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Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Elementos constituintes das PPR’S • O estudo isolado dos principais elementos constituintes da PPR permite realizar planejamentos a partir da conjugação de alguns desses elementos. • Todos os elementos constituintes de uma PPR devem ser rígidos; as únicas exceções são os braços de retenção dos grampos. → Apoios → Grampos → Conectores maiores → Conectores menores → Selas Nichos ou descansos e apoios Nichos • São cavidades preparadas nos dentes pilares para alojar os apoios, ajudando no direcionamento das forças mastigatórias para o longo eixo do dente; • São utilizados para proporcionar principalmente suporte vertical a PPR. - Tem próteses que não possuem esses nichos e acabam machucando a fibromucosa do paciente durante a mastigação; - A ausência de nichos pode acelerar o processo de reabsorção óssea; - Com os nichos quando o paciente for mastigar a prótese não vai traumatizar a fibromucosa e a força vai ser jogada para o longo eixo do dente; - Os nichos servem para encaixar os apoios; - O nicho deve ser uma cavidade rasa (fica apenas em esmalte, não deve chegar em dentina). Funções dos nichos • Alojar os apoios; • Orientar a força mastigatória segundo o longo eixo do dente suporte; • Determinar condições de suporte e de estabilidade para a prótese parcial removível; • Ponta diamantada 2131. - Dentes posteriores não suportam forças laterais, forças laterais provocam a luxação do dente. Localização dos nichos • Esmalte sadio; • Restaurações diretas (amalgama ou resinas compostas); • Restaurações indiretas (metálicas ou metalocerâmicas); • 1 a 1,5 mm. - Se o dente tiver uma lesão cariosa primeiro restaura o dente e depois confecciona o nicho; - O nicho só pode ser feito em cima de restaurações se a restauração estiver satisfatória; - Em casos de dentes restaurados, a preferência é fazer em dentes restaurados em resina composta; - Se o paciente tiver uma coroa e ela for ser o apoio da PPR, os nichos também podem ficar sobre ela, porém não devem ficar em cima da Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. cerâmica, e sim do metal. Pois os nichos podem induzir trinca na cerâmica. → O nicho em dente posterior deve ser feito da crista marginal até a fosseta proximal, utilizando a ponta diamantada 2131 (entrando com metade da sua ponta ativa); → O formato do nicho é de triangulo arredondado. - Se durante a confecção do nicho aparecer material forrador, tem que tirar a restauração e refazer, pois o material forrador é solúvel (em dentes restaurados). Apoio “É o componente do grampo cuja função principal é assegurar que as cargas exercidas sobre os dentes artificiais durante a função mastigatória sejam transmitidas aos dentes suporte de maneira adequada.” Funções dos apoios • Transmitir forças mastigatórias aos suportes dentais, de maneira adequada, ou seja, numa direção axial; • Estabilidade e retenção da prótese; • Prevenir lesão ou esmagamento do tecido mole; • Garantir correta relação entre braço de retenção e superfície do dente suporte; • Restaurar discrepâncias do plano oclusal. • Não é indicado o planejamento de APOIOS sobre superfície não preparadas (SEM NINCHOS) porque: → A espessura do metal, provavelmente trará interferência oclusal; → Transmissão de forças não axiais ao dente, resultando em trauma periodontal e mobilidade desse pilar. - Se colocar o apoio sem confeccionar o nicho, o paciente vai morder só no metal e ter a sensação de restauração alta. Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Localização do apoio • Dentossuportadas • Dentomucossuportadas Regra geral • Próteses dentossuportadas – nos dentes pilares vizinhos ao (s) espaço (s) edêntulo (s). • Próteses dentomucossuportadas – nos dentes pilares próximos a área edêntula, (onde temos alavanca), do lado contrário a esta alavanca. - Na PPR dentomucossuportada o apoio vai ser distante da área desdentada, ou seja, no dente vizinho, porém do lado oposto à área desdentada, para diminuir o braço de alavanca; Tipos de apoio • Diretos ou principais; • Indiretos ou secundários. • Os apoios são denominados DIRETOS, quando se apresentam adjacentes ao espaço protético e INDIRETOS, quando se encontram distantes do espaço protético; • Os apoios INDIRETOS, normalmente são utilizados para proporcionar retenção indireta ou estabilidade à PPR e/ou neutralizar movimentos de retenção da prótese. Apoios diretos e indiretos - Apoios diretos estão vizinhos a área desdentada; - Ex. em um paciente edêntulo unilateral (possui apenas um lado sem dentes), o outro lado que possui dentes vai precisar de um retentor indireto para que a prótese tenha estabilidade, pois a prótese precisa ser bilateral. Tipos de apoio De acordo com as faces: • Oclusal; • Cíngulo ou lingual; • Incisal. - A literatura fala, mas caiu em desuso fazer apoio em borda incisal, pois é frágil, feio e biomecanicamente não é compatível. Apoio oclusal • Forma de colher; • Ângulos internos arredondados; • Forma triangular arredondada. Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. - O apoio pode ser feito na mesial ou distal, depende do local da área desdentada. Apoio cíngulo • Espessura de camada de esmalte* • Presença ou ausência de cíngulo* • Fatores ligados a oclusão • Utilização de resina composta no preparo do apoio de cíngulo. *Utilização de restaurações. - Se o paciente não tiver cíngulo o ideal é construir o cíngulo em resina composta e fazer o nicho em cima da resina; - Observar se quando o paciente oclui tem espaço para o metal; - Se não tiver o nicho no dente anterior a gengiva acaba sendo traumatizada. Vista lingual/palatinas: • “Sela de montaria” (Henderson et al, 1974) • Convexidade • Ponta diamantada esférica 1014 ou cone invertida 1034. Vista proximal: • Forma de “V” • Côncavo • Forma com o longo eixo do dente um ângulo menor que 90°. Apoio incisal • Esse tipo de apoio gera uma situação desfavorável do ponto de vista biomecânico ao dente pilar, pois aumenta o braço de alavanca, prejudicando a transmissão de forças no longo eixo do dente; • Aumenta o índice de fratura na região; • Antiestético. Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Retentores extra coronários • Equador protético: → Por analogia com o equador terrestre, é uma linha imaginaria correspondente a maior circunferência da coroa; → É o maior contorno de cada dente. - É uma linha que separa a área retentiva da área expulsiva do dente; - É a área mais volumosa do dente; - Da linha do equador (linha vermelha da imagem) para a porção gengival existe uma área no dente chamada área retentiva; - E da linha do equador para a oclusal existe a área expulsiva; - Na vestibular ficará o braço de retenção, a sua função é reter a prótese e ele precisa ficar posicionado em uma área retentiva; - Na lingual ficará o braço de oposição, ele ficará na área expulsiva; • Os retentores podem ser: → Intracoronário (attachments); → Extracoronários (apoios, grampos e corpo). Os retentores extracoronários são elementos mecânicos programados para atuarem nos dentes pilares e promoverem condições de suporte, estabilidade e retenção para a PPR. - Os retentores extracoronários vão abraçar o dente por fora da coroa; - Vão dar estabilidade e retenção a prótese. • Extracoronários (grampos) Retentores extra coronários Tipos • Grampos circunferenciais; • Grampos a barra/por ação de ponta/ grampos de roach; • Grampos de contenção * (continuo de kennedy). - Em casos de extremidades livres serão utilizados os GRAMPOSA BARRA; Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Circunferencial: • São assim denominados devido à sua forma, tipicamente circunferencial; • Pelo fato de sua ação de abraçamento abranger grande parte da circunferência da coroa; • Constituído de 4 partes: apoio, corpo, braço de retenção e braço de oposição. - Não vai ser utilizado em dentes anteriores; - O braço de retenção não necessariamente precisa estar todo em uma área retentiva, mas a sua extremidade final sim. • Contato continuo com a coroa dental • De oclusal para gengival • Alguns autores, consideram o conector menor, como parte desses grampos. Características do Braço de Retenção: • Localiza-se entre o terço médio e a cervical; • Sua ponta ativa localiza-se “abaixo” do equador protético e é uniformemente afilado; - Ele precisa ser afilado pois passar do equador protético e travar em uma área retentiva (ele começa mais espesso e vai afilando). Características do Braço de Oposição: • Localiza-se no terço médio da coroa, oposto ao braço de retenção (localiza-se na lingual); • Não apresenta flexibilidade (é todo de uma espessura só); • Ele fica apenas na área expulsiva; - A função do braço de oposição é dar reciprocidade, sem ele a prótese causaria força lateral no dente; - O braço de oposição é todo uniforme e o braço de retenção começa mais espesso e vai afilando (a pontinha fininha é quem dá flexibilidade para ele passar do equador protético); Sem reciprocidade Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Reciprocidade = braço de oposição Grampo à BARRA: • Pequeno contato com a coroa dental; • De gengival para oclusal; • Composto por 2 partes: Braço de acesso e ponta ativa; • Usado em casos de extremidade livre; - Possui pequeno contato com a coroa; - Sai da sela e busca retenção de baixo para cima; - Ele é utilizado em casos de extremidade livre porque tem uma ação de tropeçamento, o que dificulta a saída da prótese, diminuindo o braço de alavanca. • O grampo com ação de ponta apresenta ação de deslizamento durante o assentamento da PPR sobre os tecidos de suporte. Por outro lado, durante a remoção, apresenta ação de tropeçamento, dificultando-a; • Originam-se de uma sela e dirigem-se à zona retentiva da coroa; • Atingem a área retentiva em um sentido cérvico-oclusal/incisal; • Apresentam maior ação retentiva em relação aos circunferenciais; • Indicados em PPR com extremidade livre. OBS: em casos de extremidade livre o nicho não é vizinho a área desdentada (fica distante) e deve ser utilizado grampo a barra. Principais grampos • Circunferencial; • Grampos à barra/ por ação de ponta/ grampos roach; • Grampos de contenção (continuo de Kennedy). Circunferencial simples ou Akers ou GCA • Apoio próximo ao espaço protético; • Retenção longe do espaço protético; • Prótese dentossuportada; • Molares e pré-molares; • Não deve ser usado em dentes anteriores devido a estética. Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Circunferencial reverso • Praticamente igual ao circunferencial simples; • Apoio, corpo e conector menor ficam distantes da área edêntula; • Os braços desse grampo se aproximam do espaço protético; - No grampo simples o apoio tem que estar vizinho a área desdentada (PPR dentossuportada); - Regra do grampo simples: retenção longe do espaço protético; - O grampo circunferencial reverso possui uma placa na sua proximal, que serve para estabilizar o dente (que já inclinou um pouco); - No grampo circunferencial reverso ao invés do apoio ficar vizinho a área desdentada, ele vai ficar do lado oposto. E a retenção vai ficar próxima ao espaço protético. Ou seja, ele é usado quando a zona de retenção se encontra vizinha ao espaço protético. Devem ser usados quando: • A zona de retenção está adjacente à área edêntula; • O dente suporte apresenta considerável inclinação; • Geralmente molares. Circunferencial geminado/gêmeo/duplo • Combinação de dois grampos simples; • São grampos de retenção indireta; • Dentes posteriores; • Dificuldade no preparo dos dentes. • Desgaste para a passagem do grampo. - O braço de retenção fica abaixo do equador protético, sua espessura é “afilada”. Já o braço de oposição é mais espesso. Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. Circunferencial Meio a Meio/ Half and Half • Dente entre dois espaços protéticos; • Próteses dentossuportadas; • Apoio duplo, e com isso transmite as cargas mastigatórias no longo eixo do dente; - Indicado para dentes posteriores entre dois espaços protéticos; - Como são duas áreas desdentadas é necessário que sejam feitos dois nichos: um na mesial e um na distal. De um nicho sai o braço de retenção e do outro o braço de oposição; - O braço de retenção normalmente sai do apoio distal e o de oposição do apoio mesial. Circunferencial Black action/ ação posterior • Indicado em prótese de extremidade livre; • Retenção por mésio vestibular. - Dos circunferências é o que apresenta melhor retenção, porém na pratica o que apresenta melhor retenção para extremidades livres é o grampo a barra; - Por ser extremidade livre o apoio não é vizinho a área desdentada, é distante (para diminuir o braço de alavanca). Circunferencial MDL • Grampo bastante estético; • Não possui braço de retenção por vestibular; • Recobre parcialmente o cíngulo e as faces M e D; • Pode-se esconder esses grampos nas proximais, com a montagem dos dentes. - Vai abraçar o dente por palatina; - Para dentes anteriores; - Abraça mesio-disto-lingual; - Esse grampo vai ser utilizado quando você tiver certeza que nos dentes posteriores tem boas retenções para garantir que a prótese vai segurar bem, e nos dentes anteriores ele vai servir como estabilizador; - Se tiver só um lado livre pode ser feita uma modificação desse grampo, que se chama MD (mesio-distal); - Esses grampos anteriores são grampos de pouca retenção. Grampo continuo de Kennedy • Uma BARRA de retenção indireta, passiva e rígida; Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. • Impede o deslocamento da PPR; • Pode servir de reforço na barra lingual fina; • Indicado sobre o cíngulo dos dentes anteriores inferiores; • Serve de contenção de dentes com mobilidade. - Só vai ser utilizado na mandíbula; - A PPR só com dois apoios fica instável; - Não é utilizado na maxila; - Normalmente fica de canino a canino. Grampos à Barra/ por ação de ponta • Também conhecidos como grampos de Roach; • T, U, L, I, C; 7; S; • Originam-se de uma sela ou conector maior; • Irão conferir apenas retenção, caso não sejam COMBINADOS com outros elementos de oposição; • São de fácil inserção e difícil remoção (deslizamento e tropeçamento). - A ponta ativa deles v ai ter vários formatos (T, U, L, I, C, 7, S) Grampo T • Pode ser indicado em PPR dentossuportada ou dentomucossuportada, na maxila ou na mandíbula; • Geralmente combinado com um braço de oposição de um grampo circunferencial; • Indicado para todos os dentes, porém nos anteriores superiores, gera prejuízo estético. - Na lingual vai ter o braço de oposição do sistema circunferencial Grampo I • Grande capacidade retentiva; • Muito pouco flexível; • Estético; • Próteses dentossuportadas; • Sua ponta ativa deverá ficar na DISTO VESTIBULAR. - Deve se dar prioridade para utilização desses grampos em próteses dentossuportadas em casos de áreas desdentadas grandes; Grampo API/APT • Classe I e II de kennedy; • Classe IV extensa; • Apoio (A), placa (P), grampo I ou T; • É o grampo à barra mais indicado em casos de extremidade livre; • Pouco torque ao dente; Maria Alice Correia, 7°períodode odontologia. • Foi criado para minimizar as tensões sobre os dentes suportes em PPR dentomucossuportada. Conectores • São os elementos da PPR que unem os retentores e selas entre si; • Rígidos e bilaterais; • Relação passiva com os tecidos mucosos (não podem estar traumatizando os tecidos moles); • Relação de contato e alivio; • Conectores MAIORES e MENORES. Conectores maiores Conector maior • São barras metálicas, rígidas, que unem os retentores e as selas entre si, bilateralmente; • Devem apresentar uma relação passiva aos tecidos; • Deve ficar de 4-6 mm da gengiva marginal dos dentes remanescentes, preservando de forças compassivas; • Deve ter forma achatada (maxila); • Não interferir na fonética, mastigação e deglutição. - Se esse conector ficar muito próximo a gengiva marginal pode servir de fator retentivo de biofilme, causar uma doença periodontal... Conectores + usados • Conectores maxilares: → Barra palatina dupla → Barra palatina em “U” → Barra palatina única → Placa palatina • Conectores mandibulares: → Barra lingual → Placa lingual Conector maior – MAXILA Barra palatina dupla • Dois conectores maiores, um ANTERIOR e outro POSTERIOR, unidos por barras mais estreitas; • Um dos mais usados; • Deixa livre região central do palato (comodidade); • Mais utilizados em classe I e II; • Pouco usado em classes III e IV. - Muito utilizado em casos de extremidades livres; Barra palatina em “U” • Uma modificação da barra palatina dupla; Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. • A ausência de barra posterior é menos incômodo para mastigação e deglutição; • Indicado em casos de classe III e IV; • Menos rígida que a dupla (ausência da posterior); • Pode ser usado em classe I e II em casos de tórus. Barra palatina única • Barra metálica única que une diretamente os retentores e as selas bilateralmente; • Achatado, fino e largo; • 10 a 15 mm de largura; • Usado em classe III, e os dentes pilares estiverem bem implantados; • Não podem ser usados na presença de tórus; • Usado em pacientes com fissura palatina (vedação); • Pode ser usado em classe II. Placa palatina • Está indicado quando a região palatina for utilizada como área de suporte para corroborar com essa condição normalmente estabelecida apenas pelos dentes pilares; • Pode ser totalmente metálico ou metal e resina acrílica; • A região do rebordo será confeccionada em resina acrílica. - Utilizado em próteses dentomucossuportadas que são mais muco do que dento; - Ex. paciente que só tem dois molares de um lado e um do outro. Conector maior – MANDIBULA Barra Lingual • É o conector mandibular mais utilizado; • Largura média de 4-5 mm; • Cruza a região lingual mandibular para unir os retentores e selas bilateralmente; • Sua borda inferior deve ficar aquém do assoalho; • Adaptação passiva, para comodidade devido tecido mucoso na região ser delgado. - Deve manter uma distancia da gengiva marginal para não reter biofilme; Maria Alice Correia, 7°período de odontologia. - Não deve ser usado em casos de retração pois corre o risco dá barra lingual tocar o assoalho e causar traumas; Placa lingual • É indicada para PPR dentomucossuportada, quando a área entre assoalho da boca e gengiva dos dentes remanescentes, é estreita e insuficiente para usar o conector em forma de barra lingual; • Placa em torno de 8-10 mm de largura; • Dentes anteriores com grandes reabsorções ósseas. Conectores menores Conector menor – definição • São os componentes de PPR que unem os retentores diretos e indiretos ao conector maior e/ou à sela. • Podem unir um apoio, direto ou indireto, a estes componentes; • Via de transmissão de cargas oclusais, para os dentes suportes através do apoio. Selas • É o componente da PPR idealizado para reconstruir anatomicamente e funcionalmente os tecidos mucosos e ósseos mutilados pela perda de dentes e para fixar os dentes artificiais à armação metálica; • Encarregado de fixar os dentes artificias e efetuar a transferência das forças oclusais às estruturas bucais de suporte, além de reestabelecer a estética do paciente. • O laboratório tem que deixar 0,5 mm de espaço do metal para gengiva. Dentes artificiais • São elementos protéticos que substituem os dentes naturais em anatomia, estética, função mastigatória e fonética; • Dentes artificiais isolados, são mais frágeis que um grupo de dentes (volume de resina).