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Streptococcus pyogenes
Streptococcus agalactiae
Curso de Graduação em Biomedicina
Disciplina: Microbiologia Clínica
ARA0958
Profa. Alexandra Flávia Gazzoni
Streptococcus pyogenes – β-hemolítico do grupo A
• Além de infecções agudas, o Streptococcus pyogenes também está
associado a duas sequelas não-supurativas bastante comuns –
FEBRE REUMÁTICA E GLOMERULONEFRITE ESTREPTOCÓCCICA 
Glomérulo completo – hipercelularidade mesangial 
– há mais de 3 núcleos por área de observação.
Espaço urinário respeitado sem proliferação 
celular
 Luz capilar se observam obliteradas – 
hipercelularidade capilar.
Observação de polimorfonucleares
Streptococcus pyogenes – Importância Clínica
• É um microrganismo transmitido de 
pessoa para pessoa por via respiratória. 
• A infecção mais comum é a faringite 
estreptocócica.
• A maioria dos casos é observada em 
crianças em idade escolar (5 a 15 anos 
de idade) durante o inverno e primavera 
(variação sazonal).
Streptococcus pyogenes – Importância Clínica
• Além da faringite, o S. pyogenes é um importante agente causador de infecções 
cutâneas superficiais:
Impetigo: Lesões vesiculares formando pústulas, que se rompem formando crostas
Erisipela: Lesões na face com área de edema e eritema com borda bem 
marcada.
Celulite: placa mal delimitada, não elevada na borda com edema total e evolue para uma 
sepse com complicação. 
Mais profunda que a erisipela e aparece em amplas áreas. 
Streptococcus pyogenes – Susceptibilidade in vitro
• S. pyogenes continuam sendo altamente sensíveis a penicilina G.
• A eritromicina ou clindamicina é a alternativa para pacientes com reações 
alérgicas à penicilina. 
• No entanto, há resistência significativa à macrolídeos (claritromicina e 
azitromicina). 
Tetraciclina
Doxiciclina
Tigeciclina
S. pyogenes – Diagnóstico laboratorial
• 1º) Coloração de Gram: visualização de cocos gram-positivos em cadeia e presença de fagocitose 
e células espumosas. 
• 2º) Cultivo: Crescimento de colônias B-hematolíticas.
• 3º) Teste de sensibilidade à bacitracina. 
S. pyogenes – Diagnóstico laboratorial
• 1º) Coloração de Gram: visualização de cocos gram-positivos em cadeia e presença de fagocitose 
e células espumosas. 
• 2º) Cultivo: Crescimento de colônias B-hemolíticas.
• 3º) Teste de sensibilidade à bacitracina. 
S. pyogenes – Diagnóstico laboratorial
• 1º) Coloração de Gram: visualização de cocos gram-positivos em cadeia e presença de fagocitose 
e células espumosas. 
• 2º) Cultivo: Crescimento de colônias B-hemolíticas.
• 3º) Teste de sensibilidade à bacitracina. 
Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B
• Estreptococos do grupo B são sempre encapsulados.
• Apresentam muitos subtipos bacterianos capsulares dependendo da quantidade 
de glicose, galactose, N-acetil-glicosamina e ácido N-acetil-murâmico (ácido 
siálico). 
• Apresentam resposta imunológica via opsoninas (opsonização).
• O fato dos recém-nascidos não adquirirem os anticorpos maternos desta infecção, 
este patógeno torna-se um importante agente etiológico de infecção em neonatos. 
Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B – 
IMPORTÂNCIA CLÍNICA
• A infecção por S. agalactiae constitui uma importante causa de doença em períodos 
neonatal e perinatal.
• Nas mulheres, o microrganismo coloniza a vagina, o reto, o períneo e o ânus, sendo 
esta colonização atinge cerca de 10-35% das gestantes. 
• 60% das mulheres são portadoras intermitentes do microrganismo. 
• Apresenta um caráter assintomático. Nas mulheres com infecção urinária de 
repetição, este patógeno está envolvido. 
Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B – 
IMPORTÂNCIA CLÍNICA
• A presença desta bactéria no trato genital da mãe por ocasião do parto pode resultar 
em infecções no neonato (transmissão vertical).
• O neonato também pode ser colonizado por transmissão hospitalar após o 
nascimento. 
Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B – 
IMPORTÂNCIA CLÍNICA
DOENÇA DE INÍCIO PRECOCE
DOENÇA DE INÍCIO PRECOCE – FATORES MATERNOS
DOENÇA DE INÍCIO TARDIO
CONDUTA PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
• PROCEDIMENTOS PARA COLETA
• 1 swab deve ser coletado do interior da vagina, do períneo e do ânus. Deve 
utilizar um swab para cada região. 
• A amostra deve ser obtida de modo ambulatorial ou pela paciente após 
instruções apropriadas. 
• Não se recomenda coleta do colo uterino ou o uso de espéculo. 
CONDUTA PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
• PROCEDIMENTOS PARA A COLETA: 
• As amostras devem ser identificadas e colocadas em meio de transporte não-nutritivo (Amie 
ou Stuart).
• PROCEDIMENTO PARA O PROCESSAMENTO:
• Remover os swabs do meio de transporte e semear em caldo seletivo (LIM).
• Incubar de 18-20 horas a 35ºC +/- 2ºC em aerobiose. 
• Repicar o caldo em placas de ágar sangue com 5% de sangue de carneiro.
• Após identificar as colônias sugestivas de B-hemólise, cocos gram-positivos e catalase-
negativos, fazer a confirmação do teste CAMP. 
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	Slide 1: Streptococcus pyogenes Streptococcus agalactiae
	Slide 2: Streptococcus pyogenes – β-hemolítico do grupo A
	Slide 3
	Slide 4: Streptococcus pyogenes – Importância Clínica
	Slide 5
	Slide 6: Streptococcus pyogenes – Importância Clínica
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9: Streptococcus pyogenes – Susceptibilidade in vitro
	Slide 10: S. pyogenes – Diagnóstico laboratorial
	Slide 11: S. pyogenes – Diagnóstico laboratorial
	Slide 12: S. pyogenes – Diagnóstico laboratorial
	Slide 13: Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B
	Slide 14: Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B – IMPORTÂNCIA CLÍNICA
	Slide 15: Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B – IMPORTÂNCIA CLÍNICA
	Slide 16
	Slide 17: Streptococcus agalactiae- β-hemolítico do grupo B – IMPORTÂNCIA CLÍNICA
	Slide 18: DOENÇA DE INÍCIO PRECOCE
	Slide 19: DOENÇA DE INÍCIO PRECOCE – FATORES MATERNOS
	Slide 20: DOENÇA DE INÍCIO TARDIO
	Slide 21: CONDUTA PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
	Slide 22: CONDUTA PARA DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
	Slide 23
	Slide 24

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