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CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÔNIO CULTURAL - CRPC PLE
PROFª MARIA CLARA AMADO ALUNOS: Gabriel Fernandes | Guilherme Dias | Pedro Ainbinder1/4
FAZENDA
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FAZENDA
C A P Ã O D O B I S P O
CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÔNIO CULTURAL - CRPC PLE
PROFª MARIA CLARA AMADO ALUNOS: Gabriel Fernandes | Guilherme Dias | Pedro Ainbinder2/4
Pertencentes às terras do Engenho do Capão do Bispo, que integravam a 
enorme sesmaria dos jesuítas, a fazenda foi con�scada à Companhia de Jesus 
em 1759, sendo desmembrada e leiloada em 1761. A propriedade foi adquirida 
por D. Mascarenhas de Castelo Branco, o primeiro brasileiro nato a ser 
nomeado bispo na colônia, passando então a ser conhecida como Capão do 
Bispo. 
A casa está classi�cada no quarto grupo de tipologia das casas rurais do 
Distrito Federal do Rio de Janeiro: possui uma planta em formato retangular e 
simétrico, tendo como elemento central um pátio interno, rodeado por colunas 
toscanas, também presentes na varanda, a qual permite o ingresso a todos os 
cômodos. A setorização interna da casa (social, íntimo e serviço) é bem 
de�nida, proporcionando maior privacidade e funcionalidade. O acesso 
principal da casa é feito através de uma escada lateral que dá para a varanda, 
acima do pavimento inferior, utilizado como senzala. É importante ressaltar 
que a fazenda foi uma das pioneiras no plantio de café no Rio de Janeiro, 
atuando como sede de um dos principais centros disseminadores dessas 
mudas para o interior do país, plantações estas que representaram a base da 
economia do país no Segundo Reinado. A fazenda foi tombada em 30 de 
agosto de 1947 pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Hoje, através de uma associação denominada Amigos do Capão do Bispo, 
pretende-se reformar a propriedade e transformá-la num centro cultural de 
nome Centro Cultural André Rebouças, homenagem ao engenheiro militar 
negro, amigo pessoal do imperador, e que foi responsável pelo projeto de 
urbanização da região, que integrava a freguesia de Inhaúma, atual Cachambi.
Tendo em vista o desejo da comunidade local de ver as ruínas do Capão do 
Bispo transformadas em um centro cultural, optou-se, então, por dar vida a 
este projeto nessa proposta de restauro da propriedade.
O Centro Cultural André Rebouças foi então pensado para atender toda a 
comunidade da área e adjacentes:
“Colocando algo que é do povo a serviço do povo”. 
São essas palavras do presidente da associação Amigos do Capão do Bispo, 
Hélio de Assis, que guiaram nossa proposta de projeto. Fala essa que vem ao 
encontro das ideias intervencionistas de Viollet-le-Duc, no qual defendia de 
forma veemente a necessidade de uso para as edi�cações:
“O melhor meio para conservar um edifício é encontrar para ele uma 
destinação, e satisfazer tão bem todas as necessidades que exige essa 
destinação, que não haja modo de fazer modi�cações.”
(VIOLLET-LE-DUC, 2000, p. 65)
Segundo seus preceitos - que guiaram esta nossa proposta de restauro - o 
próprio uso torna-se uma forma de conservação da construção, pois tende esta 
a ser menos propícia a deterioração. Além disso, essa visão também abarca 
valores de cunho social, posto que mantendo vivo o seu uso, o edifício 
revela-se como um bem necessário para atender a população.
Com isso, nossa proposta de projeto pretende se debruçar sobre três 
elementos: o Casarão, a Praça e o Anexo.
- Casarão:
 Será dividido em parte superior e inferior:
Parte Superior - antiga casa grande, agora será parte integrante do Centro 
Cultural.
Parte Inferior - antiga senzala, agora se tornará Museu da Escravidão
- Praça: 
 Conectando a extensa área que vai da Av. Dom Hélder Câmara ao Casarão, 
será totalmente plana, possuindo espelho d’água e canteiros de árvores: um 
lugar de convívio publico.
- Edifício Anexo: 
 É o acesso da Praça até o nível do Casarão - situado a 12m de altura – por meio 
de escadas e elevadores. Esse anexo também faz parte do Centro Cultural, além 
de servir como setor administrativo do patrimônio, possuindo 5 pavimentos, 
sendo o último usado como um mirante.
Pav. inferior:
Museu da Escravidão
Pav. superior:
Centro Cultural
Casa Grande
Senzala
Centro Cultural
Museu da Escravidão
SITUAÇÃO HOJE
SITUAÇÃO PROPOSTA
PERSPECTIVA EXPLODIDA DA SITUAÇÃO PROPOSTA
Situação atual do Casarão do Capão do Bispo.
Através unicamente de movimentações de terra, rebaixa-se o pátio interno e
abre-se o pavimento inferior, permitindo pé-direito duplo e melhorando sua
iluminação natural e a circulação de ar.
A casa com uma boa circulação de ar e o pavimento inferior enclausurado.
CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÔNIO CULTURAL - CRPC PLE
PROFª MARIA CLARA AMADO ALUNOS: Gabriel Fernandes | Guilherme Dias | Pedro Ainbinder3/4
CORTE LONGITUDINAL
0 1m 2m 5m
PLANTA DE SITUAÇÃO
0 1m 2m 5m
1. centro cultural + museu da escravidão
2. edifício anexo / centro cultural
3. mirante
5. estátua homenagem à Marielle Franco
4. praça
1
1
3
3
4
4 5
5
2
2
Vista do acesso do complexo pela Av. Dom Hélder Câmara. Vista para o Casarão através do pavimento-mirante do Edifício Anexo.
FACHADA POSTERIOR
FACHADA FRONTAL FACHADA LATERAL
FACHADA LATERAL
CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÔNIO CULTURAL - CRPC PLE
PROFª MARIA CLARA AMADO ALUNOS: Gabriel Fernandes | Guilherme Dias | Pedro Ainbinder4/4
0 1m 2m 5m
0 1m 2m 5m0 1m 2m 5m
0 1m 2m 5m
enraizamento de vegetação 
diferença de texturas
esquadria original alterada 
�ssura
desprendimento de reboco
microrganismos/fungos
fechamento de vãos
deterioração da madeira
umidade
desprendimento de partes
desprendimento de pintura
sujidade
MAPA DE DANOS
enraizamento de
vegetação 
deterioração da
madeira 
desprendimento
de reboco 
fechamento de vãos diferença de texturas desprendimento
de partes 
desprendimento
de pintura 
esquadria original
alterada 
�ssura umidade sujidade microrganismos/fungos 
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - UFRJ 
Conservação e Restauração de Patrimônio Cultural/FAA - PLE 
Profª: Maria Clara Amado 
Alunos: Gabriel Fernandes, Guilherme Dias e Pedro Ainbinder 
 
 
Relatório sobre Compromissos Patrimoniais e Salvador e 
Relatório sobre Bens Materiais e Imateriais tombados pelo 
IPHAN.   
 
  Compromissos patrimoniais Brasília e Salvador   
 
 A memória da cidade é acumulada pelos patrimônios materiais e imateriais, como 
paisagem cultural, bairros históricos, residência de habitantes, costumes e técnicas 
tradicionais. No entanto, algumas cidades demoliram as relíquias culturais para a 
transformação da cidade, resultando em o destroço do espaço cultural, a ruptura do 
desenvolvimento histórico e até o desaparecimento da memória com processo de 
urbanização, como promove a construção cultural e a preservação da cidade é um 
assunto urgente. Em 1970, o encontro de governadores, prefeitos e autoridades da área 
de cultura emitiu o Compromisso de Brasília, reforçando o papel do estado na proteção 
dos bens culturais e atribui às universidades a pesquisa histórica e a elaboração de 
inventário dos bens regionais. No ano seguinte, realiza-se no Compromisso de Salvador 
(1971), recomendo a criação de legislação complementar com a orientação do IPHAN, a 
criação de fundos necessários à realização de obras em edifícios tombados, a proteção 
eficaz paisagística, arquitetônica e cultural combinada com turismo. Todavia, devem-se 
enfatizar algumas ideias para aprofundar o conteúdo da proteção do patrimônio cultural. 
 Primeiro, a proteção do patrimônio cultural não só emissão dos governadores e 
trabalhadores profissionais, mas também tem relação com interesse cultural dos 
cidadãos. A investigação, proteção e divulgação do patrimônio cultural precisam da 
ampla participação do público.Quando os habitantes guardarem as riquezas culturais 
duradouramente e conscientemente, os patrimônios permanecem a forte vitalidade. 
Segundo, no aspecto da proteção dos tipos de patrimônios, hoje tem-se que prestar 
atenção na proteção dos patrimônios em movimento e legado vivo. A proteção não 
significa morta ou estática e possivelmente é em movimento, desenvolvido e cheia do 
espírito da vida. Até hoje muitos patrimônios culturais ainda desempenham um papel 
muito importante da vida das pessoas, como ruas tradicionais, aldeias históricas, aldeias 
étnicas. Terceiro, no aspecto do espaço da proteção. Antigamente, o foco da proteção 
era uma unidade como uma ponte ou uma torre, mas hoje no campo da proteção é 
necessário transformar de uma única relíquia ou um edifício antigo, bairro histórico e 
cultural, aldeias e vilas históricas, para ampliar o espaço a mais amplo como "rotas 
culturais", por exemplo, na China, a Rota da Seda inclui a rota do deserto, da pradaria 
do mar, ligando dezenas países. Quarto, no aspecto da escala do tempo da proteção. 
Quando se preserva as riquezas antigas e modernas, não se esquece do patrimônio do 
século 21 e contemporânea. Especialmente atualmente com a mudança rápida da 
sociedade, se não explorar e preservar os patrimônios de imediato, provavelmente está 
memória vai ser encerrada até desparecer. 
Quinto, no aspecto da qualidade da proteção, por muito tempo, o Palácio Real, os 
túmulos dos imperadores, igrejas anteriormente foram incluídos no âmbito de proteção, 
mas a herança cultural popular é considerada normal e não importante. No entanto, são 
estas heranças que refletem a vida real do povo, registrando suas emoções e provocando 
uma sensação de afinidade, identidade e coesão. Ao mesmo tempo, eles possuem uma 
identidade nacional, características regionais, é uma importante forma de expressão da 
diversidade cultural. 
 Sexto, no aspecto da forma de proteção do patrimônio cultural, no passado, "a 
proteção” ênfase sobre os elementos materiais. Atualmente, devemos dar importância a 
proteção do elemento material e não-material, mostrando os avanços na compreensão do 
patrimônio cultural. A ênfase na exploração e preservação é patrimônio imaterial como 
valores espirituais, ideias e modos de vida. Além disso, também explora ativamente a 
maneira eficaz científica de uma combinação de material e não-material da proteção do 
patrimônio cultural, como o reforço da proteção do "espaço cultural", bem como 
realizar a prática de "eco-museu" de proteção. 
 A proteção de objetos do patrimônio cultural e de escopo amplo irá afetar 
profundamente o desenvolvimento da cultura urbana. Como um historiador disse: 
“quando a história se torna memória e tudo ficou quieto, a única coisa reserva é a 
cultura na forma de material ou imaterial, que é a evidência do caráter independente de 
nossa nação, mas também como a confiança sólida para o futuro e a fonte de força e 
sabedoria.” Com certeza as cidades bem sucedidas e vitais do século XXI são cidades 
culturais. 
 
BENS MATERIAIS TOMBADOS PELO IPHAN: 
 
1. Museu da Abolição (PE) 
 
O primeiro bem material tombado escolhido é o Museu da Abolição, 
localizado no bairro da Madalena, em Recife, Pernambuco. O Sobrado Grande 
da Madalena, foi casa do abolicionista e primeiro ministro de Dom Pedro II, 
João Alfredo Corrêa, quem teve participação decisiva na promulgação da Lei do 
Ventre Livre (1871) e assegurou a aprovação parlamentar da Lei Áurea (1888). 
O casarão pertencia a família de João Alfredo Corrêa, desde o século XVII, 
quando ainda era um engenho de açúcar. 
A proposta do casarão de virar um museu é 1954, elaborada pelo Profº 
Martiniano Fernandes, com o intuito de homenagear, o próprio João Alfredo 
Corrêa, como Joaquim Nabuco, outro abolicionista. O tombamento do edifício 
data de 1966, quando foi, enfim, reconhecida oficialmente sua relevância 
histórica e, assim, o DPHAN o tomba como Patrimônio Nacional.Em 1975, 
termina sua primeira restauração e é instalado nele o 1° distrito do DPHAN. O 
museu foi, oficialmente inaugurado, em 1983 com a exposição: ​O Processo 
Abolicionista Através dos Textos Oficiais. 
A escolha do Museu da Abolição justifica-se pelo propósito que demos 
ao Casarão no Capão do Bispo. Um museu voltado a cultura e memória 
afrodescendente e africana. Dar voz e espaço à comunidade negra, além de um 
resgate histórico para que a atrocidade que acontecera no Brasil não seja 
esquecida, muito pelo o contrário. 
 
2. Olinda (PE) 
 
Olinda se destaca por seus, excepcionais exemplos de arquitetura 
religiosa dos séculos XVI e XVII, como o Convento e Igreja de Nossa Senhora 
do Carmo, e o Convento de Nossa Senhora das Neves que integra o conjunto 
arquitetônico do Convento de São Francisco. Seu acervo representativo de várias 
épocas integra-se de maneira exemplar ao sítio físico, formando um conjunto 
peculiar, cuja atmosfera é garantida pela presença do mar e da vegetação. O 
caráter próprio e diferenciado da cidade está nessa ambiência paisagística, que a 
identifica ao longo da história. 
Olinda, a segunda cidade brasileira a ser tombada como Patrimônio 
Histórico e Cultural da Humanidade, pela UNESCO, em 1982, após Ouro Preto 
e seu conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico havia sido tombado, pelo 
Iphan, em 1968. O centro histórico da cidade vizinha à capital de Pernambuco, 
Recife, conta com 1,2 km² de área e cerca de 1500 imóveis que possuem 
diversos estilos arquitetônicos, desde edifícios coloniais, século XVI, à fachadas 
de azulejos dos séculos XVIII e XIX. Uma das mais antigas cidades do Brasil, 
Olinda é, predominantemente, residencial e marcada por espaços exíguos, pelo 
casario e seus quintais arborizados. Os espaços maiores foram reservados aos 
largos e praças que, definidas pelos edifícios religiosos, são responsáveis em 
grande parte pela estruturação da malha urbana. 
Como diz a música de Almir Rouche que deixou de ser uma marchinha 
de carnaval para se tornar um hino nas ladeiras de Olinda: 
 
Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar 
Faz vibrar meu coração, de amor a sonhar 
 
Olinda é de fato uma cidade que inspira pelas suas belezas, pelo 
seu encanto. Olinda é uma cidade que te abraça seja pelo vento do mar que faz 
mexer os coqueirais, seja pela arquitetura que acompanha a sinuosidade de sua 
malha, do ondulado de suas ladeiras e que inspira pelo povo que luta e que 
carrega na alma a inspiração de povo resistente, antes de tudo, um forte. Olinda, 
sem dúvidas, é uma cidade que carrega uma força e uma beleza histórica, que faz 
história e que faz vibrar o coração, de amor a sonhar. E por isso, justifica-se sua 
escolha em nossa análise. 
 
 
 
BENS IMATERIAIS TOMBADOS PELO IPHAN: 
 
1. Frevo (PE) 
 
O Frevo é uma forma de expressão musical, coreográfica e poética 
densamente enraizada em Recife e Olinda, Pernambuco. Surgiu no final do 
século XIX, no Carnaval, em um momento de transição e efervescência social, 
como expressão das classes populares na configuração dos espaços públicos e 
das relações sociais nessas cidades. Em 2012, o Frevo: expressão artística do 
Carnavalde Recife foi incluído na Lista Representativa do Patrimônio Cultural 
Imaterial da Humanidade da Unesco. 
O Frevo conhecido por suas danças animadas, melodias instigantes e 
pelas sombrinhas coloridas, é antes de tudo um ato de resistência da cultura 
popular. É uma reafirmação do povo. A história do Frevo está registrada na 
memória coletiva dos pernambucanos, nos modos como essas pessoas povoam o 
ambiente sociocultural do Recife. É uma manifestação artística, cultural, social e 
política pernambucana, que desempenha importante papel na formação da 
música brasileira, sendo uma de suas várias raízes. 
Mais uma vez, reforçamos a importância de apoiar a cultura popular e 
suas lutas. Sua resistência através do tempo. Seja na escolha do Frevo, como na 
sua relação com a proposta para o Casarão do Bispo. 
 
2. Marabaixo (AP) 
 
O Marabaixo é uma expressão cultural de devoção e resistência formado 
nas tradições, na organização e na identificação com as comunidades negras do 
Amapá. Seu nome remonta às mortes dos negros escravizados em navios 
negreiros, que eram jogados na água. Em sua homenagem, hinos de lamento 
eram cantados mar abaixo, mar acima. Posteriormente o Marabaixo se integraria 
com a devoção e fé do povo negro no Amapá. A importância histórica e a 
relevância para a fé do povo negro amapaense manifestada através desta 
expressão, consiste em homenagens que ocorrem durante o ciclo do Marabaixo, 
que começa sempre na Páscoa e termina no Domingo do Senhor (primeiro 
domingo após Corpus Christi). 
Além de toda a sua ligação com o povo negro e sua história, assim como 
o Casarão do Capão do Bispo, a escolha do tema dar-se-a também pelo época 
em que vivemos, com tudo o que vem acontecendo no Amapá e com o povo 
amapaense nas últimas semanas e que só começou a ter visibilidade no resto do 
país nesta última semana. É preciso olhar para fora do eixo sudeste-sul, é preciso 
olhar para o Nordeste, para o Norte, para o Centro-Oeste. Escolhemos o 
Marabaixo, porque é um grito de resistência da comunidade negra do Amapá, 
assim como as manifestações que o povo amapaense vem dando nestas semanas, 
lutando para ser tratado com dignidade e respeito. A escolha vem, justamente, na 
intenção de reforçar sua imagem e cultura, mesmo que seja apenas um trabalho 
acadêmico, mesmo que não seja divulgado, é preciso falar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIA: 
 
http://museus.cultura.gov.br/espaco/6102 
 
https://www.folhape.com.br/cultura/museu-da-abolicao-e-restaurado-em-perna
mbuco/154116/ 
 
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/351/ 
 
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/62/ 
 
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1941 
 
http://museus.cultura.gov.br/espaco/6102
https://www.folhape.com.br/cultura/museu-da-abolicao-e-restaurado-em-pernambuco/154116/
https://www.folhape.com.br/cultura/museu-da-abolicao-e-restaurado-em-pernambuco/154116/
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/351/
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/62/
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1941

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