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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: BÁRBARA HELENA BARBOSA GOMES DA SILVA 2. Matrícula: 5436124 3. Curso: FARMÁCIA 4. Turma: FLC89996BFR 5. Disciplina: MICROBIOLOGIA (19958) 6. Tutor(a) Externo(a): LARISSA ALESSANDRA DA CUNHA HERREIRA DADOS DA PRÁTICA 1. Título: MICROCULTIVO DE BOLORES (ASPERGILLUS SP.) 2. Semestre: 2024/2 3. Data: 13/08/2024 INTRODUÇÃO A técnica do microcultivo de bolores preserva a estrutura dos esporos sobre as hifas e mantém íntegras as estruturas formadoras de esporos, o que facilita a visualização. “A Micologia compreende um vasto campo de estudo, envolvendo microrganismos conhecidos por fungos, leveduras e actinomicetos, embora estes últimos estejam hoje classificados entre as bactérias. O estudo interessa a vários setores científicos e industriais”. (OLIVEIRA, 2014. p. 21). OBJETIVOS Identificar um fungo filamentoso; Identificar estruturas fúngicas vegetativas e de esporulação; Aprender e reportar o resultado visualizado. MATERIAIS Microscópio; Placas de Petri; Bisturi; Lâminas; Alça descartável; Gaze; Água destilada; KOH; Lactofenol. METODOLOGIA 1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Foram colocados os EPIs que estavam no armário. 2. PREPARANDO O FLUXO LAMINAR CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD Ligou-se a ventilação do fluxo laminar. Foi acendido a luz e aberto a janela do fluxo. 3. PREPARANDO A AMOSTRA Foi extraído uma secção do meio de cultura, do tamanho adequado. Em seguida, colocou-se o meio cortado em cima da lâmina que está na placa de Petri. 4. INOCULANDO O FUNGO Foi retirado uma pequena porção da cultura do fungo filamentoso e depositado nas quatro extremidades do meio de cultura com o auxilio da alça descartável. Colocou-se a lamínula em cima da área ocupada pelo meio de cultura. Foi umedecido a gaze com água destilada e levada para o interior da placa de Petri, formando uma câmara úmida. Em seguida, vedou-se a placa de Petri e incubou por sete dias. 5. OBSERVANDO NO MICROSCÓPIO Retirou-se a vedação da Placa de Petri, após passado o período de uma semana. Foi escolhida uma das duas soluções disponíveis, e pingou-se uma gota na lâmina e colocado uma lamínula em cima dessa lâmina. Foi levado para o microscópio e visualizado com objetiva de 40X. 6. AVALIANDO OS RESULTADOS Os resultados da prática foram respondidos no tópico “Resultados e discussões” deste relatório. 7. FINALIZANDO O EXPERIMENTO A limpeza de todos os materiais utilizados foi feita e desligado o microscópio. RESULTADOS E DISCUSSÕES Foi possível visualizar e identificar as estruturas fúngicas vegetativas e a esporulação, com o uso do lactofenol e do KOH. A prática foi muito boa para o aprendizado e o objetivo foi alcançado. 1. Cite as principais consequências de cortar o meio de cultura pequeno ou grande demais. Ao cortar pequeno demais pode causar a diminuição de nutrientes para o crescimento e afetar a sobrevivência do microrganismo. E ao cortar grande demais terá uma diluição dos nutrientes, dificultando a identificação e presença dos microrganismos. 2. Qual a diferença prática (vista no microscópio) do lactofenol para o KOH? O lactofenol permite a visualização corando as estruturas fúngicas e o KOH permite a visualização dissolvendo as células vegetais, deixando somente as estruturas fúngicas visíveis. CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGISTRO FOTOGRÁFICO Durante a prática realize 1 registro fotográfico em que você aparece executando a prática. Você pode tirar um selfie. REFERÊNCIAS OLIVEIRA, Jeferson Carvalhaes de. Tópicos em Micologia Médica / Jeferson Carvalhaes de Oliveira – Rio de Janeiro; 2014. 230 págs,; il. col. Revisado 2022.