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Mecanism� d� dor
Introdução
Processamento das informações no
sistema sensorial
● Sentidos especiais:
- Visão;
- Audição;
- Gustação;
- Olfação;
- Equilíbrio.
● Sentidos somáticos:
- Tato;
- Temperatura;
- Dor;
- Coceira (prurido);
- Propriocepção.
Receptores
Recebe o sinal e tranduz em outro tipo
de sinal.
Axônios do neurônio I
Os tipos de nociceptores:
● Fibras Aδ → térmicos;
● Fibras Aδ →mecânicos;
● Fibras C (sem bainha de mielina)
→ polimodais.
Tipos de dor
Fibra C:
● Dor lenta;
● 80% das fibras nervosas nos
nervos periféricos
● Neurônio polimodal: térmico,
químico e mecânico;
● neuronio estímulo específico
Fibras Aδ:
● Dor rápida;
- Aδ tipo 1: estímulo mecânico
intenso e calor (temperatura
maior que 52ºC);
- Aδ tipo 2: estímulo mecânico,
calor (temperatura maior que
43ºC) e estímulo.
Dor primária e dor secundária:
São mecanismos espinais:
Onde essas fibras nociceptivas
terminam no corno dorsal da medula
espinal.
Liberam 2 neurotransmissores:
● Glutamato - principal condutor;
● Peptídeo (substância P);
Dependendo da frequência do potencial
de ação que chega nele, tudo depende
da intensidade da dor.
Vias ascendentes da dor
São cinco vias principais:
● Via Paleoespinotalâmica:
- Trato espinorreticular→
termina na formação reticular e
tálamo;
- Trato espinomesencefálico→
formação reticular mesencefálica e
substância cinzenta periaquedutal e
núcleo parabraquial serão projetados;
- Trato espino hipotalâmico→ núcleos
hipotalâmicos.
● Via Neoespinotalâmica
- Trato espinotalâmico→ núcleo
ventral póstero lateral do tálamo;
- Trato cervicotalâmico→ núcleos
mesencefálicos e nos núcleos
ventroposterior lateral e
posterior medial do tálamo;
● Via trigeminal e seus tratos.
Dor aguda Dor lenta
Neurônio 1 Gânglio
sensorial
Gânglio
sensorial
Neurônio 2 Corno
posterior
da medula
Corno
posterior da
medula
Cruzamento Comissura
anterior da
medula
Comissura
anterior da
medula
Ascendência Lateral Lateral
Neurônio 3 Tálamo Formação
reticular
Mecanismos analgésicos endógenos
Na ausência da dor:
Na presença da dor:
A ativação de neurônios sensoriais não
nociceptivos fecharia um portão para o
sinal de dor. No entanto, esse portão
seria aberto na presença do estímulo
doloroso interneurônios inibidores da
substância gelatinosa tonicamente
ativos inibem a via da dor.
Vias descendentes da dor
A via descendente é ativada no locus
ceruleus onde liberam a noradrenalina e
os núcleos rafe liberam a serotonina,
onde elas atuam diretamente em alguns
dendritos que causam a inibição do
neurônio que forma a via ascendente.
A encefalina age tanto na pré-sinapse
quanto na pós-sinapse, na pré-sinapse
tem um conjunto de canais de cálcio
que precisam ser abertos para entrar
cálcio para liberar glutamato e
substância P, já nos neurônios
pós-sinápticos a encefalina vai atuar
numa via de sinalização que vai fechar
os canais de sódio e abrindo os canais
de potássio vai hiperpolarizar e não vai
ocorrer o potencial de ação.
Sendo nesses micro (µ) receptores que
vai atuar a morfina, por isso ela é um
potente analgésico.
Dor visceral e dor referida
Porque as fibras C e A beta sofrem uma
interferência então o corpo confunde
com as fibras C cutâneas por costume.
Hiperalgesia periférica
Aumento da sensibilidade da dor, onde
os principais moduladores vão diminuir
o limiar de disparo→ prostaglandina,
histamina e bradicinina.
A substância P faz a vasodilatação e
ativação endotelial.
A inflamação neurogênica apesar do
tecido vizinho não está lesionado, ele
também fica sensibilizado.
As fibras C liberam a substância P, onde
ela juntamente com a histamina e
outros moduladores estimulem as
regiões vizinhas, também irão diminuir o
limiar de disparo.
Hiperalgesia central e dor crônica
A ação direta da substância P ativa os
receptores de NK1 (receptor de
neurocinina) que diminui o limiar de
disparo, assim, esses receptores ficam
mais sensíveis ao glutamato.
A dor muscular é mais lenta porque está
sendo conduzida apenas por fibra C.
Dor do membro fantasma
A sobreposição de neurônios de
membros que não existem mais e os
neurônios que ainda existem da região
da secção até a medula pode sofrer
uma dilatação da parte terminal e
quando é estimulado pode ativar a
sensação de dor.

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