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CURSO DE FORMAÇÃO: 
TREINAMENTO OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS:
PÁ CARREGADEIRA
“ Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado(terraço), para que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair dela.”
DEUTERÔNOMIOS 22.8
Norma Regulamentadora
NR01 – Disposições Gerais;
NR03 – Embargos e Interdição
NR04 – SESMT
NR05 – CIPA
NR06 – EPI
NR07 – PCMSO
NR09 – PPRA
NR10 – Segurança em atividades elétricas
NR11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais 
NR12 – Segurança em Máquinas e Equipamentos
LEGISLAÇÃO DE SST
Legislação
– Constituição Federal
– Consolidação das Leis Trabalhistas
– Normas Regulamentadoras
– ABNT – NBR 13.544 Movimentação de Carga
– Direito Civil
– Direito Penal
– Política Corporativa/Empresarial
2. Consolidação das Leis do Trabalho (Art. 182 e 183)
Art. 182 - O Ministério do Trabalho estabelecerá normas sobre:
I - as precauções de segurança na movimentação de materiais nos locais de trabalho, os equipamentos a serem obrigatoriamente utilizados e as condições especiais a que estão sujeitas a operação e a manutenção desses equipamentos, inclusive exigências de pessoal habilitado; 
III - a obrigatoriedade de indicação de carga máxima permitida nos equipamentos de transporte, dos avisos de proibição de fumar e de advertência quanto à natureza perigosa ou nociva à saúde das substâncias em movimentação ou em depósito, bem como das recomendações de primeiros socorros e de atendimento médico e símbolo de perigo, segundo padronização internacional, nos rótulos dos materiais ou substâncias armazenados ou transportados.
 
LEGISLAÇÃO DE SST
Norma é um termo que vem do latim e significa “esquadro”. Uma norma é uma regra que deve ser respeitada e que permite ajustar determinadas condutas ou atividades.
DEFINIÇÃO DE NORMA
Norma Regulamentadora é aquilo que se estabelece como base ou medida para a realização ou avaliação de algo, que é ou que age conforme regulamentado por lei.
 As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
- As normas regulamentadoras foram criadas para a proteção do trabalhador.
DEFINIÇÃO DE NR – 11
Norma Regulamentadora que rege os trabalhos com transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais.
Ela estabelece os requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho, de modo a evitar acidentes. 
NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS 
Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 
11.1 Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras 
11.1.3 Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho.
11.1.3.1 Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas.
11.1.3.2 Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida.
NR 11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS 
Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 
11.1.5 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.
11.1.6 Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho, portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível.
11.1.6.1 O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador.
11.1.7 Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (buzina).
11.1.8 Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e as peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas.
DEFINIÇÃO DE NR – 12
É a NORMA REGULAMENTADORA que trata de Segurança em Máquinas e Equipamentos, ela estabelece as medidas preventivas de segurança e higiene do trabalho a serem adotadas pelas empresas em relação à instalação, operação e manutenção de máquinas e equipamentos de todos os tipos, visando à prevenção de acidentes do trabalho.
DEFINIÇÃO DE NR – 12
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
12.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda a sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela Portaria no 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.
12.1.1. Entende-se como fase de utilização a construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou equipamento.
12.3 O empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e medidas apropriadas sempre que houver pessoas com deficiência envolvidas direta ou indiretamente no trabalho. 
12.4 São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade: 
a) Medidas de proteção coletiva; 
b) Medidas de proteção administrativas ou de organização 
c) Medidas de proteção individual.
DEFINIÇÃO DE NR – 12
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
Neste sentido, três alternativas podem ser adotadas: 
•Eliminação do risco; 
•Neutralização do risco; 
•Sinalização do risco. 
 Eliminação do risco – Do ponto de vista da segurança, esta deve ser a atitude prioritária da empresa diante da situação de risco.
 - Neutralização do risco – Na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco, por motivo de ordem técnica, busca-se a neutralização do risco, que pode ser feita de três maneiras:?????
- Sinalização do risco – A sinalização do risco é um recurso que se usa quando não há alternativas que se apliquem às duas medidas anteriores: eliminação ou neutralização do risco por proteção coletiva / individual.
Esgotadas as possibilidades de adoção de medidas de proteção coletivas, ou como forma de complementação destas medidas, a empresa adotará as medidas de proteção individual (EPIs).
 De acordo com o artigo 166 da CLT, a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamentos de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados.
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Medidas necessárias para oficializar as medidas de proteção individual e coletiva. 
Ex: tornar obrigatório o uso do EPI`s, instituir pausas durante a jornada de trabalho, instituir sistema de revezamento para diminuir o tempo de exposição ao risco, etc.
 
MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADMINISTRATIVA
NR6 – PRINCÍPIOS GERAIS
6.1 - Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora- NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. 
6.1.1 - Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. 
O que diz a NR 06 ao empregador
6.6.1 - Cabe ao empregador quanto ao EPI :
a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade; (206.005-1 /I3)
b) exigir seu uso; (206.006-0 /I3)
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
(206.007-8/I3)
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; (206.008-6 /I2)
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; (206.009-4 /I2)
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e, (206.010-8 /I1)
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. (206.011-6 /I1)
NR6 – PRINCÍPIOS GERAIS
6.7 - Cabe ao empregado
6.7.1 - Cabe ao empregado quanto ao EPI:
a) Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; 
b) Responsabilizar-se pela guarda e conservação; 
c) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e, 
d) Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. 
12.5. A concepção de máquinas deve atender ao princípio da falha segura.
 
12.5-A Cabe aos trabalhadores: 
a) cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação, alimentação, abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte das máquinas e equipamentos;
 
b) não realizar qualquer tipo de alteração nas proteções mecânicas ou dispositivos de segurança de máquinas e equipamentos, de maneira que possa colocar em risco a sua saúde e integridade física ou de terceiros;
 
c) comunicar seu superior imediato se uma proteção ou dispositivo de segurança foi removido, danificado ou se perdeu sua função;
 
d) participar dos treinamentos fornecidos pelo empregador para atender às exigências/requisitos descritos nesta Norma; 
 
e) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma.
DEFINIÇÃO DE NR – 12 
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
Procedimentos de trabalho e segurança
 
12.130. Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, a partir da análise de risco.
 
12.131. Ao inicio de cada turno de trabalho ou após nova preparação da máquina ou equipamento, o operador deve efetuar inspeção rotineiras das condições de operacionalidade e segurança e, se constatadas anormalidades que afetem a segurança, as atividades devem ser interrompidas, com a comunicação ao superior hierárquico.
 
12.132.1. Os serviços em máquinas e equipamentos que envolvam risco de Acidentes de trabalho devem ser precedidos de ordens de serviços – OS 0 específicas, contendo, no mínimo: 
a) a descrição do serviço;
b) a data e o local de realização;
c) o nome e a função dos trabalhadores; e
d)os responsáveis pelo serviço e pela emissão da OS, de acordo com os procedimentos de trabalho e segurança;  
12.132.2 As empresas que não possuem serviço próprio de manutenção de suas máquinas ficam desobrigadas de elaborar procedimentos de trabalho e segurança para essa finalidade. 
DEFINIÇÃO DE NR – 12
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
Pessoa habilitada e treinada, com conhecimento técnico e funcional do equipamento.
É o responsável direto pela segurança da operação, pessoas e demais bens interligados a ela.
DEFINIÇÃO DE OPERADOR:
Capacitação
 
12.135. A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim.
 
12.136. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem receber capacitação pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão exposto e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças.
 
12.137. Os operadores de máquinas e equipamentos devem ser maiores de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, nos termos da legislação vigente.
 
12.138. A capacitação deve:
a) ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
b) ser realizada sem ônus para o trabalhador;
c) ser realizada pelo empregador, sem ônus para o trabalhador;
d)ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho;
e) ter conteúdo programático conforme o estabelecido no Anexo II desta Norma; e
f) ser ministrada por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados.
DEFINIÇÃO DE NR – 12
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
Capacitação
 
12.139. O material didático escrito ou audiovisual utilizado no treinamento e o fornecido aos participantes, devem ser produzidos em linguagem adequada aos trabalhadores, e ser mantidos a disposição da fiscalização, assim como a lista de presença dos participantes ou certificado, currículo dos ministrantes e avaliação dos capacitados.
 
12.143.1. Até a data da vigência desta Norma, será considerado capacitado o trabalhador que possuir comprovação por meio de registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social CTPS ou registro de empregado de pelo menos dois anos de experiência de experiência na atividade e que receba reciclagem conforme o previsto no item 12.144 desta Norma.
 
12.144. Deve ser realizada capacitação para reciclagem do trabalhador sempre que ocorrerem modificações significativas nas instalações e na operação de máquinas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.
 
12.144.1. O conteúdo programático da capacitação para reciclagem deve atender às necessidades da situação que a motivou, com carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizadas durante o horário normal de trabalho.
  
12.146. Os operadores de máquinas autopropelidas devem portar cartão de identificação, com nome, função e fotografia em local visível, renovado com periodicidade máxima de um ano mediante exame médico, conforme disposições constantes das NR-7 e NR-11.
DEFINIÇÃO DE NR – 12
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
Procedimentos de trabalho e segurança
 
12.130. Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, a partir da análise de risco.
 
12.131. Ao inicio de cada turno de trabalho ou após nova preparação da máquina ou equipamento, o operador deve efetuar inspeção rotineiras das condições de operacionalidade e segurança e, se constatadas anormalidades que afetem a segurança, as atividades devem ser interrompidas, com a comunicação ao superior hierárquico.
 
12.132.1. Os serviços em máquinas e equipamentos que envolvam risco de Acidentes de trabalho devem ser precedidos de ordens de serviços – OS 0 específicas, contendo, no mínimo: 
a) a descrição do serviço;
b) a data e o local de realização;
c) o nome e a função dos trabalhadores; e
d)os responsáveis pelo serviço e pela emissão da OS, de acordo com os procedimentos de trabalho e segurança;  
12.132.2 As empresas que não possuem serviço próprio de manutenção de suas máquinas ficam desobrigadas de elaborar procedimentos de trabalho e segurança para essa finalidade. 
DEFINIÇÃO DENR – 12
SEGURANÇA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 
PRINCÍPIOS GERAIS DE SEGURANÇA
Noções Sobre Acidentes do Trabalho
Conforme prevê o Artigo 19 da Lei 8.213/91, acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Acidente Típico: “É o acontecimento brusco, repentino, inesperado, externo e traumático, ocorrido durante o trabalho ou em razão dele, que agride a integridade física ou psíquica do trabalhador.” Ex: corte na perna.
Acidente de Trajeto: “São aqueles sofridos no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.” Ex: atropelamento.
PRINCÍPIOS GERAIS DE SEGURANÇA
INCIDENTE:
Pode ser definido como sendo um acontecimento não desejado ou não programado que venha a deteriorar ou diminuir a eficiência operacional da empresa.
ACIDENTE:
É o evento não desejado que tem por resultado uma lesão ou enfermidade a um trabalhador ou um dano a propriedade.
ATO INSEGURO:
É toda decisão mental em fazer ou não algo, por parte do trabalhador, que contraria normas e procedimentos que visam a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.
CONDIÇÃO INSEGURA:
São circunstâncias externas, no próprio ambiente de trabalho, de que dependem os trabalhadores para executarem suas atividades e que sejam contrárias às normas e procedimentos de segurança.
PRINCÍPIOS GERAIS DE SEGURANÇA
Causas 
Ato inseguro;
Condição insegura;
Não utilizar o EPI adequado;
Negligência na instrução ao trabalhador;
Falta de conhecimento técnico;
Atitudes imprudentes;
Ausência ou negligência na fiscalização;
Não cumprimento de leis trabalhistas;
Negligência aos direitos dos trabalhadores;
Falta de manutenção ou não reposição de maquinários.
CONSEQUENCIAS
Perda de credibilidade no emprego;
Perda de oportunidade de promoção, ou aumento de salário;
Sofrimento físico e psicológico;
Incapacidade para o trabalho, temporária ou permanente;
Dificuldades financeiras;
Perda do poder aquisitivo;
Dependência de terceiros;
Dificuldade financeira;
Mudanças de rotina;
Gastos com compra de remédio, tratamento, locomoção;
Dor emocional em relação ao parente que está inválido ou enfermo.
PARA DISCUSSÃO / DEBATE
11
21
31
41
51
61
PRINCÍPIOS GERAIS DE SEGURANÇA
NOÇÕES DE TRANSITO
4.1 - Da Habilitação
Para que o condutor se habilite a conduzir um veículo, além de realizar alguns exames (de aptidão física e mental, noções de primeiros socorros e de direção veicular), deverá saber ler e escrever, ser penalmente imputável e possuir carteira de identidade. 
 
Existem habilitação em cinco categorias, conforme a Lei, sendo elas:
“Categoria A - condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral;
Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista;
Categoria C - condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas;
Categoria D - condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista;
Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares”.
NOÇÕES DE TRANSITO
OBS.:
Ressalte-se que, por exemplo, o condutor só poderá habilitar-se para a categoria C caso já esteja habilitado na categoria B por no mínimo 1 ano, e ainda não cometeu infração do tipo grave ou gravíssima. Para habilitar-se na categoria D e E, o princípio "hierárquico" será o mesmo (estar habilitado há mais de um ano na categoria “anterior” e não ter recebido multas). O que difere nas categorias "maiores" é que os condutores precisam realizar um curso especializado, um treinamento. Tratores que servem ao transporte de cargas poderão ser conduzidos por habilitados nas categorias C, D e E.
Sobre os exames, convém lembrar que: o exame de aptidão física e mental deverá ser renovado a cada 5 anos ou em cada 3, caso o condutor já tenha mais de 65 anos. Cada especificidade do condutor (seja deficiência ou problema oftalmológico, por exemplo) deve ser notificada nesse exame e ter a informação incluída na CNH.
Além disso, a formação do condutor abrangerá o curso de direção defensiva e de proteção ao meio ambiente. Caso aprovado, o condutor receberá a Permissão para Dirigir, com validade de 1 ano. E caso não tenha nenhuma multa grave ou gravíssima, após este período, receberá a CNH. A CNH deverá estar sempre com o habilitado quando estiver dirigindo
NOÇÕES DE TRANSITO
Deveres do Condutor 
Ter pleno domínio de seu veículo a todo momento, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito; 
Verificar a existência e as boas condições de funcionamento dos equipamentos de uso obrigatório; 
Certificar-se de que há combustível suficiente para percorrer o percurso desejado. 
Quem tem a preferência? Atenção aqui. Em vias nas quais não há sinalização específica, tem a preferência: 
Quem estiver transitando pela rodovia, quando apenas um fluxo for proveniente de autoestrada; 
Quem estiver circulando uma rotatória; e 
Quem vier pela direita do condutor, nos demais casos
Proibido ultrapassar. A menos que haja sinalização específica permitindo a manobra, jamais ultrapasse nas seguintes situações:
Sobre pontes, viadutos ou túneis.
Em travessias de pedestres. 
Nas passagens de nível. 
Nos cruzamentos ou em sua proximidade.
Em trechos sinuosos ou em aclives e declives sem visibilidade suficiente.
NOÇÕES DE TRANSITO
NOÇÕES DE TRANSITO
NOÇÕES DE TRANSITO
NOÇÕES DE TRANSITO
PLACAS DE SINALIZAÇÃO
MÁQUINAS PESADAS
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
FLUXO DE FORÇA
PÁ CARREGADEIRA
MODELO GERDAU - Volvo L120E
PÁ CARREGADEIRA
EPIS OBRIGATÓRIOS
PÁ CARREGADEIRA
CUIDADOS NA OPERAÇÃO
PÁ CARREGADEIRA
CUIDADOS NA OPERAÇÃO
PÁ CARREGADEIRA
CUIDADOS NA OPERAÇÃO
PÁ CARREGADEIRA
CUIDADOS NA OPERAÇÃO
PÁ CARREGADEIRA
CUIDADOS NA OPERAÇÃO
PÁ CARREGADEIRA
CUIDADOS NA OPERAÇÃO
PÁ CARREGADEIRA
ATIVIDADE: CARGA EM CAMINHÕES
PÁ CARREGADEIRA
ATIVIDADE: AMONTOAR MATERIAL
PÁ CARREGADEIRA
OUTRAS ATIVIDADES
PÁ CARREGADEIRA
TIPOS DE CAÇAMBA
SELECIONE O TIPO DE CAÇAMBA PARA CADA MATERIAL A SER TRABALHADO, AUMENTANDO O RENDIMENTO DA MÁQUINA E REDUZINDO O CUSTO.
VERFICAR O VOLUME DA CAÇAMBA E A DENSIDADE DO MATERIAL A CARREGAR.
NÃO ULTRAPASSAR A CAPACIDADE DE CARGA DO SISTEMA HIDRÁULICO, CONSULTANDO O MANUAL DO FABRICANTE.
PÁ CARREGADEIRA
TIPOS DE CAÇAMBA
PÁ CARREGADEIRA
TIPOS DE CAÇAMBA
PÁ CARREGADEIRA
DIMENSIONAMENTO DA CARREGADEIRA
PÁ CARREGADEIRA
TORNANDO A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS MAIS EIFICENTE
OPERADOR TREINADO E EXPERIENTE (ACOMPANHAMENTO INTERNO APÓS EXECUÇÃO DO TREINAMENTO)
MANOBRA DE RÉ MAIS CURTA POSSÍVEL – DENTRO DOS LIMITES DE SEGURANÇA
COROAR A CAÇAMBA
POSIÇÃO DO TRANSPORTADOR
PRAÇA NIVELADA E LIMPA
CAÇAMBA DE FÁCIL PENETRAÇÃO
CICLO DE 1,5 VOLTAS FRENTE / RÉ
PÁ CARREGADEIRA
NÍVEIS A CONFERIR
PÁ CARREGADEIRA
CONDIÇÕES CORRETAS PARA OPERAÇÃO
TRABALHE A PILHA DA ESQUERDA PARA A DIREITA.
O MATERIAL PARA A CARREGADEIRA TRABALHAR DEVE ESTAR SOLTO. CASO CONTRÁRIO, UM TRATOR DE ESTEIRAS DEVERÁ PRODUZIR MATERIAL.
EVITAR APLICAR A CARREGADEIRA NA ESCAVAÇÃO DE MATERIAL, PODENDO CAUSAR DANOS NO TREM DE FORÇA.
POSICIONAR O CAMINHÃO 45 GRAUS COM O MONTE DE MATERIAL.
FAZER A CARGA DO LADO ESQUERDO DO CAMINHÃO E DA TRASEIRA PARA FRENTE.
NUNCA PASSAR A CAÇAMBA EMCIMA DA CABINE DO CAMINHÃO.
A CARREGADEIRA DEVE FICAR MAIS ALTA QUE O CAMINHÃO.
ENTRAR NO MONTE DE MATERIAL DE PRIMEIRA MARCHA, ARTICULAÇÃO ALINHADA, PERPENDICULAR A FACE DO MONTE, SEM DEIXAR O CONVERSOR EM REGIME DE STALL E SEM DEIXAR OS PNEUS PATINAREM.
ENCHER A CAÇAMBA DE ACORDO COM A DENSIDADE DO MATERIAL ( LEVE CAÇAMBA CHEIA, PESADO MAIS VAZIA).
EXECUTAR A MANOBRA DE RÉ A MAIS CURTA POSSÍVEL PARA DIMINUIR O TEMPO DE CARGA.
NÃO PERMITIR QUE OS CILINDROS DE ELEVAÇÃO E INCLINAÇÃO CHEGUEM NO FINAL DE CURSO.
PÁ CARREGADEIRA
CONDIÇÕES CORRETAS PARA OPERAÇÃO
NÃO ULTRAPASSAR A CAPACIDADE DE CARGA DO CAMINHÃO. FAZER A CARGA
CENTRALIZADA.
DESCARREGAR A CAÇAMBA LENTAMENTE NO CAMINHÃO. EM CARGAS DE ROCHA, FORRAR A CAÇAMBA DO CAMINHÃO COM MATERIAL MAIS FINO PRIMEIRO.
EVITAR ESPERAR O CAMINHÃO COM A CAÇAMBA CHEIA ALTA.
FAZER A REVERSÃO FRENTE / RÉ, PARANDO A MÁQUINA COMPLETAMENTE NO FREIO E COM O NEUTRALIZADOR LIGADO.
FAZER A CARGA DE PRIMEIRA MARCHA E USAR SEGUNDA DE RÉ.
PARA CARGA EM SILOS, DESLOCAR COM A CAÇAMBA CHEIA A POUCA DISTÂNCIA DO SOLO, INCLINADA PARA CIMA. LEVANTAR A CAÇAMBA SOMENTE O SUFICIENTE PARA O BASCULAMENTO NO SILO.
PÁ CARREGADEIRA
APLICAÇÕES INDESEJÁVEIS PARA CARREGADEIRAS
ESCAVAR MATERIAL EM JAZIDAS, BARRANCOS ETC.
QUEBRAR MONTE DE MATERIAL NA PISTA.
QUEBRAR MONTE DE MATERIAL EM PONTA DE ATERRO.
IÇAMENTO DE CARGAS SEM O IMPLEMENTO ADEQUADO.
REBOCAR TRACIONAR OUTROS EQUIPAMENTOS.
GRANDES DESLOCAMENTOS, PARA O QUAL NÃO FOI PROJETADA.
SERVIÇOS EM ROCHA COM DIMENSIONAMENTO INCORRETO E CAÇAMBA INADEQUADA.
PÁ CARREGADEIRA
SEGURANÇA
CARREGADEIRAS PODEM TOMBAR FACILMENTE DEVIDO A:
CAÇAMBA ALTA CHEIA
TODA ARTICULADA
PRAÇA DESNIVELADA
FREIADA BRUSCA
EXCESSO DE CARGA
PNEUS DESCALIBRADOS.
FALTA DE EXPERIÊNCIA DO OPERADOR.
EXCESSO DE VELOCIDADE NOS DESLOCAMENTOS.
PISTA DE BAIXO SUPORTE.
PÁ CARREGADEIRA
SEGURANÇA
“O bom operador é aquele que opera por sí e pelos outros”
Operar com segurança é planejar todas as ações pessoais com antecedência, afim de prevenir-se contra o mau comportamento de terceiros e as condições adversas, para isso precisa desenvolver habilidade e aptidão.
« Conheça o seu programa de segurança
« Conheça o seu equipamento - ( leia o manual, controles, advertências )
« Conheça a área de trabalho - ( piso, rampas, ribanceiras)
« Conheça os espaços livres - ( redes elétricas, largura, altura dos locais)
« Apenas o treinamento não é suficiente, ser acompanho por 6 meses por um líder responsável, faz parte do aprendizado e aperfeiçoamento do operador.
 
PÁ CARREGADEIRA
CONDIÇÕES ADVERSAS QUE PODEM CAUSAR ACIDENTES
• Condições adversas de Luminosidade
• Condições adversas de Tempo
• Condições adversas do Local de operação
• Condições adversas do Equipamento
• Condições adversas do Operador - Físicas, Psicológicas, Excesso de Trabalho, uso de Drogas e maneira de operar...
PÁ CARREGADEIRA
ACIDENTE DO TRABALHO - OPERAÇÃO
OBRIGADO!
 · 1 B
· 2 C
· 3 B
· 4 B
· 5 A
· 6 B
· 7 B
· 8 C
· 9 A
· 10A
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