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Studocu no está patrocinado ni avalado por ningún colegio o universidad. Resumo Sensação e Percepção Neurociências dos Processos Psicológicos Básicos (Universidade Presbiteriana Mackenzie) Studocu no está patrocinado ni avalado por ningún colegio o universidad. Resumo Sensação e Percepção Neurociências dos Processos Psicológicos Básicos (Universidade Presbiteriana Mackenzie) Descargado por Vitor Henrique (vh0494063@gmail.com) lOMoARcPSD|7485818 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-presbiteriana-mackenzie/neurociencias-dos-processos-psicologicos-basicos/resumo-sensacao-e-percepcao/71522717?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-presbiteriana-mackenzie/neurociencias-dos-processos-psicologicos-basicos/3422688?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-presbiteriana-mackenzie/neurociencias-dos-processos-psicologicos-basicos/resumo-sensacao-e-percepcao/71522717?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-presbiteriana-mackenzie/neurociencias-dos-processos-psicologicos-basicos/3422688?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao 6.1 O que são sensação e percepção? O que queremos dizer com processamento bottom-up (de baixo para cima) e processamento top-down (de cima para baixo)? Sensação é processo pelo qual nossos receptores sensoriais e o sistema nervoso recebem e representam energias de estímulo do nosso ambiente. Percepção é o processo de organizar e interpretar essa informação, viabilizando o reconhecimento dos eventos significantes. Sensação e percepção são partes de um processo contínuo. O processamento bottom-up é a análise sensorial que começa no nível de entrada, com a informação fluindo dos receptores sensoriais para o cérebro. O processamento top-down é o processamento da informação guiado por processos mentais de alto nível, como acontece quando construímos percepções filtrando a informação através da nossa experiência e expectativas. 6-2 Quais são as três etapas básicas para todos os nossos sistemas sensoriais? Nossos sentidos (1) recebem estimulação sensorial (frequentemente usando células receptoras especializadas); (2) transformam essa estimulação em impulsos neurais; e (3) fornecem informação neural para o cérebro. Transdução é o processo de converter uma forma de energia para outra. Pesquisadores em psicofísica estudam as relações entre as características físicas dos estímulos e a nossa experiência fisiológica desses estímulos. 6-3 Qual é a diferença entre limiares absolutos e limiares de diferenciais e qual efeito, se houver, os estímulos abaixo do limiar absoluto exercem sobre nós? Nosso limiar absoluto para qualquer estímulo é a estimulação mínima necessária para tenhamos consciência desse estímulo 50% do tempo. A teoria da detecção de sinais prediz como e quando detectamos a presença de um estímulo tênue em meio à estimulação secundária. Os limiares absolutos individuais variam, dependendo da força do sinal e também da nossa experiência, expectativas, motivação e vigília. Nosso limiar diferencial (também chamado diferença apenas perceptível) é a diferença que conseguimos discernir entre dois estímulos 50% das vezes. A lei de Weber afirma que dois estímulos devem ter uma diferença percentual mínima constante (não uma quantidade constante) para serem percebidos como estímulos diferentes. Pré-ativação (a ativação frequentemente inconsciente de certas associações que podem predispor a percepção, memória ou resposta de uma pessoa) mostra que processamos algumas informações a partir de estímulos abaixo do nosso limiar absoluto da percepção consciente. 6-4 A sensação subliminar viabiliza a persuasão subliminar? Os estímulos subliminares são aqueles fracos demais para serem detectados 50% das vezes. Embora a sensação subliminar seja um fato, essas sensações são fugazes demais para permitirem a exploração com mensagens subliminares: Não há um efeito poderoso, duradouro. 6-5 Qual é a função da adaptação sensorial? A adaptação sensorial (ou sensibilidade reduzida a odores, sons e toques Resumo N1 quarta-feira, 29 de março de 2023 16:06 Página 1 de Resumo N1 neuro Descargado por Vitor Henrique (vh0494063@gmail.com) lOMoARcPSD|7485818 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao A adaptação sensorial (ou sensibilidade reduzida a odores, sons e toques constantes ou rotineiros) concentra a nossa atenção em alterações informativas no nosso ambiente. 6-6 Como as nossas expectativas, contextos, motivação e emoções influenciam as nossas percepções? O conjunto perceptivo é uma predisposição mental que funciona como uma lente através da qual percebemos o mundo. Nossos conceitos aprendidos (esquemas) nos pré-ativam para organizarmos e interpretarmos de certas maneiras os estímulos ambíguos. Nosso contexto físico e emocional, bem como a nossa motivação, pode criar expectativas e influenciar a nossa interpretação dos eventos e comportamentos. Visão: Processamento Sensorial e Perceptivo 6-7 Quais são as características da energia que vemos como luz visível? Quais estruturas no olho ajudam a focalizar essa energia? O que vemos como luz é apenas uma fina fatia do amplo espectro da energia eletromagnética. A porção visível para os humanos vai do comprimento e onda azul-violeta até o vermelho. Após entrar no olho e se focalizadas por uma lente, as partículas de energia atingem a superfície interna do olho, a retina. O matiz que percebemos em uma luz depende do seu comprimento de onda e o seu brilho depende de sua intensidade. 6-8 Como os bastonetes e cones processam informações e qual é o caminho percorrido pela informação, do olho ao cérebro? A luz que entra no olho desencadeia uma reação química nos bastonetes sensíveis à luz e nos cones sensíveis à cor na parte traseira da retina, que converte a energia luminosa em impulsos neurais. Após o processamento pelas células bipolares e ganglionares, os impulsos neurais viajam da retina através do nervo ótico até o tálamo e daí para o córtex visual. 6-9 Como percebemos a cor no mundo à nossa volta? Segundo a teoria tricromática (três cores) de Young-Helmholtz, a retina contém três tipos de receptores de cor. A pesquisa contemporânea encontrou três tipos de cones, cada um mais sensível aos comprimentos de onda de uma das três cores primárias da luz (vermelho, verde ou azul). A teoria do processo oponente de Hering propôs outros três processos (vermelho versus verde, azul versus amarelo, preto versus branco). A pesquisa confirmou que no caminho até o cérebro os neurônios na retina e o tálamo codificam a informação relacionada à cor, proveniente dos cones, em pares de cores oponentes. Essas duas teorias, e a pesquisa que as suporta, mostram que o processamento da cor ocorre em dois estágios. 6-10 Onde estão situados os detectores de características e o que eles fazem? Detectores de características, situados no córtex visual, respondem a características específicas do estímulo visual, como forma, ângulo ou movimento. Grupos de supercélulas em outras áreas críticas respondem a padrões mais complexos. 6-11 Como o cérebro usa o processamento paralelo para construir percepções visuais? Atravésdo processamento paralelo, o cérebro lida simultaneamente com muitos aspectos da visão (cor, movimento, forma e profundidade). Outras equipes neurais Página 2 de Resumo N1 neuro Descargado por Vitor Henrique (vh0494063@gmail.com) lOMoARcPSD|7485818 aspectos da visão (cor, movimento, forma e profundidade). Outras equipes neurais integram os resultados, comparando-os com a informação armazenada e permitindo as percepções. 6-12 Como os psicólogos da Gestalt compreendiam a organização perceptiva e como os princípios de figura e fundo e de agrupamento contribuem para nossas percepções? Os psicólogos da Gestalt buscaram regras por meio das quais o cérebro organiza fragmentos de dados sensoriais em gestalts (da palavra alemã que significa “todo”), ou formas significantes. Apontando que o todo pode exceder a soma de suas partes, eles observaram que filtramos a informação sensorial e construímos as nossas percepções. Para reconhecermos um objeto, primeiro precisamos perceber esse objeto (vê-lo como uma figura) diferente do seu entorno (o fundo). Trazemos ordem e forma aos estímulos organizando-os em grupos significantes, seguindo regras como proximidade, continuidade e fechamento. 6-13 Como utilizamos os indicadores binoculares e monoculares para perceber o mundo em três dimensões e como percebemos o movimento? Percepção de profundidade é a nossa capacidade para ver objetos em três dimensões e julgar a distância. O abismo visual e outras pesquisas demonstram que muitas espécies percebem o mundo em três dimensões ao nascer ou logo depois disso. Os indicadores binoculares, como a disparidade retiniana, são indicadores de profundidades que contam com informações dos dois olhos. Os indicadores monoculares (como o tamanho relativo, a interposição, a altura relativa, o movimento relativo, a perspectiva linear e a luz e sombra) nos fazem julgar a profundidade usando informações transmitidas por apenas um dos olhos. À medida que os objetos se movem, supomos que os objetos que diminuem de tamanho estão se afastando e que os objetos que aumentam de tamanho estão se aproximando. Uma sucessão rápida de imagens na retina consegue criar uma ilusão de movimento, como no movimento estroboscópico ou no fenômeno fi. 6-14 Como as constâncias perceptivas nos ajudam a construir percepções significativas? A constância perceptiva nos permite perceber os objetos como estáveis apesar da imagem variável que ele lança em nossas retinas. A constância de cor é nossa capacidade para perceber uma cor consistente nos objetos, embora a iluminação e os comprimentos de onda variem. Constância de brilho (ou claridade) é a nossa capacidade para perceber um objeto como uma claridade constante, mesmo quando sua iluminação — a luz incidente sobre o mesmo — varia. Nosso cérebro constrói a nossa experiência de cor ou brilho de um objeto através de comparações com outros objetos circundantes. A constância de forma é nossa capacidade para percebermos objetos familiares (como uma porta abrindo) sem variação na forma. A constância de tamanho é perceber os objetos com tamanho invariável apesar da variação das imagens retinianas. Conhecer o tamanho de um objeto nos dá pistas de sua distância; conhecer a sua distância fornece pistas do seu tamanho, mas às vezes lemos equivocadamente os indicadores da distância monocular e chegamos às conclusões erradas, como na ilusão da Lua. 6-15 O que a pesquisa a respeito da visão restaurada, da restrição sensorial e da adaptação perceptiva revela sobre os efeitos da experiência na percepção? Página 3 de Resumo N1 neuro Descargado por Vitor Henrique (vh0494063@gmail.com) lOMoARcPSD|7485818 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao percepção? A experiência guia nossas interpretações perceptivas. As pessoas cegas de nascença que adquiriram a visão após cirurgia não têm experiência para reconhecer visualmente formas e faces completas. A pesquisa de restrição sensorial indica que existe um período crítico para alguns aspectos do desenvolvimento sensorial e perceptivo. Sem a estimulação precoce, a organização neural cerebral não se desenvolve normalmente. As pessoas que recebem óculos que mudam o mundo ligeiramente para a esquerda ou direita, ou mesmo de ponta cabeça, experimentam adaptação perceptiva. Inicialmente elas ficam desorientadas, mas tratam de se adaptar ao seu novo contexto Os Sentidos Não Visuais 6-16 Quais são as características das ondas de pressão do ar que ouvimos como som? As ondas sonoras são banda de ar comprimido e expandido. Nossos ouvidos detectam essas mudanças na pressão do ar e as transformam em impulsos neurais, que o cérebro decodifica como som. As ondas sonoras variam em amplitude, que percebemos como volume diferente, e em frequência, que percebemos como tom diferente. 6-17 Como o ouvido transforma a energia sonora em mensagens neurais? A orelha externa é a porção visível da orelha. A orelha média é a câmara entre o tímpano e a cóclea. A orelha interna consiste na cóclea, nos canais semicirculares e nos sacos vestibulares. Através de uma cadeia mecânica de eventos, as ondas sonoras que viajam, pelo canal auditivo provocam minúsculas vibrações no tímpano. Os ossos da orelha média amplificam as vibrações e as retransmitem para a cóclea cheia de fluido. As ondulações na membrana basilar, causadas por mudanças de pressão no fluido coclear, provoca o movimento das células ciliadas, desencadeando o envio de mensagens neurais (via tálamo) para o córtex auditivo no cérebro. A perda auditiva neurossensorial (ou surdez nervosa) resulta de danos às células ciliadas da cóclea ou de seus nervos associados. A perda auditiva condutiva resulta de danos ao sistema mecânico que transmite as ondas sonoras para a cóclea. Os implantes cocleares conseguem restaurar a audição de algumas pessoas. 6-18 Como detectamos o volume, discriminamos o tom e localizamos os sons? O volume não está relacionado com a intensidade da resposta de uma célula ciliada. O cérebro interpreta o volume a partir de uma série de células ciliadas ativadas. A teoria da codificação de lugar explica como percebemos sons agudos e a teoria da frequência explica como percebemos sons graves. (Uma combinação das duas teorias explica como ouvimos os tons na faixa média.) A teoria da codificação de lugar propõe que o nosso cérebro interpreta um tom particular decodificando o lugar onde a onda sonora estimula a membrana basilar da cóclea. A teoria da frequência propõe que o cérebro decifra a frequência dos impulsos neurais que percorrem o nervo auditivo até o cérebro. As ondas sonoras atingem uma orelha antes e mais intensamente do que a outra. Para situar os sons, o cérebro analisa as diferenças ínfimas nos sons recebidos pelas duas orelhas e calcula a origem do som. Página 4 de Resumo N1 neuro Descargado por Vitor Henrique (vh0494063@gmail.com) lOMoARcPSD|7485818 Página 5 de Resumo N1 neuro Descargado por Vitor Henrique (vh0494063@gmail.com) lOMoARcPSD|7485818 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-sensacao-e-percepcao