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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 
Questões 
1- AS NORMAS JURÍDICAS SÃO DOTADAS DE COERCIBILIDADE, QUE É A 
RESPONSABILIDADE DE SE TER A COAÇÃO, COMO FORMA DE CONSTRANGER (OBRIGAR) 
A PESSOA AO CUMPRIMENTO DA NORMA JURÍDICA. ISSO OCORRE MEDIANTE A 
PREVISÃO E A IMPOSIÇÃO DE SANÇÃO. EXPLIQUE O QUEVEM A SER SANÇÃO: 
R: SANÇÃO PODE SER CONSIDERADA UMA PUNIÇÃO PARA ALGUÉM QUE VENHA 
DESCUMPRIR OU VIOLAR UMA LEI PENAL. E TAMBÉM USADA PARA “FORÇAR” POSSÍVEIS / 
PROVÁVEIS VIOLADORES A CUMPRIR O QUE ELAS DETERMINAM OU REPARAR ALGUM 
TIPO DE MAL CAUSADO PELA VIOLAÇÃO, OU A SE SUBMETER ÀS PENAS LEGAIS. 
 
2- DESCREVA O CONCEITO DE DIREITO OBJETIVO: 
R: O DIREITO OBJETIVO É O CONJUNTO DE NORMAS QUE O ESTADO MANTÉM EM 
VIGOR, QUE PRESCREVEM CONDUTAS E REGULAM A VIDA EM SOCIEDADE, FORMANDO O 
ORDENAMENTO JURÍDICO. 
3- DISSERTE SOBRE EQUIDADE: 
R: EQUIDADE É O RESPEITO PELO DIREITO DE CADA PESSOA, ADEQUANDO A NORMA 
AO CASO CONCRETO, PELO QUE SE CONSIDERE JUSTO. POR MEIO DELA, O JUIZ SUAVIZA 
O RIGOR DA NORMA JURÍDICA ABSTRATA. 
 
4- MENCIONE UM RAMO DO DIREITO PÚBLICO INTERNO: 
R: DIREITO CONSTITUCIONAL, DIREITO ADMINISTRATIVO, DIREITO TRIBUTÁRIO, 
DIREITO FINANCEIRO, DIREITO ECONÔMICO, DIREITO PENAL / CRIMINAL, DIREITO 
PROCESSUAL, DIREITO DA SEGURIDADE SOCIAL, DIREITO AMBIENTAL, DIREITO 
INTERNACIONAL PRIVADO E DIREITO ELEITORAL. 
======================================================================= 
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO 
Direito = Directum = retidão, correto, "jus" santo puro justo ideia de justiça. 
 1 - O Direito não permite o duelo - significa a norma, a lei, a regra social obrigatória. 
2 - O estudo do Direito tem o direito de legislar - Faculdade, poder, prerrogativa, que o estado tem 
de criar leis. 
3 - A Educação é o Direito da criança - significa o direito por justiça. 
4 - Cabe ao Direito estudar a criminalidade - significa ciências, mas exatamente a ciência do Direito. 
5 - O Direito constitui um setor da vida social - fenômeno da vida coletiva. Ao lado dos fatos 
econômicos artísticos, culturais esportivos. O direito é um fato social. 
 Sistema e Ordenamento Jurídico 
O sistema é um complexo de estrutura e repertório. 
Repertório - é o conjunto de elementos (normativos e não normativos) 
Estrutura - é o conjunto de regras que determinam as relações entre os elementos. 
0, 2, 4, 6, 8 - Algarismo (Gustavo) 
 
 
 
- Há uma limitação na norma. 
 
- Há duas exigências: ser algarismos e ser pares. 
 
* Precisa ser eficaz e rápido - Precisou ter uma ordem. 
 
 Regras Estruturais: Coesão, Coerência e a Completude. 
 Coesão (hierarquia das normas) - A Hierarquia estabelece que existam normas jurídicas e, 
portanto, válidas, superiores e mais fortes e regras jurídicas inferiores e mais fracas. 
 Coerência / Consistência (Eu não posso ter duas normas que tratam diferentes o mesmo assunto) 
- Em sendo o Direito um conjunto de normas que deve permitir a resolução de controvérsias com o 
mínimo de perturbação social, não podem existir duas normas que ofereçam ao mesmo tempo, uma 
solução contrária. 
 Completude (capacidade de criar novas normas além das já existentes /jurisprudência) - 
Pressupõe sua capacidade para resolver todos os conflitos sociais, ainda que seja necessária à 
criação de uma norma jurídica sentencial pelo juiz para suprir a ausência de norma jurídica legal 
estabelece que eventuais lacunas do ordenamento sejam preenchidas, pelo juiz, caso a caso. 
 
 
Antinomia (Conflito das Normas) 
 - Critério hierárquico (Lex Superior Dirogat legi inferior) - deve prevalecer a norma de hierarquia 
superior em face da norma inferior. 
- Critério Cronológico (Lex Posterior Dirogat legi priori) indica que a norma mais recente deve 
prevalecer sobre a norma mais antiga. No entanto, este critério só tem aplicabilidade entre normas 
de mesma hierarquia. 
- Critério de Especialidade (Lex Speciales Dirogat legi generale) - a norma especial prevalece, 
quanto a matéria específica ali tratada, sobre a norma geral. 
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 
CONCEITOS JURÍDICOS FUNDAMENTAIS 
 Direito Positivo 
- É o direito institucionalizado 
- É ordem jurídica obrigatória em determinado tempo e lugar. Exemplo: Código Civil, Código Penal. 
 
Direito Objetivo 
- O direito é norma e organização social, entendidos como conjunto de normas jurídicas que 
prescrevem condutas e regulam a vida em sociedade, formando o ordenamento jurídico. 
*Norma de agir - Norma agendi. 
*Norma de conduta, direito como norma. 
 
Direito Subjetivo 
Corresponde as possibilidades ou poderes de agir que a ordem jurídica garante a alguém. É o poder 
a prerrogativa que a pessoa (tutela do direito subjetivo) um de obter certo efeito jurídico. 
Facultas agendi - Faculdade conferida ao indivíduo de envocar a norma a seu favor, faculdade de 
agir. 
 
Relação Jurídica e Sujeito de Direito 
 
Sujeito Ativo Direito Subjetivo - Titular do Direito Subjetivo 
Relação Jurídica - Relação Social na qual a norma Jurídica incide. É o vínculo ou liame entre 
pessoas ou grupos de pessoas Reguladas por norma Jurídica 
Sujeito Passivo dever Jurídico - Titular do dever Jurídico. 
 
Artigo 1º do Código Civil 2002. 
 
Toda Pessoa é capaz de Direitos e deveres na ordem civil. 
Duas Modalidades de pessoas reconhecidas pela ordem Jurídica: 
- a pessoa natural/física 
- a pessoa jurídica/ moral 
Personalidade Jurídica - Capacidade Jurídica - duas espécies de capacidade. 
 
 
* A Capacidade de Direito é inerente à pessoa, referendo-se aptidão para ser sujeito de direitos e 
deveres. 
* A capacidade de exercício ou de fato significa a aptidão para exercer por si os direitos, ou seja, 
para pessoalmente atuar na esfera jurídica (pressupõe a existência da capacidade de direito ou 
gozo) é vinculado por certos fatores objetivos envolvendo a idade, o estado ou condição mental. 
- Absolutamente incapazes: os menores de dezesseis anos. 
- Incapazes relativamente: os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos; os ébrios 
habituais os viciados em tóxicos aqueles que, por causa transitória ou permanente; não puderem 
exprimir sua vontade; os pródigos. 
RAMOS DO DIREITO 
 Ramos do Direito Público - Destinado a disciplinar os interesses gerais da coletividade, disciplinar 
os interesses gerais da coletividade, disciplina o Estado e as relações deste no exercício de seu 
poder soberano como cidadão. 
Direito Público Interno: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Direito 
Financeiro, Direito Econômico, Direito Penal, Direito Processual, Direito da Seguridade Social, 
Direito Ambiental e o Direito Internacional Privado. 
Direito Público Externo: Direito Internacional Público 
Ramos do Direito Privado: Regula o ordenamento dos interesses dos particulares. 
- Direito Civil 
- Direito Comercial 
- Direito Comercial/ Empresarial 
- Direito do Consumidor 
 
Direito/ Público/ Misto 
- Direito do Trabalho 
 
Ramos do Direito Público (Interno) 
Direito Constitucional: é focado no estudo dos princípios e normas que organizam o Estado, os 
poderes, os órgãos públicos, bem como os direitos individuais e coletivos. Está acima de todos os 
outros ramos do direito e seu objeto de estudo é a Constituição Política do Estado, principal 
documento que deve ser respeitado e obedecido. 
Direito Administrativo: regula a organização e atividade da administração pública, as relações que 
se dão entre a administração e os particulares também regulam as relações entre os órgãos e seu 
controle. 
Direito Tributário: estuda e regula os tributos e suas obrigações derivadas. Desta forma, está 
encarregado de regular a relação que surge entre a administração e o contribuinte e que assim 
origina o tributo. Vale lembrar que também recebe o nome de direito fiscal. 
Direito Financeiro: estuda o ordenamento jurídicodas finanças do Estado e as relações jurídicas 
decorrentes de sua atividade financeira e que se estabeleceram entre o Estado e o particular 
Direito Econômico: estuda as normas reguladoras da atividade econômica, que consiste na 
produção e circulação de produtos e serviços, visando o desenvolvimento sustentável do país, ou 
seja, atender as necessidades da geração de hoje e futuras. 
Direito Penal/ Criminal: é a parte do ordenamento jurídico que define as infrações penais (crimes e 
contravenções) e comina as respectivas sanções (penas e medidas de segurança). 
Direito Processual: é o ramo que contém o repositório de princípios e normas legais que 
regulamentam os procedimentos jurisdicionais, tendo como objetivo administrar o direito. 
Direito da Seguridade Social: estuda as normas, os princípios e as relações jurídicas concernentes 
às esferas de proteção social, previstas na Constituição Federal, a saber: a previdência social, a 
saúde e a assistência social. 
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988
Direito Ambiental: é um ramo do direito, constituindo um conjunto de princípios jurídicos e de 
normas jurídicas voltadas à proteção jurídica da qualidade do meio ambiente. 
Direito Internacional Privado: é o conjunto de normas jurídicas, criado por uma autoridade política 
autônoma (um Estado nacional ou uma sua província que disponha de uma ordem jurídica 
autônoma), com o propósito de resolver os conflitos de leis no espaço. 
Direito Eleitoral: É o ramo que visa regular o exercício da soberania popular. Representa, em 
suma, o ramo jurídico que regula o exercício da Democracia. Estabelece as regras para a escolha 
dos representantes do povo, buscando que a vontade de todos seja convertida em governantes 
legítimos, eleitos de forma transparente e de acordos com as pretensões da coletividade. 
Ramos do Direito Público (Externo) 
Direito Internacional Público: é um ramo que é destinado a construir um arcabouço jurídico de 
orientação a todas as nações e organizações no âmbito internacional, procurando estabelecer uma 
ordem e uma lei comum que regule todo o comportamento que extrapole a esfera da soberania. 
Ramos do Direito Privado 
Direito Civil: trata do conjunto de normas reguladoras dos direitos e obrigações de ordem privada 
concernente às pessoas, aos seus direitos e obrigações, aos bens e às suas relações, enquanto 
membros da sociedade. 
Direito Comercial \ Empresarial: é um ramo que se encarrega da regulamentação das relações 
vinculadas às pessoas, aos atos, aos locais e aos contratos do comércio. 
Direito do consumidor: é baseado a partir de um conjunto de normas que defendem e protegem a 
pessoa física ou jurídica que adquire bens de consumo, sejam serviços ou produtos. 
Direito Trabalhista: é ramo jurídico especializado, que regula certo tipo de relação laborativa na 
sociedade contemporânea. 
Segundo Delgado, a definição, ou seja, a busca da essência e a classificação, ou melhor, a busca 
do posicionamento comparativo faz compreender a natureza do assunto tratado. Aqui tem-se a velha 
e infindável discussão a respeito de se saber se o Direito do Trabalho é parte do Direito Público ou 
do Direito Privado. 
Enfocando a substância central do Direito do Trabalho que seria a relação de emprego, a conclusão 
a que se chega o autor é a de o Direito do Trabalho tem natureza de Direito Privado, haja vista que 
a relação se daria entre particulares. 
 
Direito, Moral e Religião 
Moral – Mores 
Moral “autentica” - porque ha uma espontaneidade de um cumprimento de uma regra de 
comportamento. 
Direito “autorizante” - Faz justiça. 
Norma Jurídica é Bilateral autorizante 
- Obrigatória 
- Possibilidade de o lesado ir à justiça para reparação do dano. 
 
Norma Moral é Unilateral – Dever comportamento mais não existe sanção, caso não haja o 
cumprimento. Ex: Doação. Somente dever de comportamento. 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_nacional
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prov%C3%ADncia
TRÊS TEORIAS 
 
Teoria do Mínimo Ética: Relação do Direito com a Moral 
 
 
 
Tudo é Direito é Moral, mais nem tudo que é moral é Direito, porque a moral é ais ampla que o 
Direito. 
O Direito representa o mínimo da moral, considerando obrigatório para a vida em sociedade. Nesse 
sentido o Direito faz da Moral (campo ação comum). 
De acordo com a imagem tudo o que é jurídico é moral, mas nem tudo o que é moral é jurídico. 
(Teoria desenvolvida por: Jeremias Bentham, Georg Jellinek) 
Normas Jurídicas: 
Amoral - Questões Técnicas, ex: Semafaro 
Imoral - Algo vergonhoso, ex: Salário Mínimo 
 
 
Teoria da separação entre Direito e a Moral: 
Thomasias - Ele acha que uma coisa não tem nada haver com a outra. 
 
Teoria dos Círculos Secantes: 
Claude Pasquier - Afirma o conjunto das normas morais é parcialmente coercidente com o conjunto 
das normas jurídicas. 
 
Para estes autores haveria regras morais não jurídicas, e regras jurídicas morais e imorais. 
 
Miguel Reali: Que o maior número de normas possíveis estivesse de acordo com a norma moral. 
 
As Normas podem ser Natureza Jurídica e Moral, o que revela a distinção entre o Direito a Moral. 
 
Há postos comuns entre o Direito e a Moral, pois ambos apresentam normas entre o direito e a 
moral, pois ambos apresentam normas de comportamento, fundados em comum base ética. 
 
A palavra Moral decorre sociologicamente de mores é o conjunto de praticas de costumes, de usos 
de padrões de conduta em determinado segmento social. Cada povo, cada época, cada setor da 
sociedade possui seu padrão sua própria moral. Há padrões morais que permanecem e são 
constantes e outros que se modificam no tempo, no espaço. 
 
Destaca-se o Direito a possiblidade de incidir a coação, sendo dotado de coercibilidade podendo 
ocorrer à aplicação da sanção. 
 
Enquanto a Moral só comporta “sanções interna” (remorso, arrependimento, desgosto interno, 
sentimento de reprovação geral). 
 
Na Moral “autentica” o que se tem é a adesão espontânea da pessoa à respectiva norma, em razão 
da convicção e da consciência quanto a sua importância. 
 
O Direito é autorizante, no sentido de que só ele dá ao lesado pela violação o poder de exigir seu 
cumprimento ou reparação do mal sofrido. 
 
A norma Jurídica é Bilateral – impõe dever a certa pessoa estabelecendo uma regra de conduta e 
também autoriza aquele que foi usado o poder de exigir o cumprimento do dever. 
 
A norma Moral é Unilateral – apenas estabelecendo o dever, ao prescrever o comportamento, 
porém não autoriza a utilização da coação para obter o seu cumprimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTES DO DIREITO 
Fontes Materiais: tudo o que motivou a criação de uma lei, motivos éticos, morais, históricos, 
sociológicos, econômicos, religiosos e políticos que deram origem a norma jurídica. 
Fontes Formais: podem ser entendidos como os modos de manifestação das normas jurídicas, são 
as formas de expressão, ou seja, os meios de exteriorização das normas jurídicas. 
1. EQUIDADE 2. ANALOGIA 3. COSTUMES 4. LEIS 5. JURISPRUDÊNCIA 6. DOUTRINA 
 
1. EQUIDADE: É o respeito pelo direito de cada pessoa, adequando a norma ao caso concreto, 
pelo que se considere justo. Por meio dela, o juiz suaviza o rigor da norma jurídica abstrata. 
 
2. ANALOGIA: Tendo em vista a riqueza, a complexibilidade e diversidade de eventos nos 
planos das relações sociais, nem sempre é possível encontrar dispositivos legais regulando de 
forma expressa as hipóteses possíveis de ocorrência. A analogia é relações de semelhanças entre 
coisas e fatos distintos. 
 
3. COSTUMES: É a regra social derivada de prática reiterada, generalizada e prolongada, o que 
resulta numa convicção de obrigatoriedade, de acordo com a sociedade e cultura em particular. 
 
4. LEIS: São as normas ou o conjunto de normas jurídicascriadas através de processos 
próprios, estabelecidas pelas autoridades competentes. 
 
5. JURISPRUDÊNCIA: É o conjunto de decisões sobre interpretações de leis, feita pelos 
tribunais de determinada jurisdição. 
 
6. DOUTRINA: É a produção realizada por pensadores, juristas e filósofos do direito, 
concentrados nos mais diversos temas relacionados às ciências jurídicas. 
 
7. NEGÓCIOS JURÍDICOS: Entre as normas particulares, assim chamadas por só ligarem os 
participantes das relações jurídicas, estas normas negociais, as normas contratuais, cláusulas 
contratuais. 
 
LEIS 
 Iniciativa: Apresentação do projeto de lei. 
 
 Discussão: Sobre o projeto de lei, no âmbito do Poder Legislativo, podendo receber emendas 
modificadas ou substitutivas. 
 
 Sanção: Após aprovação este é encaminhado à sanção ou veto do representante do Poder 
Executivo. A sanção significa concordância e o veto, à oposição ou recusa do projeto. 
 
 Promulgação: Ato pelo qual o representante do Poder Executivo atesta a existência da lei. 
 
 Publicação: Objeto de tornar pública e conhecida a lei. 
 
 Costumes: Jurídico é formado por 2 elementos: 1º o uso, ou seja, a pratica uniforme com 
constante repetição (reiteração) de certos comportamentos. 2º a convicção de que esse 
comportamento corresponde a uma necessidade jurídica e social. 
Artigos: 569, II; 596, 597, 615 do Código Civil. 
https://www.infoescola.com/direito/jurisdicao/

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