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PROJETO MULTIDISCIPLINAR 
Introdução a estética 
Autor – Cristiane Francisca dos Santos
Curso do Centro Universitário ETEP
em Convênio Interinstitucional com a Faculdade UniBF
Curso: Estética e Cosmética 
Data de início no curso: 27/07/2023
Data de envio do trabalho: 02/11/2024
RESUMO
A estética no sentido filosófico e como a estética é entendida nos dias de hoje. 
Como a sociedade no decorrer dos anos se compara e se preocupa cada dia mais em 
alcançar um padrão que a cada dia fica mais longe da realidade da maioria, e assim, 
acabando com sua saúde mental 
Neste sentido, a estética é o ramo da filosofia que se ocupa da interpretação simbólica do mundo, simultaneamente é uma ciência autônoma que tem por objeto o juízo de apreciação que distingue o belo e o feio. 
No entanto, a área é ainda mais ampla, pois possui subdivisões, como a estética teórica, a qual procura características comuns na percepção do objeto, o que o torna, por exemplo, universalmente agradável
 
O gosto, por sua vez, remete a questão da definição de belo, uma discussão filosófica que se arrasta desde a antiguidade!
Palavras-chave: Beleza; Padrões;Evolução 
1 INTRODUÇÃO
Enquanto a Filosofia não foi negada, nunca houve dificuldade em definir a Estética: tradicionalmente e sobretudo nas épocas “clássicas”, a Estética era definida como a “Filosofia do Belo”, e o Belo era uma propriedade do objeto, propriedade que, no objeto e como modo do ser, era captado e estudado. 
No Belo, por sua vez, cogitava-se tanto do belo da Arte quanto do belo da Natureza. Profundamente marcada pelo pensamento platônico, a Filosofia tradicional supunha uma certa hierarquia entre os dois belos, sendo que o da Natureza tinha primazia sobre o da Arte. 
É a partir do idealismo germânico que o belo da Arte começa a ser considerado superior ao belo da Natureza. 
É curioso que isso tenha acontecido por obra de um pensamento de substrato platônico, como o de Hegel
. Mas na verdade é Hegel quem formula a ideia de que a Beleza artística tem mais dignidade do que a da Natureza, porque, enquanto esta é nascida uma vez, a da Arte é como que nascida duas vezes do Espírito: razão pela qual a Estética deve ser, fundamentalmente, segundo ele, uma Filosofia da Arte. 
Nessa parte, deve ser enfocada a relevância do assunto no sentido de esclarecer seus aspectos obscuros, bem como da contribuição desse trabalho para uma melhor compreensão do problema.
2 CORPO DO TRABALHO (os títulos são livres conforme o texto tratado)
A palavra estética deriva do grego “aisthesis”, significando faculdade de sentir ou compreensão pelos sentidos, ou ainda percepção totalizante. 
Neste sentido, a estética é o ramo da filosofia que se ocupa da interpretação simbólica do mundo, simultaneamente é uma ciência autônoma que tem por objeto o juízo de apreciação que distingue o belo e o feio.
No entanto, a área é ainda mais ampla, pois possui subdivisões, como a estética teórica, a qual procura características comuns na percepção do objeto, o que o torna, por exemplo, universalmente agradável.
A estética estuda também a arte, estabelecendo uma critica a estrutura e construção do objeto, dentro do âmbito da estética prática ou particular.
Pensando assim, podemos afirmar que a estética discuti o gosto, um conceito ligado ao julgamento dos objetos pela sensibilidade, conhecimento e reconhecimento.
Concepções categorizadas pelo senso comum como preferência, mas que depende de valores, contextos, momentos históricos; estando subordinada igualmente à política e ideologia.
O gosto, por sua vez, remete a questão da definição de belo, uma discussão filosófica que se arrasta desde a antiguidade.
A questão da beleza, embora envolva uma grande relatividade, com respostas diferentes para cada individuo, instigou os filósofos ao longo da história, fundando algumas tradições que influenciaram a conceituação em torno do belo até hoje.
Segundo a corrente platônica, o belo existiria em si, a partir de uma essência ideal, objetiva, independente do gosto.
Esta tendência compôs o ideal universal de beleza, dominando a arte da antiguidade até o século XVII.
Em oposição, no século XVII, os empiristas originaram outra tradição, o belo tornou-se relativo, subjetivo, circunscrito ao gosto de cada um, a maneira como cada sujeito percebe o objeto.
O que criou uma oposição que seria resolvida parcialmente por Kant, no século XVIII, para quem a objetividade está no objeto e a subjetividade no sujeito.
Portanto, o belo existe em si, no objeto, mas nem sempre é percebido por aquele que não foi educado para apreciar a beleza, tal como um critico de arte.
No século XIX, Hegel introduziu o contexto histórico na concepção de beleza, para o qual o “devir” (as mudanças) se refletem no gosto.
Este, por sua vez, sofre a interferência da cultura, construindo uma visão de mundo.
A partir destas tradições, uma concepção diferente surgiu no século XX, vinculada a fenomenologia, principalmente aplicada à arte, quando o belo passou a ser aquilo que possui significado, independente de sua correspondência com a realidade.
O belo é mensurado pela sensibilidade, o que, contemporaneamente, remete a psicologia, ciência que atribui à beleza uma resposta narcisista ao que gostamos ou gostaríamos de ver em nós mesmos.
Porém, uma resposta mais filosófica diria que apreciamos o que se idêntica com nossa visão particular de mundo.
Definição que atende a questão do belo em linhas gerais, mas que não responde porque consideramos determinado objeto que não é belo como arte.Para González e Ruiz , os autores relatam o incentivo da filosofia, psicologia e arte na área da estética. 
Os filósofos da Grécia Antiga trataram o tema ao identificar a forma ou ideia de que é um bem, como valor supremo. Na perspectiva poética, dramatúrgica e histórica, se interpretava a estética como uma lógica da sensibilidade1 . Embora os homens estejam caminhando em direção aos serviços e produtos de estética, ainda é na mulher que os parâmetros estatísticos se baseiam .
 Em uma pesquisa realizada com 3.200 mulheres de dez países (Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Itália, França, Portugal, Holanda, Brasil, Argentina e Japão), em 2004, que apontou que, no Brasil, apenas 1% das mulheres se descreve como bonita e 6% como bela. Além disso, 39% das mulheres brasileiras não estão satisfeitas com sua aparência física, sendo superadas apenas pelas japonesas com 59% de insatisfação, superando inglesas e norte-americanas (36%), argentinas (27%) e holandesas (25%)5 Aumenta-se a procura pelos serviços de estética e beleza, em busca de um corpo perfeito, de uma melhor qualidade de vida, e do controle do stress do dia a dia, surgindo ai, um mercado promissor no seguimento citado. 
Seguindo essa ideia, essa pesquisa tem como objetivo analisar a evolução da estética na atual sociedade e os novos padrões de beleza. De maneira especifica compreender todo o processo histórico acerca da utilização da estética; descrever os benefícios da estética e por último, verificar os índices estatísticos de aumento da procura por procedimentos estéticos. 
A beleza da modernidade tem muitos significados e se relaciona com o tempo presente. A beleza surge da combinação entre o elemento subjetivo e o objetivo, reunidos firmemente no ato de percepção envolvendo-os. De acordo com a perspectiva relacionista, a experiência da beleza surge da relação entre o objeto e o sujeito . Veicula-se a representação da beleza estética associada a determinados ideais de saúde, magreza e atitude. 
Assim, independente da valoração que se atribui a determinada apresentação estética, observa-se que ainda existam razões para se justificar as preocupações com a beleza, como se as mesmas não pudessem ocorrer de forma isolada à saúde ou a qualquer outro quesito. 
A beleza é uma realidade emergente composta por dimensões objetivas, subjetivas e relacionais, e a estética tem que cuidar da parte objetiva do problema.
 É justo dizer que a aparência física do corpo e o rosto são fatores cruciais na sociedade.Essa busca estética é muitas vezes analisado, com razão, como um desejo de conformidade para o grupo em uma sociedade que é caracterizada como "holístico" (ou seja, o grupo tem precedência sobre o Individual) . 
A vaidade está por trás da definição de padrões estéticos e de como a beleza corporal é culturalmente construída . 
Assim como os padrões de beleza, existem os conceitos de belo e feio que também são relativos, pois dependem de culturas e períodos históricos. Ademais, esses conceitos não se referem apenas à estética, mas também aos aspectos morais, sociais e políticos .
 A busca por representações da beleza se depara com inúmeras chamadas da mídia, que procura aliar a satisfação dos desejos de melhor aparência, às oportunidades que vão surgindo ao longo dos tempos.
 A mídia criou um enorme culto social por vários anos criando o que é visto como o físico ideal, encorajando os indivíduos errantes a tomar medidas extremas para se conformar. Outro fator significativo para o recente aumento dos procedimentos de estética é atribuído aos principais avanços tecnológicos nos últimos anos. 
O mercado da beleza e estética tem crescido nas últimas décadas, impulsionado pelos meios de comunicação, que trouxeram consigo padrões de imagem e estilo atingindo todas as camadas sociais e faixas etárias, e assim, cada vez mais a estética passou a fazer parte da vida dos brasileiros.
Estudos demonstram que os tratamentos estéticos não podem ser associados somente a vaidade, pois é conhecida a ação terapêutica de alguns desses procedimentos, como, a drenagem linfática e a massagem terapêutica, sendo procedimentos utilizados desde os primórdios da humanidade no tratamento de algumas doenças, auxiliando fatores primordiais da manutenção a saúde, como a respiração e a circulação sanguínea. 
Diversos tratamentos estéticos apresentam, além do bem-estar físico e emocional, suas funções fisiológicas comprovadas.
 
Dentre eles podemos citar um tratamento simples, realizado por diversos profissionais da área de estética, que é a massagem. Além de proporcionar relaxamento e apoio emocional, a massagem terapêutica é benéfica devido à sua influência sobre diversos processos orgânicos. 
Os tratamentos estéticos não podem ser associados somente a vaidade, pois é conhecida a ação terapêutica de alguns desses procedimentos, como, a drenagem linfática e a massagem terapêutica, sendo procedimentos utilizados desde os primórdios da humanidade no tratamento de algumas doenças, auxiliando fatores primordiais da manutenção a saúde, como a respiração e a circulação sanguínea 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
	O segmento da estética e beleza teve um crescimento considerável e rápido, nos últimos anos, devido às pessoas atualmente estarem se preocupando mais com a estética e com a beleza.
 
Alguns buscam estes serviços por uma melhor qualidade de vida, outros buscam por um corpo esteticamente perfeito . 
O advento de técnicas modernas mais seguras e mais avançadas e a propagação da medicina estética renovaram a busca pela beleza. 
Hoje, a beleza parece possível, acessível e mais democrática do que nunca . Segundo o Sebrae (2014), o Brasil é o terceiro maior mercado de beleza do mundo, já que movimentou mais de R$ 50 bilhões em 2015, valor que tende a aumentar a cada ano20 . 
As clínicas de estética e os salões de beleza fazem parte de um mercado que não para de crescer.
 
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o Brasil é o terceiro maior mercado de beleza, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão. A região Centro-Oeste representa 10,3% do setor no País. 
Os dados demonstram que o Brasil não se diferencia da realidade dos demais países quando o assunto é beleza. 
Dentro de padrões exigidos pela sociedade para o considerado belo, nota-se como é crescente os serviços estéticos no país.
Estudos demonstram que os tratamentos estéticos não podem ser associados somente a vaidade, pois é conhecida a ação terapêutica de alguns desses procedimentos, como, a drenagem linfática e a massagem terapêutica, sendo procedimentos utilizados desde os primórdios da humanidade no tratamento de algumas doenças, auxiliando fatores primordiais da manutenção a saúde, como a respiração e a circulação sanguínea .
 Diversos tratamentos estéticos apresentam, além do bem-estar físico e emocional, suas funções fisiológicas comprovadas. 
Dentre eles podemos citar um tratamento simples, realizado por diversos profissionais da área de estética, que é a massagem. 
Além de proporcionar relaxamento e apoio emocional, a massagem terapêutica é benéfica devido à sua influência sobre diversos processos orgânicos. 
Os tratamentos estéticos não podem ser associados somente a vaidade, pois é conhecida a ação terapêutica de alguns desses procedimentos, como, a drenagem linfática e a massagem terapêutica, sendo procedimentos utilizados desde os primórdios da humanidade no tratamento de algumas doenças, auxiliando fatores primordiais da manutenção a saúde, como a respiração e a circulação sanguínea.
4 CONCLUSÃO
O presente artigo se justifica visto que os serviços de estética e beleza estão sendo profissionalizadas de forma contínua, para algumas pessoas, há uma busca de melhor qualidade de vida, para outras, uma necessidade de seguir um padrão de beleza ditado por culturas e grupos sociais. 
Uma cobrança que exige das pessoas, principalmente das mulheres, a busca por um corpo esteticamente perfeito, bem modelado e uma pele suave e luminosa . 
De qualquer modo, se vê cada vez mais a procura por serviços especializados na área da estética, por consumidores exigentes em busca de serviços diferenciados e de qualidade, o que contribui diretamente, para o crescimento do setor . 
E, também, atualmente, os cosméticos E, também, atualmente, os cosméticos apresentam-se em destaque no comércio não só no Brasil, mas mundialmente .
 
Hoje se encontra com enorme importância e preocupação, surgindo nas sociedades contemporâneas uma intensificação do culto ao corpo, onde as mulheres experimentam uma crescente preocupação com a imagem e a estética corporal, e também há crescente procura por homens .
 
A mídia alimenta essa busca pela beleza, por motivos escusos e em outras situações pela clara evidência de perpetuar o mito Helena de Tróia. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
https://facbel.edu.br/wp-content/uploads/2020/07/ARIANO_SUASSUNA_iniciacao_a_estetica_12a.pdf
https://fabiopestanaramos.blogspot.com/2011/10/introducao-estetica.html
https://faculdadeith.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Artigo-ESTETICA-5-1.pdf
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