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Aula 02 - Somente em
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CBM-TO - Normas Relativas ao CBM-TO
- 2023 (Pós-Edital) Somente em PDF
Autor:
Equipe Legislação Específica
Estratégia Concursos
20 de Janeiro de 2023
07850521196 - Marckson Costa SILVA
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Aula 02 - Somente em PDF
Índice
..............................................................................................................................................................................................1) Estatuto dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins - Parte III 3
..............................................................................................................................................................................................2) Questões Comentadas - Estatuto dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins 24
..............................................................................................................................................................................................3) Lista de Questões - Estatuto dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins - 29
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LEI 2.578, DE 20/04/2012 E ALTERAÇÕES – DISPÕE SOBRE 
O ESTATUTO DOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS 
MILITARES DO ESTADO DO TOCANTINS, E ADOTA OUTRAS 
PROVIDÊNCIAS - PARTE 2 
Das Prerrogativas 
Art. 101. As prerrogativas dos militares são constituídas pelas honras, dignidades e 
distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. 
Doutrinariamente, podemos dizer que prerrogativas são direitos que também são deveres, ou 
seja, no nosso caso estamos falando de algo que o militar não apenas pode fazer, mas que ele 
deve fazer. 
Neste capítulo do Estatuto temos a previsão de basicamente quatro prerrogativas conferidas aos 
Policiais Militares: 
a) o uso de títulos, uniformes, distintivos, insígnias e emblemas militares correspondentes ao posto 
ou à graduação; 
b) as honras, o tratamento e os sinais de respeito que lhes são assegurados em leis e regulamentos; 
c) o cumprimento de pena de prisão ou detenção somente em organização militar, cujo 
Comandante, Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre o preso ou o detido, na 
conformidade da legislação vigente → O militar estadual só pode ser preso por autoridade policial 
em caso de flagrante delito. O policial então deve entregá-lo imediatamente à autoridade militar 
estadual mais próxima, só podendo retê-lo pelo tempo necessário para lavrar o flagrante. O 
Comandante-Geral da Corporação é competente para responsabilizar a autoridade policial que 
não cumprir essas normas ou que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer Policial 
Militar preso, ou que não lhe dê o tratamento devido ao seu posto ou graduação; 
d) julgamento em foro especial, dos crimes militares, na conformidade da legislação vigente → 
Esse foro especial nada mais é do que a Justiça Militar, que é o ramo do Poder Judiciário 
competente para julgar crimes militares. 
 
Do Uso dos Uniformes da Polícia Militar 
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Art. 104. Os uniformes da Corporação, com seus distintivos, insígnias e emblemas, são 
privativos dos militares e representam o símbolo da autoridade de que lhes é conferida 
pelo Estado, com as prerrogativas inerentes. 
No militarismo os uniformes têm uma importância muito grande. Por meio do uniforme de um 
militar você pode saber não só que posto ou graduação ele ocupa, mas também uma série de 
outras informações a respeito de sua atuação. Em outras palavras, o militar estadual fardado tem 
as obrigações correspondentes ao uniforme que usa. 
Por isso mesmo a primeira regra importante sobre o assunto, e que você precisa conhecer bem, 
é a de que o uso dos uniformes das Corporações Militares é privativo dos militares estaduais. 
Ninguém mais pode utilizá-los. 
O uso indevido dos uniformes, bem como seu desrespeito, constituem crimes previstos em 
legislação específica (Código Penal Militar). É proibido que pessoas ou organizações civis utilizem 
distintivos, equipamento, viatura, insígnia ou emblema que possam ser confundidos com os 
adotados pelas Corporações Militares. 
O Estatuto determina ainda que são responsáveis pela infração das disposições deste dispositivo 
os diretores ou chefes de repartições, organizações de qualquer natureza, firma ou empregadores, 
empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido sejam usados 
uniformes ou ostentados distintivos, equipamentos, insígnias ou emblemas que possam ser 
confundidos com os adotados na Polícia Militar. 
Além disso, o militar é proibido de usar uniformes nas seguintes condições: 
a) em reuniões, propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político-partidário, exceto 
quando estiver em serviço; 
b) na inatividade, salvo para comparecer a solenidades militares e, quando autorizado, a 
cerimônias cívicas comemorativas de datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular; 
e 
c) no estrangeiro, quando em atividades não relacionadas com a missão militar, salvo quando 
expressamente determinado ou autorizado. 
 
 
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O militar estadual é proibido de usar uniformes nas seguintes condições: 
a) em reuniões, propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político-
partidário, exceto quando estiver em serviço; 
b) na inatividade, salvo para comparecer a solenidades militares e, quando autorizado, 
a cerimônias cívicas comemorativas de datas nacionais ou a atos sociais solenes de 
caráter particular; e 
c) no estrangeiro, quando em atividades não relacionadas com a missão militar, salvo 
quando expressamente determinado ou autorizado. 
 
Das Situações Especiais 
Da Agregação 
A partir de agora estudaremos diversas situações nas quais podem se enquadrar os militares, 
dependendo das circunstâncias. Minha sugestão aqui é que você se esforce para entender bem o 
significado de cada uma delas, mas não gaste muito tempo com as regras adicionais, pois elas não 
aparecem em provas com frequência, ok!? 
Art. 107. A agregação é a situação na qual o militar da ativa deixa de ocupar vaga na 
escala hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. 
 
O militar agregado é aquele que não faz mais parte das relações hierárquicas próprias dos 
militares, mas também não deixa de fazer parte dos quadros da corporação. Essa é a melhor forma 
de lembrar, ok!? 
O agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às relações com outros militares 
e autoridades civis. 
 
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A agregação é a situação na qual o militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala 
hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. 
A agregação se faz por ato do Comandante-Geral da Corporação, independentemente de o 
agregado ser oficial ou praça. 
Existem várias situações capazes de motivar a agregação do policial militar. A seguir trago a lista 
completa, marcando em amarelo aquelas que considero terem maior probabilidade de aparecer 
na nossa prova (apenas de nenhuma delas aparecer com frequência). 
O militar estadual deve ser agregado quando: 
1. For nomeado ou designado para cargo não considerado de natureza militar; 
2. Aguardar transferência para a reserva remunerada,por ter sido enquadrado em quaisquer dos 
requisitos que a motivam; 
3. ter sido condenado à suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função, na 
conformidade do Código Penal Militar; 
4. julgado incapaz definitivamente para o serviço, enquanto tramita o processo de reforma; 
5. ultrapassado seis meses contínuos em licença para tratamento da própria saúde; 
6. ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratar de interesse particular; 
7. ultrapassado 6 meses contínuos em licença para tratamento de saúde de pessoa da família; 
8. ter sido considerado oficialmente extraviado; 
9. oficialmente declarado desertor, se Oficial ou Praça estável→ o crime de deserção só se 
caracteriza com a ausência do militar por 8 dias. Esses 8 dias são chamados de período de graça; 
10. apresentar-se voluntariamente ou ter sido capturado, após deserção; 
11. ficar unicamente a disposição da justiça comum, para se ver processar, exceto se a ação penal 
decorrer de ato do serviço; 
12. ficar unicamente a disposição da justiça comum, para se ver processar, exceto se a ação penal 
decorrer de ato do serviço; 
13. tiver sido condenado à pena restritiva de liberdade superior a seis meses, com sentença 
transitada em julgado, enquanto durar a sua execução, ou até que seja declarado indigno de 
pertencer à Corporação ou com ela incompatível; 
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14. nomeado para qualquer cargo, emprego ou função pública temporária, de natureza civil não 
eletiva, ainda que na administração indireta; 
15. candidato a cargo eletivo, desde que conte com dez ou mais anos de serviço. 
 
Da Reversão 
Art. 108. Reversão é o ato pelo qual o militar agregado retorna ao respectivo quadro, 
tão logo cesse o motivo que determinou a agregação, voltando a ocupar o lugar que 
lhe compete na respectiva escala numérica. 
Agora ficou fácil de entender, não é? O militar agregado sai da escala hierárquica. Quando ele 
retorna ao seu Quadro, dizemos que houve a reversão. 
O perigo aqui é o candidato que já estudou a Lei no 8.112/1990 confundir os dois institutos que 
são chamados de reversão. Veja bem, a reversão da Lei no 8.112/1990 acontece quando o servidor 
se aposenta e depois volta à ativa. Esta hipótese até pode corresponder a uma das hipóteses de 
reversão (quando o militar na inatividade volta à ativa), mas é um instituto diferente, ok!? 
Art. 110. A reversão se faz por ato do Comandante-Geral da Corporação. 
O Estatuto diz que compete ao Comandante-Geral, independentemente de quem seja o militar 
revertido. 
Por fim, como regra geral, o militar agregado pode ser revertido ao serviço ativo exceto nos 
seguintes casos de agregação: 
3. ter sido condenado à suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função, na 
conformidade do Código Penal Militar; 
4. julgado incapaz definitivamente para o serviço, enquanto tramita o processo de reforma; 
5. ultrapassado seis meses contínuos em licença para tratamento da própria saúde; 
8. ter sido considerado oficialmente extraviado; 
13. tiver sido condenado à pena restritiva de liberdade superior a seis meses, com sentença 
transitada em julgado, enquanto durar a sua execução, ou até que seja declarado indigno de 
pertencer à Corporação ou com ela incompatível; 
15. candidato a cargo eletivo, desde que conte com dez ou mais anos de serviço. 
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Do Excedente 
Art. 111. O militar em situação de excedente não sofre restrição em seus direitos e é 
identificado no respectivo almanaque com abreviatura Excd. 
De forma resumida, podemos dizer que o militar excedente, é, como o nome já diz, aquele que 
está numa situação transitória aguardando a abertura de vaga no seu Quadro. Essa condição pode 
decorrer de algumas situações, mas o Estatuto não faz previsões específicas a respeito do assunto. 
 
Do Ausente 
Art. 112. É considerado ausente o militar que, por mais de vinte e quatro horas 
consecutivas: 
I - deixar de comparecer à sua organização militar, sem comunicar qualquer motivo ou 
impedimento; 
II - ausentar-se, sem licença da organização militar a que serve ou do local onde deve 
permanecer. 
Talvez essa seja a situação especial mais fácil de entender: o policial militar ausente é aquele que 
sumiu sem dar explicações. O que você precisa saber aqui é que o prazo considerado razoável, a 
partir do qual o Bombeiro será considerado ausente, é o período de 24h. 
Lembre-se ainda de que a ausência por 8 ou mais dias já configura o crime de deserção. 
 
Do Desaparecimento, do Extravio e do Falecimento 
Art. 113. É considerado desaparecido o militar da ativa que, no desempenho de 
qualquer serviço, em viagem, em operações militares ou em caso de calamidade 
pública, tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. 
Neste caso não estamos falando simplesmente do policial militar que sumiu sem dar explicações, 
mas sim daquele que, no desempenho das suas funções, desapareceu por mais de 8 dias. 
Obviamente o policial militar somente será considerado desaparecido quando não houver indícios 
de que desertou. 
Quando esse desaparecimento perdurar por mais de 30 dias, o policial militar será considerado 
extraviado. O extravio do militar da ativa acarreta interrupção do serviço militar, com o 
consequente afastamento temporário do serviço ativo, a partir da data em que for oficialmente 
considerado extraviado. 
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A exclusão do serviço ativo é feita seis meses após a agregação por motivo de extravio, mas, em 
caso de naufrágio, sinistro aéreo, catástrofe, calamidade pública ou outro acidente oficialmente 
reconhecido, o extravio ou o desaparecimento deverá ser considerado como falecimento, tão logo 
sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência, ou quando encerradas as 
providências de salvamento. 
 
Exclusão do Serviço Ativo 
Art. 118. A exclusão do serviço ativo da Corporação é feita em consequência de: 
I - transferência para reserva remunerada; 
II - reforma; 
III - deserção; 
IV - falecimento; 
V - extravio. 
A partir de agora estudaremos as hipóteses de desligamento ou exclusão do serviço ativo. São 
regras bastante interessantes, e desde já deixo claro para você que o principal ponto é saber 
diferenciar todas as modalidades. 
O desligamento ou a exclusão do serviço ativo da Polícia Militar será processado por ato do 
Comandante-Geral da Corporação, independentemente de quem seja o militar que está sendo 
desligado. 
Da Transferência para a Reserva Remunerada 
Art. 121. A transferência do militar para a reserva remunerada é efetuada: 
I - a pedido; 
II - ex officio. 
Já falamos em outros momentos do nosso curso a respeito da transferência do militar para a 
reserva remunerada, e você já tem uma boa noção de como isso funciona. 
A reserva remunerada é um instituto semelhante à aposentadoria que existe para os civis, mas 
com algumas peculiaridades. Acredito que as mais importantes sejam a possibilidade de 
designação para o serviço ativo em certas situações, e a possibilidade de suspensão do direito à 
transferência para a reserva em Estado de Guerra, Estado de Sítio ou Estado de Defesa, 
calamidade pública, perturbação da ordem interna ou em caso de mobilização. 
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A transferência para a reserva remunerada a pedido será concedida ao militar que tenha pelo 
menos 10 anos de efetivo serviço na Corporação e tenha 30 anos contribuição (se homem) ou 25 
anos (se mulher). 
Além disso, o militar estadual estar realizando ou haver concluído qualquer curso ou estágio de 
duração superior a 6 meses, por conta do Estado, não poderá pedir transferência para a reserva 
remunerada sem que se tenham decorrido igual prazo de seu término, a não ser mediante prévia 
indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio, 
inclusive as diferenças de vencimentos. 
A transferência para a reserva remunerada de ofício ocorre nos casos previstos no art. 123. As 
principais hipóteses são o atingimento da idade limite e do tempo máximo de contribuição 
previstos pelo Estatuto. 
Art. 123. Cabe transferência ex officio para a reserva remunerada quando o militar: 
I - atingir as seguintes idades limites: 
a) os Oficiais: 
1. sessenta e sete anos, no posto de Coronel; 
2. sessenta e quatro anos, no posto de Tenente-Coronel; 
3. sessenta e três anos, no posto de Major; 
4. sessenta e dois anos, nos postos de Capitão e oficiais subalternos; 
b) as Praças: 
1. sessenta e três, na graduação de Subtenente; 
2. sessenta anos, na graduação de Primeiro-Sargento; 
3. cinquenta e nove anos, na graduação de Segundo-Sargento; 
4. cinquenta e oito anos, na graduação de Terceiro-Sargento; 
5. cinquenta e sete anos, na graduação de Cabo; 
6. cinquenta e seis anos, na graduação de Soldado 1a Classe; 
7. cinquenta e cinco anos, na graduação de Soldado 2a Classe. 
II - for considerado inabilitado para inclusão nos quadros de acesso à promoção, em 
caráter definitivo; 
III - estiver agregado por mais de um ano contínuo em virtude de licença para tratar de 
saúde em pessoa da família; 
IV - ultrapassar dois anos de afastamento, contínuos ou não, agregado em virtude de 
nomeação em cargo público civil temporário, não eletivo, ainda que da Administração 
Indireta; 
V - for diplomado em cargo eletivo, se contar mais de dez anos de serviço; 
VI - após três matrículas ou indicações para frequentar curso necessário à sua elevação 
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na carreira militar, não se interessar na respectiva matrícula, ou, matriculado, não 
completá-lo com o aproveitamento; 
VII - se oficial do QOA, QOE ou QOS, ultrapassar cinco anos de permanência no último 
posto da hierarquia de seu quadro, desde que conte com trinta ou mais anos de serviço; 
VIII - se praça, ultrapassar três anos de permanência na mesma graduação, desde que 
conte trinta ou mais anos de serviço; 
IX - ultrapassar cinco anos de permanência no último posto da Corporação, desde que 
conte, no mínimo, com trinta anos de serviço. 
§ 1º A nomeação do militar para os cargos de que trata o inciso IV somente pode ser 
feita: 
I - pela autoridade federal competente mediante requisição ao Chefe do Poder 
Executivo, quando o cargo for do âmbito federal; 
II - pelo Chefe do Poder Executivo, ou mediante sua autorização, quando o cargo for 
estadual ou municipal. 
§ 2º Enquanto permanecer no cargo de que trata o inciso IV, o militar tem assegurada 
a contagem do tempo de contribuição para a reserva remunerada, bem assim para 
optar pela remuneração do posto ou da graduação. 
§ 3º A transferência do militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência 
do estado de guerra, estado de defesa e estado de sítio ou em caso de mobilização. 
§ 4º A transferência para reserva remunerada, prevista no inciso VI deste artigo, 
depende de indicação da comissão de promoções e de decisão do Comandante-Geral 
da Corporação. 
Recomendo que você não tente memorizar todos os detalhes das hipóteses trazidas pelo 
dispositivo. Na minha humilde opinião, a probabilidade de isso ser cobrado especificamente numa 
questão de prova é muito pequena. 
 
Da Reforma 
Art. 96. A passagem do militar para a inatividade, por reforma, efetua-se ex-officio. 
Desde já precisamos deixar claro para você que a reforma é uma das espécies de atos por meio 
dos quais o militar passa à situação de inatividade. 
Em palavras simples, o militar é reformado quando não tem mais condições de retornar ao serviço 
ativo, por estar muito idoso ou por ter sido acometido por problemas de saúde. 
As situações previstas no Estatuto em que o militar pode ser reformado são as seguintes: 
a) Idade limite → A idade prevista é de 3 anos a mais do que a idade para transferência de ofício 
para a reserva remunerada; 
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b) Declaração de incapacidade definitiva para a atividade militar; 
c) Agregação por mais de 1 anos, por ter sido julgado incapacitado temporariamente para o 
serviço militar, ainda que se trate de moléstia curável; 
d) Condenação à pena de reforma, prevista no Código Penal Militar, por sentença transitada em 
julgado (sentença definitiva); 
e) Determinação de reforma em julgamento efetuado em consequência do Conselho de 
Justificação ou de Disciplina a que foi submetido. 
Das hipóteses que estudamos, a incapacidade definitiva merece um maior detalhamento. O 
Estatuto traz uma série de situações em que o militar será considerado definitivamente incapaz. 
 
SITUAÇÕES DE 
INCAPACIDADE 
DEFINITIVA 
I - acidente em serviço, ferimento recebido na manutenção 
da ordem pública, enfermidade contraída nessa situação ou 
que nela tenha a causa eficiente; 
II - doença, moléstia ou enfermidade adquirida, com relação 
de causa e efeito inerente às condições do serviço; 
III - doença grave, contagiosa ou incurável; 
IV - acidente ou doença, moléstia ou enfermidade, sem 
relação de causa e efeito inerente às condições do serviço. 
§ 1º Considera-se acidente em serviço aquele que ocorra 
com militar da ativa, quando: 
I - no exercício de suas atribuições funcionais; 
II - no cumprimento de ordens emanadas de autoridade 
militar competente; 
III - no decurso de viagens a serviço, previstas em 
regulamentos ou autorizadas por autoridade militar 
competente; 
IV - no decurso de viagens impostas por motivo de 
movimentação efetuadas no interesse do serviço ou a 
pedido; 
V - no deslocamento entre a sua residência e a organização 
em que serve ou o local de trabalho, ou naquele em que sua 
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missão deva ter início ou prosseguimento, e vice-versa, 
atendido o seguinte: 
a) a relação entre tempo e espaço, o itinerário percorrido 
pelo militar entre sua residência e o local de trabalho e vice-
versa e, em dias sem expediente, se o militar esteja escalado 
de serviço; 
b) seja o acidente em serviço confirmado na conformidade 
do §2º deste artigo e por meio de Sindicância ou Inquérito 
Policial Militar, que deve ser parte integrante do processo, 
para esclarecer as circunstâncias do fato que deu origem ao 
acidente. 
 
Art. 128. O militar reformado por incapacidade definitiva, que for julgado apto em 
inspeção de saúde, por Junta Médica Militar, em grau de recurso ou revisão, pode 
retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada, na conformidade 
da legislação específica. 
Este é o caso do militar que foi considerado definitivamente incapaz, mas cuja razão que o levou 
à incapacidade deixou de existir com o tempo. Neste caso então o militar será julgado apto para 
retorno ao serviço ativo na próxima inspeção de saúde. 
Esse retornoao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não 
ultrapassar 2 anos. 
Art. 129. A remuneração do militar reformado por alienação mental, enquanto não 
sobrevier nomeação judicial de curador, é paga aos seus beneficiários, desde que o 
tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento condigno. 
Este é um caso bem específico, em que o motivo da reforma é a alienação mental do militar 
estadual. Neste caso deverá haver a designação oficial de curador para administrar o patrimônio 
do militar, mas enquanto isso não ocorrer não faria sentido pagar a remuneração ao próprio militar, 
já que ele não está em condições de tomar decisões, e por isso o Estatuto determina que os 
valores sejam pagos aos seus beneficiários legalmente reconhecidos, que nada mais são do que 
as pessoas que receberiam pensão caso aquele militar viesse a falecer. 
Os beneficiários, parentes ou responsáveis pelo militar reformado por alienação mental deverão 
providenciar sua interdição civil em até 90 dias contados do ato da reforma. A interdição civil é a 
medida por meio da qual a pessoa será declarada civilmente incapaz, e poderá ter seus interesses 
administrados por outra pessoa. 
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Da Demissão, Exoneração, Perda do Posto e da Patente dos 
Oficiais, e da Graduação das Praças e da Declaração e 
Indignidade de Permanência no Serviço Ativo a Corporação 
Art. 132. A exclusão da Corporação efetua-se por: 
I - demissão; 
II - exoneração; 
III - perda do posto ou da patente; 
IV - perda da graduação; 
V - licenciamento. 
A exclusão do militar pode dar-se por meio dos cinco atos mencionados pelo art. 132. O Estatuto 
não traz muitos detalhes sobre cada um deles, como normalmente ocorre com estatutos de 
militares estaduais. 
Art. 133. A exoneração é concedida a requerimento do interessado: 
I - sem indenização aos cofres públicos, quando contar tempo igual ou superior ao 
transcorrido com sua formação, habilitação, aperfeiçoamento ou especialização 
profissional; 
II - com indenização aos cofres públicos, pela formação, habilitação, aperfeiçoamento 
ou especialização profissional, pelo tempo que restar para completar o previsto no 
inciso I deste artigo. 
A exoneração é uma forma de desligamento do serviço ativo que pode ocorrer a pedido do militar 
ou de ofício. O art. 133 trata da indenização que será devida pelo militar aos cofres públicos 
quando ele tiver ficado no serviço ativo menos tempo do que em formação. Se o militar passou 4 
anos em formação e apenas 2 anos no serviço ativo, por exemplo, será obrigado a pagar essa 
indenização. 
Essa indenização é calculada com base na remuneração atualizada referente ao posto ou 
graduação ostentada durante o curso de formação ou preparação, multiplicada pelos meses 
restantes. 
Além disso, o militar que responda a processo disciplinar só pode ser exonerado, a pedido, após 
a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade aplicada. 
Art. 134. O militar é exonerado de ofício quando: 
I - tomar posse em cargo público de provimento efetivo; 
II - tendo sido incluído na Corporação, não se apresentar no prazo estabelecido. 
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A exoneração de ofício ocorrerá quando o militar tomar posse em outro cargo efetivo, ou, quando 
tendo sido incluído na Corporação, não se apresentar no prazo determinado. 
Por fim, o direito à exoneração pode ser suspenso na vigência de estado de guerra, calamidade 
pública, estado de defesa e de sítio, grave perturbação da ordem pública ou em caso de 
mobilização. 
Art. 137. O militar que houver perdido o posto e a patente ou a graduação é demitido 
ex officio. 
Art. 138. O militar da reserva remunerada ou reformado que houver perdido o posto 
ou a patente ou a graduação continua a perceber os proventos da sua inativação. 
Art. 139. O militar pode ser demitido a bem da disciplina se demonstrar 
incompatibilidade para o exercício da atividade militar ou se tiver conduta que não lhe 
recomende a permanência no serviço ativo da Corporação. 
Art. 140. A demissão da Corporação a bem da disciplina acarreta a perda do grau 
hierárquico e não isenta o demitido das indenizações dos prejuízos que causou à 
Fazenda Pública Estadual. 
A perda do posto e da patente do oficial, bem como a declaração de incompatibilidade com o 
oficialato resultam de decisão do Tribunal de Justiça do Estado. Em geral esses processos se 
iniciam no Conselho de Justificação (no âmbito da própria Corporação), e em seguida são 
remetidos ao Tribunal. 
Do Tempo de Contribuição 
Neste capítulo do Estatuto temos um conjunto de regras a respeito da contagem do tempo de 
serviço e de contribuição dos militares estaduais. Sinceramente, não acredito que este seja um 
trecho muito importante para sua prova, mas se a banca nos surpreender estaremos preparados, 
não é mesmo!? ☺ 
Art. 141. Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo, contínuo ou não, computado 
dia a dia, entre a data da inclusão na Corporação e a do limite estabelecido para 
contagem, ou a data de exclusão do serviço ativo. 
O tempo de serviço do policial militar começa a ser contado a partir da sua inclusão no posto ou 
na graduação. Além disso, são contados também os seguintes períodos: 
a) o tempo de contribuição prestado em qualquer organização militar, Federal ou Estadual, 
contado exclusivamente para fins de inatividade; 
b) o tempo passado dia a dia nas organizações militares do Estado do Tocantins pelo militar da 
reserva da Corporação, convocado ou mobilizado para o exercício de funções militares 
estaduais. 
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Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo, computado dia a dia, entre a data de inclusão e 
a data limite estabelecida para a contagem ou a data do desligamento do serviço ativo, mesmo 
que tal espaço de tempo seja parcelado. Já a expressão anos de serviço designa o tempo de 
contribuição a que se refere o art. 141 desta Lei, não computados para fins de gratificações, 
adicionais ou quaisquer outras vantagens pecuniárias, com os seguintes acréscimos: 
a) Tempo de contribuição público federal, estadual ou municipal, prestado pelo militar estadual 
anterior à sua inclusão na Corporação; 
b) Tempo de contribuição prestado em atividades privadas; 
c) tempo de contribuição autônoma. 
Existem ainda alguns períodos que, segundo o art. 142, parágrafo único do Estatuto, não são 
contados: 
a) passado em licença para tratar de interesse particular; 
b) passado como desertor; 
c) decorrido em cumprimento de pena de suspensão de exercício do posto, graduação, cargo ou 
função por sentença com trânsito em julgado; 
d) decorrido em cumprimento de pena restritiva da liberdade, por sentença com trânsito em 
julgado, desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena, ou não tenha o 
militar sido designado para o exercício de qualquer cargo ou função. Neste caso, o tempo é 
computado para todos os efeitos, se as condições estipuladas na sentença não o impeçam. 
Art. 147. Na contagem dos anos de serviço, não pode ser computada qualquer 
superposição dos tempos de serviço público federal, estadual ou municipal, ou passado 
em órgãos da administração indireta e fundações mantidas pelo poder público entre si, 
nem como os acréscimos de tempos para os possuidores de cursos universitários, 
inclusive o prestado à atividade privada, e nem com o tempo de contribuição 
computável após a inclusãona Corporação, matrícula em órgão de formação militar ou 
nomeação para posto ou graduação na Corporação. 
A superposição de tempos ocorreria se fossem contados ao mesmo tempo períodos que 
correspondem a um mesmo período temporal. Suponha, por exemplo, que o militar no passado 
foi um servidor sujeito ao regime próprio, mas também tinha um emprego como professor, sujeito 
ao regime geral. 
Nesse caso ele fez recolhimentos ao regime próprio e ao regime geral ao mesmo tempo, mas isso 
não significa que esse tempo será contado duas vezes! 
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Da Convocação de Militar da Reserva Remunerada 
Art. 148. O militar na reserva remunerada pode ser convocado para o serviço ativo, em 
caráter transitório e mediante aceitação voluntária, por ato do Chefe do Poder 
Executivo, se conveniente ao serviço, quando: 
I - se torne necessário o aproveitamento de conhecimentos técnicos e especializados 
do militar; 
II - não haja, no serviço ativo, militar habilitado a exercer a função vaga na Organização 
Militar. 
§ 1º O militar designado tem os direitos e os deveres do militar da ativa em igual 
situação hierárquica, salvo quanto à promoção. 
§ 2º A convocação a que se refere este artigo é realizada por ato do Comandante-Geral 
da Corporação, quando se tratar de praças. 
§ 3º A transitoriedade da convocação não impede ao militar a permanência no serviço 
ativo, até que implemente o tempo necessário à sua inativação. 
§ 4º O militar convocado por tempo determinado retorna, automaticamente, à situação 
anterior, assegurando-se-lhe os direitos adquiridos durante o período da convocação. 
§ 5º A antiguidade dos militares convocados para o serviço ativo regula-se pela norma 
do art. 16 desta Lei. 
Você já sabe que a principal diferença entre a reserva remunerada e a reforma é que o militar na 
reserva pode ser convocado para retornar ao serviço ativo, a depender de certas condições. Pois 
bem, o art. 148 e seus parágrafos estabelecem as seguintes condições para que isso possa ocorrer: 
a) Necessidade de aproveitamento de conhecimentos técnicos do militar; 
b) Inexistência de militar habilitado a exercer a função na organização militar. 
A partir do momento em que retorna ao serviço ativo, o militar é incluído na hierarquia da mesma 
forma que os demais militares da ativa, exceto no se refere à promoção. 
 
Da Jornada de Trabalho 
Art. 149. Os comandantes das unidades, das companhias incorporadas ou destacadas, 
dos pelotões, dos destacamentos ou subdestacamentos são responsáveis pela 
adequação do emprego dos militares de modo a cumprirem as obrigações 
institucionais, guardado o período de repouso, mínimo, equivalente ao dobro das horas 
trabalhadas. 
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A jornada de trabalho dos militares é bem diferente da dos demais servidores públicos. Os 
militares podem ser convocados a qualquer momento para exercer suas funções, mas o art. 149 
determina que deve ser observado o período de repouso equivalente ao dobro das horas 
trabalhadas. 
Independentemente do período de repouso mínimo, porém, o militar pode ser convocado 
semanalmente, uma vez para instrução geral e duas vezes para atividades de educação física, não 
excedendo cada convocação a três horas contínuas. 
Além disso, excepcionalmente, na iminência ou ocorrência de calamidade ou perturbação da 
ordem pública, operações e eventos sociais de grande concentração popular, o militar pode ser 
convocado no interesse do serviço em regime diferenciado. 
Por fim, a jornada de trabalho do aluno matriculado em curso da Corporação é regulada pela 
unidade a que se vincula. 
 
Das Recompensas e Dispensas do Serviço 
Art. 152. As recompensas constituem o reconhecimento do Estado pelos bons serviços 
prestados pelo militar. 
§ 1º São recompensas militares: 
I - o prêmio de honra ao mérito; 
II - as condecorações por serviços prestados; 
III - os elogios e as referências elogiosas; 
IV - a dispensa do serviço. 
As dispensas do serviço são consideradas como recompensas pelo art. 152, mas em seguida o art. 
153 nos diz que as dispensas do serviço podem ser concedidas como recompensa, para desconto 
em férias, ou em decorrência de prescrição médica. Isso pode nos deixar um pouco confusos, mas 
devemos lembrar que as questões de prova devem ser retiradas da literalidade do texto da norma. 
Lembre-se também de que, de acordo com o Estatuto, as dispensas do serviço serão concedidas 
com a remuneração integral e computadas como tempo de efetivo serviço. 
 
Da Inspeção de Saúde 
O Estatuto prevê a existência da inspeção de saúde, mas não traz detalhes sobre seu 
funcionamento. 
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Essa inspeção deverá ser normatizada por ato do Comandante-Geral da Corporação, e tem por 
objetivo avaliar a situação de higidez do militar, com vistas à promoção, à realização de cursos, à 
seleção interna e à melhoria de sua qualidade de vida, em função dos riscos existentes no 
ambiente de trabalho e de doenças laborais. 
 
Do Conceito Profissional e Moral 
Art. 155. O conceito profissional e moral, graduado de zero a cento e trinta pontos, é 
atribuído individualmente, para efeito de promoção, pelo Comandante ao qual o 
avaliado esteja ou tenha sido subordinado funcionalmente nos últimos seis meses. 
O conceito profissional e moral é uma espécie de pontuação que deverá subsidiar o processo de 
promoção. Esse conceito consiste basicamente numa avaliação, na qual o Comandante dá certas 
notas relacionadas ao cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo §1º. 
§ 1º Na atribuição do conceito, a que se refere este artigo, consideram-se os requisitos 
relativos à moral e ao desempenho profissional do militar, a seguir definidos: 
I - contribuição para a manutenção da hierarquia e da disciplina: 
a) participação do militar de forma disciplinada e disciplinadora; 
b) consciência e respeito à ordenação das autoridades em seus diferentes níveis; 
II - interesse no aprimoramento intelectual e profissional: empenho do militar no seu 
desenvolvimento cultural e técnico; 
III - consciência ética e respeito aos direitos e deveres inerentes à cidadania: conduta 
do militar que denote consciência moral quanto ao cumprimento das leis e ordens das 
autoridades constituídas, ao cumprimento dos princípios norteadores dos direitos 
humanos e dos demais princípios regentes da vida em sociedade; 
IV - destemor e segurança nas atitudes: capacidade de o policial militar enfrentar com 
coragem, conhecimento, firmeza, equilíbrio e prudência as situações difíceis ou 
perigosas; 
V - disponibilidade e compromisso com o resultado: grau de comprometimento do 
militar, convocado ou não, em contribuir para o atendimento das necessidades da 
instituição e para o cumprimento das metas da Corporação; 
VI - criatividade: capacidade de buscar e propor ideias para soluções de problemas no 
ambiente de trabalho; 
VII - iniciativa no exercício profissional: predisposição do policial militar para resolver 
prontamente as situações, por mais difíceis que sejam, e que não estejam inseridas nas 
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ordens recebidas, mediante ação consciente e refletida; 
VIII - apresentação e higiene pessoais: zelo do policialmilitar com a aparência e a 
higiene pessoais; 
IX - esforço de aprimoramento físico: ações do policial militar com vistas ao 
desenvolvimento e à manutenção do condicionamento físico adequado ao 
desempenho de suas atividades; 
X - zelo com os bens da Fazenda Pública: responsabilidade do policial militar pelo uso 
e pela conservação dos meios e bens públicos; 
XI - relacionamento em sociedade: conduta ilibada do policial militar no meio civil; 
XII - pontualidade e assiduidade: cumprimento do horário de entrada e permanência 
no local de trabalho, e saída dele, e a frequência; 
XIII - organização e qualidade: habilidade do policial militar em exercer suas atividades 
de forma ordenada e sistemática com resultado satisfatório visando à excelência do 
serviço. 
§ 2º O conceito é atribuído pelo avaliador, para cada quesito referido no §1º deste 
artigo, da seguinte forma: 
I - dez pontos para Excelente; 
II - oito pontos para Muito Bom; 
III - cinco pontos para Bom; 
IV - três pontos para Regular; 
V - zero ponto para Insuficiente. 
§ 3º Para fins de verificação do valor final atribuído pelo avaliador, somam-se os valores 
conferidos para cada quesito. 
§ 4º Para fins de cálculo do conceito profissional e moral, extrai-se a média aritmética 
dos valores finais atribuídos pelos avaliadores. 
 
Das Contribuições Compulsórias 
Art. 156. O militar estadual contribui para: 
I - o pecúlio militar, mediante chamada do Comandante-Geral; 
II - fundo de assistência dos Militares ativos e inativos. 
O Estatuto estabelece para os militares a obrigação de contribuir para dois fundos: o pecúlio 
militar (para o qual há a contribuição, por parte dos militares ativos e inativos, de 0,7% do subsídio 
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do Soldado 1a Classe, mediante regulamentação por ato do Comandante-Geral da Corporação) 
e o fundo de assistência dos Militares ativos e inativos (para o qual há a contribuição, por parte 
dos militares ativos e inativos, de 0,5% do subsídio do posto ou da graduação, mediante 
regulamentação por ato do Comandante-Geral da Corporação). 
 
 
1. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe. 
O militar que utiliza uniforme da corporação militar para, por exemplo, apresentação artística, 
responde por seu uso. Essa regra, entretanto, não se aplica ao uso isolado, sem o respectivo 
uniforme, de distintivos, insígnias, divisas e emblemas. 
Comentários 
As mesmas regras aplicáveis aos uniformes também se aplicam a outros símbolos, sendo 
vedado a qualquer civil ou a organização civil usar uniforme ou ostentar distintivo, 
equipamento, viatura, insígnia ou emblema que possa ser confundido com o adotado pela 
Corporação (art. 106). 
Gabarito: Errado 
2. PM-AC – Soldado PM – 2008 – Cebraspe (adaptada). 
Um policial militar do estado do Tocantins utiliza-se de suas horas de folga para exercer a atividade 
de segurança particular de um importante vereador da cidade. Desempenha essa função 
utilizando-se de uniforme da corporação, apresenta-se de forma ostensiva no comitê político do 
vereador e, do mesmo modo, escolta-o na campanha eleitoral. Além dessa atividade, o militar 
pratica o exercício do comércio de roupas, na qualidade de sócio-gerente do estabelecimento. 
Considerando essa situação hipotética e com lastro no Estatuto dos Militares do Estado do 
Tocantins, julgue os seguintes itens. 
O uso do uniforme da corporação militar estadual descrito acima está em conformidade com os 
preceitos contidos no Estatuto dos Militares do Estado do Tocantins, contanto que o militar 
estadual fardado preserve as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos 
que ostenta. 
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Comentários 
Já soa muito estranho um policial militar utilizar seu uniforme para prestar serviços particulares, 
não é mesmo!? Além disso, na situação descrita ele estaria utilizando o uniforme em 
manifestação político-partidária, o que é expressamente proibido pelo Estatuto. 
Gabarito: Errado 
 
RESUMO DA AULA 
 
Para finalizar o estudo da matéria, trazemos um resumo dos principais aspectos estudados ao 
longo da aula. Nossa sugestão é a de que esse resumo seja estudado sempre previamente ao 
início da aula seguinte, como forma de “refrescar” a memória. Além disso, segundo a organização 
de estudos de vocês, a cada ciclo de estudos é fundamental retomar esses resumos. 
O militar estadual é proibido de usar uniformes nas seguintes condições: 
a) em reuniões, propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político-
partidário, exceto quando estiver em serviço; 
b) na inatividade, salvo para comparecer a solenidades militares e, quando autorizado, 
a cerimônias cívicas comemorativas de datas nacionais ou a atos sociais solenes de 
caráter particular; e 
c) no estrangeiro, quando em atividades não relacionadas com a missão militar, salvo 
quando expressamente determinado ou autorizado. 
 
A agregação é a situação na qual o militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala 
hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. 
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SITUAÇÕES DE 
INCAPACIDADE 
DEINITIVA 
I - acidente em serviço, ferimento recebido na manutenção da 
ordem pública, enfermidade contraída nessa situação ou que 
nela tenha a causa eficiente; 
II - doença, moléstia ou enfermidade adquirida, com relação de 
causa e efeito inerente às condições do serviço; 
III - doença grave, contagiosa ou incurável; 
IV - acidente ou doença, moléstia ou enfermidade, sem relação 
de causa e efeito inerente às condições do serviço. 
§ 1º Considera-se acidente em serviço aquele que ocorra com 
militar da ativa, quando: 
I - no exercício de suas atribuições funcionais; 
II - no cumprimento de ordens emanadas de autoridade militar 
competente; 
III - no decurso de viagens a serviço, previstas em regulamentos 
ou autorizadas por autoridade militar competente; 
IV - no decurso de viagens impostas por motivo de 
movimentação efetuadas no interesse do serviço ou a pedido; 
V - no deslocamento entre a sua residência e a organização em 
que serve ou o local de trabalho, ou naquele em que sua missão 
deva ter início ou prosseguimento, e vice-versa, atendido o 
seguinte: 
a) a relação entre tempo e espaço, o itinerário percorrido pelo 
militar entre sua residência e o local de trabalho e vice-versa e, 
em dias sem expediente, se o militar esteja escalado de serviço; 
b) seja o acidente em serviço confirmado na conformidade do 
§2º deste artigo e por meio de Sindicância ou Inquérito Policial 
Militar, que deve ser parte integrante do processo, para 
esclarecer as circunstâncias do fato que deu origem ao 
acidente. 
 
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QUESTÕES COMENTADAS - LEI 2.578, DE 20/04/2012 E 
ALTERAÇÕES - MULTIBANCAS 
1. PM-CE – Oficial – 2014 – Cebraspe (adaptada). 
Em determinada operação policial, um sargento da PM-TO foi ferido e, durante o ano 
subsequente inteiro, permaneceu em tratamento de saúde. Após esse período, ele foi afastado 
temporariamente do serviço ativo, por ter sido julgado incapaz temporariamente. Nessa situação, 
ele passará à situação de excedente. 
Comentários 
Os casos em que o militar fica como excedente são aqueles previstos no art. 111.Na realidade 
eles não têm muito a ver com o que diz a questão. Lembre-se de que o excedente é aquele que 
está numa situação transitória aguardando a abertura de vaga no seu Quadro. 
Gabarito: Errado 
2. PM-RO – Soldado PM – 2014 – FUNCAB (adaptada). 
Assinale a alternativa que aponta uma situação especial do policial militar: 
a) A agregação: situação na qual o policial da ativa deixa de ocupar a vaga na escala hierárquica 
do seu Quadro, nela permanecendo sem número. 
b) A reversão: situação transitória a que, automaticamente, passa o policial que é promovido 
indevidamente. 
c) A ausência: onde o policial militar deixa de comparecer a sua organização, por mais de 48 horas 
consecutivas, sem comunicar qualquer motivo de impedimento. 
d) A reversão: o policial, sendo o mais moderno na escala hierárquica do seu Quadro ou 
Qualificação, ultrapassando o efetivo fixado em Lei, em virtude de promoção sua ou de outro 
militar estadual em ressarcimento de preterição. 
e) A agregação: o policial é considerado como em efetivo serviço e concorre, sem nenhuma 
restrição, a qualquer cargo. 
Comentários 
A alternativa correta é a letra A. Você já deve estar cansado de ver por aqui essa definição de 
agregação do militar, não é mesmo!? Pois bem, a alternativa B se refere na realidade à situação 
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de excedente, bem como as alternativas D e E. A alternativa C está errada porque o policial militar 
é considerado ausente após 24h. 
Gabarito: A 
3. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe. 
O estatuto veda, expressamente, ao militar estadual usar uniformes em manifestação de caráter 
político-partidário. 
Comentários 
É isso aí! Essa vedação está no art. 105. Vamos relembrar!? 
Art. 105. Em regulamento específico são disciplinados os modelos dos uniformes, seus 
distintivos, insígnias, emblemas, descrição, composição, peças e acessórios. 
§ 1º É proibido ao militar estadual o uso do uniforme: 
I - em reuniões, propaganda ou manifestações de caráter político-partidário, salvo se 
em serviço; 
II - na inatividade, salvo para comparecer a solenidades militares e, quando autorizado, 
a cerimônias cívicas comemorativas de datas nacionais ou atos solenes de caráter 
particular; 
III - no estrangeiro, em atividades não relacionadas com a missão militar, salvo se 
expressamente autorizado ou determinado. 
Gabarito: Certo 
4. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe. 
O militar que utiliza uniforme da corporação militar para, por exemplo, apresentação artística, 
responde por seu uso. Essa regra, entretanto, não se aplica ao uso isolado, sem o respectivo 
uniforme, de distintivos, insígnias, divisas e emblemas. 
Comentários 
As mesmas regras aplicáveis aos uniformes também se aplicam a outros símbolos, sendo 
vedado a qualquer civil ou a organização civil usar uniforme ou ostentar distintivo, 
equipamento, viatura, insígnia ou emblema que possa ser confundido com o adotado pela 
Corporação (art. 106). 
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Gabarito: Errado 
5. PM-BA – Soldado PM – 2012 – FCC (adaptada). 
De acordo com o Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Tocantins, em caráter transitório e 
mediante aceitação voluntária, poderá ser convocado para o serviço ativo, por ato do Governador 
do Estado, o policial militar 
a) da reserva remunerada 
b) da reserva não remunerada. 
c) excedente. 
d) agregado. 
e) reformado. 
Comentários 
A convocação para o serviço ativo mediante aceitação voluntária somente é aplicável aos militares 
estaduais da reserva remunerada. Os reformados não podem mais ser convocados. 
Gabarito: A 
6. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe (adaptada). 
Se o soldado da PM-TO deixar de comparecer, por mais de vinte e quatro horas consecutivas, à 
sua organização militar, sem licença e sem comunicar qualquer impedimento, será considerado 
ausente. 
Comentários 
Perfeito! Lembre-se sempre de que o prazo para que se configure a ausência é de 24h. 
Gabarito: Certo 
7. PM-CE – Soldado – 2012 – Cebraspe. 
Na apuração do tempo de contribuição do militar estadual não poderá ser computada 
superposição de tempos, de quaisquer naturezas. 
Comentários 
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DESUATALIZADA
Perfeito! Na aula de hoje você aprendeu que o tempo de contribuição do militar estadual será 
contado apenas uma vez quando estiver relacionado a determinado período, não sendo permitida 
a superposição de tempo na contagem. 
Gabarito: Certo 
8. PM-CE – Soldado – 2012 – Cebraspe. 
O policial militar reformado por incapacidade definitiva que for julgado apto em inspeção de 
saúde por junta superior, em grau de recurso ou revisão, poderá retornar ao serviço ativo, a 
qualquer tempo, por ato do governador do estado. 
Comentários 
O art. 128 traz essa regra, mas esse retorno ao serviço ativo não pode ocorrer a qualquer tempo, 
mas sim em no máximo dois anos, conforme regra do §1º. 
Gabarito: Errado 
9. PM-CE – Soldado PM – 2008 – Cebraspe (adaptada). 
Agregação é a situação em que o militar estadual em serviço ativo deixa de ocupar vaga na escala 
hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. A agregação ocorre quando o militar 
é nomeado para cargo não considerado de natureza militar. 
Comentários 
Esta questão aprofundou no tema da agregação, o que não é muito comum em concursos 
policiais. A definição de agregação está de acordo com o art. 107 do Estatuto, e a nomeação para 
cargo não considerado de natureza militar realmente é uma das hipóteses de agregação. 
Gabarito: Certo 
10. PM-AC – Soldado PM – 2008 – Cebraspe (adaptada). 
Um policial militar do estado do Tocantins utiliza-se de suas horas de folga para exercer a atividade 
de segurança particular de um importante vereador da cidade. Desempenha essa função 
utilizando-se de uniforme da corporação, apresenta-se de forma ostensiva no comitê político do 
vereador e, do mesmo modo, escolta-o na campanha eleitoral. Além dessa atividade, o militar 
pratica o exercício do comércio de roupas, na qualidade de sócio-gerente do estabelecimento. 
Considerando essa situação hipotética e com lastro no Estatuto dos Militares do Estado do 
Tocantins, julgue os seguintes itens. 
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==28c663==
Highlight
O uso do uniforme da corporação militar estadual descrito acima está em conformidade com os 
preceitos contidos no Estatuto dos Militares do Estado do Tocantins, contanto que o militar 
estadual fardado preserve as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos 
que ostenta. 
Comentários 
Já soa muito estranho um policial militar utilizar seu uniforme para prestar serviços particulares, 
não é mesmo!? Além disso, na situação descrita ele estaria utilizando o uniforme em 
manifestação político-partidária, o que é expressamente proibido pelo Estatuto. 
Gabarito: Errado 
11. PM-CE – Soldado – 2008 – Cebraspe. 
Não será computado, para nenhum efeito, o tempo que o militar estadual ficar afastado do 
exercício de suas funções em consequência de ferimentos ocorridos durante o serviço, na 
manutenção da ordem pública ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função militar. 
Comentários 
Segundo o art. 143 do Estatuto, o tempo em que o militar ficar afastadoem razão de ferimentos 
recebidos no exercício da função, bem como em razão de doença adquirida no exercício da função 
militar estadual, será computado como se ele estivesse em exercício efetivo. 
Gabarito: Errado 
12. PM-CE – Soldado – 2008 – Cebraspe. 
O falecimento de militar estadual da ativa acarreta o desligamento ou exclusão do serviço ativo a 
partir da data da ocorrência do óbito. 
Comentários 
Algumas vezes aparecem questões de prova que fazem a gente pensar o seguinte: e se não fosse 
assim, como seria!? Esta é uma delas. Obviamente o militar falecido é desligado do serviço ativo, 
e obviamente esse desligamento deve ser considerado a partir da data do óbito. Não tem muita 
opção...! 
Gabarito: Certo 
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LISTA DE QUESTÕES - LEI 2.578, DE 20/04/2012 E 
ALTERAÇÕES - MULTIBANCAS 
1. PM-CE – Oficial – 2014 – Cebraspe (adaptada). 
Em determinada operação policial, um sargento da PM-TO foi ferido e, durante o ano 
subsequente inteiro, permaneceu em tratamento de saúde. Após esse período, ele foi afastado 
temporariamente do serviço ativo, por ter sido julgado incapaz temporariamente. Nessa situação, 
ele passará à situação de excedente. 
2. PM-RO – Soldado PM – 2014 – FUNCAB (adaptada). 
Assinale a alternativa que aponta uma situação especial do policial militar: 
a) A agregação: situação na qual o policial da ativa deixa de ocupar a vaga na escala hierárquica 
do seu Quadro, nela permanecendo sem número. 
b) A reversão: situação transitória a que, automaticamente, passa o policial que é promovido 
indevidamente. 
c) A ausência: onde o policial militar deixa de comparecer a sua organização, por mais de 48 horas 
consecutivas, sem comunicar qualquer motivo de impedimento. 
d) A reversão: o policial, sendo o mais moderno na escala hierárquica do seu Quadro ou 
Qualificação, ultrapassando o efetivo fixado em Lei, em virtude de promoção sua ou de outro 
militar estadual em ressarcimento de preterição. 
e) A agregação: o policial é considerado como em efetivo serviço e concorre, sem nenhuma 
restrição, a qualquer cargo. 
3. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe. 
O estatuto veda, expressamente, ao militar estadual usar uniformes em manifestação de caráter 
político-partidário. 
4. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe. 
O militar que utiliza uniforme da corporação militar para, por exemplo, apresentação artística, 
responde por seu uso. Essa regra, entretanto, não se aplica ao uso isolado, sem o respectivo 
uniforme, de distintivos, insígnias, divisas e emblemas. 
5. PM-BA – Soldado PM – 2012 – FCC (adaptada). 
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De acordo com o Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Tocantins, em caráter transitório e 
mediante aceitação voluntária, poderá ser convocado para o serviço ativo, por ato do Governador 
do Estado, o policial militar 
a) da reserva remunerada 
b) da reserva não remunerada. 
c) excedente. 
d) agregado. 
e) reformado. 
6. PM-CE – Soldado PM – 2012 – Cebraspe (adaptada). 
Se o soldado da PM-TO deixar de comparecer, por mais de vinte e quatro horas consecutivas, à 
sua organização militar, sem licença e sem comunicar qualquer impedimento, será considerado 
ausente. 
7. PM-CE – Soldado – 2012 – Cebraspe. 
Na apuração do tempo de contribuição do militar estadual não poderá ser computada 
superposição de tempos, de quaisquer naturezas. 
8. PM-CE – Soldado – 2012 – Cebraspe. 
O policial militar reformado por incapacidade definitiva que for julgado apto em inspeção de 
saúde por junta superior, em grau de recurso ou revisão, poderá retornar ao serviço ativo, a 
qualquer tempo, por ato do governador do estado. 
9. PM-CE – Soldado PM – 2008 – Cebraspe (adaptada). 
Agregação é a situação em que o militar estadual em serviço ativo deixa de ocupar vaga na escala 
hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. A agregação ocorre quando o militar 
é nomeado para cargo não considerado de natureza militar. 
10. PM-AC – Soldado PM – 2008 – Cebraspe (adaptada). 
Um policial militar do estado do Tocantins utiliza-se de suas horas de folga para exercer a atividade 
de segurança particular de um importante vereador da cidade. Desempenha essa função 
utilizando-se de uniforme da corporação, apresenta-se de forma ostensiva no comitê político do 
vereador e, do mesmo modo, escolta-o na campanha eleitoral. Além dessa atividade, o militar 
pratica o exercício do comércio de roupas, na qualidade de sócio-gerente do estabelecimento. 
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==28c663==
Considerando essa situação hipotética e com lastro no Estatuto dos Militares do Estado do 
Tocantins, julgue os seguintes itens. 
O uso do uniforme da corporação militar estadual descrito acima está em conformidade com os 
preceitos contidos no Estatuto dos Militares do Estado do Tocantins, contanto que o militar 
estadual fardado preserve as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos 
que ostenta. 
11. PM-CE – Soldado – 2008 – Cebraspe. 
Não será computado, para nenhum efeito, o tempo que o militar estadual ficar afastado do 
exercício de suas funções em consequência de ferimentos ocorridos durante o serviço, na 
manutenção da ordem pública ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função militar. 
12. PM-CE – Soldado – 2008 – Cebraspe. 
O falecimento de militar estadual da ativa acarreta o desligamento ou exclusão do serviço ativo a 
partir da data da ocorrência do óbito. 
 
GABARITO 
 
 
1. Errado 
2. A 
3. Certo 
4. Errado 
5. A 
6. Certo 
7. Certo 
8. Errado 
9. Certo 
10. Errado 
11. Errado 
12. Certo 
 
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