICADA mantendo-se em fila e aguardando distância segura do colaborador da frente; Movimente-se de modo rápido e ordeiro, NÃO CORRA; Mantenha-se em grupo após a saída para facilitar a conferência; Na presença de fumaça, movimentar-se abaixado; Se a emergência for incêndio e estiver usando roupa de nylon, tire-a do corpo e carregue na mão; SEGUIR AS INSTRUÇÕES DOS MEMBROS DA CIPA E DA BRIGADA DE INCÊNDIO; DIRIJA-SE AO PONTO DE ENCONTRO onde haverá esclarecimentos do fato. PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA COMO PROCEDER Não corra sem saber para onde; Não atrase a fim de não atrapalhar a fila; Não use sapatos de salto alto; Não grite e nem faça barulho desnecessário; Não ria e nem fume; Não cause qualquer confusão ou brincadeiras; Não fique nos sanitários, vestiários ou qualquer outro compartimento; Não volte para apanhar roupas ou outros objetos esquecidos; Não use elevadores ou saídas designadas para outros fins; Não demore em atender as instruções. PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA COMO PROCEDER PROCEDIMENTOS PARA ABANDONO DE ÁREA CIPEIROS E BRIGADA DE EMERGÊNCIA Posicione-se nas saídas; Controlar os colaboradores evitando pânico; Orientar os colaboradores para as saídas, em ordem; Prestar os primeiros socorros, caso haja necessidade; Realizar buscas nos pisos e locais fechados; Cronometrar o tempo da evacuação. Obs: Se numa saída houver fila demorada, oriente os colaboradores para sair por uma mais próxima. 14 - COMO USAR O EXTINTOR Procure um extintor apropriado para a CLASSE DO INCÊNDIO a ser combatido. Segure o extintor na posição na posição vertical. Rompa o lacre. Retire o pino de segurança. Observe a posição do vento e fique a favor dele. Isso evita que a fumaça e o próprio extintor se torne um empecilho. A distância ideal para o combate gira em torno de um metro. É claro que às vezes o ideal não é possível, então busque chegar mais o perto possível, dentro da proporção mencionada. Dirija o jato para a base do fogo (parte baixa do fogo), deve-se fazer movimentos como se estivesse varrendo o fogo. Em combustíveis líquidos o combate deve ser feito cobrindo o fogo, fazendo tipo uma nuvem de agente extintor. Aperte o gatilho até o fim. Ao terminar o combate, verifique se realmente as chamas foram completamente extintas. Esse cuidado é importante para evitar que fogo reinicie. Em alguns casos revirar parte das cinzas será necessário. 14 - COMO USAR O EXTINTOR PRIMEIROS SOCORROS EM CASO DE CHOQUES ELÉTRICOS PRIMEIROS SOCORROS EM CASO DE CHOQUES ELÉTRICOS PRIMEIROS SOCORROS EM CASO DE CHOQUES ELÉTRICOS As ações de emergência devem constar do plano de emergência da empresa Todo trabalhador autorizado deve estar apto a executar resgate e prestar primeiros socorros a acidentados, especialmente através de reanimação cardio-respiratória Todo trabalhador autorizado deve estar apto a manusear e operar equipamentos de prevenção e combate a incêndio A empresa deve possuir métodos de resgate padronizados disponibilizando os meios para a sua aplicação (9 meses) Situação de emergência • NBR 13434:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Formas, dimensões e cores – Padronização. • NBR 13435:1995 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – Procedimento • NBR 13437:1995 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico – Simbologia NBR 7500:2000 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais. • Projeto de Norma ABNT 24:204.02-003 – jul:1999 – Produtos fotoluminescentes para sinalização de emergência. Manual da Brigada de Incêndios de São Paulo – SP, 2008. Imagens meramente ilustrativas. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para mais esclarecimentos, consultar as seguintes bibliografias: Devemos ter a ciência e o compromisso de entender que todos estamos envolvidos, seja Combatendo de forma direta ou indireta (Treinando e Conscientizando) para preservar a Vida e o Patrimônio. PRINCÍPIOS DE COMBATE À INCÊNDIO image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.png image7.png image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.png image12.jpeg image13.jpeg image14.jpegimage15.jpeg image16.png image17.png image18.png image19.png image20.jpeg image21.jpeg image22.jpeg image23.jpeg image24.jpeg image25.jpeg image26.jpeg image27.jpeg image28.jpeg image29.jpeg image30.jpeg image31.jpeg image32.jpeg image33.jpeg image34.jpeg image35.jpeg image36.png image37.png image38.png image39.jpeg image40.jpeg image41.jpeg image42.png image43.gif image44.jpeg image45.jpeg image46.png image47.jpeg image48.jpeg image49.jpeg image50.jpeg image51.jpeg image52.jpeg image53.png image54.jpeg image55.png image56.png image57.png image58.png image59.jpeg image60.jpeg image61.jpeg image62.jpeg image63.jpeg image64.jpeg image65.png image66.png image67.jpeg image68.jpeg image69.jpeg image70.jpeg image71.jpeg image72.gif image73.jpeg image74.jpeg image75.png image76.png image77.png image78.png image79.png image80.png image81.png image82.png audio1.wav image83.png image84.jpeg image85.png image86.wmf image87.jpeg